O outono já se instalou em Madrid, nesta tarde meio fria de novembro. Cai uma chuva mansa, fininha, que escureceu o céu cedo.
A madrasta está entediada e de mau humor pra caralho. O marido tá em casa há dez dias, sem poder ir trabalhar, com uma lesão no tornozelo que vai deixar ele imobilizado umas três semanas. A maioria das mulheres acha que marido em casa é um estorvo. E além disso, ela teve uma baita discussão com ele hoje de manhã por causa de assuntos de família e passaram o dia quase sem se falar. Ele no escritório dele revisando papéis e ela na sala viu um pouco de TV, e agora começa a ficar nervosa, como se estivesse meio enjaulada.
Ela decide que vai sair um pouco mais cedo pra buscar a menina na saída da escola e, enquanto a garota depois vai pra academia, aproveitar pra fazer umas compras… bom… pensando melhor, vou ligar pro menino, pra ele me acompanhar e a gente toma alguma coisa antes de voltar. Ela faz a ligação pra garantir que ele vai estar disponível.
- Oi, amor.. já terminou as aulas mais cedo?
- Já terminei, mãe, tô na biblioteca.
- Quer me acompanhar enquanto sua irmã termina as atividades?
- Claro, mãe. Fala onde a gente se encontra.
- Bem, na porta da escola da sua irmã, daqui a 45 minutos.
- Beleza. Até logo, mãe.
A madura se prepara pra sair. Hoje ela quer ficar gostosa. Escolhe a saia que mais gosta, uma saia cinza, na altura da panturrilha, com botões na frente de cima a baixo. Ela adora desabotoar até um pouco acima do joelho, acha muito sexy. Decide também usar meias, meias 7/8, de renda, pretas, com liga embutida. Ela se sente totalmente diferente, sexy pra caralho. Pra parte de cima, uma jaqueta de couro preta, ajustada na cintura, que mostra bem a silhueta dela. Sapato de salto combinando.
Ela se olha no espelho e se acha Fantástica. Meia-volta, pra se olhar por trás no espelho e aí encontra um problema.
- Poxa... a calcinha tá marcando demais... que merda. Vou ter que vestir uma calça jeans agora, sendo que eu tava tão bem.
Começa a pensar no assunto, mas logo encontra solução. Se sente ousada.
- Bom, que se dane... um dia é um dia... vai pra puta que pariu... sem roupa íntima!
Enfia as mãos por baixo da saia, levantando o suficiente pra pegar a peça íntima e tirar pelos pés, dobra e guarda na bolsa por precaução.
- Hoje vou ficar fresquinha...
Pega a bolsa e as chaves do carro, e ao passar pela porta do escritório onde o marido está, sem nem parar, se despede sem vontade:
- Vou buscar os meninos e fazer umas compras.
- Tá. – ele também responde com a voz seca.
Ela sai no patamar da escada e espera o elevador, ainda mais irritada com o marido. Pra si mesma, diz com raiva contida:
- O filho da puta nojento... Cada dia me dá mais prazer em botar chifre nele com o filho dele...
Chega na hora certa na porta da escola da menina. Estaciona por uns momentos em fila dupla, a área é ampla e tranquila e assim costuma esperar todo dia, pra levar a filha pra casa, exceto uma vez por semana, que é hoje, e leva ela pra uma academia perto, onde tem aulas de idioma e música por duas horas.
Agora chega o irmão dela. Abre a porta às pressas por causa da chuva e senta do lado dela no banco da frente. Trocam um beijo de cortesia.
- Oi, amor, como foi seu dia?
- Bem, mãe, obrigado. E você, como tá?
- Bom, não muito contente. Discuti com seu pai...
- Já percebi no almoço. Bom, passa logo, como das outras vezes.
- É, espero que sim, mas tô de muito mau humor. E com vontade de me vingar um pouco...
- Se vingar?.. Como?
Ela lança um olhar insinuante, malicioso, acompanhada de um sorriso bem safado, olhando pra ele de cima a baixo.
— Cê acha o quê, meu bem?
