Pedindo ajuda pra mamãe e pra minha irmã
Capítulo 1
É a última semana de aula e eu tenho que passar nessa matéria de qualquer jeito, senão em casa me matam hoje. Então acordei meio nervoso essa manhã. Ouço minha mãe me chamando pra tomar café, então vou pra cozinha. Minha irmã já estava pronta, ela se chama Mayra. A gente vai no mesmo ano porque ela repetiu, tem um ano a mais que eu — eu tenho 18 e ela 19. Minha mãe se chama Susana, tem 40 anos bem vividos, sempre falamos que ela é uma mulher gostosa apesar de tudo que sofreu quando meu pai nos largou há muito tempo. Mas esse assunto já superamos, nos apoiando juntos.
Já era hora de ir pra escola, então demos tchau pra mãe e fomos pegar o metrô que deixa a gente bem na escola. Como sempre, a estação tá cheia de gente e é uma puta bagunça viajar tão apertado, mas já acostumamos, então entramos como dá. Assim que a porta abre, faço espaço pra minha irmã entrar e ela fica do meu lado, perto da porta do metrô. Olho de canto e vejo um cara tentando se esfregar nela. Então seguro ela pela cintura e puxo pra perto de mim, deixando ela bem na minha frente, assim ninguém conseguia encostar nela. Mayra percebeu que eu tava cuidando dela, então ficou quietinha e se sentiu protegida. A viagem continuou e faltavam umas cinco estações ainda. Cada vez mais, por causa da multidão, eu tinha que me apertar mais contra a Mayra, e no final era eu que tava me esfregando nela. Fiquei pensando: quantos caras adorariam estar na minha posição, atrás dela.
Sem perceber, comecei a sentir aquela bunda bem no meu pau, de ficar assim e ver ela com o uniforme da escola. Subiu um tesão danado no meu corpo, e era eu que me empurrava pra frente agora, tentando sentir bem a racha da bunda com aquela saia que ela usa. Dava pra sentir como os peitos dela eram duros. Fui encostando cada vez mais o pau nela, percebi que tava durasso sem querer. Mayra não se mexia na minha frente, ficava paradinha. Eu sabia que ela sentia meu pau duro na bunda dela. Com a mão que segurava minha mochila... Me aproximei das pernas dela e comecei a tocar ela com o dedo, subia e descia, tava ficando nervoso de ficar assim encostando a pica na minha irmã, mas não conseguia parar e faltava pouco pra chegar, então puxei ela pra perto de mim e enfiei bem a pica no meio da bunda dela, ela se mexeu pra frente, eu sabia que ela sentiu que eu tava bem duro e me mexi devagar pra trás e pra frente como se tivesse comendo ela. Mayra só ficava parada.
Chegamos na nossa estação, então tivemos que descer. Coloquei a mochila na frente pra esconder minha ereção e caminhamos pro colégio sem falar nada. Eu tava super nervoso, não parava de pensar no que tinha feito com a Mayra. Já no colégio, no recreio, comemos algo junto que eu já tinha comprado. Tentei puxar o assunto e pedi desculpas por ter encostado ela assim no metrô, e ela diz: — Tá Cris (Christian é meu nome), não me incomodou, preferia que fosse você a me encostar do que aquele outro cara que ficava atrás de mim. — Mesmo assim, peço desculpas pela minha ereção, foi algo que não consegui controlar, Mayra. — Voltei rápido pra sala porque tinha que dar a matéria que tava devendo e, como imaginei, não passei. E em casa minha mãe vai me matar, pensei. Então a viagem de volta foi em silêncio, quase toda. Mayra tentava me animar, mas eu sabia que tinha ferrado tudo. Ano perdido, não ia conseguir entrar na faculdade até março por causa da matéria.
