Soy una madre muy puta (parte final)

Oi gente, como vocês estão? Obrigada por todas as mensagens. Algumas eu não respondi por motivos que não falo com menores de idade e menores que eu.

Hoje trouxe a segunda parte das minhas férias e aqui começa.
Era a noite do dia 30 e meu chefe toda noite pede pra eu chupar ele até ele dormir. Mas dessa vez ele não deixou eu fazer, ele fez em mim pra eu descansar pra noite do 31 que seria algo fabuloso (e realmente foi) não só relaxei essa noite, ele me fez um oral e foi uma gozada incrível da minha parte, estava super confortável na nossa cama no centro. Ele abriu minhas pernas e sem nada por baixo começou a lamber toda minha buceta, não só isso me excitou mas não aguentei e terminei rápido, sei que foi falta de experiência mas a segunda parte foi genial porque ele me chupou e eu não quis gozar logo, fiz ele cansar e ele me fez voar, lembro que me fez voar de tão gostoso que era! Agora quando me meto os dedos me sinto como a língua dele entrava e percorria toda minha buceta molhada e cheia de gozo, durei mais que da primeira, quase o triplo de tempo. Além de lamber minha buceta ele enfiava os dedos e tirava molhados, se posicionava nos meus peitos e os mordia até encher de baba, foi muito gostoso porque ele não usa barba e eu lá embaixo sou muito limpinha, nem um pelinho tenho só pele de bebê.

Dormi e acordei no dia 31 antes do meio-dia, estava com as pernas abertas e me toquei porque estava meio excitada e quando enfio os dedos na buceta, não era um sonho aconteceu de verdade, tinha a buceta toda cheia de porra e meu chefe do meu lado completamente pelado. Levantei, tomei banho, passou o almoço, a tarde e chegou o grande momento. Eram quase 22h nos convidaram pra uma festa fomos os 4 (eu, meu chefe e minhas meninas) eu estava vestida de festa, um vestido preto bem decotado e curto também de saia dava pra ver tudo por baixo e usava uma lingerie branca, copo vai e copo vem, já estava me sentindo bem cachorra, mas um homem falava comigo e sussurrava coisas no meu ouvido, só meu chefe e mais dois caras me tratavam como sua putinha e eu desejava que aquilo acabasse logo. Uma das minhas filhas adormeceu nos meus braços e fui levá-la para casa, quando voltei estavam todos na rua e na rua me diziam muitas coisas bonitas e também me chamavam de "flor de puta" (não sei porquê, não entendo os termos deles). Dirigi-me à festa, minha outra filha conhecia algumas amigas e iam para a casa de uma delas, justamente os pais dessas meninas eram os papis que eu ia comer daqui a pouco.

Na festa já tinha pouca gente, ficamos só os 4 (eu, meu chefe e os dois amigos dele). Eu já estava meio tonta por causa do champanhe ("gosto de champanhe... que? Quer papel? Agora você vai ver!... é um grande Pablito Lezcano").