— Mãããããe…
— Pois é, hoje quando saí de casa, falei comigo mesma: que bom que eu tô enganando teu pai com você. Ele merece. Não me dá atenção ultimamente. Além disso, tá em casa há dez dias, e tá muito chato. E ainda por cima não posso ficar um tempinho a sós com meu menino…
O garoto não responde. Nessas horas, quando a mãe se insinua com aquela cara de pau, sempre aparece aquela timidez que ele nunca consegue vencer de vez. Fica um silêncio curto, enquanto esperam a menina sair. Ele olha pela janela pra ver se ela aparece. Ela, enquanto isso, desabotoa três botões da saia e faz um cruzamento de pernas bem estudado. As coxas brilham lindonas com a meia preta.
— Cê gostou de como eu me vesti hoje, meu bem?
Quando ele se vira e olha pra ela, o garoto dá um pulo de susto.
— Aaah, mãe, mããããe…
— Tô vendo que cê gostou… hahaha… olha, olha…
Ela, toda provocante, cheia de tesão, afasta bem a saia de um lado. Mostra descaradamente não só o final da meia, onde acaba a rendinha fina e começa a coxa nua, mas também puxa a saia mais pro lado do quadril, mostrando ele pelado.
— Mãe… não… não… cê não tá usando nada por baixo!
— Pois é, meu amor, nada de nada. Fico confortável assim, fresquinha. Cê se importa?
— Não, claro que não…
— Me diz, cê sentiu muita saudade de mim esses dias, que teu pai tá em casa?
— Sim, claro, mãe, muita.
— Cê não pôde aproveitar com a mamãe, né… cê se masturbou, não foi?
O garoto faz uma cara de vergonha, fica meio vermelho, olha pela janela.
— Fala que sim, meu anjo… a mamãe adora que você deseje ela muito. A mamãe é feliz imaginando você se excitando de noite, no seu quarto, pensando em mim… Cê faz isso?
— Sim, claro que sim, muitas vezes… Mesmo já sendo sua amante, o garoto ainda tem dificuldade em falar sobre o assunto. Mas ela é habilidosa e consegue arrancar tudo dele, adora ser safada e ouvir ele contar as coisas.
— E no que você pensa quando faz isso? Também pensa em alguma colega de classe?
— Não, mãe, só em você. Nos seus peitos. Nas suas pernas quando você as abre, em tudo.
A madura sente a buceta ficar molhada, tomando vida própria.
— Vou manchar a saia — ela diz baixinho, como se pensasse em voz alta.
— O que você disse, mãe?
— Nada, coisa minha. Sua irmã está vindo…
Ela ajeita a saia antes da menina chegar no carro.
— Oiiii, meu anjo, tudo bem?
— Tudo bem, mãe. Vamos, que vou me atrasar pro cursinho. Vocês vão aonde enquanto isso?
— Talvez a gente vá no El Corte Inglés, seu irmão quer ver umas roupas.
Em poucos minutos, deixam a irmã no cursinho, onde vai ficar umas duas horas. Ela volta em direção ao centro da cidade. Passa perto do shopping e continua.
— Mãe, acho que você passou do ponto…
Ela não responde. Já tem algo na cabeça. Mas fica calada. Uns minutos depois, chegam na Plaza de España. O carro entra no enorme estacionamento subterrâneo.
— Dava pra ter estacionado melhor no estacionamento do El Corte Inglés, isso vai ficar longe pra gente. Ou você quer ver alguma loja por aqui perto? — diz o garoto, na inocência dele.
— Não vamos a loja nenhuma, vamos ficar aqui.
O carro passa pelo primeiro andar, e mesmo tendo vagas livres, ela desce pro segundo, que está quase vazio. Estaciona no canto mais afastado. A garoa e o frio lá fora, em contraste com a temperatura interna do carro, deixam os vidros totalmente embaçados. Não dá pra ver nada do que tem dentro.
— Vem, meu anjo. — ela diz. — Vamos pro banco de trás. Aqui a gente vai ficar bem à vontade.
O carro é uma minivan espaçosa, que ainda tem o banco Banco traseiro totalmente reclinável. Ela aciona o mecanismo e deixa o encosto na horizontal com o assento, quase virando uma cama.
- Quero fazer amor com você, meu bem, aqui, me sinto uma menininha, tô muito tesuda, minha vida.
