Férias com meus primos (9)

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(os nomes, profissões e demais possíveis dados de caráter pessoal foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)“O que você disse?”

“Nada”, disse minha prima, tirando a importância. “Vamos deitar um pouco. Deita.”

“Yoli…”

“Claro que pode me apalpar, bobinho.”

Mas eu já estava cansado daquela omissão dela. Fiquei por cima dela, segurei os pulsos dela com cuidado, mas garantindo que ela não conseguisse fugir. Ela estava tão tranquila naquele momento que me lembrava mais a Rocío.

“Vai me dar um beijo?”, perguntou.

“Não. Você vai me contar agora mesmo o que é essa história de que me ama.”

Yoli suspirou. Pediu que eu a soltasse. Soltei, mas continuei por cima dela. Isso não incomodou ela.

“Se você realmente acreditou que eu só sinto atração por você, é porque ainda é muito inocente… não teria conseguido fazer nada disso se não sentisse algo mais profundo. Acho que Rocío desconfia, mas não era justo com ela. Ela te ama há muito tempo.”

“Mas isso não tinha que ser assim… era pra ser só por diversão…”

“Mas nos divertimos pra caralho. A única coisa que muda é que você conquistou suas primas de verdade. Mas não se preocupa. A gente vai lidar com isso.”

Isso não me agradou. Definitivamente, aquilo estava machucando elas. E mesmo assim, elas conseguiam se dar bem entre si e… eu não entendia. Yoli pareceu adivinhar o que se passava comigo.

“Escuta. Isso é errado pra caralho. Por isso não me importo que você esteja com Rocío e comigo.”

“Porra, Yoli… Por que tem que ser complicado?”

“Provavelmente porque vale a pena.”

“Olha, hoje à noite não vou dormir com vocês… por favor. Preciso pensar.”

Yoli pareceu um pouco decepcionada, mas aceitou meu pedido. Ela entendia que eu precisava refletir um pouco. Mas isso não impediu que a gente brincasse naquela tarde pela segunda vez.

Fiquei por cima dela, apoiado nos cotovelos e joelhos no sofá, e começamos um 69. Saboreei os sucos salgados dela, minha língua estimulava e exercitava cada poro do corpo dela que encontrava, focava no clitóris dela. Ela tinha um pouco de dificuldade pra chupar meu pau enquanto gemia, mas estava dando conta. Maravilha. Que prazer. Que delícia. Que sensação mais gostosa.

“Tô… melhorando… primo?”, ela perguntou entre uma chupada e outra.

“Sim… E você… gosta disso?”

“Me deixa… louca”

Consegui me afastar dos meus pensamentos por um tempo e continuei me dedicando a saborear a buceta dela até fazê-la gozar. Não demorei muito pra gozar também, e claro, minha prima engoliu tudo.

Depois, deitamos nus. Ela encostou as costas no meu peito e acho que acabamos dormindo. Rocío foi quem nos acordou, avisando que Enrique também já tinha levantado e que era melhor a gente se vestir antes que ele aparecesse. Ela me olhou enquanto eu me vestia e deve ter me notado sério, mas não fiz nenhum comentário. Aquela seria a última vez, pelo menos até a situação se esclarecer, que eu transava com alguma das minhas primas.

Enrique apareceu com a ideia de ir às compras. “Amanhã não passa sem a gente montar a festa”, ele anunciou. Acho que também disse algo sobre não deixar a cerveja vencer. Então nos vestimos e fomos para o supermercado.

Enquanto meus primos iam jogando bebida e petiscos no carrinho, eu na minha cabeça debatia comigo mesmo. Por um lado, a revelação de que minhas primas tinham sentimentos profundos por mim me alegrava. Era besteira negar o óbvio de que eu também sentia algo por elas. Eu era feliz. Mas por outro lado, aquilo era errado. Não podia ter nada entre nós. E por isso continuar transando com elas não era bom. Elas sofriam, com certeza. E eu não queria que minhas primas sofressem por minha causa.

“Tudo bem?”, Rocío me perguntou quando estávamos no caixa pra pagar.

Eu só balancei a cabeça que sim. Quando ela perguntou de novo, falei que estava assim por causa de uma dor de cabeça.

Deixamos as sacolas em casa, e aproveitando o dia pouco quente, fomos pra praia pra pegar as últimas horas de sol. E de quebra, encontrar gente pra convidar.

