Já se passaram dois anos desde que a madrastra e o garoto começaram seu relacionamento íntimo. Muita coisa aconteceu nesse tempo. A primeira, como era de esperar, foi que eles foram descobertos. Apesar de todos os cuidados, o risco era grande.
Aconteceu num dia no meio da tarde. A irmã voltou da escola muito mais cedo do que o previsto, porque as aulas foram suspensas devido a um problema técnico. A madrastra não tinha tomado o cuidado de trancar a porta por dentro para evitar imprevistos. Então a garota entrou, ouviu o barulhinho do amor e pegou os dois na cama, pelados. Obviamente, para uma garota de quatorze anos, não dá mais para inventar histórias, dizer que era uma brincadeira, que não era o que parecia, etc. A menina já sabia muito bem o que significava ver seu meio-irmão em cima da mãe e a mãe com as pernas bem abertas. Então ela contou imediatamente ao pai e, como consequência, a família se desfez. Veio o divórcio. Madrastra e filho ficaram na casa da família, e pai e filha, que tinham mais afinidade entre si, se mudaram para outro apartamento da família. Economicamente, todos continuaram bem, pois o patrimônio familiar era considerável.
Dessa forma, a madrastra e seu garoto iniciaram um novo processo, de amor completo e sem limitações. Agora eles faziam do sexo sua bandeira, a qualquer hora e em qualquer situação, por toda a casa. O corredor, a cozinha, a banheira… tudo servia. Sexo intenso, sem tabus. Eles faziam pequenas viagens de fim de semana, nas quais, como dois recém-casados, mal saíam do hotel. Até na viagem, às vezes, eles paravam o carro na estrada para dar uma boa trepada, como dois fugitivos.
Eles também tinham mudado fisicamente. O garoto tinha se refeito, mais forte, ombros e músculos mais desenvolvidos, já que ia à academia regularmente. Sua timidez tinha desaparecido completamente, ele era agora um garoto de vinte anos muito seguro de si. Ela, já na menopausia, também Ela tinha engordado alguns quilos, mas ficaram muito bem nela, ficou mais mulher, mais gostosa. Carnes mais durinhas, mais firmes, um número a mais de vestidos e dois números a mais de sutiã, já está no 48. Dois peitões que ela, agora livre do marido, se encarrega de exibir com bons decotes, levantando-os com sutiãs adequados. Ficou mais ousada e gosta que os homens continuem a admirar ela.
Mas na vida, o que tem suas vantagens também tem seus inconvenientes. Agora vivem como marido e mulher. Perderam aquela frescura, aquele charme do proibido. Aquelas gozadas rápidas, aproveitando uma saída dos outros membros da família, aquele tesão de poder ser descobertos. Aqueles longos dias de abstinência quando não tinham oportunidade e que depois encontravam remédio num ato bem intenso. A rotina agora vai se acomodando.
São dois verdadeiros tarados, ambos têm uma carga sexual tremenda que foram descobrindo juntos. A madrasta, como mulher madura, e o garoto, como jovem, ambos estão no auge da sua capacidade sexual. E claro, com essa certa rotina, tiveram que continuar buscando remédio para a lascívia fora do casal.
O garoto é um amante experiente, coisa não comum com vinte anos. Seus colegas de universidade podem até se gabar de ficar com garotas da idade deles, mas não têm a experiência dele. Dois anos de sexo intenso com uma mulher dessa idade fazem um garoto amadurecer sexualmente de repente e adquirir umas manhas e umas técnicas de luxo. As colegas mais liberadas do seu curso contam entre si sobre a boa performance do garoto e o bom calibre do pau dele e disputam ele. Já passaram pela cama dele um bom número delas.
A madrasta, por sua vez, se envolveu com um homem da idade dela, Gerardo, um amigo do casal com quem saíam muitas vezes. Gerardo sempre deu em cima da Carla, sem papas na língua. Aproveitava quando saíam para beber e os outros casais dançavam, para se aproximar dela estando... ambos no balcão da boate.
- Carla, você tá cada dia mais gostosa...
- E você, Gerardo, cada dia mais sem vergonha, vou contar pra sua mulher...
- Kkkkkkk, você não tem coragem.
- Ahhhhhhh, então toma cuidado, não confia não.
- Tenho certeza que seu marido é um sem graça na cama. Vai, me dá uma chance.
- Pois é, sem graça ele é e muito, não nego, mas por enquanto não me atrevo, Gerardo.
A madrastra já era amante do seu menino e estava bem satisfeita. Mas o maduro sempre lhe tinha agradado, custava dizer não pra ele, mas por enquanto não se decidia.
Agora as coisas mudaram. Os amantes buscam emoções novas e de comum acordo entre eles, nada escondem. Carla sabe que seu menino come tudo que se mexe. Gerardo agora, depois da separação da madrastra, ficou mais ousado e insiste mais.
No final Carla decide aceitar. É ela a mulher e é ela que seduz e leva o maduro pra cama, não o contrário, como normalmente e por engano os homens pensam. Ela decide o momento.
Aproveita um fim de semana que o garoto tá de viagem. Ela não esconde e diz que naquele dia Gerardo virá em casa. O menino parabeniza a mãe e diz pra ela aproveitar, que curta como ele também faz. A madrastra chegou assim a uma nova paixão, descobrir um novo prazer, sentir dentro dela um homem novo, outro bom experiente como amante, que a deixa igualmente satisfeita. Se não é o menino, é o maduro, e entre os dois dá no mínimo uma média de uma trepada por dia e ela tá encantada com a vida.
Ambos simultaneiam sua paixão, que embora um pouco diminuída como foi dito, segue viva e alimentada com esses novos contatos. Contam até os detalhes um pro outro.
Esta tarde ambos estão sentados na sala e assistem distraidamente um filme, esperando a hora de sair cada um pro seu lado pra dar uma volta.
Na TV passa um filme e nesse momento tem uma cena de sexo, muito exagerada de atuação. A atriz geme como uma possessa, mas com cara de entediada.
- Que mal a tia faz, caralho, que falta de arte…!!!
- É verdade – corrobora ela – muito forçado. O cinema às vezes se afasta da realidade e cria uma imagem absurda do sexo, irreal…
- É assim nesse caso, mãe… Nada a ver com você, que faz muito real… hahahaha.
- Não seja bobo… Com certeza suas novinhas também gozam e gemem que nem loucas…
Ambos continuam olhando para a TV, embora sem muito interesse. Depois de um tempo, a madura continua a conversa.
- Me diz, querido… Você já comeu a Amelia, a gordinha da sua turma?
- Tô nessa, mãe…
- E você gosta mesmo dessa garota? Ela não tá gordinha demais?
- Um pouco, sim… Mas ela tem uns peitos lindos, mãe…!!! E uns quadris lindões, grandes… tô com vontade de subir em cima dela a tarde toda…
- Caralho… você virou um verdadeiro bode, filho… Qualquer uma serve.
- Não sei, mãe… talvez eu tenha ficado tarado. Mas eu gosto dessa garota, nunca comi uma gorda e quero saber como é. Mas ela é meio reticente, acho que não tem confiança em si mesma, talvez tenha vergonha do corpo. Eu tento animar ela, dizer que ela tá gostosa pra caralho, que é muito atraente e sexy. Vamos ver se aos poucos eu convenço.
- Você vai conseguir, você tem estilo e experiência e a garota, tenho certeza, tá doida por você. Notei no outro dia quando ela veio aqui em casa, como ela te olhava… Como mulher que sou, tenho certeza que em pouco tempo você vai ter ela aberta pra você, tenha um pouco de paciência.
- Vou fazer isso, mãe… E sério, eu imagino ela aberta e já fico de pau duro…!!!
- Hahahahaha… Safadinho que você é, querido…!! Você sempre consegue me deixar excitada, fico com tesão com suas histórias.
A confiança mútua entre os dois faz com que entrem em acordo para receber seus respectivos amantes. Se o garoto ou a madrastra têm planos, o outro se ausenta de compras, cinema, qualquer coisa. Quando a sessão termina, quem está em casa liga pro outro pra ele poder voltar. Tudo bem organizado.
Mais um tempo de silêncio.
A madrastra volta com um novo assunto, mas focado em sexo.
- Ouvi, meu bem... e como o Hugo tá no assunto das garotas?
Hugo é aquele amigo, que apareceu brevemente no capítulo 3 dessa série, aquele cara sério, responsável, como um irmão, sempre juntos como amigos desde criança, que continuam estudando juntos na faculdade. Hugo também é muito tímido, como era o garoto da madrastra, mas não teve a sorte que todo jovem gostaria, que uma madura o inicie nos prazeres. Essa timidez faz com que ele ainda seja virgem e tá bem complexado.
- Bom, ele tá mal, você sabe o problema que ele tem... Não consegue superar e com o passar do tempo, acho que piora.
- Mas você anima ele, leva ele pras garotas...
- Sim, mas nada, não engata nada... As garotas, ao vê-lo tão tímido, se afastam, se sentem meio desconfortáveis.
- Que pena, com o gato que ele é... E nenhuma faz um esforço...?
- Não consigo. Até pra uma garota, a Lola, você sabe quem é, eu fiz chantagem. Ela tava a fim de mim, tínhamos gozado duas ou três vezes, ela ficou encantada e eu disse que, pra continuar com ela, ela tinha que transar com o Hugo.
- Hahahahaha... Você é um filho da puta...!!!!! E ela, o que disse?
- Me mandou pra merda... hahahaha
- Normal, o seu lance é muito pesado.
Novo tempo de silêncio. Agora o filho respira fundo pra se arriscar a perguntar.
- Mãe...
- Diz, querido...
- Por que você não tira a virgindade do Hugo?; você o faria muito feliz...
Silêncio de novo. A mãe faz de conta que não ouviu.
- Você me ouviu, mãe...?
- Perfeitamente, querido...
- E o que me responde?. Ou prefere me responder mais tarde?
- Não sei, filho, você me deixa muito perplexa. Eles continuam assistindo TV, mas no fundo nenhum dos dois presta atenção. O pensamento de ambos está no assunto que acabou de ser levantado. O filho insiste.
- Mãe, você sabe bem que o Hugo gosta muito de você...
- Eu sei, querido, eu sei...
