Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGUEIRACAPÍTULO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2971070/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-7.html
CAPÍTULO 7 (O acordo)
Hoje acordei bolado, tentando processar de algum jeito o que aconteceu, mas não tô nem certo se foi tudo um sonho e pronto.
Visto minha cueca nova e vou pra sala. Lá está a mamãe. Ela tá ocupada arrumando as coisas da festa. Tá usando uma daquelas camisolas que antes eu achava provocantes, mas agora, vendo ela de costas, parece até desafiadora, a coisa mais gostosa que alguém pode sonhar. Sinto meu pau se rebelar e começar a inchar que nem um balão.
Ela se vira e me olha de cima a baixo. Eu faço o mesmo. Curto os peitos dela, especialmente os bicos levemente marcados no tecido, e embaixo não vejo a calcinha, mas adivinho. Olho pro rosto dela e vejo, pelos olhos vermelhos, que ela tava chorando.
Ela tá olhando pro meu pau duro na cueca nova. Parece pensativa, como se quisesse organizar a cabeça, igual eu também quero. Me sinto mal por ver ela assim. É tudo tão complicado…
— Filho, ainda tá assim? Não tem aula? — ela pergunta com o olhar fixo no meu volume descarado.
— Tenho, mãe, vou tomar banho e me trocar agora. Queria ver como vocês estão.
— Bem. — responde seca, continuando a limpar os restos do aniversário.
Fico do lado dela ajudando a arrumar. Ficamos uns segundos em silêncio, mas não me vem nada pra dizer.
— Minha irmã? — pergunto, tentando quebrar o gelo.
— Foi pra academia bem cedo. Deve estar chegando.
Porra, eu tô acabado depois da noite passada e minha irmã saiu cedinho pra mexer o corpinho dela. Será que eu sonhei tudo mesmo?
Minha mãe vai pra cozinha com uns pratos, enquanto eu recolho as taças. A gente se cruza umas duas vezes, nos olhamos, mas não falamos. Acho que nenhum dos dois sabe bem o que dizer. Num certo momento, ela tá tirando uns balões pendurados na A parede e ela estica o braço pra pegar a corda que segura eles. Quando faz isso, a camisola sobe um pouco pelas coxas grossas dela, me dando uma visão que me deixa duro que nem um burro. Não sei por quê, mas vou até ela e abraço o corpo dela por trás. Sem pensar, minha mão pega o peito direito dela e amassa de leve, enquanto minha pica cola com força na bunda dela. Que rabo maravilhoso que a minha mãe tem! A dureza do meu pau não deve passar despercebida!
- Mãe! – falo no ouvido dela, nervoso e excitado, tentando beijar o pescoço dela.
Ela se solta de mim e me empurra bruscamente pra eu me afastar na hora, me olhando com cara de susto.
- Nacho, pelo amor de Deus! – me repreende, como se tudo que aconteceu horas antes fosse pura fantasia.
- Mas, mãe, eu...
- Não, por favor, não dificulta mais. Isso não pode continuar assim. Vai se trocar ou você vai se atrasar pra aula. – completa com a voz de comando de mãe, bem longe daquela voz sensual e gostosa de ontem à noite.
Vejo os olhos dela cheios de lágrimas prestes a cair, sem tirar o olhar da minha pica dura debaixo da cueca. Me viro, totalmente confuso, pronto pra tomar banho, tentando entender alguma coisa na minha cabeça bagunçada.
Quando já me troquei, foda-se os livros, e ouço a mãe na cozinha. Chego perto e, sem encostar dessa vez, dou um beijo na bochecha dela, como sempre faço. Ela sorri, mas bem forçado, tão perdida quanto eu. A situação, sem dúvida, é maior que a gente.
- Tchau, mãe, te amo! – falo.
- Eu também, querido. – responde, esticando um pouco mais o sorriso.
Vou saindo de casa, bem na hora que minha irmã linda entra pela porta.
- Carla! – falo, admirando as curvas dessa deusa que se desenham perfeitamente num top branco e umas leggings lilás. Tá de dar água na boca! Ela também sorri pra mim, mas meio sem graça, e eu ainda não consigo processar que ontem à noite eu comi aquele corpanzil. Abraço ela e passo a mão na bunda dela, apalpando por uns segundos, mas ela me empurra do mesmo jeito que a mamãe tinha feito minutos antes. Porra, não tô entendendo nada!
— O que você tá fazendo, Nacho? — ela me repreende.
— Eu…
— Você não acha que já fizemos merda suficiente? — ela completa.
— Sim, mas isso não foi culpa nossa.
— Ah, é? Você acha isso normal?
— Normal não, extraordinário. Ou você acha que a trepada de ontem à noite foi normal? — falo pra ela não me encurralar como se eu fosse o culpado de tudo.
Minha irmã fica em silêncio por uns segundos e me olha de cima a baixo, demorando mais do que o normal na minha virilha.
— Gostou ou não, irmãzinha? — pergunto.
— Sabe que sim… adorei, mas não seja filho da puta. Às vezes, parece que você não tem limite.
— Então? Fica por isso mesmo?
— Não complica, Nacho. Isso saiu do nosso controle.
— É verdade, mas…
— Você viu como a mamãe tá? — ela me repreende, indo pro quarto dela enquanto eu continuo admirando o corpo dela e o jeito que ela caminha, toda sensual, sem conseguir tirar os olhos daquela bunda perfeita enfiada na legging justa.
Definitivamente, teve um antes e um depois desde a minha festa de aniversário. Será que virar maior de idade é se foder até esse ponto?
Passo a manhã inteira com a cabeça em outro lugar, tentando me acalmar com tanta tensão. É verdade o que a Carla diz, tudo saiu do nosso controle, a níveis inimagináveis, mas no fim das contas era essa a intenção da nossa mãe, que aquilo fosse especial, e realmente foi. Agora temos que apagar isso da memória pra sempre? Eu, francamente, não consigo. Ainda tô vendo os corpos das minhas duas preciosidades toda vez que fecho os olhos, são duas gostosas mais que dos sonhos, que eu comi, sim, tanto a minha mãe quanto a minha irmã. Algo assim, nunca vou conseguir esquecer. Acho que não é fácil apagar isso.
No refeitório da escola, também não tô nem aí pra nada nem pra ninguém. Não ligo pras brincadeiras de sempre do meu amigo Rafa, nem pras curvas gostosas de algumas colegas. Hoje tô off, não tô mais afim de adivinhar a cor da calcinha das minas que passam pelos corredores, ou como cresceram os peitos da loira nerd. Só fico olhando pela janela o movimento das árvores, com a mente em outro momento, em outro lugar, junto das minhas duas musas amadas.
De tarde, tenho treino, mas também não tô pra festa e, na real, o técnico fica puto comigo porque não acerto nem uma cesta. Ele me manda pro chuveiro na terceira bola perdida. É aí que aproveito pra ver o treino das meninas do vôlei no outro ginásio. Fico de olho em todas as jogadoras, vestindo seus tops de lycra com o nome nas costas, seus rabinhos enfiados num mini short do mesmo tecido elástico, mas tem uma que se destaca muito acima de todas: é minha irmã Carla. Ela é a mais alta, a que tem as pernas mais torneadas, a que se sobressai no jogo e na bunda mais perfeita da quadra. Não nego que as colegas dela são um tesão, porra, umas dez ou doze gurias altas e magrinhas de dezenove anos, treinando com essas roupas justas não passam despercebidas, mas ela é diferente, especial, única… Ela não me viu, mas eu continuo pensando que aquele corpo eu já tive nu debaixo de mim e já penetrei essa buceta que os shortinhos azuis desenham. Acho que sou um depravado por pensar assim, mas não consigo evitar.
— Caralho, que tesão que é tua irmã, mano! — é a voz do meu amigo Rafa do meu lado, me dando um tapinha nas costas.
— Quê? — pergunto atordoado.
— É, cara, sei que tu não pode admitir e fica de olho nas outras, mas eu não consigo tirar os olhos da bunda da tua irmã Carla. Se fosse a minha, eu comia ela… Adiciona.
− Cala a boca, idiota! – falo bruscamente, dando uma forte cotovelada nele, deixando-o plantado e surpreso com minha reação, porque outras vezes não me incomodou tanto ele me zoar com isso.
Decido ir pra biblioteca, assim não vai ter ninguém me torturando com cada coisa que falo. Preciso refletir em silêncio sobre tudo que aconteceu e tentar assimilar. Acho que no fundo mamãe e Carla estão certas, que isso tudo é uma loucura, algo imoral, sei lá, acho que me deixei levar e elas também, e agora os remorsos tão batendo.
