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Compêndio IE quem é o Leon?" perguntei, tentando fazer ela baixar a voz.
"Leon é o namorado da minha irmã."
Naquela hora, eu tava mais confuso do que tudo. Sandy, que até aquela tarde eu via como uma menina infantil e distraída (com fortes suspeitas de que era virgem), acabou sendo uma pervertida voyeur, que ficava excitada vendo a irmã dando pro namorado, escondida no que parecia ser o armário e que agora eu descobria que era infiel.
Mas o que mais fritava minha cabeça era não saber como eu tinha ido parar naquele armário, já que sou marido de uma das amigas de confiança da Sandy e, originalmente, tava ali ajudando ela no trabalho de pesquisa dela.
Mesmo assim, o tesão falava mais alto e, depois de garantir que ela ia ficar mais calma e quieta, a gente se levantou de novo.
"Leon é um sortudo!" comentou o cara, debochando, enquanto a Danielle parecia limpar os lábios dos restos da gozada dele. "Você engole igual uma putinha mesmo!"
"Calaboca, Nat!" respondeu a Danielle, confirmando as suspeitas da Sandy.
"Não fica brava, Dee!" ele disse, num tom mais doce. "Agora você sabe que é sua vez!"
Parece que a "Dee" gostou da ideia, porque ela se ajeitou o cabelo e se levantou, ansiosa, até empinando a raba na expectativa.
Igual a ela, o Nat foi tirando a camisa, até mostrar o sutiã, e ficou ali chupando os peitos dela por uns momentos…
"Nat, não seja mau!" pediu a Dee, com uma voz melosa. "Você prometeu que era minha vez…"
"É só um desvio rapidinho, gata!" ele exclamou, enquanto acariciava a cabeça dela nos peitos dele. "Vai me dizer que o Leon chupa melhor que eu?"
Mas admito que, igual a mim, o Nat tava trapaceando, porque também enfiava os dedos dentro da saia dela, de um jeito safado, que deixava ela sem reação.
"Não!... mas… eu fui obediente… bebi tudo…" ela respondia, com o corpo todo tremendo.
Enquanto eu assistia ao show, comecei a ouvir um tilintar metálico leve e persistente, acompanhado de um som baixinho… Chicotada de madeira, bem perto.
Girei na direção do barulho e vi não só a Sandy com o zíper da calça aberto, se dedilhando desajeitadamente, batendo num cabide com os movimentos, mas também ela começando a gemer baixinho, tipo um soluço.
Vendo que ela tava tão forte que não conseguia abafar e que, ainda por cima, não ia demorar pra eles perceberem o som, envolvi ela com meu corpo, tampei a boca dela e, com a outra mão, continuei a massagem atrapalhada no lugar dela, imobilizando ela com meu aperto e enfiando o indicador no meio da fenda molhada dela.
“Vai, Nat!... Vai, Nat!... Você prometeu que era minha vez!” pediu a Dee de novo, enquanto Nat lambia os peitos inchados dela.
“Tá bom, boneca! Vou provar o seu!”
E Nat foi descendo com a língua até chegar no templo do prazer da Dee. Não conheço o tal Leon, mas o Nat me era simpático, porque pensava igual a mim.
Pelo que dava pra ver, o Nat também passava um tempão dando chupões no clitóris, que tensionavam a mandíbula da Dee num sorriso de alegria nervosa, onde ela fechava os olhos e prendia a respiração, segurando o prazer.
Mas aí ele se abaixou um pouco mais, conseguindo deslizar a língua pra dentro da buceta, fazendo a Dee literalmente ficar na ponta dos pés de tanto tesão e soltar um suspiro intenso que parecia tomar conta dela toda.
