Romina, minha putinha cap 34 a 37

Romina e a armadilha do desejo 7

Eu estava esperando chegar em casa depois do trabalho, morrendo de vontade que a Romi me masturbasse pelo menos. Entrei em casa, a nenê estava na sala e a Romi na cozinha, ela estava de roupão e com os sapatos de salto agulha. Ela abriu o roupão e começou a acariciar os peitos, estava com meia-calça e cinta-liga e a calcinha fio-dental do conjunto, sem sutiã.

- Você gostou do que aconteceu hoje...?
- Sim...
- Ficou com tesão...? - disse ela, tirando o roupão e começando a lavar a louça. Estava com os sapatinhos de salto, a bunda estava mais linda que nunca, fui me aproximando dela.
- Fica aí onde está... você só pode me olhar... e se eu quiser, eu vou te tocar... você gosta de ser corno...?
- Sim...
- Mas... tanto assim???? - e ela riu - Vai pro banheiro que vou ser boazinha e vou tirar seu tesão. - Entrei no banheiro e me despi. Logo em seguida, a Romi entrou.
- Bom que você já se despiu, assim não perco tempo com punhetinha... - e ela riu de novo. - Vou te aliviar agora, não porque sou boazinha... na verdade, tô com vontade que você me coma de noite... e se não tirar seu leitinho... - ela me envolveu por trás, me abraçando e me colocou perto da banheira, apontando meu pau pra ela. Com a mão esquerda, começou a acariciar minhas bolas. E com a direita, a brincar com meu pau.
- Que duro que está... você tava assim de duro enquanto tomava o leitinho do seu chefe da minha bunda... - meu pau deu um pulinho - Como ele se anima, responde por você... - a mão esquerda dela parou de acariciar minhas bolas e foi até minha bunda, separou minhas nádegas e seus dedos começaram a mexer no meu cu. A mão direita dela começou a me masturbar mais rápido enquanto com o dedo indicador da outra mão ela me comia o cu.
- Vou ter que te humilhar cada dia mais... Até onde vou ter que chegar...? Você me disse que seu pai era um senhor atraente, não foi...? - meu pau jorrou porra pra todos os lados. A Romi ria enquanto apertava meu pau com força e me comia o cu com o dedo.
- É Que piada essa do seu pai... mas quem sabe... né? – e meu pau deu um pulo de novo. A Romi se virou e saiu do banheiro dizendo:
– Vou preparar o mate... limpa tudo.

Enquanto tomávamos mate, ela me perguntou, já mais calma, que contasse algo da minha família.
Contei algumas poucas coisas da minha mãe, da minha irmã, dos amantes dela e do meu pai, que era um cara de mau humor, bem durão e complicado. Que quando ele descobriu que o porteiro tinha transado com minha mãe, conversou tranquilamente com ele, sem nem levantar a voz. O porteiro ficou tão assustado depois da conversa que nem aparecia mais no prédio. Que ninguém sabia em que negócios ele andava e outras coisas – a maioria do que eu sabia sobre ele era por comentários, alguns diziam que ele era meio mafioso e tal.

Ela tomou o mate e me olhou nos olhos.
– Um dia eu queria conhecer ele... – disse com voz de puta. Meu pau reagiu um pouco e tentei disfarçar. A Romi continuou com a voz de puta:
– Ele teria que conhecer a netinha... né? E a nora... o que será que ele vai achar? – me aproximei, beijei ela e a levei pro quarto. A nenê estava dormindo. Joguei ela na cama e comecei a comer.
– Que gostosa você tá, meu amor... gosto de você assim... – enfiei bem fundo.
Nem brinca com essa de meu pai, a gente tá brigado e não quero que você toque no assunto nem de zoeira.
– Tá bom... será que ele vai gostar da minha bunda?
Enfiei mais forte e gozei na hora. A Romi fez uma cara de pervertida como nunca tinha visto.
– É um joguinho, meu amor... não seja bobo...