Prefiro esperar até tarde na biblioteca e quando chego em casa já é quase noite. Ao entrar na cozinha, vejo Carla e minha mãe preparando o jantar e conversando, mas param quando apareço na porta. Elas me olham, se olham entre si e continuam arrumando as coisas, tentando disfarçar. Tão sérias, sei que tão falando do assunto, afinal elas são mulheres e se entendem melhor nessas paradas. Eu continuo num puta nó na cabeça.
− Nacho, tempera a salada – mamãe ordena, como em várias outras vezes.
Reparo no rosto dela e ainda noto preocupação, acho que nem ela mesma avaliou o que pode sair disso tudo. Minha mente, no entanto, não consegue evitar de continuar reparando nela como a mulher gostosa que ainda me parece, mesmo sem roupas muito sexy aparentemente, mas pra mim ela continua deslumbrante e muito atraente. Dessa vez, ela tá com um vestido azul claro de ficar em casa, meio gasto. Vai até acima do joelho, mas como fica meio apertado, os peitos dela ficam mais marcados, até os bicos. E tem a Carla, que tá com seu pijaminha de duas peças, onde a de cima é uma roupa super justa que realça os peitos durinhos dela, e a de baixo, uns shortinhos de algodão que desenham a bunda redondinha dela na perfeição. Meu Deus, por que você faz isso comigo?! – me pergunto.
Termino de Preparar a salada e me trocar pra jantar. Não consigo evitar dar umas batidinhas no meu pau, que já tá durasso ao ver minhas duas mulheres, que não só continuam me atraindo, mas agora me obcecam. No fim, escolho uma roupa confortável, mas quando volto pra sala, vejo que a Carla tá me encarando. Não percebo que minha legging de academia justa marca minhas coxas e um volume que, mesmo sem estar no máximo, aparece bem. Além disso, tô com uma camiseta bem apertada que destaca meu peitoral. Não foi de propósito, mas parece que ela gostou da minha roupa. Percebo ela passando a língua nos lábios, e o jeito que ela me olha, junto com a figura dela naquele pijama colado, faz meu volume ganhar vida. Ela suspira, não sei se irritada ou excitada como eu, mas adoro esse olhar dela.
Sentamos na mesa e, curiosamente, passamos quase o tempo todo em silêncio. Nenhum de nós três ousa dizer uma palavra. As garotas se entreolham, cúmplices de terem conversado entre si, mas, mesmo desconfiando, não adivinho exatamente o que foi. Acho que discutiram os prós e contras da festa, o fato de terem transformado uma aula prática em algo muito mais intenso, principalmente quando minha mãe percebeu que tinha transado com o próprio filho ou quando nos pegou no quarto fazendo aquilo entre irmãos, totalmente entregues numa foda magnífica e fora do planejado. Algo insensato? Com certeza.
Vou recolher a mesa, já que é minha tarefa de sempre depois do jantar, mas é a mamãe que me segura pelo pulso.
— Deixa isso pra depois, querido.
— O que foi, mãe?
— Precisamos conversar. Venham, vamos sentar na sala.
As duas garotas sentam no sofá, e eu vou pra poltrona do lado. Engulo seco, porque sei que vem uma bronca. Percebo a mamãe nervosa, como se não quisesse aceitar tudo que aconteceu ou não soubesse como lidar com essa merda toda. Focar. Depois de apertar os punhos e acariciar os joelhos inquieta, ela resolve falar.
— Olhem, filhos, não sei o que vocês acham disso tudo, mas acho que temos que dar um basta agora, antes que seja tarde demais.
— Não entendi, mãe. Do que você tá falando? — respondo, olhando pra aqueles joelhos que acho lindos, ainda mais destacados agora que ela levantou um pouco mais o vestido, mostrando uma boa parte da coxa sedutora dela.
— Eu e a Carla conversamos, mas ela também tá muito confusa com tudo isso, acho que você também. — comenta.
— Sim, claro.
— Então, eu não tinha planejado que tudo saísse assim. Na verdade, queria que fosse só algo bem pontual. Tinha preparado a festa especial do seu aniversário, mas tudo se complicou e não vejo saída.
Claro que as palavras da mãe me confundem mais do que qualquer outra coisa, porque justamente ela passou semanas preparando toda essa bagunça pra agora dizer que não tinha planejado que saísse assim. Sorrio, tentando tirar a seriedade.
— Filho, minha intenção era que vocês aprendessem. Não do ponto de vista sexual, isso vocês vão praticar com seus respectivos parceiros. Não sei se você me entende…
— Francamente, não. — respondo firme, mas é verdade.
— Olha, tentei explicar pra sua irmã, mas acontece a mesma coisa, ela tem uns sentimentos confusos, que não estavam nos planos.
— Continuo sem entender.
— Veja, eu planejei isso, primeiro porque sei que logo vocês vão encontrar alguém pra transar e aproveitar ao máximo. Já conversamos sobre os cuidados e tudo mais, mas minha ideia era criar uma aula onde a gente compartilhasse por um dia algo pra que vocês não estão preparados, e no meu caso foi quase traumático, lá na minha primeira vez. Por isso não queria que fosse além do dia do seu aniversário. Quando vi vocês no quarto da Carla, percebi o tremendo erro que tinha cometido. − Bem, pra isso você tinha organizado tudo, não acho que foi um erro. Não se torture, mãe, você fez com a melhor intenção e te garanto que nos ajudou pra caralho – falo tentando ser prático dentro da loucura que é tudo isso.
Carla está em silêncio, acho que não sabe o que dizer sobre o que aconteceu, mas percebo que de vez em quando o olhar dela vai pro meu corpo e o meu também pro dela. Será que é disso que a mãe tá falando? Ela tenta explicar
− Olha, Nacho, eu queria que esse dia do seu aniversário, além de te dar algo muito especial, fosse algo que ajudasse vocês dois, que fosse uma experiência totalmente sexual, tipo um livro aberto que mostrasse o que vocês poderiam encontrar, evitar erros futuros e que eu desse uma força e um conselho.
− E você nos ajudou pra caralho, mãe – minha irmã completa.
− Eu sei, querido, obrigada, mas tô falando do que vem depois. Fui ingênua em achar que tudo podia ficar numa festa louca, sem perceber as consequências que podia trazer.
− Mas que consequências? – pergunto insistindo.
− É que não quero que vocês vejam a possibilidade de querer continuar com isso porque isso não faz parte do plano. – ela fala se levantando e servindo uma dose, algo que só faz quando tá realmente nervosa.
− Bom, é inevitável que a gente não sinta algo de novo depois do que rolou ontem à noite. Não acha?
− Isso é o que eu não queria, filho. Isso tem que parar aqui e agora. Era só um dia. Só isso! – responde bem séria.
− Se você tá falando de quando Carla e eu…
− Sim, mas não é só por aquele momento específico. Eu entendo que vocês dois precisavam sentir como era, não tô te culpando por isso, mas talvez a gente devesse ter focado de outro jeito, ou simplesmente ter dado só a teoria… Sei lá, tô toda confusa, fui muito na emoção, sem pensar que vocês não são de pedra e que a tentação pode trair vocês.
− Arrependida? Não, não exatamente. Você sabe que nunca me arrependo do que faço, mas estou mal pelo que aconteceu e não quero que isso cause situações complicadas pra vocês.
— Situações complicadas? — volto a questionar.
— Sim, igual outro dia que vocês estavam no quarto da sua irmã. Quem me diz que vocês não vão tentar de novo? Que a qualquer momento vocês vão se desejar como homem e mulher que são, e não como irmãos? Entende o que quero dizer?
— Sim, claro. Mas isso não precisa acontecer — digo sem muita convicção.
— Mas vocês vão sentir atração sexual, ou sentir isso comigo, e é isso que quero evitar a todo custo.
— Quer dizer que a gente não sinta atração?
— Filho, isso não tem como evitar, ainda mais depois de ter vivido tantas experiências, mas sim que vocês controlem como adultos e, principalmente, porque... Vocês são irmãos e eu sou a mãe de vocês!
Porra, isso tudo é uma confusão mais complicada do que eu posso imaginar. Já não sei se o que aconteceu era o que tinha que acontecer ou se a mamãe simplesmente não contou com esses danos colaterais que são o desejo, os impulsos carnais e a luxúria mais selvagem.
— Mas, mamãe, você estava tão disposta, tão decidida... aproveitando tudo... Até gravou!
Nesse momento, Carla levanta o olhar, que estava fixo no chão, para dirigir aos olhos da mamãe, tentando também entender algo mais e por que nossa mãe gravou tudo como se fosse uma festa normal.