Entramos em casa e a mãe nos recebe com um beijo, dizendo que a comida tá pronta. Então falei logo que não passei pra tirar tudo de cima de mim rápido, e veio uma bronca terrível, dizendo que eu teria que estudar o verão inteiro, que como íamos fazer com as férias se já tava tudo pago, o lugar, os dias e tudo. E eu comecei a chorar que nem um moleque, e acho que isso sensibilizou ela, porque na hora me abraçou. Ao sentir o abraço dela, não sei por que, mas comecei a sentir os peitos dela contra o meu peito. Minha cabeça não parava de pensar, como eu podia sentir isso naquele momento? Comecei a sentir que a pica queria subir de novo, então me soltei da minha mãe. Almoçamos juntos os três, e a Mayra se... ofereceu pra me ajudar a estudar no verão e a mãe também disse que estudava comigo, assim podia dar pra ela sem problemas e que tudo ia ficar bem. Então o dia foi mais ou menos normal. Terminamos de limpar a sala e fui no banheiro, quando saí fui pro quarto, ao abrir a porta encontro a Mayra com a camisa do uniforme aberta e puxando a saia pra baixo. Não consegui evitar de ver aquela calcinha fio dental rosa tão enfiada na bunda dela e lembrar como eu tinha apoiado ela de manhã, mas ela gritou comigo e eu parei de olhar — Sai, não tá vendo que eu tô me trocando? Por que não bate na porta? Não é teu quarto, não. — ela gritava comigo.
Fechei a porta e fui pra sala onde a mãe tava, e ela também me xingou, naquele dia eu só servia pra levar bronca. Então esperei o tempo passar e voltei pro quarto, dessa vez bati e entrei, a Mayra já tava deitada na cama dela, a gente divide o quarto, então peguei meu short e fui no banheiro me trocar e voltei pra deitar um pouco pra tirar um cochilo. Já na cama deitado, não parava de olhar pra bunda da Mayra vestindo um shortinho bem justo que marcava a linha da calcinha fio dental rosa que ela tava usando, e de novo meu pau acordou, eu não entendia como podia ficar excitado pela minha irmã, mas meu pau não pensava igual. Mayra se vira na cama e me pergunta por que tava calor e não conseguia dormir, e me vê assim com o pau duro dentro do short, e ri — De novo assim, neném? Deixa teu amigo em paz — ela falou e riu. Eu, vermelho de vergonha, queria me esconder com as mãos e senti que tava com ele durasso, pedi desculpa de novo por estar daquele jeito, e virei de costas olhando pra parede.
Nisso, sinto a Mayra sentar na minha cama e me viro pra olhar ela — Cris, se quiser se tocar, fala que eu saio e te deixo sozinho, senão vai doer se ficar muito tempo duro — Não tá certo, falei, sempre acordo assim, depois desce sozinho, nunca precisei me tocar e não vou começar agora — Mayra ri e deita do meu lado, os dois olhando pra cima e a gente conversa, nem percebi quando dormi. Ao acordar, vi que a Mayra ainda tava dormindo do meu lado. Pra levantar, teria que passar por cima dela, então fiquei quieto deitado, esperando ela acordar. Dava pra sentir o corpo dela bem colado no meu.
De novo, igual no metrô, e a imagem voltou na minha cabeça daquela bunda bem durona contra meu pau. Então fui me mexendo devagar, virando de lado. Quando me mexi, a Mayra também virou, deixando as costas encostadas no meu peito. Fui me arrastando, tentando colocar meu pau na bunda dela de novo pra sentir. Peguei meu pau por cima do short e enfiei bem no meio da bunda dela, empurrando de leve pra não acordar ela, e fiquei assim. Que tesão que tava! Tentei abraçar ela e pegar nos peitos, mas não tive coragem. Só de encostar já tava a mil.
A Mayra não acordava, então aproveitei o máximo que pude e fiquei fazendo de conta que tava comendo ela. Me mexia um pouco pra trás e encostava de novo. Nisso, a mamãe abre a porta e me chama pra estudar. Nos ver deitados juntos não incomodava nada, porque a gente fazia isso direto na soneca da tarde. Até com ela a gente deitava junto às vezes. Então levantei como deu e fui pra cozinha, mas tava com um boner foda, não sabia como fazer pra baixar a ereção. Parei antes de chegar e, nisso, cruzei com a mamãe, que ficou me olhando.