Já mais calmo, falei que não gostava, que tinha sido tudo muito traumático pra mim. A Romi deitou no meu peito e pegou meu pau com a mão, acariciando de leve minhas bolas e o pau. Me beijou por um tempão e depois falou no meu ouvido:
– Não seja bobinho, meu amor... – apertou meu pau com força – É que você descreve seu pai de um jeito... que dá uma vontadezinha na gente de... Conhecê-lo..., - meu pau começou a crescer na mão da Romi.- Ai.., amor!!!, ele reage de novo..., parece que nunca concorda com você. E você sabe a quem eu obedeço...
Minha cara estava da máxima seriedade possível. Romi mudou de assunto e me disse que não pensava em ir a nenhuma festa no sábado, que não gostava que pensassem que podiam mandar nela, que uma coisa era ela estar com tesão e provocar situações e outra os caras acharem que podiam organizar as coisas dela. Me beijou outro longo tempo, levantou para ver a menina, eu fui tomar um banho. Jantamos bem tranquilos os dois e dormimos muito abraçados. Pensava na minha família e senti uma onda de medo. Lembrei do meu pai, como sempre me desacreditou e me considerou um pobre coitado, talvez ele tivesse razão, eu não era nada. Meu pai era um grande senhor, a maioria tinha medo dele, alguns o respeitavam. Nem sequer pensava na situação de ele conhecer a Romi, ela sempre foi uma putinha safada, e sabendo que ele sempre gostou de me humilhar, preferia não pensar. Essa noite tive vários pesadelos. Romina parecia ter cada vez menos limites, na verdade nós dois estávamos totalmente fora de controle.
Romina e a armadilha do desejo 8

Passou esse acontecimento da última conversa e a atitude da Romi mudou completamente, modificou sua forma de vestir, já não usava mais tangas nem calcinhas cavadas, e em quase 20 dias que passaram não apareceu em nenhum momento no escritório. Não havia nenhum tipo de flerte com ninguém e a relação entre nós ia perdendo aquela paixão do morbido e perverso que fazíamos. Uma noite na cama perguntei o que estava acontecendo e ela disse que da última vez que havíamos conversado, tínhamos ido longe demais e que com certeza eu preferia não continuar brincando porque íamos nos machucar. Sabia muito bem do que ela falava e minha voz travou, não sabia o que dizer, ela me tinha arrastado para o centro do conflito e eu não sabia como encarar.
-Vamos dormir melhor, amor, que amanhã você tem que trabalhar. Fomos dormir e eu percebi que estava com vontade de continuar o jogo, que a Romi era minha paixão e ao mesmo tempo era óbvio pra mim que seria minha perdição, mas esse era o jogo e eu não podia desistir dele. Liguei pra ela do trabalho pra casa dizendo que queria vê-la elegante de novo, que ela é quem mandava. Senti mais uma vez o sorriso perverso dela voltando de algum lugar, me garantindo que me esperava à tarde. Entrei em casa e a encontrei vestida com o conjunto de meia-calça e cinta-liga, a calcinha fio-dental combinando e os sapatos de salto alto.
- Oi, amor... a nenê tá dormindo... vem tomar uns mates... – fui pra cozinha, nos beijamos e nos acariciamos por um bom tempo. A Romi falou:
- Amor... quero que você ligue pros seus pais... – meu rosto foi se transformando – Você me contou que discutiu feio com seu pai e que ele te ofendeu... você vai ligar pra ele... – disse olhando nos meus olhos – e vai contar que é casado... que tem uma filha... que quer que eles a conheçam... e além disso... que quer se desculpar...
- Mas amor... meu pai foi quem me desrespeitou. Ela se aproximou de mim e apertou meu pau –
- Isso não importa... você vai pedir desculpas... e vai levar a nora pra ele conhecer...
- O que você disser...
- Assim tá melhor... – ela se ajoelhou na minha frente e, libertando meu membro, começou a chupá-lo suavemente, parando de vez em quando.
- Vê se a gente pode ir esse fim de semana comer um churrasco... adoro carne... espero que seu paizinho goste... – ela me chupou de novo até me fazer gozar na boca dela. Ela se levantou e me beijou, passando os restos do meu sêmen.
- Liga agora.
Peguei o telefone e discarei o número da casa dos meus pais, minha mãe atendeu, ficou feliz em me ouvir, eu disse que estava morando junto, que tinha uma filha, que gostaria que eles a conhecessem, ela garantiu que falaria com meu pai e pouco depois eles ligaram, passei o telefone e desliguei.
- Muito bem... meu garotão... muito bem... – disse a Romi e foi até o quarto ver a nenê.
Pouco depois meu Mãe disse que meu pai estava encantado e que nos esperavam no sábado à noite. Cheguei no sábado.
Romi tomou banho primeiro, eu entrei para me banhar e ela foi se trocar. Quando veio ao banheiro para se maquiar, mexi a cabeça para olhá-la e quase morri: ela estava com o vestido vermelho transparente, uma calcinha bem parecida com a vermelha que haviam rasgado, sem sutiã. Ela me olhou e sorriu, notou a dureza da minha ereção.
— Ai... amor, não diga nada... — veio até o chuveiro e agarrou meu membro — vou te fazer uma punhetinha para você ficar mais calminho, não seria muito legal se sua mamãe te visse de pau duro o tempo todo... — e começou a me masturbar, me olhando e sorrindo.
— Estou linda... né? Quero que seu pai veja bem minha bunda... quero ele com tesão... — comecei a gozar em torrentes. Romi riu e terminou de se maquiar no quarto. Coloquei a cueca e fui ao quarto me trocar. Quando entrei, Romi estava sentada na cama, indicou que olhasse ao lado dela: havia uma calcinha fio dental branca.
— O que foi, amor?
— É a calcinha que tirei... quero que você a use... assim, se quiser bancar o machão... vai pensar duas vezes... se seu pai te tratar de mariconzinho... ele terá alguma razão... — ela se levantou e saiu do quarto.
Coloquei a calcinha e me senti excitado com toda a situação; primeiro cheirei a calcinha dela e fiquei com muito tesão. Ela veio me ver e sorriu.
— Que bunda linda você tem... espero que isso te ajude a se situar... a calcinha... corna punheteira... — e saiu de novo.
Durante toda a viagem de carro eu estava com muito tesão, não conseguia evitar. Quando chegamos em casa, Romi entrou com a menina, minha mãe a olhou, beijou e abraçou; meu pai estava acendendo o fogo, fui com Romi ao meu lado e a menina no colo para que eles as conhecessem. Quando meu pai nos viu chegando, ficou pasmo, olhou para Romi e notei como uma descarga.
— Te parabenizo, filho, você tem uma mulher muito linda.
— Obrigada — disse Romi. Já vejo de quem seu filho herdou a beleza.
Conversaram um pouco e Romi falou no meu ouvido, me dizendo para ir ao jardim e observar se meu pai Eu ficava olhando a bunda dela enquanto ela se afastava. Ouvi a Romi dizer que ia ver se a mamãe precisava de algo e, quando olhei, os olhos do meu pai estavam grudados na bunda da Romi sem nenhum disfarce. Ele nem sequer olhou para onde eu estava ou se eu estava olhando para lá.

