Olá:
Continuo com meus contos tirados da Internet. Neste caso, é sobre um jovem que adorava ficar espiando os militares nas suas rondas, e graças à sua atitude corajosa, teve um deles à sua mercê.
O conto estava em inglês e tive que traduzir. Espero que vocês gostem tanto quanto eu.
Algumas datas e idades foram modificadas por causa das restrições e regras do Poringa.
Qual é a coisa mais corajosa que você já fez? E a mais louca?Esta é uma história real, e eu já gastei dezenas de galões de porra contando isso pra vocês. Por isso que eu curto tanto essas fotos.
A foto que postei me lembra uma parada que rolou na minha juventude. Sei que essa foto já tá rodando na internet há um tempão. Mas esse cara parece um soldado que eu me aproveitei quando tinha uns 18 anos.
Cresci em San Diego, perto da Base Aérea de Miramar. Se eu seguisse o desfiladeiro que descia uns cinco quilômetros atrás da minha casa, chegava num lago pequeno. Eu adorava ir até lá porque era um lugar onde podia ficar sozinho, tirar toda a roupa e andar pelado na natureza. Às vezes testava o quão longe conseguia ir das minhas roupas. Isso me excitava pra caralho.
Tecnicamente, aquilo era propriedade militar, mas não fazia parte da Base. De vez em quando a Polícia Militar passava patrulhando. Quando eu ouvia eles vindo, me escondia nos arbustos até eles irem embora. Às vezes eu tava pelado, e ficava louco pensando no que aconteceria se me pegassem.
Na maioria das vezes, vinham dois Policiais Militares, mas no verão que eu completei 18, vinha só um. Ele aparecia toda terça e quarta às 14h. Eu sempre esperava por ele e ficava de olho, não porque ele fosse tão bonitão assim. Ele tinha uns 22 ou 23 anos, cabelo meio loiro, igualzinho o cara das fotos. Corpo musculoso e baixinho, que nem lutador, e bem peludo. Pra mim, que tinha 18, ele parecia um homem completamente formado.
Era o que ele fazia que realmente me deixava de pau duro. Todo dia, depois que chegava, ele dava a volta completa no lago, checando se tinha alguém por perto ou vendo se algo tava fora do normal. Já que aquilo era propriedade militar, se a Polícia Militar te encontrasse, podiam te expulsar ou te levar pra Base.
Depois que ele dava a volta inteira no lago, parava numa área Onde tinha umas árvores e uns arbustos, aí ele tirava a roupa toda e nadava no lago. Por umas duas ou três semanas, me escondi naquele verão pra ficar de olho nele. Ele nadava o lago inteiro, de um lado pro outro, saía da água e se secava no vento. Nunca vi ele usar toalha. Depois que se vestia, andava mais ou menos um quilômetro e meio de volta até a caminhonete dele. Isso era um puta material de punheta pra mim. Depois que ele ia embora, eu tirava toda a roupa, deixava nos arbustos e ia pro lugar exato onde ele tinha entrado na água, fingindo que ele tava ali comigo. Ainda fantasio com isso hoje em dia.
Uma vez, durante a terceira semana que fiquei espiando ele, decidi que precisava conhecê-lo. Talvez ele me deixasse nadar pelado junto com ele. Elaborei um plano pra pegar ele pelado assim que saísse da água.
Na terça-feira seguinte, esperei por ele e fiquei observando do meu esconderijo no mato. Depois que ele tirou a roupa e começou a nadar, me esgueirei até onde ele tinha deixado as roupas. Esperei até ele passar da metade do lago, então corri e peguei todas as coisas dele, as botas, tudo. Levei tudo pra uns arbustos ali perto e escondi. Depois voltei e me escondi perto de onde ele tinha entrado na água, esperando ele voltar.
Uma excitação do caralho tomou conta de mim quando vi a cara dele ao perceber que toda a roupa tinha sumido. Ele se cobriu com as mãos, escondendo as bolas enquanto olhava em volta tentando achar as coisas. Depois de uns quatro ou cinco minutos, saí do meu esconderijo. Ele parecia surpreso e envergonhado por um moleque ter pego ele pelado. Tentava se cobrir enquanto voltava pra água pra se esconder. Tentei dizer que tava tudo bem, que eu tinha visto ele nadando nas últimas semanas.
Soando muito envergonhado, ele me perguntou se eu sabia onde estavam as roupas dele, que ele ia precisar pra voltar pra base. A carteira e as chaves da caminhonete estavam nos bolsos da calça. Falei que eu sabia onde as roupas estavam, na verdade, eu era o único que tinha pegado elas.