Eles se beijam com carinho. Ela desabotoou a saia de novo por completo, deixando só o cinto, as pernas enfiadas na meia-calça já levantam o pau do filho na hora. Ela ajuda ele a desabotoar a calça também e puxar até os joelhos.
- Seu safado... Você consegue me deixar com um tesão que ninguém nunca conseguiu antes.
Agora ela tenta se posicionar e se abrir pra ele possuir ela. Não consegue achar uma posição confortável apesar do espaço do carro, e decide ficar de bruços. Dobra um pouco os joelhos, se abrindo, na posição da perereca. Ele já viu ela pelada várias vezes e quando transam no sofá ele adora olhar pra ela quando termina e ela levanta pra ir pro banheiro. Aí ele fica admirando o corpo dela, ainda bem definido de mulher, com os quadris largos e a bunda rebolando (ela faz de propósito, sabe que o filho tá olhando). Mas agora é diferente, ele tem ela ali, de bruços, a bunda meio levantada, carnuda, firme, tentadora. Sempre comeu ela na posição clássica, agora é algo novo que surpreende ele e deixa ele meio besta.
Ela olha pra trás com aquele sorriso safado.
- Gostou, meu bem? Pega, é seu...
Ele acaricia as nádegas, redondas, quentes e as coxas na parte que a meia-calça deixa de fora. Já tá com o pau duro igual a um poste. Ela joga a mão pra trás e pega ele, pra garantir que tá pronto.
- Sobe em cima de mim, minha vida. Com cuidado.
Mesmo o garoto sendo alto e com bastante corpo, consegue se encaixar com relativa facilidade entre as coxas da mãe. Se abaixando um pouco, porque o teto do carro não deixa ele ficar mais ereto, ele toma posse da mãe. Mais uma vez. Posse. Doce. Deliciosa. O calor da mulher o embriaga toda vez que a faz sua. Agora ele está meio agitado, um pouquinho nervoso. Não consegue esquecer que estão no carro, num estacionamento. Mas a bunda da mãe é poderosa e ajuda ele a superar o transe. Excita ele pra caralho a postura da mamãe, de bruços, com a bunda empinada. Ele separa bem as nádegas dela com as mãos e aperta, entrando nela. Faz sempre bem, bem devagar, bem lentamente. Como se tivesse medo de machucá-la. O poderoso membro juvenil, ereto ao máximo, vai percorrendo a buceta da madrasta por toda sua extensão. Um caminho de prazer, um percurso que ele faz ser longo, paciente, até bater o púbis na carne maternal e ficar ali, imóvel, sentindo as doces sensações que ela transmite. Ela solta um gemido quase constante, ritmado, terno, ao se sentir totalmente preenchida. Ela sente perfeitamente dentro de si a tremenda dureza do pau.
A mãe agora se apoia um pouco mais nos joelhos, levantando mais os quadris, quase na posição de quatro. A visão da bunda da mulher enquanto ele a penetra faz o garoto chegar à máxima excitação.
- Mamãe... Mamãe...
Ela sabe bem o que acontece quando ele a chama assim. Que ele está prestes a gozar.
- Espera, espera, amor. Tira um pouco... isso. Esfria um pouco, não termina tão cedo, ainda temos uma hora. Quero aproveitar ao máximo.
- Tá bom, mamãe. Do jeito que você quiser.
Ele tira e refresca um pouco. Ela agora aconselha como ele deve continuar.
- Pega ele com a mão. Roda toda a minha bucetinha, assim você me mantém excitada e você aguenta mais por não estar enfiado.
Ele faz isso. Sempre obediente, seu garoto. Pega o pauzão e desliza a cabeça pela fenda gostosa da madura. Ela está totalmente dilatada, sua boceta agora está maior.
- Roda mais pra cima, assim...
Toda a área está encharcada de fluido vaginal. A umidade facilita o deslizamento.
- Vai, gostoso, isso aí…
Agora ele tá roçando a região anal. É novidade pros dois. Tão descobrindo sensações novas. A madrasta, nessa tarde, tá com uma excitação muito especial, nada parece segurar ela.
- Cê gostaria de enfiar lá atrás, meu anjo?
- Por trás?
- Claro, amor. No bumbum.
- Não sei se vou saber, mãe.
- Vai fazer direitinho, lindo. Nós dois vamos aprender, já já cê vai ver.