Fui para a cozinha e a Romi me olhou sorrindo.
— Senti um calor na bunda quando vim para a cozinha... — e sorriu.

Durante o jantar, conversamos normalmente. Fiquei sabendo que minha irmã tinha se casado com o Juan e que estavam morando em Córdoba. Minha mãe ia visitá-los na outra semana. Em um momento, no final do jantar, meu pai me olhou e disse que precisávamos conversar, que eu lhe devia um pedido de desculpas. A Romi me olhou e, enfiando a mão por baixo da calça, prendeu os dedos no elástico da calcinha fio dental. Claro que eu aceitei.

— Vamos para a minha sala — disse meu pai. A Romi disse que nos alcançaria com uns cafés.

Quando entramos, vi a mesa grande oval. Meu pai sentou em uma ponta e me indicou para sentar na outra. Depois de um tempo, a Romi entrou com os cafés. Serviu um para mim, colocou duas colherinhas de açúcar e mexeu. Foi até meu pai e se posicionou à direita dele, com a bunda roçando no ombro do meu pai. Notei que a mão dele se movia para baixo da mesa e vi a Romi deixar a xícara e se apoiar na mesa. Suas pernas se separaram um pouco. Baixei o olhar, depois olhei de novo e, desta vez, para o rosto da Romi, que mordia o lábio inferior. Então vi suas mãos com um movimento suave, mas firme, como se seu corpo subisse e descesse levemente. Depois vi aparecer a mão do meu pai e o vi levar os dedos à boca. A Romi falou com a voz entrecortada, dizendo que nos deixava sozinhos. Enquanto ela saía, e para que a Romi ouvisse, eu disse ao meu pai que queria pedir desculpas por ter sido tão mal-educado.