Aí ele começou a andar na minha direção como se fosse me bater. Falei: "Calma, tenho um favor pra te pedir." Ele parou e ficou na minha frente. Ainda tava molhado depois de nadar. O que percebi é que nós dois tínhamos a mesma altura, só que ele era mais musculoso, e tinha bastante pelo no peito, enquanto eu não tinha nada. Tava realmente me deixando com tesão saber que ele tava na minha frente completamente pelado e eu ainda totalmente vestido, como se eu tivesse um certo controle sobre ele.
Ele me pediu por favor se podia devolver a roupa dele, e aí ele consideraria me ajudar. Falei que não, mas se ele me fizesse aquele favor, eu mostraria onde tinha escondido. Ele perguntou o que eu precisava que ele fizesse por mim. Falei: "Você pode, por favor, me ensinar como se masturbar?" Nunca vou esquecer a cara que ele fez quando fiz essa pergunta.
Ele disse que não podia fazer isso. É algo que um homem só faz em particular. Além disso, eu parecia muito jovem e ele podia se meter em encrenca.
Falei que ninguém ia saber, só ele e eu, e o quanto eu ia aprender se alguém mais velho me ensinasse.
A gente ficou discutindo por uns quinze ou vinte minutos, ele dizendo que é algo que meu pai ou algum irmão mais velho devia me ensinar. E eu implorando pra ele por favor me mostrar como se faz. Foi divertido ficar falando com ele enquanto ele estava totalmente pelado e eu completamente vestido. Ele parou de se cobrir e eu pude ver que o pau dele estava ficando cada vez maior com toda aquela conversa sobre sexo. Num momento, ficou num ângulo de 45°. Acho que ele não percebeu o quanto tinha crescido até mexer a mão pra se cobrir. Ele parecia envergonhado, mas quanto mais tentava se cobrir, maior ficava. Finalmente, estava bem dura e ereta pra cima, e não tinha muito que ele pudesse fazer pra esconder.
Ouvi ele falar baixinho, "porra", enquanto começava a esfregar.
Ele se encostou numa das árvores na beira do lago e começou a explicar como se masturbar.
Eu estava tão excitado e hipnotizado por aquele cara gostoso, pelado, de pau duro, se masturbando na minha frente. Sinceramente, não achei que ele fosse fazer. Mas ali estava ele, em toda a sua glória sob o sol, batendo punheta praquele pedaço de carne.
Me aproximei algumas vezes e tentei tocar, mas ele afastava minha mão toda hora. Depois de várias tentativas, finalmente, ele tirou a mão do pau e eu agarrei ele com o punho fechado. Não podia acreditar como estava morno, quase quente. Nunca vou esquecer. Esse sentimento, a primeira vez que toquei na pica de outro cara.
Depois de alguns segundos, ele tirou minha mão e continuou no que tava fazendo. Não demorou muito depois disso. Não acredito quanto e quão longe o esperma dele espirrou. Ele tava respirando com dificuldade e meio suado. Parecia bem inquieto e nervoso com aquilo, como se só quisesse pegar a roupa dele e vazar dali. Ele me olhou e perguntou se eu tinha aprendido alguma coisa. Eu disse: "SIM!" Falei muito obrigado, e que ia tentar aquilo quando estivesse sozinho no meu quarto naquela noite. Ele me lembrou que isso normalmente se faz em particular. "Agora, cê pode me devolver minhas roupas?"
Pedi pra ele me seguir até onde eu tinha escondido elas. Pelado, e agora com porra escorrendo da pica dele, ele me seguiu pelo caminho que se afastava do lago. Conforme a gente se aproximava da área aberta, ele voltava pra tentar se esconder nos arbustos perto do lago. Me olhou e disse: "Ei, tô pelado aqui! Cê pode pegar minha roupa e trazer pra mim?
Me virei pra olhar pra ele e vi como ele tava envergonhado. Eu tava adorando ter controle sobre aquele cara mais velho, pelado. E repeti: "Vamos, não tem ninguém por aqui e suas roupas tão do lado desse arbusto".
Na real, elas estavam um pouco mais longe, mas não quis contar, porque tava adorando ver ele andar pelado, sem nada, nem os sapatos, ao ar livre, debaixo do solzão.
Depois que ele terminou de se vestir, me pediu pra nunca contar aquilo pra ninguém porque podia se meter em encrenca. Falei que não contaria, e que adorava ele ter me mostrado como fazer.