— Minha ideia de deixar gravado era justamente por isso, para que ficasse registrado o que aconteceu, um dia especial para todos e lembrar daqui a... sei lá!, uns anos, mas só isso. Talvez não devesse ter gravado, mas me deixei levar pela emoção... não sei. A ideia era lembrar, além de como aprendizado, como algo anedótico, que até nos fizesse rir, mas agora vejo que é muito mais sério e complicado.
— Mamãe, você está arrependida! — digo parecendo o O mais adulto de todos, sendo o mais novo.
— Não, filho, não é isso. O que está feito, está feito, mas quero que me digam o que sentem, se isso vai levar vocês a algo de que possamos nos arrepender depois. Vocês me entendem?
— Bom… você não vai querer que a gente esqueça tudo, né? — falo, bem seguro.
— Claro que não. Já disse que é um dia muito especial para os dois e que vocês devem lembrar com carinho, por isso também quis guardar em imagens, caso um dia precisássemos lembrar como um dia importante, mas nada além disso.
— Então?
— Olha, Nacho, eu sei que você deseja sua irmã e ela deseja você. Em algum momento, isso vai levar vocês dois a transar de novo. Até que você me deseja, e eu não quero que aconteça mais nada. — fala séria, tomando um gole da taça em seguida.
Fico calado por uns instantes, pensando na palavra sexo e não foder, como quando ela falava na festa de aniversário, mas tem outra coisa que fez meu pau ficar rebelde de novo: é pensar na possibilidade de que minha irmã me deseja.
— Bom, isso é inevitável. — afirmo.
— Inevitável?
— Sim, não consigo controlar esse desejo. Carla, você também pensa assim? — pergunto de repente para minha irmã, pra ter certeza de que é recíproco.
As bochechas de Carla ficam vermelhas e percebo a mamãe olhando para ela, sabendo que suas suspeitas se confirmam, mas meu pau parece crescer dentro da minha calça de moletão ao saber que minha irmã também está com aquele formigamento lá embaixo. Porra, isso é muito forte!
— É normal que vocês sintam coisas, são muito jovens, têm os hormônios à flor da pele, uns corpos gostosos, vontade de explorar… é normal que vejam sexo em tudo, na verdade eu também sinto, não consigo evitar sentir… e desejar.
Fico mais alucinado ainda ao saber que a mamãe também sente esse desejo e essa vontade de foder em outro trio maravilhoso. Qual o problema em a gente ter um amor livre de verdade? Pelo que eu sei, tem algum… se for que colocam em prática, embora não conheça ninguém próximo, essa é a verdade.
— Uma coisa é você se sentir tentado, outra é não conseguir se controlar. Sei que isso vai acabar com vocês. — ela nos diz.
— Mas mãe, como é que a gente vai fazer? — pergunta Carla dessa vez.
— Pensei que o melhor é nos separarmos.
— Nos separarmos? — questiono confuso.
— Isso mesmo. Pelo menos vocês dois, ou talvez os três, seria o melhor...
— Mas como, mãe? — pergunta Carla com cara de susto.
— Alguém vai ter que ir morar com a avó e o outro na casa da tia Júlia, por exemplo, pra evitar o que vocês chamam de inevitável. Deixar o tempo passar e que isso feche qualquer ferida aberta e qualquer desejo carnal entre nós três.
Porra, mãe se inclui, então deduzo que ela é uma das que não consegue segurar esses instintos, mas ela fala convencida e até com um tom de certa raiva. Não quero nem pensar que possa ser exilado pra casa da avó ou da tia Júlia, que mora a mais de cem quilômetros de distância, ou que a Carla vá embora e eu não possa vê-la todo dia. Isso seria uma puta merda.
— Não tem outra opção? — acrescenta Carla, que também tá preocupada com essa possível separação.
— Que me deem a palavra de vocês que não vai rolar mais sexo entre nós! Mas isso é algo do qual não posso ter certeza.
Reina um silêncio eterno sem que ninguém fale nada, estamos em choque. Carla me olha, eu olho pra ela e não sabemos como nos comprometer.
— E então? — pergunta de novo — Vocês estariam dispostos a assinar um papel?
Carla e eu nos olhamos, sabemos que o que a mãe tá propondo é algo bizarro, mas não queremos de jeito nenhum ter que nos separar, então qualquer alternativa é bem-vinda.
— Por mim, de acordo. A gente tenta. — diz Carla forçando um sorriso.
— E eu. — afirmo junto com ela.
— Não. Não adianta tentar. O que tiver que ser assinado... Tem que ser cumprida cláusula por cláusula.
— Mas o que a gente assinou? — pergunto.
— Redijo um acordo e todo mundo se compromete. Sei que quando fizemos isso outras vezes pras obrigações de cada um, funcionou.
— Mãe, quando a gente fazia isso éramos umas crianças! — afirma minha irmã.
— Motivo de sobra. Agora vocês são adultos, você prestes a se matricular na faculdade de direito e o documento vai deixar qualquer dúvida clara e se não cumprirem, não vai ter outro jeito senão nos separarmos. Isso não era o combinado. Se alguém não cumprir a parte dele, vamos ter que nos distanciar sem volta.
— Mas que tipo de acordo? Um contrato? — pergunto.
— Mais ou menos. Tenho ele redigido. Vou imprimir, que tá meio pronto.
Nesse instante, mãe vai pro quarto dela, suponho que pra pegar no computador um escrito que ela tem, segundo diz, meio feito.
— Ela já tem isso preparado? — pergunto pra Carla quando mãe entra no quarto.
— Sim. Ela tá muito abalada com tudo, não imaginava que fosse assim. — responde dando de ombros.
— É que tudo é tão estranho. — comento, mas ela não consegue me olhar nos olhos.
— Sim. — responde timidamente.
— Mãe acha que a gente não vai conseguir nos controlar de jeito nenhum, a ponto de nos fazer assinar um contrato?
— Acho que sim. Ela pensava que tudo ia ficar na festa e agora não confia. Eu também não... — acrescenta de cabeça baixa.
Fico pensativo, mas com o olhar fixo no corpo da Carla. Ela é tão gostosa!, com esse pijama tão justinho, onde se marcam as redondezas dos peitos dela, assim como o shortinho tão curto que revela a buceta marcada.
— O que você tá olhando? — ela pergunta.
— Como você é gostosa, irmãzinha! — afirmo.
— Porra, Nacho, já te falei!
— Por quê? É a verdade.
— Olha como a mãe tá com tudo isso, tentando resolver, e você fica nessa.
— Será que você não sente o mesmo? — pergunto e nesse momento aperto meu pau por cima da calça pra deixar claro o quanto ele cresceu de tamanho.
- Seu porco!
- Eu sei, não consigo evitar de me sentir atraído pelo seu corpo e pelo da sua mãe, ainda sinto o formigamento no meu pau de quando a gente transou ontem à noite, você e eu. Acho que isso você não conseguiu esquecer, nem eu, de sentir o apertinho dessa buceta maravilhosa que você tem.
- Cala a boca, por favor! – ela diz, esfregando as coxas, num sinal de que sente o mesmo.
- Eu queria te foder de novo, sentir você nua contra mim de novo.
- Nacho!
- E você chupar meu pau do jeito que sabe fazer tão bem... e eu chupar você.
- Já chega! – ela diz, se levantando com a intenção de sair do sofá e ir pro quarto dela, suponho que sem graça, mas claramente excitada.
Bem no momento em que ela passa por mim, seguro sua cintura e puxo ela. Porra, adoro agarrar essa cinturinha. Então faço força e ela cai em cima de mim, exatamente como da primeira vez que sentou a bunda no meu pau. Agora estamos iguais, com meu pau totalmente duro debaixo da rabeta gostosa dela, sentindo completamente o comprimento da fenda dela no meu membro. O tecido fino das nossas roupas não deixa dúvidas, e o contato é mais que perceptível. Ela se debate, mas sem muita convicção.
- Para com isso, seu porco! – ela fala.
Não tenho noção do quanto posso complicar tudo, mas é que a tentação é grande demais, ainda mais sabendo que ela sente o mesmo, ou pior, se eu tivesse que me separar dela e não vê-la por muitos meses, isso seria uma tortura pra mim. Quando agarro os peitos dela e empurro minha pélvis como se estivesse fodendo ela, sinto a respiração dela acelerar, o corpo dela tremer, e ela não fazer mais esforço pra sair.
- Nacho! – ela diz dessa vez, não reclamando, mas ofegante.
Aproveito a chance pra esticar minha mão e enfiar por baixo do tecido fino do pijama dela e avançar por... Seu púbis pra encontrar a rachinha dela. Ela não tá de calcinha! Que pele macia! Porra, tá toda molhada!
Nesse momento, Carla levanta de repente, percebendo como a gente complica as coisas, ainda mais do que já estão. Ela me olha de cima a baixo, mas o tecido desenha claramente os bicos dos peitos dela, as bochechas vermelhas e um brilho nos olhos difícil de disfarçar.
