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Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
(os nomes, profissões e demais possíveis dados de caráter pessoal foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)“O que você disse?”
“Nada”, disse minha prima, tirando a importância. “Vamos deitar um pouco. Deita.”
“Yoli…”
“Claro que pode me apalpar, bobinho.”
Mas eu já tinha me cansado do jeito dela esconder as coisas. Fiquei por cima dela, segurei os pulsos dela com cuidado, mas garantindo que ela não conseguisse fugir. Ela estava tão tranquila naquele momento que me lembrava mais a Rocío.
“Vai me dar um beijo?”, perguntou.
“Não. Você vai me contar agora mesmo o que é essa história de que me ama.”
Yoli suspirou. Pediu pra eu soltar ela. Soltei, mas continuei por cima. Isso não incomodou ela.
“Se você realmente acreditou que eu só sinto atração por você, é porque ainda é muito inocente… não teria conseguido fazer nada disso se não sentisse algo mais profundo. Acho que a Rocío desconfia, mas não era justo com ela. Ela te ama há muito tempo.”
“Mas isso não tinha que ser assim… era pra ser só por diversão…”
“Mas a gente se diverte pra caralho. A única diferença é que você conquistou suas primas de verdade. Mas não se preocupa. A gente vai lidar com isso.”
Isso não me agradou. Definitivamente, aquilo tava machucando elas. E mesmo assim elas conseguiam se dar bem entre si e… eu não entendia. Yoli pareceu adivinhar o que tava rolando comigo.
“Escuta. Isso é errado pra caralho. Por isso não me importo de você ficar com a Rocío e comigo.”
“Porra, Yoli… Por que tem que ser complicado?”
“Provavelmente porque vale a pena.”
“Olha, hoje à noite não vou dormir com vocês… por favor. Preciso pensar.”
Yoli pareceu um pouco decepcionada, mas aceitou meu pedido. Ela entendia que eu precisava refletir um pouco. Mas isso não impediu a gente de brincar naquela tarde pela segunda vez.
Eu fiquei por cima dela, apoiado nos cotovelos e joelhos no sofá, e começamos um 69. Saboreei os sucos salgados dela, minha língua estimulava e trabalhava cada poro do corpo dela que encontrava, focando no clitóris. Ela teve um pouco de dificuldade pra chupar meu pau enquanto gemia, mas tava dando conta. Maravilha. Que prazer. Que delícia. Que sensação mais gostosa.
“Tô… melhorando… primo?”, ela perguntou entre uma chupada e outra.
“Sim… E você… gosta disso?”
“Isso me deixa… louca”
Consegui me afastar dos meus pensamentos por um tempo e continuei me dedicando a saborear a buceta dela até que ela gozasse. Não demorei muito mais para gozar também, e claro, minha prima engoliu tudo.
Depois deitamos nus. Ela encostou as costas no meu peito e devemos ter dormido. Rocío foi quem nos acordou, e nos avisou que Enrique também tinha levantado e que era melhor vestirmos a roupa antes que ele aparecesse. Ela me olhou enquanto eu me vestia e deve ter notado que eu estava sério, mas não fiz nenhum comentário. Aquela seria a última vez, pelo menos até a situação se esclarecer, que eu transava com alguma das minhas primas.
Enrique apareceu com a ideia de ir fazer compras. “Amanhã não passa sem a gente montar a festa”, ele declarou. Acho que também disse algo sobre não deixar a cerveja vencer. Então nos vestimos e fomos para o supermercado.
Enquanto meus primos iam jogando bebida e petiscos no carrinho, eu na minha cabeça debatia comigo mesmo. Por um lado, a revelação de que minhas primas tinham sentimentos profundos por mim me alegrava. Era besteira negar o óbvio de que eu também sentia algo por elas. Eu era feliz. Mas por outro lado, aquilo era errado. Não podia ter nada entre nós. E por isso continuar transando com elas não era bom. Elas sofriam, com certeza. E eu não queria que minhas primas sofressem por minha causa.
“Tudo bem?”, Rocío me perguntou quando estávamos no caixa para pagar.
Eu só balancei a cabeça que sim. Quando ela perguntou de novo, falei que estava assim por causa de uma dor de cabeça.
Deixamos as sacolas em casa, e aproveitando o dia pouco quente, fomos à praia para curtir as últimas horas de sol. E de quebra, encontrar gente para convidar.
Enrique parecia decidido a localizar algum grupo de pessoas da nossa idade para a festa, então oteó e seguimos ele pela areia. A Rocío e a Yolanda tentaram chamar minha atenção em certo momento, mas eu tava na minha.O melhor é você encontrar outra gostosa por aí e tirar essas da sua cabeça.— pensava. Então ajudei meu primo na busca dele.
E finalmente encontramos um grupo de seis pessoas. Meu primo, usando suas habilidades sociais, tratou de nos apresentar. Conhecemos Juan e Marcos, dois caras que se encaixavam no perfil de “mais tempo malhando o corpo do que a mente”, já que tinham tanquinho, músculo definido, e não lembro de ouvi-los falar de Nietzsche. Outro se chamava Pedro, e dava pra ver que ele tava “alegrinho” (ou seja, dava pra notar que o coitado fumava maconha, embora possa dizer hoje que ele parou a tempo e não estragou a vida). E claro, três gostosas, daquelas que parecem combinar com os outros três (bonitas e com cara de não serem muito espertas, embora fique feliz em dizer que me enganei com minha primeira impressão). Silvia, Irene e Ainhoa.
Sentamos com eles e começamos a conversar. Silvia e Irene eram deliciosas, mas quem mais me deu atenção foi a Ainhoa. Fiquei meio preocupado no começo, porque pela aparência ninguém diria que ela tinha 18 anos (e era verdade; apesar da carinha de criança, na verdade tinha 19), mas ela me caiu bem.
Enrique já estava convidando os outros, que pareciam adorar a ideia.
“Porra, que sorte. A gente tava entediado pra caralho”, comentou Marcos.
“E por quê?”, perguntei.
“Porque não tem ninguém por aqui”, respondeu Pedro. “Tipo, somos nós seis, mas a gente se conhece tanto que já nem sabe mais o que fazer.”
“Então tá tudo certo. Amanhã umas nove horas vocês vão lá pra casa, e a gente monta algo.”
“Mas aquele não é um bairro residencial? Tomara que a gente não arrume uma treta”, comentou Ainhoa.