Depois daquela tarde, vi ele umas quatro ou cinco vezes rondando o lago, mas nunca cheguei perto. Fiquei no meu esconderijo e nunca mais vi ele nadar pelado de novo.
Essa é uma história real, e já derramei centenas de litros de porra revivendo ela. É por isso que sempre curti essa imagem.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Esta é uma história real, e já derramei litros de porra revivendo ela. Por isso sempre curti essas fotos.
As fotos anexadas me lembram algo que aconteceu na minha juventude. Sei que essa imagem já rodou pela internet, mas o cara é idêntico a um soldado que eu peguei quando tinha uns 18 anos.
Cresci em San Diego, perto da Base Aérea de Miramar. Se eu seguisse o desfiladeiro atrás da minha casa por uns 8 quilômetros, chegava a um lago pequeno. Adorava ir lá porque era um lugar onde podia ficar sozinho, tirar toda a roupa e andar pelado por aí. Às vezes via até onde conseguia ir sem me vestir. Isso me dava um tesão danado.
Tecnicamente, era propriedade militar, mas não fazia parte da base. De vez em quando, os PMs faziam patrulha por lá. Quando ouvia eles chegando, me escondia no mato até irem embora. Às vezes eu tava pelado, e era uma adrenalina foda pensar no que aconteceria se me pegassem.
Na maioria das vezes vinham dois PMs, mas no verão em que fiz 18 anos, tinha um que vinha sozinho. Ele aparecia toda terça e quarta, lá pelas 14h. Eu sempre esperava e observava ele, não só porque era bonito. Ele tinha uns 22 ou 23 anos, cabelo loiro claro, igual ao cara das fotos. Corpo baixo e musculoso, tipo lutador, e peludo. Eu, com só 17 anos, ele parecia um homem feito.
Era o que ele fazia que realmente me excitava. Todo dia, quando chegava, ele dava a volta no lago inteiro pra ver se tinha alguém ou algo fora do lugar. Como era área militar, se os PMs te pegassem, mandavam embora ou te levavam pra base.
Depois de dar a volta no lago, ele parava numa área com algumas árvores e arbustos, tirava toda a roupa e ia nadar. Por duas ou três semanas naquele verão, eu me escondia e Fica de olho nele. Ele atravessava o lago inteiro nadando, voltava, saía da água e secava ao ar livre. Nunca vi ele com uma toalha. Depois de se vestir, andava uns dois quilômetros de volta até a caminhonete dele. Isso era uma puta punheta pra mim. Depois que ele ia embora, eu tirava a roupa, deixava escondida nos arbustos e ia até o lugar onde ele entrava na água, fingindo que ele estava lá comigo. Ainda fantasio com isso até hoje.
Lá pela terceira semana de eu ficar espiando ele, decidi que tinha que conhecer ele. Talvez ele me deixasse nadar pelado com eles. Criei um plano pra tentar pegar ele pelado depois do mergulho.
Na terça seguinte, esperei e observei ele do meu esconderijo nos arbustos. Depois que ele tirou a roupa e foi nadar no lago, eu me esgueirei por trás dos arbustos até onde ele tinha deixado as roupas. Esperei ele passar da metade do lago, então corri, peguei as coisas dele, botas e tudo. Levei para uns arbustos um pouco mais longe e escondi. Depois voltei e me escondi atrás dos arbustos perto de onde ele entrava na água, esperando ele voltar.
Uma puta adrenalina me tomou quando vi a cara dele ao perceber que todas as roupas tinham sumido. Ele estava se encolhendo, com as mãos cobrindo a buceta, enquanto começava a olhar pra todo lado procurando as coisas. Depois de uns 4 ou 5 minutos, eu saí do meu esconderijo. Ele ficou chocado e envergonhado por uma pessoa tão nova pegar ele pelado. Ele tentava se esconder enquanto recuava em direção à água. Tentei dizer que estava tudo bem. Eu estava observando ele nadar no lago nas últimas semanas.
Soando muito envergonhado, ele me perguntou se eu sabia onde estavam as roupas dele, que ele ia precisar delas pra voltar pra base, a carteira e as chaves da caminhonete estavam na calça. Eu disse que sabia onde estavam as roupas dele, na verdade fui eu quem pegou.
Ele começou a vir na minha direção como se fosse me bater. Eu disse: espera, tenho um pedido pra te fazer. Ele parou. e ficou me encarando, ele ainda estava molhado da natação. O que eu percebi na hora é que nós dois tínhamos quase a mesma altura, só que ele era muito mais musculoso e tinha um monte de pelo no peito, já que eu não tinha nenhum. Eu estava ficando muito excitado com o fato de ele estar parado na minha frente completamente pelado e eu ainda totalmente vestido, como se eu tivesse algum controle sobre ele.
