Bem-vindos ao meu Relato
Bom, tudo começou num dia de calor, quando eu tava na casa da minha irmã (Mariana) porque fui visitar ela e minha mãe insistiu pra eu ir. Cheguei na casa da minha irmã e ela tava me esperando na piscina com um biquíni lindo, uma fio-dental irresistível e aqueles peitos gostosos que ela tem — eu morri.
Entrei, larguei minhas coisas, me troquei e fui pra piscina o mais rápido que pude, e ela tava deitada na borda me esperando.
— Irmãozinho, você passa um pouco de protetor nas minhas costas? Não consegui.
— Claro, como não (óbvio)
— Você não vai levantar?
— Não, irmãozinho, tô sem vontade — Abaixa aqui.
Eu tava morrendo de vontade de pelo menos roçar naquela bunda gostosa que ela tem, meu deus. Sentei do lado, ela soltou o sutiã e comecei a passar o protetor nas costas dela, descendo devagar até aquela rabeta linda, e ela fala:
— Na bunda também, irmãozinho.
Meu pau subiu na hora, pensei: essa mina quer me matar de infarto.
Bom, ficamos um tempão na piscina e saímos pra tomar algo gelado. Sentamos na sombra do quintal e começamos a conversar sobre a vida, e ela pergunta:
— Você não tem namorada, irmãozinho?
— Não, Mari, por quê? Brincando, falei — Não tem uma amiga pra me apresentar?
— Não — ela disse — Você é meu, cara!
E deixamos o papo por ali porque já era tarde e fomos tomar banho pra depois comer. Entrei no banheiro e encontrei uma calcinha fio-dental usada, vermelha e preta, que eu já tinha visto nela e ficava um absurdo; não consegui evitar de bater uma com esse achado.
Saí e ela entrou, viu a calcinha jogada no chão com um pouco de saliva. Eu não percebi até ela sair quase pelada, enrolada na toalha, e falar:
— Cara, você tava fazendo putaria com minhas calcinhas? (Num tom de brincadeira)
— Não, Mari (gaguejando)
— Tem certeza?
Tive que admitir, ela já sabia de tudo e desconfiava, então falei:
— É que eu tava muito tarado, fazia tempo que não batia uma.
— Que nojento você é, cara, e ainda por cima é minha calcinha favorita.
— A minha também. (Sussurro)
—Tanto que cê gosta? Queria me ver com essa roupa, mano?
—Sim, Mari.
Ela vestiu, chegou perto de mim e pediu pra eu chupar os peitinhos dela, e eu aceitei, óbvio. Comecei a chupar os peitinhos dela enquanto passava a mão naquela bunda linda. Já tinha chupado os peitos dela umas vezes antes, mas nunca rolou nada além, então não criei expectativa à toa.
Ela tirou tudo e pediu pra eu chupar a buceta dela (já era um puta avanço). Comecei a chupar aquela bucetinha gordinha, toda molhadinha.
— Isso, vagabundo, que delícia! — ela falava igual uma louca.
— Nunca pensei que você fazia tão bem, tô toda molhadinha.
Chupei aquela buceta de cima a baixo, da esquerda pra direita, incrível, e ela disse que ia chupar meu pau. Me chupou o pau tão gostoso, enfiou até o fundo, era surreal, eu tava morrendo até gozar na boca dela. Ela me olhou e falou:
— Podia ter avisado, porco!
— Mas ia engolir tudo mesmo, mano, cê merece.
O dia terminou, a gente comeu e eu fiquei pra dormir na casa dela, porque no dia seguinte era feriado e eu não precisava trabalhar.
Acordamos super tarde, então comemos e fomos direto pra piscina, porque tava um calor do caralho. Depois que ela me fez passar protetor no corpo inteiro, a desgraçada tirou o sutiã e ficou de topless, mas o quintal era todo fechado, ninguém via nada.
Entramos na piscina e começamos a brincar debaixo d'água. Ela passava e mordia meu pau, e eu brincava com os peitos dela, e foi assim a tarde toda até a gente sair e ir tomar banho.
Ela entrou no banheiro e me chamou:
— Maninho, vem!
Fui até o banheiro, não entrei, perguntei o que ela queria, e ela abriu a porta pelada e me fez entrar. Entramos no chuveiro, e ela começou a passar sabão no meu pau, e eu fiquei louco, ainda mais porque já tava muito excitado com a brincadeira na piscina. Encostei ela na parede e chupei os peitos dela, aquelas duas coisas lindas que ela tem, e ela disse:
— Me fode, maninho, por favor! Não aguento mais, tô morrendo de vontade de sentir você.
Virei ela de costas e enfiei naquela buceta linda, assim mesmo, sem mais. A camisinha dava pra sentir os lábios carnudos e as paredes daquela buceta irresistível. Meti umas estocadas bem fortes e depois bem rápido
- aaaai seu irmãozinho safado!! que delíciaa Me come Enche minha buceta com teu pau
- siiiim irmãozinho não para por favor não para. Ela dizia
Eu comi ela do jeito mais gostoso que pude até que ela me fez gozar, aproveitei e meti na bundinha pequena dela, ela tava toda extasiada, eu não podia acreditar!! tinha gozado na rabeta linda da minha irmã!!!.
Passamos mais um tempo no chuveiro e eu tive que ir.