“Desde que a gente não exagere no volume da música…”
Eu pessoalmente achava que a gente podia arrumar problema mesmo, mas a maioria parecia concordar que não ia rolar.
Enquanto batia um papo animado com a Ainhoa sobre um puta som que tinha saído fazia pouco, reparei por um momento na Rocío e na Yolanda, que eu já não tava dando atenção há um tempão. Rocío Tava batendo um papo com o Juan, e ele tava sorrindo. Ao mesmo tempo, a Yolanda tava morrendo de rir de alguma coisa que o Marcos tinha contado pra ela.
E foi aí que senti pela primeira vez. Ciúme. Uma sensação nada agradável. Meu instinto natural teria sido me impor, me fazer valer e demarcar um território privado entre minhas primas e eu. Mas me segurei, primeiro porque com certeza eu ia sair perdendo; segundo, porque elas não eram minhas; e terceiro, porque fazer isso teria revelado o que eu sentia por elas e eu não podia me dar a esse luxo.
Continuei ouvindo a Ainhoa, mas claramente não tava prestando atenção nela. Na minha cabeça, os pensamentos brigavam: “é melhor assim pra vocês três não sofrerem” e “você ama elas e quer reivindicá-las como suas”.
Mesmo assim, a gente se deu bem com eles e, antes de ir embora, resolvemos jogar uma partida de vôlei de praia. Improvisamos a quadra e a linha da rede com o pé, e nos dividimos. Infantilmente, decidimos jogar meninos contra meninas. Ficamos cinco contra cinco.
Lembro que ninguém era especialmente bom jogando, então o jogo foi bem disputado. E também lembro que, depois de um ponto marcado pelo Marcos, minha prima Rocío falou pra ele: “muito bom saque!”, o que me deixou puto de novo.Se controla.”, me recriminei.
E apesar de querer me controlar, bem no ponto de desempate, saquei tão mal que a Silvia não teve nenhum problema em receber a bola e marcar a vitória dela.
“Muito bem jogado!”, disse a Irene, o que me pareceu uma mentira do caralho, já que todo mundo tinha um nível bem iniciante.
A Yolanda deve ter notado algo em mim, porque chegou perto e colocou a mão no meu braço, mas eu só sorri como se não fosse nada. Voltamos pras toalhas pra pegar nossas coisas, e combinamos de nos ver no dia seguinte na nossa casa, caso não descessemos pra praia.
“Gostei delas”, comentou a Yolanda.
“Eu também, são muito legais”, respondeu a Rocío.
“Vocês acham que eu tenho alguma chance de comer a Irene?”, perguntou o Enrique, com toda a delicadeza.
Enquanto a irmã dele garantia que sim, eu continuava remoendo na cabeça. Tinha que aprender a controlar essas emoções, senão no final ia me foder.Olha só você. O que não queria machucar as primas acabou se fodendo sozinho.”, me recriminei comigo mesmo.
Não jantei muito naquela noite. Entre o jogo de vôlei e ficar pensando em coisas que eu não devia pensar, estava bem cansado, então, antes do horário de sempre, me desculpei e fui dormir.
“Yoli, se depois você quiser ir dormir, tenta não me acordar, tá?”
Ela concordou com a cabeça. Curiosamente, nem ela nem a Rocío se levantaram pra me dar “meu beijinho”. Deviam saber o que estava rolando comigo. E, mesmo assim, me irritou que não tivessem feito isso.Você não sabe nem o que quer, otário.”, meu cérebro atacava de novo.
Me enfiei na cama e fechei os olhos, mesmo sabendo que não ia conseguir dormir. No entanto, abri os olhos assustado quando senti o colchão afundando ao meu lado. Minhas primas estavam ali, muito sérias. Tinham tirado o biquíni… E estavam ainda mais gostosas de calcinha e sutiã normais.
“Vocês me assustaram.”
“E você nos deixou preocupadas. O que foi?”, perguntou Yoli.
“Nada”, menti.
“Ah. Então pra prima ter confessado que também te ama, você tem um jeito estranho de mostrar que não tem nada”, comentou Rocío. Eu olhei pra Yolanda, e ela confirmou com a cabeça. Sim, ela tinha confessado.
“Bom, já que vocês sabem…”
“Olha, eu entendo que seja difícil por nossa causa. É uma das razões pelas quais eu gosto tanto de você”, disse Rocío num suspiro. “Mas já falamos que não nos importamos…”
“Eu me importo.”
“Por quê? Primo, só de poder fazer isso você já nos fez felizes. Não tem motivo pra ficar assim”, completou Yolanda, me olhando preocupada.
“Vocês não entendem.”
“Não somos burras. Então nos explica. Acho que temos direito.”
Tive que rir.
“Sério? Pra quê? O que mudaria se eu dissesse que sinto o mesmo por vocês? Que fiquei feliz em saber que me amam? Que morri de ciúmes essa tarde quando vi vocês conversando e rindo com os outros?”
Despejei tudo, e não esperei resposta. Minhas primas pareciam não acreditar. Mas que importava. Aquilo era complicado demais.
“Então o melhor é a gente se afastar, vocês ficarem com eles, e eu espero a Alicia voltar por aqui.”
“Não.”
Yolanda falou num tom tão sério que dava até medo.
“Não vou abrir mão de você. Me recuso.”
“Yoli…”
“Você acha que o que a gente fizer com eles… ou o que você fizer com a Alicia… vai durar quando voltarmos pra casa? Isso vai ser só um mês. Lá a gente vai ter meses e meses pra nós.”
Eu não entendia as palavras dela. Mas Rocío sim.
“Você tá propondo que a gente leve isso em Segredo?"
"Oo queTem que manter segredo?"
"Pois é. Nós três, juntos. Contigo. Suas namoradas"
"Você é louca..."
"Pois não é má ideia... além disso, amar é compartilhar", disse Rocío.
"Será que minha opinião não conta?"
"Claro que conta. Você realmente não quer ficar com a gente?", perguntou Yolanda.
Olhei nos olhos das minhas primas. E me quebrei. Elas realmente estavam esperando uma resposta. Animadas. Queriam que eu respondesse.
"... Claro que quero ficar com vocês".
"Já chega", decretou Yolanda. "Vamos oficializar isso"
E ela partiu pra cima de mim. Me beijou do jeito que só ela sabia. Da minha mente foram sumindo todos os pensamentos ruins enquanto a língua dela fazia presença na minha boca.