Ele me perguntou se podia, por favor, pegar as roupas dele de volta, que ele consideraria me ajudar. Eu disse não, mas se ele me fizesse esse favor, eu mostraria onde escondi as roupas assim que ele terminasse. Ele me perguntou o que eu precisava que ele fizesse por mim. Eu disse: "Você poderia, por favor, me ensinar como bater uma punheta?" Nunca vou esquecer a cara que ele fez quando eu fiz essa pergunta.
Ele me disse que não podia fazer isso. Isso é algo que um cara faz só na privacidade. Além disso, eu parecia jovem e ele podia se meter em uma grande encrenca.
Eu disse a ele que ninguém ia ficar sabendo, só ele e eu, e de que outro jeito eu ia aprender se alguém mais velho não me mostrasse.
A gente discutiu por uns 15 ou 20 minutos, ele dizendo que isso era algo que meu pai ou meu irmão mais velho deveriam me ensinar. Eu implorei para ele, por favor, me mostrar como se faz. Era divertido conversar com ele enquanto ele estava completamente pelado e eu totalmente vestido. Ele tinha parado de se cobrir e eu podia ver que o pau dele estava crescendo com toda aquela conversa de sexo. Em um momento, estava num ângulo de uns 45 graus, acho que ele não percebeu o tamanho que tinha ficado até passar a mão para se cobrir. Ele ficou meio envergonhado, mas quanto mais tentava se esconder, mais crescia. Finalmente, estava apontando reto para cima e não tinha muito o que ele pudesse fazer para esconder.
Eu ouvi ele dizer bem baixinho, "porra", enquanto começava a esfregar.
Ele se encostou numa das árvores na beira do lago e começou a me explicar como bater uma bronha.
Eu estava tão excitado e hipnotizado por aquele cara gostoso, pelado, duro, e batendo uma bem na minha frente. Sinceramente, não achei que ele fosse fazer, mas ali estava ele, em toda a sua glória. A glória dele brilhando no sol, batendo punheta.
Me aproximei dele e tentei tocar nele algumas vezes, mas ele ficava empurrando minha mão. Depois de várias tentativas, ele finalmente tirou a mão do pau, então eu alcancei e enrolei meu punho em volta dele. Não acreditei no quão quente ele estava, quase ardente. Nunca esqueci aquela sensação, a primeira vez tocando a rola de outro cara.
Depois de alguns segundos, ele empurrou minha mão e voltou a se tocar. Não demorou muito depois disso. Não acredito na quantidade e na distância que o leite dele jorrou. Ele estava ofegante e meio suado. Parecia muito desconfortável e nervoso com tudo aquilo, como se só quisesse pegar a roupa e vazar dali.
Ele olhou pra mim e perguntou se eu tinha aprendido alguma coisa. Eu disse: SIM! Muito obrigado, vou tentar isso hoje à noite quando estiver sozinho no meu quarto. Ele me lembrou que normalmente isso só devia ser feito em particular. “Agora, você pode me devolver minhas roupas?”
Pedi pra ele me seguir até onde eu tinha escondido elas. Pelado, e agora com porra escorrendo do pau, ele me seguiu pela trilha estreita, longe do lago. Quando chegamos numa área mais aberta, ele começou a recuar de volta pros arbustos perto do lago. Ele olhou pra mim e disse: “Ei, eu tô meio pelado aqui. Dá pra pegar minhas roupas e trazer pra mim?”
Olhei pra ele e vi o quanto ele estava envergonhado. Eu estava adorando ter controle sobre aquele cara mais velho pelado. Respondi: “Vamos, não tem ninguém aqui, e suas coisas estão logo ali naquele arbusto.”
A verdade é que estavam um pouco mais longe, mas não quis contar pra ele porque estava adorando vê-lo andar completamente nu, sem nem os sapatos, sob a luz do sol.
Depois que ele se vestiu, me disse pra nunca contar isso pra ninguém porque ele poderia se meter em encrenca. Eu disse que não contaria e que agradecia por ele ter me mostrado como fazer.
Depois daquela tarde, só vi ele patrulhando o lago umas quatro ou cinco vezes, mas nunca mais. Me aproximei dele, fiquei no meu esconderijo e nunca mais o vi nadar pelado de novo.
Essa é uma história real, e já derramei centenas de litros de porra revivendo ela. Por isso sempre curti essa foto.
