“Dos veces en el mismo día”

Vou contar uma experiência que vivi, que claramente foi a melhor da minha vida, e por isso conto e compartilho.
Primeiro, uma breve apresentação: tenho 25 anos, sou professora de educação física e dou aula numa academia.
Tenho 1,67m, corpo trabalhado, peitos naturais.
Isso aconteceu em fevereiro de 2012, eu tinha 22.
Na época, era muito fanática por um time de basquete daqui da minha cidade.
Sempre ia aos jogos em casa, claro, e começou a me dar uma coceira de viajar pra ver o time jogar fora.
Perguntei pras minhas amigas, com quem ia pra quadra, e elas responderam com um "nem fudendo".
Fiquei meio resignada, e um mês e pouco depois começaram a organizar uma viagem pra ver meu time em Córdoba.
Perguntei de novo pras minhas amigas, dessa vez com uma proposta certa, e a resposta foi a mesma.
Isso não me derrubou muito. Peguei, totalmente decidida, fui falar com o organizador e reservei a viagem.
Fiquei 3 dias convencendo meus pais, principalmente meu pai, até que ele não teve escolha e disse que sim, que me deixava ir.
Jogávamos em Córdoba num sábado, e ficávamos por lá pra sair no domingo à tarde pra cá (tinha um churrasco incluso no domingo antes da volta).
Saímos na sexta anterior, cedo, numa minivan. TODO MUNDO se conhecia, se cumprimentavam como se fossem amigos de longa data, e lá ia eu no primeiro banco, totalmente isolada (não sou muito fã de interações sociais).
Depois de algumas tentativas fracassadas de certas pessoas de me incluir no grupo, coloquei meus fones de ouvido e fui no meu mundinho.
Depois de uma longa viagem, chegamos em Córdoba. Íamos ficar nuns chalés, e tive que dividir um com duas irmãs, muito chatas e ainda mais antissociais que eu.
Teve 0 contato. Peguei uma cama, coloquei minha mochila e saí.
Enquanto todo mundo se movia em grupinhos, uns indo passear, outros ficando tomando chimarrão por aí, eu fui sozinha visitar um shopping.
Aproveitei pra comprar umas coisas, por gosto, e dar uma volta. depois voltei pra cabana.
Cheguei lá umas 18:30 e já não tinha ninguém.
A gente ia jogar às 21, pensei que tinham ido todos dar uma volta e depois seguir pra quadra.
Tomei um banho, fui me trocar, não sabia bem o que vestir.
Experimentei: legging preta de academia, regata branca e por cima a camiseta.
Gostei, ia assim mesmo, mas depois pensei que, talvez, depois do jogo desse pra sair pra algum bar ou balada, e que dava pra ir direto de lá sem voltar pra cabana.
Não tinha tanta variedade de roupa, mas na minha volta pelo shopping tinha comprado duas calças metalizadas.
Uma vinho, outra azul. A vinho... claramente não dava pra ir pra uma quadra e não combinava com as cores do meu time.
A azul... também não era muito própria pra quadra, mas combinava com as cores do meu time.
Então fui nela, junto com uma regata branca e levava na mão, escondidinha, a camiseta do meu clube.