**Romina e a Armadilha do Desejo – Parte 9**

Passaram-se algumas semanas. As festas já estavam chegando. A Romi queria passar o Natal na casa dos pais dela e o Ano Novo na minha. Eu tinha conversado com minha mãe, e minha irmã viria de Córdoba com o Juan, seu... marido. A situação estava ficando insuportável, Juan, aquele que tinha comido minha mãe e minha irmã, ele sozinho, com o pai dele, com amigos. Era demais. Obviamente eu me sentia muito mal com o assunto. Passaram alguns dias sem a gente falar sobre isso. A Romi tinha me evitado sexualmente, dizia que estava cansada, mas ao mesmo tempo se vestia de forma sensual como sempre e se comportava de maneira sedutora.

No terceiro dia, ela me esperava vestida só de calcinha e uma camisetinha curta, o chimarrão pronto, me beijou e acariciou, me esquentando na hora. Ela se ajoelhou, libertou meu membro e me chupou um pouco. Depois se levantou e, sentando-se, continuou com o mate.

— Por que você não quer passar o ano novo na casa dos seus pais? — atacou direto.

— Ehh... não sei... sei lá...

— Tem algo estranho aí, né? — ela se ajoelhou na minha frente e tirou ele de novo da calça, passou a linguinha pela cabeça, mas nada mais — Nosso amiguinho aqui me diz que tem coisa... tá bem durinho... como quando tá com muito tesão... o que foi, amiguinho? — disse, dando uma lambida no pau e falando como se estivesse conversando com ele.

— Bom... na verdade, minha irmã vai vir.

— Adoraria conhecê-la... — disse enquanto dava outra lambida lenta, percorrendo meu membro. Eu não aguentava mais de tesão.

— Bom, o marido, o Juan... é quem enfestava ela com minha mãe e todas as outras coisas que eles faziam.

— E... você tem medo que ele coma a putinha? — não respondi.

— Ai, amor, se você não quer mais brincar, sem problemas... volto a vestir a roupa de antes... mais de boa, e a gente termina o joguinho... — ela se levantou e voltou a me servir chimarrão. Disse que ia pro jardim trabalhar nas plantas. À noite, ela deitou de fio dental, com a bunda bem oferecida pro meu lado. Quando acariciei, ela disse que estava cansada.

— Por favor, amor... — eu disse, ela virou e me olhou nos olhos.

— Arruma pra passar a festa na casa dos seus pais... senão amanhã mesmo o jogo acaba... além do mais, vai saber se eu agrado ele... Esse Juan... deve ter comido tanta puta...

Obviamente não consegui dormir, não queria voltar aos nossos jogos, mas só a ideia de vê-la com Juan me doía muito, mas devo admitir que também me deixou com tesão.

Voltei do trabalho no dia seguinte com um buquê de flores, Romi me olhou com um sorriso, sabia que tinha ganhado de novo.

-Que vestidinho eu ponho..., vamos escolher... – fomos pro quarto e ela começou a experimentar diferentes combinações, finalmente escolheu o vermelho com uma calcinha fio-dental preta, exagerado, pensei.

Finalmente chegou o dia da festa. Romi estava pronta e veio me ver no banheiro, enquanto eu tomava banho. Meu pau reagiu na hora. Romi agarrou ele e começou a me masturbar.

-Vou te baixar um pouco o tesão..., senão... – e me masturbou até eu gozar e me apertou forte quando aconteceu, depois me beijou e disse pra eu me apressar.

Fomos com a neném e ela no carro. Quando chegamos meu pai a pegou pela cintura e beijou sua bochecha bem perto dos lábios. Minha irmã estava grávida de oito meses, Juan estava maior, vi de novo a tatuagem da faca no braço dele e imagens do passado vieram à minha mente. Olhei pra Romi e me dei parabéns.

-Que pedaço de mulher, irmão..., durante o jantar todo Juan estava atento aos movimentos da Romi, e fazia comentários e piadas com ela. Num momento a neném estava cansada e Romi perguntou onde podia deitá-la, minha mãe sugeriu que o quarto da minha irmã estava vago, Juan se ofereceu pra acompanhá-la pra mostrar e pegou a neném nos braços embalando-a. Eu me esgueirei como pude pra cima e tentei me esconder, o único lugar que encontrei foi debaixo da cama. Entraram no quarto e senti quando Juan deitou a neném na cama.

-Sua filha é bonita.

-Obrigada...

-Se sair putinha igual a mãe...

-O que você tá dizendo, qual é a sua...!!!, disse Romi brava.

