—Kim—
Não lembro de ter ficado mais excitada na minha vida. O que se desenrolava na minha frente era tão erótico que qualquer homem já teria gozado só de olhar. O pai da Holy estava com as pernas bem abertas enquanto a filha passava a língua nos ovos dele, e, por cima, a sensual Lorena não parava de pular naquela piroca dura.
Entrei na brincadeira me aproximando deles. Minha simples presença bastou para Lorena me dar um beijo de língua e, na hora, sair de cima do marido. Os fluidos dela tinham temperado aquele pau, e a Holy, a garota não hesitou nem um segundo em enfiar na boca para saborear os próprios sucos da mãe.
Deixamos a menina continuar com a "merenda" dela, e Lorena me puxou para o sofá. Sentei e abri as pernas para que ela fizesse o que quisesse comigo. Ela piscou um olho e depois afundou a boca na minha buceta, arrancando uma onda de desejo e tesão tão grande que senti meu corpo tremer.
Jonathan gemia de olhos fechados. A Holy fazia uma punheta nele e, ao mesmo tempo, se acariciava entre as pernas e ria como se aquilo fosse coisa de todo dia. E talvez fosse. Essa família se dava amor de todas as formas, e fiquei pensando o que aconteceria se na minha rolassem coisas parecidas.
Lorena começou a me penetrar com três dedos e fazia estragos dentro de mim que arrancavam gemidos. Desviei o olhar para a Holy. Ela estava terminando o serviço. Pegou o pai pela mão para ele se levantar e depois se jogou no chão com um travesseiro debaixo da cabeça e as perninhas bem abertas.
— Ele vai meter nela? — perguntei para Lorena.
— Sim, por quê?
— Não, nada.
Fiquei observando Jonathan deitar em cima da filha, colocar os tornozelos dela nos ombros dele e apontar a piroca para aquela entrada.
O sorriso da Holy sumiu para dar lugar a uma mistura de dor e prazer. Os gemidinhos dela eram tão doces quanto o canto dos anjos. O papai dela era muito cuidadoso com ela, a ponto de... enquanto começava a mover lentamente os quadris, acariciava a testa dela pra relaxar.
Lorena largou minha buceta em paz e se deitou sobre mim, passando a língua por toda a minha barriga e apertando meus peitos com as mãos. Amassou tanto e enfiou o nariz neles pra sentir o cheiro natural que meu corpo exalava.
Perto de mim, as investidas de Jonathan na filha dele eram mais ritmadas. O corpo da garota tremia a cada penetração. Ela tinha os olhinhos fechados e se massageava os peitos pequenos com uma expressão genuína de prazer.
— Te excita ver alguém comendo a própria filha? — sussurrou Lorena no meu ouvido com uma voz entre perversa e sedutora.
— Sim. Adoro.
— Então vem comigo.
Ela me levou e nos ajoelhamos perto da jovem. Pude ver, surpresa, que mais da metade do pauzão do pai dela se enterrava naquela bucetinha sem depilar, com os lábios totalmente vermelhos e um clitóris lindo que se destacava. A pele lisa dela brilhava com o reflexo dos fluidos.
O homem tirou o pau e, antes que pudesse fazer mais alguma coisa com ela, eu me apressei em enfiar na boca porque queria sentir o gosto agora que estava molhada com o sabor de uma mulher. E era delicioso. Demais. Algo em mim despertou e eu fui além no terreno do lesbianismo.
Mais excitada do que antes, abri bem as pernas de Holy e enfiei a boca onde momentos antes ela tinha sido penetrada. O gosto era tão… doce. Viciante. Por causa do tesão, do que é socialmente proibido, me deixei levar. Os gemidos de Holy ficaram mais intensos.
De repente, senti duas línguas na minha bunda e mal consegui ver que eram Lorena e o marido dela. Duas línguas? Nunca tinha experimentado isso, mas parecia o puto paraíso. Um deles abriu minhas nádegas e lamberam cada parte do meu corpo.
Depois, algo ainda mais gostoso me invadiu. Senti algo enorme e quente esticando as paredes da minha buceta. Gemi quando Jonathan literalmente cravou o membro em mim e começou a me foder num ritmo Rápido. Depois, a esposa dele se posicionou bem em cima da filha pra garota poder lamber a buceta dela. Percebi que a mulher lubrificava pra caralho. Pequenas gotinhas de lubrificante caíam na boca da garota e ela, gemendo e se contorcendo enquanto eu a penetrava com dois dedos, começou a enfiar a língua na entrada da própria mãe.
Ficamos assim por um bom tempo, os quatro gemendo naquela orgia proibida, incestuosa. Mas eu tava pouco me fodendo, porque era bom pra caralho. O interior da Holy era quente e meus dedos escorregavam por causa dos sucos gostosos que jorravam dela. O pau do Jonathan continuava penetrando entre ritmos lentos e rápidos.
