Fala aí, poringa boys, vou deixar esse conto que vocês vão curtir:
Ela tem 46 anos e carrega o esplendor da maturidade, a majestade dos quarenta bem vividos que deixa algumas mulheres tão gostosas. É atraente e sabe disso. Percebe que os caras viram a cabeça quando ela passa na rua e se sente orgulhosa da sua elegância e feminilidade. Se cuidou pra caralho, e isso aparece no corpo, que ainda mantém uma figura harmoniosa.
Casou nova com um viúvo doze anos mais velho.
Quando se conheceram, ele tinha ficado sozinho com um menino de cinco anos. Ela cuidou do garoto como se fosse dela, e nunca fez diferença com a filha que depois teve com o marido. Foi uma mãe responsável e amorosa com os dois.
Apesar da diferença de idade, o marido a amou e ainda ama. Em todos os sentidos, mesmo que fisicamente agora ele já sofra um pouco mais. Ela foi e continua sendo muito mulher. Às vezes não consegue evitar a fantasia, a vontade de conhecer algo diferente, de cair naquelas propostas que de vez em quando algum amigo insinua. Mas continua fiel ao marido.
A filha do casal tem 12 anos. O filho — porque sempre foi filho dela e ela nunca se sentiu mãe substituta — tem 18 agora e ainda estuda. O moleque, mesmo sendo tão criança na época, foi consciente da morte da mãe biológica, mas amou ela como se fosse a própria mãe. É um garoto excelente, trabalhador, educado e bonito, mas muito tímido. Sofre por causa disso e os pais tentam ajudá-lo. Essa falta de confiança nele mesmo o torna introvertido, com dificuldade de se relacionar com as minas da idade dele.
Agora, com o pai trabalhando muitas horas fora de casa nos negócios e a irmã cheia de atividades escolares à tarde, eles passam muito tempo sozinhos. Têm uma boa relação de convivência, cada um no seu canto, se respeitam e colaboram.
Esta tarde de fim de verão está sendo meio... tediosa. Ela sentada no sofá, lê com uma cara meio entediada, enquanto olha pra televisão. O garoto no quarto dele, cuidando das coisas dele e tentando estudar um pouco.
São cinco da tarde e o jovem aparece na sala. Veste um calção esportivo leve e uma camiseta.
- Mãe... o que cê tá fazendo?
- Nada, filho, só passando o tempo. Tava pensando em sair pra fazer umas compras, mas vou deixar pra amanhã, não tô a fim de me trocar. E você, o que fez, estudou?
- Não.
- Não? E isso, tá acontecendo alguma coisa?
- Não, mãe. Tô bem... Bom, sei lá, não tenho certeza...
Ela larga o livro de lado e presta mais atenção nele.
- Vem, querido, senta aqui do meu lado. Me conta, o que que tá rolando.
- Olha, mãe. Cê sabe o que acontece comigo, né. Quero dizer, eu tenho dificuldade de ficar com garotas. E meus amigos têm as namoradas deles, ou comentam que tão com mulheres. Eu, nada disso, e me sinto estranho. Às vezes não consigo me concentrar, não estudo direito, fico meio nervoso.
Ela dá um sorriso carinhoso e complacente pra ele. Tá sentada num canto do sofá. Tem uma perna dobrada, apoiada no assento e por baixo da outra, numa postura bem jovem. Tá de roupão leve de ficar em casa.
- Eu entendo bem o que cê tá passando, querido. Vou te explicar. Vem, senta aqui, perto de mim.
Ela estica agora a perna que tava dobrada, deixando ela no assento. Faz ele sentar entre as pernas dela. Ele apoia as costas nela e a cabeça no ombro dela. Se sente mimado, a mãe adotiva sempre deu o maior carinho pra ele. Com ela, ele se sente seguro e os medos vão embora. Quando coloca o garoto sentado entre as pernas dela, o roupão abre meio que à força e as coxas da mulher ficam à mostra, lindas, bronzeadas pelo sol da praia, bem lisas e brilhantes.
- Olha, amor... – ela continua. – Cê virou homem sem perceber. E quando se chega na sua idade, tem umas necessidades, tão importantes quanto comer.
- Sim, mãe. Continua, tô gostando. me explica direito.
Ela segura ele pelo peito com um braço e aperta ele contra ela. Os dois continuam olhando a TV distraídos. Com a outra mão, acaricia o cabelo do garoto.
— Olha, querido. Na sua idade, é normal sentir uma grande atração por mulheres. A sexualidade é importante, é um chamado da natureza que a gente não pode evitar. E é gostoso viver e aproveitar isso.
— Sim, mãe, mas as garotas não dão muita bola pra mim, você sabe.
— Bom, você é um garoto tímido, mas vai superar isso, não se preocupa.
