Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2831053/Relacion-Faternal-Ojos-de-una-hermana-preocupada-I.htmlDa cama, eu conseguia ver ela bem na minha frente: a Maga, acabada de acordar, de sutiã preto que destacava o peito dela de um jeito descomunal, e uma calcinha que cobria o suficiente.
Ela me olhava — um olhar que podia significar muita coisa e quase nada ao mesmo tempo. Me sorriu, se aproximou rebolando, se inclinou deixando a cara dela na minha, e me deu um selinho. Deu meia-volta, deixando aquele Booty perfeito à mostra, e se afastou de mim. Era impossível não ficar pasmo com aquele monumento de mulher.
Maga caminhava me olhando de canto, jogando uns sorrisos. Rebolando, fazendo aquele Booty balançar de um lado pro outro, ela se aproximou da parede que tava na frente da cama, onde eu tava.
Encostou as costas na parede, sem parar de me olhar, levou o dedo indicador até a boca e mordeu ele devagar, fazendo uma cara muito sexy. Ela me olhava nos olhos, sem sair dali. Cada minuto que passava, eu ficava mais tesudo — ver minha irmã daquele jeito era incrível, uma sensação única.
Maga arreganhou o peito, deixando os peitos dela muito mais à mostra. Se antes já dava pra notar, agora tava ainda mais. Definitivamente, Maga sabia como esquentar um cara.
Sempre imaginei que ela era meio foxy, mas não o suficiente pra esquentar assim o próprio irmão. Que, por sinal, não me incomodava nada.
Maga tirou o dedo da boca, arrumou o cabelo e se virou, apoiando as mãos e o peito na parede. O Booty dela ficou à mostra de novo. Ela olhou por cima do ombro, me encarou e mandou um beijo. Eu já não aguentava mais, o tesão que tava era incrível.
Sem pensar, comecei a me pegar por cima do short. Ela me olhava de canto e ria, pelo visto tava gostando do que eu tava fazendo. Maga se afastou um pouco da parede. Rebolou um pouco, levou as mãos até a parte de trás do sutiã. Com cuidado, foi desabotoando. Maga segurou a parte da frente com as mãos. impedindo que o sutiã caísse.
Ficou assim por um tempo, segurando o sutiã até deixá-lo cair. O momento em que o sutiã caiu foi um dos melhores momentos da minha vida. Eu tinha minha própria irmã mais velha completamente nua da cintura para cima. Embora estivesse de costas, e eu não pudesse ver nada, o simples fato de saber que ela estava quase pelada me deixava ainda mais excitado.
Maga começou a mexer os quadris como se estivesse dançando, mas sem música, isso tornava tudo ainda mais erótico. Lentamente, ela levou as mãos até os peitos e começou a tocá-los. Do meu lugar, eu podia ouvir alguns gemidos saindo dos seus lábios lindos. Eu estava quase suando de tão tesão que tava.
Eu achava que nada mais podia me surpreender, até que Maga tirou as mãos dos peitos e as colocou na cintura. Pegou a calcinha pelas duas pontas. Com uma delicadeza que só ela tinha, começou a abaixá-la.
Eu já não aguentava mais, tava excitado demais. Isso era incrível, não podia ser verdade que minha irmã estava se despindo na minha frente. Eu praticamente estava suando. Era demais, não queria que acabasse.
Cada vez mais devagar, eu estava prestes a ver a bunda nua da minha irmã e não podia acreditar. De repente, ela parou. A cabeça dela apareceu por cima do ombro, tudo começou a tremer, ela me olhou e disse:
— Mati, Mati. Acorda, neném.
Abri os olhos e lá estava ela. Com a camiseta branca que usava como camisola.
— Mati, já é tarde. Além disso, o sol tá batendo em você, vai te fazer mal. Vai tomar um banho.
Eu não podia acreditar no que estava ouvindo. Um sonho, tudo um sonho. Minha irmã estava ali, sentada, vestida. Sem saber o que tinha acontecido. Queria me matar, meu Deus.
— O que foi? Parece que você teve um pesadelo, dormiu bem?
— A última coisa que tive foi um pesadelo, obrigado por me deixar dormir aqui.
— Não foi nada.
Maga me deu um beijo na testa e saiu do quarto. Fiz o mesmo, fui até meu quarto e peguei uma roupa. me trocar, o sol tinha me pegado um bom tempo e eu já estava todo suado.
Liguei o chuveiro do banheiro e me preparei para tomar banho. Fiquei divagando um bom tempo, aproveitando o chuveiro. De vez em quando vinha na minha cabeça aquele sonho. Não dei muita importância pra isso. Afinal, tinha sido só um sonho.
Terminei meu banho depois de um tempo. Peguei a toalha que estava pendurada à minha esquerda, me cobri até a cintura com ela, e com outra toalha me secava. Depois de seco, a única coisa que faltava era me trocar.
Estava prestes a me trocar quando alguém bateu na porta do banheiro.
— Já saiu?
— Sim, já saí, o que foi?
— Preciso ir e estou atrasada, preciso me maquiar. Posso entrar?
— É... sim, pode entrar, sem problema.
Maga entrou no banheiro comigo. Não estava mais usando a camisola que usa pra dormir. Corrigindo, a camisola que usa pra sair do quarto. Agora estava com uma regata amarela, de alças, com decote em V, e um short branco que combinava com a regata. Ela estava muito gostosa naquele dia. Tudo ficava perfeito nela.
Eu me sentei no vaso sanitário, Maga entrou e se colocou na frente do espelho, de costas pra mim. Fiquei olhando pra ela, alternando entre o que ela fazia no rosto e a bunda linda dela, enquanto esperava ela terminar.
— Aonde você vai tão arrumada?
— Vou sair.
— Sim, imaginei, mas aonde?
— Pra fora.
— Nossa, que engraçadinha, hein.
Maga começou a rir, largou o rímel e me olhou.
— Vou sair com a Mica, por que tanta pergunta?
— Sei lá, você entrou assim tão rápido bem quando eu ia me trocar, me deu curiosidade.
Maga riu e continuou se maquiando. Eu, enquanto isso, continuava aproveitando a vista.
Maga terminou o trabalho no rosto e saiu do banheiro, finalmente comecei a me trocar.
Quando saí do banheiro, Maga já tinha ido embora. A casa estava vazia, tranquila, quieta, me lembrava todas as manhãs quando eu acordava. Era uma sensação de paz.
Tinha a tarde toda só pra mim. Passei o dia vendo séries, tipo umas 2 horas seguidas. Mas Já cansado dessa merda, resolvi colocar uma música. Peguei meu celular e meus fones e fui ouvir. A curtição durou só 15 minutos, quando do nada pipocou o aviso de que a bateria tava no talo.
Fiquei puto pra caralho, porque a diversão tinha ido pro saco, e fui atrás do carregador. Que misteriosamente tinha sumido. O filho da puta não tava em lugar nenhum. Procurei em tudo quanto é canto: na sala, na cozinha e no meu quarto, onde ele vivia ligado o tempo todo.