Não sabia o que fazer, estando daquele jeito na frente dela. Me tapei como pude com a mão, me fazendo de bobo, e acho que ela também fingiu que não viu e não falou nada. Então fomos estudar juntos. Ela me passou uns exercícios pra fazer enquanto limpava a sala. Terminei um e fui mostrar pra ela corrigir. Sentei no sofá pra esperar. Minha mãe também sentou pra ver e, ao fazer isso, não sei se percebeu, mas deixou as pernas meio abertas e eu consegui ver a calcinha branca dela, como se enfiava na rachinha da buceta. E de novo meu pau endureceu. Não conseguia me controlar. Ela me corrigiu e sentou do meu lado porque algo tava errado, e olhou pro meu volume. "Cris, o que que cê tem que anda assim toda hora, amor?" — "Sei não, mãe, perdão, mas não consigo controlar desde... Ontem me aconteceu, me perdoa.
– Por que você não vai no banheiro e se masturba, coração? Pra mim não tem problema.
– Não, mãe, como vou fazer isso? Não quero ser um masturbador igual todo mundo. Eu me seguro, sério, já vai baixar sozinha, falei.
– Cris, filho, é algo natural em todo mundo se masturbar, não tem nada de errado.
– Eu sei que meus amigos fazem, porque me contam, mas não imagino você ou a Mayra fazendo isso?
– Filho, olha, já somos grandes e vou te contar, mas é entre nós dois. Ou, se quiser, também com sua irmã, vocês conversam. A gente também se toca, às vezes a gente também fica excitada com algumas coisas.
E, bom, estando sozinha, mais ainda, e tenho que me tocar de vez em quando porque o corpo pede, amor. Pra você não é bom ficar com ela dura por tanto tempo, vai doer seus testículos.
– Não tá certo, mãe. Vamos continuar com a lição, assim eu aprendo como é.
– Bom, como quiser, mas vai doer, ela me disse.
Então voltei pros meus exercícios e minha mãe continuou com a limpeza. De vez em quando eu olhava pra ela limpando, imaginava como era aquela calcinha branca, se estaria bem enfiada na bunda, como ela se tocaria quando está sozinha. E minha cabeça ia a mil, pensando em tudo. Sem perceber, peguei na minha rola e apertei, e comecei a mover a mão pra todo lado. Minha mãe ficou olhando o que eu fazia sem dizer nada. Eu não tinha notado, mas já estava com a mão dentro do short e senti minha rola molhada, e isso me deixou mais excitado. Não aguentei e me masturbei ali na frente da Susana, minha mãe.
Ela só me olhava, não dizia nada, e sentou na minha frente me encarando. Quando percebi, parei de me tocar na hora e fiquei vermelho de vergonha.
– Cris, continua se quiser, não fico brava, sério. Faz tranquilo que eu vou pra cozinha até você terminar.
– Não, deixa, já era. Tô com vergonha, mãe, me perdoa de novo.
– Vou indo, vai, se toca. Te deixo sozinho, volto daqui a pouco.
E a Susi me deixou sozinho. Tentei me masturbar pra passar a excitação do momento, tentei pensar na bunda da Mayra pra conseguir terminar, mas não conseguia pensar direito, vinham outras coisas na cabeça.
Passou um tempo e... Mamãe apareceu de novo e me perguntou se eu terminei de me tocar, pra ir tomar banho pra não ficar tudo sujo.
— Não, mãe, não consegui me concentrar, não vinham outras coisas na minha cabeça.
— Mas filho, o que você precisa? Por que não vê algo no computador que te agrada, sei lá. — ela disse enquanto sentava na minha frente no sofá. Eu, com o pau duro dentro do short, tentei me tocar de novo, dessa vez com ela me olhando, talvez isso me excitesse mais.
— Quer que eu vá embora de novo, filho?
— Não, mãe, se você não se importa, gosto que você fique e me olhe, mas se quiser, pode ir, se te deixar desconfortável me ver.
— Não me incomoda, Cris, mas é errado uma mãe ver o filho se tocando, né?
— Sim, te entendo e te peço mil perdões. Não vou te pedir nada que te incomode, mãe. — eu dizia isso enquanto não parava de me tocar e aproveitava a situação dela me olhar. Isso me excitava muito, o tesão de ela estar ali na minha frente.
Já tava muito excitado e não parava meu pau quieto. Olhava pra ela, e Susy também via como eu me tocava.
— Vai, filho, termina logo que tenho coisas pra fazer, vai, love. — ela disse, e isso me deixou mais nervoso. Acho que por não gozar, demorava mais.