- Você é a musa erótica dele. Você é carinhosa com ele quando ele vem aqui, é meio ousada, a única mulher que dá um beijinho carinhoso na boca quando ele chega, que mostra um pouco de decote. Você é generosa com meu amigo. E pra ele você é sua referência de mulher, ele meio que odeia as garotas da nossa idade por causa da rejeição que sofre.
A mãe não responde, continua olhando pra tela, com o olhar perdido.
- Sabe, mãe? O Hugo me contou que bate punheta quase todo dia pensando em você... Eu contei pra ele sobre nossa relação e o coitado tem uma inveja saudável de mim.
- Uma honra pra mim, querido, pode até dizer pra ele, que eu gosto que ele se masturbe pensando em mim, não me importo...
O garoto já está empolgado.
- Sério, mãe, eu sofro pelo Hugo. Ele é meu irmão, você sabe. Cada dia ele fica mais complexado. Se não fosse por isso, eu não insistiria. Eu te considero uma mulher completa, que pode fazer um homem muito feliz. Lembra agora, dois anos atrás, quando você me iniciou... Como eu fiquei feliz e homem de repente, foi uma coisa linda. Agora você pode fazer o mesmo pelo Hugo, como se fosse por mim. Ele vai te agradecer a vida toda, como eu agradeço, e você orgulhosa de ser mais uma vez uma mulher completa, que faz um jovem inexperiente feliz.
- Tá bom, tá bom... Não insiste mais, filho... Já te dou uma resposta, agora vou me trocar e sair um pouco com minha amiga Maruja. Te vejo depois do jantar.
- Tudo bem, mãe, obrigado, obrigado pelo menos por pensar nisso.
Eles se levantam e o garoto dá à mãe um abraço e um beijo de imenso carinho e gratidão. Ela fica emocionada.
- Você é o melhor presente da minha vida, filho...
Já se passaram vários dias e eles levam a vida normal. Nenhum dos dois voltou a mencionar o assunto, mas o filho sabe bem que a madrastra está pensando nisso e até tem certeza de que ela aceitará seu pedido. Ela também gosta de Hugo como se fosse um filho.
Cerca de quinze dias depois, depois do café da manhã, a madrastra finalmente se pronuncia.
- Sabe, meu anjo? Decidi que o Hugo venha quando você não estiver e aos poucos vamos ver o que dá pra fazer… tá bom?
- Sim, mãe, assim tá bom… Aos poucos, também não precisa se precipitar.
A tática será que Hugo venha, e vá se acostumando com as insinuações da madrastra, enquanto o filho ou já saiu naquele momento, ou está no banheiro, etc. Claro, Hugo não pode saber nada do plano, essa fase de preparação tem que ser uma surpresa pra ele.
Hugo já veio muitas vezes em casa, mas fica junto com o amigo na sala vendo TV ou conversando, ou vão pro quarto, onde passam tempo no computador, com assuntos de estudo, etc.
Agora Hugo é convidado como outras vezes. Mas quando chega, o amigo costuma estar no banheiro, tomando um banho tranquilo, sem pressa. Outras vezes, ele se ausentou. A madrastra recebe Hugo nesses dias bem leve de roupa.
- Oi, Hugo, boa tarde. Seu amigo está no banheiro, vai demorar um pouco, eu te faço companhia enquanto isso. Quer tomar alguma coisa, uma coca-Booty?
- Sim, senhora, muito obrigado.
- Como assim senhora? Você me faz parecer muito velha, me chama de Carla e me trata por "você"…
- Tá bom, obrigado, Carla.
A madrastra está com um vestido leve de verão. Um pouco curto, decotado. Serve a bebida pra Hugo, inclinando-se exageradamente pra frente. O garoto, sentado no sofá, pode observar com detalhe os peitões apertados pelo sutiã preto de meia taça. A mulher se senta na frente, com um cruzamento de pernas estudado. O garoto sua de nervosismo e desejo. A madrastra ri divertida por dentro.
Dois ou três dias depois, nova visita de Hugo. Dessa vez a madrastra ainda mais ousada, o recebe com uma camiseta bem corta, sem sutiã. Não está usando saia, então exibe uma calcinha bonita. Os seios balançam orgulhosos sob a camiseta. O garoto fica quase mudo e só consegue balbuciar um pouco...
- Desculpa, Hugo, te receber assim... Mas já tenho confiança em você, espero que não te incomode, sabe que te considero um filho. Estava me trocando para sair. Seu amigo desceu para a garagem, tinha um problema com a moto, deve estar por aí tentando resolver.
- Po... posso, posso descer, ver se o vejo...
- Não, não, ele disse para você ficar aqui. Com certeza saiu na rua para testar a moto. Já volta.
Ela serve uma bebida como outras vezes e se senta ao lado dele, confortável, exibindo sem pudor as belas coxas bronzeadas e a calcinha preta de renda. O garoto olha de soslaio, extasiado. Ela cruza e descruza as pernas constantemente, enquanto o jovem fica com o sangue fervendo.
- E como está indo o curso, Hugo?
- Bem, muito bem, estou passando em tudo...
- Assim que eu gosto, que vocês dois sejam tão estudiosos e responsáveis. E com as garotas, como está indo?
- Bom, bom... mal. Seu filho já deve ter te contado. Tenho muita timidez, me rejeitam e sofro com isso.
- Você ainda não estreou, né, querido? Desculpa a pergunta, mas gosto de saber das suas coisas.
- Não, não... - O garoto está muito constrangido, fica vermelho -
- Tudo bem, não sofra por isso. As garotas da idade de vocês são muito bobas e metidas. Sua hora vai chegar.
- Eu queria ter a sorte que seu filho teve com você...
Depois de soltar a frase, o garoto percebe que falou besteira com esse comentário. Engasga, pede desculpas, não sabe onde se enfiar agora.
- Pe... perdão, Carla. Não... não queria dizer isso... desculpa.
- Hahahahahaaaaaaa. Não foi nada, querido. Sei bem que meu filho te contou tudo. Vocês não têm segredos. Nem comigo, sabe... Ele também me contou algumas coisinhas suas... hahahaha. O que, que coisinhas...? - O garoto fica verde, vermelho e até amarelo.
- Bom, que eu te acho um pouco atraente. Que você bate uma pensando em mim... Hahahahaha. Não fica com vergonha, isso é um sinal de que você é um homem de verdade. Eu me sinto orgulhosa de que os jovens me desejem e por isso quero ser generosa com você. Já viu como eu estou vestida, bom, quase despida... Hahahaha. Faço isso por isso, para te agradar, para te fazer feliz, você merece.
Agora o garoto nem consegue formar palavras, está mudo. A madura agora passa as mãos pelas próprias pernas.
- Você gosta? Olha sem medo, eu as tenho assim para você, querido. Vem, me dá a mão, comprove como estão macias. Eu cuido muito da minha pele. O que você acha?
Segurando a mão do jovem, a mulher a passa para cima e para baixo pelas coxas, enquanto o garoto exibe sem perceber um volume enorme sob a calça.
- Você gostaria de passar uma tarde aqui, só nós dois? Sim? Isso te faria feliz?
- Mu... muito, Carla... mas tenho vergonha. Não sei como fazer...
- Eu te ensinaria, não se preocupe.
Não há tempo agora para mais. A fechadura da porta range e o filho entra.
- Ooooi...!!! Já está aqui, Hugo, mãe? Ahhh, sim. Desculpe por te fazer esperar. Uuuuuuuu, mãe... Que sexy você está... Assim você vai provocar o Hugo... Hahahaha. O que você acha da minha mãe, Hugo? Ela não está uma gostosa?
Os três riem em unísono, Hugo, como sempre, bastante envergonhado.
Essa situação se repetiu por vários dias, tudo muito bem estudado por Carla para que o garoto fosse ganhando confiança.
Finalmente ela decidiu marcar o dia.
- Querido... - ela disse ao filho no começo da semana - Sábado será o momento. Acho que se eu esperar mais, seu amigo explode.
- Perfeito, mãe. Eu vou inventar uma boa desculpa para sair. Já aviso o Hugo e digo sem rodeios o que vai acontecer.
- Dá algum conselho a ele, se você achar. - Então, ele não deve se masturbar a semana toda, que aguente firme. Quero ele com os depósitos bem cheios. Depois, que não se apresse, que não faça nada, que só se deixe levar, eu vou fazer o trabalho para ensinar direitinho.
- Tudo bem, gata… Sabe?… Eu também tô bem animado.
- Eu também, eu também, meu bem… kkkkk. É uma experiência gostosa que espero que dê super certo, porque eu gosto muito do Hugo, de verdade.
Naquela tarde de sábado, Hugo apareceu, mais arrumado do que de costume. Dava pra ver que ele estava bem limpinho, perfumado… E muito nervoso, claro. Não perguntou pelo amigo, imaginou certo que ele tinha sumido por um bom tempo.
A madura saiu para recebê-lo usando apenas uma toalha de banho enrolada no corpo. Mas perfeitamente maquiada e com o cabelo arrumado.
- Desculpa, meu bem, por estar assim. Acabei de sair do banho. Só falta uns detalhes pra terminar, não vai se importar se eu terminar aqui na sala enquanto você toma sua coca-Booty…
- Não, não… faz o que quiser.
Ela serve a bebida como sempre e se senta na frente, no sofá, com vários artigos de beleza. Apoia um pé na mesinha de centro e começa devagar a pintar as unhas dos pés.
A toalha se levanta inevitavelmente. De novo, aparecem aquelas coxas poderosas. Agora o garoto já tem coragem de olhar sem medo, seus olhos brilham de desejo. Ela fica um tempo com um pé, depois abaixa e levanta o outro, tudo bem devagar e calculado. Com essas mudanças, ela também abre as pernas como sem querer.
Ela não está usando nada por baixo da toalha. Nessa posição, com a bunda afundada um pouco no sofá, a buceta não dá pra ver, mas o púbis, o monte de vênus, sim. Depois de muito tempo depilando totalmente a região, a mulher mudou de gosto e agora mantém no estilo brasileiro, depilado dos dois lados da buceta, mas em cima, uma faixa generosa de pelos pretos e grossos, bem cuidados e aparados.
