Fazia tempo que não escrevia, não porque não quisesse, mas porque a verdade é que estávamos muito enrolados. A Pau tava trabalhando pra caralho e eu com um monte de reformas em casa. Mas uns dias atrás encontrei fotos dela que não via há muito tempo. Eram da época em que ela mandava pro amante dela e também mandava pra mim, pra eu ver como ela se exibia pra outros caras.
Isso me deixava muito excitado, saber que outros caras viam as fotos me deixava louco. Ler as mensagens depois e as coisas que ela respondia pra ele me deixava a mil. Óbvio que a mina fazia isso pra depois eu comer ela com tudo.
Não sei como começamos a conversar, mas um cara me chamou aqui, no Poringa, e a gente conversou várias vezes. Contei sobre meus fetiches e sobre minha mulher, e ele sobre as perversões dele. Todas lindas. Kkkkkk.
Ele propôs fazer um ménage, me mandou fotos dele, mas a Pau não quis. "Ele é meio velho", ela disse. Sei que vai ficar puto quando ler isso, Daniel, mas foi assim.
Ele continuou insistindo e a Pau recusou. E depois ela me confrontou.
— Você gostaria tanto que esse cara me visse pelada e me tocasse?
— Sim — respondi.
— Vamos fazer uma coisa — ela disse — Passa o telefone dele pra mim que vou mandar umas fotos pra ver o que acontece, sei que isso te excita.
Passaram uns dias, sei que ela mandou fotos, mas não sei quais. Ela não me contou. Sei que eles conversam de noite e ela morre de rir. Mais que isso, ela até mandou uma foto minha enquanto eu tomava banho. Pra zoar, com certeza, não tenho um físico legal.
Naquela noite, ela se colocou na minha frente, baixou minha calça e começou a me fazer um boquete na hora, eu tava no céu, não aguentava mais, aí ela parou de chupar minha pica, tirou uma foto com minha rola e mandou pra ele. Não acreditei.
— Sabe que ele adora sexo oral? — ela disse — Imagina como ele ia adorar que eu chupasse a dele.
Na hora eu gozei, não consegui segurar. Ela riu e falou — Ele também gozou com a foto, kkkkkk, vocês têm muito em comum — ela disse enquanto me mostrava uma foto da pica do Daniel depois da gozada.
No dia seguinte, o Daniel me escreveu, não acreditei, fazia dias que não me escrevia. Bem seco ele me diz:
—Com certeza você quer ver as fotos que sua mulher me mandou. A Laturrita não quer me conhecer, mas eu quero te conhecer. Quero ver sua cara de corno masturbador quando eu te mostrar as fotos que tenho da sua patroa. Que tal?
Não sei o que pensei, mas curti a ideia. Esse cara conhece meus fetiches, sabe que isso me excita. E me deu muito tesão o fato de eu não conhecer as fotos que ele tinha.
Daniel é advogado, tem um escritório no fórum. Me marcou pra uma terça de manhã, falou pra eu me vestir bem, que era um estudo de vários advogados.
10h tava pontual. Parado que nem um otário na recepção perguntando por ele. Me sentia mal por ser tão submisso e ao mesmo tempo muito excitado. Queria ver logo essas fotos. Só uma coisa ele tinha me pedido: que levasse três ou quatro fotos dela pelada dormindo ou que ela não soubesse que existiam. Tavam no meu celular.
Ele chegou pra me receber, me fez entrar no escritório dele e foi a primeira coisa que pediu.
—Vamos ver o que você trouxe — ele diz —, vamos ver se vale a pena eu te mostrar as minhas.
Passei meu celular pra ele e mostrei as fotos.
—Opaaa, olha que buceta gostosa que ela tem quando dorme, e essa aqui é bem escura mas dá pra ver bastante. Esse é o teu quarto? — perguntou.
—Sim — falei bem baixinho.
Ele conectou meu celular no PC dele e começou a baixar as fotos.
—Posso? — disse num tom irônico. Sou grandão, mas a verdade é que ele me intimidava. Falava muito sério, tipo militar ou policial.
Ele abriu as fotos no monitor do PC e me mostrou.
—Viu? Assim fica melhor — enquanto falava isso, desabotoou o cinto e abaixou o zíper.
—Te incomoda se eu bater uma pras fotos na sua frente? — disse rindo.
Virou o monitor de novo e começou a se masturbar na minha frente e na frente das fotos da Pau. Não sabia o que fazer, levantei pra ir embora.