No instante em que Carla volta pro sofá, vermelha que nem um tomate, a mãe volta do quarto com os papéis que devem ser o tal contrato. Também não consigo evitar de olhar o balanço das tetas dela se aproximando. Espero que ela não tenha notado nada estranho quando voltou, mesmo com os bicos marcados da Carla e meu pau que parece querer pular pra fora da minha calça de moletom…
— Bom, aqui tá. — diz a mãe.
— Você já tinha preparado direitinho. — afirmo.
— Pois é, filho, fiquei pensando nisso o dia inteiro e acho que é melhor assim. Eu também sofreria muito tendo que nos separar, e como sei que vocês vão respeitar isso como bons filhos que são, a assinatura vai selar pra nos obrigar a cumprir. Quem descumprir paga a pena dos três. Já que somos uma família, vamos ter que nos comprometer com isso.
— Todos? — pergunto.
— Sim, Nacho, eu também quero me obrigar, porque sei que posso cair nessa tentação também.
— Então você também continua excitada. — completo, sorrindo.
Mamãe me olha, depois olha pra Carla e não responde, mas não precisa, porque a cara dela é pura evidência.
Ali ela coloca o contrato pra gente, que eu leio por cima, embora a Carla pareça ler com mais devoção, deve ser porque esse ano ela vai começar a faculdade de direito e, como futura advogada, quer ser rigorosa.
— Não acho justo — falo depois de ler tudo de uma vez.
— Por quê? — pergunta minha mãe — é só um compromisso assinado.
— Pois é por isso, um compromisso sobre algo que ficou pela metade. Eu tô excitado. Ainda.
— Já sei, filho, mas… tô tentando deixar claro que isso tudo tem que parar… Não sei que parte você não entendeu.
— A Carla também tá — interrompo, enquanto minha irmã levanta a cabeça com o rosto todo corado.
Minha mãe olha pra filha e depois franze a testa, não sem antes dar uma boa olhada no meu pau que continua duro por baixo da calça.
— E você também tá, mãe. — completo.
— Filho!, pelo amor…
— Vamos, mãe, não se faz de difícil agora.
— Olha, já te falei que isso tudo não é fácil e sentir tesão é normal, considerando que ontem vivemos um monte de experiências e todos passamos por momentos extraordinários e muito gostosos que não vamos apagar, aliás, essa é uma das principais razões pra ter gravado, é o nosso dia, mas continuar com isso seria um erro enorme, filho. Você não percebe?
Sem dúvida, mãe é a mais sensata, primeiro por ser a mais velha, segundo por ser nossa mãe e perceber que suas boas intenções levam dois jovens inexperientes a querer devorar o mundo e, principalmente, um ao outro.
— Mas o contrato diz que tudo se limita à festa de aniversário e que fora disso não podemos ter mais nenhum tipo de relação carnal. — completo.
— Pois é, isso diz, filho. Não era assim?
— Por isso não é justo — completo. — Se limita ao dia do aniversário, a festa começou às seis da tarde e acabou…
— Duas horas depois da meia-noite, quando te peguei no vai e vem com sua irmã. — afirma séria.
— Então, não é o dia do meu aniversário, são só seis horas.
— Bom, não vamos passar as vinte e quatro horas transando. Tem mais coisas na vida.
— Claro que tem, mas não limitar tudo a seis.
— Então, você não tá disposto a assinar? — diz tirando o contrato das minhas mãos, meio decepcionada com minha atitude.
— Tô sim, mãe, tô, mas não limitado a esse tempo curto em O que não tivemos tempo de aprender o suficiente.
Acho que essa última frase minha foi brilhante, porque a mamãe demora pra reagir e responder.
— Então, o que você propõe?
— Ora, estender até o aniversário da Carla, por exemplo.
— Daqui a um mês? — pergunta minha mãe.
— Quando ela fizer dezenove! — afirma dessa vez a Carla, empolgada com a ideia, com um brilho especial nos olhos.
— Claro. — me explico — Até agora, a coisa era que íamos comemorar no meu aniversário, mas era dos dois, por isso não acho justo duplamente: primeiro porque meu presente só durou umas horas, e além disso minha irmã não teve a festa dela igual a minha. Acho que é o mais equilibrado. Além disso, não estamos preparados o suficiente, com certeza tem coisas que vamos ter que aprender e que você pode nos ensinar. Acho que o treinamento que você tinha preparado pra gente ficou curto demais e isso pode nos levar a erros com nossos futuros parceiros. É isso que você quer?
O que eu falei não tem por onde pegar, além de ser mais egoísta do que justo, mas mesmo assim fico bem convencido, seguro do meu discurso e olhando pra elas com cara de autossuficiência.
— Mas isso estaria fora do trato. — acrescenta a mamãe.
— Bom, veja como uma pequena ampliação. Faltam dezoito horas da minha festa, a gente pode passar pra esse dia.
Sei que a mamãe gosta de coisas justas, mesmo que assinadas, por isso ser justo, equilibrado e sensato são três coisas que ela não poderia negar, pelo menos é o que eu penso.
Ela fica pensativa, primeiro olha pra filha, que está na expectativa esperando a resposta e deve sentir a excitação que ela tem. Depois olha pra mim, notando o brilho nos meus olhos e a ereção que se reprime sob o tecido da minha calça.
— Não, já tivemos o suficiente, Nacho. — responde nervosamente.
— Bom, doze. — falo tentando pechinchar as horas.
Mamãe larga o escrito sobre a mesa e cruza os braços. Acho uma pose tão gostosa, vendo ela ali, que meus olhos percorrem as panturrilhas dela e depois tento adivinhar o que se esconde debaixo do que cobre a saia, embora eu tenha gravado a fogo na minha memória e também no Smartphone dela.
− Acho que o Nacho tem razão, mãe, tem coisas que a gente deixou de aprender direito.
− Coisas? – pergunta a mãe de novo, com os braços cruzados e batendo o pé direito nervosamente.
− Sim, sei lá, saber como agir... – completa minha irmã, querendo dar o pitaco dela.
− É, mãe, alguma posição que ajude a gente nos nossos relacionamentos futuros. – entro eu, empolgado, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Nossa professora continua na dúvida, isso é bom, e finalmente olha pra gente de novo, pega o contrato em cima da mesa e diz, levantando o dedo indicador:
− Doze horas no aniversário da Carla!
− Sério? – pergunto sem acreditar e vejo de relance o sorrisão da minha irmã.
− Mas nada até lá. Combinado?
− Combinado! – afirmamos eu e minha irmã, empolgados ao mesmo tempo.
− Como o aniversário da Carla cai numa sexta, eu saio do trabalho às nove. Então a festa especial começa às 11 da noite e termina às 11 da manhã do dia seguinte. Todos de acordo? – ela reforça pra não sobrar nenhuma dúvida.
Nós dois confirmamos eufóricos e, mesmo que a Carla queira disfarçar, ela tá tão tarada quanto eu e com certeza quer dar pra mim de novo. Deus, eu tô louco de tesão só de pensar nisso!
Mãe se abaixa e, em cima da mesa, adiciona uma nova cláusula no contrato, dessa vez escrita a mão. Enquanto ela escreve, vejo que nessa posição dá pra ver boa parte da coxa dela, e meus olhos adivinham a cor da calcinha dela, que é preta com renda. Dá até pra ver a monte de vênus e as dobrinhas da virilha. Ela levanta a vista por um momento.
− Nacho, até o aniversário da Carla, nada! – ela completa, fechando as pernas e me deixando sem a visão, sabendo que eu já tinha dado uma boa olhada.
A última cláusula diz algo assim: "Estende-se para completar a festa do Nacho junto com o aniversário da Carla, por mais doze horas. E nos comprometemos a que não vai rolar sexo, nem qualquer comportamento puramente carnal entre nós, fora dessas duas festas especiais de aniversário."
Ainda não consigo acreditar que a mamãe aceitou, porque eu sei que a Carla também tá super a fim dessa nova festa e acho que nós dois merecemos esse momento, mesmo que sejam só mais doze horas, mas espero aproveitar ao máximo.
Depois de assinar o acordo, até apertando as mãos, como se tivéssemos assinado o contrato das nossas vidas — e pra mim é isso mesmo —, a gente vai pra nossos quartos.
Nem preciso dizer que não consigo pegar no sono e minha cabeça não para de girar, pensando que sou o cara mais sortudo do mundo por ter duas mulheres gostosas que eu amo tanto, e ainda por cima ter convencido elas a ter outro encontro como o da minha festa de aniversário.