O único lugar onde não tinha olhado era no quarto da Maga. Ela devia ter usado o meu depois de não achar o dela. Resolvi tentar a sorte e entrei no quarto dela.
A cama ainda tava bagunçada, um monte de roupa jogada em cima dela. Provavelmente porque minha irmã tava procurando o que vestir. Mas o que mais chamava a atenção, o que mais se destacava, era o cheiro, aquele aroma de mulher, a fragrância da beleza.
Fui até a escrivaninha, que ocupava uma boa parte da parede. Em cima dela tava o PC da Maga, ainda ligado, além de uma pilha de roupa. Vasculhei entre todas as coisas, na esperança de achar o maldito carregador. Tive sorte ao abrir a primeira gaveta e encontrar o bendito carregador com cabo e tudo.
Ao me virar bruscamente, com a intenção de voltar pra sala, sem querer bati a perna na cadeira que a Maga usava no PC. Xinguei a cadeira por uns segundos e pensei em chutá-la, pra descontar. Mas uma coisa em cima dela chamou muito minha atenção.
Na cadeira tinha uma pilha de roupa, aparentemente suja. Em cima de tudo, uma camiseta. Mas o que mais me chamou a atenção não foi a camiseta, e sim a peça que aparecia por baixo dela.
Fiquei olhando por uns segundos até que a curiosidade falou mais alto. Me aproximei da pilha de roupa e peguei a peça que tinha prendido toda a minha atenção.
Tirei a tal peça e a surpresa que tive foi... Incrível. Era a calcinha que a Maga tinha usado pra dormir. Fiquei chocado. Milhares de imagens vieram na minha cabeça, desde a Maga usando essa belezinha até o sonho que tive hoje de manhã. E pensar que o que eu tinha nas mãos agora, há algumas horas, estava enfiada na raba da minha irmã. Já não aguentava mais de tesão.
Me senti excitado e sujo ao mesmo tempo. Desenrolei a calcinha pra ver direito, não conseguia evitar, a putaria era demais. Enquanto com uma mão desenrolava a calcinha, com a outra eu me tocava por cima da calça. Ao desenrolar, senti algo estranho nela, passei a mão na parte de baixo da tanga. Tava molhada. Minha própria irmã tinha molhado a calcinha dela e eu tava tocando aquilo.
Sem pensar, levei a calcinha da Maga até meu nariz. Dava pra sentir, o cheiro da buceta da Maga inundou meu nariz. Já não dava mais pra evitar, abaixei a calça na velocidade de um raio e comecei a bater a melhor punheta da minha vida, usando a roupa íntima da minha irmã como estímulo.
A sensação era incrível, já não conseguia pensar direito, só a imagem da minha irmã tava na minha cabeça. Tava perto de gozar, preparei a calcinha pra poder finalizar nela, quando ouvi a porta da casa abrir.
Meu coração parou. Levantei a calça o mais rápido que pude e saí voando do quarto da Maga. Graças a Deus cheguei são e salvo no meu quarto, a Maga não chegou a me ver saindo do quarto dela e eu já podia respirar tranquilo, não tinha motivo pra me preocupar.
Ou pelo menos foi o que pensei. Na pressa que tive pra sair do quarto, acabei trazendo comigo a calcinha da Maga, se ela descobrisse que tava faltando... sinceramente, não quero nem imaginar o que aconteceria. E pra piorar, ainda deixei o carregador lá, não posso ser mais idiota.
Escondi a tanga dentro da fronha do meu travesseiro até conseguir devolver pro lugar certo. No pior momento, a porta se abriu.
— Ah, você ainda tá aqui. Pensei que você tinha saído.
– N... não fica aqui.
– O que foi? Parece que viu um fantasma.
– Hã? Não, tô bem. Não é nada.
– Beleza, vou te deixar em paz então...
Maga fechou a porta e saiu. Consegui respirar de novo, esses sustos repentinos não iam me fazer bem nenhum.
De repente, a porta se abriu de novo.
– Você pode me fazer um favor??
– Hã?... sim, sim, fala.
– Preciso que você vá comprar umas coisas pra fazer a comida.
– O que você precisa?
– Compra meia dúzia de ovos, algo pra beber e um sachê de leite.
– Beleza, vou me trocar e já vou.
– Valeu, obrigada, agora toma a grana.
Maga fechou a porta. Me troquei e saí pra ela me dar o dinheiro. Peguei a grana e a sacola das compras e saí de casa. No caminho pro mercado, fiquei pensando no que fazer com a kombucha, tinha que dar um jeito de devolver sem ela perceber. Quando cheguei no supermercado, comprei tudo o que ela tinha pedido, e ainda guardei o troco pra gastar comigo.
Quando cheguei em casa, senti o cheiro da comida. Maga já tinha começado a cozinhar. Então fui pra cozinha entregar o que ela tinha pedido.
– Aqui estão as com...
Fiquei mudo, não conseguia formar uma palavra. Lá estava ela cozinhando, como qualquer pessoa. Mas tinha uma coisa que me surpreendeu acima de tudo. Não era a comida, nem os ingredientes, nada disso. O que me pegou foi vê-la vestida, ou melhor, semivestida. Maga estava de costas pra mim, usando só um sutiã e uma tanga, que se enfiava na linha da bunda dela. As nádegas estavam completamente à mostra. Fiquei calado, apreciando a vista como nunca.
Maga percebeu que eu ainda estava ali, calado, e falou sem virar o rosto.
– O que foi, por que você ainda tá aí??
– O... o que você tá fazendo vestida assim?? – falei, morrendo de vergonha.
Maga se virou, me encarando. Agora eu podia ver o peito dela, um sutiã de renda, mais apertado que o anterior. Vendo aquilo, meu pau explodiu. de tesão. Não podia acreditar no que tava vendo.
-É que eu ia me trocar, botar uma coisa mais confortável. Mas lembrei que você já tinha me visto assim, então não me importei muito. Por quê? Tô feia? Te incomoda?
Eu mal conseguia responder, olhando pra uma mulherão desses.
-Não, não, tá perfeito.
Maga riu e continuou cozinhando, me deixando ver de novo aquela bunda perfeita. Quando consegui me livrar do feitiço que a bunda dela me causava, fui pro quarto.
Já não tava acreditando no que tava rolando. Há poucos dias eu tinha uma relação normal com minha irmã. Agora ela tava andando pela casa quase pelada, o que não me incomodava, pelo contrário, me deixava com muito tesão, e até já tinha chegado ao ponto de roubar a calcinha dela. Não dava pra crer, eu tava me tornando um tarado e tava adorando.
Naquele momento, tinha uma mulher gostosa, semi-nua, fazendo comida pra mim. Era o sonho de todo homem, e minha irmã tava realizando ele.
Não aguentava mais o tesão, procurei dentro do meu travesseiro e tirei meu tesouro maravilhoso. Levei até o nariz e aspirei. Ainda guardava o cheiro gostoso dela. Sem conseguir evitar, meu pau ficou duro que nem pedra. Precisava aliviar a vontade que não tinha conseguido antes.