— O que foi, filho, não consegue gozar? Nunca se tocou antes?
— Não, mãe, é a primeira vez que faço isso de verdade. É que esses dias comecei a ficar excitado o tempo todo.
— E por que não consegue, filho? Como eu te ajudo? Me dá agonia te ver assim, sem conseguir.
— Me mostra a calcinha, mãe, só um pouquinho.
— Não, filho, como você me pede isso? Sou sua mãe, coração. Adoraria te ajudar, mas não me pede isso, não dá, sério.
— Tá bom, mãe, vamos parar por aqui, sério. Depois eu vejo como faço sozinho no banheiro, se quiser.
— Não, filho, não tô dizendo isso. Só não posso fazer coisas que vão contra tudo, entende?
— Sim, te entendi, mãe. Só queria te ver um pouquinho, só isso. Só abrir as pernas e ver daqui, nada mais.
Então vi Susy abrir um pouquinho as pernas devagar, me deixando ver aquela calcinha. E isso me deixou louco, ver como os lábios marcavam por baixo do pano me excitou pra caralho, e comecei a me tocar mais rápido. Fazendo isso, dava vontade de gozar já, mas nunca conseguia. já tinha feito, então não sabia como seria, só me deixei levar e me masturbei como nunca, sem parar de olhar as pernas da minha mãe abertas assim. Dava pra ver como ela abria um pouco mais a cada vez e, se eu olhasse bem, via umas manchas que tinham se formado bem na buceta dela.
Como me excitava ver aquela calcinha da minha mãe, não parei de me tocar um segundo quando, de repente, ouço a voz da Mayra: — O que vocês estão fazendo? — Nada, filha, é que seu irmão tá meio excitado e, bom, ele tá se tocando um pouco e eu tô olhando e tentando ensinar ele, porque ele tem vergonha e não sabe como é. — Ahh, pensei que fosse outra coisa, haha. Acho que é melhor você parar, Cris, né, haha. — Já parei, Ma. Desculpa, Mayra, por fazer isso na frente de vocês. Não consigo agora, fiquei com vergonha disso. — Deixo meu pau quieto e volto pros exercícios que tinha que terminar. Susy continua limpando como se nada tivesse acontecido, e Mayra começa a ajudar ela com a limpeza. — Vou tomar banho agora, depois vou cozinhar. — diz Susy, indo pro banheiro. Ficamos eu e Mayra vendo TV sentados na sala. — Cris, por que você tá tão tarado esses dias? Sério, tô preocupada. — Não sei, sobe sozinho, não controlo. Penso em algo e já tá duro. — Mas no que você pensa? Me fala. — Mayra me perguntou, e eu não sabia como dizer que pensava na bunda dela o dia inteiro. Susy sai do banho já lavada e começa a preparar a comida.
Outro dia amanheceu e de novo pra escola. Mamãe já acordou a Mayra, que tá tomando café da manhã, gritando pra eu me apressar pra gente ir. Tomei café rápido, dei um beijo na mãe e saímos. Chegamos na estação de metrô e, de novo, lotado de gente. O metrô chegou e subimos nos empurrando. Mayra ficou bem na minha frente, mas dessa vez eu busquei isso: encostei meu pau bem na bunda dela, pra sentir ela do jeito que eu gosto. O movimento da gente fazia eu apertar cada vez mais. Com a mão, tentei levantar um pouco a saia do colégio dela e passei meus dedos pelas pernas. Mayra não dizia nada, só olhava pra frente, mas empurrava a bunda contra mim e esfregava ela. buceta no meu pau calejado—tudo bem Mayra ou apertei demais é que tão me empurrando—, —tá de boa cris gosto que você me proteja dos outros, só cuida pra não me machucar com esse troço duro na raba só—, desculpa deixa eu ajeitar e meti mminha mão entre a raba dela e meu pau como se fosse arrumar, e toquei na bunda dura dela e ela não falou nada então continuei apalpando, cheguei até a beirada da fio dental e fui tocando mais, passei a mão e cheguei a tocar a buceta dela por trás e senti a calcinha dela meio molhada com meus dedos quis puxar ela pro lado mas não consegui e ainda por cima já chegamos onde temos que descer.