Nesses supostos descuidos, Hugo conseguiu ver aquela mata de pelo. Claro nunca tinha visto uma mulher nua e aquela visão o transporta para as nuvens. Ela faz um pouco de sonsa, mas volta a se insinuar.
- Querido… Gosta do que vê?
- Eh, eh… não, não sei… do que você está falando?
- Hahahahaha. Você sabe muito bem, meu céu… A isto, estou me referindo a isto…
Agora a madrastra se recosta, apoiando-se no encosto e projetando um pouco os quadris para fora. Abre as pernas um pouco mais. Agora sim, além dos pelos púbicos, aparece a parte superior da buceta, os lábios carnudos, um pouco entreabertos.
- O que você acha, meu céu?
- Lin… lindo, Carla… lindo.
- Obrigada, obrigada, querido…
Agora a madura volta àquela tarefa de repintar as unhas. A toalha afrouxou um pouco e um dos seios soberbos da mulher ameaça escapar. Está nu até a metade, dá até para ver parte da aréola enorme do mamilo. Hugo, que tem o copo na mão, dá um pulo e quase o derruba, derramando um pouco da bebida.
- Desculpa, desculpa, Carla, agora eu limpo…
- Calmaaaaaaaaa… Não foi nada, céu… Espera, eu te ajudo.
Ela muda de lugar e se senta ao lado dele. Com um guardanapo de papel, limpa as gotas que caíram. Agora se aproxima bem do garoto.
- Gosto desse perfume, me agrada… é muito masculino.
O garoto gostaria de dizer que ele é que adora o cheiro dela, mas as palavras não saem.
A mulher passa um braço por cima dos ombros de Hugo.
- Já beijou alguma garota?
- Umas duas vezes, mas foi rápido… acho que não aprendi direito.
- Eu te ensino agora, meu céu… vem. Espera, tira a camiseta, assim…
Ela se reclina sobre ele. Faz com que ele apoie a cabeça no encosto, relaxado. Começa uma série de beijos longos. O garoto, de fato, não tem muita ideia. Mas ela trabalha bem nele. Beijos brincando com a parte interna dos lábios, de boca aberta, introduzindo sua língua. Descansa de vez em Espera um momento, sorri para o garoto para relaxá-lo e continua.
Ele, desajeitado no início, vai aprendendo e se ajustando pouco a pouco ao ritmo dela. Abre também a boca e se atreve a responder com a língua na boca da madura. Gosta do sabor doce, limpo, da boca da mulher. Tudo nela é requintado.
- Muito bem, muito bem, meu amor... você aprende rápido, é uma cópia do meu filho. Estou orgulhosa de você.
A dama dá agora um puxão quase imperceptível na toalha, fazendo com que ela deslize até a cintura. Os seios ficam nus. O garoto, com a cabeça apoiada no sofá e inclinado um pouco para trás, não percebeu ainda. Ela se joga agora um pouco mais sobre ele e pressiona um seio contra o peito do garoto. Agora sim, o jovem percebe que aquilo não é a toalha, há uma nova sensação, o contato suave, quente, do seio. Levanta um pouco a cabeça e abre desmesuradamente os olhos diante da visão dos formidáveis peitos da mulher. Tenta agarrar um, mas ela segura sua mão. O obriga a se recostar novamente e continua beijando-o.
- Calma, meu bem... você vai aproveitar minhas tetas daqui a pouco...
A leve calça de verão do jovem exibe, na altura dos genitais, uma grande mancha; é o líquido pré-seminal, o garoto está com uma ereção tremenda e isso está tendo suas consequências.
O tempo voa, sem que eles percebam. Estão muito relaxados, desfrutando dos prazeres mútuos. Ela lembra com ternura quando iniciou seu garoto. Hugo, por sua vez, lembra das colegas estúpidas que o rejeitam.
- Filhas da puta... - diz para si mesmo. - Queria que me vissem agora.
Já estão assim há mais de meia hora. A madura decide que é o momento de continuar para termos mais decisivos.
- Vem, meu bem, vamos...
Não diz para onde vão, mas os dois sabem. Ela pega sua mão e o leva em direção ao quarto. Pelo corredor, a mulher já deixa a toalha cair no chão e fica totalmente nua. O jovem, um pouco mais encorajado, passa a ponta dos dedos pela buceta da mulher, que levanta uma perna para facilitar.
- Tá molhadinha, né, querido?
- Sim, sim, eu gosto muito, muito... Que macia, que sensação gostosa de tocar...
- Pois espera, espera até meter lá dentro, você vai ver, meu bem...
Chegam à cama. A mulher ajuda o garoto a tirar toda a roupa. O jovem, nervoso, meio aflito, não sabe muito bem o que fazer nem a que parte da mulher dar atenção, gostaria de tocá-la toda. A ereção é tremenda, o pau está totalmente colado na barriga, vertical, rígido.
- Uffff... - pensa a madrastra. - Esse garoto já goza agora e me deixa o lençol todo perdido, sem dar tempo pra mais nada. Vamos ver se eu relaxo ele...
- Calma, meu bem, calma... não faz nada, se deixa levar. Relaxa, deita de costas, assim... não se mexe, aproveita o que eu vou fazer com você, tenta se segurar, aguenta, assim a gente vai aproveitar muito mais tempo, não tem pressa.
O jovem se deita de costas com o mastro ereto como um poste. A mulher cavalga nele devagar, lentamente, com movimentos estudados, exibindo o corpo para que o garoto aproveite também com a vista. Ela, depois de dois anos de amante com seu menino, agora é uma ninfeta experiente e além disso já experiente em garotos jovens. Sabe como eles reagem, como tratá-los, controla bem os tempos.
Ela se deixa cair bem devagar sobre o pau duro e, dada a lubrificação natural da sua abertura, entra com muita facilidade. Não é tão grosso quanto o do seu menino, mas também tem um bom tamanho, é um pouco mais comprido e fino. Enquanto ela o introduz, solta um gemido longo e examina com atenção o rosto do garoto para captar suas sensações. Hugo tem os olhos meio fechados, como se tivesse entrado em transe, meio desmaiado de prazer.
A mulher se deixa cair com todo o peso, abrindo bem as nádegas. Sente dentro de si o homem, bem fundo. O jovem capta por... primeira vez a doce sensação de estar pela primeira vez dentro de uma mulher. O coração bate acelerado.
Lento sobe e desce da dama. Devagar… Saboreando o momento. Muito atenta à expressão dele. Quando nota que ele se agita, ela se levanta sobre os joelhos e se afasta do membro, para evitar que o garoto goze.
— Calma, calma, meu amor… assim, assim… você está indo muito bem, está duríssimo, me faz gozar que nem uma puta. Você será um amante magnífico, como seu amigo.
O garoto se sente acolhido pelos comentários da madura e não sente mais nenhum medo. Se deixa levar pelo carinho da mulher.
Apesar de ter tido um casamento pouco gratificante sexualmente, a mulher aprendeu muito nesses anos como amante do filho. Por exemplo, sua capacidade de chegar à chamada ejaculação feminina. Sua excitação durante o coito é tão grande, que ela solta verdadeiros jatos de líquido de forma contínua. Deixa a cama cheia de manchas. Nunca imaginou que isso existia. Cada vez que acontece, ela sente um pequeno orgasmo.
A técnica para conseguir isso é a que muitas mulheres seguem. Uns movimentos de penetração muito rápidos, quatro ou cinco entradas e saídas enérgicas, quando ela já está bem perto do orgasmo final. Nesse momento, o homem sai dela e fica parado. O orgasmo definitivo é interrompido e vem, em seu lugar, aquele jato de líquido. Assim, uma vez e outra. Seu garoto já sabe muito bem como fazer.
Como Hugo, logicamente, agora é inexperiente, é ela quem trabalha. Quando nota que o garoto se relaxou e não corre risco de ejacular, ela sobe e desce sobre seu pauzão duro várias vezes de forma rápida. Depois, se incorpora sobre os joelhos, se afasta do membro e aquele jato cai sobre os genitais ou sobre a barriga do garoto, que se levanta um pouco, surpreso com o que acontece, e observa a vulva da senhora, tão aberta, tão molhada, escorrendo.
O jovem, seguindo o instinto de penetração de todo macho, quando isso acontece, levanta com Ele força os quadris, procurando a buceta da mulher para penetrá-la. Consegue às vezes, até pelo lugar errado.
É isso, a mulher está tão relaxada, tão excitada, tão molhada em toda a região, que em uma dessas investidas, o membro do garoto pegou o caminho errado e de uma só vez ele enfiou praticamente tudo no cu dela. A mulher dá um salto enorme, se levanta e tira, muito dolorida. Embora pratique sexo anal com seu namorado e com seu outro amante, a penetração tão brutal deixou seu reto muito sensível. Ela se inclina para frente, para se afastar do risco de nova penetração, coloca os peitos na cara do jovem e enterra a cabeça no travesseiro para se recuperar do golpe que levou. Aos poucos o reto relaxa, a dor passa e ela ri para si mesma.
- Puta merda, com o pirralho... que pirocada que ele me deu... hahahaha. Isso é demais.
O garoto, claro, não tem a menor ideia do que aconteceu.
- Devagar, devagar, Hugo... meu amor... não dá esses pulos para cima, você pode me machucar, fica quieto, deixa eu fazer...
Ela fica assim um tempo inclinada para frente, o que o garoto aproveita para chupar bem seus peitos. Agora as aréolas diminuíram de tamanho e no lugar cresceram os mamilos, duros e desafiadores. Com a boca nos peitos da mulher, o jovem põe as mãos em seu bumbum roliço e o apalpa e aperta à vontade. Que delícia, tudo é tão gostoso, tão delicioso... Os esplêndidos quadris da dama, nessa posição, sobressaem nas laterais do corpo do garoto.
A senhora colocou, antes de começar, uma música suave, que contribui para uma relaxação maior. Agora o cheiro de sexo da mulher toma conta de todo o quarto.
Eles não têm ideia do tempo que a madura cavalga o jovem.
Não há pressa. Ambos estão se entendendo muito bem. Para ser a primeira vez, tudo está saindo melhor do que o previsto.