—Aonde você vai? — ele me parou —, não quer ver as fotos da Pau que ela me mandou? Vem, não seja tímido.
Não sabia o que fazer, olhei pra ele, continuava se masturbando que nem um adolescente na frente do PC. Fiquei de pé na frente dele, era perverso, mas a situação me dava tesão. — Vení, fica do meu lado e vai passando as fotos da Pau, tão na mesma pasta. Passa você, que eu tô com as mãos ocupadas — ele falou enquanto ria.
Eram muitas, a filha da puta tinha mandado umas cem. Na cama, tomando banho, experimentando vestidos, no espelho do elevador do prédio de casa de peito de fora. Não dava pra acreditar. O Daniel batia uma punheta do meu lado e mandava eu passar devagar. A pica dele era enorme, a Pau não sabia o que tava perdendo.
— Tá gostando? — ele perguntou. — Não se faz de otário, te vi olhando com tesão. Cê acha que a Pau vai gostar? — ele me perguntou.
Não respondi. Ele levantou e falou: — Sabe que eu curto caras também e que adoro um boquete. Agora você vai me bater uma e quero que conte pra Pau como é a sensação. Se ela não aceitar me ver amanhã, quero que você venha chupar minha pica. Tá claro?
Me senti muito pequeno, o Daniel me dominou. Minhas pernas tremiam e minha pica tava prestes a explodir. Não me mexi, nem falei nada. Ele aproximou a rola, pegou minha mão, cuspiu nela e fez eu agarrar a pica dele. Não parei. Ele se apoiou na escrivaninha e esperou. E algo que nunca tinha feito, já tava fazendo. Bati uma punheta pra ele, não entendia, mas tava fazendo. Usei a outra mão pra tocar nos ovos dele, só queria que ele gozasse olhando as fotos da Pau. E foi o que ele fez em minutos, um pouco na minha mão e muito no chão.
Ele me deu guardanapos e mandou limpar o chão também.
Guardou a pica, levantou a calça e falou: — Vaza, corno. Convence ela hoje à noite, senão volta amanhã no mesmo horário pra chupar minha rola. Além de corno, acho que você gosta de ser submisso e meio putinho também.
Saí rápido, muito sério. Passei pela recepção e achei que todo mundo tava me olhando como se tivesse visto o que ele me fez fazer.
Cheguei em casa e me lavei bem, sentia o esperma dele na minha mão. Não esperei a Pau, não aguentei, bati uma punheta pensando em tudo que tinha acontecido.
Isso me deixava muito excitado, saber que outros caras viam as fotos me deixava louco. Ler as mensagens depois e as coisas que ela respondia pra ele me deixava a mil. Óbvio que a mina fazia isso pra depois eu comer ela com tudo.
Não sei como começamos a conversar, mas um cara me chamou aqui, no Poringa, e a gente conversou várias vezes. Contei sobre meus fetiches e sobre minha mulher, e ele sobre as perversões dele. Todas lindas. Kkkkkk.
Ele propôs fazer um ménage, me mandou fotos dele, mas a Pau não quis. "Ele é meio velho", ela disse. Sei que vai ficar puto quando ler isso, Daniel, mas foi assim.
Ele continuou insistindo e a Pau recusou. E depois ela me confrontou.
— Você gostaria tanto que esse cara me visse pelada e me tocasse?
— Sim — respondi.
— Vamos fazer uma coisa — ela disse — Passa o telefone dele pra mim que vou mandar umas fotos pra ver o que acontece, sei que isso te excita.
Passaram uns dias, sei que ela mandou fotos, mas não sei quais. Ela não me contou. Sei que eles conversam de noite e ela morre de rir. Mais que isso, ela até mandou uma foto minha enquanto eu tomava banho. Pra zoar, com certeza, não tenho um físico legal.
Naquela noite, ela se colocou na minha frente, baixou minha calça e começou a me fazer um boquete na hora, eu tava no céu, não aguentava mais, aí ela parou de chupar minha pica, tirou uma foto com minha rola e mandou pra ele. Não acreditei.
— Sabe que ele adora sexo oral? — ela disse — Imagina como ele ia adorar que eu chupasse a dele.
Na hora eu gozei, não consegui segurar. Ela riu e falou — Ele também gozou com a foto, kkkkkk, vocês têm muito em comum — ela disse enquanto me mostrava uma foto da pica do Daniel depois da gozada.
