A dominada!

Depois de tanto transar e ensinar posições e tudo mais, a gente se encontrou numa confeitaria e pensou em brincar de dominantes. Dito isso, a gente riu, e ela aceitou as condições com a cabeça, adorando a ideia. Eu só queria que ela fizesse perguntas quando tivesse dúvidas, e o resto a gente ia vendo. Ela respondeu que tudo bem, que amava a ideia de fazer tudo que eu quisesse, que seria minha escrava se eu pedisse. Falei que ia testar ela e ver se correspondia às minhas expectativas, e ela concordou, submisso, implorando pra eu fazer isso. A gente terminou o café e eu disse que ia levá-la pro apê, e na hora a gente foi pra lá. No elevador, mandei ela me beijar, comecei a passar a mão na bunda dela, nos peitos, e enfiei a mão dentro da calcinha fio dental dela pra tocar a pussy, que já tava toda molhada. Abri a porta e fui direto pro meu quarto, mandei ela entrar e ordenei, de forma fria, que ficasse de um lado da cama e tirasse a roupa enquanto eu também tirava a minha. Me despi devagar pra ela ver meu corpo, mas sem olhar pra ela, como se estivesse desprezando. Ela também tirou, mas timidamente, tanto que ficou só de calcinha fio dental e sutiã, ambos pretos. Cheguei perto dela com a cock já bem dura, e falei que os dois já sabiam pra que a gente tinha ido. Disse que queria que ela fosse minha escrava e só pensasse em me dar prazer, então mandei ela sentar na cama e chupar minha cock. Vero falou que tudo bem, ordenei que tirasse a calcinha fio dental, ela tirou, e depois o sutiã, e ela, bem obediente, fez tudo.
Vero começou a me dar beijinhos na cabeça da pica, ficou assim por um tempo, até que eu perdi a paciência e mandei ela colocar na boca e chupar pra me dar prazer, na hora ela enfiou na boca e começou a meter e tirar em alta velocidade, pouco depois me perguntou se eu tava gostando de como ela chupava, eu respondi que ela tava fazendo muito rápido, que eu não queria que ela me punhetasse com a boca, que só queria que ela me comesse, que chupasse sem condições, que fosse uma boa puta. Ela fez isso, ficou lambendo minha pica por muitos minutos.
Depois de um bom tempo, mandei ela deitar na cama pra continuar me chupando. A gente se deitou de lado, um de frente pro outro, e a Vero desceu até encontrar meu pau de novo. Quando chegou lá, falei que agora era pra chupar como se a vida dela dependesse disso, que fosse uma boa putinha, que ela tinha que entender que tava ali só pra me dar prazer com a boca dela.
Adorava ver ela tão humilhada na frente do meu pau, morrendo de vontade de me dar o maior prazer. Mandei ela lamber minha cabeça enquanto eu batia uma bem devagar com a mão dela. Obediente, ela começou a fazer, a visão era brutal. Depois, enfiei uma mão por entre as dela até chegar nos peitos dela, comecei a amassar e apertar as tetas dela, isso me excitava ainda mais. Eu já tava sentindo que ia gozar, xingava ela pra humilhar mais e sentir a submissão dela diante de mim.
Quando percebi que tava perto de gozar, tirei a pica da boca dela e mandei ela me olhar. Quando ela olhou, continuei dizendo que agora ela ia abrir a boca, eu ia enfiar a pica até a metade e ela ia chupar forte até sentir que eu tava terminando, mas que não podia tocar no meu pau com as mãos, que eu ia segurar a boca dela e jogar meu leite dentro, que queria que não caísse nada dos lábios dela, que ela engolisse toda a porra e não parasse de chupar até eu mandar. Ela aceitou tudo, balançando a cabeça que sim.
Dito isso, mandei ela enfiar meu pau na boca dela e chupar como a grande puta que ela era. Ela respondeu que sim, que eu era o dono dela, que gozasse tudo na boquinha dela. Enfiei meu pau na boca dela até a metade, e depois enfiei até o fundo. Ela ficou surpresa, não era o planejado, não disse nada. Peguei a cabeça dela e puxei pra mim, enfiando meu pau até o talo. Não demorou nada pra ela começar a engasgar e abrir a boca o máximo que podia pra respirar. Tirei meu pau da boca dela, peguei a cabeça dela e enfiei de novo. Ela não parava de engasgar, isso me excitava pra caralho. Tirei o pau de novo e falei que ia meter outra vez, que abrisse a boca. Ela obedeceu, mesmo com a cabeça dizendo que não, reclamando baixinho. Enfiei e ela começou a engasgar de novo com meu pau dentro da boca dela. Tirei, peguei a cabeça dela e comecei a foder a boca dela. Metia meu pau e tirava numa velocidade boa, ela com a boca aberta, recebendo meu pau uma vez e outra.
Chegou o momento em que eu ia gozar, nessa hora apertei a cabeça dela contra mim com as minhas mãos, enfiando a pica até o fundo da boca, e aí comecei a gozar, soltando uma porrada de porra no fundo da boca dela, na garganta. A Vero não parava de engasgar, eu apertava a cabeça dela contra o meu pau pra ela não escapar, falava pra ela não tirar minha pica da boca, que fosse uma putinha obediente. Aos poucos ela parou de se debater e começou a chupar bem devagar, pra facilitar meu orgasmo, eu mandava ela engolir tudo como a puta que era, que bebesse toda a minha porra.
Gozei pra caralho, ela engoliu tudo me dando muito prazer, a gente deitou na cama um de frente pro outro, ela com a cara na altura da minha pica, que tava enfiada na boca dela, saboreando os restos de porra. No fim, mandei a gente dormir assim, com a pica na boca dela, e foi o que fizemos. Quando acordei, pude ver ela ainda dormindo, com minha pica na boca dela, era uma imagem foda. Pouco depois ela acordou, olhou o relógio e falou que já era tarde, que precisava ir pra casa dela, se vestiu e foi embora me agradecendo pela noite tão gostosa que eu tinha dado pra ela.

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