Por sua parte, o filho está na rua. Faz muito calor em Nesse verão madrilenho. Ele foi para uma biblioteca próxima, onde está fresquinho. Já se passaram quase duas horas e ele imagina que o ato sexual do seu amigo e da sua madrastra já deve ter terminado.
- Acho que a mamãe esqueceu de me ligar para eu voltar. Deve estar exausta e não percebeu.
Então ele volta tranquilo para casa. Além disso, mesmo achando que já terminaram, uma ideia estranha, mórbida, passa pela sua cabeça. E se eles ainda estivessem no meio do ato? Poderia ser bonito ver seu grande amigo gozando e sua mãe também... Seria certo ver ou não?
Chega em casa e abre a porta devagar. Escuta sem fazer barulho. Sente a música no quarto.
- Talvez tenham adormecido ou minha mãe já esteja sozinha...
Segue pelo corredor e espreita o quarto.
- Mas eles ainda estão fodendo...!!!
A cabeceira da cama está do outro lado da porta. Então ele vê sua mãe, de costas para ele, sentada e aberta sobre seu amigo. Nenhum dos dois pode vê-lo espreitando pela porta, já que Hugo tem o corpo da madura na sua frente.
O filho fica paralisado. Sem saber bem o que fazer. Pensa que deveria sair discretamente, sem perturbar os amantes. Mas fica ali olhando, observando o lento subir e descer da mãe, que agora está totalmente vertical e caída sobre o rapaz, suportando assim a penetração total. Observa as poderosas nádegas da mãe e suas costas retas, firmes, perfeitas. O cabelo, com o penteado desfeito, cai despenteado sobre a nuca, que brilha de suor. De vez em quando ela se inclina para frente, para beijar o jovem ou então para oferecer novamente os seios, e então, da sua posição, o filho vê perfeitamente o membro do amigo, duro como aço, cravado na buceta aberta da mãe. Os genitais de ambos brilham cheios de lubrificação.
- Caralho, que sexy, que lindo...
O filho fica feliz pelos dois amantes, tanto pelo seu grande amigo, esse irmão de alma, quanto pela sua mãe. adotiva que tantas coisas lhe deu. Ambos merecem o melhor.
Enquanto observa, agora a voz quente da madrastra é ouvida no quarto.
- Hugo, querido, vem, vamos terminar, estamos há muito tempo. Seu amigo pode voltar e eu já estou um pouco exausta. Tá bom?
- Sim, sim, Carla, sim... Eu também não aguento mais.
Agora o ritmo da mulher acelera bastante, ela sobe e desce frenética. O garoto também se sincroniza com esse ritmo e agora não para quieto. Seus quadris sobem num movimento tão poderoso que levantam a mulher no ar, que chega ao orgasmo dessa forma, montada no ponto mais alto. Os dois gemem. Pela primeira vez, o garoto insemina uma mulher com um jato interno, acumulado de vários dias de muito desejo, que se não fosse porque a mulher o recebe dentro, teria chegado até o lustre do teto.
- Caralho, que gozada mais espetacular - diz para si mesmo, o filho desde a porta.
Os amantes relaxam. Deitam-se um ao lado do outro. Carla dá um beijo muito terno no garoto.
- Você se comportou tão bem, Hugo, tão bem... Parabéns.
O filho no corredor não sabe o que fazer. Se sai para a rua, mas agora que a sessão de sexo terminou, podem descobri-lo com mais facilidade. Pensa que será melhor se trancar no quarto e fazer uma boa punheta, já que está com uma ereção tremenda, ficou excitado ao máximo com a cena.
Mas ele não tem tempo para decidir. A mãe, nua, aparece no corredor a caminho do banheiro. Ela vai dar um pequeno grito de surpresa ao ver seu filho, mas ele coloca a mão na boca dela para impor silêncio. Leva-a pela mão até o banheiro mais afastado e fecha a porta. Falam bem baixinho para evitar que Hugo os ouça.
- Mas meu céu, o que você está fazendo aqui?..
- Pensei que você tinha terminado, mãe... Você demorou muito para me chamar.
- Você estava nos espiando?
- Sim, sim, desculpa, mãe...
- Que vergonha, filho, que aperto...!!!
- Não, não, foi Precioso, precioso, mamãe, fiquei excitado, olha…
Ele saca o pauzão grosso totalmente ereto. Há em seu olhar um brilho de desejo que assusta a madrastra. Ele a agarra pela cintura e dá um beijo forte, apaixonado, quase doloroso. Faz ela virar e, com a mão na nuca dela, a curva pela cintura para apoiá-la na banheira, deixando a bunda exposta. Separa suas nádegas. Nessa posição, da vagina da mulher até seu clitóris escorre um líquido esbranquiçado: é a lubrificação dela misturada com a porra do Hugo. A mãe, surpresa, tenta evitar esse ato imposto, tenta empurrar o garoto para trás para afastá-lo, mas no final compreende que nada pode fazer diante do desejo imparável dele, além disso não quer que Hugo perceba o escândalo.
- Por favor, meu amor, por favor, me deixa pelo menos me lavar um pouco, me sinto suja.
- Eu te quero assim agora, mamãe, assim… bem suja, bem promíscua, bem putinha…
Não importa para ele que a madrastra esteja cheia de porra. É a porra do amigo dele e eles já compartilharam muitas coisas na vida. Também podem misturar o esperma deles dentro da mulher que ambos amam e desejam tanto. O garoto, seu garoto, está disposto agora a possuí-la, quase em um estupro parcial. Ao separar as nádegas da mulher, o garoto observa sua buceta recém fodida: os lábios maiores bem inchados, e os menores também crescidos que sobressaem bem molhados, como se fossem asas de borboleta.
- Que gostosa você é, mamãe… Me dá, me dá também…
O garoto direciona seu pau duro para a buceta da madrastra, onde o enterra de uma só vez até o fundo. A mãe, nervosa, resiste à penetração dura com um pouco de dor, parece que o membro poderoso havia crescido. Ela tem que se apoiar com uma mão na parede para evitar que as investidas do filho a derrubem dentro da banheira. Está realmente assustada, desejando que aquilo termine logo, nunca tinha visto seu garoto assim, tão sexualmente agressivo.
Quatro, cinco, seis enfiadas fortes, violentas, poderosas. Agarrando a mãe com força pela cintura. Não precisam de mais, o garoto não está pra perder tempo; um instinto poderoso o leva a querer gozar rápido, ele quer fazer dela sua, assim como o amigo fez. Como se fosse a primeira vez. Para que ela não se esqueça que há outro homem na vida dela, o macho dominante. Para que ela receba também seu esperma num desejo primitivo, animal, de reprodução. O filho se derrama imediatamente naquela buceta já inundada, soltando um jato potente que enche ainda mais a já castigada cavidade feminina.
O garoto relaxa por uns instantes, apertando forte contra a bunda da mãe. Depois tira o pau devagar e pingando. É um gesto que lembra mais um equino que um humano. Ela se levanta como vencida, muito exausta, olhando pra ele com uma expressão meio descomposta, mistura de rejeição e surpresa. Seu garoto, uma vez satisfeito, parece voltar à realidade, envergonhado se desculpa quase com lágrimas nos olhos. Essa humildade do garoto faz a mãe perder a angústia e relaxar também.
- Perdão, perdão, mãe, fiz isso à força e ainda te chamei de puta…
- Não foi nada, filho, não foi nada… - a mulher acaricia o rosto e a cabeça do garoto enquanto fala com ele. - Você me assustou um pouco, mas você já me transformou numa puta faz tempo e agora eu sou a puta de vocês dois… Essa é a verdade e não me desagrada. Me faz mais mulher. Não se preocupe.
A mulher olha agora entre as coxas, que escorrem abundantemente.
- Uffff, que loucura, tá saindo esperma quase pelos ouvidos, preciso ir me limpar logo. Agora não se mexe daí, fica quieto, até o Hugo ir embora, ele não pode saber disso, não está preparado pra emoções tão fortes. Ainda é um novato.
Do banheiro o filho ouve a voz suave da mãe, falando com Hugo, animando ele, parabenizando. O garoto continuava como meio morto na cama, atordoado por a emoção do seu primeiro ato sexual. Ela o ajuda a se levantar e o leva ao outro banheiro. O som do chuveiro é ouvido.
- Eles estão tomando banho juntos… fico tão feliz pelo Hugo…
Novas vozes suaves, enquanto o amigo se veste para ir embora. A voz da madura se despedindo dele, um beijo terno…
- Espero que volte logo, Hugo… você me fez sentir muito mulher…
- Obrigado, Carla, obrigado sempre a você.
Pouco depois, o filho liga para o amigo, como se não soubesse de nada.
- Hugo… como foi?
- Prefiro te contar pessoalmente, meu amigo…
- Bom, então agora vou pra casa me trocar e a gente se encontra em uma hora no bar de sempre.
- Beleza.
A madura também se veste para sair um pouco com sua amiga Maruja. Hoje mais feliz que nunca. Mais fodida. Mais mulher. A buceta está meio dormente, exausta. Ela veste seu traje preferido do verão, aquele vestido curto, preto, na metade da coxa e com um decote generoso. E seus sapatos de salto.
Já na rua, com seus óculos escuros, ela pode observar bem os olhares de desejo dos homens e de inveja de algumas mulheres.
Não falta o cara que faz o comentário machista típico.
- Gostosaaaaaa……..poxa, com você eu faria maravilhas….!
A mulher sorri levemente e tem vontade de se virar para dizer ao cara que não precisa, que dois homens, dois jovens acabaram de aproveitá-la e que ela está muito bem atendida e satisfeita.
O que aconteceu a partir daí é fácil de adivinhar. Hugo visitava a mãe dois ou três dias por semana, com o acordo comum do filho de estar fora (eles não repetiram a cena de voyeurismo, da qual Hugo nunca soube de nada). Ambos a compartilham com entusiasmo e boa sintonia. O filho também nunca mais teve aquele surto de luxúria e aceita muito bem Hugo como parceiro de cama de sua madrastra. Beneficia-o o fato de ela estar bem satisfeita e ele poder prestar mais atenção nas colegas de classe. A madrastra Ela dispensou Gerardo como amante, não precisava mais dele, preferia seus dois homenzinhos.
O treinamento de Hugo como amante durou aquele verão inteiro. Depois, o garoto também se tornou um verdadeiro garanhão. Não era pra menos, com uma professora tão boa.