- Cê nunca fez isso?
- Não, minha vida. Seu pai foi meio sem graça nessas coisas. Aperta um pouco enquanto esfrega. Quando passar no buraquinho, empurra de leve… isso… isso… aí… Aiiiiiiiiiiiiiiiiii…!
O cu se dilata com o roçar, estica, convidando pra brincadeira.
- Espera um instante, amor. Me dá a bolsa, a gente precisa de um lubrificante, assim não dá.
Ela pega uma caixinha com creme hidratante, serve pro caso.
- Toma, lindo. Passa creme bem no pau. Mais, enche ele bem, assim, bem ensopado. Vamo começar de novo, cê quer?
- Quero, mãe.
Volta o esfregar, volta o empurrar. Lubrificado o membro, dessa vez foi. Entrou uma boa parte.
- Aiiiiiiiiiiiiiiiiii…!!! Porra, devagar, devagaaaar… que cê tem ele muito grande.
- Tá doendo, mãe? Tiro ele?
- Nem pensa…! Deixa ele enfiado aí, que vou me acostumando. Agora ou nunca. Espera, quieto, quieto…
Passam uns minutos. O moleque tá imóvel, com parte do pau dentro. Ela tenta se acostumar, tá muito aberta, muito excitada, mas custa. É virgem naquele lugar.
- Ufffffff… que tremendo, o que cê tem enfiado em mim. Acho que vou me cagar…
Tem que ser corajosa pra enfiar o tamanho do filho, mas ela tá conseguindo.
- Empurra mais um pouco, meu amor… Cê tá gostando? É feliz metendo no cu da mamãe?
Chegou na metade. Ela começa a relaxar. Vai aguentando melhor a pressão. - Mete a mão por baixo, filho. Isso, é assim, pra tocar na minha bucetinha. Procura o clitóris, isso, isso, minha vida, que delícia.
É algo diferente, que eu nunca tinha sentido. A penetração anal e a excitação do clitóris estão levando ela ao nível máximo.
- Sabe de uma coisa, filho?...
- O quê, mãe?
- Caramba, como eu gostoooo… Como eu gosto muitããão… Não sei como te dizer, não é a mesma coisa de sempre. É, é…não sei, muito gostoso, dói um pouco, mas tô muito à vontade. Que gostoso, que gostoso, meu céu. Como você faz bem pra mamãe. Agora, meu amor… vem, enfia ela toda, mas devagar, devagarinho, já, jááá… aí.
O jovem empurra lentamente até alojar todo o membro no reto da madrasta. Ela fica assim, empalada, de bruços, o cabelo bagunçado, meio suada. Mas excitada como nunca esteve. Ela já pressente o que vai vir, é impossível aguentar mais a vontade de explodir sem freio.
Já totalmente relaxada, a senhora aperta agora o esfíncter anal, brincando com a estaca que tem enfiada. Ele acelera agora a massagem que está fazendo com os dedos no sexo da mãe. O clitóris está duro, inchado.
- Não aguento mais, não aguento mais, filho… Minha vida… Meu menino… meu amor… me dá tudo, tudo, já tô, já, já…..
Nesse momento, a mulher sente o jato potente de esperma dentro dela.
- Ohhhhhhhhhhhhhhhh……………..Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
É mais um grito que um gemido. Intenso. Espetacular. O orgasmo a levou pra outra dimensão.
Agora ele vai tirando devagar. Os dois estão saciados, satisfeitos. Ficam um momento deitados, saboreando os últimos beijos. Ela volta à realidade, se levanta um pouco e com a mão limpa um pouco o vidro, pra dar uma olhada.
- Ainda bem, não tem ninguém por aqui… Uffffff. Nunca tinha sentido nada igual. Obrigada, filho. Nunca vou esquecer o estacionamento da Espanha… hahahaha. Vamos, a gente tá no tempo certo.
Eles se arrumam e chegam em o momento em que a irmãzinha aparece. A garota entra no carro e pergunta o que compraram.
- Nada, filha. Seu irmão não gostou de nada do que tinha.
- Que exigente ele tá ficando – diz a irmã distraidamente, enquanto começa a mexer no celular, sem mais interesse.