Capítulo 1
É a última semana de aula e eu tenho que passar nessa matéria de qualquer jeito, senão em casa me matam hoje. Então acordei meio nervoso essa manhã. Ouço minha mãe me chamando pra tomar café, então vou pra cozinha. Minha irmã já estava pronta, ela se chama Mayra. A gente vai no mesmo ano porque ela repetiu, tem um ano a mais que eu — eu tenho 18 e ela 19. Minha mãe se chama Susana, tem 40 anos bem vividos, sempre falamos que ela é uma mulher gostosa apesar de tudo que sofreu quando meu pai nos largou há muito tempo. Mas esse assunto já superamos, nos apoiando juntos.
Já era hora de ir pra escola, então demos tchau pra mãe e fomos pegar o metrô que deixa a gente bem na escola. Como sempre, a estação tá cheia de gente e é uma puta bagunça viajar tão apertado, mas já acostumamos, então entramos como dá. Assim que a porta abre, faço espaço pra minha irmã entrar e ela fica do meu lado, perto da porta do metrô. Olho de canto e vejo um cara tentando se esfregar nela. Então seguro ela pela cintura e puxo pra perto de mim, deixando ela bem na minha frente, assim ninguém conseguia encostar nela. Mayra percebeu que eu tava cuidando dela, então ficou quietinha e se sentiu protegida. A viagem continuou e faltavam umas cinco estações ainda. Cada vez mais, por causa da multidão, eu tinha que me apertar mais contra a Mayra, e no final era eu que tava me esfregando nela. Fiquei pensando: quantos caras adorariam estar na minha posição, atrás dela.
Sem perceber, comecei a sentir aquela bunda bem no meu pau, de ficar assim e ver ela com o uniforme da escola. Subiu um tesão danado no meu corpo, e era eu que me empurrava pra frente agora, tentando sentir bem a racha da bunda com aquela saia que ela usa. Dava pra sentir como os peitos dela eram duros. Fui encostando cada vez mais o pau nela, percebi que tava durasso sem querer. Mayra não se mexia na minha frente, ficava paradinha. Eu sabia que ela sentia meu pau duro na bunda dela. Com a mão que segurava minha mochila... Me aproximei das pernas dela e comecei a tocar ela com o dedo, subia e descia, tava ficando nervoso de ficar assim encostando a pica na minha irmã, mas não conseguia parar e faltava pouco pra chegar, então puxei ela pra perto de mim e enfiei bem a pica no meio da bunda dela, ela se mexeu pra frente, eu sabia que ela sentiu que eu tava bem duro e me mexi devagar pra trás e pra frente como se tivesse comendo ela. Mayra só ficava parada.
Chegamos na nossa estação, então tivemos que descer. Coloquei a mochila na frente pra esconder minha ereção e caminhamos pro colégio sem falar nada. Eu tava super nervoso, não parava de pensar no que tinha feito com a Mayra. Já no colégio, no recreio, comemos algo junto que eu já tinha comprado. Tentei puxar o assunto e pedi desculpas por ter encostado ela assim no metrô, e ela diz: — Tá Cris (Christian é meu nome), não me incomodou, preferia que fosse você a me encostar do que aquele outro cara que ficava atrás de mim. — Mesmo assim, peço desculpas pela minha ereção, foi algo que não consegui controlar, Mayra. — Voltei rápido pra sala porque tinha que dar a matéria que tava devendo e, como imaginei, não passei. E em casa minha mãe vai me matar, pensei. Então a viagem de volta foi em silêncio, quase toda. Mayra tentava me animar, mas eu sabia que tinha ferrado tudo. Ano perdido, não ia conseguir entrar na faculdade até março por causa da matéria.