Aproveitando que o Nat lambia sem parar, pude reparar melhor no corpo da Dee: uns peitos chamativos, de uns 92 cm, tipo os dos primeiros meses de gravidez da minha esposa, que seriam uma vez e meia o tamanho dos da Sandy; uma cintura fina e ombros pequenos, medindo 1,65 m, um pouco mais baixa que a irmã mais nova e, igual a ela, de cabelo escuro.
E como se tivesse uma certa simetria com o que tinha rolado antes, a Dee começou a cavalgar a boca do amigo, acariciando de leve os cabelos dele, até que ele... Ele gozou.
Suspiros intensos a tomavam, como se fosse um fole, mas em vez de continuar lambendo, Nat a jogou na cama.
Com um sorriso bem feliz, Dee abriu as pernas pro amigo. Nat demorou uns segundos, colocando a camisinha.
Consegui ver com bastante detalhe o jeito que a buceta peluda ia admitindo devagar o pau do Nat, que suspirava forte, como se fizesse um esforço sobre-humano pra se segurar.
O que mais me chamava a atenção era que não custou muito pra ele meter a ferramenta toda dentro da Dee, a ponto de só sobrarem os colhões inchados à vista.
Dee gemia suavemente, enquanto o amigo entrava e saía de dentro dela. Os peitos dela balançavam levemente, por causa do vai e vem do membro.
Mas como bom rapaz, ele apertou esses peitos com as duas mãos.
“Mais rápido, porra! Mais rápido!” pedia Dee, desesperada.
A voz irritada da parceira parecia dar novas forças pro garoto, cujos movimentos começaram a ficar muito mais ágeis e potentes, fazendo ela gemer cada vez mais alto. Eventualmente, ela começou a sentir orgasmos poderosos, refletidos em verdadeiros berros de prazer.
No entanto, o garoto começou a bufar como um touro, mostrando os dentes, tentando segurar a vontade de não gozar tão cedo e, de repente, ficou parado, com umas sacudidas esporádicas, enquanto se abraçavam um no outro.
Mas aí, senti dois dedos na minha glande, apertando de leve. Vi o olhar vidrado da Sandy, pedindo uma pausa.
Aí percebi a umidade da minha mão. Tava tão ligado no que rolava lá fora, que sem perceber tinha continuado dedando a Sandy e que não só tinha o indicador enfiado na fenda dela, mas também tinha metido o anular e o do meio, entrando e saindo bem rápido.
Na verdade, se no começo ela mostrou resistência por causa da mordaça que eu coloquei com a mão, agora Ela tinha a palma bem babada e segurava a minha mão com força com a mão gelada dela, pra eu não mexer. E o vai e vem que ela dava era inacreditável, parecia que subia e descia junto com os movimentos da minha mão direita, que continuava masturbando ela, mas ao mesmo tempo, rebolando a bunda em cima do meu pau. Nem tinha percebido que eu tava "montando ela no seco" e que cada sacudida que eu dava fazia ela enterrar a bunda no meu pacote. Claro que continuei dedando ela até ela ter um orgasmo poderoso e desabar, exausta, em cima das próprias pernas. Fora do armário fervendo, os dois também descansavam, recuperando as forças, um do lado do outro. Mas a Sandy foi engatinhando até a portinha, com a calça arrastando. Enquanto eu seguia ela, consegui entender a origem do cheiro que senti assim que entrei naquele armário: eram os fluidos das gozadas anteriores. Quando ela sentou na cadeira onde eu tinha trabalhado, notei uma mistura de cansaço e pesar no olhar dela. "É normal sua irmã fazer uma coisa dessas! Ela não é casada com o Leon... e tem todo o direito de experimentar!" Foi a primeira coisa que veio na minha cabeça. Mas era óbvio pelo jeito que ela me olhava que aquela preocupação tinha ficado em segundo plano. Sinceramente, eu me arrependia das minhas ações. Ela não me olhava mais com a alegria e o respeito daquela manhã, mas sim acompanhava cada um dos meus movimentos com muita atenção. Dava pra sentir o nervosismo e a desconfiança dela em relação a mim, como se a qualquer momento eu fosse pular em cima dela, e por isso decidi sair bem triste daquele lugar. O que eu não esperava era que tudo que aconteceu tinha me deixado com uma ereção violenta, me causando uma sensação horrível de vergonha, misturada com desespero de verdade. Me arrependia de não ter seguido o conselho da minha esposa, porque na caminhonete ninguém ia perceber minha ereção. O maior problema é que eu tava com uma daquelas ereções que não desceria por conta própria. Pelo menos, eu precisava bater uma bronha e aí estava meu dilema e desespero.