(via extremeexhib)
Continuo com meus contos tirados da Internet. Neste caso, é sobre um jovem que adorava ficar espiando os militares nas suas rondas, e graças à sua atitude corajosa, teve um deles à sua mercê.
O conto estava em inglês e tive que traduzir. Espero que vocês gostem tanto quanto eu.
Algumas datas e idades foram modificadas por causa das restrições e regras do Poringa.

Qual é a coisa mais corajosa que você já fez? E a mais louca?Esta é uma história real, e eu já gastei dezenas de galões de porra contando isso pra vocês. Por isso que eu curto tanto essas fotos.
A foto que postei me lembra uma parada que rolou na minha juventude. Sei que essa foto já tá rodando na internet há um tempão. Mas esse cara parece um soldado que eu me aproveitei quando tinha uns 18 anos.
Cresci em San Diego, perto da Base Aérea de Miramar. Se eu seguisse o desfiladeiro que descia uns cinco quilômetros atrás da minha casa, chegava num lago pequeno. Eu adorava ir até lá porque era um lugar onde podia ficar sozinho, tirar toda a roupa e andar pelado na natureza. Às vezes testava o quão longe conseguia ir das minhas roupas. Isso me excitava pra caralho.
Tecnicamente, aquilo era propriedade militar, mas não fazia parte da Base. De vez em quando a Polícia Militar passava patrulhando. Quando eu ouvia eles vindo, me escondia nos arbustos até eles irem embora. Às vezes eu tava pelado, e ficava louco pensando no que aconteceria se me pegassem.
Na maioria das vezes, vinham dois Policiais Militares, mas no verão que eu completei 18, vinha só um. Ele aparecia toda terça e quarta às 14h. Eu sempre esperava por ele e ficava de olho, não porque ele fosse tão bonitão assim. Ele tinha uns 22 ou 23 anos, cabelo meio loiro, igualzinho o cara das fotos. Corpo musculoso e baixinho, que nem lutador, e bem peludo. Pra mim, que tinha 18, ele parecia um homem completamente formado.
Era o que ele fazia que realmente me deixava de pau duro. Todo dia, depois que chegava, ele dava a volta completa no lago, checando se tinha alguém por perto ou vendo se algo tava fora do normal. Já que aquilo era propriedade militar, se a Polícia Militar te encontrasse, podiam te expulsar ou te levar pra Base.
Depois que ele dava a volta inteira no lago, parava numa área Onde tinha umas árvores e uns arbustos, aí ele tirava a roupa toda e nadava no lago. Por umas duas ou três semanas, me escondi naquele verão pra ficar de olho nele. Ele nadava o lago inteiro, de um lado pro outro, saía da água e se secava no vento. Nunca vi ele usar toalha. Depois que se vestia, andava mais ou menos um quilômetro e meio de volta até a caminhonete dele. Isso era um puta material de punheta pra mim. Depois que ele ia embora, eu tirava toda a roupa, deixava nos arbustos e ia pro lugar exato onde ele tinha entrado na água, fingindo que ele tava ali comigo. Ainda fantasio com isso hoje em dia.
Uma vez, durante a terceira semana que fiquei espiando ele, decidi que precisava conhecê-lo. Talvez ele me deixasse nadar pelado junto com ele. Elaborei um plano pra pegar ele pelado assim que saísse da água.Na terça-feira seguinte, esperei por ele e fiquei observando do meu esconderijo no mato. Depois que ele tirou a roupa e começou a nadar, me esgueirei até onde ele tinha deixado as roupas. Esperei até ele passar da metade do lago, então corri e peguei todas as coisas dele, as botas, tudo. Levei tudo pra uns arbustos ali perto e escondi. Depois voltei e me escondi perto de onde ele tinha entrado na água, esperando ele voltar.
Uma excitação do caralho tomou conta de mim quando vi a cara dele ao perceber que toda a roupa tinha sumido. Ele se cobriu com as mãos, escondendo as bolas enquanto olhava em volta tentando achar as coisas. Depois de uns quatro ou cinco minutos, saí do meu esconderijo. Ele parecia surpreso e envergonhado por um moleque ter pego ele pelado. Tentava se cobrir enquanto voltava pra água pra se esconder. Tentei dizer que tava tudo bem, que eu tinha visto ele nadando nas últimas semanas.
Soando muito envergonhado, ele me perguntou se eu sabia onde estavam as roupas dele, que ele ia precisar pra voltar pra base. A carteira e as chaves da caminhonete estavam nos bolsos da calça. Falei que eu sabia onde as roupas estavam, na verdade, eu era o único que tinha pegado elas.