Cheguei na porta do estádio, depois de ir conversando com um taxista cordobês super gente boa. Tão gente boa que acabei pedindo o número dele, por via das dúvidas, claro, caso não achasse ninguém pra me levar depois do jogo, ter alguém de confiança, e óbvio porque ele me caiu muito bem.
Na porta do estádio, não me deixaram entrar na hora. Cheguei às 8 e só abriam os portões um pouquinho antes.
Fiquei quase 45 minutos batendo papo com os caras da portaria, também muito gente boa os manos cordobeses.
E aí entrei, fui a primeira na quadra, subi na arquibancada, sentei, e na hora vesti a camiseta do meu clube. Já dentro, no máximo ia levar uns xingos, mas não ia rolar nada demais.
Desde cedo, comecei a xingar e falar de tudo com três caras que também tinham chegado cedo, na outra arquibancada.
Óbvio, eles começaram, gritando e fazendo gestos (sem maldade) e eu, claro, respondi.
Daí a pouco a quadra começou a encher mais, chegou o pessoal que veio comigo no micro-ônibus e a arquibancada deles. Também encheu mais.
Começou o jogo e cada ponto de cada time era gritado, deles pra mim e vice-versa.
No intervalo, a mesma coisa, já tinham adicionado aquele gestinho famoso da mão fazendo um círculo e o dedo indo e vindo.
Era algo divertido dos dois lados, nada violento.
O jogo tava acabando, a gente tava perdendo feio, vi vários do meu grupo indo embora, até as duas irmãzinhas tão legais, que eu perguntei se iam sair pra tomar algo e tal, e elas responderam que não, seco e sem graça.
O jogo terminou, saímos todo mundo, vários foram de táxi e outros em grupo andando.
Não dava pra me meter.
Tirei a camisa do meu time pra não passar por alguma situação chata.
Pensei em voltar pras cabanas e rapidamente descartei quando lembrei das irmãzinhas que iam estar lá.
Olhei o celular e sim! Tinha uma mensagem do taxista que eu tinha gostado tanto.
Abri cheia de esperança e encontrei um “Bebê, me avisa quando acabar”.
Não tem nada nesse mundo que me irrite e tire o pior de mim do que um homem que te chama de bebê ou coisas assim.
Nem respondi, e saí andando.
Cheguei num ponto de ônibus e vi que alguns diziam que iam pro centro.
Falei: sim, vou pro centro, lá algum bar ou algo eu vou achar.
Depois de 5 minutos ali, encheu de torcedores do time de Córdoba.
Entre eles, um dos seguranças com quem eu tinha conversado na porta.
Na hora me aproximei e comecei a falar com ele.
Ele me disse que ônibus pegar e fiquei esperando com ele.
Daqui a pouco veio o ônibus que ele falou, lotou de gente, dava pra ter entrado, mas preferi ficar conversando com ele e esperar o próximo. (Grande parte de mim tava esperando ele me chamar pra algo)
Mas não, em poucos minutos passou outro ônibus, ele me cumprimentou, disse que a mulher dele tava esperando e subiu.
Fiquei ali, pensando que não era minha noite, meu time tinha perdido, e bom, isso não tinha dado certo.
Pensei em voltar pra cabana e Finalmente me convenci que sim, que era o melhor.
Saí andando até o outro ponto de ônibus, onde passava o que me levava pro chalé, e não andei 30 metros quando um carro buzinou e parou.
A porta do carona abriu, desceu um cara e começou a andar na minha direção.
Pensei: pronto, agora fui roubada.
Ele foi se aproximando, eu olhava pra baixo e de canto de olho, e ele fala:
— Apa apa apa, olha quem está aqui.
Levantei a vista e era um dos três com quem eu tinha xingado a noite inteira.
Na hora pensei: por que não desceu alguém pra me roubar, em vez desse que eu xinguei a noite toda?
Ele fala: — O que você faz sozinha aqui?
Falo: — Nada, indo pro chalé onde a gente tá hospedada.
Ele fala: — Vai dormir?
— Sim, falo.
Ele fala: — Vestida assim?
Falo: — É o que eu tinha pra vir.
Ele fala: — Acho que não, você tava afim de sair e desistiu.
Bora, vamos comemorar, tomar um fernet, você vai embora de Córdoba com outra imagem da gente.
Falei um não, obrigada.
E ele fala: — Tem certeza?
— Sim, falo.
Ele fala: — Beleza, quer que a gente te leve até onde você tá?
— Não, falo.
Ele fala: — Olha, não é por nada, mas essa área é uma merda, se quiser ficar esperando o ônibus, sem problema, mas não recomendo.
Ele se virou, deu três passos e eu falei: — Beleza!
Alcancei ele andando, chegamos no carro e ele fala pro outro: — Olha quem eu trouxe!
O outro fala: — Não! A torcedora raiz!
— Pode subir?
— Pode, pode.
Subi atrás, quietinha, meio desconfortável.
Eles iam conversando entre si até que me perguntaram por que eu não tinha ido com o resto.
Contei sobre meu pouco gosto por relações sociais, e contei das irmãzinhas.
O clima mudou, me soltei mais, fomos rindo o caminho todo.
Chegamos na porta dos chalés, e eles falam: — Beleza, foi um prazer, mocinha.
Cumprimentei eles, desci, dei uns 4 passos e voltei na janela do carona.
Perguntei se iam pra algum bar ou algo assim, e na hora ele falou que sim, acompanhado de um “sobe, gostosa”.
Subi, e duas quadras depois, o do carona Gonzalo me pergunta: "Você sempre vai de legging assim pro jogo, mina?"
Eu falo: "Não, hoje foi porque..."
E ele: "Queria provocar os cordobeses, né?"
Eu falo: "Não", rindo, "é que pensei que depois alguém fosse sair ou algo assim."
E ele: "Mas mina! Com essa raba assim num estádio, não dá!"
E vira pro outro: "Imagina se tua mina vai assim pro jogo", e o outro responde: "Eu matava ela."