Aproveitando que Maga ainda tava na cozinha, saí do quarto e fui pro banheiro. Com a calcinha na mão, baixei a calça e sentei no vaso. Com uma mão peguei meu pau, que tava mais duro do que nunca, e fui movendo pra cima e pra baixo, querendo acabar com o tesão de uma vez. Enquanto isso, com a outra mão, aproximava a calcinha do nariz pra sentir o cheiro.
Minha mente tava em branco, tava com muito tesão, só queria aliviar de uma vez. Tava quase gozando, continuei batendo punheta como nunca. Sem pensar, coloquei a calcinha da Maga em cima do meu pau e gozei nela.
Tava exausto, precisava recuperar as forças. Descansei uns segundos no vaso, até cair na real do que tinha feito. É. Tava toda a calcinha manchada com meu sêmen, tinha cagado no pau feio.
O que eu faço com isso agora? Deus, não posso devolver assim, do nada. Tinha que lavar ou algo, a qualquer momento a Maga podia perceber que tava faltando. Entrei em desespero, subi a calça e abri a torneira do banheiro. Enfiei a calcinha debaixo d'água, tirei todo vestígio do meu crime o mais rápido que pude. Ficou brilhando, não tinha mais chance da Maga descobrir o que eu tinha feito, só faltava esperar secar pra poder devolver.
Saí do banheiro pra esconder de novo, mas quando cheguei no meu quarto a Maga já tava lá, agora tava usando um avental vermelho, que cobria a parte da frente do corpo dela. Fiquei pasmo e guardei a calcinha, molhada, no meu bolso pra ela não ver.
-O qu... que cê tá fazendo aqui??
-Ei? Que foi? Agora não posso entrar no teu quarto?
-Não, não, desculpa, é que me surpreendi de te ver aqui.
-Imagino. Vim te avisar que a comida já vai ficar pronta.
-Beleza, já vou, valeu.
A Maga passou do meu lado, parou uns passos atrás de mim, e falou.
-Acho que cê tá escondendo alguma coisa, hein, vou acabar descobrindo.
Ela riu por uns segundos e seguiu até a cozinha.
Entrei no quarto e guardei a calcinha dentro da minha fronha de uma vez. Fiquei pensando, minha irmã tava desconfiando de algo, ainda dava tempo de devolver, mas tinha que ser o mais rápido possível.
Chegou a hora de comer, sentei na mesa até a Maga chegar. Ela tinha tirado o avental e tava de novo como antes. O torso todo de fora, que fazia os peitos dela se destacarem, peitos grandes e lindos.
A Maga me deu meu prato, colocou na minha frente, fez o mesmo com ela. Agora tamo os dois, sentados um na frente do outro, prontos pra comer. Comecei a comer, sem tirar os olhos da minha irmã. Ela parecia não perceber, já que tava com a vista na televisão.
-Tanto te agradam que cê fica olhando?
Quando ouvi isso, quase me engasguei. ela tinha percebido.
- Hã? Não sei do que você tá falando.
- Ah, para, nene, não se faz de bobo.
- Sério, não sei do que você tá falando.
- Eu te vi, Mati, já te vi olhando pras tetas e pra raba e tudo.
Fiquei calado, não sabia o que dizer, tava morrendo de vergonha. Dava pra sentir meu rosto todo quente, vermelho pelo que tava ouvindo da minha irmã.
- Olha, também não sou cega, uma se liga.
- .....
- Ai, ficou todo vermelho, calma, nene. Não tem problema, não me incomoda.
Eu tinha ouvido direito? Ela disse que não se incomodava? Minha irmã acabou de falar que não se importava que eu olhasse. Não dava pra acreditar, devia ser outro sonho.
- Co...como assim não te incomoda?
- Não, nene, não me enche o saco, até gosto. – Ela disse piscando o olho pra mim.
E ainda por cima ela gostava. Me belisquei o braço por baixo da mesa pra ter certeza de que o que eu tava ouvindo não era só um sonho.
- Pensei que você ia me encher de porrada, ou me matar, sei lá...
- Ai, que exagerado você é, nene. Você é meu irmão, não é pra tanto.
Isso era incrível, todo esse tempo ela gostava que eu olhasse e eu nem sabia.
- E me conta, nenê. O que é que você tanto fica olhando?
Quando ouvi isso, a vergonha voltou.
- Que...?
- O que você ouviu, me fala o que você olha.
- Po...por que você pergunta isso?
- Tô curiosa, sei lá. Não posso saber?
- Não...não sei.
- Como assim não sabe, você sabe sim, não se faz de bobo, fala.
- Sério, não sei....
Eu tentava fazer ela parar de insistir pra não ter que responder, mas a Maga não deixava.
- Bom, se vai ficar nessa, então vou vestir mais roupa. – Ela disse com um tom de chantagem.
Fiquei calado, fingi que não me importava se ela fizesse isso, mas a verdade é que me importava. Não queria deixar ela esconder aquele corpo todo por baixo da roupa.
- Os...os peitos.
- Como? Não te ouvi? – A Maga tava com um sorriso safado que cobria o rosto todo. Ela tava tirando sarro de mim, e tava adorando.
- Os peitos!!
- Ah, os peitos...e o que tem meus peitos??
- Que Olho pra você, isso, não queria saber? Olho pros seus peitos, feliz?
Dando uma risadinha, ela piscou o olho pra mim.
— Cê é um puta safadinho, maninho. E mais alguma coisa?
— ...não
— Mmmm... não mente pra mim, hein
— ...a rabeta também...
A cara que minha irmã fez quando ouviu isso, não tem descrição. Ela tava feliz, contente por poder zoar o irmão.
— Cê é um tarado, maninho. Mas te amo do mesmo jeito.
— Sim, sim, eu também.
Continuamos comendo. De vez em quando eu ficava olhando pros peitos da minha irmã, alternando entre ela e a TV. Já ela só comia e via TV. Com um sorriso no rosto o tempo todo. Claramente curtia minhas olhadas.
Quando terminei de comer, levei meu prato, larguei lá e voltei pro meu quarto. Enquanto a Maga arrumava a mesa e limpava tudo.
Deitei na minha cama e fiquei pensando no que a Maga tinha dito. Ela gostava que eu olhasse pra ela, e isso me deixava doido, cada vez ficava melhor. Agora que sabia que não incomodava, não ia parar de fazer. Do mesmo jeito, nunca ia parar.
Fiquei vendo TV, entediado e sem nada pra fazer. Pensava em sair e curtir mais um pouco do corpo da minha irmã, mas não queria parecer um assediador. Tava quase indo dormir, de tanto tédio, até que a porta abriu e a Maga entrou. Ainda tava de roupa íntima, e tava uma gostosa.
— Ei, quer vir comigo ver um filme?
— Sim, claro, já vou.
A proposta me surpreendeu. Tava morrendo de tédio, não ia recusar, ainda mais que ia poder passar mais tempo perto dela e do corpo perfeito dela.
