Bom, a história que vou contar pra vocês é claro que é verdade, e aconteceu comigo. Vou mudar alguns nomes por precaução.
Em 2003, mais ou menos, alguns vão se lembrar do chat do Yahoo, que tinha salas de usuários. Geralmente de sexo, com webcam. Uma noite entrei e comecei a conversar com "Anita" (nome fictício), claro, muito sexo virtual, ela adorava se mostrar na cam e também ver alguma rola dura de vez em quando. O tempo passou, nos adicionamos no Messenger e toda vez que a gente se conectava era comum nosso sexo à distância. Ela era casada, tinha 31 anos (no começo), às vezes ela se mostrava transando com o marido. E eu, solteiro, com 23 anos.
Uma noite, numa conversa, ela me propõe que eu fosse visitá-la em Buenos Aires. Eu sou do interior, cidade de quase 10 mil habitantes. Pra mim era um desafio, só o fato de pisar na capital, já que eu não tinha muita ideia, nunca tinha ido sozinho. Continuando com o convite, ela me diz que o marido dela tinha ganhado seu presente, que tinha sido um trio com outra gostosa, então agora era a vez dela, e me convidava pra fazer parte do presente dela.
Nós entramos num acordo, e lá fui eu.
Imaginem, com 23 anos, pouca experiência, indo pra Buenos Aires, pra um trio com gente que eu não conhecia. Era a loucura feita realidade.
Peguei o ônibus, quase 7 horas de viagem e cheguei no lugar onde nos encontramos pela primeira vez, um apartamento em Palermo. Liguei pra ela, ela me recebeu com um beijo e subimos no elevador. Ela abriu a porta e entramos no apê. Mal me aproximei da bancada da cozinha, não tive tempo de dizer nada, ela me agarrou, baixou o zíper da minha calça e começou a chupar minha rola desesperadamente, nunca na minha vida imaginei algo assim, sério, as palavras não saíam. Ela desabotoou a calça e enfiou minha rola na buceta por trás, de pé contra a bancada. Foi um puta foda e eu ainda não conseguia reagir. Quando terminou, ela se vestiu e disse: "Às cinco, saio do trabalho e volto". Entre a surpresa e... a situação e não entender nada, fiquei sozinho no apartamento esperando a hora chegar.
Deu cinco horas, e ela voltou. Sem rodeios, tirou toda a roupa e começou a chupar meu pau, agora sim na cama, me dizia que tinha muita vontade de chupá-lo, desde sempre, desde a primeira vez que o viu, e enfiava ele todo na boca, desesperadamente. Quando viu que eu estava muito excitado, ela se virou e colocou a buceta na minha boca para que eu chupasse toda, e a verdade é que estava bem molhada. Enquanto isso, não parava de chupar meu pau.
Sem demora, ela se virou de novo e sentou no meu pau, enfiando bem fundo, e gritou como uma louca. Naquele momento, gozei pela primeira vez. Ela se jogou ao meu lado, me olhou e disse que isso era só o começo.
Já mais calmos, perguntei se a ideia não era fazer um trio, porque até agora só estávamos nós dois, e ela disse que depois da meia-noite voltaria com o marido, mas que eu não podia contar nada dessa preliminar, porque ia dar confusão. Ela se vestiu e foi embora. Daí em diante, sabendo que o marido viria com ela depois da meia-noite, comecei a pensar se ficava ou se ia embora, podia tranquilamente voltar para minha cidade, afinal já tinha comido ela, mas não pude deixá-la na mão e fiquei esperando.
Passou da meia-noite e ninguém veio, 12h30 e nada, às 12h45 o interfone tocou e atendi, um cara falou que era "Ignacio", que primeiro subiria para combinarmos como faríamos o trio.
Ele subiu, se apresentou, muito respeitoso, explicou como eles queriam que as coisas acontecessem, e disse que ele não queria nada comigo, que o presente era para ela, o que foi um alívio para mim, já que sou heterossexual.
Ele desceu novamente e foi buscá-la, tocaram a campainha e naquele momento foi estranho, porque eu tinha que fingir que não conhecia uma gostosa que já tinha comido duas vezes. Mas enfim, a gente se apresentou e sentou, conversamos uns 10 minutos sobre várias bobagens pra quebrar o gelo, e ela foi ao banheiro. Ele me disse na hora que, quando a Anita saísse do banheiro, eu me aproximasse dela e começasse a ação.