Entramos em casa e a mãe nos recebe com um beijo, dizendo que a comida tá pronta. Então falei logo que não passei pra tirar tudo de cima de mim rápido, e veio uma bronca terrível, dizendo que eu teria que estudar o verão inteiro, que como íamos fazer com as férias se já tava tudo pago, o lugar, os dias e tudo. E eu comecei a chorar que nem um moleque, e acho que isso sensibilizou ela, porque na hora me abraçou. Ao sentir o abraço dela, não sei por que, mas comecei a sentir os peitos dela contra o meu peito. Minha cabeça não parava de pensar, como eu podia sentir isso naquele momento? Comecei a sentir que a pica queria subir de novo, então me soltei da minha mãe. Almoçamos juntos os três, e a Mayra se... ofereceu pra me ajudar a estudar no verão e a mãe também disse que estudava comigo, assim podia dar pra ela sem problemas e que tudo ia ficar bem. Então o dia foi mais ou menos normal. Terminamos de limpar a sala e fui no banheiro, quando saí fui pro quarto, ao abrir a porta encontro a Mayra com a camisa do uniforme aberta e puxando a saia pra baixo. Não consegui evitar de ver aquela calcinha fio dental rosa tão enfiada na bunda dela e lembrar como eu tinha apoiado ela de manhã, mas ela gritou comigo e eu parei de olhar — Sai, não tá vendo que eu tô me trocando? Por que não bate na porta? Não é teu quarto, não. — ela gritava comigo.
Fechei a porta e fui pra sala onde a mãe tava, e ela também me xingou, naquele dia eu só servia pra levar bronca. Então esperei o tempo passar e voltei pro quarto, dessa vez bati e entrei, a Mayra já tava deitada na cama dela, a gente divide o quarto, então peguei meu short e fui no banheiro me trocar e voltei pra deitar um pouco pra tirar um cochilo. Já na cama deitado, não parava de olhar pra bunda da Mayra vestindo um shortinho bem justo que marcava a linha da calcinha fio dental rosa que ela tava usando, e de novo meu pau acordou, eu não entendia como podia ficar excitado pela minha irmã, mas meu pau não pensava igual. Mayra se vira na cama e me pergunta por que tava calor e não conseguia dormir, e me vê assim com o pau duro dentro do short, e ri — De novo assim, neném? Deixa teu amigo em paz — ela falou e riu. Eu, vermelho de vergonha, queria me esconder com as mãos e senti que tava com ele durasso, pedi desculpa de novo por estar daquele jeito, e virei de costas olhando pra parede.
Nisso, sinto a Mayra sentar na minha cama e me viro pra olhar ela — Cris, se quiser se tocar, fala que eu saio e te deixo sozinho, senão vai doer se ficar muito tempo duro — Não tá certo, falei, sempre acordo assim, depois desce sozinho, nunca precisei me tocar e não vou começar agora — Mayra ri e deita do meu lado, os dois olhando pra cima e a gente conversa, nem percebi quando dormi. Ao acordar, vi que a Mayra ainda tava dormindo do meu lado. Pra levantar, teria que passar por cima dela, então fiquei quieto deitado, esperando ela acordar. Dava pra sentir o corpo dela bem colado no meu.
De novo, igual no metrô, e a imagem voltou na minha cabeça daquela bunda bem durona contra meu pau. Então fui me mexendo devagar, virando de lado. Quando me mexi, a Mayra também virou, deixando as costas encostadas no meu peito. Fui me arrastando, tentando colocar meu pau na bunda dela de novo pra sentir. Peguei meu pau por cima do short e enfiei bem no meio da bunda dela, empurrando de leve pra não acordar ela, e fiquei assim. Que tesão que tava! Tentei abraçar ela e pegar nos peitos, mas não tive coragem. Só de encostar já tava a mil.
A Mayra não acordava, então aproveitei o máximo que pude e fiquei fazendo de conta que tava comendo ela. Me mexia um pouco pra trás e encostava de novo. Nisso, a mamãe abre a porta e me chama pra estudar. Nos ver deitados juntos não incomodava nada, porque a gente fazia isso direto na soneca da tarde. Até com ela a gente deitava junto às vezes. Então levantei como deu e fui pra cozinha, mas tava com um boner foda, não sabia como fazer pra baixar a ereção. Parei antes de chegar e, nisso, cruzei com a mamãe, que ficou me olhando.