Como muitos de vocês esperavam por esse momento, aqui começa minha grande noite de ano novo... os 4 fomos para a praia em duas camionetes, eu e meu chefe numa e os outros dois em outra. Chegamos bem longe das cabanas, mal dava pra ver as luzes das casas e ouvir os gritos da gente festejando. Trouxemos mais champanhe, brindamos e comecei a transar com um que nem sei quem era e acabei ajoelhada e, como uma verdadeira putinha, comecei a chupar o pau dele olhando nos olhos. De vez em quando alguém jogava champanhe da garrafa no pau dele e eu, desesperada, engolia e chupava o máximo possível cada um deles. Senti que agarravam minhas mãos enquanto continuava chupando aquele pau e minhas mãos eram apertadas com força pelos pulsos, depois senti algo envolvendo e apertando forte, não me deixando mexer... Senti pressão na minha nuca até que ele enfiava o pau na minha boca com força até o fundo, agarrando meu cabelo com força. Eu o chupava com muita vontade e bem forte, quase sem me deixar respirar, babava toda naquele pau e cada vez que ele saía, esfregava na minha cara. Além disso, meus olhos lacrimejavam e a máscara de cílios se... Eu gozava, me chamavam de puta safada. Até que senti umas mãos na minha cintura enquanto continuavam metendo na minha boca, levantaram meu vestido e me penetraram pelo cu. Seguiam comendo minha boca, chupando meus peitos, e aí começaram a meter mais forte na bunda – eu sentia ela agora bem aberta, tão arrombada que pedi pra continuarem. Saiu quem tava me comendo e entrou outro, que também me agarrou pela cintura e começou a dar pirocadas no meu cu pobre. E eu comecei a babar de prazer, me sentia no paraíso – não sei se era pelo álcool ou pelas picas atravessando minha bunda, mas era tão gostoso. Senti umas palmadas fortes na minha bunda que me fizeram gritar, comecei a gemer e minha voz saía bem putinha, bem suave, e eles ficavam mais excitados comigo, me apalpavam toda, metiam cada vez mais forte. Um me agarrou pelo cabelo e enfiou o pau na minha boca, e sem ajuda comecei a chupar, ouvi o gemido do cara. Ele me segurou pela nuca, se posicionou bem atrás de mim, me agarrando forte, e começou a foder grosso com o pau dele. E o cara que tava no meu cu continuava metendo, até que depois de um bom tempo senti um jato de porra quente dentro da minha bunda. O cara seguiu metendo até parar, e não tirou o pau de dentro até que o que tava na minha boca gozou e trocaram de lugar. O outro enfiou tudo, me agarrou pela cintura, comecei a gemer, me apoiei na traseira de uma das camionetas. Minhas mãos começavam a ficar desconfortáveis, queria que me soltassem, mas foi em vão. Ele continuava metendo no meu cu e eu gemendo de prazer, minha voz saía bem putinha. O cara que me agarrava pelo cabelo puxava ele pra trás, e o outro me segurava pela boca e falava coisas, mas eu não entendia nada – só sentia ele falando e a dor do cabelo sendo puxado forte. Eu naquela posição contra a camioneta, olhando de lado pra eles três, e o cara metendo no meu cu. Entre eles, se revezavam e metiam forte na bunda. Eu podia gritar tão alto que ninguém suspeitava. Me diziam tantas coisas sobre mim que me excitava demais. A veia tomando e só meu chefe me dava do bico da garrafa pra eu continuar bebendo e matar minha sede. Me fizeram gozar tantas vezes que eu escorria pela buceta e pela buceta eu sentia o sêmen escorrer. Cada um que estava fora da minha raba tomava mais daquelas garrafas e quando chegava minha vez de receber, eu sentia que eles recuperavam as energias e cada um me fazia soltar gritos de prazer, nunca senti minha raba tão aberta.

Até que começaram a encher meu cu de sêmen, todos eles e eu não aguentávamos mais. Estava amanhecendo quando eu tentava me sentar na caminhonete, cansadíssima e toda dolorida!

12 comentários - Soy una madre muy puta (parte final)

subite una fotito para ver el cuerpo hermoso q debes tener!!!
TREMENDO y CALIENTE relato como siempre

Que hermosa Puta que sos y me encanta como disfrutas

Me equivoque de lugar para festejar año nuevo, capaz que si estaba en ese lugar el afortunado era yo !
Segui aportando bb. Si necesitas otro trabajo avisame.
muy pero muy caliente me dejaste bebe que rico relato besitos y puntitos
Más allá del relato, que es muy bueno, camionetas, champang, jefes, plata...mmmm todo muy turbio sino eran los Lanata pega en el palo 🙂
Muy bueno y caliente tu relato te felicito yo soy tan putita como vos que lindo sería que nos enfiesten a las dos juntas ya que a mi esposo le encanta compartirme porque sabe que con una sola no me alcanza
Me gusta la idea
@MicaCulona si te gusta la idea escribinos por msj privado
que flor de putita!!
todo el culo abierto y roto!!
lleno de semen...
tremenda trola
me encanto!!
muy interesante tu trayectoria es muy buena te felicito eres tremenda