Quando cheguei na sala, tava tudo escuro, só a luz da TV iluminando o lugar. Tinha uma música de fundo vindo também da TV, que mostrava o menu do filme que a Maga tinha colocado. Sentei no sofá, do meu lado direito tava a caixa do filme, peguei e li a descrição.
— Espero que cê goste, comprei hoje — ela disse. Minha irmã estava parada na entrada da sala, com um braço apoiado na parede, me olhando. Ver ela vestida daquele jeito, com a pouca luz que tinha, tornava aquele momento muito excitante e erótico.
—...é..é..sim, pelo que dá pra ver, ela é bem gostosa.— Falei olhando pra ela, deixando o que eu disse soar com duplo sentido.
—Bom, espero que você se divirta... e curta o filme.
Maga caminhou até mim, rebolando o quadril de um jeito bem sensual, sentou do meu lado e apertou o play.
O tempo passava e o filme avançava. Maga começou a se mexer, tentando ficar mais confortável, se deitou no sofá e colocou as pernas sobre as minhas. Instintivamente, coloquei minha mão nelas e comecei a acariciar. Maga continuava olhando o filme e não dizia nada, então continuei.
Dava pra dizer que eu prestava mais atenção na minha irmã do que no filme. Como se fosse possível não fazer isso com ela vestida daquele jeito. Continuei acariciando a parte de baixo das pernas dela, sentir a maciez da pele dela era maravilhoso. Devagar e aos poucos, fui subindo minha mão, chegando cada vez mais perto das coxas dela. Maga ainda não dizia nada, encarei como um sinal positivo e continuei.
Segui acariciando as coxas dela e olhando pra ela, apreciando a beleza do corpo dela. Enquanto acariciava, pude sentir as bordas da calcinha fio dental dela. Quando senti isso, fiquei paralisado, estava indo longe demais, mas ela não dizia nada, na verdade parecia estar gostando. Precisava saber até onde podia ir com aquilo, criei coragem e fui subindo a mão.
Infelizmente, parece que Maga não gostou e começou a se levantar, até sentar. Tirei minha mão das coxas dela e coloquei perto das minhas pernas.
—Uff, você não tá com calor?
Sim, eu estava todo excitado e definitivamente não era por causa do calor que fez hoje, não. O fato de ter tocado na minha irmã tinha me deixado todo tesudo. Pelo visto, ela também tinha ficado excitada, porque apesar de ter feito calor hoje, a essa altura da noite já estava bem fresco.
—Tô, meio acalorado, pra falar a verdade.
—Eu também. Tô me sentindo meio acalorada. Mas também não tá pra ligar o ar condicionado. Não quer tirar o short?
Isso já era demais, agora ela tava me pedindo pra tirar o short, ia ficar só de cueca. Não podia acreditar.
— Não... não sei... não dá.
— Não seja bobo, assim você não sente calor.
— É que eu tô com vergonha.
— Ah, tudo bem, tava falando porque aí a gente ficava em igualdade de condições.
Fiquei quieto por um tempo, pensando se devia fazer. De certo modo, tava com vontade de tirar o short e deixar a Maga me ver.
— Se eu fizer, você não vai rir, né?
— Não vou rir, fica tranquilo.
Respirei fundo e levantei do sofá. Maga continuava sentada, sem tirar os olhos de mim. Olhei pra ela e ela sorriu. Peguei meu short dos dois lados do quadril e fui descendo até ficar só de cueca.
Maga ficou de olhos arregalados, não tirava o olhar da minha virilha, pra ser mais exato, do volume que dava pra ver marcado.
Tentei me acalmar, tentei focar no filme pra broxar.
O filme tava quase acabando, meu pau continuava duro do mesmo jeito. A atenção que eu tava dando pra minha irmã era maior do que a da TV. Maga tava igual, desde que eu tinha tirado o short, não tinha desviado o olhar da minha virilha. Isso me deixava ainda mais excitado.
Finalmente o filme tinha acabado e eu podia voltar pro meu quarto pra aliviar a tensão. Maga acendeu a luz da sala, agora dava pra ver o corpo dela perfeitamente. Desligou a TV e levantou do sofá. Consegui ver toda a raba dela. Fiz o mesmo, peguei meu short e tava quase saindo da sala.
— Não vai me dar um beijo antes de dormir?
A voz da Maga chamou minha atenção. Cheguei perto dela e dei um beijo na bochecha. Tava quase voltando quando Maga me segurou e me puxou pra perto, me envolvendo num abraço forte.
Consegui sentir os peitos dela encostados no meu peito, era incrível. A única coisa que consegui com isso foi aumentar minha ereção. Excitação. Maga me apertou com mais força, colando as cadeiras dela nas minhas, fazendo meu pau bater na buceta dela.
Pelo amor de Deus, não queria que aquilo acabasse nunca, era a melhor sensação do mundo.
Infelizmente, o bom dura pouco, Maga me soltou depois de alguns segundos, e eu saí pro meu quarto sem falar nada.
Fechei a porta, baixei a cueca, me joguei na cama e comecei a bater uma pensando na minha irmã. Lembrando das pernas dela e da sensação daquele abraço. Gozei em poucos segundos. Fiquei com a mão toda suja, e ainda caíram umas gotas no lençol.
Sem escolha, já que tinha que me lavar e limpar os lençóis, fui pro banheiro. O corredor tava completamente escuro, não dava pra ver nada, um silêncio total.
No banheiro, lavei a mão e peguei um pouco de papel higiênico pra limpar o que tinha caído no lençol.
Quando saí, tudo continuava na mesma, quieto, exceto por uma coisa. Quando passei pelo quarto da Maga, ouvi alguma coisa. Parei ali, encostei a orelha na porta pra ouvir melhor. Mal dava pra escutar algo.
A curiosidade falou mais alto e abri a porta devagar, sem ela perceber. Quando abri, ouvi os barulhos mais lindos e excitantes de todos. Maga tava se tocando, se masturbando.
— Ah... humm... ai, sim, Deus... humm...
Infelizmente, não dava pra ver nada, mas só de ouvir tudo já formava uma imagem na minha cabeça. Meu pau começou a endurecer de novo sem eu nem perceber, e já tinha começado a bater outra punheta. E agora com os gemidos da Maga.
Não aguentava mais, tava quase gozando, quando ouvi a coisa mais excitante de todas.
— Ai, siiiim... guy... como você me esquenta...
Ouvir aquilo me deixou em choque, ela tava falando de mim. Minha irmã tava se masturbando pensando em mim. Não podia acreditar. Queria entrar no quarto e me jogar em cima dela, mas não dava, ela ainda era minha irmã.
Me afastei da porta e voltei pro meu quarto. Tinha muita coisa pra pensar. Continua...
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Queria saber se vocês gostariam que eu fizesse uma planta da casa, pra vocês terem mais ou menos uma ideia de como ela é dividida. Se sim, me avisem nos comentários. 🙂
Espero que tenham gostado, ainda tem mais por vir.