Não sabia o que fazer, estando daquele jeito na frente dela. Me tapei como pude com a mão, me fazendo de bobo, e acho que ela também fingiu que não viu e não falou nada. Então fomos estudar juntos. Ela me passou uns exercícios pra fazer enquanto limpava a sala. Terminei um e fui mostrar pra ela corrigir. Sentei no sofá pra esperar. Minha mãe também sentou pra ver e, ao fazer isso, não sei se percebeu, mas deixou as pernas meio abertas e eu consegui ver a calcinha branca dela, como se enfiava na rachinha da buceta. E de novo meu pau endureceu. Não conseguia me controlar. Ela me corrigiu e sentou do meu lado porque algo tava errado, e olhou pro meu volume. "Cris, o que que cê tem que anda assim toda hora, amor?" — "Sei não, mãe, perdão, mas não consigo controlar desde... Ontem me aconteceu, me perdoa.
– Por que você não vai no banheiro e se masturba, coração? Pra mim não tem problema.
– Não, mãe, como vou fazer isso? Não quero ser um masturbador igual todo mundo. Eu me seguro, sério, já vai baixar sozinha, falei.
– Cris, filho, é algo natural em todo mundo se masturbar, não tem nada de errado.
– Eu sei que meus amigos fazem, porque me contam, mas não imagino você ou a Mayra fazendo isso?
– Filho, olha, já somos grandes e vou te contar, mas é entre nós dois. Ou, se quiser, também com sua irmã, vocês conversam. A gente também se toca, às vezes a gente também fica excitada com algumas coisas.
E, bom, estando sozinha, mais ainda, e tenho que me tocar de vez em quando porque o corpo pede, amor. Pra você não é bom ficar com ela dura por tanto tempo, vai doer seus testículos.
– Não tá certo, mãe. Vamos continuar com a lição, assim eu aprendo como é.
– Bom, como quiser, mas vai doer, ela me disse.
Então voltei pros meus exercícios e minha mãe continuou com a limpeza. De vez em quando eu olhava pra ela limpando, imaginava como era aquela calcinha branca, se estaria bem enfiada na bunda, como ela se tocaria quando está sozinha. E minha cabeça ia a mil, pensando em tudo. Sem perceber, peguei na minha rola e apertei, e comecei a mover a mão pra todo lado. Minha mãe ficou olhando o que eu fazia sem dizer nada. Eu não tinha notado, mas já estava com a mão dentro do short e senti minha rola molhada, e isso me deixou mais excitado. Não aguentei e me masturbei ali na frente da Susana, minha mãe.
Ela só me olhava, não dizia nada, e sentou na minha frente me encarando. Quando percebi, parei de me tocar na hora e fiquei vermelho de vergonha.
– Cris, continua se quiser, não fico brava, sério. Faz tranquilo que eu vou pra cozinha até você terminar.
– Não, deixa, já era. Tô com vergonha, mãe, me perdoa de novo.
– Vou indo, vai, se toca. Te deixo sozinho, volto daqui a pouco.
E a Susi me deixou sozinho. Tentei me masturbar pra passar a excitação do momento, tentei pensar na bunda da Mayra pra conseguir terminar, mas não conseguia pensar direito, vinham outras coisas na cabeça.
Passou um tempo e... Mamãe apareceu de novo e me perguntou se eu terminei de me tocar, pra ir tomar banho pra não ficar tudo sujo.
— Não, mãe, não consegui me concentrar, não vinham outras coisas na minha cabeça.
— Mas filho, o que você precisa? Por que não vê algo no computador que te agrada, sei lá. — ela disse enquanto sentava na minha frente no sofá. Eu, com o pau duro dentro do short, tentei me tocar de novo, dessa vez com ela me olhando, talvez isso me excitesse mais.
— Quer que eu vá embora de novo, filho?
— Não, mãe, se você não se importa, gosto que você fique e me olhe, mas se quiser, pode ir, se te deixar desconfortável me ver.
— Não me incomoda, Cris, mas é errado uma mãe ver o filho se tocando, né?
— Sim, te entendo e te peço mil perdões. Não vou te pedir nada que te incomode, mãe. — eu dizia isso enquanto não parava de me tocar e aproveitava a situação dela me olhar. Isso me excitava muito, o tesão de ela estar ali na minha frente.
Já tava muito excitado e não parava meu pau quieto. Olhava pra ela, e Susy também via como eu me tocava.
— Vai, filho, termina logo que tenho coisas pra fazer, vai, love. — ela disse, e isso me deixou mais nervoso. Acho que por não gozar, demorava mais.
— O que foi, filho, não consegue gozar? Nunca se tocou antes?