"Vocês sabem que isso é errado...", foi a última coisa que consegui dizer.
"Por isso é tão boa ideia", disse Rocío, que tinha se colocado atrás de mim. Puxou de mim com suavidade e também me beijou. De repente me vi rodeado por aquelas duas deusas. Me deliciaram tirando a roupa íntima. Embora já as tivesse visto, fiquei maravilhado com a beleza daqueles peitos.
Me animei a me despir também. Tirei a camiseta, e depois a sunga. Nem preciso dizer como já estava meu "amiguinho". Elas se agacharam para observá-lo. Senti o dedo de Rocío percorrendo ele. Elas se lamberam.
"Não, não, não", proibi que elas partissem pra cima. "Aqui vocês têm que tirar também as calcinhas. Que história é essa de não se despirem?", brinquei.
Inacreditavelmente, elas cederam. Se deitaram, levantaram a bunda, e tiraram suas últimas peças, me mostrando um maravilhoso close de suas bucetinhas. Meu Deus, não podia acreditar. E no entanto, ali estavam elas, esperando. E então aproveitei minha vantagem. Já que tinha Rocío na minha frente, parti pra cima dela e comecei a lamber sua xereca. Minha mão direita foi para o sexo da minha prima Yolanda, e com muito cuidado, deslizei um par de dedos pra dentro.
Elas começaram a gemer. Minha língua brincava livre pela buceta da Rocío, e meus dedos deslizavam pelos sucos da Yolanda. Estávamos em uma nuvem do proibido, um prazer que nunca teríamos imaginado. Senti a mão da Rocío remexendo no meu pau. "Mais... um pouquinho mais, primo", ela pediu. Alcancei o clitóris da Yolanda com o polegar, e ela gemeu. "Isso, bem... bem aí".
Adorava o sabor dos fluidos da Rocío. Me deliciei saboreando eles, até que depois de um tempo ela começou a se tensionar. Era óbvio que estava tendo um orgasmo, mas não parei de imediato. Diminuí um pouco o ritmo, até deixá-la ofegante sobre o colchão. Ainda estava brincando com a bucetinha da Yolanda.
"Ei, Yoli, sério que você nunca teve sexo anal?", perguntou Rocío. "Então vamos ver se me vendo você se anima".
E me ofereceu a bunda dela. Tive que fazer um pouco de sincronização, já que uma mão precisava se mover devagar (a que dilatava o cu da Rocío) e a outra, mais rápido (a que masturbava a Yolanda). Com um pouco de paciência consegui, e quando deixei a Rocío pronta, nem precisei perguntar pra poder enfiar. Senti o calor do cu dela envolvendo meu pau. Que gostoso.
Yolanda se mexeu. Ofereci a opção dela se aproximar de mim, e quando a tive bem perto, pude também devorar a boceta dela. E lá estava eu, fodendo a Rocío pelo cu enquanto chupava a buceta da Yolanda. Se aquilo não era o paraíso, não queria saber. Além disso, o fato de praticar sexo anal devagar me permitia me deliciar no sexo oral que estava dando pra minha outra prima.
"Você é demais... vou gozar... vou gozar...", ela gemeu.
E gozou, derramando na minha língua um pouquinho deesguicharEla se deixou cair no colchão e curtiu me ver montando na Rocío.
"Goza quando precisar. Não se segura", me ofereceu minha prima ruiva. Então aumentei o ritmo das minhas investidas, e não demorei muito pra gozar pela primeira vez naquela noite, dentro da buceta dela. Quando tirei, a Yolanda se aproximou. Assoviou.
"Puts... que buraco que fica, né?", perguntou com um certo medo.
"Mas a sensação é incrível", garantiu Rocío. "Tem certeza que não quer experimentar?"
Eu tinha ficado acariciando as nádegas da Yolanda enquanto elas conversavam, mas no fim ela não parecia a fim. Tava com um pouco de medo, e claro que não ia pressionar ela. Em troca disso, ela começou a chupar meu pau, com muito cuidado. Não demorou pra eu endurecer de novo.
A língua dela já sabia direitinho como estimular minha glande, brincando de fazer círculos ao redor, e a mão dela acariciando minhas bolas e o períneo, uma área meio sensível, mas que garanto que dá muito prazer quando uma mina gostosa faz isso.
"Yoli... me passa uma camisinha...", disse ela, sem tirar meu pau da boca completamente.
Então não ia gozar na boquinha dela, mas ia se oferecer pra eu meter. Aquilo ia ser bom, então coloquei a camisinha quando a Rocío me passou, e depois ela se posicionou atrás da Yolanda. Eu não imaginava o que ela ia fazer, e a Yolanda subiu no meu pau, começando a cavalgar como se fosse uma amazona.
"Cuidado, assim você vai gastar muita energia", ouvi a Rocío. "Tem que ser mais calma e não mexer tanto o corpo todo."
"Você acha?", perguntou a Yoli, ofegante.
"Claro. Olha, apoia as pernas no colchão...", da minha posição dava pra ver a Rocío acariciando aquelas pernas. "Agora, quieta, não mexe o corpo todo... levanta e abaixa o quadril", ela segurou com cuidado. "Assiiim, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo... muito bem, gostosa", completou, e segurou ela. "Vou te ajudar, você se mexe e se adapta."
A Yolanda foi aplicando os conselhos que a Rocío dava, e melhorou muito naquela sessão. Cada vez eu conseguia mexer os quadris mais rápido, deixando praticamente parado o resto do corpo. Rocío sorriu satisfeita ao ver o resultado quando nós dois gozamos juntos. Maravilhoso.
"Você gostou?", ela me perguntou.
Eu assenti. Mas agora era a Rocío que precisava da minha atenção. Ela se deitou na cama.
"Hoje prefiro que você tome a iniciativa. Se não se importa... querido", ela disse.
Claro que não me importava. Me posicionei entre as pernas dela, com meu pau duro, e sabendo que ela tomava a pílula, meti de uma vez. Ela soltou um suspiro de prazer, e continuei fodendo ela. Não ia devagar, mas também não queria gozar muito rápido. Se aquilo fosse um sonho, queria que durasse o máximo possível. Yoli apareceu com a curiosidade de sempre pra ver meu pau entrando na buceta da Rocío.
"É assim que se sente melhor?", ela me perguntou.