Enrique parecia decidido a localizar algum grupo de pessoas da nossa idade pra festa, então oteamos e seguimos ele pela areia. A Rocío e a Yolanda tentaram chamar minha atenção em certo momento, mas eu tava na minha.O melhor é você encontrar outra gostosa por aí e tirar essas da cabeça.— pensava. Então ajudei meu primo na busca dele.

E finalmente encontramos um grupo de seis pessoas. Meu primo, usando suas habilidades sociais, tratou de nos apresentar. Conhecemos Juan e Marcos, dois caras que se encaixavam no perfil de "mais tempo malhando o corpo do que a mente", já que tinham tanquinho, músculo definido, e não lembro de ouvi-los falar de Nietzsche. Outro se chamava Pedro, e dava pra ver que ele tava "alegrinho" (ou seja, dava pra notar que o coitado fumava maconha, embora possa dizer hoje que ele parou a tempo e não estragou a vida). E claro, três gostosas, daquelas que parecem combinar com os outros três (bonitas e com cara de não serem muito espertas, embora fique feliz em dizer que me enganei com minha primeira impressão). Silvia, Irene e Ainhoa.

Sentamos com eles e começamos a conversar. Silvia e Irene eram uma delícia, mas quem mais me deu atenção foi a Ainhoa. Fiquei meio preocupado no começo, porque pela aparência ninguém diria que ela tinha 18 anos (e era verdade; apesar da carinha de criança, na verdade tinha 19), mas ela me caiu bem.

Enrique já estava convidando os outros, que pareciam adorar a ideia.

"Porra, que sorte. A gente tava entediado pra caralho", comentou Marcos.

"E por quê?", perguntei.

"Porque não tem ninguém por aqui", respondeu Pedro. "Tipo, somos nós seis, mas a gente se conhece tanto que já nem sabe mais o que fazer."

"Então tá tudo resolvido. Amanhã umas nove horas vocês vão lá pra casa, e a gente monta algo."

"Mas aquele não é um bairro residencial? Tomara que a gente não arrume uma treta", comentou Ainhoa.

"Enquanto a gente não exagerar no volume da música..."

Eu pessoalmente concordava que talvez a gente arrumasse problema, mas a maioria parecia achar que não ia rolar.

Enquanto batia um papo animado com a Ainhoa sobre um puta som que tinha saído fazia pouco, reparei por um momento na Rocío e na Yolanda, que há tempos eu não prestava atenção. Rocío Eu tava batendo um papo com o Juan, e ele tava sorrindo. Ao mesmo tempo, a Yolanda tava morrendo de rir de alguma coisa que o Marcos tinha contado pra ela.

E foi aí que eu senti pela primeira vez. Ciúmes. Uma sensação nada agradável. Meu instinto natural teria sido me impor, me fazer valer e demarcar um território privado entre minhas primas e eu. Mas eu me segurei, primeiro porque provavelmente ia sair perdendo; segundo, porque elas não eram minhas; e terceiro, porque fazer isso teria revelado o que eu sentia por elas e eu não podia me dar a esse luxo.

Eu continuei ouvindo a Ainhoa, mas claramente não tava prestando atenção nela. Na minha cabeça, os pensamentos brigavam: “é melhor assim pra vocês três não sofrerem” e “você quer elas e quer reivindicá-las como suas”.

Mesmo assim, a gente se deu bem com eles e, antes de ir embora, resolvemos jogar uma partida de vôlei de praia. Improvisamos a quadra e a linha da rede com o pé, e nos dividimos. Infantilmente, decidimos jogar meninos contra meninas. Ficamos cinco contra cinco.

Lembro que ninguém era especialmente bom jogando, então a disputa foi bem acirrada. E também lembro que, depois de um ponto marcado pelo Marcos, minha prima Rocío falou pra ele: “muito bom saque!”, o que me deixou puto de novo.Se controla.”, me recriminei.

E apesar de querer me controlar, bem no ponto de desempate, saquei tão mal que a Silvia não teve problema nenhum em receber a bola e marcar a vitória dela.

“Muito bem jogado!”, disse a Irene, o que me pareceu uma puta mentira, já que todo mundo tinha um nível bem iniciante.

A Yolanda deve ter notado algo em mim, porque chegou perto e colocou a mão no meu braço, mas eu só sorri como se não fosse nada. Voltamos pras toalhas pra pegar nossas coisas, e combinamos de nos ver no dia seguinte na nossa casa, caso não descessemos pra praia.