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TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGUEIRACAPÍTULO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2971070/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-7.html
CAPÍTULO 7 (O acordo)
Hoje acordei bolado, tentando processar de algum jeito o que aconteceu, mas não tô nem certo se foi tudo um sonho e pronto.
Visto minha cueca nova e vou pra sala. Lá está a mamãe. Ela tá ocupada arrumando as coisas da festa. Tá usando uma daquelas camisolas que antes eu achava provocantes, mas agora, vendo ela de costas, parece até desafiadora, a coisa mais gostosa que alguém pode sonhar. Sinto meu pau se rebelar e começar a inchar que nem um balão.
Ela se vira e me olha de cima a baixo. Eu faço o mesmo. Curto os peitos dela, especialmente os bicos levemente marcados no tecido, e embaixo não vejo a calcinha, mas adivinho. Olho pro rosto dela e vejo, pelos olhos vermelhos, que ela tava chorando.
Ela tá olhando pro meu pau duro na cueca nova. Parece pensativa, como se quisesse organizar a cabeça, igual eu também quero. Me sinto mal por ver ela assim. É tudo tão complicado…
— Filho, ainda tá assim? Não tem aula? — ela pergunta com o olhar fixo no meu volume descarado.
— Tenho, mãe, vou tomar banho e me trocar agora. Queria ver como vocês estão.
— Bem. — responde seca, continuando a limpar os restos do aniversário.
Fico do lado dela ajudando a arrumar. Ficamos uns segundos em silêncio, mas não me vem nada pra dizer.
— Minha irmã? — pergunto, tentando quebrar o gelo.
— Foi pra academia bem cedo. Deve estar chegando.
Porra, eu tô acabado depois da noite passada e minha irmã saiu cedinho pra mexer o corpinho dela. Será que eu sonhei tudo mesmo?
Minha mãe vai pra cozinha com uns pratos, enquanto eu recolho as taças. A gente se cruza umas duas vezes, nos olhamos, mas não falamos. Acho que nenhum dos dois sabe bem o que dizer. Num certo momento, ela tá tirando uns balões pendurados na A parede e ela estica o braço pra pegar a corda que segura eles. Quando faz isso, a camisola sobe um pouco pelas coxas grossas dela, me dando uma visão que me deixa duro que nem um burro. Não sei por quê, mas vou até ela e abraço o corpo dela por trás. Sem pensar, minha mão pega o peito direito dela e amassa de leve, enquanto minha pica cola com força na bunda dela. Que rabo maravilhoso que a minha mãe tem! A dureza do meu pau não deve passar despercebida!
- Mãe! – falo no ouvido dela, nervoso e excitado, tentando beijar o pescoço dela.
Ela se solta de mim e me empurra bruscamente pra eu me afastar na hora, me olhando com cara de susto.
- Nacho, pelo amor de Deus! – me repreende, como se tudo que aconteceu horas antes fosse pura fantasia.
- Mas, mãe, eu...
- Não, por favor, não dificulta mais. Isso não pode continuar assim. Vai se trocar ou você vai se atrasar pra aula. – completa com a voz de comando de mãe, bem longe daquela voz sensual e gostosa de ontem à noite.
Vejo os olhos dela cheios de lágrimas prestes a cair, sem tirar o olhar da minha pica dura debaixo da cueca. Me viro, totalmente confuso, pronto pra tomar banho, tentando entender alguma coisa na minha cabeça bagunçada.
Quando já me troquei, foda-se os livros, e ouço a mãe na cozinha. Chego perto e, sem encostar dessa vez, dou um beijo na bochecha dela, como sempre faço. Ela sorri, mas bem forçado, tão perdida quanto eu. A situação, sem dúvida, é maior que a gente.
- Tchau, mãe, te amo! – falo.
- Eu também, querido. – responde, esticando um pouco mais o sorriso.
Vou saindo de casa, bem na hora que minha irmã linda entra pela porta.
- Carla! – falo, admirando as curvas dessa deusa que se desenham perfeitamente num top branco e umas leggings lilás. Tá de dar água na boca! Ela também sorri pra mim, mas meio sem graça, e eu ainda não consigo processar que ontem à noite eu comi aquele corpanzil. Abraço ela e passo a mão na bunda dela, apalpando por uns segundos, mas ela me empurra do mesmo jeito que a mamãe tinha feito minutos antes. Porra, não tô entendendo nada!
— O que você tá fazendo, Nacho? — ela me repreende.
— Eu…
— Você não acha que já fizemos merda suficiente? — ela completa.
— Sim, mas isso não foi culpa nossa.
— Ah, é? Você acha isso normal?
— Normal não, extraordinário. Ou você acha que a trepada de ontem à noite foi normal? — falo pra ela não me encurralar como se eu fosse o culpado de tudo.
Minha irmã fica em silêncio por uns segundos e me olha de cima a baixo, demorando mais do que o normal na minha virilha.
— Gostou ou não, irmãzinha? — pergunto.
— Sabe que sim… adorei, mas não seja filho da puta. Às vezes, parece que você não tem limite.
— Então? Fica por isso mesmo?
— Não complica, Nacho. Isso saiu do nosso controle.
— É verdade, mas…
— Você viu como a mamãe tá? — ela me repreende, indo pro quarto dela enquanto eu continuo admirando o corpo dela e o jeito que ela caminha, toda sensual, sem conseguir tirar os olhos daquela bunda perfeita enfiada na legging justa.
Definitivamente, teve um antes e um depois desde a minha festa de aniversário. Será que virar maior de idade é se foder até esse ponto?
Passo a manhã inteira com a cabeça em outro lugar, tentando me acalmar com tanta tensão. É verdade o que a Carla diz, tudo saiu do nosso controle, a níveis inimagináveis, mas no fim das contas era essa a intenção da nossa mãe, que aquilo fosse especial, e realmente foi. Agora temos que apagar isso da memória pra sempre? Eu, francamente, não consigo. Ainda tô vendo os corpos das minhas duas preciosidades toda vez que fecho os olhos, são duas gostosas mais que dos sonhos, que eu comi, sim, tanto a minha mãe quanto a minha irmã. Algo assim, nunca vou conseguir esquecer. Acho que não é fácil apagar isso.
No refeitório da escola, também não tô nem aí pra nada nem pra ninguém. Não ligo pras brincadeiras de sempre do meu amigo Rafa, nem pras curvas gostosas de algumas colegas. Hoje tô off, não tô mais afim de adivinhar a cor da calcinha das minas que passam pelos corredores, ou como cresceram os peitos da loira nerd. Só fico olhando pela janela o movimento das árvores, com a mente em outro momento, em outro lugar, junto das minhas duas musas amadas.
De tarde, tenho treino, mas também não tô pra festa e, na real, o técnico fica puto comigo porque não acerto nem uma cesta. Ele me manda pro chuveiro na terceira bola perdida. É aí que aproveito pra ver o treino das meninas do vôlei no outro ginásio. Fico de olho em todas as jogadoras, vestindo seus tops de lycra com o nome nas costas, seus rabinhos enfiados num mini short do mesmo tecido elástico, mas tem uma que se destaca muito acima de todas: é minha irmã Carla. Ela é a mais alta, a que tem as pernas mais torneadas, a que se sobressai no jogo e na bunda mais perfeita da quadra. Não nego que as colegas dela são um tesão, porra, umas dez ou doze gurias altas e magrinhas de dezenove anos, treinando com essas roupas justas não passam despercebidas, mas ela é diferente, especial, única… Ela não me viu, mas eu continuo pensando que aquele corpo eu já tive nu debaixo de mim e já penetrei essa buceta que os shortinhos azuis desenham. Acho que sou um depravado por pensar assim, mas não consigo evitar.
— Caralho, que tesão que é tua irmã, mano! — é a voz do meu amigo Rafa do meu lado, me dando um tapinha nas costas.
— Quê? — pergunto atordoado.
— É, cara, sei que tu não pode admitir e fica de olho nas outras, mas eu não consigo tirar os olhos da bunda da tua irmã Carla. Se fosse a minha, eu comia ela… Adiciona.
− Cala a boca, idiota! – falo bruscamente, dando uma forte cotovelada nele, deixando-o plantado e surpreso com minha reação, porque outras vezes não me incomodou tanto ele me zoar com isso.
Decido ir pra biblioteca, assim não vai ter ninguém me torturando com cada coisa que falo. Preciso refletir em silêncio sobre tudo que aconteceu e tentar assimilar. Acho que no fundo mamãe e Carla estão certas, que isso tudo é uma loucura, algo imoral, sei lá, acho que me deixei levar e elas também, e agora os remorsos tão batendo.