— Vocês fazem isso com que frequência?
— Sempre que dá.
— Que gostoso.
— É. Um dia, eu e o Jonathan estávamos na cama e esquecemos de trancar a porta. A Holy entrou bem no meio da ação e ficou olhando pra gente. Foi daí que começou a coisa boa.
— Eu fiz algo parecido com minha irmã — confessei pra eles. A Lorena arregalou os olhos.
— Sério?
— Sim. Só brincamos com meu namorado. Não teve penetração.
— Sua mãe devia começar a meter a Laura nisso também.
Não comentei nada sobre isso porque não sabia o que pensar direito. Uma coisa era fazer isso com essa família, outra bem diferente era me envolver com minha própria mãe.
— Vou gozar! — exclamou o Jonathan.
Nós três nos ajoelhamos na frente dele, feito cachorrinhas prestes a receber a comida. Obviamente a Holy era a estrela da orgia toda, então a garota abriu a boca e colocou a língua pra fora pra uma grande descarga de sêmen entrar até a garganta dela.
Depois, a Lorena cobriu o pau com a boca e também recebeu a parte dela.
Eu fui a última. Quase não sobrou nada pra mim, mas isso não me importou porque o gosto daquele sêmen era o mais delicioso que já tinha provado na vida.
Depois disso, nós três nos olhamos, sorrindo. Meu peito ainda tava acelerado. A Holy ofegava e limpava a boca com a mão. A Lorena acariciou minha perna.
— Pode se juntar sempre que quiser. —o que quiser —disse ele.
—Vou fazer. Pode ter certeza disso.
—Karen—
Saí do meu quarto totalmente exausta. Minhas costas ardiam depois que Daniel me rasgou com as unhas num arroubo de paixão. Também andava com um certo desconforto na bunda, resultado das investidas anais que aquele homem magnífico tinha me dado. Não me lembro de ter sentido tanto prazer em toda a minha vida, e o melhor era que, como ele ia ficar em casa, eu poderia aproveitar quantas vezes quiséssemos.
Sim, eu queria mais, mas como todo homem depois da ação, precisava descansar, então deixei ele dormindo pelado na cama e saí só com uma camisola que batia pouco acima dos joelhos e sem nenhuma calcinha.
É incrível como um pouco de sexo selvagem pode causar tantas mudanças no corpo. Eu me sentia revitalizada, radiante e muito feliz. Meu cérebro com certeza estava nadando num mar de endorfinas e eu queria ficar assim o máximo de tempo que pudesse.
Pensei em conversar com a Kim, mas lembrei que ela tinha me pedido permissão para sair, o que era novidade porque geralmente ela ia embora sem dizer um pio. Fui até o quarto da Laura pra ver o que ela estava fazendo e encontrei minha garota dormindo, usando só a calcinha de renda preta, que já estava meio apertada nela.
E não sei o que deu em mim quando a vi. Talvez a lembrança do que tinha feito com a Lorena e a filha dela, ou que eu ainda estava excitada, mas ao ver as curvas da Laura senti prazer. Um prazer muito parecido com orgulho. Eu tinha dado à luz uma garota linda.
Em algum ponto da vida, a Laura seria levada pra cama. Um dia ela daria o primeiro boquete e seria fodida de gostoso. Não sei por que estava tendo esse tipo de pensamento tarado, mas era como desafiar o certo, como fazer uma sacanagem.
Sentei na cama e, sem conseguir me conter, coloquei uma mão na bunda dela. Quer dizer… não tinha nada de errado, né? Como mãe, já tinha visto ela pelada várias vezes. Passei o dedo pela… por baixo da calcinha dela pra arrumar bem a renda e depois, um pouco mais sem vergonha, acariciei a linha que dividia a bunda dela. A pele dela era branca. Um bronzeado cairia muito bem nela e pensei que logo o verão ia nos obrigar a ir pra praia.
Parei de pensar nisso e continuei esfregando delicadamente a pele lisa das nádegas dela. Nisso, Daniel me segurou pelos ombros e eu tirei a mão como se tivesse me queimado.
— Daniel… você me assustou.
— O que você tava fazendo?
— Nada. Só…
— Tocando na sua mina? — qualquer um pensaria que ele tava me dando uma bronca, mas a verdade é que nos olhos dele tinha uma perversão estranha. Lembrei que a Lorena tinha me falado que a maioria dos homens sentia um tesão quando se envolviam mãe e filha. Não sabia, dentro da mente torta da minha amiga, o quanto isso era verdade. Preferi não ligar, mas me aliviou saber que meu homem não tava me achando doente.