“Gostei delas”, comentou a Yolanda.

“Eu também, são muito legais”, respondeu a Rocío.

“Vocês acham que tenho alguma chance de comer a Irene?”, perguntou o Enrique, com muito tato.

Enquanto a irmã dele garantia que sim, eu continuava remoendo na cabeça. Precisava aprender a controlar essas emoções, senão no final ia me foder.Olha só você. O que não queria machucar as primas acabou se fudendo sozinho.”, recriminei a mim mesmo.

Não jantei muito naquela noite. Entre o jogo de vôlei e ficar pensando em coisas que eu não devia pensar, estava bem cansado, então, antes do horário de sempre, me desculpei e fui dormir.

“Yoli, se depois você quiser ir dormir, tenta não me acordar, tá?”

Ela concordou com a cabeça. Curiosamente, nem ela nem a Rocío se levantaram pra me dar “meu beijinho”. Deviam saber o que estava rolando comigo. E mesmo assim, me irritou que não tivessem feito.Você não sabe nem o que quer, otário., meu cérebro atacava de novo.

Me enfiei na cama e fechei os olhos, mesmo sabendo que não ia conseguir dormir. No entanto, abri os olhos assustado quando senti o colchão afundando do meu lado. Minhas primas estavam ali, muito sérias. Tinham tirado o biquíni… E estavam agora mais gostosas de calcinha e sutiã normal.

“Vocês me assustaram.”

“E você nos deixou preocupadas. O que foi?”, perguntou Yoli.

“Nada”, menti.

“Ah. Então pra prima ter confessado que também te ama, você tem um jeito estranho de mostrar que não tem nada”, comentou Rocío. Eu olhei pra Yolanda, e ela confirmou com a cabeça. Sim, ela tinha confessado.

“Bom, se vocês já sabem…”

“Olha, eu entendo que seja difícil por nossa causa. É uma das razões pelas quais gosto tanto de você”, disse Rocío num suspiro. “Mas se já falamos que não nos importamos…”

“Eu me importo.”

“Por quê? Primo, só de poder fazer isso você já nos fez felizes. Não tem motivo pra ficar assim”, completou Yolanda, me olhando preocupada.

“Vocês não entendem.”

“Não somos burras. Então nos explica. Acho que temos direito.”

Tive que rir.

“Sério? Pra quê? O que mudaria se eu dissesse que sinto o mesmo por vocês? Que fiquei feliz em saber que me amam? Que morri de ciúmes essa tarde quando vi vocês conversando e rindo com os outros?”

Despejei tudo, e não esperei resposta. Minhas primas pareciam não acreditar. Mas que importava. Aquilo era complicado demais.

“Então o melhor é a gente se afastar, vocês ficarem com eles, e eu espero a Alicia voltar por aqui.”

“Não.”

Yolanda falou num tom tão sério que dava até medo.

“Não vou abrir mão de você. Me recuso.”

“Yoli…”

“Você acha que o que a gente fizer com eles… ou o que você fizer com a Alicia… vai durar quando voltarmos pra casa? Isso vai ser só um mês. Lá a gente vai ter meses e meses pra nós.”

Eu não entendia as palavras dela. Mas Rocío sim.

“Você tá propondo que a gente leve isso na Segredo?"
"OO quê?“Tem que ser segredo?”
“É isso. Nós três, juntos. Com você. Suas namoradas”
“Você é louca…”
“Bom, não é uma má ideia… além disso, amar é compartilhar”, disse Rocío.
“E a minha opinião não conta?”
“Claro que conta. Você realmente não quer ficar com a gente?”, perguntou Yolanda.

Olhei nos olhos das minhas primas. E me quebrei. Elas realmente estavam esperando uma resposta. Animadas. Queriam que eu respondesse.
“... Claro que quero ficar com vocês.”
“Já deu”, sentenciou Yolanda. “Vamos oficializar isso.”

E ela partiu pra cima de mim. Me beijou do jeito que só ela sabia. Da minha mente foram sumindo todos os pensamentos ruins enquanto a língua dela fazia presença na minha boca.
“Vocês sabem que isso é errado…”, foi a última coisa que consegui dizer.
“Por isso é uma ideia tão boa”, disse Rocío, que tinha se posicionado atrás de mim. Ela puxou de mim com suavidade e também me beijou. De repente, me vi cercado por aquelas duas deusas. Elas me deliciaram tirando a calcinha. Embora já as tivesse visto, fiquei maravilhado com o quão gostosas eram aquelas tetas.