FIM
Espero que tenha te excitado e se gostou deixa pontos e comenta. A gente se vê no próximo Relato
Bom, tudo começou num dia de calor, quando eu tava na casa da minha irmã (Mariana) porque fui visitar ela e minha mãe insistiu pra eu ir. Cheguei na casa da minha irmã e ela tava me esperando na piscina com um biquíni lindo, uma fio-dental irresistível e aqueles peitos gostosos que ela tem — eu morri.
Entrei, larguei minhas coisas, me troquei e fui pra piscina o mais rápido que pude, e ela tava deitada na borda me esperando.
— Irmãozinho, você passa um pouco de protetor nas minhas costas? Não consegui.
— Claro, como não (óbvio)
— Você não vai levantar?
— Não, irmãozinho, tô sem vontade — Abaixa aqui.
Eu tava morrendo de vontade de pelo menos roçar naquela bunda gostosa que ela tem, meu deus. Sentei do lado, ela soltou o sutiã e comecei a passar o protetor nas costas dela, descendo devagar até aquela rabeta linda, e ela fala:
— Na bunda também, irmãozinho.
Meu pau subiu na hora, pensei: essa mina quer me matar de infarto.
Bom, ficamos um tempão na piscina e saímos pra tomar algo gelado. Sentamos na sombra do quintal e começamos a conversar sobre a vida, e ela pergunta:
— Você não tem namorada, irmãozinho?
— Não, Mari, por quê? Brincando, falei — Não tem uma amiga pra me apresentar?
— Não — ela disse — Você é meu, cara!
E deixamos o papo por ali porque já era tarde e fomos tomar banho pra depois comer. Entrei no banheiro e encontrei uma calcinha fio-dental usada, vermelha e preta, que eu já tinha visto nela e ficava um absurdo; não consegui evitar de bater uma com esse achado.
Saí e ela entrou, viu a calcinha jogada no chão com um pouco de saliva. Eu não percebi até ela sair quase pelada, enrolada na toalha, e falar:
— Cara, você tava fazendo putaria com minhas calcinhas? (Num tom de brincadeira)
— Não, Mari (gaguejando)
— Tem certeza?
Tive que admitir, ela já sabia de tudo e desconfiava, então falei:
— É que eu tava muito tarado, fazia tempo que não batia uma.
— Que nojento você é, cara, e ainda por cima é minha calcinha favorita.
— A minha também. (Sussurro)
—Tanto que cê gosta? Queria me ver com essa roupa, mano?
—Sim, Mari.
Ela vestiu, chegou perto de mim e pediu pra eu chupar os peitinhos dela, e eu aceitei, óbvio. Comecei a chupar os peitinhos dela enquanto passava a mão naquela bunda linda. Já tinha chupado os peitos dela umas vezes antes, mas nunca rolou nada além, então não criei expectativa à toa.
Ela tirou tudo e pediu pra eu chupar a buceta dela (já era um puta avanço). Comecei a chupar aquela bucetinha gordinha, toda molhadinha.
— Isso, vagabundo, que delícia! — ela falava igual uma louca.
— Nunca pensei que você fazia tão bem, tô toda molhadinha.
Chupei aquela buceta de cima a baixo, da esquerda pra direita, incrível, e ela disse que ia chupar meu pau. Me chupou o pau tão gostoso, enfiou até o fundo, era surreal, eu tava morrendo até gozar na boca dela. Ela me olhou e falou:
— Podia ter avisado, porco!
— Mas ia engolir tudo mesmo, mano, cê merece.
O dia terminou, a gente comeu e eu fiquei pra dormir na casa dela, porque no dia seguinte era feriado e eu não precisava trabalhar.
Acordamos super tarde, então comemos e fomos direto pra piscina, porque tava um calor do caralho. Depois que ela me fez passar protetor no corpo inteiro, a desgraçada tirou o sutiã e ficou de topless, mas o quintal era todo fechado, ninguém via nada.
Entramos na piscina e começamos a brincar debaixo d'água. Ela passava e mordia meu pau, e eu brincava com os peitos dela, e foi assim a tarde toda até a gente sair e ir tomar banho.
Ela entrou no banheiro e me chamou:
— Maninho, vem!
Fui até o banheiro, não entrei, perguntei o que ela queria, e ela abriu a porta pelada e me fez entrar. Entramos no chuveiro, e ela começou a passar sabão no meu pau, e eu fiquei louco, ainda mais porque já tava muito excitado com a brincadeira na piscina. Encostei ela na parede e chupei os peitos dela, aquelas duas coisas lindas que ela tem, e ela disse:
— Me fode, maninho, por favor! Não aguento mais, tô morrendo de vontade de sentir você.
Virei ela de costas e enfiei naquela buceta linda, assim mesmo, sem mais. A camisinha dava pra sentir os lábios carnudos e as paredes daquela buceta irresistível. Meti umas estocadas bem fortes e depois bem rápido
- aaaai seu irmãozinho safado!! que delíciaa Me come Enche minha buceta com teu pau
- siiiim irmãozinho não para por favor não para. Ela dizia
Eu comi ela do jeito mais gostoso que pude até que ela me fez gozar, aproveitei e meti na bundinha pequena dela, ela tava toda extasiada, eu não podia acreditar!! tinha gozado na rabeta linda da minha irmã!!!.
Passamos mais um tempo no chuveiro e eu tive que ir.
FIM
Espero que tenha te excitado e se gostou deixa pontos e comenta. A gente se vê no próximo Relato
6 comentários - Sexo com minha irmã (Sem Camisinha)