Por outro lado, ele tava só de cueca, onde o volume dele marcava bem. Pelo tamanho, vi que já tava pronto pra ação e pisquei pra ele. Daniel se apressou a tirar a roupa e eu fiquei vermelha na hora porque a gente tava no quarto da minha filha.
— Chupa um pouco — ele falou com voz sexy.
— Não. A Laura pode acordar.
— Faz. Você sabe que quer.
E eu queria mesmo. Dominada pelo tesão, meti o pau dele na boca. O sangue que corria no pênis dele esquentava tudo e logo minha saliva fez meus lábios deslizarem fácil por todo o comprimento.
Ali estava eu, dando um boquete foda no meu homem no quarto da minha filha. Esqueci que tinha outra pessoa ali e comecei meu trabalho com mais vontade, levada pela excitação do proibido.
De repente, vi que Daniel escondia o pau dele e se virava. Laura tocou no meu braço.
— Mãe?
— Laura! — exclamei, toda vermelha de vergonha. A garota franziu a testa. Acabou. Eu era a pior mãe do mundo.
Mas não foi assim. Laura abraçou um travesseiro e virou de novo. Hora de dormir.
—Você me viu? — perguntei, mesmo já sabendo a resposta.
—Você tem quarto pra fazer isso. Não vem pro meu.
Daniel, do lado de fora do quarto, só ria.
No resto da tarde, fiquei morrendo de vergonha. Kim chegou depois e parecia especialmente feliz. Disse que tinha ido com umas amigas no shopping. Daniel, por outro lado, via TV. Kim sentou do nosso lado.
—O que vocês fizeram? — perguntou. Daniel riu e eu fiquei vermelha.
—Nada. Nada de nada.
—Com certeza se divertiram mais que eu — disse Kim com um sorriso óbvio de quem sabia o que tinham feito comigo.
—Bom, só um pouco.
—Daniel, e aí? Já posso te chamar de papai?
O comentário fez o homem ficar vermelho e rir nervoso. Chamei a atenção de Kim e ela, rindo, subiu pro quarto e desceu pouco depois de tomar um banho. Veio com uns shorts bem justinhos, bem curtos e uma blusa sem manga com o decote solto. O olhar do Daniel foi evidente pra nós duas. Com um gesto dos meus dedos, pedi pra minha filha cruzar as pernas pra mostrar mais decência, mas quando fez isso, só fez os coxas dela ficarem mais torneadas e sensuais.
Daniel se cobriu disfarçadamente com a almofada pra esconder a ereção que tava tendo. Tentei pensar no coitado, que tinha me confessado que não era muito de ficar com mulheres por causa do trabalho. E agora tava nessa casa, comigo, uma mulher viciada em sexo e uma filha tão sedutora que até em mim despertava uma certa luxúria proibida de ver ela com aquela roupa minúscula. Além disso, saber que Kim sabia que tinham me comido era tão excitante. Lembrei quando vi por debaixo da porta o Axel comendo ela, e isso fez o calor aumentar no meu corpo.
Ficamos vendo TV mais um tempo e depois Daniel saiu pra comprar a janta. Kim e eu nos olhamos com um certo desconforto.
—Você tá feliz, mãe.
—É, bom... você também.
Laura desceu pouco depois com seu roupão sexy de seda. Sempre Eu sempre a via com carinho, mas dessa vez, quando o olhar dela cruzou com o meu, um sorrisinho safado apareceu nos lábios finos dela. Ela sentou do lado da Kim e colocou as pernas em cima do colo da irmã. A Kim, sem pensar duas vezes, começou a acariciar as coxas dela, meio que sem interesse, enquanto assistiam TV.
A cena podia parecer inocente pra qualquer um, mas pra mim, ver minha filha mais velha passando a mão nas pernas da irmã era algo… excitante.
Eu me imaginei fazendo sexo oral no Daniel na frente das minhas filhas. Será que eu curtiria uma parada dessas? Já cansada desses pensamentos tão sujos, subi pro banheiro pra tomar um banho. Queria dar uma esfriada naquela tesão e quase consegui. Saí do banheiro e fui em direção às escadas, mas antes de descer, parei no patamar porque vi, pasma, que a Laura e a Kim estavam se beijando na boca.
Minha primeira reação foi chamar a atenção delas, mas parei, sem saber por quê. O rosto da Kim tava calmo, relaxado pra caralho, e com uma mão ela acariciava o queixo da irmã. A Laura, por sua vez, tinha a mão enfiada dentro do shortinho minúsculo da Kim e brincava com a buceta da irmã mais velha.