-Me escuta..., você vem com esse vestidinho com essa calcinha fio-dental e vai fazer a difícil - imaginei que ele tinha agarrado seu braço puxando-a pra perto. - Me solta que a menina tá dormindo...!!
- Tá com vontade de levar rola, né...? Romi deu um empurrão no peito dele e foi em direção à porta. Juan agarrou seu braço e puxou ela pra perto, Romi resistiu um pouco, mas logo estavam se beijando e o cara a apalpava à vontade.
- Que bunda gostosa você tem, gata..., você vai adorar quando eu enfiar meu amigo aí... – e eu soube que ele levou a mão ao membro.
- Hmmm...., sei não...
- Vai, putinha, ajoelha e dá oi pra ele, não temos muito tempo... – Romi se ajoelhou e eu imaginei que ela estava chupando ele.
- Gostou..., já comi sua sogra e sua cunhada..., só falta você...
- Mas não temos tempo agora..., por que você não vem amanhã em casa...?
- E seu marido...?
- Ele gosta de assistir quando me comem..., ouvi o grunhido de Juan que gozou com o que Romi disse- Vou falar pro meu marido..., quer...?
- O que você vai falar, putinha...?
- Que ele te pergunte se pode vir em casa..., tem uma mancha de umidade na parede..., me disseram que você é pedreiro... – Juan sorriu ironicamente.
- E ele vai ficar assistindo, enquanto a gente transa...?
- Se quiser, claro...,
- Fala pra ele me convidar...,
Juan saiu do quarto, eu saí de debaixo da cama, Romi tinha restos de porra na boca, me beijou, um beijo bem longo...,
- Já tá sentindo o gostinho..., você já ouviu e ela apertou meu pau saindo do quarto depois.
- Quando desci, perguntei pra minha irmã se podia me emprestar o Juan um pouco, amanhã à tarde quando a gente terminasse de celebrar, assim ele via uma mancha de umidade na parede. Aquela noite ficamos pra dormir na casa dos meus pais, Romi me disse.
- Que pena, eu queria terminar o ano transando...
- E vamos aproveitar.
- Você tem que guardar sua porra pra amanhã, ela disse e me beijou.

Romina e a armadilha do desejo 10

Estávamos quase dormindo e ouvimos uma batida suave na porta. Senti a voz do meu pai falando baixinho.
- Abre, putinha..., quero terminar o ano comendo... – Romi calçou os sapatos de salto e só de calcinha fio-dental foi em direção à porta. Ele a abriu e meu pai entrou imediatamente.
- Eu estou com a mesma vontade... de acabar fodendo... - começaram a se beijar mordendo as bocas, a menina dormia no quarto ao lado.
- Que arriscado... e se sua mulher acordar e não te encontrar...?
- Que importa, gata... - e suas mãos passeavam por toda a bunda da Romi. Romi virou a cabeça para a cama e me olhou com cara de puta.
- Levanta... que a gente tem que usar ela... - e enquanto se abraçavam caíam na cama.
- Que sorte que alguém se lembra de me foder... - dizia Romi enquanto meu pai empurrava a calcinha para o ladinho e metia nela.
- Você gosta, meu amor... como a gente termina o ano...??? Aproxima para me beijar... e se masturba devagarzinho... põe minha calcinha... - fiz assim, meu pai me olhou com um sorriso.
- Ela tem uma bunda bonita, né...?, disse Romi. Meu pai começou a meter nela cada vez mais forte.
- Que grossa você tem... não quer gozar no meu peito...? Ainda sai um pouquinho... - meu pai começou a chupar os peitos dela com gosto.
- Que delícia... se você fosse minha mulher...
- E... o que eu sou...??? Não sou sua mulherzinha...?
- Digo se você fosse só minha...
- E... me faz sua...
- E como eu faço, se você já está com o infeliz do seu marido.
- Bom, a ele eu amo... mas se eu quiser ele não me toca mais... - meu pai não aguentou mais e encheu a buceta dela de porra. Mordeu de novo os mamilos dela e saiu logo do quarto. Fui direto para a buceta da Romi, ela agarrou minha cabeça com força e esfregava na use the word: buceta.
- E como eu faria para te ter só pra mim? , disse levantando a cabeça só um momento.
- E... se eu parar de me cuidar... - meu pau explodiu assim mesmo contra os lençóis e Romi teve outro orgasmo. A gente dormiu, acordamos com batidas na porta, era hora do almoço, a menina tinha ficado com a mamãe muito felizes as duas.
Durante todo o almoço os olhares do Juan saboreavam a bunda da Romi antecipadamente e ainda me olhava, não entendia nada. Tinha fodido muitas gostosas mas nunca tinha acontecido algo assim comigo, acho que já estava curtindo antes mesmo. Num momento em que estávamos os três, Juan disse pra gente.
- Pensando na foda que vou te dar hoje, vocês não têm ideia da surra de pau que dei na grávida...
- Você vai ficar sem porra..., disse Romi como se estivesse falando de qualquer coisa.
- Fica tranquila que esse rabo divino que você tem eu vou deixar bem cheio.