Os três tão felizes, especialmente ela.
Aconteceu num dia no meio da tarde. A irmã voltou da escola muito mais cedo do que o previsto, porque as aulas foram suspensas devido a um problema técnico. A madrastra não tinha tomado o cuidado de trancar a porta por dentro para evitar imprevistos. Então a garota entrou, ouviu o barulhinho do amor e pegou os dois na cama, pelados. Obviamente, para uma garota de quatorze anos, não dá mais para inventar histórias, dizer que era uma brincadeira, que não era o que parecia, etc. A menina já sabia muito bem o que significava ver seu meio-irmão em cima da mãe e a mãe com as pernas bem abertas. Então ela contou imediatamente ao pai e, como consequência, a família se desfez. Veio o divórcio. Madrastra e filho ficaram na casa da família, e pai e filha, que tinham mais afinidade entre si, se mudaram para outro apartamento da família. Economicamente, todos continuaram bem, pois o patrimônio familiar era considerável.
Dessa forma, a madrastra e seu garoto iniciaram um novo processo, de amor completo e sem limitações. Agora eles faziam do sexo sua bandeira, a qualquer hora e em qualquer situação, por toda a casa. O corredor, a cozinha, a banheira… tudo servia. Sexo intenso, sem tabus. Eles faziam pequenas viagens de fim de semana, nas quais, como dois recém-casados, mal saíam do hotel. Até na viagem, às vezes, eles paravam o carro na estrada para dar uma boa trepada, como dois fugitivos.
Eles também tinham mudado fisicamente. O garoto tinha se refeito, mais forte, ombros e músculos mais desenvolvidos, já que ia à academia regularmente. Sua timidez tinha desaparecido completamente, ele era agora um garoto de vinte anos muito seguro de si. Ela, já na menopausia, também Ela tinha engordado alguns quilos, mas ficaram muito bem nela, ficou mais mulher, mais gostosa. Carnes mais durinhas, mais firmes, um número a mais de vestidos e dois números a mais de sutiã, já está no 48. Dois peitões que ela, agora livre do marido, se encarrega de exibir com bons decotes, levantando-os com sutiãs adequados. Ficou mais ousada e gosta que os homens continuem a admirar ela.
Mas na vida, o que tem suas vantagens também tem seus inconvenientes. Agora vivem como marido e mulher. Perderam aquela frescura, aquele charme do proibido. Aquelas gozadas rápidas, aproveitando uma saída dos outros membros da família, aquele tesão de poder ser descobertos. Aqueles longos dias de abstinência quando não tinham oportunidade e que depois encontravam remédio num ato bem intenso. A rotina agora vai se acomodando.
São dois verdadeiros tarados, ambos têm uma carga sexual tremenda que foram descobrindo juntos. A madrasta, como mulher madura, e o garoto, como jovem, ambos estão no auge da sua capacidade sexual. E claro, com essa certa rotina, tiveram que continuar buscando remédio para a lascívia fora do casal.
O garoto é um amante experiente, coisa não comum com vinte anos. Seus colegas de universidade podem até se gabar de ficar com garotas da idade deles, mas não têm a experiência dele. Dois anos de sexo intenso com uma mulher dessa idade fazem um garoto amadurecer sexualmente de repente e adquirir umas manhas e umas técnicas de luxo. As colegas mais liberadas do seu curso contam entre si sobre a boa performance do garoto e o bom calibre do pau dele e disputam ele. Já passaram pela cama dele um bom número delas.
A madrasta, por sua vez, se envolveu com um homem da idade dela, Gerardo, um amigo do casal com quem saíam muitas vezes. Gerardo sempre deu em cima da Carla, sem papas na língua. Aproveitava quando saíam para beber e os outros casais dançavam, para se aproximar dela estando... ambos no balcão da boate.
- Carla, você tá cada dia mais gostosa...
- E você, Gerardo, cada dia mais sem vergonha, vou contar pra sua mulher...
- Kkkkkkk, você não tem coragem.
- Ahhhhhhh, então toma cuidado, não confia não.
- Tenho certeza que seu marido é um sem graça na cama. Vai, me dá uma chance.
- Pois é, sem graça ele é e muito, não nego, mas por enquanto não me atrevo, Gerardo.
A madrastra já era amante do seu menino e estava bem satisfeita. Mas o maduro sempre lhe tinha agradado, custava dizer não pra ele, mas por enquanto não se decidia.
Agora as coisas mudaram. Os amantes buscam emoções novas e de comum acordo entre eles, nada escondem. Carla sabe que seu menino come tudo que se mexe. Gerardo agora, depois da separação da madrastra, ficou mais ousado e insiste mais.
No final Carla decide aceitar. É ela a mulher e é ela que seduz e leva o maduro pra cama, não o contrário, como normalmente e por engano os homens pensam. Ela decide o momento.
Aproveita um fim de semana que o garoto tá de viagem. Ela não esconde e diz que naquele dia Gerardo virá em casa. O menino parabeniza a mãe e diz pra ela aproveitar, que curta como ele também faz. A madrastra chegou assim a uma nova paixão, descobrir um novo prazer, sentir dentro dela um homem novo, outro bom experiente como amante, que a deixa igualmente satisfeita. Se não é o menino, é o maduro, e entre os dois dá no mínimo uma média de uma trepada por dia e ela tá encantada com a vida.
Ambos simultaneiam sua paixão, que embora um pouco diminuída como foi dito, segue viva e alimentada com esses novos contatos. Contam até os detalhes um pro outro.
Esta tarde ambos estão sentados na sala e assistem distraidamente um filme, esperando a hora de sair cada um pro seu lado pra dar uma volta.
Na TV passa um filme e nesse momento tem uma cena de sexo, muito exagerada de atuação. A atriz geme como uma possessa, mas com cara de entediada.
- Que mal a tia faz, caralho, que falta de arte…!!!
- É verdade – corrobora ela – muito forçado. O cinema às vezes se afasta da realidade e cria uma imagem absurda do sexo, irreal…
- É assim nesse caso, mãe… Nada a ver com você, que faz muito real… hahahaha.
- Não seja bobo… Com certeza suas novinhas também gozam e gemem que nem loucas…
Ambos continuam olhando para a TV, embora sem muito interesse. Depois de um tempo, a madura continua a conversa.
- Me diz, querido… Você já comeu a Amelia, a gordinha da sua turma?
- Tô nessa, mãe…
- E você gosta mesmo dessa garota? Ela não tá gordinha demais?
- Um pouco, sim… Mas ela tem uns peitos lindos, mãe…!!! E uns quadris lindões, grandes… tô com vontade de subir em cima dela a tarde toda…
- Caralho… você virou um verdadeiro bode, filho… Qualquer uma serve.
- Não sei, mãe… talvez eu tenha ficado tarado. Mas eu gosto dessa garota, nunca comi uma gorda e quero saber como é. Mas ela é meio reticente, acho que não tem confiança em si mesma, talvez tenha vergonha do corpo. Eu tento animar ela, dizer que ela tá gostosa pra caralho, que é muito atraente e sexy. Vamos ver se aos poucos eu convenço.
- Você vai conseguir, você tem estilo e experiência e a garota, tenho certeza, tá doida por você. Notei no outro dia quando ela veio aqui em casa, como ela te olhava… Como mulher que sou, tenho certeza que em pouco tempo você vai ter ela aberta pra você, tenha um pouco de paciência.
- Vou fazer isso, mãe… E sério, eu imagino ela aberta e já fico de pau duro…!!!
- Hahahahaha… Safadinho que você é, querido…!! Você sempre consegue me deixar excitada, fico com tesão com suas histórias.
A confiança mútua entre os dois faz com que entrem em acordo para receber seus respectivos amantes. Se o garoto ou a madrastra têm planos, o outro se ausenta de compras, cinema, qualquer coisa. Quando a sessão termina, quem está em casa liga pro outro pra ele poder voltar. Tudo bem organizado.
Mais um tempo de silêncio.
A madrastra volta com um novo assunto, mas focado em sexo.
- Ouvi, meu bem... e como o Hugo tá no assunto das garotas?
Hugo é aquele amigo, que apareceu brevemente no capítulo 3 dessa série, aquele cara sério, responsável, como um irmão, sempre juntos como amigos desde criança, que continuam estudando juntos na faculdade. Hugo também é muito tímido, como era o garoto da madrastra, mas não teve a sorte que todo jovem gostaria, que uma madura o inicie nos prazeres. Essa timidez faz com que ele ainda seja virgem e tá bem complexado.
- Bom, ele tá mal, você sabe o problema que ele tem... Não consegue superar e com o passar do tempo, acho que piora.
- Mas você anima ele, leva ele pras garotas...
- Sim, mas nada, não engata nada... As garotas, ao vê-lo tão tímido, se afastam, se sentem meio desconfortáveis.
- Que pena, com o gato que ele é... E nenhuma faz um esforço...?
- Não consigo. Até pra uma garota, a Lola, você sabe quem é, eu fiz chantagem. Ela tava a fim de mim, tínhamos gozado duas ou três vezes, ela ficou encantada e eu disse que, pra continuar com ela, ela tinha que transar com o Hugo.
- Hahahahaha... Você é um filho da puta...!!!!! E ela, o que disse?
- Me mandou pra merda... hahahaha
- Normal, o seu lance é muito pesado.
Novo tempo de silêncio. Agora o filho respira fundo pra se arriscar a perguntar.
- Mãe...
- Diz, querido...
- Por que você não tira a virgindade do Hugo?; você o faria muito feliz...
Silêncio de novo. A mãe faz de conta que não ouviu.
- Você me ouviu, mãe...?
- Perfeitamente, querido...
- E o que me responde?. Ou prefere me responder mais tarde?
- Não sei, filho, você me deixa muito perplexa. Eles continuam assistindo TV, mas no fundo nenhum dos dois presta atenção. O pensamento de ambos está no assunto que acabou de ser levantado. O filho insiste.
- Mãe, você sabe bem que o Hugo gosta muito de você...
- Eu sei, querido, eu sei...