Não me atrevia a ir ao banheiro me masturbar, com o risco de Danielle ou o amante dela me pegarem naquela situação.
A outra opção era me masturbar no quarto, sob o olhar atônito da Sandy, o que era impossível…
Mas o que aconteceu depois, eu não consegui entender.
De alguma forma, a Sandy se aproximou e se ajoelhou, olhando pra minha calça.
“A Marisol diz que quando isso acontece com você, ela faz assim…” disse, desabotoando minha calça com bastante desenvoltura.
E sem querer me gabar, quando minha ereção apareceu com pompa e circunstância, ela se impressionou, já que era o triplo da grossura da do Nat e até um pouco mais comprida.
Ela me olhou com bastante surpresa, sorriu, abriu a boca e…
Simplesmente, foi incrível!
Assim como minha esposa, eu achava que a arte do boquete exigia dedicação e prática.
Mas a Sandy era uma “mamadora nata”…
“Ela faz até melhor do que eu?” perguntou minha mulher com bastante preocupação.
Mas era verdade. Nem os boquetes da Pamela ou os da minha sogra chegavam perto. Talvez a única que fizesse diferença seriam os que a Celeste me dava, quando me passava uns temperos.
Expliquei que ela subia e descia a cabeça bem rápido, enfiando mais pau na boca a cada bocada.
Obviamente, a Marisol se esforçou pra imitá-la e não só conseguiu, como também não pude contar o que aconteceu até que ela me fez gozar selvagemente nos lábios dela, depois de combinar a técnica da amiga com a chupada tipo aspirador que minha esposa me dá e que me deixou besta por uns minutos.
Mas é que a Sandy usava muita língua e mamava com desespero, a ponto de ser impossível tirar o pau dos lábios dela e, cada vez, parecia que ela devorava um pedaço maior, me fazendo acreditar que comeria até minhas bolas também.
O único problema foi na hora de gozar. Minha esposa, a Lizzie e até a Hannah sabem que a A melhor opção é deixar na boca e engolir o máximo que der.
Mas como a Sandy não tem experiência chupando pica, quando sentiu minhas sacudidas, tirou da boca, ficou olhando pro meu pau e, inevitavelmente, acabei gozando na cara linda dela com quatro jatos poderosos.
Pensei que ela ia ficar enojada, porque a porra era bem grossa e cheirosa, cobrindo as pálpebras, as bochechas, o nariz e os lábios. Mas, sem hesitar, ela lambeu os próprios lábios e espalhou o resto da minha gozada com os dedos.
Com a intenção simples de ajudar, procurei algo pra ela se limpar e vi o que parecia um lenço de pano amassado no chão.
Quando peguei pra sentir melhor, percebi que estava molhado e, ao abrir, vi que não era um lenço, mas sim a calcinha dela, escorrendo os próprios sucos.
A partir daquele momento, o tesão tomou conta de mim. Depois de entregar a peça pra ela se limpar, não a via mais como a amiga sem graça da minha esposa, mas como uma garotinha miúda e muito gostosa, com quem eu tinha uma vontade louca de transar.
E enquanto eu olhava pra ela com maldade nos pensamentos, ela me sorria, bem amigável, me devolvendo um inocente…
“Valeu!”Post seguinte
1 comentários - Sandy, o armário dela e a irmã (II)