Minha respiração acelerou e eu fiquei pensando o que tava rolando com minhas filhas. A Laura tirou a mão e passou os dedinhos molhados na boca da Kim. Ela olhou em volta e sussurrou alguma coisa pra Laura. A garota riu e levantou a blusa dela, deixando os peitos da irmã à mostra, e não hesitou nem um segundo em meter os bicos na boca.
Meus olhos estavam arregalados vendo elas chuparem as tetas, e ainda por cima o laço de irmãs que as unia era ainda mais… proibido. Excitante. A mão da Kim se enfiou na calcinha da Laura e eu vi que ela começou a brincar com a entradinha dela, levando os dedos à boca de vez em quando pra provar os sucos que saíam.
Aí elas se deram um último beijo. Se separaram e continuaram vendo TV como se nada tivesse acontecido. tivesse acontecido. Eu me encostei na parede pra tentar me acalmar, porque o que eu tinha visto era digno da coisa mais perversa e incestuosa, comparável ao momento constrangedor em que peguei a Lorena enfiando um vibrador no cu da própria filha.
Era isso. Lorena. Se eu tinha que falar com alguém, bem que podia ser com ela. A ideia pareceu boa nos primeiros vinte segundos, mas depois eu me toquei que não era o mais certo, porque conhecendo ela, a primeira coisa que ia me dizer era pra eu aproveitar a oportunidade que tava na minha frente.
Desci pra sala como se não tivesse visto nada. Kim e Laura estavam agindo normal. Sentei na frente delas pra ver TV, mas sem tirar os olhos das mãozinhas safadas das minhas meninas.
Daniel chegou com a janta logo depois e, após comer, fui tomar outro banho pra tentar esquecer o que tinha visto. Ficava na dúvida entre dar uma bronca ou conversar com elas. Tava na banheira, passando sabão com a esponja, quando a Kim entrou enrolada numa toalha e, sem me ver, tirou ela. O corpo dela era escultural.
— Ei, tá ocupado aqui.
— Ai! Mãe, desculpa. Não te vi. Queria tomar um banho na banheira, me deixa?
— Sim. Vem — engoli seco. Kim sorriu e subiu no vaso pra pegar uma caixa no armário onde guardava velas aromáticas. Durante todo o processo, tive uma vista perfeita do corpo nu dela.
— Sua buceta parece de bebê — comentei sem nem pensar. Ela sorriu e se tocou na rachinha.
— Mas já aguentou coisas que você nem imagina.
— Kim!
— Haha! Você que começou. Me dá um espaço.
Kim entrou na banheira, bem do outro lado. Enquanto se acomodava, nossas pernas se entrelaçaram. A pele dela era lisa e macia, escorregadia por causa do sabão.
— Ah! Isso aqui é o paraíso. Nada como um banho quente nessa noite fria.
— O que você fez com suas amigas? Cinema?
— Hum... algo assim.
Sorri.
— Comigo você não engana, filha. Acho que a palavra com S tá envolvida.
— O mesmo digo pra você — disse Kim, e, safada, me tocou a Buceta com o pé. Eu me exaltei demais e fiquei vermelha na hora. Kim riu.
—Ei! Respeito que sou sua mãe!
—Ah! Foi só um acidente. Não queria apertar seu botãozinho da felicidade.
Ela chutou minha buceta de novo e eu devolvi com um apertão leve do meu pé nos peitos dela. Kim riu de um jeito encantador.
—Mãe, a verdade é que ultimamente a gente se dá melhor, não acha?
—Sim, mas acho que você parou de me ver como mãe e agora sou sua amiga. Não esquece que ainda tenho autoridade.
Ela riu e apertou meu clitóris com o pé de novo. Eu fechei as pernas, mas logo depois abri de novo e ficamos brincando com os pés por um tempo, conversando sobre coisas bestas, como as novas eleições e que eu tava pensando em largar meu emprego.
Daí a pouco, Daniel entrou no banheiro e, sem vergonha nenhuma, puxou o pauzão dele pra mijar.
—Ei! A Kim tá aqui!
—Relaxa, mãe — disse Kim, olhando curiosa pro pau do Daniel.
—Desculpa, era uma emergência… — E ele olhou pra gente.
Mãe e filha peladas na banheira, com o sabão mal cobrindo nossos peitos. Isso foi o suficiente pro pau do homem começar a subir rapidinho.
—Nossa, que brinquedo — murmurou Kim com uma vozinha que derreteria um bloco de gelo —. Agora entendo por que você andava tão feliz, mãe. Essa coisa mal deve caber na sua boca.
Não sei por que, mas eu ri. Daniel chegou perto da banheira. Kim me olhou, e eu olhei pra ela. Do jeito que deu, a gente conseguiu abrir um espaço. Meu peito tava batendo a mil enquanto um homem pelado se metia entre a gente. O que será que ia rolar?
