Março de 2011
Bom, essa história é real. Eu tinha uns vinte e poucos anos, tava começando a década, e com uma mina da rua... vou contar essa experiência que rolou ano passado,... com uma magrinha chamada Caro... Carla (ou qualquer nome que vocês possam imaginar...).
A flaca tava numa esquinacêntricaDa minha cidade, como sempre, depois das 02h da manhã, dessa vez acompanhada de uma morena. As duas estavam de jeans e botas altas. A Caro costumava usar salto agulha, era magra, leve, uns 58 kg mais ou menos, aproximadamente 1,64m, pele clara meio morena, cabelo liso, uns 27 anos por aí. Uma coisa que eu adorava nela é que ela costumava prender o cabelo pra cima e ficavam aquelas mechas, umas caindo dos lados do rosto, estilo dama antiga. Toda a roupa justa marcava o corpo dela. A outra gata era morena, cabelo ruivo que combinava muito com ela, da cor de uma rosa, uma boa bunda, um pouco mais de corpo que a Caro sem ser gorda, uns 32 anos mais ou menos.
Espirra porra nos meus olhos, e eu levanto ela. Lá em cima, a Caro, que já me conhecia, me oferece fazer um menage com a colega dela, a ruiva. Aceito, ela sobe, a gente vai pro esconderijo secreto de sempre, um estacionamento bem escuro e escondido que ficava fechado. Apago as luzes, a gente se ajeita e começa uma siriricada leve, nada muito intenso. As duas começam a se pegar, peço um beijinho e elas começam a se chupar. Eu já tava num tesão absoluto. A Caro tinha uma tatuagem de rosas com espinhos na bunda, a outra tinha uma parecida no mesmo lugar. Aquela imagem das duas de roupa colada, casuais, de bota e...se tocandoa bunda ese dandoUns tímidos brotinhos me deixavam louco. Quando se despem, fazem isso ao mesmo tempo, numa sincronia que, nas minhas poucas experiências de ménage MHM, sempre rola, quase como se combinassem. Tirada a roupa, a visão era de uma escultura erótica, talvez romana: duas mulheres de fio dental branco, um triângulo que não escondia nada, só destacava a cintura e o quadril. Sem gordurinhas. Uma parada especial é que eu adorava percorrer o corpo delas, sentir as costelas marcadas, que entre luz e sombra ficavam ainda mais evidentes. Ruiva e morena, as duas pra mim.se tocandoese beijandoEnfiam a mão, chupam minha pica, e a ruiva sobe pra cavalgar uns 10 minutos, como eu curti penetrar ela! Quando encaixei meu pau na buceta dela, sentindo todo o peso em cima de mim, me abracei na cintura dela, apertando as nádegas, apertando aquela bunda nua, enquanto chupava a boca dela e ela alternava com a boca da Caro, que tava do meu lado direito, também beijava a Caro com toda a luxúria, a boca inteira dela. Não sei se existe prazer mais gostoso do que ter duas cinturas ou duas bucetas, uma em cada mão. Sim, sei sim: ter três ou mais bucetas só pra mim. Durante tudo issoêxtaseacabei de gozar (já não aguentava mais)libido), recarrego munição (chakchaak), guardo no coldre, e Caro começa a engolir ela, parecia que achava que aEla iaa sacar igual... dei uns quarenta minutos, quase uma hora sem parar, mesmo ela nãoestávamosnum lugar bem apropriado (mas claro, a gente tinha a vantagem de ser de madrugada, tipo umas 3 da manhã) de conchinha, de bruços, ela cavalgando pra trás, pra frente, oral com garganta profunda, de quatro, cavalgando de novo, de quatro de novo... num momento ela queria merirPorque aquela magricela parecia uma caricatura chupando.dandosentões, e repetindo a sequência, sentões e chupando de novo tudo a mil por hora) lembro que acompanheira Ela diziaDá o que ela quer!, dá o que ela quer!, dá essa gozada nela!!. Era inacreditável aquela vista! Ela aguentava tudo!
Tínhamos coisas pra fazer, a Caro tinha deixado claro que não tinha muito tempo, então quando vi que eu não conseguia gozar, deixamos pra lá e fomos embora. Eu, satisfeito, a Caro no banco de trás se encostava no banco da frente, suspirando, cansada, e eu ria junto com a amiga dela.
Foi assim que terminei aquela noite, meu aniversário tava chegando, e eu tinha me divertido pra caralho.
Essa é a única imagem que tenho da magrinha, dá pra ver um contorno, e é no estacionamento. Foto pra recordar, e não tenho mais (afinal, isso é um relato!).
Valeu por passar aqui!!
Desculpa aí pela bagunça do texto, não sei como deixar ele justificado aqui. Pensei nisso na hora de escrever, mas quando publiquei ficou do jeito que vocês tão vendo, tudo amontoado.