Ela me olhava — um olhar que podia significar muita coisa e quase nada ao mesmo tempo. Me sorriu, se aproximou rebolando, se inclinou deixando a cara dela na minha, e me deu um selinho. Deu meia-volta, deixando aquele Booty perfeito à mostra, e se afastou de mim. Era impossível não ficar pasmo com aquele monumento de mulher.
Maga caminhava me olhando de canto, jogando uns sorrisos. Rebolando, fazendo aquele Booty balançar de um lado pro outro, ela se aproximou da parede que tava na frente da cama, onde eu tava.
Encostou as costas na parede, sem parar de me olhar, levou o dedo indicador até a boca e mordeu ele devagar, fazendo uma cara muito sexy. Ela me olhava nos olhos, sem sair dali. Cada minuto que passava, eu ficava mais tesudo — ver minha irmã daquele jeito era incrível, uma sensação única.
Maga arreganhou o peito, deixando os peitos dela muito mais à mostra. Se antes já dava pra notar, agora tava ainda mais. Definitivamente, Maga sabia como esquentar um cara.
Sempre imaginei que ela era meio foxy, mas não o suficiente pra esquentar assim o próprio irmão. Que, por sinal, não me incomodava nada.
Maga tirou o dedo da boca, arrumou o cabelo e se virou, apoiando as mãos e o peito na parede. O Booty dela ficou à mostra de novo. Ela olhou por cima do ombro, me encarou e mandou um beijo. Eu já não aguentava mais, o tesão que tava era incrível.
Sem pensar, comecei a me pegar por cima do short. Ela me olhava de canto e ria, pelo visto tava gostando do que eu tava fazendo. Maga se afastou um pouco da parede. Rebolou um pouco, levou as mãos até a parte de trás do sutiã. Com cuidado, foi desabotoando. Maga segurou a parte da frente com as mãos. impedindo que o sutiã caísse.
Ficou assim por um tempo, segurando o sutiã até deixá-lo cair. O momento em que o sutiã caiu foi um dos melhores momentos da minha vida. Eu tinha minha própria irmã mais velha completamente nua da cintura para cima. Embora estivesse de costas, e eu não pudesse ver nada, o simples fato de saber que ela estava quase pelada me deixava ainda mais excitado.
Maga começou a mexer os quadris como se estivesse dançando, mas sem música, isso tornava tudo ainda mais erótico. Lentamente, ela levou as mãos até os peitos e começou a tocá-los. Do meu lugar, eu podia ouvir alguns gemidos saindo dos seus lábios lindos. Eu estava quase suando de tão tesão que tava.
Eu achava que nada mais podia me surpreender, até que Maga tirou as mãos dos peitos e as colocou na cintura. Pegou a calcinha pelas duas pontas. Com uma delicadeza que só ela tinha, começou a abaixá-la.
Eu já não aguentava mais, tava excitado demais. Isso era incrível, não podia ser verdade que minha irmã estava se despindo na minha frente. Eu praticamente estava suando. Era demais, não queria que acabasse.
Cada vez mais devagar, eu estava prestes a ver a bunda nua da minha irmã e não podia acreditar. De repente, ela parou. A cabeça dela apareceu por cima do ombro, tudo começou a tremer, ela me olhou e disse:
— Mati, Mati. Acorda, neném.
Abri os olhos e lá estava ela. Com a camiseta branca que usava como camisola.
— Mati, já é tarde. Além disso, o sol tá batendo em você, vai te fazer mal. Vai tomar um banho.
Eu não podia acreditar no que estava ouvindo. Um sonho, tudo um sonho. Minha irmã estava ali, sentada, vestida. Sem saber o que tinha acontecido. Queria me matar, meu Deus.
— O que foi? Parece que você teve um pesadelo, dormiu bem?
— A última coisa que tive foi um pesadelo, obrigado por me deixar dormir aqui.
— Não foi nada.
Maga me deu um beijo na testa e saiu do quarto. Fiz o mesmo, fui até meu quarto e peguei uma roupa. me trocar, o sol tinha me pegado um bom tempo e eu já estava todo suado.
Liguei o chuveiro do banheiro e me preparei para tomar banho. Fiquei divagando um bom tempo, aproveitando o chuveiro. De vez em quando vinha na minha cabeça aquele sonho. Não dei muita importância pra isso. Afinal, tinha sido só um sonho.
Terminei meu banho depois de um tempo. Peguei a toalha que estava pendurada à minha esquerda, me cobri até a cintura com ela, e com outra toalha me secava. Depois de seco, a única coisa que faltava era me trocar.
Estava prestes a me trocar quando alguém bateu na porta do banheiro.
— Já saiu?
— Sim, já saí, o que foi?
— Preciso ir e estou atrasada, preciso me maquiar. Posso entrar?
— É... sim, pode entrar, sem problema.
Maga entrou no banheiro comigo. Não estava mais usando a camisola que usa pra dormir. Corrigindo, a camisola que usa pra sair do quarto. Agora estava com uma regata amarela, de alças, com decote em V, e um short branco que combinava com a regata. Ela estava muito gostosa naquele dia. Tudo ficava perfeito nela.
Eu me sentei no vaso sanitário, Maga entrou e se colocou na frente do espelho, de costas pra mim. Fiquei olhando pra ela, alternando entre o que ela fazia no rosto e a bunda linda dela, enquanto esperava ela terminar.
— Aonde você vai tão arrumada?
— Vou sair.
— Sim, imaginei, mas aonde?
— Pra fora.
— Nossa, que engraçadinha, hein.
Maga começou a rir, largou o rímel e me olhou.
— Vou sair com a Mica, por que tanta pergunta?
— Sei lá, você entrou assim tão rápido bem quando eu ia me trocar, me deu curiosidade.
Maga riu e continuou se maquiando. Eu, enquanto isso, continuava aproveitando a vista.
Maga terminou o trabalho no rosto e saiu do banheiro, finalmente comecei a me trocar.
Quando saí do banheiro, Maga já tinha ido embora. A casa estava vazia, tranquila, quieta, me lembrava todas as manhãs quando eu acordava. Era uma sensação de paz.
Tinha a tarde toda só pra mim. Passei o dia vendo séries, tipo umas 2 horas seguidas. Mas Já cansado dessa merda, resolvi colocar uma música. Peguei meu celular e meus fones e fui ouvir. A curtição durou só 15 minutos, quando do nada pipocou o aviso de que a bateria tava no talo.
Fiquei puto pra caralho, porque a diversão tinha ido pro saco, e fui atrás do carregador. Que misteriosamente tinha sumido. O filho da puta não tava em lugar nenhum. Procurei em tudo quanto é canto: na sala, na cozinha e no meu quarto, onde ele vivia ligado o tempo todo.
O único lugar onde não tinha olhado era no quarto da Maga. Ela devia ter usado o meu depois de não achar o dela. Resolvi tentar a sorte e entrei no quarto dela.