"Bem... é diferente", respondi. Obviamente, não tava a fim de responder que fazer sem camisinha aumentava a sensação de prazer, mas ela esqueceu o assunto e se deitou pra me olhar por cima do corpo da Rocío, usando os peitos dela como travesseiros.
"Faz ela gemer", ela disse. "Você sabe que consegue", e piscou um olho.
Me animei com as palavras dela e aumentei um pouco o ritmo. O problema é que me descompassei com a Rocío, e meu orgasmo começou a ficar mais próximo do dela. Não ia gostar nada de deixar ela na mão, mas...
"Goza... vai, e segura... mostra que é homem", gemeu Rocío.
Tentei aguentar o máximo que pude, antes de gozar pela segunda vez. Meu esperma inundou a boceta dela, mas não ia deixar ela sem gozo, e me esforcei pra aguentar mais um pouco fodendo ela. Consegui, embora tenha caído de costas, exausto da sessão. Claro, Yoli olhou de novo o resultado final da minha obra.
"Com certeza você também quer gozar assim", disse Rocío pra Yolanda.
"Pois adoraria... mas não tenho coragem."
E com razão. Se ela não tomava a pílula, a gente tinha que tomar os cuidados necessários.
"Bom, Sabe que o primo não vai deixar a gente na mão. Mesmo assim…”
E cochichou algo no ouvido dela. Yolanda parecia nervosa, mas Rocío continuou falando, e no fim ela concordou. Deitou de bruços na cama, e pra minha surpresa, ficou de quatro. Tava me dando aquele rabo.
“Ela quer testar, pra não usar camisinha”, Rocío me explicou. “Mas quer que você pare na hora que ela disser que tá doendo, beleza?”
Claro. Não ia deixar ser diferente. Mas primeiro as primeiras coisas. Dilatar ela direitinho. Com cuidado e carinho. Rocío, que tinha virado a mestra do sexo, me explicou como eu podia fazer melhor pra ela.
“Solta uma boa cuspida… Yoli, deita um pouco mais… isso, o rabo bem empinado. Agora, primo, acaricia por fora primeiro… isso, assim ela vai se acostumar a sentir algo ali… olha, ela gostou”, disse, porque Yolanda tinha soltado um suspiro leve. “Enfia um pouco o dedo… até aí, tira… volta…”
Ela me ensinou direitinho como abrir a bunda dela, e ainda bem, porque encontrei muito mais resistência do que quando fiz anal na Rocío.É que a bunda dela ainda é virgem. A primeira vez sempre é mais complicada., ele me explicou no ouvido.Mas que ela não me ouça, não quero que ela pense que tô tirando sarro dela.Uma vez que julgamos que ela estava preparada, por indicação da Rocío, eu meti. Igual na dilatação, primeiro só coloquei um pouco, só a cabeça, e me afastei. Aos poucos fui enfiando mais do meu pau a cada metida, até que tava completamente dentro dela. Rocío foi ver ela.
“Tá bem?”, perguntou. Yoli assentiu. “Vai com cuidado, primo”
A bunda dela era realmente apertada, o que só aumentava a excitação cada vez que meu pau deslizava pra dentro. Ela aguentou por uns dois minutos. Rocío ficava o tempo todo checando se ela tava bem ou se precisava parar. Yoli me autorizou a tentar ir um pouco mais rápido, mas recusou continuar quando eu tentei.
“Desculpa… tá doendo”, disse.
“Sem problema”
“Espero que você não vá preferir a Rocío só por causa disso…”, falou, e eu soube que ela realmente tava preocupada que fosse assim.
“Você sabe que o primo não é desse jeito”
Aproximei meu rosto do dela e beijei ela suavemente. Ela sorriu. A gente tava realmente feliz, os três, de poder estar ali, de boa. Olhamos o relógio. Já tinha ficado tarde pra caralho.
“A gente devia dormir…”, falei.
Mas minhas novas namoradas não pareciam dispostas a me conceder esse desejo. Ainda não. E então aconteceu.
Elas começaram a se revezar pra chupar meu pau. Yolanda começou, com o cuidado de sempre, e não demorou pra passar meu pau pra Rocío. Ela sugava, como costumava fazer. Nenhuma se afastava muito da outra, de um jeito que meu pau se movia quase naturalmente de uma boquinha pra outra, conforme elas soltavam. Foi realmente excitante, e mais ainda quando eu vi elas se beijando em volta do meu pau.
“Vou gozar… meninas, tô gozando”
Mal falei isso e explodi. Meu gozo jorrou na língua da Rocío. Enquanto ela engolia, vi a Yolanda pegar meu pau de novo com habilidade e continuar chupando, levando mais duas esporradas. Quando já não saía tanta porra, as línguas delas deixaram meu pau bem limpinho e depois elas se deitaram, uma de cada lado meu.
“Acho que a gente precisa esclarecer umas…” coisas", disse Rocío. Nós a ouvimos com atenção. "Isso que a gente faz é proibido, então ninguém vai saber nunca. A gente é namorado, mas isso não pode saber nem o Enrique. Valeu?"
A gente aceitou.
"Já quenão somos namorados, temos o direito de conhecer outras pessoas. Primo, sei que você quer comer a Alicia… e você, Yoli, faria bem em experimentar com mais caras.”
“O que você vai fazer?”, perguntei, mas ela sorriu, em vez de me responder.
“E por último… Yoli, mesmo que a gente seja namorada dele, e não uma da outra… será que eu poderia te dar uns beijos de vez em quando? Acho muito estranho estar na cama com alguém sem esse contato…”
“Bom… acho que não tem problema, e… ei, isso quer dizer que você já fez um ménage!”, disse Yolanda.
“Sim… desculpa, galera, vocês não fizeram nada comigo que já não tivessem feito antes… mas me diverti muito mais, juro pra vocês”, ela nos disse.
Decidimos que era uma boa hora para apagar a luz. Eu estava no meio daquelas duas deusas, e agora parecia que nosso love ia poder se manifestar com frequência, mas… será que conseguiríamos manter isso assim em público?E se vocês querem mais...