— Não, mãe, é a primeira vez que faço isso de verdade. É que esses dias comecei a ficar excitado o tempo todo.
— E por que não consegue, filho? Como eu te ajudo? Me dá agonia te ver assim, sem conseguir.
— Me mostra a calcinha, mãe, só um pouquinho.
— Não, filho, como você me pede isso? Sou sua mãe, coração. Adoraria te ajudar, mas não me pede isso, não dá, sério.
— Tá bom, mãe, vamos parar por aqui, sério. Depois eu vejo como faço sozinho no banheiro, se quiser.
— Não, filho, não tô dizendo isso. Só não posso fazer coisas que vão contra tudo, entende?
— Sim, te entendi, mãe. Só queria te ver um pouquinho, só isso. Só abrir as pernas e ver daqui, nada mais.
Então vi Susy abrir um pouquinho as pernas devagar, me deixando ver aquela calcinha. E isso me deixou louco, ver como os lábios marcavam por baixo do pano me excitou pra caralho, e comecei a me tocar mais rápido. Fazendo isso, dava vontade de gozar já, mas nunca conseguia. já tinha feito, então não sabia como seria, só me deixei levar e me masturbei como nunca, sem parar de olhar as pernas da minha mãe abertas assim. Dava pra ver como ela abria um pouco mais a cada vez e, se eu olhasse bem, via umas manchas que tinham se formado bem na buceta dela.
Como me excitava ver aquela calcinha da minha mãe, não parei de me tocar um segundo quando, de repente, ouço a voz da Mayra: — O que vocês estão fazendo? — Nada, filha, é que seu irmão tá meio excitado e, bom, ele tá se tocando um pouco e eu tô olhando e tentando ensinar ele, porque ele tem vergonha e não sabe como é. — Ahh, pensei que fosse outra coisa, haha. Acho que é melhor você parar, Cris, né, haha. — Já parei, Ma. Desculpa, Mayra, por fazer isso na frente de vocês. Não consigo agora, fiquei com vergonha disso. — Deixo meu pau quieto e volto pros exercícios que tinha que terminar. Susy continua limpando como se nada tivesse acontecido, e Mayra começa a ajudar ela com a limpeza. — Vou tomar banho agora, depois vou cozinhar. — diz Susy, indo pro banheiro. Ficamos eu e Mayra vendo TV sentados na sala. — Cris, por que você tá tão tarado esses dias? Sério, tô preocupada. — Não sei, sobe sozinho, não controlo. Penso em algo e já tá duro. — Mas no que você pensa? Me fala. — Mayra me perguntou, e eu não sabia como dizer que pensava na bunda dela o dia inteiro. Susy sai do banho já lavada e começa a preparar a comida.
Outro dia amanheceu e de novo pra escola. Mamãe já acordou a Mayra, que tá tomando café da manhã, gritando pra eu me apressar pra gente ir. Tomei café rápido, dei um beijo na mãe e saímos. Chegamos na estação de metrô e, de novo, lotado de gente. O metrô chegou e subimos nos empurrando. Mayra ficou bem na minha frente, mas dessa vez eu busquei isso: encostei meu pau bem na bunda dela, pra sentir ela do jeito que eu gosto. O movimento da gente fazia eu apertar cada vez mais. Com a mão, tentei levantar um pouco a saia do colégio dela e passei meus dedos pelas pernas. Mayra não dizia nada, só olhava pra frente, mas empurrava a bunda contra mim e esfregava ela. buceta no meu pau calejado—tudo bem Mayra ou apertei demais é que tão me empurrando—, —tá de boa cris gosto que você me proteja dos outros, só cuida pra não me machucar com esse troço duro na raba só—, desculpa deixa eu ajeitar e meti mminha mão entre a raba dela e meu pau como se fosse arrumar, e toquei na bunda dura dela e ela não falou nada então continuei apalpando, cheguei até a beirada da fio dental e fui tocando mais, passei a mão e cheguei a tocar a buceta dela por trás e senti a calcinha dela meio molhada com meus dedos quis puxar ela pro lado mas não consegui e ainda por cima já chegamos onde temos que descer.
16 comentários - Pidiendo ayuda ( mama y mi hermana) capitulo 1
Lo mismo, te sigo!!!!