Não lembro de ter ficado mais excitada na minha vida. O que se desenrolava na minha frente era tão erótico que qualquer homem já teria gozado só de olhar. O pai da Holy estava com as pernas bem abertas enquanto a filha passava a língua nos ovos dele, e, por cima, a sensual Lorena não parava de pular naquela piroca dura.
Entrei na brincadeira me aproximando deles. Minha simples presença bastou para Lorena me dar um beijo de língua e, na hora, sair de cima do marido. Os fluidos dela tinham temperado aquele pau, e a Holy, a garota não hesitou nem um segundo em enfiar na boca para saborear os próprios sucos da mãe.
Deixamos a menina continuar com a "merenda" dela, e Lorena me puxou para o sofá. Sentei e abri as pernas para que ela fizesse o que quisesse comigo. Ela piscou um olho e depois afundou a boca na minha buceta, arrancando uma onda de desejo e tesão tão grande que senti meu corpo tremer.
Jonathan gemia de olhos fechados. A Holy fazia uma punheta nele e, ao mesmo tempo, se acariciava entre as pernas e ria como se aquilo fosse coisa de todo dia. E talvez fosse. Essa família se dava amor de todas as formas, e fiquei pensando o que aconteceria se na minha rolassem coisas parecidas.
Lorena começou a me penetrar com três dedos e fazia estragos dentro de mim que arrancavam gemidos. Desviei o olhar para a Holy. Ela estava terminando o serviço. Pegou o pai pela mão para ele se levantar e depois se jogou no chão com um travesseiro debaixo da cabeça e as perninhas bem abertas.
— Ele vai meter nela? — perguntei para Lorena.
— Sim, por quê?
— Não, nada.
Fiquei observando Jonathan deitar em cima da filha, colocar os tornozelos dela nos ombros dele e apontar a piroca para aquela entrada.
O sorriso da Holy sumiu para dar lugar a uma mistura de dor e prazer. Os gemidinhos dela eram tão doces quanto o canto dos anjos. O papai dela era muito cuidadoso com ela, a ponto de... enquanto começava a mover lentamente os quadris, acariciava a testa dela pra relaxar.
Lorena largou minha buceta em paz e se deitou sobre mim, passando a língua por toda a minha barriga e apertando meus peitos com as mãos. Amassou tanto e enfiou o nariz neles pra sentir o cheiro natural que meu corpo exalava.
Perto de mim, as investidas de Jonathan na filha dele eram mais ritmadas. O corpo da garota tremia a cada penetração. Ela tinha os olhinhos fechados e se massageava os peitos pequenos com uma expressão genuína de prazer.
— Te excita ver alguém comendo a própria filha? — sussurrou Lorena no meu ouvido com uma voz entre perversa e sedutora.
— Sim. Adoro.
— Então vem comigo.
Ela me levou e nos ajoelhamos perto da jovem. Pude ver, surpresa, que mais da metade do pauzão do pai dela se enterrava naquela bucetinha sem depilar, com os lábios totalmente vermelhos e um clitóris lindo que se destacava. A pele lisa dela brilhava com o reflexo dos fluidos.
O homem tirou o pau e, antes que pudesse fazer mais alguma coisa com ela, eu me apressei em enfiar na boca porque queria sentir o gosto agora que estava molhada com o sabor de uma mulher. E era delicioso. Demais. Algo em mim despertou e eu fui além no terreno do lesbianismo.
Mais excitada do que antes, abri bem as pernas de Holy e enfiei a boca onde momentos antes ela tinha sido penetrada. O gosto era tão… doce. Viciante. Por causa do tesão, do que é socialmente proibido, me deixei levar. Os gemidos de Holy ficaram mais intensos.
De repente, senti duas línguas na minha bunda e mal consegui ver que eram Lorena e o marido dela. Duas línguas? Nunca tinha experimentado isso, mas parecia o puto paraíso. Um deles abriu minhas nádegas e lamberam cada parte do meu corpo.
Depois, algo ainda mais gostoso me invadiu. Senti algo enorme e quente esticando as paredes da minha buceta. Gemi quando Jonathan literalmente cravou o membro em mim e começou a me foder num ritmo Rápido. Depois, a esposa dele se posicionou bem em cima da filha pra garota poder lamber a buceta dela. Percebi que a mulher lubrificava pra caralho. Pequenas gotinhas de lubrificante caíam na boca da garota e ela, gemendo e se contorcendo enquanto eu a penetrava com dois dedos, começou a enfiar a língua na entrada da própria mãe.
Ficamos assim por um bom tempo, os quatro gemendo naquela orgia proibida, incestuosa. Mas eu tava pouco me fodendo, porque era bom pra caralho. O interior da Holy era quente e meus dedos escorregavam por causa dos sucos gostosos que jorravam dela. O pau do Jonathan continuava penetrando entre ritmos lentos e rápidos.