Na frente do carro, os dois amantes trocam um olhar cúmplice.
A madrasta está entediada e de mau humor pra caralho. O marido tá em casa há dez dias, sem poder ir trabalhar, com uma lesão no tornozelo que vai deixar ele imobilizado umas três semanas. A maioria das mulheres acha que marido em casa é um estorvo. E além disso, ela teve uma baita discussão com ele hoje de manhã por causa de assuntos de família e passaram o dia quase sem se falar. Ele no escritório dele revisando papéis e ela na sala viu um pouco de TV, e agora começa a ficar nervosa, como se estivesse meio enjaulada.
Ela decide que vai sair um pouco mais cedo pra buscar a menina na saída da escola e, enquanto a garota depois vai pra academia, aproveitar pra fazer umas compras… bom… pensando melhor, vou ligar pro menino, pra ele me acompanhar e a gente toma alguma coisa antes de voltar. Ela faz a ligação pra garantir que ele vai estar disponível.
- Oi, amor.. já terminou as aulas mais cedo?
- Já terminei, mãe, tô na biblioteca.
- Quer me acompanhar enquanto sua irmã termina as atividades?
- Claro, mãe. Fala onde a gente se encontra.
- Bem, na porta da escola da sua irmã, daqui a 45 minutos.
- Beleza. Até logo, mãe.
A madura se prepara pra sair. Hoje ela quer ficar gostosa. Escolhe a saia que mais gosta, uma saia cinza, na altura da panturrilha, com botões na frente de cima a baixo. Ela adora desabotoar até um pouco acima do joelho, acha muito sexy. Decide também usar meias, meias 7/8, de renda, pretas, com liga embutida. Ela se sente totalmente diferente, sexy pra caralho. Pra parte de cima, uma jaqueta de couro preta, ajustada na cintura, que mostra bem a silhueta dela. Sapato de salto combinando.
Ela se olha no espelho e se acha Fantástica. Meia-volta, pra se olhar por trás no espelho e aí encontra um problema.
- Poxa... a calcinha tá marcando demais... que merda. Vou ter que vestir uma calça jeans agora, sendo que eu tava tão bem.
Começa a pensar no assunto, mas logo encontra solução. Se sente ousada.
- Bom, que se dane... um dia é um dia... vai pra puta que pariu... sem roupa íntima!
Enfia as mãos por baixo da saia, levantando o suficiente pra pegar a peça íntima e tirar pelos pés, dobra e guarda na bolsa por precaução.
- Hoje vou ficar fresquinha...
Pega a bolsa e as chaves do carro, e ao passar pela porta do escritório onde o marido está, sem nem parar, se despede sem vontade:
- Vou buscar os meninos e fazer umas compras.
- Tá. – ele também responde com a voz seca.
Ela sai no patamar da escada e espera o elevador, ainda mais irritada com o marido. Pra si mesma, diz com raiva contida:
- O filho da puta nojento... Cada dia me dá mais prazer em botar chifre nele com o filho dele...
Chega na hora certa na porta da escola da menina. Estaciona por uns momentos em fila dupla, a área é ampla e tranquila e assim costuma esperar todo dia, pra levar a filha pra casa, exceto uma vez por semana, que é hoje, e leva ela pra uma academia perto, onde tem aulas de idioma e música por duas horas.
Agora chega o irmão dela. Abre a porta às pressas por causa da chuva e senta do lado dela no banco da frente. Trocam um beijo de cortesia.
- Oi, amor, como foi seu dia?
- Bem, mãe, obrigado. E você, como tá?
- Bom, não muito contente. Discuti com seu pai...
- Já percebi no almoço. Bom, passa logo, como das outras vezes.
- É, espero que sim, mas tô de muito mau humor. E com vontade de me vingar um pouco...
- Se vingar?.. Como?
Ela lança um olhar insinuante, malicioso, acompanhada de um sorriso bem safado, olhando pra ele de cima a baixo.
— Cê acha o quê, meu bem?
