Culeada a madre soltera

Bom, essa é uma história real, então talvez não seja tão boa nem tão hot, mas fazer o quê.

Quando eu tinha 19 anos, minha mãe me chamou porque tinha um trampo pra uma amiga dela. Fui na casa dela e lá estava: uma coroa de uns 50 anos, eu calculo, mas tava com uma mina de uns 30. Mal cheguei, a gostosa me olhou com cara de puta, sorrindo. Me apresentei: sou Lautaro.

— Ela é a Irene e a filha dela, Gabriela — disse minha mãe.
— Quando você poderia ir pra casa? — perguntou a coroa.
— Hoje mesmo, se quiser.
— Beleza, vamos.

Cada uma tinha uma moto Dax, eu ia subir com a coroa, haja, mas a Gabriela falou:
— Vem, te levo eu — com uma cara safada.

Duvidei 1 segundo, mas subi. Naquela época, eu esquentava fácil: via uma bunda ou uns peitos e já ficava duro. Durante o trajeto, lembro do perfume do cabelo dela. Era uma gostosa de cabelo cacheado, preto, magrinha, mas com uma bunda boa e pernas lindas. De rosto não era tão bonita, mas tinha uns lábios gostosos, boca de quem sabe chupar.

Só pra ilustrar, mais ou menos assim:Culeada a madre solteraQuando cheguei na casa dela, notei que não tinha nenhum homem por perto, só um moleque de uns 10 anos e a avó dele. O trampo que fui fazer era instalar internet, Windows e uma impressora. Foi bem rápido, mas quando eu tava indo embora, a Gabriela me parou:
— Escuta, você sabe fazer trabalhos acadêmicos? Preciso de uns pra faculdade.
— Acho que sim.
— Me passa teu celular.
Passei e fui embora.

Dois dias depois, ela me ligou pra eu ir lá, falou "Vou te pagar". Basicamente era passar uns resumos que ela tinha pro Word e colocar umas fotos do Freud e essa porra toda. Ela sentou do meu lado e ficou ditando, mas apoiava a mão no meu joelho. Isso me deixou com tesão, mas me concentrei em terminar logo pra ir embora e receber. Quando acabou, a gente imprimiu e ela ficou feliz. Me pagou e eu vazei.

Uns dias depois, ela me chamou de novo. Fui e ela me recebeu toda contente, de regata e saia jeans. Me beijou na bochecha e falou "Valeu".
— Quanto você tirou?
— 10, a professora amou. E graças a você, agora minhas colegas até guardam lugar pra mim.
(Não era pra tanto, pensei).
Depois pediu pra eu instalar uns jogos pro filho e a gente fez outro trampo. Quando ficávamos sozinhos, ela se apoiava no meu joelho e "sem querer" encostava na minha pica umas vezes.
— Você tem namorada? — perguntou.
— Não — falei.
— Por que não? Você é bonito.
— É que... não tenho muita grana.
— Ah, e você acha que todas são interesseiras?
— Não, mas...
— Quer ver uma coisa?
— Sim, o quê?
Ela mostrou o celular e tinha várias fotos de fio dental, lingerie, sutiã... Fiquei quase tremendo.
— Gostou?
— S-sim — respondi.
— Se quiser, te mando uma no celular, escolhe uma.
Escolhi uma que mostrava bem a bunda dela, uma onde ela tava toda pelada.
— Ah, essa, haha — riu, e me mandou.

Assim que cheguei em casa, baixei a calça e bati uma punheta olhando a foto. No dia seguinte, ela mandou mensagem:
— Oi, amor, como cê tá? Pode vir amanhã?
Me deu um tesão do caralho, fiquei pensando no que queria fazer com ela. "Vou sentar ela na minha pica", pensei. No dia seguinte, cheguei. Lá pelas 6 da tarde, ela me chamou pra tomar um café. A mãe dela tava lá, mas num momento ficamos sozinhos, ela do meu lado na frente do PC e de novo se encostou no meu joelho. Minha reação foi passar a mão na cintura dela, depois na bunda (ela não falou nada). Daí ela afastou o cabelo e eu dei uns beijinhos no pescoço dela. E pá! A mãe abriu a porta. A gente se ajeitou rápido, mas a Gabriela riu e a véia percebeu. — Filho, já tá escurecendo, melhor você ir — ela falou. — Não, mãe, ele ainda tem que me ajudar, não terminamos. — É, melhor eu ir — eu disse.

Quando cheguei em casa, tava com um tesão do caralho. Não aguentei e mandei uma mensagem: "Gaby, quer vir aqui em casa?" — O quê? Cê tá confuso, só porque te mandei umas fotos não quer dizer que quero fazer algo. (Tá me zoando? pensei) — Então não me toca desse jeito... Sou homem — respondi.

Uns dias depois, ela me ligou e me chamou pra jantar. Quando cheguei, tinha um cara de uns 40 anos: "é amigo da minha mãe", ela disse. Comemos churrasco e frango assado, nós quatro mais o filho dela. Depois, lá pelas 23h, ela quis me mostrar algo no PC. Daí a mãe chegou e falou: — Gabriela, olha a hora. Até que horas você quer ter esse menino aqui? Levantei como quem vai embora. — Eu te levo agora, não se preocupa. Já era meia-noite e a véia e o cara se trancaram num quarto. — Gabriela, leva esse menino agora — ela disse antes de se fechar.