Aí ele começou a andar na minha direção como se fosse me bater. Falei: "Calma, tenho um favor pra te pedir." Ele parou e ficou na minha frente. Ainda tava molhado depois de nadar. O que percebi é que nós dois tínhamos a mesma altura, só que ele era mais musculoso, e tinha bastante pelo no peito, enquanto eu não tinha nada. Tava realmente me deixando com tesão saber que ele tava na minha frente completamente pelado e eu ainda totalmente vestido, como se eu tivesse um certo controle sobre ele.
Ele me pediu por favor se podia devolver a roupa dele, e aí ele consideraria me ajudar. Falei que não, mas se ele me fizesse aquele favor, eu mostraria onde tinha escondido. Ele perguntou o que eu precisava que ele fizesse por mim. Falei: "Você pode, por favor, me ensinar como se masturbar?" Nunca vou esquecer a cara que ele fez quando fiz essa pergunta.Ele disse que não podia fazer isso. É algo que um homem só faz em particular. Além disso, eu parecia muito jovem e ele podia se meter em encrenca.
Falei que ninguém ia saber, só ele e eu, e o quanto eu ia aprender se alguém mais velho me ensinasse.
A gente ficou discutindo por uns quinze ou vinte minutos, ele dizendo que é algo que meu pai ou algum irmão mais velho devia me ensinar. E eu implorando pra ele por favor me mostrar como se faz. Foi divertido ficar falando com ele enquanto ele estava totalmente pelado e eu completamente vestido. Ele parou de se cobrir e eu pude ver que o pau dele estava ficando cada vez maior com toda aquela conversa sobre sexo. Num momento, ficou num ângulo de 45°. Acho que ele não percebeu o quanto tinha crescido até mexer a mão pra se cobrir. Ele parecia envergonhado, mas quanto mais tentava se cobrir, maior ficava. Finalmente, estava bem dura e ereta pra cima, e não tinha muito que ele pudesse fazer pra esconder.
Ouvi ele falar baixinho, "porra", enquanto começava a esfregar.
Ele se encostou numa das árvores na beira do lago e começou a explicar como se masturbar.
Eu estava tão excitado e hipnotizado por aquele cara gostoso, pelado, de pau duro, se masturbando na minha frente. Sinceramente, não achei que ele fosse fazer. Mas ali estava ele, em toda a sua glória sob o sol, batendo punheta praquele pedaço de carne.
Me aproximei algumas vezes e tentei tocar, mas ele afastava minha mão toda hora. Depois de várias tentativas, finalmente, ele tirou a mão do pau e eu agarrei ele com o punho fechado. Não podia acreditar como estava morno, quase quente. Nunca vou esquecer. Esse sentimento, a primeira vez que toquei na pica de outro cara.
Depois de alguns segundos, ele tirou minha mão e continuou no que tava fazendo. Não demorou muito depois disso. Não acredito quanto e quão longe o esperma dele espirrou. Ele tava respirando com dificuldade e meio suado. Parecia bem inquieto e nervoso com aquilo, como se só quisesse pegar a roupa dele e vazar dali. Ele me olhou e perguntou se eu tinha aprendido alguma coisa. Eu disse: "SIM!" Falei muito obrigado, e que ia tentar aquilo quando estivesse sozinho no meu quarto naquela noite. Ele me lembrou que isso normalmente se faz em particular. "Agora, cê pode me devolver minhas roupas?"
Pedi pra ele me seguir até onde eu tinha escondido elas. Pelado, e agora com porra escorrendo da pica dele, ele me seguiu pelo caminho que se afastava do lago. Conforme a gente se aproximava da área aberta, ele voltava pra tentar se esconder nos arbustos perto do lago. Me olhou e disse: "Ei, tô pelado aqui! Cê pode pegar minha roupa e trazer pra mim?
Me virei pra olhar pra ele e vi como ele tava envergonhado. Eu tava adorando ter controle sobre aquele cara mais velho, pelado. E repeti: "Vamos, não tem ninguém por aqui e suas roupas tão do lado desse arbusto".Na real, elas estavam um pouco mais longe, mas não quis contar, porque tava adorando ver ele andar pelado, sem nada, nem os sapatos, ao ar livre, debaixo do solzão.
Depois que ele terminou de se vestir, me pediu pra nunca contar aquilo pra ninguém porque podia se meter em encrenca. Falei que não contaria, e que adorava ele ter me mostrado como fazer.
Depois daquela tarde, vi ele umas quatro ou cinco vezes rondando o lago, mas nunca cheguei perto. Fiquei no meu esconderijo e nunca mais vi ele nadar pelado de novo.