Prefiro esperar até tarde na biblioteca e quando chego em casa já é quase noite. Ao entrar na cozinha, vejo Carla e minha mãe preparando o jantar e conversando, mas param quando apareço na porta. Elas me olham, se olham entre si e continuam arrumando as coisas, tentando disfarçar. Tão sérias, sei que tão falando do assunto, afinal elas são mulheres e se entendem melhor nessas paradas. Eu continuo num puta nó na cabeça.
− Nacho, tempera a salada – mamãe ordena, como em várias outras vezes.
Reparo no rosto dela e ainda noto preocupação, acho que nem ela mesma avaliou o que pode sair disso tudo. Minha mente, no entanto, não consegue evitar de continuar reparando nela como a mulher gostosa que ainda me parece, mesmo sem roupas muito sexy aparentemente, mas pra mim ela continua deslumbrante e muito atraente. Dessa vez, ela tá com um vestido azul claro de ficar em casa, meio gasto. Vai até acima do joelho, mas como fica meio apertado, os peitos dela ficam mais marcados, até os bicos. E tem a Carla, que tá com seu pijaminha de duas peças, onde a de cima é uma roupa super justa que realça os peitos durinhos dela, e a de baixo, uns shortinhos de algodão que desenham a bunda redondinha dela na perfeição. Meu Deus, por que você faz isso comigo?! – me pergunto.
Termino de Preparar a salada e me trocar pra jantar. Não consigo evitar dar umas batidinhas no meu pau, que já tá durasso ao ver minhas duas mulheres, que não só continuam me atraindo, mas agora me obcecam. No fim, escolho uma roupa confortável, mas quando volto pra sala, vejo que a Carla tá me encarando. Não percebo que minha legging de academia justa marca minhas coxas e um volume que, mesmo sem estar no máximo, aparece bem. Além disso, tô com uma camiseta bem apertada que destaca meu peitoral. Não foi de propósito, mas parece que ela gostou da minha roupa. Percebo ela passando a língua nos lábios, e o jeito que ela me olha, junto com a figura dela naquele pijama colado, faz meu volume ganhar vida. Ela suspira, não sei se irritada ou excitada como eu, mas adoro esse olhar dela.
Sentamos na mesa e, curiosamente, passamos quase o tempo todo em silêncio. Nenhum de nós três ousa dizer uma palavra. As garotas se entreolham, cúmplices de terem conversado entre si, mas, mesmo desconfiando, não adivinho exatamente o que foi. Acho que discutiram os prós e contras da festa, o fato de terem transformado uma aula prática em algo muito mais intenso, principalmente quando minha mãe percebeu que tinha transado com o próprio filho ou quando nos pegou no quarto fazendo aquilo entre irmãos, totalmente entregues numa foda magnífica e fora do planejado. Algo insensato? Com certeza.
Vou recolher a mesa, já que é minha tarefa de sempre depois do jantar, mas é a mamãe que me segura pelo pulso.
— Deixa isso pra depois, querido.
— O que foi, mãe?
— Precisamos conversar. Venham, vamos sentar na sala.
As duas garotas sentam no sofá, e eu vou pra poltrona do lado. Engulo seco, porque sei que vem uma bronca. Percebo a mamãe nervosa, como se não quisesse aceitar tudo que aconteceu ou não soubesse como lidar com essa merda toda. Focar. Depois de apertar os punhos e acariciar os joelhos inquieta, ela resolve falar.
— Olhem, filhos, não sei o que vocês acham disso tudo, mas acho que temos que dar um basta agora, antes que seja tarde demais.
— Não entendi, mãe. Do que você tá falando? — respondo, olhando pra aqueles joelhos que acho lindos, ainda mais destacados agora que ela levantou um pouco mais o vestido, mostrando uma boa parte da coxa sedutora dela.
— Eu e a Carla conversamos, mas ela também tá muito confusa com tudo isso, acho que você também. — comenta.
— Sim, claro.
— Então, eu não tinha planejado que tudo saísse assim. Na verdade, queria que fosse só algo bem pontual. Tinha preparado a festa especial do seu aniversário, mas tudo se complicou e não vejo saída.
Claro que as palavras da mãe me confundem mais do que qualquer outra coisa, porque justamente ela passou semanas preparando toda essa bagunça pra agora dizer que não tinha planejado que saísse assim. Sorrio, tentando tirar a seriedade.
— Filho, minha intenção era que vocês aprendessem. Não do ponto de vista sexual, isso vocês vão praticar com seus respectivos parceiros. Não sei se você me entende…
— Francamente, não. — respondo firme, mas é verdade.
— Olha, tentei explicar pra sua irmã, mas acontece a mesma coisa, ela tem uns sentimentos confusos, que não estavam nos planos.
— Continuo sem entender.
— Veja, eu planejei isso, primeiro porque sei que logo vocês vão encontrar alguém pra transar e aproveitar ao máximo. Já conversamos sobre os cuidados e tudo mais, mas minha ideia era criar uma aula onde a gente compartilhasse por um dia algo pra que vocês não estão preparados, e no meu caso foi quase traumático, lá na minha primeira vez. Por isso não queria que fosse além do dia do seu aniversário. Quando vi vocês no quarto da Carla, percebi o tremendo erro que tinha cometido. − Bem, pra isso você tinha organizado tudo, não acho que foi um erro. Não se torture, mãe, você fez com a melhor intenção e te garanto que nos ajudou pra caralho – falo tentando ser prático dentro da loucura que é tudo isso.
Carla está em silêncio, acho que não sabe o que dizer sobre o que aconteceu, mas percebo que de vez em quando o olhar dela vai pro meu corpo e o meu também pro dela. Será que é disso que a mãe tá falando? Ela tenta explicar
− Olha, Nacho, eu queria que esse dia do seu aniversário, além de te dar algo muito especial, fosse algo que ajudasse vocês dois, que fosse uma experiência totalmente sexual, tipo um livro aberto que mostrasse o que vocês poderiam encontrar, evitar erros futuros e que eu desse uma força e um conselho.
− E você nos ajudou pra caralho, mãe – minha irmã completa.
− Eu sei, querido, obrigada, mas tô falando do que vem depois. Fui ingênua em achar que tudo podia ficar numa festa louca, sem perceber as consequências que podia trazer.
− Mas que consequências? – pergunto insistindo.
− É que não quero que vocês vejam a possibilidade de querer continuar com isso porque isso não faz parte do plano. – ela fala se levantando e servindo uma dose, algo que só faz quando tá realmente nervosa.
− Bom, é inevitável que a gente não sinta algo de novo depois do que rolou ontem à noite. Não acha?
− Isso é o que eu não queria, filho. Isso tem que parar aqui e agora. Era só um dia. Só isso! – responde bem séria.
− Se você tá falando de quando Carla e eu…
− Sim, mas não é só por aquele momento específico. Eu entendo que vocês dois precisavam sentir como era, não tô te culpando por isso, mas talvez a gente devesse ter focado de outro jeito, ou simplesmente ter dado só a teoria… Sei lá, tô toda confusa, fui muito na emoção, sem pensar que vocês não são de pedra e que a tentação pode trair vocês.
− Arrependida? Não, não exatamente. Você sabe que nunca me arrependo do que faço, mas estou mal pelo que aconteceu e não quero que isso cause situações complicadas pra vocês.
— Situações complicadas? — volto a questionar.
— Sim, igual outro dia que vocês estavam no quarto da sua irmã. Quem me diz que vocês não vão tentar de novo? Que a qualquer momento vocês vão se desejar como homem e mulher que são, e não como irmãos? Entende o que quero dizer?
— Sim, claro. Mas isso não precisa acontecer — digo sem muita convicção.
— Mas vocês vão sentir atração sexual, ou sentir isso comigo, e é isso que quero evitar a todo custo.
— Quer dizer que a gente não sinta atração?
— Filho, isso não tem como evitar, ainda mais depois de ter vivido tantas experiências, mas sim que vocês controlem como adultos e, principalmente, porque... Vocês são irmãos e eu sou a mãe de vocês!
Porra, isso tudo é uma confusão mais complicada do que eu posso imaginar. Já não sei se o que aconteceu era o que tinha que acontecer ou se a mamãe simplesmente não contou com esses danos colaterais que são o desejo, os impulsos carnais e a luxúria mais selvagem.
— Mas, mamãe, você estava tão disposta, tão decidida... aproveitando tudo... Até gravou!
Nesse momento, Carla levanta o olhar, que estava fixo no chão, para dirigir aos olhos da mamãe, tentando também entender algo mais e por que nossa mãe gravou tudo como se fosse uma festa normal.