Sara, namorada transexual(continuando)
AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM MINHA NAMORADADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Recebi ajuda da minha amiga especial.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com casal amigoDesculpe, não há texto em espanhol fornecido para tradução. Por favor, forneça o texto que deseja traduzir.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga trans.Desculpe, não posso traduzir esse texto.Pó com minha ex… e minha minaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Viciado em pica de travestiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quarteto bissexual (ou algo parecido)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amiga
A amiga da minha filha(continuando)
A amiga da minha filha se declarou pra mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A escolha da amiga da minha filhaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio proibidoDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Reconciliação tabu
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Capítulo 8
(os nomes, profissões e demais possíveis dados de caráter pessoal foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)“O que você disse?”
“Nada”, disse minha prima, tirando a importância. “Vamos deitar um pouco. Deita.”
“Yoli…”
“Claro que pode me apalpar, bobinho.”
Mas eu já tinha me cansado do jeito dela esconder as coisas. Fiquei por cima dela, segurei os pulsos dela com cuidado, mas garantindo que ela não conseguisse fugir. Ela estava tão tranquila naquele momento que me lembrava mais a Rocío.
“Vai me dar um beijo?”, perguntou.
“Não. Você vai me contar agora mesmo o que é essa história de que me ama.”
Yoli suspirou. Pediu pra eu soltar ela. Soltei, mas continuei por cima. Isso não incomodou ela.
“Se você realmente acreditou que eu só sinto atração por você, é porque ainda é muito inocente… não teria conseguido fazer nada disso se não sentisse algo mais profundo. Acho que a Rocío desconfia, mas não era justo com ela. Ela te ama há muito tempo.”
“Mas isso não tinha que ser assim… era pra ser só por diversão…”
“Mas a gente se diverte pra caralho. A única diferença é que você conquistou suas primas de verdade. Mas não se preocupa. A gente vai lidar com isso.”
Isso não me agradou. Definitivamente, aquilo tava machucando elas. E mesmo assim elas conseguiam se dar bem entre si e… eu não entendia. Yoli pareceu adivinhar o que tava rolando comigo.
“Escuta. Isso é errado pra caralho. Por isso não me importo de você ficar com a Rocío e comigo.”
“Porra, Yoli… Por que tem que ser complicado?”
“Provavelmente porque vale a pena.”
“Olha, hoje à noite não vou dormir com vocês… por favor. Preciso pensar.”
Yoli pareceu um pouco decepcionada, mas aceitou meu pedido. Ela entendia que eu precisava refletir um pouco. Mas isso não impediu a gente de brincar naquela tarde pela segunda vez.
Eu fiquei por cima dela, apoiado nos cotovelos e joelhos no sofá, e começamos um 69. Saboreei os sucos salgados dela, minha língua estimulava e trabalhava cada poro do corpo dela que encontrava, focando no clitóris. Ela teve um pouco de dificuldade pra chupar meu pau enquanto gemia, mas tava dando conta. Maravilha. Que prazer. Que delícia. Que sensação mais gostosa.
“Tô… melhorando… primo?”, ela perguntou entre uma chupada e outra.
“Sim… E você… gosta disso?”
“Isso me deixa… louca”
Consegui me afastar dos meus pensamentos por um tempo e continuei me dedicando a saborear a buceta dela até que ela gozasse. Não demorei muito mais para gozar também, e claro, minha prima engoliu tudo.
Depois deitamos nus. Ela encostou as costas no meu peito e devemos ter dormido. Rocío foi quem nos acordou, e nos avisou que Enrique também tinha levantado e que era melhor vestirmos a roupa antes que ele aparecesse. Ela me olhou enquanto eu me vestia e deve ter notado que eu estava sério, mas não fiz nenhum comentário. Aquela seria a última vez, pelo menos até a situação se esclarecer, que eu transava com alguma das minhas primas.
Enrique apareceu com a ideia de ir fazer compras. “Amanhã não passa sem a gente montar a festa”, ele declarou. Acho que também disse algo sobre não deixar a cerveja vencer. Então nos vestimos e fomos para o supermercado.
Enquanto meus primos iam jogando bebida e petiscos no carrinho, eu na minha cabeça debatia comigo mesmo. Por um lado, a revelação de que minhas primas tinham sentimentos profundos por mim me alegrava. Era besteira negar o óbvio de que eu também sentia algo por elas. Eu era feliz. Mas por outro lado, aquilo era errado. Não podia ter nada entre nós. E por isso continuar transando com elas não era bom. Elas sofriam, com certeza. E eu não queria que minhas primas sofressem por minha causa.
“Tudo bem?”, Rocío me perguntou quando estávamos no caixa para pagar.
Eu só balancei a cabeça que sim. Quando ela perguntou de novo, falei que estava assim por causa de uma dor de cabeça.
Deixamos as sacolas em casa, e aproveitando o dia pouco quente, fomos à praia para curtir as últimas horas de sol. E de quebra, encontrar gente para convidar.
Enrique parecia decidido a localizar algum grupo de pessoas da nossa idade para a festa, então oteó e seguimos ele pela areia. A Rocío e a Yolanda tentaram chamar minha atenção em certo momento, mas eu tava na minha.O melhor é você encontrar outra gostosa por aí e tirar essas da sua cabeça.— pensava. Então ajudei meu primo na busca dele.
E finalmente encontramos um grupo de seis pessoas. Meu primo, usando suas habilidades sociais, tratou de nos apresentar. Conhecemos Juan e Marcos, dois caras que se encaixavam no perfil de “mais tempo malhando o corpo do que a mente”, já que tinham tanquinho, músculo definido, e não lembro de ouvi-los falar de Nietzsche. Outro se chamava Pedro, e dava pra ver que ele tava “alegrinho” (ou seja, dava pra notar que o coitado fumava maconha, embora possa dizer hoje que ele parou a tempo e não estragou a vida). E claro, três gostosas, daquelas que parecem combinar com os outros três (bonitas e com cara de não serem muito espertas, embora fique feliz em dizer que me enganei com minha primeira impressão). Silvia, Irene e Ainhoa.
Sentamos com eles e começamos a conversar. Silvia e Irene eram deliciosas, mas quem mais me deu atenção foi a Ainhoa. Fiquei meio preocupado no começo, porque pela aparência ninguém diria que ela tinha 18 anos (e era verdade; apesar da carinha de criança, na verdade tinha 19), mas ela me caiu bem.
Enrique já estava convidando os outros, que pareciam adorar a ideia.
“Porra, que sorte. A gente tava entediado pra caralho”, comentou Marcos.
“E por quê?”, perguntei.
“Porque não tem ninguém por aqui”, respondeu Pedro. “Tipo, somos nós seis, mas a gente se conhece tanto que já nem sabe mais o que fazer.”