No dia seguinte, o Daniel me escreveu, não acreditei, fazia dias que não me escrevia. Bem seco ele me diz:
—Com certeza você quer ver as fotos que sua mulher me mandou. A Laturrita não quer me conhecer, mas eu quero te conhecer. Quero ver sua cara de corno masturbador quando eu te mostrar as fotos que tenho da sua patroa. Que tal?
Não sei o que pensei, mas curti a ideia. Esse cara conhece meus fetiches, sabe que isso me excita. E me deu muito tesão o fato de eu não conhecer as fotos que ele tinha.
Daniel é advogado, tem um escritório no fórum. Me marcou pra uma terça de manhã, falou pra eu me vestir bem, que era um estudo de vários advogados.
10h tava pontual. Parado que nem um otário na recepção perguntando por ele. Me sentia mal por ser tão submisso e ao mesmo tempo muito excitado. Queria ver logo essas fotos. Só uma coisa ele tinha me pedido: que levasse três ou quatro fotos dela pelada dormindo ou que ela não soubesse que existiam. Tavam no meu celular.
Ele chegou pra me receber, me fez entrar no escritório dele e foi a primeira coisa que pediu.
—Vamos ver o que você trouxe — ele diz —, vamos ver se vale a pena eu te mostrar as minhas.
Passei meu celular pra ele e mostrei as fotos.
—Opaaa, olha que buceta gostosa que ela tem quando dorme, e essa aqui é bem escura mas dá pra ver bastante. Esse é o teu quarto? — perguntou.
—Sim — falei bem baixinho.
Ele conectou meu celular no PC dele e começou a baixar as fotos.
—Posso? — disse num tom irônico. Sou grandão, mas a verdade é que ele me intimidava. Falava muito sério, tipo militar ou policial.
Ele abriu as fotos no monitor do PC e me mostrou.
—Viu? Assim fica melhor — enquanto falava isso, desabotoou o cinto e abaixou o zíper.
—Te incomoda se eu bater uma pras fotos na sua frente? — disse rindo.
Virou o monitor de novo e começou a se masturbar na minha frente e na frente das fotos da Pau. Não sabia o que fazer, levantei pra ir embora.
—Aonde você vai? — ele me parou —, não quer ver as fotos da Pau que ela me mandou? Vem, não seja tímido.
Não sabia o que fazer, olhei pra ele, continuava se masturbando que nem um adolescente na frente do PC. Fiquei de pé na frente dele, era perverso, mas a situação me dava tesão. — Vení, fica do meu lado e vai passando as fotos da Pau, tão na mesma pasta. Passa você, que eu tô com as mãos ocupadas — ele falou enquanto ria.
Eram muitas, a filha da puta tinha mandado umas cem. Na cama, tomando banho, experimentando vestidos, no espelho do elevador do prédio de casa de peito de fora. Não dava pra acreditar. O Daniel batia uma punheta do meu lado e mandava eu passar devagar. A pica dele era enorme, a Pau não sabia o que tava perdendo.
— Tá gostando? — ele perguntou. — Não se faz de otário, te vi olhando com tesão. Cê acha que a Pau vai gostar? — ele me perguntou.
Não respondi. Ele levantou e falou: — Sabe que eu curto caras também e que adoro um boquete. Agora você vai me bater uma e quero que conte pra Pau como é a sensação. Se ela não aceitar me ver amanhã, quero que você venha chupar minha pica. Tá claro?
Me senti muito pequeno, o Daniel me dominou. Minhas pernas tremiam e minha pica tava prestes a explodir. Não me mexi, nem falei nada. Ele aproximou a rola, pegou minha mão, cuspiu nela e fez eu agarrar a pica dele. Não parei. Ele se apoiou na escrivaninha e esperou. E algo que nunca tinha feito, já tava fazendo. Bati uma punheta pra ele, não entendia, mas tava fazendo. Usei a outra mão pra tocar nos ovos dele, só queria que ele gozasse olhando as fotos da Pau. E foi o que ele fez em minutos, um pouco na minha mão e muito no chão.
Ele me deu guardanapos e mandou limpar o chão também.
Guardou a pica, levantou a calça e falou: — Vaza, corno. Convence ela hoje à noite, senão volta amanhã no mesmo horário pra chupar minha rola. Além de corno, acho que você gosta de ser submisso e meio putinho também.
Saí rápido, muito sério. Passei pela recepção e achei que todo mundo tava me olhando como se tivesse visto o que ele me fez fazer.
Cheguei em casa e me lavei bem, sentia o esperma dele na minha mão. Não esperei a Pau, não aguentei, bati uma punheta pensando em tudo que tinha acontecido.
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