— Mãããããe…
— Pois é, hoje quando saí de casa, falei comigo mesma: que bom que eu tô enganando teu pai com você. Ele merece. Não me dá atenção ultimamente. Além disso, tá em casa há dez dias, e tá muito chato. E ainda por cima não posso ficar um tempinho a sós com meu menino…
O garoto não responde. Nessas horas, quando a mãe se insinua com aquela cara de pau, sempre aparece aquela timidez que ele nunca consegue vencer de vez. Fica um silêncio curto, enquanto esperam a menina sair. Ele olha pela janela pra ver se ela aparece. Ela, enquanto isso, desabotoa três botões da saia e faz um cruzamento de pernas bem estudado. As coxas brilham lindonas com a meia preta.
— Cê gostou de como eu me vesti hoje, meu bem?
Quando ele se vira e olha pra ela, o garoto dá um pulo de susto.
— Aaah, mãe, mããããe…
— Tô vendo que cê gostou… hahaha… olha, olha…
Ela, toda provocante, cheia de tesão, afasta bem a saia de um lado. Mostra descaradamente não só o final da meia, onde acaba a rendinha fina e começa a coxa nua, mas também puxa a saia mais pro lado do quadril, mostrando ele pelado.
— Mãe… não… não… cê não tá usando nada por baixo!
— Pois é, meu amor, nada de nada. Fico confortável assim, fresquinha. Cê se importa?
— Não, claro que não…
— Me diz, cê sentiu muita saudade de mim esses dias, que teu pai tá em casa?
— Sim, claro, mãe, muita.
— Cê não pôde aproveitar com a mamãe, né… cê se masturbou, não foi?
O garoto faz uma cara de vergonha, fica meio vermelho, olha pela janela.
— Fala que sim, meu anjo… a mamãe adora que você deseje ela muito. A mamãe é feliz imaginando você se excitando de noite, no seu quarto, pensando em mim… Cê faz isso?
— Sim, claro que sim, muitas vezes… Mesmo já sendo sua amante, o garoto ainda tem dificuldade em falar sobre o assunto. Mas ela é habilidosa e consegue arrancar tudo dele, adora ser safada e ouvir ele contar as coisas.
— E no que você pensa quando faz isso? Também pensa em alguma colega de classe?
— Não, mãe, só em você. Nos seus peitos. Nas suas pernas quando você as abre, em tudo.
A madura sente a buceta ficar molhada, tomando vida própria.
— Vou manchar a saia — ela diz baixinho, como se pensasse em voz alta.
— O que você disse, mãe?
— Nada, coisa minha. Sua irmã está vindo…
Ela ajeita a saia antes da menina chegar no carro.
— Oiiii, meu anjo, tudo bem?
— Tudo bem, mãe. Vamos, que vou me atrasar pro cursinho. Vocês vão aonde enquanto isso?
— Talvez a gente vá no El Corte Inglés, seu irmão quer ver umas roupas.
Em poucos minutos, deixam a irmã no cursinho, onde vai ficar umas duas horas. Ela volta em direção ao centro da cidade. Passa perto do shopping e continua.
— Mãe, acho que você passou do ponto…
Ela não responde. Já tem algo na cabeça. Mas fica calada. Uns minutos depois, chegam na Plaza de España. O carro entra no enorme estacionamento subterrâneo.
— Dava pra ter estacionado melhor no estacionamento do El Corte Inglés, isso vai ficar longe pra gente. Ou você quer ver alguma loja por aqui perto? — diz o garoto, na inocência dele.
— Não vamos a loja nenhuma, vamos ficar aqui.
O carro passa pelo primeiro andar, e mesmo tendo vagas livres, ela desce pro segundo, que está quase vazio. Estaciona no canto mais afastado. A garoa e o frio lá fora, em contraste com a temperatura interna do carro, deixam os vidros totalmente embaçados. Não dá pra ver nada do que tem dentro.
— Vem, meu anjo. — ela diz. — Vamos pro banco de trás. Aqui a gente vai ficar bem à vontade.
O carro é uma minivan espaçosa, que ainda tem o banco Banco traseiro totalmente reclinável. Ela aciona o mecanismo e deixa o encosto na horizontal com o assento, quase virando uma cama.
- Quero fazer amor com você, meu bem, aqui, me sinto uma menininha, tô muito tesuda, minha vida.
Eles se beijam com carinho. Ela desabotoou a saia de novo por completo, deixando só o cinto, as pernas enfiadas na meia-calça já levantam o pau do filho na hora. Ela ajuda ele a desabotoar a calça também e puxar até os joelhos.
