Era uma noite numa suíte elegante e discreta, num hotel afastado da cidade. A luz dourada e baixa banhava tudo com calor, e o ar tava denso com cheiro de perfume, pele quente e lubrificante. Eu tava de joelhos no centro do quarto, peladão, com as bochechas queimando de vergonha e o coração batendo violento na garganta.
Na minha frente, quatro garotas transexuais absolutamente gostosas me olhavam com desejo.
A de pele canela quente e cabelo preto comprido tinha uma piroca grossa, cheia de veias e perfeitamente reta que me deixava louco. Do lado dela, uma ruiva de pele pálida e curvas suaves exibia uma piroca mais fina, mas comprida, elegantemente curvada para cima. A terceira, uma beleza latina de corpo atlético e pele morena, tinha a piroca mais grossa e pesada, quase tão larga quanto meu pulso. A quarta, uma loira de olhos claros e pele clara, mostrava uma piroca longa e fina, levemente curvada. Todas estavam duras, brilhando, todas gotejando por mim.
A de pele morena chegou primeiro. Ela levantou meu queixo com carinho e sussurrou: «É sua primeira vez, né? Não tenha medo, gatinho… a gente vai fazer você se sentir tão bem.»
O beijo dela foi lento, profundo, com lábios macios e língua experiente. Enquanto me beijava, desci a mão timidamente e envolvi a rola quente dela. Era tão grossa, tão dura e pulsante… masturbei ela com reverência, fascinado pelo calor e pelo peso. Ela gemeu baixinho contra minha boca, e aquele som me desmontou por completo.
Atrás de mim, a ruiva separou minhas nádegas com cuidado. Senti o lubrificante frio escorrendo pela minha racha virgem, e então um dos dedos finos dela pressionando, entrando devagar. Soltei um gemido longo, quase feminino, que me envergonhou e me excitou ao mesmo tempo.
"Olha como ela se abre..." murmurou a loira.
A ruiva colocou um segundo dedo, depois um terceiro, girando eles, me abrindo com paciência. Roçavam aquele ponto sensível uma e outra vez, fazendo meu corpo tremer e babar escorrer da minha boca. Minha buceta se contraía e relaxava em volta dos dedos delas, chupando eles com uma fome vergonhosa.
Me levaram pra cama e me colocaram de quatro. A de pele morena se ajoelhou na minha frente e me ofereceu a rola dela. Olhei pra ela por um segundo — tremendo entre desejo e medo — e abri a boca.
Enfiei devagar, sentindo como me preenchia: quente, macia por fora, dura por dentro, com aquele gosto salgado e levemente doce que inundou minha língua. Chupei com a inexperiência de um iniciante, mas com devoção absoluta, enquanto ela acariciava meu cabelo e gemia baixinho.
Ao mesmo tempo, a ruiva pressionou a cabeça da pica dela contra minha entrada. E empurrou…
Arde. Queima. Meu anel virgem se abriu centímetro por centímetro em volta da grossura dela. A dor era intensa, mas se transformava rápido num prazer profundo e animal. Eu gemia forte em volta da pica que tinha na boca. Ela continuou entrando até os quadris dela baterem na minha bunda e os ovos pesados dela descansarem contra os meus. Eu tava completamente cheio. Possuído.
Começou a me foder com estocadas lentas e profundas. Cada vez que saía, meu cu se sentia vazio e implorando; cada vez que entrava, roçava minha próstata e me fazia ver estrelas. Meu próprio pau pendia pesado, soltando fios longos e contínuos de porra prévia nos lençóis.
As outras não quiseram esperar. A loira se juntou do lado do meu rosto e logo eu tava alternando entre as duas pirocas delas, lambendo, beijando, tentando enfiar as duas ao mesmo tempo enquanto minha boca se esticava até o limite.
A beleza latina substituiu a ruiva atrás de mim. A rola dela era mais grossa. Senti meu buraco se abrindo ainda mais pra receber ela e soltei um gemido de prazer. Ela me comeu mais forte, segurando meus quadris com firmeza pra eu não escapar, me usando com desejo e elegância.
Depois me deitaram de costas, com as pernas dobradas contra o peito, completamente exposto. A latina me penetrou olhando nos meus olhos, os peitos perfeitos dela balançando no ritmo das estocadas.