Finalmente fomos pro carro, passamos um minuto na casa dos pais da Romi e ela achou que era uma boa ideia a neném ficar um tempo com os outros avós. Quando ela entrou no carro e eu dei partida, ela foi pro banco de trás, começaram a se pegar. Romi soltou o pau dele e chupou um pouco, depois se ajeitou e, puxando a calcinha de lado, enfiou na buceta. Juan mordia os peitos dela, eu via a bunda da Romi pelo retrovisor com o vestido e a calcinha puxada pro lado.
- Gosta de olhar, cunhado...?
- Sim.
- Que sorte a nossa..., né?

Chegamos em casa e Romi se recompôs e entrou. Juan ficou comigo esperando eu trancar o carro e me encarava.
- Não te entendo, sabe que não te entendo. – eu só baixei a cabeça e entramos. Romi estava encostada na mesa com os salto altos, o bumbum oferecido com a calcinha de lado e a garrafinha de óleo perto da bunda. Juan sorriu ao vê-la. Olhou pra mim e disse.
- Que família política maravilhosa eu arrumei..., se meu pai estivesse... – colocou as mãos dos lados do corpo da Romi e foi mordendo e chupando todo o pescoço e as costas dela, depois desceu pelas costas e se divertiu mordendo e chupando a bunda, depois se despiu. E me deu um saquinho, daqueles que usava com minha mãe, coloca numa cerveja e traz. Servi dois copos pra eles que brindaram.
- O que você botou...?, disse Romi.

Como resposta, ele deu um tapa na bunda dela, eu me lembrava da sensação quando tinha tomado daquela mistura. Eu estava totalmente louco. Juan começou a dar tapas na bunda da Romi, que rebolava pedindo mais.
- Que gostoso..., me fode com força..., enfia de uma vez sem lubrificar..., quero seu pau já...!!! –Juan sorriu e enfiou, Romi estava transfigurada.
–Isso... com força..., me arrebenta bem..., filho da puta..., me fode bem gostoso..., você não tem nenhum amigo pra trazer...? –Romi estava totalmente fora de si, nem me notava.
–Juan, sorrindo, disse que se eu fosse buscar...
–Se mexe, seu merda, tá esperando o quê...!!! –Juan se afastou de Romi e me deu um endereço, por sorte ou não, não sei, não era longe.
–É o Sebastián, um amigo. Ele ia passar pra me ver, diz que surgiu uma festa, que ele venha.
Quando voltei, Romi estava sentada em cima de Juan com o pau todo enterrado na bunda,
–Vem chupar minha buceta, seu merda...!!! –o amigo de Juan começou a se despir, se aproximou de Romi, que engoliu o pau desesperada. O cara também tomou cerveja e me fez correr e enfiou em Romi. Ela estava cada vez mais louca. Pedia pra ser arrebentada.
Juan puxava o cabelo dela e o cara mordia os mamilos. Foderam ela um tempão e gozaram os dois ao mesmo tempo dentro de Romi, que ficou como desmaiada, primeiro Sebastián saiu. Romi se levantou, e Juan também, que a fez ajoelhar, deram seus paus pra ela limpar e, ajoelhada assim, começaram a mijar nela, Romi abria a boca querendo engolir. Depois se vestiram e foram embora. Romi se deitou na cama e dormiu. Estava mais relaxada que nunca, me despi, ainda estava de calcinha que tinha colocado na noite anterior, só abaixei um pouco e enfiei meu pau na bunda dela, que entrou fácil, senti a porra do Juan que lubrificava bem, levantei e fui tomar um gole de cerveja, voltei pro quarto e enfiei de novo, agarrei o cabelo dela e enquanto arrebentava a bunda, xingava e mordia o pescoço, Romi, inconsciente, pedia mais o tempo todo, finalmente me contraí e deixei minha carga no fundo da bunda dela. Bom ano, pensei e caí dormido ao lado dela.

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