Foi assim, ela saiu do banheiro e ficou parada esperando a gente se aproximar. Eu fui por trás e ele pela frente, ela ficou entre nós dois, e cada um começou a beijá-la. Começamos a tirar a roupa dela, a meter a mão entre os peitos, na bunda, e já dava pra notar a respiração dela ficando mais ofegante, muito excitada. Ele pediu pra irmos pro quarto e assim fizemos, tiramos a roupa e ficamos totalmente pelados os três, claro que muito excitados, e isso era óbvio só de ver nossos paus bem duros.
Ela sentou na beirada da cama e começou a chupar a gente, uma vez em mim, outra vez nele, revezando cada pau. O Ignácio deitou de costas e ela montou nele. Eu não sabia o que fazer, até que ela me disse: — Vem, quero ter os dois dentro. Me aproximei e, de costas, ela pegou meu pau e suavemente enfiou na bunda dela. Nunca tinha sentido uma bunda tão apertada, eu não queria fazer muita força, mas ela jogava o corpo pra trás pra que os dois paus entrassem bem fundo. A gente comeu ela entre os dois, até gozarmos pela primeira vez.
O Ignácio se levantou e foi ao banheiro, ela aproveitou e me jogou no chão, subiu em cima de mim e começou a foder de novo, sussurrando no meu ouvido que queria ficar sozinha comigo sem que o Ignácio soubesse. Terminamos pela segunda vez naquela noite e ficamos no chão. Fiquei com a pulga atrás da orelha sobre a idade dela, e falei: você não tem 31, né? Ela disse: não, tenho 42, mas tive medo de que você não quisesse vir por causa da diferença de idade.
Transamos mais uma vez, e já eram quase 5 da manhã. Então decidimos encerrar a noite, mesmo faltando um pouco mais. Nós três nos vestimos e fomos até a porta pra eles irem embora. Quando estávamos nos despedindo, o Ignácio diz pra ela, não— você vai cumprimentar seu outro amigo??? Aí ela se ajoelha, e na porta do apartamento começa a chupar meu pau de novo. Pra mim foi uma situação estranha, porque eu tava conversando com o Ignacio enquanto ela chupava meu pau, na porta do apartamento. Pra mim foi muito desconfortável, então pedi pra ela se levantar. A gente se cumprimentou e eles foram embora.
Realmente depois foi muito difícil dormir. No meio da manhã eu levantei, fui até Retiro e peguei o ônibus de novo pra minha cidade.
Em 2003, mais ou menos, alguns vão se lembrar do chat do Yahoo, que tinha salas de usuários. Geralmente de sexo, com webcam. Uma noite entrei e comecei a conversar com "Anita" (nome fictício), claro, muito sexo virtual, ela adorava se mostrar na cam e também ver alguma rola dura de vez em quando. O tempo passou, nos adicionamos no Messenger e toda vez que a gente se conectava era comum nosso sexo à distância. Ela era casada, tinha 31 anos (no começo), às vezes ela se mostrava transando com o marido. E eu, solteiro, com 23 anos.
Uma noite, numa conversa, ela me propõe que eu fosse visitá-la em Buenos Aires. Eu sou do interior, cidade de quase 10 mil habitantes. Pra mim era um desafio, só o fato de pisar na capital, já que eu não tinha muita ideia, nunca tinha ido sozinho. Continuando com o convite, ela me diz que o marido dela tinha ganhado seu presente, que tinha sido um trio com outra gostosa, então agora era a vez dela, e me convidava pra fazer parte do presente dela.
Nós entramos num acordo, e lá fui eu.
Imaginem, com 23 anos, pouca experiência, indo pra Buenos Aires, pra um trio com gente que eu não conhecia. Era a loucura feita realidade.
Peguei o ônibus, quase 7 horas de viagem e cheguei no lugar onde nos encontramos pela primeira vez, um apartamento em Palermo. Liguei pra ela, ela me recebeu com um beijo e subimos no elevador. Ela abriu a porta e entramos no apê. Mal me aproximei da bancada da cozinha, não tive tempo de dizer nada, ela me agarrou, baixou o zíper da minha calça e começou a chupar minha rola desesperadamente, nunca na minha vida imaginei algo assim, sério, as palavras não saíam. Ela desabotoou a calça e enfiou minha rola na buceta por trás, de pé contra a bancada. Foi um puta foda e eu ainda não conseguia reagir. Quando terminou, ela se vestiu e disse: "Às cinco, saio do trabalho e volto". Entre a surpresa e... a situação e não entender nada, fiquei sozinho no apartamento esperando a hora chegar.