— Vocês fazem isso com que frequência?
— Sempre que dá.
— Que gostoso.
— É. Um dia, eu e o Jonathan estávamos na cama e esquecemos de trancar a porta. A Holy entrou bem no meio da ação e ficou olhando pra gente. Foi daí que começou a coisa boa.
— Eu fiz algo parecido com minha irmã — confessei pra eles. A Lorena arregalou os olhos.
— Sério?
— Sim. Só brincamos com meu namorado. Não teve penetração.
— Sua mãe devia começar a meter a Laura nisso também.
Não comentei nada sobre isso porque não sabia o que pensar direito. Uma coisa era fazer isso com essa família, outra bem diferente era me envolver com minha própria mãe.
— Vou gozar! — exclamou o Jonathan.
Nós três nos ajoelhamos na frente dele, feito cachorrinhas prestes a receber a comida. Obviamente a Holy era a estrela da orgia toda, então a garota abriu a boca e colocou a língua pra fora pra uma grande descarga de sêmen entrar até a garganta dela.
Depois, a Lorena cobriu o pau com a boca e também recebeu a parte dela.
Eu fui a última. Quase não sobrou nada pra mim, mas isso não me importou porque o gosto daquele sêmen era o mais delicioso que já tinha provado na vida.
Depois disso, nós três nos olhamos, sorrindo. Meu peito ainda tava acelerado. A Holy ofegava e limpava a boca com a mão. A Lorena acariciou minha perna.
— Pode se juntar sempre que quiser. —o que quiser —disse ele.
—Vou fazer. Pode ter certeza disso.
—Karen—
Saí do meu quarto totalmente exausta. Minhas costas ardiam depois que Daniel me rasgou com as unhas num arroubo de paixão. Também andava com um certo desconforto na bunda, resultado das investidas anais que aquele homem magnífico tinha me dado. Não me lembro de ter sentido tanto prazer em toda a minha vida, e o melhor era que, como ele ia ficar em casa, eu poderia aproveitar quantas vezes quiséssemos.
Sim, eu queria mais, mas como todo homem depois da ação, precisava descansar, então deixei ele dormindo pelado na cama e saí só com uma camisola que batia pouco acima dos joelhos e sem nenhuma calcinha.
É incrível como um pouco de sexo selvagem pode causar tantas mudanças no corpo. Eu me sentia revitalizada, radiante e muito feliz. Meu cérebro com certeza estava nadando num mar de endorfinas e eu queria ficar assim o máximo de tempo que pudesse.
Pensei em conversar com a Kim, mas lembrei que ela tinha me pedido permissão para sair, o que era novidade porque geralmente ela ia embora sem dizer um pio. Fui até o quarto da Laura pra ver o que ela estava fazendo e encontrei minha garota dormindo, usando só a calcinha de renda preta, que já estava meio apertada nela.
E não sei o que deu em mim quando a vi. Talvez a lembrança do que tinha feito com a Lorena e a filha dela, ou que eu ainda estava excitada, mas ao ver as curvas da Laura senti prazer. Um prazer muito parecido com orgulho. Eu tinha dado à luz uma garota linda.
Em algum ponto da vida, a Laura seria levada pra cama. Um dia ela daria o primeiro boquete e seria fodida de gostoso. Não sei por que estava tendo esse tipo de pensamento tarado, mas era como desafiar o certo, como fazer uma sacanagem.
Sentei na cama e, sem conseguir me conter, coloquei uma mão na bunda dela. Quer dizer… não tinha nada de errado, né? Como mãe, já tinha visto ela pelada várias vezes. Passei o dedo pela… por baixo da calcinha dela pra arrumar bem a renda e depois, um pouco mais sem vergonha, acariciei a linha que dividia a bunda dela. A pele dela era branca. Um bronzeado cairia muito bem nela e pensei que logo o verão ia nos obrigar a ir pra praia.
Parei de pensar nisso e continuei esfregando delicadamente a pele lisa das nádegas dela. Nisso, Daniel me segurou pelos ombros e eu tirei a mão como se tivesse me queimado.
— Daniel… você me assustou.
— O que você tava fazendo?
— Nada. Só…
— Tocando na sua mina? — qualquer um pensaria que ele tava me dando uma bronca, mas a verdade é que nos olhos dele tinha uma perversão estranha. Lembrei que a Lorena tinha me falado que a maioria dos homens sentia um tesão quando se envolviam mãe e filha. Não sabia, dentro da mente torta da minha amiga, o quanto isso era verdade. Preferi não ligar, mas me aliviou saber que meu homem não tava me achando doente.