Me animei a me despir também. Tirei a camiseta, e depois a sunga. Nem preciso dizer como já estava o meu “amiguinho”. Elas se agacharam para observá-lo. Senti o dedo de Rocío percorrendo ele. Elas se lamberam.
“Não, não, não”, proibi que elas partissem pra cima. “Aqui vocês têm que tirar as calcinhas também. Que história é essa de não se despir?”, brinquei.

Inacreditavelmente, elas cederam. Se deitaram, levantaram a bunda, e tiraram suas últimas peças, me mostrando um close maravilhoso das bucetinhas delas. Minha nossa, eu não podia acreditar. E no entanto, ali estavam elas, esperando. E então aproveitei minha vantagem. Já que tinha Rocío na minha frente, fui pra cima dela e comecei a lamber a bocetinha dela. Minha mão direita foi direto pro sexo da minha prima Yolanda, e com muito cuidado, deslizei um par de dedos pra dentro.

Elas começaram a gemer. Minha língua brincava livre pela buceta da Rocío, e meus dedos deslizavam entre os sucos da Yolanda. Estávamos em uma nuvem do proibido, um prazer que nunca teríamos imaginado. Senti a mão da Rocío remexendo no meu pau. "Mais... um pouquinho mais, primo", ela pediu. Alcancei o clitóris da Yolanda com o polegar, e ela gemeu. "Isso, bem... bem aí".

Adorava o sabor dos fluidos da Rocío. Me deliciei saboreando eles, até que depois de um tempo ela começou a se tensionar. Era óbvio que estava tendo um orgasmo, mas não parei na hora. Diminuí um pouco o ritmo, até deixá-la ofegante no colchão. Ainda estava brincando com a bucetinha da Yolanda.

"Ei, Yoli, sério que você nunca fez sexo anal?", perguntou a Rocío. "Então vamos ver se me vendo você se anima".

E me ofereceu a bunda dela. Tive que fazer uma certa sincronização, já que uma mão precisava se mover devagar (a que dilatava o cu da Rocío) e a outra, mais rápido (a que masturbava a Yolanda). Com um pouco de paciência consegui, e quando deixei a Rocío pronta, nem precisei perguntar pra meter. Senti o calor do cu dela envolvendo meu pau. Que delícia.

A Yolanda se mexeu. Ofereci a opção dela se aproximar de mim, e quando a tive por perto, pude também devorar a boceta dela. E lá estava eu, fodendo a Rocío pelo cu enquanto chupava a buceta da Yolanda. Se aquilo não era o paraíso, não queria saber. Além disso, o fato de praticar sexo anal devagar me permitia me deliciar no oral que estava dando na minha outra prima.

"Você é demais... vou gozar... vou gozar...", ela gemeu.

E gozou, derramando na minha língua um pouquinho dejatoEla se deixou cair no colchão e curtiu me ver montando na Rocío.

"Goza quando precisar. Não se segura", me ofereceu minha prima ruiva. Então aumentei o ritmo das minhas investidas, e não demorei muito pra gozar pela primeira vez naquela noite, dentro da buceta dela. Quando tirei, a Yolanda se aproximou. Assoviou.

"Puf... que buraco que fica, né?", perguntou com um certo medo.

"Mas a sensação é incrível", garantiu Rocío. "Tem certeza que não quer experimentar?"

Eu estava acariciando as nádegas da Yolanda enquanto elas conversavam, mas no fim ela não parecia a fim. Tava com um pouco de medo, e claro que não ia pressionar ela. Em troca disso, ela começou a chupar meu pau, com muito cuidado. Não demorou pra eu endurecer de novo.

A língua dela já sabia perfeitamente como estimular minha glande, brincando de fazer círculos ao redor, e a mão dela acariciando minhas bolas e o períneo, uma área meio sensível, mas que garanto que dá muito prazer quando é uma garota gostosa que faz.

"Yoli... me passa uma camisinha...", disse, sem tirar meu pau da boca completamente.

Então não ia gozar na boquinha dela, mas ia se oferecer pra eu meter. Aquilo ia ser bom, então coloquei a camisinha quando a Rocío me passou, e depois ela se posicionou atrás da Yolanda. Eu não imaginava o que ela ia fazer, e a Yolanda subiu no meu pau, começando a me cavalgar como se fosse uma amazona.