A cama ainda tava bagunçada, um monte de roupa jogada em cima dela. Provavelmente porque minha irmã tava procurando o que vestir. Mas o que mais chamava a atenção, o que mais se destacava, era o cheiro, aquele aroma de mulher, a fragrância da beleza.
Fui até a escrivaninha, que ocupava uma boa parte da parede. Em cima dela tava o PC da Maga, ainda ligado, além de uma pilha de roupa. Vasculhei entre todas as coisas, na esperança de achar o maldito carregador. Tive sorte ao abrir a primeira gaveta e encontrar o bendito carregador com cabo e tudo.
Ao me virar bruscamente, com a intenção de voltar pra sala, sem querer bati a perna na cadeira que a Maga usava no PC. Xinguei a cadeira por uns segundos e pensei em chutá-la, pra descontar. Mas uma coisa em cima dela chamou muito minha atenção.
Na cadeira tinha uma pilha de roupa, aparentemente suja. Em cima de tudo, uma camiseta. Mas o que mais me chamou a atenção não foi a camiseta, e sim a peça que aparecia por baixo dela.
Fiquei olhando por uns segundos até que a curiosidade falou mais alto. Me aproximei da pilha de roupa e peguei a peça que tinha prendido toda a minha atenção.
Tirei a tal peça e a surpresa que tive foi... Incrível. Era a calcinha que a Maga tinha usado pra dormir. Fiquei chocado. Milhares de imagens vieram na minha cabeça, desde a Maga usando essa belezinha até o sonho que tive hoje de manhã. E pensar que o que eu tinha nas mãos agora, há algumas horas, estava enfiada na raba da minha irmã. Já não aguentava mais de tesão.
Me senti excitado e sujo ao mesmo tempo. Desenrolei a calcinha pra ver direito, não conseguia evitar, a putaria era demais. Enquanto com uma mão desenrolava a calcinha, com a outra eu me tocava por cima da calça. Ao desenrolar, senti algo estranho nela, passei a mão na parte de baixo da tanga. Tava molhada. Minha própria irmã tinha molhado a calcinha dela e eu tava tocando aquilo.
Sem pensar, levei a calcinha da Maga até meu nariz. Dava pra sentir, o cheiro da buceta da Maga inundou meu nariz. Já não dava mais pra evitar, abaixei a calça na velocidade de um raio e comecei a bater a melhor punheta da minha vida, usando a roupa íntima da minha irmã como estímulo.
A sensação era incrível, já não conseguia pensar direito, só a imagem da minha irmã tava na minha cabeça. Tava perto de gozar, preparei a calcinha pra poder finalizar nela, quando ouvi a porta da casa abrir.
Meu coração parou. Levantei a calça o mais rápido que pude e saí voando do quarto da Maga. Graças a Deus cheguei são e salvo no meu quarto, a Maga não chegou a me ver saindo do quarto dela e eu já podia respirar tranquilo, não tinha motivo pra me preocupar.
Ou pelo menos foi o que pensei. Na pressa que tive pra sair do quarto, acabei trazendo comigo a calcinha da Maga, se ela descobrisse que tava faltando... sinceramente, não quero nem imaginar o que aconteceria. E pra piorar, ainda deixei o carregador lá, não posso ser mais idiota.
Escondi a tanga dentro da fronha do meu travesseiro até conseguir devolver pro lugar certo. No pior momento, a porta se abriu.
— Ah, você ainda tá aqui. Pensei que você tinha saído.
– N... não fica aqui.
– O que foi? Parece que viu um fantasma.
– Hã? Não, tô bem. Não é nada.
– Beleza, vou te deixar em paz então...
Maga fechou a porta e saiu. Consegui respirar de novo, esses sustos repentinos não iam me fazer bem nenhum.
De repente, a porta se abriu de novo.
– Você pode me fazer um favor??
– Hã?... sim, sim, fala.
– Preciso que você vá comprar umas coisas pra fazer a comida.
– O que você precisa?
– Compra meia dúzia de ovos, algo pra beber e um sachê de leite.
– Beleza, vou me trocar e já vou.
– Valeu, obrigada, agora toma a grana.
Maga fechou a porta. Me troquei e saí pra ela me dar o dinheiro. Peguei a grana e a sacola das compras e saí de casa. No caminho pro mercado, fiquei pensando no que fazer com a kombucha, tinha que dar um jeito de devolver sem ela perceber. Quando cheguei no supermercado, comprei tudo o que ela tinha pedido, e ainda guardei o troco pra gastar comigo.
Quando cheguei em casa, senti o cheiro da comida. Maga já tinha começado a cozinhar. Então fui pra cozinha entregar o que ela tinha pedido.
– Aqui estão as com...
Fiquei mudo, não conseguia formar uma palavra. Lá estava ela cozinhando, como qualquer pessoa. Mas tinha uma coisa que me surpreendeu acima de tudo. Não era a comida, nem os ingredientes, nada disso. O que me pegou foi vê-la vestida, ou melhor, semivestida. Maga estava de costas pra mim, usando só um sutiã e uma tanga, que se enfiava na linha da bunda dela. As nádegas estavam completamente à mostra. Fiquei calado, apreciando a vista como nunca.
Maga percebeu que eu ainda estava ali, calado, e falou sem virar o rosto.
– O que foi, por que você ainda tá aí??
– O... o que você tá fazendo vestida assim?? – falei, morrendo de vergonha.
Maga se virou, me encarando. Agora eu podia ver o peito dela, um sutiã de renda, mais apertado que o anterior. Vendo aquilo, meu pau explodiu. de tesão. Não podia acreditar no que tava vendo.
-É que eu ia me trocar, botar uma coisa mais confortável. Mas lembrei que você já tinha me visto assim, então não me importei muito. Por quê? Tô feia? Te incomoda?
Eu mal conseguia responder, olhando pra uma mulherão desses.
-Não, não, tá perfeito.
Maga riu e continuou cozinhando, me deixando ver de novo aquela bunda perfeita. Quando consegui me livrar do feitiço que a bunda dela me causava, fui pro quarto.
Já não tava acreditando no que tava rolando. Há poucos dias eu tinha uma relação normal com minha irmã. Agora ela tava andando pela casa quase pelada, o que não me incomodava, pelo contrário, me deixava com muito tesão, e até já tinha chegado ao ponto de roubar a calcinha dela. Não dava pra crer, eu tava me tornando um tarado e tava adorando.
Naquele momento, tinha uma mulher gostosa, semi-nua, fazendo comida pra mim. Era o sonho de todo homem, e minha irmã tava realizando ele.
Não aguentava mais o tesão, procurei dentro do meu travesseiro e tirei meu tesouro maravilhoso. Levei até o nariz e aspirei. Ainda guardava o cheiro gostoso dela. Sem conseguir evitar, meu pau ficou duro que nem pedra. Precisava aliviar a vontade que não tinha conseguido antes.