A pele canela decidiu que queria usar minha boca de novo, me segurou pela cabeça com as duas mãos jogando ela pra trás, e meteu na minha boca com mais força. A loira se ajoelhou e pegou meu pau entre os lábios dela.
A ruiva, impaciente por não ter nenhuma parte minha que pudesse usar, se posicionou atrás da latina e, com um movimento gracioso, a penetrou de uma só vez. Senti o pau dentro de mim se enrijecer violentamente, crescendo ainda mais. A latina grunhiu e despejou toda aquela nova intensidade na minha bunda, me comendo mais fundo e mais selvagem.
Trocamos de posições por quase uma hora. A beleza latina me comeu de quatro.
A loira me usou contra a parede,
a de pele canela me fez montar nela,
E a ruiva, que não sabia que tinha tanta força, eu como ela no ar.
Num instante, a ruiva e a loira tentaram me penetrar ao mesmo tempo. Minha mente, perdida no calor do momento, estava pronta, mas meu corpo não aguentou direito. Depois de algumas tentativas cuidadosas, elas desistiram e continuaram se revezando.
Mudar de posição de novo e todas voltaram ao ataque.
Sentia minha buceta se abrindo mais, se acostumando a ser usada. O prazer era tão intenso que minhas pernas tremiam.
Todas elas me pegaram.
No final, eu estava completamente entregue. Uma debaixo me fodendo enquanto eu cavalgava, outra atrás penetrando ela, outra sem trégua usando minha boca, mãos por toda parte, peitos roçando minha pele.
E aí o clímax veio como uma onda imparável. Uma atrás da outra gozaram. Senti como a primeira encheu meu cu com jatos quentes e grossos de porra; como me inundou por dentro, e como transbordava enquanto ela continuava me comendo. Outra gozou na minha boca e engoli tudo que pude entre gemidos abafados. O resto pintou meu peito, barriga e cara. Meu próprio orgasmo me atravessou como um raio: gozei sem ninguém tocar na minha piroca, me contraindo violentamente em volta da piroca que ainda me comia, soltando jatos fortes sobre meu torso enquanto tremia inteiro.
Estava aberto. Usado. Cheio do sêmen dele.
Era minha fantasia mais extrema, e tinha se tornado realidade.
E pela primeira vez na minha vida, me senti completamente viva.
Na minha frente, quatro garotas transexuais absolutamente gostosas me olhavam com desejo.
A de pele canela quente e cabelo preto comprido tinha uma piroca grossa, cheia de veias e perfeitamente reta que me deixava louco. Do lado dela, uma ruiva de pele pálida e curvas suaves exibia uma piroca mais fina, mas comprida, elegantemente curvada para cima. A terceira, uma beleza latina de corpo atlético e pele morena, tinha a piroca mais grossa e pesada, quase tão larga quanto meu pulso. A quarta, uma loira de olhos claros e pele clara, mostrava uma piroca longa e fina, levemente curvada. Todas estavam duras, brilhando, todas gotejando por mim.
A de pele morena chegou primeiro. Ela levantou meu queixo com carinho e sussurrou: «É sua primeira vez, né? Não tenha medo, gatinho… a gente vai fazer você se sentir tão bem.»
O beijo dela foi lento, profundo, com lábios macios e língua experiente. Enquanto me beijava, desci a mão timidamente e envolvi a rola quente dela. Era tão grossa, tão dura e pulsante… masturbei ela com reverência, fascinado pelo calor e pelo peso. Ela gemeu baixinho contra minha boca, e aquele som me desmontou por completo.
Atrás de mim, a ruiva separou minhas nádegas com cuidado. Senti o lubrificante frio escorrendo pela minha racha virgem, e então um dos dedos finos dela pressionando, entrando devagar. Soltei um gemido longo, quase feminino, que me envergonhou e me excitou ao mesmo tempo. "Olha como ela se abre..." murmurou a loira.
A ruiva colocou um segundo dedo, depois um terceiro, girando eles, me abrindo com paciência. Roçavam aquele ponto sensível uma e outra vez, fazendo meu corpo tremer e babar escorrer da minha boca. Minha buceta se contraía e relaxava em volta dos dedos delas, chupando eles com uma fome vergonhosa.Me levaram pra cama e me colocaram de quatro. A de pele morena se ajoelhou na minha frente e me ofereceu a rola dela. Olhei pra ela por um segundo — tremendo entre desejo e medo — e abri a boca.