- Seu safado... Você consegue me deixar com um tesão que ninguém nunca conseguiu antes.
Agora ela tenta se posicionar e se abrir pra ele possuir ela. Não consegue achar uma posição confortável apesar do espaço do carro, e decide ficar de bruços. Dobra um pouco os joelhos, se abrindo, na posição da perereca. Ele já viu ela pelada várias vezes e quando transam no sofá ele adora olhar pra ela quando termina e ela levanta pra ir pro banheiro. Aí ele fica admirando o corpo dela, ainda bem definido de mulher, com os quadris largos e a bunda rebolando (ela faz de propósito, sabe que o filho tá olhando). Mas agora é diferente, ele tem ela ali, de bruços, a bunda meio levantada, carnuda, firme, tentadora. Sempre comeu ela na posição clássica, agora é algo novo que surpreende ele e deixa ele meio besta.
Ela olha pra trás com aquele sorriso safado.
- Gostou, meu bem? Pega, é seu...
Ele acaricia as nádegas, redondas, quentes e as coxas na parte que a meia-calça deixa de fora. Já tá com o pau duro igual a um poste. Ela joga a mão pra trás e pega ele, pra garantir que tá pronto.
- Sobe em cima de mim, minha vida. Com cuidado.
Mesmo o garoto sendo alto e com bastante corpo, consegue se encaixar com relativa facilidade entre as coxas da mãe. Se abaixando um pouco, porque o teto do carro não deixa ele ficar mais ereto, ele toma posse da mãe. Mais uma vez. Posse. Doce. Deliciosa. O calor da mulher o embriaga toda vez que a faz sua. Agora ele está meio agitado, um pouquinho nervoso. Não consegue esquecer que estão no carro, num estacionamento. Mas a bunda da mãe é poderosa e ajuda ele a superar o transe. Excita ele pra caralho a postura da mamãe, de bruços, com a bunda empinada. Ele separa bem as nádegas dela com as mãos e aperta, entrando nela. Faz sempre bem, bem devagar, bem lentamente. Como se tivesse medo de machucá-la. O poderoso membro juvenil, ereto ao máximo, vai percorrendo a buceta da madrasta por toda sua extensão. Um caminho de prazer, um percurso que ele faz ser longo, paciente, até bater o púbis na carne maternal e ficar ali, imóvel, sentindo as doces sensações que ela transmite. Ela solta um gemido quase constante, ritmado, terno, ao se sentir totalmente preenchida. Ela sente perfeitamente dentro de si a tremenda dureza do pau.
A mãe agora se apoia um pouco mais nos joelhos, levantando mais os quadris, quase na posição de quatro. A visão da bunda da mulher enquanto ele a penetra faz o garoto chegar à máxima excitação.
- Mamãe... Mamãe...
Ela sabe bem o que acontece quando ele a chama assim. Que ele está prestes a gozar.
- Espera, espera, amor. Tira um pouco... isso. Esfria um pouco, não termina tão cedo, ainda temos uma hora. Quero aproveitar ao máximo.
- Tá bom, mamãe. Do jeito que você quiser.
Ele tira e refresca um pouco. Ela agora aconselha como ele deve continuar.
- Pega ele com a mão. Roda toda a minha bucetinha, assim você me mantém excitada e você aguenta mais por não estar enfiado.
Ele faz isso. Sempre obediente, seu garoto. Pega o pauzão e desliza a cabeça pela fenda gostosa da madura. Ela está totalmente dilatada, sua boceta agora está maior.
- Roda mais pra cima, assim...
Toda a área está encharcada de fluido vaginal. A umidade facilita o deslizamento.
- Vai, gostoso, isso aí…
Agora ele tá roçando a região anal. É novidade pros dois. Tão descobrindo sensações novas. A madrasta, nessa tarde, tá com uma excitação muito especial, nada parece segurar ela.
- Cê gostaria de enfiar lá atrás, meu anjo?
- Por trás?
- Claro, amor. No bumbum.
- Não sei se vou saber, mãe.
- Vai fazer direitinho, lindo. Nós dois vamos aprender, já já cê vai ver.
- Cê nunca fez isso?