Eu insistia pra ir embora, mas ela falava: "Nãooo, a gente tem que terminar hoje". E de novo, ela se apoiou no meu joelho. Lembrei das fotos da bunda dela, do perfume, não aguentei mais e, tremendo... nervoso, peguei ela pela cintura e falei: "Vem cá". Sentei ela bem na pica, na minha pica dura por baixo da calça jeans. Ela tava de legging cinza e uma regata branca. Beijei as costas dela, senti o cheiro do cabelo... passei a mão na cintura, percorri os quadris e depois por baixo do sutiã. Massageei os peitos dela devagar. Ela se deixou levar por um tempo, mas depois se levantou como se tivesse assustada e disse: — Vamos, Tenho que te levar pra sua casa.
Fiquei com a pica dura, mas beleza, não dava pra estuprar ela também.

Uns dias depois, ela me ligou de novo. De novo pra imprimir as coisas dela.
"Gostei de sentir suas mãos na minha cintura", ela disse.
Quando ficamos sozinhos, passei a mão na bunda dela.. quis sentar ela de novo assim,
mas ela não deixou "Não, minha mãe tá em casa", falou rindo.
Eu insisti e ela disse "tá bom, mas só um pouquinho".
De novo meti as mãos por baixo do sutiã dela.. enquanto beijava as costas dela.
— Beleza, já chega — ela levantou.
E começou a colar umas letras e desenhos num papelão.
Enquanto fazia isso, sentava no chão assim:analMas depois, ela ficava praticamente de quatro quando batia ou escrevia alguma coisa.
Eu me inclinei atrás dela, passei minhas mãos pela bunda dela e perguntei:
— Essa pose te agrada?
— Sim — ela disse, rindo.
Eu teria fodido ela ali mesmo, mas… a mãe estava por perto.
Quando já estava me despedindo, ela me beijou na bochecha
e disse: "Quando você vai me convidar pra sua casa?" sorrindo.
— Quer ir amanhã? Às 6 — falei, quase sem pensar.

No dia seguinte, comprei uns preservativos e gel íntimo.
A farmacêutica me sorriu com cumplicidade.
E às 6 ela chegou, de calça de academia e regata.
Deixei ela entrar, ela veio meio tímida. Começou a explorar minha casa,
eu por trás, apalpando ela… até que fomos pro fundo.
Ela se apoiou na janela pra olhar o jardim, com as costas arqueadas.
Eu segurei a cintura dela por trás, passei a mão nos peitos dela,
rocei meu pau bem no meio das nádegas dela,
cheirei o cabelo dela… aqueles cachos pretos, raros…
Depois, tava tão excitado que me ajoelhei,
puxei a calça e a calcinha dela pra baixo… comecei a chupar a bunda dela e usei a palavra: buceta.
A cada lambida ela suspirava fundo, puxando o ar,
sentia aquele gosto doce na minha boca, mas amargo pra engolir.
Quando não aguentei mais, levei ela pra minha cama e coloquei de quatro. Quis meter por trás, mas
— Pela frente, amor — ela disse.
Então coloquei a camisinha e tive que comer ela pela buceta.
Uma das coisas que faço, desde moleque, é não tirar
até gozar, não tiro.
Enquanto comia ela, segurava a cintura dela firme, a sensação era
de me sentir dono do corpo dela, da vontade dela,
e com as mãos eu amassava a raba dela. É incrível como uma magrinha
de quatro fica com uma rabuda maior,
ainda mais quando apoiam os cotovelos na cama.
Quando terminei, deitamos e ela ficava me beijando na boca, no nariz,
enquanto eu recuperava o fôlego.
Umas 10 minutos depois, bateu vontade de novo e eu falei: "Vira pra cá".
Assim, de lado, de conchinha. Com a calça até o joelho e o tênis ainda calçado.
Beijei o pescoço dela, enfiei a língua na orelha dela e Acariciava os peitos dela
Respirava no ouvido dela de propósito
Até que fiquei bem duro de novo, aí sim.. passei creme na piroca e comecei a empurrar
Sem camisinha.. não tava nem aí se me sujasse, se saísse com merda
Só queria arrebentar a buceta dela, fazer ela minha..
— Devagar, amor — ela disse
— Shhh, fica tranquila.
E assim meti até o talo... comi ela um bom tempo e gozei dentro.
Uma coisa que notei é o largo que ela era, minhas ex-namoradas eram mais apertadas.
Depois de terminar, fiquei sem fôlego, quase parei o coração
Fiquei meio preocupado porque vi lágrimas nos olhos dela
Mas ela disse que tava tudo bem.
Comemos alguma coisa, depois ela foi embora.

No entanto, cometi um grande erro.
Achei que ela ia ser minha putinha, depois de uns dias ela me ligou de novo
— Tenho outro trampo pra você.
— Não quero grana, quero sua raba — falei.
— Qual é, fala sério, vou te pagar.
— Então um boquete.
— Não seja assim, tô falando sério.
Insisti que nem um idiota até ela desligar.
A tesão e a burrice daquele momento me fizeram perder ela.
Ela nunca mais me ligou nem respondeu minhas chamadas ou mensagens.
Podia ter comido ela mil vezes mais
Mas por um lado, comecei a me sentir desconfortável porque
o garoto começou a se apegar a mim
e eu era muito novo pra bancar o pai.
FIM

5 comentários - Culeada a madre soltera

Para pensar y reflexionar!!!!!!!!!!!!!!!!Van 10 y a fav!!!!!!!!!!!!!!!!!!
jaja cierto, uno de joven es muy estúpido..
manu-21 +1
a todos nos paso que de joven la terminas arruinando jaja