O assunto ficou por ali, andamos umas quadras, pararam numa banca, Gonzalo desceu.
Fiquei conversando com o outro, que me disse que a namorada dele tava esperando no bar, que ia matar ele, essas coisas.
Gonza subiu e seguimos.

Chegamos no bar, entramos, eles começaram a cumprimentar todo mundo, Gonzalo me pegou pela mão e fui acompanhando, enquanto ouvia: "Tua mina?" "Não, não, não."
Terminou a rodada de cumprimentos, fomos pro balcão, lá também cumprimentaram os barmen, a mão do Gonza na minha cintura, ele pediu 2 fernets.
Brindamos, fortíssimos... ficamos lá conversando e ele falou: "Já volto."

Fiquei no balcão, bebendo, o barman veio, me trouxe outro, recusei uns dois cordobeses que vieram me chamar pra dançar.
O outro cara veio com a namorada e me perguntou: "E o Gonza?" Falei: "Sei não, foi embora há um tempo e não voltou."
Ele: "Ah, beleza, vou nessa, manda um abraço pra ele", e se aproxima: "Você também, se diverte."

Pouco depois Gonza voltou, mais animado, me disse: "Não pegou ninguém..."
Falei: "Não." Ele: "Uh, adoro isso", disse, "tava me esperando", me puxou pra dançar, dançamos, a cada duas voltinhas ele me deixava encostada nele.
E depois de um tempo, nem dava mais pra dançar, era só ele me apoiando, com as mãos na cintura.