- Você é a musa erótica dele. Você é carinhosa com ele quando ele vem aqui, é meio ousada, a única mulher que dá um beijinho carinhoso na boca quando ele chega, que mostra um pouco de decote. Você é generosa com meu amigo. E pra ele você é sua referência de mulher, ele meio que odeia as garotas da nossa idade por causa da rejeição que sofre.
A mãe não responde, continua olhando pra tela, com o olhar perdido.
- Sabe, mãe? O Hugo me contou que bate punheta quase todo dia pensando em você... Eu contei pra ele sobre nossa relação e o coitado tem uma inveja saudável de mim.
- Uma honra pra mim, querido, pode até dizer pra ele, que eu gosto que ele se masturbe pensando em mim, não me importo...
O garoto já está empolgado.
- Sério, mãe, eu sofro pelo Hugo. Ele é meu irmão, você sabe. Cada dia ele fica mais complexado. Se não fosse por isso, eu não insistiria. Eu te considero uma mulher completa, que pode fazer um homem muito feliz. Lembra agora, dois anos atrás, quando você me iniciou... Como eu fiquei feliz e homem de repente, foi uma coisa linda. Agora você pode fazer o mesmo pelo Hugo, como se fosse por mim. Ele vai te agradecer a vida toda, como eu agradeço, e você orgulhosa de ser mais uma vez uma mulher completa, que faz um jovem inexperiente feliz.
- Tá bom, tá bom... Não insiste mais, filho... Já te dou uma resposta, agora vou me trocar e sair um pouco com minha amiga Maruja. Te vejo depois do jantar.
- Tudo bem, mãe, obrigado, obrigado pelo menos por pensar nisso.
Eles se levantam e o garoto dá à mãe um abraço e um beijo de imenso carinho e gratidão. Ela fica emocionada.
- Você é o melhor presente da minha vida, filho...
Já se passaram vários dias e eles levam a vida normal. Nenhum dos dois voltou a mencionar o assunto, mas o filho sabe bem que a madrastra está pensando nisso e até tem certeza de que ela aceitará seu pedido. Ela também gosta de Hugo como se fosse um filho.
Cerca de quinze dias depois, depois do café da manhã, a madrastra finalmente se pronuncia.
- Sabe, meu anjo? Decidi que o Hugo venha quando você não estiver e aos poucos vamos ver o que dá pra fazer… tá bom?
- Sim, mãe, assim tá bom… Aos poucos, também não precisa se precipitar.
A tática será que Hugo venha, e vá se acostumando com as insinuações da madrastra, enquanto o filho ou já saiu naquele momento, ou está no banheiro, etc. Claro, Hugo não pode saber nada do plano, essa fase de preparação tem que ser uma surpresa pra ele.
Hugo já veio muitas vezes em casa, mas fica junto com o amigo na sala vendo TV ou conversando, ou vão pro quarto, onde passam tempo no computador, com assuntos de estudo, etc.
Agora Hugo é convidado como outras vezes. Mas quando chega, o amigo costuma estar no banheiro, tomando um banho tranquilo, sem pressa. Outras vezes, ele se ausentou. A madrastra recebe Hugo nesses dias bem leve de roupa.
- Oi, Hugo, boa tarde. Seu amigo está no banheiro, vai demorar um pouco, eu te faço companhia enquanto isso. Quer tomar alguma coisa, uma coca-Booty?
- Sim, senhora, muito obrigado.
- Como assim senhora? Você me faz parecer muito velha, me chama de Carla e me trata por "você"…
- Tá bom, obrigado, Carla.
A madrastra está com um vestido leve de verão. Um pouco curto, decotado. Serve a bebida pra Hugo, inclinando-se exageradamente pra frente. O garoto, sentado no sofá, pode observar com detalhe os peitões apertados pelo sutiã preto de meia taça. A mulher se senta na frente, com um cruzamento de pernas estudado. O garoto sua de nervosismo e desejo. A madrastra ri divertida por dentro.
Dois ou três dias depois, nova visita de Hugo. Dessa vez a madrastra ainda mais ousada, o recebe com uma camiseta bem corta, sem sutiã. Não está usando saia, então exibe uma calcinha bonita. Os seios balançam orgulhosos sob a camiseta. O garoto fica quase mudo e só consegue balbuciar um pouco...
- Desculpa, Hugo, te receber assim... Mas já tenho confiança em você, espero que não te incomode, sabe que te considero um filho. Estava me trocando para sair. Seu amigo desceu para a garagem, tinha um problema com a moto, deve estar por aí tentando resolver.
- Po... posso, posso descer, ver se o vejo...
- Não, não, ele disse para você ficar aqui. Com certeza saiu na rua para testar a moto. Já volta.
Ela serve uma bebida como outras vezes e se senta ao lado dele, confortável, exibindo sem pudor as belas coxas bronzeadas e a calcinha preta de renda. O garoto olha de soslaio, extasiado. Ela cruza e descruza as pernas constantemente, enquanto o jovem fica com o sangue fervendo.
- E como está indo o curso, Hugo?
- Bem, muito bem, estou passando em tudo...
- Assim que eu gosto, que vocês dois sejam tão estudiosos e responsáveis. E com as garotas, como está indo?
- Bom, bom... mal. Seu filho já deve ter te contado. Tenho muita timidez, me rejeitam e sofro com isso.
- Você ainda não estreou, né, querido? Desculpa a pergunta, mas gosto de saber das suas coisas.
- Não, não... - O garoto está muito constrangido, fica vermelho -
- Tudo bem, não sofra por isso. As garotas da idade de vocês são muito bobas e metidas. Sua hora vai chegar.
- Eu queria ter a sorte que seu filho teve com você...
Depois de soltar a frase, o garoto percebe que falou besteira com esse comentário. Engasga, pede desculpas, não sabe onde se enfiar agora.
- Pe... perdão, Carla. Não... não queria dizer isso... desculpa.
- Hahahahahaaaaaaa. Não foi nada, querido. Sei bem que meu filho te contou tudo. Vocês não têm segredos. Nem comigo, sabe... Ele também me contou algumas coisinhas suas... hahahaha. O que, que coisinhas...? - O garoto fica verde, vermelho e até amarelo.
- Bom, que eu te acho um pouco atraente. Que você bate uma pensando em mim... Hahahahaha. Não fica com vergonha, isso é um sinal de que você é um homem de verdade. Eu me sinto orgulhosa de que os jovens me desejem e por isso quero ser generosa com você. Já viu como eu estou vestida, bom, quase despida... Hahahaha. Faço isso por isso, para te agradar, para te fazer feliz, você merece.
Agora o garoto nem consegue formar palavras, está mudo. A madura agora passa as mãos pelas próprias pernas.
- Você gosta? Olha sem medo, eu as tenho assim para você, querido. Vem, me dá a mão, comprove como estão macias. Eu cuido muito da minha pele. O que você acha?
Segurando a mão do jovem, a mulher a passa para cima e para baixo pelas coxas, enquanto o garoto exibe sem perceber um volume enorme sob a calça.
- Você gostaria de passar uma tarde aqui, só nós dois? Sim? Isso te faria feliz?
- Mu... muito, Carla... mas tenho vergonha. Não sei como fazer...
- Eu te ensinaria, não se preocupe.
Não há tempo agora para mais. A fechadura da porta range e o filho entra.
- Ooooi...!!! Já está aqui, Hugo, mãe? Ahhh, sim. Desculpe por te fazer esperar. Uuuuuuuu, mãe... Que sexy você está... Assim você vai provocar o Hugo... Hahahaha. O que você acha da minha mãe, Hugo? Ela não está uma gostosa?
Os três riem em unísono, Hugo, como sempre, bastante envergonhado.
Essa situação se repetiu por vários dias, tudo muito bem estudado por Carla para que o garoto fosse ganhando confiança.
Finalmente ela decidiu marcar o dia.
- Querido... - ela disse ao filho no começo da semana - Sábado será o momento. Acho que se eu esperar mais, seu amigo explode.
- Perfeito, mãe. Eu vou inventar uma boa desculpa para sair. Já aviso o Hugo e digo sem rodeios o que vai acontecer.
- Dá algum conselho a ele, se você achar. - Então, ele não deve se masturbar a semana toda, que aguente firme. Quero ele com os depósitos bem cheios. Depois, que não se apresse, que não faça nada, que só se deixe levar, eu vou fazer o trabalho para ensinar direitinho.
- Tudo bem, gata… Sabe?… Eu também tô bem animado.
- Eu também, eu também, meu bem… kkkkk. É uma experiência gostosa que espero que dê super certo, porque eu gosto muito do Hugo, de verdade.
Naquela tarde de sábado, Hugo apareceu, mais arrumado do que de costume. Dava pra ver que ele estava bem limpinho, perfumado… E muito nervoso, claro. Não perguntou pelo amigo, imaginou certo que ele tinha sumido por um bom tempo.
A madura saiu para recebê-lo usando apenas uma toalha de banho enrolada no corpo. Mas perfeitamente maquiada e com o cabelo arrumado.
- Desculpa, meu bem, por estar assim. Acabei de sair do banho. Só falta uns detalhes pra terminar, não vai se importar se eu terminar aqui na sala enquanto você toma sua coca-Booty…
- Não, não… faz o que quiser.
Ela serve a bebida como sempre e se senta na frente, no sofá, com vários artigos de beleza. Apoia um pé na mesinha de centro e começa devagar a pintar as unhas dos pés.
A toalha se levanta inevitavelmente. De novo, aparecem aquelas coxas poderosas. Agora o garoto já tem coragem de olhar sem medo, seus olhos brilham de desejo. Ela fica um tempo com um pé, depois abaixa e levanta o outro, tudo bem devagar e calculado. Com essas mudanças, ela também abre as pernas como sem querer.
Ela não está usando nada por baixo da toalha. Nessa posição, com a bunda afundada um pouco no sofá, a buceta não dá pra ver, mas o púbis, o monte de vênus, sim. Depois de muito tempo depilando totalmente a região, a mulher mudou de gosto e agora mantém no estilo brasileiro, depilado dos dois lados da buceta, mas em cima, uma faixa generosa de pelos pretos e grossos, bem cuidados e aparados.
Nesses supostos descuidos, Hugo conseguiu ver aquela mata de pelo. Claro nunca tinha visto uma mulher nua e aquela visão o transporta para as nuvens. Ela faz um pouco de sonsa, mas volta a se insinuar.