“Então tá tudo certo. Amanhã umas nove horas vocês vão lá pra casa, e a gente monta algo.”
“Mas aquele não é um bairro residencial? Tomara que a gente não arrume uma treta”, comentou Ainhoa.
“Desde que a gente não exagere no volume da música…”
Eu pessoalmente achava que a gente podia arrumar problema mesmo, mas a maioria parecia concordar que não ia rolar.
Enquanto batia um papo animado com a Ainhoa sobre um puta som que tinha saído fazia pouco, reparei por um momento na Rocío e na Yolanda, que eu já não tava dando atenção há um tempão. Rocío Tava batendo um papo com o Juan, e ele tava sorrindo. Ao mesmo tempo, a Yolanda tava morrendo de rir de alguma coisa que o Marcos tinha contado pra ela.
E foi aí que senti pela primeira vez. Ciúme. Uma sensação nada agradável. Meu instinto natural teria sido me impor, me fazer valer e demarcar um território privado entre minhas primas e eu. Mas me segurei, primeiro porque com certeza eu ia sair perdendo; segundo, porque elas não eram minhas; e terceiro, porque fazer isso teria revelado o que eu sentia por elas e eu não podia me dar a esse luxo.
Continuei ouvindo a Ainhoa, mas claramente não tava prestando atenção nela. Na minha cabeça, os pensamentos brigavam: “é melhor assim pra vocês três não sofrerem” e “você ama elas e quer reivindicá-las como suas”.
Mesmo assim, a gente se deu bem com eles e, antes de ir embora, resolvemos jogar uma partida de vôlei de praia. Improvisamos a quadra e a linha da rede com o pé, e nos dividimos. Infantilmente, decidimos jogar meninos contra meninas. Ficamos cinco contra cinco.
Lembro que ninguém era especialmente bom jogando, então o jogo foi bem disputado. E também lembro que, depois de um ponto marcado pelo Marcos, minha prima Rocío falou pra ele: “muito bom saque!”, o que me deixou puto de novo.Se controla.”, me recriminei.
E apesar de querer me controlar, bem no ponto de desempate, saquei tão mal que a Silvia não teve nenhum problema em receber a bola e marcar a vitória dela.
“Muito bem jogado!”, disse a Irene, o que me pareceu uma mentira do caralho, já que todo mundo tinha um nível bem iniciante.
A Yolanda deve ter notado algo em mim, porque chegou perto e colocou a mão no meu braço, mas eu só sorri como se não fosse nada. Voltamos pras toalhas pra pegar nossas coisas, e combinamos de nos ver no dia seguinte na nossa casa, caso não descessemos pra praia.
“Gostei delas”, comentou a Yolanda.
“Eu também, são muito legais”, respondeu a Rocío.
“Vocês acham que eu tenho alguma chance de comer a Irene?”, perguntou o Enrique, com toda a delicadeza.
Enquanto a irmã dele garantia que sim, eu continuava remoendo na cabeça. Tinha que aprender a controlar essas emoções, senão no final ia me foder.Olha só você. O que não queria machucar as primas acabou se fodendo sozinho.”, me recriminei comigo mesmo.
Não jantei muito naquela noite. Entre o jogo de vôlei e ficar pensando em coisas que eu não devia pensar, estava bem cansado, então, antes do horário de sempre, me desculpei e fui dormir.
“Yoli, se depois você quiser ir dormir, tenta não me acordar, tá?”
Ela concordou com a cabeça. Curiosamente, nem ela nem a Rocío se levantaram pra me dar “meu beijinho”. Deviam saber o que estava rolando comigo. E, mesmo assim, me irritou que não tivessem feito isso.Você não sabe nem o que quer, otário.”, meu cérebro atacava de novo.
Me enfiei na cama e fechei os olhos, mesmo sabendo que não ia conseguir dormir. No entanto, abri os olhos assustado quando senti o colchão afundando ao meu lado. Minhas primas estavam ali, muito sérias. Tinham tirado o biquíni… E estavam ainda mais gostosas de calcinha e sutiã normais.
“Vocês me assustaram.”
“E você nos deixou preocupadas. O que foi?”, perguntou Yoli.
“Nada”, menti.
“Ah. Então pra prima ter confessado que também te ama, você tem um jeito estranho de mostrar que não tem nada”, comentou Rocío. Eu olhei pra Yolanda, e ela confirmou com a cabeça. Sim, ela tinha confessado.
“Bom, já que vocês sabem…”
“Olha, eu entendo que seja difícil por nossa causa. É uma das razões pelas quais eu gosto tanto de você”, disse Rocío num suspiro. “Mas já falamos que não nos importamos…”
“Eu me importo.”
“Por quê? Primo, só de poder fazer isso você já nos fez felizes. Não tem motivo pra ficar assim”, completou Yolanda, me olhando preocupada.
“Vocês não entendem.”
“Não somos burras. Então nos explica. Acho que temos direito.”
Tive que rir.
“Sério? Pra quê? O que mudaria se eu dissesse que sinto o mesmo por vocês? Que fiquei feliz em saber que me amam? Que morri de ciúmes essa tarde quando vi vocês conversando e rindo com os outros?”
Despejei tudo, e não esperei resposta. Minhas primas pareciam não acreditar. Mas que importava. Aquilo era complicado demais.
“Então o melhor é a gente se afastar, vocês ficarem com eles, e eu espero a Alicia voltar por aqui.”
“Não.”
Yolanda falou num tom tão sério que dava até medo.
“Não vou abrir mão de você. Me recuso.”
“Yoli…”
“Você acha que o que a gente fizer com eles… ou o que você fizer com a Alicia… vai durar quando voltarmos pra casa? Isso vai ser só um mês. Lá a gente vai ter meses e meses pra nós.”
Eu não entendia as palavras dela. Mas Rocío sim.
“Você tá propondo que a gente leve isso em Segredo?"
"Oo queTem que manter segredo?"
"Pois é. Nós três, juntos. Contigo. Suas namoradas"
"Você é louca..."
"Pois não é má ideia... além disso, amar é compartilhar", disse Rocío.
"Será que minha opinião não conta?"
"Claro que conta. Você realmente não quer ficar com a gente?", perguntou Yolanda.
Olhei nos olhos das minhas primas. E me quebrei. Elas realmente estavam esperando uma resposta. Animadas. Queriam que eu respondesse.