Essa é uma história real, e já derramei centenas de litros de porra revivendo ela. É por isso que sempre curti essa imagem.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Esta é uma história real, e já derramei litros de porra revivendo ela. Por isso sempre curti essas fotos.
As fotos anexadas me lembram algo que aconteceu na minha juventude. Sei que essa imagem já rodou pela internet, mas o cara é idêntico a um soldado que eu peguei quando tinha uns 18 anos.
Cresci em San Diego, perto da Base Aérea de Miramar. Se eu seguisse o desfiladeiro atrás da minha casa por uns 8 quilômetros, chegava a um lago pequeno. Adorava ir lá porque era um lugar onde podia ficar sozinho, tirar toda a roupa e andar pelado por aí. Às vezes via até onde conseguia ir sem me vestir. Isso me dava um tesão danado.
Tecnicamente, era propriedade militar, mas não fazia parte da base. De vez em quando, os PMs faziam patrulha por lá. Quando ouvia eles chegando, me escondia no mato até irem embora. Às vezes eu tava pelado, e era uma adrenalina foda pensar no que aconteceria se me pegassem.
Na maioria das vezes vinham dois PMs, mas no verão em que fiz 18 anos, tinha um que vinha sozinho. Ele aparecia toda terça e quarta, lá pelas 14h. Eu sempre esperava e observava ele, não só porque era bonito. Ele tinha uns 22 ou 23 anos, cabelo loiro claro, igual ao cara das fotos. Corpo baixo e musculoso, tipo lutador, e peludo. Eu, com só 17 anos, ele parecia um homem feito.
Era o que ele fazia que realmente me excitava. Todo dia, quando chegava, ele dava a volta no lago inteiro pra ver se tinha alguém ou algo fora do lugar. Como era área militar, se os PMs te pegassem, mandavam embora ou te levavam pra base.
Depois de dar a volta no lago, ele parava numa área com algumas árvores e arbustos, tirava toda a roupa e ia nadar. Por duas ou três semanas naquele verão, eu me escondia e Fica de olho nele. Ele atravessava o lago inteiro nadando, voltava, saía da água e secava ao ar livre. Nunca vi ele com uma toalha. Depois de se vestir, andava uns dois quilômetros de volta até a caminhonete dele. Isso era uma puta punheta pra mim. Depois que ele ia embora, eu tirava a roupa, deixava escondida nos arbustos e ia até o lugar onde ele entrava na água, fingindo que ele estava lá comigo. Ainda fantasio com isso até hoje.
Lá pela terceira semana de eu ficar espiando ele, decidi que tinha que conhecer ele. Talvez ele me deixasse nadar pelado com eles. Criei um plano pra tentar pegar ele pelado depois do mergulho.
Na terça seguinte, esperei e observei ele do meu esconderijo nos arbustos. Depois que ele tirou a roupa e foi nadar no lago, eu me esgueirei por trás dos arbustos até onde ele tinha deixado as roupas. Esperei ele passar da metade do lago, então corri, peguei as coisas dele, botas e tudo. Levei para uns arbustos um pouco mais longe e escondi. Depois voltei e me escondi atrás dos arbustos perto de onde ele entrava na água, esperando ele voltar.
Uma puta adrenalina me tomou quando vi a cara dele ao perceber que todas as roupas tinham sumido. Ele estava se encolhendo, com as mãos cobrindo a buceta, enquanto começava a olhar pra todo lado procurando as coisas. Depois de uns 4 ou 5 minutos, eu saí do meu esconderijo. Ele ficou chocado e envergonhado por uma pessoa tão nova pegar ele pelado. Ele tentava se esconder enquanto recuava em direção à água. Tentei dizer que estava tudo bem. Eu estava observando ele nadar no lago nas últimas semanas.
Soando muito envergonhado, ele me perguntou se eu sabia onde estavam as roupas dele, que ele ia precisar delas pra voltar pra base, a carteira e as chaves da caminhonete estavam na calça. Eu disse que sabia onde estavam as roupas dele, na verdade fui eu quem pegou.
Ele começou a vir na minha direção como se fosse me bater. Eu disse: espera, tenho um pedido pra te fazer. Ele parou. e ficou me encarando, ele ainda estava molhado da natação. O que eu percebi na hora é que nós dois tínhamos quase a mesma altura, só que ele era muito mais musculoso e tinha um monte de pelo no peito, já que eu não tinha nenhum. Eu estava ficando muito excitado com o fato de ele estar parado na minha frente completamente pelado e eu ainda totalmente vestido, como se eu tivesse algum controle sobre ele.