Por outro lado, ele tava só de cueca, onde o volume dele marcava bem. Pelo tamanho, vi que já tava pronto pra ação e pisquei pra ele. Daniel se apressou a tirar a roupa e eu fiquei vermelha na hora porque a gente tava no quarto da minha filha.
— Chupa um pouco — ele falou com voz sexy.
— Não. A Laura pode acordar.
— Faz. Você sabe que quer.
E eu queria mesmo. Dominada pelo tesão, meti o pau dele na boca. O sangue que corria no pênis dele esquentava tudo e logo minha saliva fez meus lábios deslizarem fácil por todo o comprimento.
Ali estava eu, dando um boquete foda no meu homem no quarto da minha filha. Esqueci que tinha outra pessoa ali e comecei meu trabalho com mais vontade, levada pela excitação do proibido.
De repente, vi que Daniel escondia o pau dele e se virava. Laura tocou no meu braço.
— Mãe?
— Laura! — exclamei, toda vermelha de vergonha. A garota franziu a testa. Acabou. Eu era a pior mãe do mundo.
Mas não foi assim. Laura abraçou um travesseiro e virou de novo. Hora de dormir.
—Você me viu? — perguntei, mesmo já sabendo a resposta.
—Você tem quarto pra fazer isso. Não vem pro meu.
Daniel, do lado de fora do quarto, só ria.
No resto da tarde, fiquei morrendo de vergonha. Kim chegou depois e parecia especialmente feliz. Disse que tinha ido com umas amigas no shopping. Daniel, por outro lado, via TV. Kim sentou do nosso lado.
—O que vocês fizeram? — perguntou. Daniel riu e eu fiquei vermelha.
—Nada. Nada de nada.
—Com certeza se divertiram mais que eu — disse Kim com um sorriso óbvio de quem sabia o que tinham feito comigo.
—Bom, só um pouco.
—Daniel, e aí? Já posso te chamar de papai?
O comentário fez o homem ficar vermelho e rir nervoso. Chamei a atenção de Kim e ela, rindo, subiu pro quarto e desceu pouco depois de tomar um banho. Veio com uns shorts bem justinhos, bem curtos e uma blusa sem manga com o decote solto. O olhar do Daniel foi evidente pra nós duas. Com um gesto dos meus dedos, pedi pra minha filha cruzar as pernas pra mostrar mais decência, mas quando fez isso, só fez os coxas dela ficarem mais torneadas e sensuais.
Daniel se cobriu disfarçadamente com a almofada pra esconder a ereção que tava tendo. Tentei pensar no coitado, que tinha me confessado que não era muito de ficar com mulheres por causa do trabalho. E agora tava nessa casa, comigo, uma mulher viciada em sexo e uma filha tão sedutora que até em mim despertava uma certa luxúria proibida de ver ela com aquela roupa minúscula. Além disso, saber que Kim sabia que tinham me comido era tão excitante. Lembrei quando vi por debaixo da porta o Axel comendo ela, e isso fez o calor aumentar no meu corpo.
Ficamos vendo TV mais um tempo e depois Daniel saiu pra comprar a janta. Kim e eu nos olhamos com um certo desconforto.
—Você tá feliz, mãe.
—É, bom... você também.
Laura desceu pouco depois com seu roupão sexy de seda. Sempre Eu sempre a via com carinho, mas dessa vez, quando o olhar dela cruzou com o meu, um sorrisinho safado apareceu nos lábios finos dela. Ela sentou do lado da Kim e colocou as pernas em cima do colo da irmã. A Kim, sem pensar duas vezes, começou a acariciar as coxas dela, meio que sem interesse, enquanto assistiam TV.
A cena podia parecer inocente pra qualquer um, mas pra mim, ver minha filha mais velha passando a mão nas pernas da irmã era algo… excitante.
Eu me imaginei fazendo sexo oral no Daniel na frente das minhas filhas. Será que eu curtiria uma parada dessas? Já cansada desses pensamentos tão sujos, subi pro banheiro pra tomar um banho. Queria dar uma esfriada naquela tesão e quase consegui. Saí do banheiro e fui em direção às escadas, mas antes de descer, parei no patamar porque vi, pasma, que a Laura e a Kim estavam se beijando na boca.
Minha primeira reação foi chamar a atenção delas, mas parei, sem saber por quê. O rosto da Kim tava calmo, relaxado pra caralho, e com uma mão ela acariciava o queixo da irmã. A Laura, por sua vez, tinha a mão enfiada dentro do shortinho minúsculo da Kim e brincava com a buceta da irmã mais velha.