Enfiei devagar, sentindo como me preenchia: quente, macia por fora, dura por dentro, com aquele gosto salgado e levemente doce que inundou minha língua. Chupei com a inexperiência de um iniciante, mas com devoção absoluta, enquanto ela acariciava meu cabelo e gemia baixinho.
Ao mesmo tempo, a ruiva pressionou a cabeça da pica dela contra minha entrada. E empurrou… Arde. Queima. Meu anel virgem se abriu centímetro por centímetro em volta da grossura dela. A dor era intensa, mas se transformava rápido num prazer profundo e animal. Eu gemia forte em volta da pica que tinha na boca. Ela continuou entrando até os quadris dela baterem na minha bunda e os ovos pesados dela descansarem contra os meus. Eu tava completamente cheio. Possuído.
Começou a me foder com estocadas lentas e profundas. Cada vez que saía, meu cu se sentia vazio e implorando; cada vez que entrava, roçava minha próstata e me fazia ver estrelas. Meu próprio pau pendia pesado, soltando fios longos e contínuos de porra prévia nos lençóis.
As outras não quiseram esperar. A loira se juntou do lado do meu rosto e logo eu tava alternando entre as duas pirocas delas, lambendo, beijando, tentando enfiar as duas ao mesmo tempo enquanto minha boca se esticava até o limite.
A beleza latina substituiu a ruiva atrás de mim. A rola dela era mais grossa. Senti meu buraco se abrindo ainda mais pra receber ela e soltei um gemido de prazer. Ela me comeu mais forte, segurando meus quadris com firmeza pra eu não escapar, me usando com desejo e elegância.Depois me deitaram de costas, com as pernas dobradas contra o peito, completamente exposto. A latina me penetrou olhando nos meus olhos, os peitos perfeitos dela balançando no ritmo das estocadas.
A pele canela decidiu que queria usar minha boca de novo, me segurou pela cabeça com as duas mãos jogando ela pra trás, e meteu na minha boca com mais força. A loira se ajoelhou e pegou meu pau entre os lábios dela.
A ruiva, impaciente por não ter nenhuma parte minha que pudesse usar, se posicionou atrás da latina e, com um movimento gracioso, a penetrou de uma só vez. Senti o pau dentro de mim se enrijecer violentamente, crescendo ainda mais. A latina grunhiu e despejou toda aquela nova intensidade na minha bunda, me comendo mais fundo e mais selvagem.
Trocamos de posições por quase uma hora. A beleza latina me comeu de quatro.
A loira me usou contra a parede,
a de pele canela me fez montar nela,
E a ruiva, que não sabia que tinha tanta força, eu como ela no ar.
Num instante, a ruiva e a loira tentaram me penetrar ao mesmo tempo. Minha mente, perdida no calor do momento, estava pronta, mas meu corpo não aguentou direito. Depois de algumas tentativas cuidadosas, elas desistiram e continuaram se revezando.
Mudar de posição de novo e todas voltaram ao ataque. Sentia minha buceta se abrindo mais, se acostumando a ser usada. O prazer era tão intenso que minhas pernas tremiam.

Todas elas me pegaram. No final, eu estava completamente entregue. Uma debaixo me fodendo enquanto eu cavalgava, outra atrás penetrando ela, outra sem trégua usando minha boca, mãos por toda parte, peitos roçando minha pele.
E aí o clímax veio como uma onda imparável. Uma atrás da outra gozaram. Senti como a primeira encheu meu cu com jatos quentes e grossos de porra; como me inundou por dentro, e como transbordava enquanto ela continuava me comendo. Outra gozou na minha boca e engoli tudo que pude entre gemidos abafados. O resto pintou meu peito, barriga e cara. Meu próprio orgasmo me atravessou como um raio: gozei sem ninguém tocar na minha piroca, me contraindo violentamente em volta da piroca que ainda me comia, soltando jatos fortes sobre meu torso enquanto tremia inteiro.
Estava aberto. Usado. Cheio do sêmen dele. Era minha fantasia mais extrema, e tinha se tornado realidade.
E pela primeira vez na minha vida, me senti completamente viva.
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