- Não, minha vida. Seu pai foi meio sem graça nessas coisas. Aperta um pouco enquanto esfrega. Quando passar no buraquinho, empurra de leve… isso… isso… aí… Aiiiiiiiiiiiiiiiiii…!
O cu se dilata com o roçar, estica, convidando pra brincadeira.
- Espera um instante, amor. Me dá a bolsa, a gente precisa de um lubrificante, assim não dá.
Ela pega uma caixinha com creme hidratante, serve pro caso.
- Toma, lindo. Passa creme bem no pau. Mais, enche ele bem, assim, bem ensopado. Vamo começar de novo, cê quer?
- Quero, mãe.
Volta o esfregar, volta o empurrar. Lubrificado o membro, dessa vez foi. Entrou uma boa parte.
- Aiiiiiiiiiiiiiiiiii…!!! Porra, devagar, devagaaaar… que cê tem ele muito grande.
- Tá doendo, mãe? Tiro ele?
- Nem pensa…! Deixa ele enfiado aí, que vou me acostumando. Agora ou nunca. Espera, quieto, quieto…
Passam uns minutos. O moleque tá imóvel, com parte do pau dentro. Ela tenta se acostumar, tá muito aberta, muito excitada, mas custa. É virgem naquele lugar.
- Ufffffff… que tremendo, o que cê tem enfiado em mim. Acho que vou me cagar…
Tem que ser corajosa pra enfiar o tamanho do filho, mas ela tá conseguindo.
- Empurra mais um pouco, meu amor… Cê tá gostando? É feliz metendo no cu da mamãe?
Chegou na metade. Ela começa a relaxar. Vai aguentando melhor a pressão. - Mete a mão por baixo, filho. Isso, é assim, pra tocar na minha bucetinha. Procura o clitóris, isso, isso, minha vida, que delícia.
É algo diferente, que eu nunca tinha sentido. A penetração anal e a excitação do clitóris estão levando ela ao nível máximo.
- Sabe de uma coisa, filho?...
- O quê, mãe?
- Caramba, como eu gostoooo… Como eu gosto muitããão… Não sei como te dizer, não é a mesma coisa de sempre. É, é…não sei, muito gostoso, dói um pouco, mas tô muito à vontade. Que gostoso, que gostoso, meu céu. Como você faz bem pra mamãe. Agora, meu amor… vem, enfia ela toda, mas devagar, devagarinho, já, jááá… aí.
O jovem empurra lentamente até alojar todo o membro no reto da madrasta. Ela fica assim, empalada, de bruços, o cabelo bagunçado, meio suada. Mas excitada como nunca esteve. Ela já pressente o que vai vir, é impossível aguentar mais a vontade de explodir sem freio.
Já totalmente relaxada, a senhora aperta agora o esfíncter anal, brincando com a estaca que tem enfiada. Ele acelera agora a massagem que está fazendo com os dedos no sexo da mãe. O clitóris está duro, inchado.
- Não aguento mais, não aguento mais, filho… Minha vida… Meu menino… meu amor… me dá tudo, tudo, já tô, já, já…..
Nesse momento, a mulher sente o jato potente de esperma dentro dela.
- Ohhhhhhhhhhhhhhhh……………..Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
É mais um grito que um gemido. Intenso. Espetacular. O orgasmo a levou pra outra dimensão.
Agora ele vai tirando devagar. Os dois estão saciados, satisfeitos. Ficam um momento deitados, saboreando os últimos beijos. Ela volta à realidade, se levanta um pouco e com a mão limpa um pouco o vidro, pra dar uma olhada.
- Ainda bem, não tem ninguém por aqui… Uffffff. Nunca tinha sentido nada igual. Obrigada, filho. Nunca vou esquecer o estacionamento da Espanha… hahahaha. Vamos, a gente tá no tempo certo.
Eles se arrumam e chegam em o momento em que a irmãzinha aparece. A garota entra no carro e pergunta o que compraram.
- Nada, filha. Seu irmão não gostou de nada do que tinha.
- Que exigente ele tá ficando – diz a irmã distraidamente, enquanto começa a mexer no celular, sem mais interesse.
Na frente do carro, os dois amantes trocam um olhar cúmplice.
2 comentários - Minha madrasta gostosa (2)