"Cuidado, assim você vai gastar muita energia", ouvi a Rocío. "Tem que ser mais calma e não mexer tanto o corpo todo."

"Você acha?", perguntou Yoli, ofegante.

"Claro. Olha, apoia as pernas no colchão...", da minha posição dava pra ver a Rocío acariciando aquelas pernas. "Agora, quieta, não mexe o corpo todo... levanta e abaixa o quadril", ela segurou com cuidado. "Assiiim, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo... muito bem, gostosa", completou, e a segurou. "Vou te ajudar, você se mexe e se adapta."

A Yolanda foi aplicando os conselhos que a Rocío dava, e melhorou muito naquela sessão. Cada vez eu conseguia mexer os quadris mais rápido, deixando praticamente parado o resto do corpo. Rocío sorriu satisfeita ao ver o resultado quando nós dois gozamos juntos. Maravilhoso.

"Você gostou?", ela me perguntou.

Eu assenti. Mas agora era a Rocío que precisava da minha atenção. Ela se deitou na cama.

"Hoje prefiro que você tome a iniciativa. Se não se importa... querido", ela disse.

Claro que não me importava. Me posicionei entre as pernas dela, com meu pau duro, e sabendo que ela tomava a pílula, meti de uma vez. Ela soltou um suspiro de prazer, e continuei fodendo ela. Não ia devagar, mas também não queria gozar muito rápido. Caso aquilo fosse um sonho, queria que durasse o máximo possível. Yoli apareceu com sua curiosidade habitual pra ver meu pau entrando na buceta da Rocío.

"É assim que se sente melhor?", ela me perguntou.

"Bem... é diferente", respondi. Obviamente, não tava a fim de responder que meter no pelo, sem camisinha, aumentava a sensação de prazer, mas ela esqueceu o assunto e se deitou pra me olhar por cima do corpo da Rocío, usando os peitos dela como travesseiros.

"Faz ela gemer", ela disse. "Você sabe que consegue", e piscou um olho pra mim.

Me animei com as palavras dela e aumentei um pouco o ritmo. O problema é que me descompassei com a Rocío, e meu orgasmo tava começando a ficar mais próximo do dela. Não ia gostar nada de deixar ela na mão, mas...

"Goza... vai, e aguenta... mostra que é homem", gemeu Rocío.

Tentei aguentar o que pude, antes de gozar pela segunda vez. Meu esperma inundou a boceta dela, mas não ia deixar ela sem gozo, e me esforcei pra aguentar mais um pouco fodendo ela. Consegui, embora tenha caído de costas, exausto pela sessão. Claro, Yoli voltou a olhar o resultado final da minha obra.

"Com certeza você também quer gozar assim", disse Rocío pra Yolanda.

"Pois adoraria... mas não tenho coragem".

E com razão. Se ela não tomava a pílula, a gente tinha que tomar os cuidados necessários.

"Bom, Sabe que o primo não vai deixar a gente na mão. Mesmo assim…”
E sussurrou algo no ouvido dela. Yolanda parecia nervosa, mas Rocío continuou falando, e no fim ela concordou. Deitou de bruços na cama e, pra minha surpresa, ficou de quatro. Tava me dando a bunda dela.

“Ela quer experimentar, pra não usar camisinha”, Rocío me explicou. “Mas quer que você pare na hora que ela disser que tá doendo, ok?”

Claro. Não ia deixar ser diferente. Mas primeiro as primeiras coisas. Dilatar ela bem. Com cuidado e carinho. Rocío, que tinha se tornado a mestra do sexo, me explicou em seguida como fazer melhor pra ela.

“Solta um bom cuspe… Yoli, deita um pouco mais… isso, a bunda bem empinada. Agora, primo, acaricia por fora primeiro… isso, assim ela vai se acostumar a sentir algo ali… olha, ela gostou”, disse, já que Yolanda tinha soltado um suspiro leve. “Enfia um pouco o dedo… até aí, tira… volta…”

Ela me ensinou direitinho como abrir o cu dela, e ainda bem, porque encontrei muito mais resistência do que quando fiz anal na Rocío.É que a bunda dela é virgem. Sempre é mais complicado na primeira vez., ele me explicou no ouvido.Mas que ela não me ouça, não quero que ela pense que tô tirando sarro dela.Uma vez que julgamos que ela estava pronta, por indicação da Rocío, eu enfiei. Igual na dilatação, primeiro só coloquei um pouco, só a cabeça, e me afastei. Aos poucos fui introduzindo mais comprimento da minha vara a cada metida, até que fiquei completamente dentro dela. Rocío foi ver como ela estava.