- Querido… Gosta do que vê?
- Eh, eh… não, não sei… do que você está falando?
- Hahahahaha. Você sabe muito bem, meu céu… A isto, estou me referindo a isto…
Agora a madrastra se recosta, apoiando-se no encosto e projetando um pouco os quadris para fora. Abre as pernas um pouco mais. Agora sim, além dos pelos púbicos, aparece a parte superior da buceta, os lábios carnudos, um pouco entreabertos.
- O que você acha, meu céu?
- Lin… lindo, Carla… lindo.
- Obrigada, obrigada, querido…
Agora a madura volta àquela tarefa de repintar as unhas. A toalha afrouxou um pouco e um dos seios soberbos da mulher ameaça escapar. Está nu até a metade, dá até para ver parte da aréola enorme do mamilo. Hugo, que tem o copo na mão, dá um pulo e quase o derruba, derramando um pouco da bebida.
- Desculpa, desculpa, Carla, agora eu limpo…
- Calmaaaaaaaaa… Não foi nada, céu… Espera, eu te ajudo.
Ela muda de lugar e se senta ao lado dele. Com um guardanapo de papel, limpa as gotas que caíram. Agora se aproxima bem do garoto.
- Gosto desse perfume, me agrada… é muito masculino.
O garoto gostaria de dizer que ele é que adora o cheiro dela, mas as palavras não saem.
A mulher passa um braço por cima dos ombros de Hugo.
- Já beijou alguma garota?
- Umas duas vezes, mas foi rápido… acho que não aprendi direito.
- Eu te ensino agora, meu céu… vem. Espera, tira a camiseta, assim…
Ela se reclina sobre ele. Faz com que ele apoie a cabeça no encosto, relaxado. Começa uma série de beijos longos. O garoto, de fato, não tem muita ideia. Mas ela trabalha bem nele. Beijos brincando com a parte interna dos lábios, de boca aberta, introduzindo sua língua. Descansa de vez em Espera um momento, sorri para o garoto para relaxá-lo e continua.
Ele, desajeitado no início, vai aprendendo e se ajustando pouco a pouco ao ritmo dela. Abre também a boca e se atreve a responder com a língua na boca da madura. Gosta do sabor doce, limpo, da boca da mulher. Tudo nela é requintado.
- Muito bem, muito bem, meu amor... você aprende rápido, é uma cópia do meu filho. Estou orgulhosa de você.
A dama dá agora um puxão quase imperceptível na toalha, fazendo com que ela deslize até a cintura. Os seios ficam nus. O garoto, com a cabeça apoiada no sofá e inclinado um pouco para trás, não percebeu ainda. Ela se joga agora um pouco mais sobre ele e pressiona um seio contra o peito do garoto. Agora sim, o jovem percebe que aquilo não é a toalha, há uma nova sensação, o contato suave, quente, do seio. Levanta um pouco a cabeça e abre desmesuradamente os olhos diante da visão dos formidáveis peitos da mulher. Tenta agarrar um, mas ela segura sua mão. O obriga a se recostar novamente e continua beijando-o.
- Calma, meu bem... você vai aproveitar minhas tetas daqui a pouco...
A leve calça de verão do jovem exibe, na altura dos genitais, uma grande mancha; é o líquido pré-seminal, o garoto está com uma ereção tremenda e isso está tendo suas consequências.
O tempo voa, sem que eles percebam. Estão muito relaxados, desfrutando dos prazeres mútuos. Ela lembra com ternura quando iniciou seu garoto. Hugo, por sua vez, lembra das colegas estúpidas que o rejeitam.
- Filhas da puta... - diz para si mesmo. - Queria que me vissem agora.
Já estão assim há mais de meia hora. A madura decide que é o momento de continuar para termos mais decisivos.
- Vem, meu bem, vamos...
Não diz para onde vão, mas os dois sabem. Ela pega sua mão e o leva em direção ao quarto. Pelo corredor, a mulher já deixa a toalha cair no chão e fica totalmente nua. O jovem, um pouco mais encorajado, passa a ponta dos dedos pela buceta da mulher, que levanta uma perna para facilitar.
- Tá molhadinha, né, querido?
- Sim, sim, eu gosto muito, muito... Que macia, que sensação gostosa de tocar...
- Pois espera, espera até meter lá dentro, você vai ver, meu bem...
Chegam à cama. A mulher ajuda o garoto a tirar toda a roupa. O jovem, nervoso, meio aflito, não sabe muito bem o que fazer nem a que parte da mulher dar atenção, gostaria de tocá-la toda. A ereção é tremenda, o pau está totalmente colado na barriga, vertical, rígido.
- Uffff... - pensa a madrastra. - Esse garoto já goza agora e me deixa o lençol todo perdido, sem dar tempo pra mais nada. Vamos ver se eu relaxo ele...
- Calma, meu bem, calma... não faz nada, se deixa levar. Relaxa, deita de costas, assim... não se mexe, aproveita o que eu vou fazer com você, tenta se segurar, aguenta, assim a gente vai aproveitar muito mais tempo, não tem pressa.
O jovem se deita de costas com o mastro ereto como um poste. A mulher cavalga nele devagar, lentamente, com movimentos estudados, exibindo o corpo para que o garoto aproveite também com a vista. Ela, depois de dois anos de amante com seu menino, agora é uma ninfeta experiente e além disso já experiente em garotos jovens. Sabe como eles reagem, como tratá-los, controla bem os tempos.
Ela se deixa cair bem devagar sobre o pau duro e, dada a lubrificação natural da sua abertura, entra com muita facilidade. Não é tão grosso quanto o do seu menino, mas também tem um bom tamanho, é um pouco mais comprido e fino. Enquanto ela o introduz, solta um gemido longo e examina com atenção o rosto do garoto para captar suas sensações. Hugo tem os olhos meio fechados, como se tivesse entrado em transe, meio desmaiado de prazer.
A mulher se deixa cair com todo o peso, abrindo bem as nádegas. Sente dentro de si o homem, bem fundo. O jovem capta por... primeira vez a doce sensação de estar pela primeira vez dentro de uma mulher. O coração bate acelerado.
Lento sobe e desce da dama. Devagar… Saboreando o momento. Muito atenta à expressão dele. Quando nota que ele se agita, ela se levanta sobre os joelhos e se afasta do membro, para evitar que o garoto goze.
— Calma, calma, meu amor… assim, assim… você está indo muito bem, está duríssimo, me faz gozar que nem uma puta. Você será um amante magnífico, como seu amigo.
O garoto se sente acolhido pelos comentários da madura e não sente mais nenhum medo. Se deixa levar pelo carinho da mulher.
Apesar de ter tido um casamento pouco gratificante sexualmente, a mulher aprendeu muito nesses anos como amante do filho. Por exemplo, sua capacidade de chegar à chamada ejaculação feminina. Sua excitação durante o coito é tão grande, que ela solta verdadeiros jatos de líquido de forma contínua. Deixa a cama cheia de manchas. Nunca imaginou que isso existia. Cada vez que acontece, ela sente um pequeno orgasmo.
A técnica para conseguir isso é a que muitas mulheres seguem. Uns movimentos de penetração muito rápidos, quatro ou cinco entradas e saídas enérgicas, quando ela já está bem perto do orgasmo final. Nesse momento, o homem sai dela e fica parado. O orgasmo definitivo é interrompido e vem, em seu lugar, aquele jato de líquido. Assim, uma vez e outra. Seu garoto já sabe muito bem como fazer.
Como Hugo, logicamente, agora é inexperiente, é ela quem trabalha. Quando nota que o garoto se relaxou e não corre risco de ejacular, ela sobe e desce sobre seu pauzão duro várias vezes de forma rápida. Depois, se incorpora sobre os joelhos, se afasta do membro e aquele jato cai sobre os genitais ou sobre a barriga do garoto, que se levanta um pouco, surpreso com o que acontece, e observa a vulva da senhora, tão aberta, tão molhada, escorrendo.
O jovem, seguindo o instinto de penetração de todo macho, quando isso acontece, levanta com Ele força os quadris, procurando a buceta da mulher para penetrá-la. Consegue às vezes, até pelo lugar errado.
É isso, a mulher está tão relaxada, tão excitada, tão molhada em toda a região, que em uma dessas investidas, o membro do garoto pegou o caminho errado e de uma só vez ele enfiou praticamente tudo no cu dela. A mulher dá um salto enorme, se levanta e tira, muito dolorida. Embora pratique sexo anal com seu namorado e com seu outro amante, a penetração tão brutal deixou seu reto muito sensível. Ela se inclina para frente, para se afastar do risco de nova penetração, coloca os peitos na cara do jovem e enterra a cabeça no travesseiro para se recuperar do golpe que levou. Aos poucos o reto relaxa, a dor passa e ela ri para si mesma.
- Puta merda, com o pirralho... que pirocada que ele me deu... hahahaha. Isso é demais.
O garoto, claro, não tem a menor ideia do que aconteceu.
- Devagar, devagar, Hugo... meu amor... não dá esses pulos para cima, você pode me machucar, fica quieto, deixa eu fazer...
Ela fica assim um tempo inclinada para frente, o que o garoto aproveita para chupar bem seus peitos. Agora as aréolas diminuíram de tamanho e no lugar cresceram os mamilos, duros e desafiadores. Com a boca nos peitos da mulher, o jovem põe as mãos em seu bumbum roliço e o apalpa e aperta à vontade. Que delícia, tudo é tão gostoso, tão delicioso... Os esplêndidos quadris da dama, nessa posição, sobressaem nas laterais do corpo do garoto.
A senhora colocou, antes de começar, uma música suave, que contribui para uma relaxação maior. Agora o cheiro de sexo da mulher toma conta de todo o quarto.
Eles não têm ideia do tempo que a madura cavalga o jovem.
Não há pressa. Ambos estão se entendendo muito bem. Para ser a primeira vez, tudo está saindo melhor do que o previsto.
Por sua parte, o filho está na rua. Faz muito calor em Nesse verão madrilenho. Ele foi para uma biblioteca próxima, onde está fresquinho. Já se passaram quase duas horas e ele imagina que o ato sexual do seu amigo e da sua madrastra já deve ter terminado.