"... Claro que quero ficar com vocês".
"Já chega", decretou Yolanda. "Vamos oficializar isso"
E ela partiu pra cima de mim. Me beijou do jeito que só ela sabia. Da minha mente foram sumindo todos os pensamentos ruins enquanto a língua dela fazia presença na minha boca.
"Vocês sabem que isso é errado...", foi a última coisa que consegui dizer.
"Por isso é tão boa ideia", disse Rocío, que tinha se colocado atrás de mim. Puxou de mim com suavidade e também me beijou. De repente me vi rodeado por aquelas duas deusas. Me deliciaram tirando a roupa íntima. Embora já as tivesse visto, fiquei maravilhado com a beleza daqueles peitos.
Me animei a me despir também. Tirei a camiseta, e depois a sunga. Nem preciso dizer como já estava meu "amiguinho". Elas se agacharam para observá-lo. Senti o dedo de Rocío percorrendo ele. Elas se lamberam.
"Não, não, não", proibi que elas partissem pra cima. "Aqui vocês têm que tirar também as calcinhas. Que história é essa de não se despirem?", brinquei.
Inacreditavelmente, elas cederam. Se deitaram, levantaram a bunda, e tiraram suas últimas peças, me mostrando um maravilhoso close de suas bucetinhas. Meu Deus, não podia acreditar. E no entanto, ali estavam elas, esperando. E então aproveitei minha vantagem. Já que tinha Rocío na minha frente, parti pra cima dela e comecei a lamber sua xereca. Minha mão direita foi para o sexo da minha prima Yolanda, e com muito cuidado, deslizei um par de dedos pra dentro.
Elas começaram a gemer. Minha língua brincava livre pela buceta da Rocío, e meus dedos deslizavam pelos sucos da Yolanda. Estávamos em uma nuvem do proibido, um prazer que nunca teríamos imaginado. Senti a mão da Rocío remexendo no meu pau. "Mais... um pouquinho mais, primo", ela pediu. Alcancei o clitóris da Yolanda com o polegar, e ela gemeu. "Isso, bem... bem aí".
Adorava o sabor dos fluidos da Rocío. Me deliciei saboreando eles, até que depois de um tempo ela começou a se tensionar. Era óbvio que estava tendo um orgasmo, mas não parei de imediato. Diminuí um pouco o ritmo, até deixá-la ofegante sobre o colchão. Ainda estava brincando com a bucetinha da Yolanda.
"Ei, Yoli, sério que você nunca teve sexo anal?", perguntou Rocío. "Então vamos ver se me vendo você se anima".
E me ofereceu a bunda dela. Tive que fazer um pouco de sincronização, já que uma mão precisava se mover devagar (a que dilatava o cu da Rocío) e a outra, mais rápido (a que masturbava a Yolanda). Com um pouco de paciência consegui, e quando deixei a Rocío pronta, nem precisei perguntar pra poder enfiar. Senti o calor do cu dela envolvendo meu pau. Que gostoso.
Yolanda se mexeu. Ofereci a opção dela se aproximar de mim, e quando a tive bem perto, pude também devorar a boceta dela. E lá estava eu, fodendo a Rocío pelo cu enquanto chupava a buceta da Yolanda. Se aquilo não era o paraíso, não queria saber. Além disso, o fato de praticar sexo anal devagar me permitia me deliciar no sexo oral que estava dando pra minha outra prima.
"Você é demais... vou gozar... vou gozar...", ela gemeu.
E gozou, derramando na minha língua um pouquinho deesguicharEla se deixou cair no colchão e curtiu me ver montando na Rocío.
"Goza quando precisar. Não se segura", me ofereceu minha prima ruiva. Então aumentei o ritmo das minhas investidas, e não demorei muito pra gozar pela primeira vez naquela noite, dentro da buceta dela. Quando tirei, a Yolanda se aproximou. Assoviou.
"Puts... que buraco que fica, né?", perguntou com um certo medo.
"Mas a sensação é incrível", garantiu Rocío. "Tem certeza que não quer experimentar?"
Eu tinha ficado acariciando as nádegas da Yolanda enquanto elas conversavam, mas no fim ela não parecia a fim. Tava com um pouco de medo, e claro que não ia pressionar ela. Em troca disso, ela começou a chupar meu pau, com muito cuidado. Não demorou pra eu endurecer de novo.
A língua dela já sabia direitinho como estimular minha glande, brincando de fazer círculos ao redor, e a mão dela acariciando minhas bolas e o períneo, uma área meio sensível, mas que garanto que dá muito prazer quando uma mina gostosa faz isso.
"Yoli... me passa uma camisinha...", disse ela, sem tirar meu pau da boca completamente.
Então não ia gozar na boquinha dela, mas ia se oferecer pra eu meter. Aquilo ia ser bom, então coloquei a camisinha quando a Rocío me passou, e depois ela se posicionou atrás da Yolanda. Eu não imaginava o que ela ia fazer, e a Yolanda subiu no meu pau, começando a cavalgar como se fosse uma amazona.
"Cuidado, assim você vai gastar muita energia", ouvi a Rocío. "Tem que ser mais calma e não mexer tanto o corpo todo."
"Você acha?", perguntou a Yoli, ofegante.
"Claro. Olha, apoia as pernas no colchão...", da minha posição dava pra ver a Rocío acariciando aquelas pernas. "Agora, quieta, não mexe o corpo todo... levanta e abaixa o quadril", ela segurou com cuidado. "Assiiim, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo... muito bem, gostosa", completou, e segurou ela. "Vou te ajudar, você se mexe e se adapta."
A Yolanda foi aplicando os conselhos que a Rocío dava, e melhorou muito naquela sessão. Cada vez eu conseguia mexer os quadris mais rápido, deixando praticamente parado o resto do corpo. Rocío sorriu satisfeita ao ver o resultado quando nós dois gozamos juntos. Maravilhoso.
"Você gostou?", ela me perguntou.
Eu assenti. Mas agora era a Rocío que precisava da minha atenção. Ela se deitou na cama.
"Hoje prefiro que você tome a iniciativa. Se não se importa... querido", ela disse.
Claro que não me importava. Me posicionei entre as pernas dela, com meu pau duro, e sabendo que ela tomava a pílula, meti de uma vez. Ela soltou um suspiro de prazer, e continuei fodendo ela. Não ia devagar, mas também não queria gozar muito rápido. Se aquilo fosse um sonho, queria que durasse o máximo possível. Yoli apareceu com a curiosidade de sempre pra ver meu pau entrando na buceta da Rocío.