Deu cinco horas, e ela voltou. Sem rodeios, tirou toda a roupa e começou a chupar meu pau, agora sim na cama, me dizia que tinha muita vontade de chupá-lo, desde sempre, desde a primeira vez que o viu, e enfiava ele todo na boca, desesperadamente. Quando viu que eu estava muito excitado, ela se virou e colocou a buceta na minha boca para que eu chupasse toda, e a verdade é que estava bem molhada. Enquanto isso, não parava de chupar meu pau.
Sem demora, ela se virou de novo e sentou no meu pau, enfiando bem fundo, e gritou como uma louca. Naquele momento, gozei pela primeira vez. Ela se jogou ao meu lado, me olhou e disse que isso era só o começo.
Já mais calmos, perguntei se a ideia não era fazer um trio, porque até agora só estávamos nós dois, e ela disse que depois da meia-noite voltaria com o marido, mas que eu não podia contar nada dessa preliminar, porque ia dar confusão. Ela se vestiu e foi embora. Daí em diante, sabendo que o marido viria com ela depois da meia-noite, comecei a pensar se ficava ou se ia embora, podia tranquilamente voltar para minha cidade, afinal já tinha comido ela, mas não pude deixá-la na mão e fiquei esperando.
Passou da meia-noite e ninguém veio, 12h30 e nada, às 12h45 o interfone tocou e atendi, um cara falou que era "Ignacio", que primeiro subiria para combinarmos como faríamos o trio.
Ele subiu, se apresentou, muito respeitoso, explicou como eles queriam que as coisas acontecessem, e disse que ele não queria nada comigo, que o presente era para ela, o que foi um alívio para mim, já que sou heterossexual.
Ele desceu novamente e foi buscá-la, tocaram a campainha e naquele momento foi estranho, porque eu tinha que fingir que não conhecia uma gostosa que já tinha comido duas vezes. Mas enfim, a gente se apresentou e sentou, conversamos uns 10 minutos sobre várias bobagens pra quebrar o gelo, e ela foi ao banheiro. Ele me disse na hora que, quando a Anita saísse do banheiro, eu me aproximasse dela e começasse a ação.
Foi assim, ela saiu do banheiro e ficou parada esperando a gente se aproximar. Eu fui por trás e ele pela frente, ela ficou entre nós dois, e cada um começou a beijá-la. Começamos a tirar a roupa dela, a meter a mão entre os peitos, na bunda, e já dava pra notar a respiração dela ficando mais ofegante, muito excitada. Ele pediu pra irmos pro quarto e assim fizemos, tiramos a roupa e ficamos totalmente pelados os três, claro que muito excitados, e isso era óbvio só de ver nossos paus bem duros.
Ela sentou na beirada da cama e começou a chupar a gente, uma vez em mim, outra vez nele, revezando cada pau. O Ignácio deitou de costas e ela montou nele. Eu não sabia o que fazer, até que ela me disse: — Vem, quero ter os dois dentro. Me aproximei e, de costas, ela pegou meu pau e suavemente enfiou na bunda dela. Nunca tinha sentido uma bunda tão apertada, eu não queria fazer muita força, mas ela jogava o corpo pra trás pra que os dois paus entrassem bem fundo. A gente comeu ela entre os dois, até gozarmos pela primeira vez.
O Ignácio se levantou e foi ao banheiro, ela aproveitou e me jogou no chão, subiu em cima de mim e começou a foder de novo, sussurrando no meu ouvido que queria ficar sozinha comigo sem que o Ignácio soubesse. Terminamos pela segunda vez naquela noite e ficamos no chão. Fiquei com a pulga atrás da orelha sobre a idade dela, e falei: você não tem 31, né? Ela disse: não, tenho 42, mas tive medo de que você não quisesse vir por causa da diferença de idade.
Transamos mais uma vez, e já eram quase 5 da manhã. Então decidimos encerrar a noite, mesmo faltando um pouco mais. Nós três nos vestimos e fomos até a porta pra eles irem embora. Quando estávamos nos despedindo, o Ignácio diz pra ela, não— você vai cumprimentar seu outro amigo??? Aí ela se ajoelha, e na porta do apartamento começa a chupar meu pau de novo. Pra mim foi uma situação estranha, porque eu tava conversando com o Ignacio enquanto ela chupava meu pau, na porta do apartamento. Pra mim foi muito desconfortável, então pedi pra ela se levantar. A gente se cumprimentou e eles foram embora.
Realmente depois foi muito difícil dormir. No meio da manhã eu levantei, fui até Retiro e peguei o ônibus de novo pra minha cidade.
2 comentários - Do campo para a cidade. Um trio...