Ficamos um bom tempo assim, e de mão dada ele me levou pro balcão, obviamente me colocou na frente, pedi 2 fernets e quando fui me virar... não, mãos na cintura, ele se ajeitou, me ajeitou, e fiquei apoiada na frente no balcão e ele atrás de mim.
Já dava pra perceber que ele tava excitado.
Ele mal se mexia, devagar, mas dava pra sentir perfeitamente, e claro, eu também tava ficando com tesão.
Ficamos assim até os fernets chegarem. Chegaram, ela saiu de trás de mim (por mim, podia ter ficado a noite toda), brindamos e depois do primeiro gole, ela comeu minha boca.
Depois de um beijo longo, largou o copo no balcão e, num outro beijo, as mãos entraram em ação.
Obviamente, as duas mãos dela na minha bunda, mas de um jeito sutil, sem exagero.
Eu já tava muito excitada.
Parei o beijo, peguei o copo, bebi.
2-3 goles e ela me fala: "que buceta gostosa você tem, Sofia."
Não sei por quê, mas minha resposta, sem pensar, foi: "fico feliz que você gostou."
Na hora, ela me pegou pela mão e saímos do bar.
5 passos e teve outro beijo de língua e um tapinha.
Subimos num táxi, ela passou a mão por trás, tocando minha cintura e bunda.
Chegamos, descemos no apartamento dela. No elevador, outro beijo, entramos no apartamento dela.
Na sequência, ela se aproximou, tirou minha camiseta e o sutiã, me deu beijos nos peitos.
Quando fui tirar a camiseta dela, ela me parou.
Em seguida, se agachou e começou a baixar minha legging, bem devagar.
Olhou pra minha cara e começou a rir, eu não entendia bem por quê, ela me olha e fala: "gostosa, você tá toda molhada."
Aí eu vi e, sim, tava encharcada.
Ela me deitou na cama, tirou minha calcinha fio dental e começou a me dar beijos e usar os dedos.
Era absurdo o quanto eu tava molhada e excitada, continuou por um bom tempo assim.
Já tava me contorcendo.
Ela parou, me sentou na beirada, tirou a camiseta dela, eu abaixei o jeans dela e comecei a chupá-la, toda molhada também, dava gosto assim.
Na sequência, ela parou, me jogou de novo na cama, continuou me chupando e enfiando os dedos, até que subiu na cama e começou a me foder, primeiro devagar, depois mais forte.
Ela me virou de lado, pernas juntas, e continuou me fodendo, dava pra sentir muito mais.
Parou, se deitou, e assim, de lado como eu tava, comecei a chupá-la.
Passou um tempinho gostoso até que ela me virou de novo e começou a enfiar os dedos e chupar.
Depois, continuou me chupando e eu senti o primeiro dedo na minha bunda.
Ali mesmo eu voei, não passaram 2 minutos e eu gozei.
Ela se surpreendeu e na hora subiu em cima de mim, começou a se masturbar com minhas tetas, chupei ele mais um pouco e sem dizer nada, gozei na cara dele.
A coisa parou uns minutos, e logo depois de me limpar, ele me colocou de quatro e me comeu de novo, devagar, mais forte.
O polegar dele voltou a brincar na minha bunda e depois de um bom tempo tentou por ali, apoiou a cabeça, empurrou um pouco e rapidamente voltou pra pussy.
Continuou por ali brincando com o dedo, ou os dedos já naquela altura.
Ele me virou, me deitou, e começou a entrar pela bunda, bem devagar, eu me contorcia, metade dor metade prazer.
Entrava um pouquinho e saía rápido, e repetia isso cada vez indo mais fundo.
Entrou de vez e deixou lá por um tempo.
Depois começou a entrar e sair devagar enquanto enfiava os dedos em mim.
Voltei a ficar de quatro e sempre pela bunda.
A coisa começou a ficar cada vez mais forte, eu já tava gostando…
Depois de um bom tempo assim e uns tapas, ele parou e me virou.
Levou direto pra minha boca, chupei ele, pensei que ia gozar ali…
Mas não, me sentou em cima dele de costas, me comendo de novo pela bunda.
Ali doía demais, ele me colocou de quatro na cama, mas dessa vez com a cabeça apoiada no colchão.
Continuou me comendo pela bunda e logo depois gozou dentro de mim.
Dois tapas e tirou, com um "chupa, puta" me levou pra chupar ele.
Chupei um pouco e ficamos lá largados na cama.
Depois de um tempo tomamos banho juntos, sim, teve outro boquete no chuveiro.
E ele acabou me levando até a cabana.
Quando desci, nos despedimos, dei dois passos e ele me chamou.
Cheguei perto e ele disse…
"Que foda, Sofi, que opinião bonita você vai levar de Córdoba, a gente arrombou sua bunda duas vezes no mesmo dia"
Risadas e fui embora.

18 comentários - “Dos veces en el mismo día”

Lulig87 +2
Ufffff me volaste la cabeza nena.
Que linda experiencia.
que rrooooooooooo la nena volando las dos cabezas e estoy esprando pr contarme jajaj sabes donde +4
“Dos veces en el mismo día”


Excelente relato !!!

Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
muy bueno...!! bien caliente sos....!!
Excelente.... nada mas lindo que una mina a la que le gusta el basquet...
DIOSA!!
Buenisimo!!! ME dejaste con la cabeza dando vueltas
muy buen post!! como me gustaría ser ese afortunado y poder chuparte toda!!y poder acabarte toda donde mas te guste!!!