— Minha ideia de deixar gravado era justamente por isso, para que ficasse registrado o que aconteceu, um dia especial para todos e lembrar daqui a... sei lá!, uns anos, mas só isso. Talvez não devesse ter gravado, mas me deixei levar pela emoção... não sei. A ideia era lembrar, além de como aprendizado, como algo anedótico, que até nos fizesse rir, mas agora vejo que é muito mais sério e complicado.
— Mamãe, você está arrependida! — digo parecendo o O mais adulto de todos, sendo o mais novo.
— Não, filho, não é isso. O que está feito, está feito, mas quero que me digam o que sentem, se isso vai levar vocês a algo de que possamos nos arrepender depois. Vocês me entendem?
— Bom… você não vai querer que a gente esqueça tudo, né? — falo, bem seguro.
— Claro que não. Já disse que é um dia muito especial para os dois e que vocês devem lembrar com carinho, por isso também quis guardar em imagens, caso um dia precisássemos lembrar como um dia importante, mas nada além disso.
— Então?
— Olha, Nacho, eu sei que você deseja sua irmã e ela deseja você. Em algum momento, isso vai levar vocês dois a transar de novo. Até que você me deseja, e eu não quero que aconteça mais nada. — fala séria, tomando um gole da taça em seguida.
Fico calado por uns instantes, pensando na palavra sexo e não foder, como quando ela falava na festa de aniversário, mas tem outra coisa que fez meu pau ficar rebelde de novo: é pensar na possibilidade de que minha irmã me deseja.
— Bom, isso é inevitável. — afirmo.
— Inevitável?
— Sim, não consigo controlar esse desejo. Carla, você também pensa assim? — pergunto de repente para minha irmã, pra ter certeza de que é recíproco.
As bochechas de Carla ficam vermelhas e percebo a mamãe olhando para ela, sabendo que suas suspeitas se confirmam, mas meu pau parece crescer dentro da minha calça de moletão ao saber que minha irmã também está com aquele formigamento lá embaixo. Porra, isso é muito forte!
— É normal que vocês sintam coisas, são muito jovens, têm os hormônios à flor da pele, uns corpos gostosos, vontade de explorar… é normal que vejam sexo em tudo, na verdade eu também sinto, não consigo evitar sentir… e desejar.
Fico mais alucinado ainda ao saber que a mamãe também sente esse desejo e essa vontade de foder em outro trio maravilhoso. Qual o problema em a gente ter um amor livre de verdade? Pelo que eu sei, tem algum… se for que colocam em prática, embora não conheça ninguém próximo, essa é a verdade.
— Uma coisa é você se sentir tentado, outra é não conseguir se controlar. Sei que isso vai acabar com vocês. — ela nos diz.
— Mas mãe, como é que a gente vai fazer? — pergunta Carla dessa vez.
— Pensei que o melhor é nos separarmos.
— Nos separarmos? — questiono confuso.
— Isso mesmo. Pelo menos vocês dois, ou talvez os três, seria o melhor...
— Mas como, mãe? — pergunta Carla com cara de susto.
— Alguém vai ter que ir morar com a avó e o outro na casa da tia Júlia, por exemplo, pra evitar o que vocês chamam de inevitável. Deixar o tempo passar e que isso feche qualquer ferida aberta e qualquer desejo carnal entre nós três.
Porra, mãe se inclui, então deduzo que ela é uma das que não consegue segurar esses instintos, mas ela fala convencida e até com um tom de certa raiva. Não quero nem pensar que possa ser exilado pra casa da avó ou da tia Júlia, que mora a mais de cem quilômetros de distância, ou que a Carla vá embora e eu não possa vê-la todo dia. Isso seria uma puta merda.
— Não tem outra opção? — acrescenta Carla, que também tá preocupada com essa possível separação.
— Que me deem a palavra de vocês que não vai rolar mais sexo entre nós! Mas isso é algo do qual não posso ter certeza.
Reina um silêncio eterno sem que ninguém fale nada, estamos em choque. Carla me olha, eu olho pra ela e não sabemos como nos comprometer.
— E então? — pergunta de novo — Vocês estariam dispostos a assinar um papel?
Carla e eu nos olhamos, sabemos que o que a mãe tá propondo é algo bizarro, mas não queremos de jeito nenhum ter que nos separar, então qualquer alternativa é bem-vinda.
— Por mim, de acordo. A gente tenta. — diz Carla forçando um sorriso.
— E eu. — afirmo junto com ela.
— Não. Não adianta tentar. O que tiver que ser assinado... Tem que ser cumprida cláusula por cláusula.
— Mas o que a gente assinou? — pergunto.
— Redijo um acordo e todo mundo se compromete. Sei que quando fizemos isso outras vezes pras obrigações de cada um, funcionou.
— Mãe, quando a gente fazia isso éramos umas crianças! — afirma minha irmã.
— Motivo de sobra. Agora vocês são adultos, você prestes a se matricular na faculdade de direito e o documento vai deixar qualquer dúvida clara e se não cumprirem, não vai ter outro jeito senão nos separarmos. Isso não era o combinado. Se alguém não cumprir a parte dele, vamos ter que nos distanciar sem volta.
— Mas que tipo de acordo? Um contrato? — pergunto.
— Mais ou menos. Tenho ele redigido. Vou imprimir, que tá meio pronto.
Nesse instante, mãe vai pro quarto dela, suponho que pra pegar no computador um escrito que ela tem, segundo diz, meio feito.
— Ela já tem isso preparado? — pergunto pra Carla quando mãe entra no quarto.
— Sim. Ela tá muito abalada com tudo, não imaginava que fosse assim. — responde dando de ombros.
— É que tudo é tão estranho. — comento, mas ela não consegue me olhar nos olhos.
— Sim. — responde timidamente.
— Mãe acha que a gente não vai conseguir nos controlar de jeito nenhum, a ponto de nos fazer assinar um contrato?
— Acho que sim. Ela pensava que tudo ia ficar na festa e agora não confia. Eu também não... — acrescenta de cabeça baixa.
Fico pensativo, mas com o olhar fixo no corpo da Carla. Ela é tão gostosa!, com esse pijama tão justinho, onde se marcam as redondezas dos peitos dela, assim como o shortinho tão curto que revela a buceta marcada.
— O que você tá olhando? — ela pergunta.
— Como você é gostosa, irmãzinha! — afirmo.
— Porra, Nacho, já te falei!
— Por quê? É a verdade.
— Olha como a mãe tá com tudo isso, tentando resolver, e você fica nessa.
— Será que você não sente o mesmo? — pergunto e nesse momento aperto meu pau por cima da calça pra deixar claro o quanto ele cresceu de tamanho.
- Seu porco!
- Eu sei, não consigo evitar de me sentir atraído pelo seu corpo e pelo da sua mãe, ainda sinto o formigamento no meu pau de quando a gente transou ontem à noite, você e eu. Acho que isso você não conseguiu esquecer, nem eu, de sentir o apertinho dessa buceta maravilhosa que você tem.
- Cala a boca, por favor! – ela diz, esfregando as coxas, num sinal de que sente o mesmo.
- Eu queria te foder de novo, sentir você nua contra mim de novo.
- Nacho!
- E você chupar meu pau do jeito que sabe fazer tão bem... e eu chupar você.
- Já chega! – ela diz, se levantando com a intenção de sair do sofá e ir pro quarto dela, suponho que sem graça, mas claramente excitada.
Bem no momento em que ela passa por mim, seguro sua cintura e puxo ela. Porra, adoro agarrar essa cinturinha. Então faço força e ela cai em cima de mim, exatamente como da primeira vez que sentou a bunda no meu pau. Agora estamos iguais, com meu pau totalmente duro debaixo da rabeta gostosa dela, sentindo completamente o comprimento da fenda dela no meu membro. O tecido fino das nossas roupas não deixa dúvidas, e o contato é mais que perceptível. Ela se debate, mas sem muita convicção.
- Para com isso, seu porco! – ela fala.
Não tenho noção do quanto posso complicar tudo, mas é que a tentação é grande demais, ainda mais sabendo que ela sente o mesmo, ou pior, se eu tivesse que me separar dela e não vê-la por muitos meses, isso seria uma tortura pra mim. Quando agarro os peitos dela e empurro minha pélvis como se estivesse fodendo ela, sinto a respiração dela acelerar, o corpo dela tremer, e ela não fazer mais esforço pra sair.
- Nacho! – ela diz dessa vez, não reclamando, mas ofegante.
Aproveito a chance pra esticar minha mão e enfiar por baixo do tecido fino do pijama dela e avançar por... Seu púbis pra encontrar a rachinha dela. Ela não tá de calcinha! Que pele macia! Porra, tá toda molhada!
Nesse momento, Carla levanta de repente, percebendo como a gente complica as coisas, ainda mais do que já estão. Ela me olha de cima a baixo, mas o tecido desenha claramente os bicos dos peitos dela, as bochechas vermelhas e um brilho nos olhos difícil de disfarçar.