"Você tá bem?", perguntou. Yoli assentiu. "Vai com calma, primo"

A bunda dela era realmente apertada, o que só aumentava a excitação cada vez que meu pau deslizava pra dentro. Ela aguentou por uns dois minutos. Rocío ficava o tempo todo verificando se ela tava bem ou se precisava parar. Yoli me autorizou a tentar ir um pouco mais rápido, mas se recusou a continuar quando eu tentei.

"Desculpa... tá doendo", ela disse.

"Sem problemas"

"Espero que você não vá preferir a Rocío só por causa disso...", ela falou, e eu soube que ela realmente tava preocupada que fosse assim.

"Você sabe que o primo não é desse jeito"

Aproximei meu rosto do dela e beijei ela suavemente. Ela sorriu. A gente tava realmente feliz, os três, por estar ali, tranquilos. Olhamos o relógio. Já tinha ficado tarde pra caralho.

"A gente devia dormir...", eu falei.

Mas minhas novas namoradas não pareciam dispostas a me conceder esse desejo. Ainda não. E então aconteceu.

Elas começaram a se revezar pra chupar meu pau. Yolanda começou, com o cuidado de sempre, e não demorou pra passar meu pinto pra Rocío. Ela sugava, como costumava fazer. Nenhuma se afastava muito da outra, de um jeito que meu pau se movia quase naturalmente de uma boquinha pra outra, conforme elas soltavam. Foi realmente excitante, e mais ainda quando eu vi elas se beijando em volta do meu pau.

"Vou gozar... meninas, tô gozando"

Mal falei isso e explodi. Meu esperma jorrou na língua da Rocío. Enquanto ela engolia, vi a Yolanda pegar meu pau de volta habilmente e continuar chupando, levando mais duas esguichadas. Quando já não saía tanta porra, as línguas delas deixaram meu pau bem limpinho e depois elas se deitaram, uma de cada lado meu.

"Acho que a gente precisa esclarecer umas... coisas”, disse Rocío. Nós escutamos com atenção. “Isso que a gente faz é proibido, então ninguém vai saber nunca. Somos namorados, mas isso não pode saber nem o Enrique. Valeu?”

A gente aceitou.

“Já quenão somos namorados, temos o direito de conhecer outras pessoas. Primo, sei que você quer comer a Alicia… e você, Yoli, faria bem em experimentar com mais caras.”
“O que você vai fazer?”, perguntei, mas ela sorriu, em vez de me responder.
“E por último… Yoli, mesmo que a gente seja namorada dele, e não uma da outra… será que eu poderia te dar uns beijos de vez em quando? Acho muito estranho estar na cama com alguém sem ter esse contato…”
“Bom… acho que não tem problema, e… ei, isso significa que você já teve um ménage!”, disse Yolanda.
“Sim… desculpa, gente, vocês não fizeram nada comigo que já não tivessem feito antes… mas me diverti muito mais, juro”, ela nos disse.

Decidimos que era uma boa hora para apagar a luz. Eu estava no meio daquelas duas deusas, e agora parecia que nosso love ia poder se manifestar com frequência, mas… será que conseguiríamos manter isso assim em público?E se vocês querem mais...

Sara, namorada transexual(continuando)
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6 comentários - Férias com meus primos (9)

Pican3 +1
"No sabes ni lo que quieres,pringao" jajajaj +10 y a esperar el proximo..
La delgada línea entre lo moral y el deseo 😉 Gracias, y muy pronto
Bro hoy si te la mamaste excelente !!!
Gracias 😃 Pronto más y mejor
Habrá descripción de las chicas de la playa?
No era mi prioridad, pero puedo ponerla 🙃
@PepeluRui hey tio me encanta tu trabajo soy colega de Antonioperez555 y te esperamos con ansias el siguiente capitulo
Muchas gracias, chicos 😃 No tardaré mucho en subirlo 😉
No hay palabras para describir la historia, ESPECTACULAR. Esperamos ansiosos la llegada de la fiesta y de las chicas de la playa junto con alicia, aguantad chicos @Antonioperez555 @Gilpajaberto😋😋
Bravisimo excelentes relatos no quiero que termine mas