Aproveitando que Maga ainda tava na cozinha, saí do quarto e fui pro banheiro. Com a calcinha na mão, baixei a calça e sentei no vaso. Com uma mão peguei meu pau, que tava mais duro do que nunca, e fui movendo pra cima e pra baixo, querendo acabar com o tesão de uma vez. Enquanto isso, com a outra mão, aproximava a calcinha do nariz pra sentir o cheiro.
Minha mente tava em branco, tava com muito tesão, só queria aliviar de uma vez. Tava quase gozando, continuei batendo punheta como nunca. Sem pensar, coloquei a calcinha da Maga em cima do meu pau e gozei nela.
Tava exausto, precisava recuperar as forças. Descansei uns segundos no vaso, até cair na real do que tinha feito. É. Tava toda a calcinha manchada com meu sêmen, tinha cagado no pau feio.
O que eu faço com isso agora? Deus, não posso devolver assim, do nada. Tinha que lavar ou algo, a qualquer momento a Maga podia perceber que tava faltando. Entrei em desespero, subi a calça e abri a torneira do banheiro. Enfiei a calcinha debaixo d'água, tirei todo vestígio do meu crime o mais rápido que pude. Ficou brilhando, não tinha mais chance da Maga descobrir o que eu tinha feito, só faltava esperar secar pra poder devolver.
Saí do banheiro pra esconder de novo, mas quando cheguei no meu quarto a Maga já tava lá, agora tava usando um avental vermelho, que cobria a parte da frente do corpo dela. Fiquei pasmo e guardei a calcinha, molhada, no meu bolso pra ela não ver.
-O qu... que cê tá fazendo aqui??
-Ei? Que foi? Agora não posso entrar no teu quarto?
-Não, não, desculpa, é que me surpreendi de te ver aqui.
-Imagino. Vim te avisar que a comida já vai ficar pronta.
-Beleza, já vou, valeu.
A Maga passou do meu lado, parou uns passos atrás de mim, e falou.
-Acho que cê tá escondendo alguma coisa, hein, vou acabar descobrindo.
Ela riu por uns segundos e seguiu até a cozinha.
Entrei no quarto e guardei a calcinha dentro da minha fronha de uma vez. Fiquei pensando, minha irmã tava desconfiando de algo, ainda dava tempo de devolver, mas tinha que ser o mais rápido possível.
Chegou a hora de comer, sentei na mesa até a Maga chegar. Ela tinha tirado o avental e tava de novo como antes. O torso todo de fora, que fazia os peitos dela se destacarem, peitos grandes e lindos.
A Maga me deu meu prato, colocou na minha frente, fez o mesmo com ela. Agora tamo os dois, sentados um na frente do outro, prontos pra comer. Comecei a comer, sem tirar os olhos da minha irmã. Ela parecia não perceber, já que tava com a vista na televisão.
-Tanto te agradam que cê fica olhando?
Quando ouvi isso, quase me engasguei. ela tinha percebido.
- Hã? Não sei do que você tá falando.
- Ah, para, nene, não se faz de bobo.
- Sério, não sei do que você tá falando.
- Eu te vi, Mati, já te vi olhando pras tetas e pra raba e tudo.
Fiquei calado, não sabia o que dizer, tava morrendo de vergonha. Dava pra sentir meu rosto todo quente, vermelho pelo que tava ouvindo da minha irmã.
- Olha, também não sou cega, uma se liga.
- .....
- Ai, ficou todo vermelho, calma, nene. Não tem problema, não me incomoda.
Eu tinha ouvido direito? Ela disse que não se incomodava? Minha irmã acabou de falar que não se importava que eu olhasse. Não dava pra acreditar, devia ser outro sonho.
- Co...como assim não te incomoda?
- Não, nene, não me enche o saco, até gosto. – Ela disse piscando o olho pra mim.
E ainda por cima ela gostava. Me belisquei o braço por baixo da mesa pra ter certeza de que o que eu tava ouvindo não era só um sonho.
- Pensei que você ia me encher de porrada, ou me matar, sei lá...
- Ai, que exagerado você é, nene. Você é meu irmão, não é pra tanto.
Isso era incrível, todo esse tempo ela gostava que eu olhasse e eu nem sabia.
- E me conta, nenê. O que é que você tanto fica olhando?
Quando ouvi isso, a vergonha voltou.
- Que...?
- O que você ouviu, me fala o que você olha.
- Po...por que você pergunta isso?
- Tô curiosa, sei lá. Não posso saber?
- Não...não sei.
- Como assim não sabe, você sabe sim, não se faz de bobo, fala.
- Sério, não sei....
Eu tentava fazer ela parar de insistir pra não ter que responder, mas a Maga não deixava.
- Bom, se vai ficar nessa, então vou vestir mais roupa. – Ela disse com um tom de chantagem.
Fiquei calado, fingi que não me importava se ela fizesse isso, mas a verdade é que me importava. Não queria deixar ela esconder aquele corpo todo por baixo da roupa.
- Os...os peitos.
- Como? Não te ouvi? – A Maga tava com um sorriso safado que cobria o rosto todo. Ela tava tirando sarro de mim, e tava adorando.
- Os peitos!!
- Ah, os peitos...e o que tem meus peitos??
- Que Olho pra você, isso, não queria saber? Olho pros seus peitos, feliz?
Dando uma risadinha, ela piscou o olho pra mim.
— Cê é um puta safadinho, maninho. E mais alguma coisa?
— ...não
— Mmmm... não mente pra mim, hein
— ...a rabeta também...
A cara que minha irmã fez quando ouviu isso, não tem descrição. Ela tava feliz, contente por poder zoar o irmão.
— Cê é um tarado, maninho. Mas te amo do mesmo jeito.
— Sim, sim, eu também.
Continuamos comendo. De vez em quando eu ficava olhando pros peitos da minha irmã, alternando entre ela e a TV. Já ela só comia e via TV. Com um sorriso no rosto o tempo todo. Claramente curtia minhas olhadas.
Quando terminei de comer, levei meu prato, larguei lá e voltei pro meu quarto. Enquanto a Maga arrumava a mesa e limpava tudo.
Deitei na minha cama e fiquei pensando no que a Maga tinha dito. Ela gostava que eu olhasse pra ela, e isso me deixava doido, cada vez ficava melhor. Agora que sabia que não incomodava, não ia parar de fazer. Do mesmo jeito, nunca ia parar.
Fiquei vendo TV, entediado e sem nada pra fazer. Pensava em sair e curtir mais um pouco do corpo da minha irmã, mas não queria parecer um assediador. Tava quase indo dormir, de tanto tédio, até que a porta abriu e a Maga entrou. Ainda tava de roupa íntima, e tava uma gostosa.
— Ei, quer vir comigo ver um filme?
— Sim, claro, já vou.
A proposta me surpreendeu. Tava morrendo de tédio, não ia recusar, ainda mais que ia poder passar mais tempo perto dela e do corpo perfeito dela.
Quando cheguei na sala, tava tudo escuro, só a luz da TV iluminando o lugar. Tinha uma música de fundo vindo também da TV, que mostrava o menu do filme que a Maga tinha colocado. Sentei no sofá, do meu lado direito tava a caixa do filme, peguei e li a descrição.