No instante em que Carla volta pro sofá, vermelha que nem um tomate, a mãe volta do quarto com os papéis que devem ser o tal contrato. Também não consigo evitar de olhar o balanço das tetas dela se aproximando. Espero que ela não tenha notado nada estranho quando voltou, mesmo com os bicos marcados da Carla e meu pau que parece querer pular pra fora da minha calça de moletom…
— Bom, aqui tá. — diz a mãe.
— Você já tinha preparado direitinho. — afirmo.
— Pois é, filho, fiquei pensando nisso o dia inteiro e acho que é melhor assim. Eu também sofreria muito tendo que nos separar, e como sei que vocês vão respeitar isso como bons filhos que são, a assinatura vai selar pra nos obrigar a cumprir. Quem descumprir paga a pena dos três. Já que somos uma família, vamos ter que nos comprometer com isso.
— Todos? — pergunto.
— Sim, Nacho, eu também quero me obrigar, porque sei que posso cair nessa tentação também.
— Então você também continua excitada. — completo, sorrindo.
Mamãe me olha, depois olha pra Carla e não responde, mas não precisa, porque a cara dela é pura evidência.
Ali ela coloca o contrato pra gente, que eu leio por cima, embora a Carla pareça ler com mais devoção, deve ser porque esse ano ela vai começar a faculdade de direito e, como futura advogada, quer ser rigorosa.
— Não acho justo — falo depois de ler tudo de uma vez.
— Por quê? — pergunta minha mãe — é só um compromisso assinado.
— Pois é por isso, um compromisso sobre algo que ficou pela metade. Eu tô excitado. Ainda.
— Já sei, filho, mas… tô tentando deixar claro que isso tudo tem que parar… Não sei que parte você não entendeu.
— A Carla também tá — interrompo, enquanto minha irmã levanta a cabeça com o rosto todo corado.
Minha mãe olha pra filha e depois franze a testa, não sem antes dar uma boa olhada no meu pau que continua duro por baixo da calça.
— E você também tá, mãe. — completo.
— Filho!, pelo amor…
— Vamos, mãe, não se faz de difícil agora.
— Olha, já te falei que isso tudo não é fácil e sentir tesão é normal, considerando que ontem vivemos um monte de experiências e todos passamos por momentos extraordinários e muito gostosos que não vamos apagar, aliás, essa é uma das principais razões pra ter gravado, é o nosso dia, mas continuar com isso seria um erro enorme, filho. Você não percebe?
Sem dúvida, mãe é a mais sensata, primeiro por ser a mais velha, segundo por ser nossa mãe e perceber que suas boas intenções levam dois jovens inexperientes a querer devorar o mundo e, principalmente, um ao outro.
— Mas o contrato diz que tudo se limita à festa de aniversário e que fora disso não podemos ter mais nenhum tipo de relação carnal. — completo.
— Pois é, isso diz, filho. Não era assim?
— Por isso não é justo — completo. — Se limita ao dia do aniversário, a festa começou às seis da tarde e acabou…
— Duas horas depois da meia-noite, quando te peguei no vai e vem com sua irmã. — afirma séria.
— Então, não é o dia do meu aniversário, são só seis horas.
— Bom, não vamos passar as vinte e quatro horas transando. Tem mais coisas na vida.
— Claro que tem, mas não limitar tudo a seis.
— Então, você não tá disposto a assinar? — diz tirando o contrato das minhas mãos, meio decepcionada com minha atitude.
— Tô sim, mãe, tô, mas não limitado a esse tempo curto em O que não tivemos tempo de aprender o suficiente.
Acho que essa última frase minha foi brilhante, porque a mamãe demora pra reagir e responder.
— Então, o que você propõe?
— Ora, estender até o aniversário da Carla, por exemplo.
— Daqui a um mês? — pergunta minha mãe.
— Quando ela fizer dezenove! — afirma dessa vez a Carla, empolgada com a ideia, com um brilho especial nos olhos.
— Claro. — me explico — Até agora, a coisa era que íamos comemorar no meu aniversário, mas era dos dois, por isso não acho justo duplamente: primeiro porque meu presente só durou umas horas, e além disso minha irmã não teve a festa dela igual a minha. Acho que é o mais equilibrado. Além disso, não estamos preparados o suficiente, com certeza tem coisas que vamos ter que aprender e que você pode nos ensinar. Acho que o treinamento que você tinha preparado pra gente ficou curto demais e isso pode nos levar a erros com nossos futuros parceiros. É isso que você quer?
O que eu falei não tem por onde pegar, além de ser mais egoísta do que justo, mas mesmo assim fico bem convencido, seguro do meu discurso e olhando pra elas com cara de autossuficiência.
— Mas isso estaria fora do trato. — acrescenta a mamãe.
— Bom, veja como uma pequena ampliação. Faltam dezoito horas da minha festa, a gente pode passar pra esse dia.
Sei que a mamãe gosta de coisas justas, mesmo que assinadas, por isso ser justo, equilibrado e sensato são três coisas que ela não poderia negar, pelo menos é o que eu penso.
Ela fica pensativa, primeiro olha pra filha, que está na expectativa esperando a resposta e deve sentir a excitação que ela tem. Depois olha pra mim, notando o brilho nos meus olhos e a ereção que se reprime sob o tecido da minha calça.
— Não, já tivemos o suficiente, Nacho. — responde nervosamente.
— Bom, doze. — falo tentando pechinchar as horas.
Mamãe larga o escrito sobre a mesa e cruza os braços. Acho uma pose tão gostosa, vendo ela ali, que meus olhos percorrem as panturrilhas dela e depois tento adivinhar o que se esconde debaixo do que cobre a saia, embora eu tenha gravado a fogo na minha memória e também no Smartphone dela.
− Acho que o Nacho tem razão, mãe, tem coisas que a gente deixou de aprender direito.
− Coisas? – pergunta a mãe de novo, com os braços cruzados e batendo o pé direito nervosamente.
− Sim, sei lá, saber como agir... – completa minha irmã, querendo dar o pitaco dela.
− É, mãe, alguma posição que ajude a gente nos nossos relacionamentos futuros. – entro eu, empolgado, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Nossa professora continua na dúvida, isso é bom, e finalmente olha pra gente de novo, pega o contrato em cima da mesa e diz, levantando o dedo indicador:
− Doze horas no aniversário da Carla!
− Sério? – pergunto sem acreditar e vejo de relance o sorrisão da minha irmã.
− Mas nada até lá. Combinado?
− Combinado! – afirmamos eu e minha irmã, empolgados ao mesmo tempo.
− Como o aniversário da Carla cai numa sexta, eu saio do trabalho às nove. Então a festa especial começa às 11 da noite e termina às 11 da manhã do dia seguinte. Todos de acordo? – ela reforça pra não sobrar nenhuma dúvida.
Nós dois confirmamos eufóricos e, mesmo que a Carla queira disfarçar, ela tá tão tarada quanto eu e com certeza quer dar pra mim de novo. Deus, eu tô louco de tesão só de pensar nisso!
Mãe se abaixa e, em cima da mesa, adiciona uma nova cláusula no contrato, dessa vez escrita a mão. Enquanto ela escreve, vejo que nessa posição dá pra ver boa parte da coxa dela, e meus olhos adivinham a cor da calcinha dela, que é preta com renda. Dá até pra ver a monte de vênus e as dobrinhas da virilha. Ela levanta a vista por um momento.
− Nacho, até o aniversário da Carla, nada! – ela completa, fechando as pernas e me deixando sem a visão, sabendo que eu já tinha dado uma boa olhada.
A última cláusula diz algo assim: "Estende-se para completar a festa do Nacho junto com o aniversário da Carla, por mais doze horas. E nos comprometemos a que não vai rolar sexo, nem qualquer comportamento puramente carnal entre nós, fora dessas duas festas especiais de aniversário."
Ainda não consigo acreditar que a mamãe aceitou, porque eu sei que a Carla também tá super a fim dessa nova festa e acho que nós dois merecemos esse momento, mesmo que sejam só mais doze horas, mas espero aproveitar ao máximo.
Depois de assinar o acordo, até apertando as mãos, como se tivéssemos assinado o contrato das nossas vidas — e pra mim é isso mesmo —, a gente vai pra nossos quartos.
Nem preciso dizer que não consigo pegar no sono e minha cabeça não para de girar, pensando que sou o cara mais sortudo do mundo por ter duas mulheres gostosas que eu amo tanto, e ainda por cima ter convencido elas a ter outro encontro como o da minha festa de aniversário.
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5 comentários - Minha mãe, minha irmã e a festa de 8 anos