- Acho que a mamãe esqueceu de me ligar para eu voltar. Deve estar exausta e não percebeu.
Então ele volta tranquilo para casa. Além disso, mesmo achando que já terminaram, uma ideia estranha, mórbida, passa pela sua cabeça. E se eles ainda estivessem no meio do ato? Poderia ser bonito ver seu grande amigo gozando e sua mãe também... Seria certo ver ou não?
Chega em casa e abre a porta devagar. Escuta sem fazer barulho. Sente a música no quarto.
- Talvez tenham adormecido ou minha mãe já esteja sozinha...
Segue pelo corredor e espreita o quarto.
- Mas eles ainda estão fodendo...!!!
A cabeceira da cama está do outro lado da porta. Então ele vê sua mãe, de costas para ele, sentada e aberta sobre seu amigo. Nenhum dos dois pode vê-lo espreitando pela porta, já que Hugo tem o corpo da madura na sua frente.
O filho fica paralisado. Sem saber bem o que fazer. Pensa que deveria sair discretamente, sem perturbar os amantes. Mas fica ali olhando, observando o lento subir e descer da mãe, que agora está totalmente vertical e caída sobre o rapaz, suportando assim a penetração total. Observa as poderosas nádegas da mãe e suas costas retas, firmes, perfeitas. O cabelo, com o penteado desfeito, cai despenteado sobre a nuca, que brilha de suor. De vez em quando ela se inclina para frente, para beijar o jovem ou então para oferecer novamente os seios, e então, da sua posição, o filho vê perfeitamente o membro do amigo, duro como aço, cravado na buceta aberta da mãe. Os genitais de ambos brilham cheios de lubrificação.
- Caralho, que sexy, que lindo...
O filho fica feliz pelos dois amantes, tanto pelo seu grande amigo, esse irmão de alma, quanto pela sua mãe. adotiva que tantas coisas lhe deu. Ambos merecem o melhor.
Enquanto observa, agora a voz quente da madrastra é ouvida no quarto.
- Hugo, querido, vem, vamos terminar, estamos há muito tempo. Seu amigo pode voltar e eu já estou um pouco exausta. Tá bom?
- Sim, sim, Carla, sim... Eu também não aguento mais.
Agora o ritmo da mulher acelera bastante, ela sobe e desce frenética. O garoto também se sincroniza com esse ritmo e agora não para quieto. Seus quadris sobem num movimento tão poderoso que levantam a mulher no ar, que chega ao orgasmo dessa forma, montada no ponto mais alto. Os dois gemem. Pela primeira vez, o garoto insemina uma mulher com um jato interno, acumulado de vários dias de muito desejo, que se não fosse porque a mulher o recebe dentro, teria chegado até o lustre do teto.
- Caralho, que gozada mais espetacular - diz para si mesmo, o filho desde a porta.
Os amantes relaxam. Deitam-se um ao lado do outro. Carla dá um beijo muito terno no garoto.
- Você se comportou tão bem, Hugo, tão bem... Parabéns.
O filho no corredor não sabe o que fazer. Se sai para a rua, mas agora que a sessão de sexo terminou, podem descobri-lo com mais facilidade. Pensa que será melhor se trancar no quarto e fazer uma boa punheta, já que está com uma ereção tremenda, ficou excitado ao máximo com a cena.
Mas ele não tem tempo para decidir. A mãe, nua, aparece no corredor a caminho do banheiro. Ela vai dar um pequeno grito de surpresa ao ver seu filho, mas ele coloca a mão na boca dela para impor silêncio. Leva-a pela mão até o banheiro mais afastado e fecha a porta. Falam bem baixinho para evitar que Hugo os ouça.
- Mas meu céu, o que você está fazendo aqui?..
- Pensei que você tinha terminado, mãe... Você demorou muito para me chamar.
- Você estava nos espiando?
- Sim, sim, desculpa, mãe...
- Que vergonha, filho, que aperto...!!!
- Não, não, foi Precioso, precioso, mamãe, fiquei excitado, olha…
Ele saca o pauzão grosso totalmente ereto. Há em seu olhar um brilho de desejo que assusta a madrastra. Ele a agarra pela cintura e dá um beijo forte, apaixonado, quase doloroso. Faz ela virar e, com a mão na nuca dela, a curva pela cintura para apoiá-la na banheira, deixando a bunda exposta. Separa suas nádegas. Nessa posição, da vagina da mulher até seu clitóris escorre um líquido esbranquiçado: é a lubrificação dela misturada com a porra do Hugo. A mãe, surpresa, tenta evitar esse ato imposto, tenta empurrar o garoto para trás para afastá-lo, mas no final compreende que nada pode fazer diante do desejo imparável dele, além disso não quer que Hugo perceba o escândalo.
- Por favor, meu amor, por favor, me deixa pelo menos me lavar um pouco, me sinto suja.
- Eu te quero assim agora, mamãe, assim… bem suja, bem promíscua, bem putinha…
Não importa para ele que a madrastra esteja cheia de porra. É a porra do amigo dele e eles já compartilharam muitas coisas na vida. Também podem misturar o esperma deles dentro da mulher que ambos amam e desejam tanto. O garoto, seu garoto, está disposto agora a possuí-la, quase em um estupro parcial. Ao separar as nádegas da mulher, o garoto observa sua buceta recém fodida: os lábios maiores bem inchados, e os menores também crescidos que sobressaem bem molhados, como se fossem asas de borboleta.
- Que gostosa você é, mamãe… Me dá, me dá também…
O garoto direciona seu pau duro para a buceta da madrastra, onde o enterra de uma só vez até o fundo. A mãe, nervosa, resiste à penetração dura com um pouco de dor, parece que o membro poderoso havia crescido. Ela tem que se apoiar com uma mão na parede para evitar que as investidas do filho a derrubem dentro da banheira. Está realmente assustada, desejando que aquilo termine logo, nunca tinha visto seu garoto assim, tão sexualmente agressivo.
Quatro, cinco, seis enfiadas fortes, violentas, poderosas. Agarrando a mãe com força pela cintura. Não precisam de mais, o garoto não está pra perder tempo; um instinto poderoso o leva a querer gozar rápido, ele quer fazer dela sua, assim como o amigo fez. Como se fosse a primeira vez. Para que ela não se esqueça que há outro homem na vida dela, o macho dominante. Para que ela receba também seu esperma num desejo primitivo, animal, de reprodução. O filho se derrama imediatamente naquela buceta já inundada, soltando um jato potente que enche ainda mais a já castigada cavidade feminina.
O garoto relaxa por uns instantes, apertando forte contra a bunda da mãe. Depois tira o pau devagar e pingando. É um gesto que lembra mais um equino que um humano. Ela se levanta como vencida, muito exausta, olhando pra ele com uma expressão meio descomposta, mistura de rejeição e surpresa. Seu garoto, uma vez satisfeito, parece voltar à realidade, envergonhado se desculpa quase com lágrimas nos olhos. Essa humildade do garoto faz a mãe perder a angústia e relaxar também.
- Perdão, perdão, mãe, fiz isso à força e ainda te chamei de puta…
- Não foi nada, filho, não foi nada… - a mulher acaricia o rosto e a cabeça do garoto enquanto fala com ele. - Você me assustou um pouco, mas você já me transformou numa puta faz tempo e agora eu sou a puta de vocês dois… Essa é a verdade e não me desagrada. Me faz mais mulher. Não se preocupe.
A mulher olha agora entre as coxas, que escorrem abundantemente.
- Uffff, que loucura, tá saindo esperma quase pelos ouvidos, preciso ir me limpar logo. Agora não se mexe daí, fica quieto, até o Hugo ir embora, ele não pode saber disso, não está preparado pra emoções tão fortes. Ainda é um novato.
Do banheiro o filho ouve a voz suave da mãe, falando com Hugo, animando ele, parabenizando. O garoto continuava como meio morto na cama, atordoado por a emoção do seu primeiro ato sexual. Ela o ajuda a se levantar e o leva ao outro banheiro. O som do chuveiro é ouvido.
- Eles estão tomando banho juntos… fico tão feliz pelo Hugo…
Novas vozes suaves, enquanto o amigo se veste para ir embora. A voz da madura se despedindo dele, um beijo terno…
- Espero que volte logo, Hugo… você me fez sentir muito mulher…
- Obrigado, Carla, obrigado sempre a você.
Pouco depois, o filho liga para o amigo, como se não soubesse de nada.
- Hugo… como foi?
- Prefiro te contar pessoalmente, meu amigo…
- Bom, então agora vou pra casa me trocar e a gente se encontra em uma hora no bar de sempre.
- Beleza.
A madura também se veste para sair um pouco com sua amiga Maruja. Hoje mais feliz que nunca. Mais fodida. Mais mulher. A buceta está meio dormente, exausta. Ela veste seu traje preferido do verão, aquele vestido curto, preto, na metade da coxa e com um decote generoso. E seus sapatos de salto.
Já na rua, com seus óculos escuros, ela pode observar bem os olhares de desejo dos homens e de inveja de algumas mulheres.
Não falta o cara que faz o comentário machista típico.
- Gostosaaaaaa……..poxa, com você eu faria maravilhas….!
A mulher sorri levemente e tem vontade de se virar para dizer ao cara que não precisa, que dois homens, dois jovens acabaram de aproveitá-la e que ela está muito bem atendida e satisfeita.
O que aconteceu a partir daí é fácil de adivinhar. Hugo visitava a mãe dois ou três dias por semana, com o acordo comum do filho de estar fora (eles não repetiram a cena de voyeurismo, da qual Hugo nunca soube de nada). Ambos a compartilham com entusiasmo e boa sintonia. O filho também nunca mais teve aquele surto de luxúria e aceita muito bem Hugo como parceiro de cama de sua madrastra. Beneficia-o o fato de ela estar bem satisfeita e ele poder prestar mais atenção nas colegas de classe. A madrastra Ela dispensou Gerardo como amante, não precisava mais dele, preferia seus dois homenzinhos.
O treinamento de Hugo como amante durou aquele verão inteiro. Depois, o garoto também se tornou um verdadeiro garanhão. Não era pra menos, com uma professora tão boa.
Os três tão felizes, especialmente ela.
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