— Espero que cê goste, comprei hoje — ela disse. Minha irmã estava parada na entrada da sala, com um braço apoiado na parede, me olhando. Ver ela vestida daquele jeito, com a pouca luz que tinha, tornava aquele momento muito excitante e erótico.
—...é..é..sim, pelo que dá pra ver, ela é bem gostosa.— Falei olhando pra ela, deixando o que eu disse soar com duplo sentido.
—Bom, espero que você se divirta... e curta o filme.
Maga caminhou até mim, rebolando o quadril de um jeito bem sensual, sentou do meu lado e apertou o play.
O tempo passava e o filme avançava. Maga começou a se mexer, tentando ficar mais confortável, se deitou no sofá e colocou as pernas sobre as minhas. Instintivamente, coloquei minha mão nelas e comecei a acariciar. Maga continuava olhando o filme e não dizia nada, então continuei.
Dava pra dizer que eu prestava mais atenção na minha irmã do que no filme. Como se fosse possível não fazer isso com ela vestida daquele jeito. Continuei acariciando a parte de baixo das pernas dela, sentir a maciez da pele dela era maravilhoso. Devagar e aos poucos, fui subindo minha mão, chegando cada vez mais perto das coxas dela. Maga ainda não dizia nada, encarei como um sinal positivo e continuei.
Segui acariciando as coxas dela e olhando pra ela, apreciando a beleza do corpo dela. Enquanto acariciava, pude sentir as bordas da calcinha fio dental dela. Quando senti isso, fiquei paralisado, estava indo longe demais, mas ela não dizia nada, na verdade parecia estar gostando. Precisava saber até onde podia ir com aquilo, criei coragem e fui subindo a mão.
Infelizmente, parece que Maga não gostou e começou a se levantar, até sentar. Tirei minha mão das coxas dela e coloquei perto das minhas pernas.
—Uff, você não tá com calor?
Sim, eu estava todo excitado e definitivamente não era por causa do calor que fez hoje, não. O fato de ter tocado na minha irmã tinha me deixado todo tesudo. Pelo visto, ela também tinha ficado excitada, porque apesar de ter feito calor hoje, a essa altura da noite já estava bem fresco.
—Tô, meio acalorado, pra falar a verdade.
—Eu também. Tô me sentindo meio acalorada. Mas também não tá pra ligar o ar condicionado. Não quer tirar o short?
Isso já era demais, agora ela tava me pedindo pra tirar o short, ia ficar só de cueca. Não podia acreditar.
— Não... não sei... não dá.
— Não seja bobo, assim você não sente calor.
— É que eu tô com vergonha.
— Ah, tudo bem, tava falando porque aí a gente ficava em igualdade de condições.
Fiquei quieto por um tempo, pensando se devia fazer. De certo modo, tava com vontade de tirar o short e deixar a Maga me ver.
— Se eu fizer, você não vai rir, né?
— Não vou rir, fica tranquilo.
Respirei fundo e levantei do sofá. Maga continuava sentada, sem tirar os olhos de mim. Olhei pra ela e ela sorriu. Peguei meu short dos dois lados do quadril e fui descendo até ficar só de cueca.
Maga ficou de olhos arregalados, não tirava o olhar da minha virilha, pra ser mais exato, do volume que dava pra ver marcado.
Tentei me acalmar, tentei focar no filme pra broxar.
O filme tava quase acabando, meu pau continuava duro do mesmo jeito. A atenção que eu tava dando pra minha irmã era maior do que a da TV. Maga tava igual, desde que eu tinha tirado o short, não tinha desviado o olhar da minha virilha. Isso me deixava ainda mais excitado.
Finalmente o filme tinha acabado e eu podia voltar pro meu quarto pra aliviar a tensão. Maga acendeu a luz da sala, agora dava pra ver o corpo dela perfeitamente. Desligou a TV e levantou do sofá. Consegui ver toda a raba dela. Fiz o mesmo, peguei meu short e tava quase saindo da sala.
— Não vai me dar um beijo antes de dormir?
A voz da Maga chamou minha atenção. Cheguei perto dela e dei um beijo na bochecha. Tava quase voltando quando Maga me segurou e me puxou pra perto, me envolvendo num abraço forte.
Consegui sentir os peitos dela encostados no meu peito, era incrível. A única coisa que consegui com isso foi aumentar minha ereção. Excitação. Maga me apertou com mais força, colando as cadeiras dela nas minhas, fazendo meu pau bater na buceta dela.
Pelo amor de Deus, não queria que aquilo acabasse nunca, era a melhor sensação do mundo.
Infelizmente, o bom dura pouco, Maga me soltou depois de alguns segundos, e eu saí pro meu quarto sem falar nada.
Fechei a porta, baixei a cueca, me joguei na cama e comecei a bater uma pensando na minha irmã. Lembrando das pernas dela e da sensação daquele abraço. Gozei em poucos segundos. Fiquei com a mão toda suja, e ainda caíram umas gotas no lençol.
Sem escolha, já que tinha que me lavar e limpar os lençóis, fui pro banheiro. O corredor tava completamente escuro, não dava pra ver nada, um silêncio total.
No banheiro, lavei a mão e peguei um pouco de papel higiênico pra limpar o que tinha caído no lençol.
Quando saí, tudo continuava na mesma, quieto, exceto por uma coisa. Quando passei pelo quarto da Maga, ouvi alguma coisa. Parei ali, encostei a orelha na porta pra ouvir melhor. Mal dava pra escutar algo.
A curiosidade falou mais alto e abri a porta devagar, sem ela perceber. Quando abri, ouvi os barulhos mais lindos e excitantes de todos. Maga tava se tocando, se masturbando.
— Ah... humm... ai, sim, Deus... humm...
Infelizmente, não dava pra ver nada, mas só de ouvir tudo já formava uma imagem na minha cabeça. Meu pau começou a endurecer de novo sem eu nem perceber, e já tinha começado a bater outra punheta. E agora com os gemidos da Maga.
Não aguentava mais, tava quase gozando, quando ouvi a coisa mais excitante de todas.
— Ai, siiiim... guy... como você me esquenta...
Ouvir aquilo me deixou em choque, ela tava falando de mim. Minha irmã tava se masturbando pensando em mim. Não podia acreditar. Queria entrar no quarto e me jogar em cima dela, mas não dava, ela ainda era minha irmã.
Me afastei da porta e voltei pro meu quarto. Tinha muita coisa pra pensar. Continua...
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Queria saber se vocês gostariam que eu fizesse uma planta da casa, pra vocês terem mais ou menos uma ideia de como ela é dividida. Se sim, me avisem nos comentários. 🙂
Espero que tenham gostado, ainda tem mais por vir.
19 comentários - Relacion Fraternal: Miradas II
Gracias por este segundo capitulo, muy interesante!! Segui asi viejo 👍
@MonoCakero
Para cuando para cuando??