Minha respiração acelerou e eu fiquei pensando o que tava rolando com minhas filhas. A Laura tirou a mão e passou os dedinhos molhados na boca da Kim. Ela olhou em volta e sussurrou alguma coisa pra Laura. A garota riu e levantou a blusa dela, deixando os peitos da irmã à mostra, e não hesitou nem um segundo em meter os bicos na boca.
Meus olhos estavam arregalados vendo elas chuparem as tetas, e ainda por cima o laço de irmãs que as unia era ainda mais… proibido. Excitante. A mão da Kim se enfiou na calcinha da Laura e eu vi que ela começou a brincar com a entradinha dela, levando os dedos à boca de vez em quando pra provar os sucos que saíam.
Aí elas se deram um último beijo. Se separaram e continuaram vendo TV como se nada tivesse acontecido. tivesse acontecido. Eu me encostei na parede pra tentar me acalmar, porque o que eu tinha visto era digno da coisa mais perversa e incestuosa, comparável ao momento constrangedor em que peguei a Lorena enfiando um vibrador no cu da própria filha.
Era isso. Lorena. Se eu tinha que falar com alguém, bem que podia ser com ela. A ideia pareceu boa nos primeiros vinte segundos, mas depois eu me toquei que não era o mais certo, porque conhecendo ela, a primeira coisa que ia me dizer era pra eu aproveitar a oportunidade que tava na minha frente.
Desci pra sala como se não tivesse visto nada. Kim e Laura estavam agindo normal. Sentei na frente delas pra ver TV, mas sem tirar os olhos das mãozinhas safadas das minhas meninas.
Daniel chegou com a janta logo depois e, após comer, fui tomar outro banho pra tentar esquecer o que tinha visto. Ficava na dúvida entre dar uma bronca ou conversar com elas. Tava na banheira, passando sabão com a esponja, quando a Kim entrou enrolada numa toalha e, sem me ver, tirou ela. O corpo dela era escultural.
— Ei, tá ocupado aqui.
— Ai! Mãe, desculpa. Não te vi. Queria tomar um banho na banheira, me deixa?
— Sim. Vem — engoli seco. Kim sorriu e subiu no vaso pra pegar uma caixa no armário onde guardava velas aromáticas. Durante todo o processo, tive uma vista perfeita do corpo nu dela.
— Sua buceta parece de bebê — comentei sem nem pensar. Ela sorriu e se tocou na rachinha.
— Mas já aguentou coisas que você nem imagina.
— Kim!
— Haha! Você que começou. Me dá um espaço.
Kim entrou na banheira, bem do outro lado. Enquanto se acomodava, nossas pernas se entrelaçaram. A pele dela era lisa e macia, escorregadia por causa do sabão.
— Ah! Isso aqui é o paraíso. Nada como um banho quente nessa noite fria.
— O que você fez com suas amigas? Cinema?
— Hum... algo assim.
Sorri.
— Comigo você não engana, filha. Acho que a palavra com S tá envolvida.
— O mesmo digo pra você — disse Kim, e, safada, me tocou a Buceta com o pé. Eu me exaltei demais e fiquei vermelha na hora. Kim riu.
—Ei! Respeito que sou sua mãe!
—Ah! Foi só um acidente. Não queria apertar seu botãozinho da felicidade.
Ela chutou minha buceta de novo e eu devolvi com um apertão leve do meu pé nos peitos dela. Kim riu de um jeito encantador.
—Mãe, a verdade é que ultimamente a gente se dá melhor, não acha?
—Sim, mas acho que você parou de me ver como mãe e agora sou sua amiga. Não esquece que ainda tenho autoridade.
Ela riu e apertou meu clitóris com o pé de novo. Eu fechei as pernas, mas logo depois abri de novo e ficamos brincando com os pés por um tempo, conversando sobre coisas bestas, como as novas eleições e que eu tava pensando em largar meu emprego.
Daí a pouco, Daniel entrou no banheiro e, sem vergonha nenhuma, puxou o pauzão dele pra mijar.
—Ei! A Kim tá aqui!
—Relaxa, mãe — disse Kim, olhando curiosa pro pau do Daniel.
—Desculpa, era uma emergência… — E ele olhou pra gente.
Mãe e filha peladas na banheira, com o sabão mal cobrindo nossos peitos. Isso foi o suficiente pro pau do homem começar a subir rapidinho.
—Nossa, que brinquedo — murmurou Kim com uma vozinha que derreteria um bloco de gelo —. Agora entendo por que você andava tão feliz, mãe. Essa coisa mal deve caber na sua boca.
Não sei por que, mas eu ri. Daniel chegou perto da banheira. Kim me olhou, e eu olhei pra ela. Do jeito que deu, a gente conseguiu abrir um espaço. Meu peito tava batendo a mil enquanto um homem pelado se metia entre a gente. O que será que ia rolar?
3 comentários - Minhas filhas e eu cap 9