Bom, essa história é real. Eu tinha uns vinte e poucos anos, tava começando a década, e com uma mina da rua... vou contar essa experiência que rolou ano passado,... com uma magrinha chamada Caro... Carla (ou qualquer nome que vocês possam imaginar...).
A flaca tava numa esquinacêntricaDa minha cidade, como sempre, depois das 02h da manhã, dessa vez acompanhada de uma morena. As duas estavam de jeans e botas altas. A Caro costumava usar salto agulha, era magra, leve, uns 58 kg mais ou menos, aproximadamente 1,64m, pele clara meio morena, cabelo liso, uns 27 anos por aí. Uma coisa que eu adorava nela é que ela costumava prender o cabelo pra cima e ficavam aquelas mechas, umas caindo dos lados do rosto, estilo dama antiga. Toda a roupa justa marcava o corpo dela. A outra gata era morena, cabelo ruivo que combinava muito com ela, da cor de uma rosa, uma boa bunda, um pouco mais de corpo que a Caro sem ser gorda, uns 32 anos mais ou menos.
Espirra porra nos meus olhos, e eu levanto ela. Lá em cima, a Caro, que já me conhecia, me oferece fazer um menage com a colega dela, a ruiva. Aceito, ela sobe, a gente vai pro esconderijo secreto de sempre, um estacionamento bem escuro e escondido que ficava fechado. Apago as luzes, a gente se ajeita e começa uma siriricada leve, nada muito intenso. As duas começam a se pegar, peço um beijinho e elas começam a se chupar. Eu já tava num tesão absoluto. A Caro tinha uma tatuagem de rosas com espinhos na bunda, a outra tinha uma parecida no mesmo lugar. Aquela imagem das duas de roupa colada, casuais, de bota e...se tocandoa bunda ese dandoUns tímidos brotinhos me deixavam louco. Quando se despem, fazem isso ao mesmo tempo, numa sincronia que, nas minhas poucas experiências de ménage MHM, sempre rola, quase como se combinassem. Tirada a roupa, a visão era de uma escultura erótica, talvez romana: duas mulheres de fio dental branco, um triângulo que não escondia nada, só destacava a cintura e o quadril. Sem gordurinhas. Uma parada especial é que eu adorava percorrer o corpo delas, sentir as costelas marcadas, que entre luz e sombra ficavam ainda mais evidentes. Ruiva e morena, as duas pra mim.se tocandoese beijandoEnfiam a mão, chupam minha pica, e a ruiva sobe pra cavalgar uns 10 minutos, como eu curti penetrar ela! Quando encaixei meu pau na buceta dela, sentindo todo o peso em cima de mim, me abracei na cintura dela, apertando as nádegas, apertando aquela bunda nua, enquanto chupava a boca dela e ela alternava com a boca da Caro, que tava do meu lado direito, também beijava a Caro com toda a luxúria, a boca inteira dela. Não sei se existe prazer mais gostoso do que ter duas cinturas ou duas bucetas, uma em cada mão. Sim, sei sim: ter três ou mais bucetas só pra mim. Durante tudo issoêxtaseacabei de gozar (já não aguentava mais)libido), recarrego munição (chakchaak), guardo no coldre, e Caro começa a engolir ela, parecia que achava que aEla iaa sacar igual... dei uns quarenta minutos, quase uma hora sem parar, mesmo ela nãoestávamosnum lugar bem apropriado (mas claro, a gente tinha a vantagem de ser de madrugada, tipo umas 3 da manhã) de conchinha, de bruços, ela cavalgando pra trás, pra frente, oral com garganta profunda, de quatro, cavalgando de novo, de quatro de novo... num momento ela queria merirPorque aquela magricela parecia uma caricatura chupando.dandosentões, e repetindo a sequência, sentões e chupando de novo tudo a mil por hora) lembro que acompanheira Ela diziaDá o que ela quer!, dá o que ela quer!, dá essa gozada nela!!. Era inacreditável aquela vista! Ela aguentava tudo!
Tínhamos coisas pra fazer, a Caro tinha deixado claro que não tinha muito tempo, então quando vi que eu não conseguia gozar, deixamos pra lá e fomos embora. Eu, satisfeito, a Caro no banco de trás se encostava no banco da frente, suspirando, cansada, e eu ria junto com a amiga dela.
Foi assim que terminei aquela noite, meu aniversário tava chegando, e eu tinha me divertido pra caralho.
Essa é a única imagem que tenho da magrinha, dá pra ver um contorno, e é no estacionamento. Foto pra recordar, e não tenho mais (afinal, isso é um relato!).
Valeu por passar aqui!!Desculpa aí pela bagunça do texto, não sei como deixar ele justificado aqui. Pensei nisso na hora de escrever, mas quando publiquei ficou do jeito que vocês tão vendo, tudo amontoado.
1 comentários - Trio no carro, no estacionamento à noite (relato)