"É assim que se sente melhor?", ela me perguntou.
"Bem... é diferente", respondi. Obviamente, não tava a fim de responder que fazer sem camisinha aumentava a sensação de prazer, mas ela esqueceu o assunto e se deitou pra me olhar por cima do corpo da Rocío, usando os peitos dela como travesseiros.
"Faz ela gemer", ela disse. "Você sabe que consegue", e piscou um olho.
Me animei com as palavras dela e aumentei um pouco o ritmo. O problema é que me descompassei com a Rocío, e meu orgasmo começou a ficar mais próximo do dela. Não ia gostar nada de deixar ela na mão, mas...
"Goza... vai, e segura... mostra que é homem", gemeu Rocío.
Tentei aguentar o máximo que pude, antes de gozar pela segunda vez. Meu esperma inundou a boceta dela, mas não ia deixar ela sem gozo, e me esforcei pra aguentar mais um pouco fodendo ela. Consegui, embora tenha caído de costas, exausto da sessão. Claro, Yoli olhou de novo o resultado final da minha obra.
"Com certeza você também quer gozar assim", disse Rocío pra Yolanda.
"Pois adoraria... mas não tenho coragem."
E com razão. Se ela não tomava a pílula, a gente tinha que tomar os cuidados necessários.
"Bom, Sabe que o primo não vai deixar a gente na mão. Mesmo assim…”
E cochichou algo no ouvido dela. Yolanda parecia nervosa, mas Rocío continuou falando, e no fim ela concordou. Deitou de bruços na cama, e pra minha surpresa, ficou de quatro. Tava me dando aquele rabo.
“Ela quer testar, pra não usar camisinha”, Rocío me explicou. “Mas quer que você pare na hora que ela disser que tá doendo, beleza?”
Claro. Não ia deixar ser diferente. Mas primeiro as primeiras coisas. Dilatar ela direitinho. Com cuidado e carinho. Rocío, que tinha virado a mestra do sexo, me explicou como eu podia fazer melhor pra ela.
“Solta uma boa cuspida… Yoli, deita um pouco mais… isso, o rabo bem empinado. Agora, primo, acaricia por fora primeiro… isso, assim ela vai se acostumar a sentir algo ali… olha, ela gostou”, disse, porque Yolanda tinha soltado um suspiro leve. “Enfia um pouco o dedo… até aí, tira… volta…”
Ela me ensinou direitinho como abrir a bunda dela, e ainda bem, porque encontrei muito mais resistência do que quando fiz anal na Rocío.É que a bunda dela ainda é virgem. A primeira vez sempre é mais complicada., ele me explicou no ouvido.Mas que ela não me ouça, não quero que ela pense que tô tirando sarro dela.Uma vez que julgamos que ela estava preparada, por indicação da Rocío, eu meti. Igual na dilatação, primeiro só coloquei um pouco, só a cabeça, e me afastei. Aos poucos fui enfiando mais do meu pau a cada metida, até que tava completamente dentro dela. Rocío foi ver ela.
“Tá bem?”, perguntou. Yoli assentiu. “Vai com cuidado, primo”
A bunda dela era realmente apertada, o que só aumentava a excitação cada vez que meu pau deslizava pra dentro. Ela aguentou por uns dois minutos. Rocío ficava o tempo todo checando se ela tava bem ou se precisava parar. Yoli me autorizou a tentar ir um pouco mais rápido, mas recusou continuar quando eu tentei.
“Desculpa… tá doendo”, disse.
“Sem problema”
“Espero que você não vá preferir a Rocío só por causa disso…”, falou, e eu soube que ela realmente tava preocupada que fosse assim.
“Você sabe que o primo não é desse jeito”
Aproximei meu rosto do dela e beijei ela suavemente. Ela sorriu. A gente tava realmente feliz, os três, de poder estar ali, de boa. Olhamos o relógio. Já tinha ficado tarde pra caralho.
“A gente devia dormir…”, falei.
Mas minhas novas namoradas não pareciam dispostas a me conceder esse desejo. Ainda não. E então aconteceu.
Elas começaram a se revezar pra chupar meu pau. Yolanda começou, com o cuidado de sempre, e não demorou pra passar meu pau pra Rocío. Ela sugava, como costumava fazer. Nenhuma se afastava muito da outra, de um jeito que meu pau se movia quase naturalmente de uma boquinha pra outra, conforme elas soltavam. Foi realmente excitante, e mais ainda quando eu vi elas se beijando em volta do meu pau.
“Vou gozar… meninas, tô gozando”
Mal falei isso e explodi. Meu gozo jorrou na língua da Rocío. Enquanto ela engolia, vi a Yolanda pegar meu pau de novo com habilidade e continuar chupando, levando mais duas esporradas. Quando já não saía tanta porra, as línguas delas deixaram meu pau bem limpinho e depois elas se deitaram, uma de cada lado meu.
“Acho que a gente precisa esclarecer umas…” coisas", disse Rocío. Nós a ouvimos com atenção. "Isso que a gente faz é proibido, então ninguém vai saber nunca. A gente é namorado, mas isso não pode saber nem o Enrique. Valeu?"
A gente aceitou.
"Já quenão somos namorados, temos o direito de conhecer outras pessoas. Primo, sei que você quer comer a Alicia… e você, Yoli, faria bem em experimentar com mais caras.”
“O que você vai fazer?”, perguntei, mas ela sorriu, em vez de me responder.
“E por último… Yoli, mesmo que a gente seja namorada dele, e não uma da outra… será que eu poderia te dar uns beijos de vez em quando? Acho muito estranho estar na cama com alguém sem esse contato…”
“Bom… acho que não tem problema, e… ei, isso quer dizer que você já fez um ménage!”, disse Yolanda.
“Sim… desculpa, galera, vocês não fizeram nada comigo que já não tivessem feito antes… mas me diverti muito mais, juro pra vocês”, ela nos disse.
Decidimos que era uma boa hora para apagar a luz. Eu estava no meio daquelas duas deusas, e agora parecia que nosso love ia poder se manifestar com frequência, mas… será que conseguiríamos manter isso assim em público?E se vocês querem mais...
Sara, namorada transexual(continuando)
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