Ele me perguntou se podia, por favor, pegar as roupas dele de volta, que ele consideraria me ajudar. Eu disse não, mas se ele me fizesse esse favor, eu mostraria onde escondi as roupas assim que ele terminasse. Ele me perguntou o que eu precisava que ele fizesse por mim. Eu disse: "Você poderia, por favor, me ensinar como bater uma punheta?" Nunca vou esquecer a cara que ele fez quando eu fiz essa pergunta.
Ele me disse que não podia fazer isso. Isso é algo que um cara faz só na privacidade. Além disso, eu parecia jovem e ele podia se meter em uma grande encrenca.
Eu disse a ele que ninguém ia ficar sabendo, só ele e eu, e de que outro jeito eu ia aprender se alguém mais velho não me mostrasse.
A gente discutiu por uns 15 ou 20 minutos, ele dizendo que isso era algo que meu pai ou meu irmão mais velho deveriam me ensinar. Eu implorei para ele, por favor, me mostrar como se faz. Era divertido conversar com ele enquanto ele estava completamente pelado e eu totalmente vestido. Ele tinha parado de se cobrir e eu podia ver que o pau dele estava crescendo com toda aquela conversa de sexo. Em um momento, estava num ângulo de uns 45 graus, acho que ele não percebeu o tamanho que tinha ficado até passar a mão para se cobrir. Ele ficou meio envergonhado, mas quanto mais tentava se esconder, mais crescia. Finalmente, estava apontando reto para cima e não tinha muito o que ele pudesse fazer para esconder.
Eu ouvi ele dizer bem baixinho, "porra", enquanto começava a esfregar.
Ele se encostou numa das árvores na beira do lago e começou a me explicar como bater uma bronha.
Eu estava tão excitado e hipnotizado por aquele cara gostoso, pelado, duro, e batendo uma bem na minha frente. Sinceramente, não achei que ele fosse fazer, mas ali estava ele, em toda a sua glória. A glória dele brilhando no sol, batendo punheta.
Me aproximei dele e tentei tocar nele algumas vezes, mas ele ficava empurrando minha mão. Depois de várias tentativas, ele finalmente tirou a mão do pau, então eu alcancei e enrolei meu punho em volta dele. Não acreditei no quão quente ele estava, quase ardente. Nunca esqueci aquela sensação, a primeira vez tocando a rola de outro cara.
Depois de alguns segundos, ele empurrou minha mão e voltou a se tocar. Não demorou muito depois disso. Não acredito na quantidade e na distância que o leite dele jorrou. Ele estava ofegante e meio suado. Parecia muito desconfortável e nervoso com tudo aquilo, como se só quisesse pegar a roupa e vazar dali.
Ele olhou pra mim e perguntou se eu tinha aprendido alguma coisa. Eu disse: SIM! Muito obrigado, vou tentar isso hoje à noite quando estiver sozinho no meu quarto. Ele me lembrou que normalmente isso só devia ser feito em particular. “Agora, você pode me devolver minhas roupas?”
Pedi pra ele me seguir até onde eu tinha escondido elas. Pelado, e agora com porra escorrendo do pau, ele me seguiu pela trilha estreita, longe do lago. Quando chegamos numa área mais aberta, ele começou a recuar de volta pros arbustos perto do lago. Ele olhou pra mim e disse: “Ei, eu tô meio pelado aqui. Dá pra pegar minhas roupas e trazer pra mim?”
Olhei pra ele e vi o quanto ele estava envergonhado. Eu estava adorando ter controle sobre aquele cara mais velho pelado. Respondi: “Vamos, não tem ninguém aqui, e suas coisas estão logo ali naquele arbusto.”
A verdade é que estavam um pouco mais longe, mas não quis contar pra ele porque estava adorando vê-lo andar completamente nu, sem nem os sapatos, sob a luz do sol.
Depois que ele se vestiu, me disse pra nunca contar isso pra ninguém porque ele poderia se meter em encrenca. Eu disse que não contaria e que agradecia por ele ter me mostrado como fazer.
Depois daquela tarde, só vi ele patrulhando o lago umas quatro ou cinco vezes, mas nunca mais. Me aproximei dele, fiquei no meu esconderijo e nunca mais o vi nadar pelado de novo.
Essa é uma história real, e já derramei centenas de litros de porra revivendo ela. Por isso sempre curti essa foto.
(via extremeexhib)
2 comentários - Qual a coisa mais louca e corajosa que você já fez?