— É, é... mas meus amigos e colegas, acho que já perderam a virgindade...
— Kkkkkkk. Bom, filho, não liga muito pra isso, também é bem normal entre os garotos da sua idade se gabar e contar umas mentiras. Não acredita em tudo. Mas entendo que você já queira ter um relacionamento com uma garota. Você já é maior de idade e, como eu disse, a força da natureza tá chamando.
Agora ela desce a mão até o estômago do jovem e procura a cintura dele por baixo da camiseta. Encontra a pele dele e sobe a mão até o peito, acariciando. Ele se apoia mais nela e se deixa beijar nos cabelos, enquanto a mãe, já mais do que falar, sussurra devagar no ouvido dele.
— Mas você me vê normal, mãe...?
— Eu te vejo muito homem, meu amor. Eu sinto.
— Sente como?
— Bom, na verdade eu vejo, vejo agora...
A mãe faz um gesto leve com a mão na direção da cintura do garoto. Por baixo da calça leve do moletom, o volume potente da ereção do jovem é bem visível.
— Mãe, ufffffffffff, que vergonha...! Desculpa... — o filho se protege com as mãos, tentando esconder.
— Fica tranquilo, querido. — Ela afasta com cuidado as mãos do garoto e coloca uma em cada coxa dela. — Melhor assim, não precisa ter vergonha. Você deve se orgulhar da sua virilidade, não esconde. Além disso, adoro te ver.
Ela sente as mãos quentes do garoto nas pernas dela. De início, as mãos não se mexem, mas depois começam Um passeio suave pelas coxas.
—Mãe, você tem uma pele muito macia e umas pernas muito gostosas.
—Obrigada, querido. Fico feliz que você goste de mim como mulher.
A mão da mãe continua percorrendo o peito do filho, por baixo da camiseta. Ela continua beijando ele ternamente, no cabelo, agora nas orelhas.
—Acho que tenho que aliviar essa tensão que você está sentindo, querido. A mamãe vai te ajudar, você precisa disso, com essa tensão não consegue se concentrar.
—E como você vai fazer, mãe?
—Agora você vai ver, amor. Relaxa, não se preocupa com nada.
A mão da mulher desce agora do peito até a barriga dele. E continua descendo mais, até se enfiar por baixo da cintura elástica do calção esportivo.
—Queridooooooo... Caralho, que instrumentoooo...! E com essa arma você fica com complexo com as minas?
Ela pega delicadamente o membro, que está no máximo da ereção. O corpo do jovem se tensiona. Ela agora abaixa a cintura elástica e a cueca dele, deixando a piroca grossa no ar.
—Mãe, mãe... —a voz do garoto é um gemido meio angustiado—. Mãe, nunca fizeram isso comigo...
—Calma, amor. Você precisa disso, está muito tenso. Se deixa levar pela mamãe.
A mão da madrasta continua acariciando o pau do filho. Ela faz bem, com maestria, é uma mulher experiente. Sobe e desce, esticando a pele delicadamente pra cima e pra baixo, acariciando a cabeça com os dedos. O garoto afunda um pouco mais no assento, fecha os olhos, aperta agora as coxas da mãe, geme, meio com medo do que vai acontecer.
—Mãe... se você continuar assim, vou gozar... tô com vergonha...
—Não tem problema, meu amor. Quero ver você gozar.
Ela acelera o ritmo, apertando um pouco mais o pau. Sente na mão as contrações do jovem. Direciona a ponta do instrumento potente pra barriga do garoto e com a outra mão levanta a camiseta até o peito pra não sujar. E acerta, porque naquele momento um jorro forte de esperma escapa, e logo em seguida outro bem generoso, que vai longe. Pronto. Um terceiro espasmo e um novo jato, já mais fraco, encerra a gozada violenta.
O filho agora se sente perturbado. A punheta que a mãe deu nele o deixou confuso.
— Mãe, vou pegar algo pra limpar a gente, você sujou a mão.
— Não, querido, fica aqui. Casei com seu pai há muitos anos, céus, não vou ficar assustada com seu esperma agora. Quero ver ele aí, na sua barriga, adoro. Agora é quando mais sinto você como um homem de verdade.
A mãe agora brinca com o esperma. Com os dedos, vai espalhando pela barriga do garoto, como se fosse um creme. Quando termina, um restinho que fica nos dedos, ela leva à boca e lambe de leve…
— Mãããããe… Como você faz isso? Não te dá nojo?
— Não, querido… Você vai aprender com o tempo. Isso é sexo, sexo doce entre você e eu, e não tem nada que deva ser rejeitado. Descansa um pouco agora.
Passa um tempão. Ninguém diz nada, mas continuam abraçados. O garoto está calmo, relaxado, mas a juventude dele faz com que mantenha a ereção apesar da gozada intensa. A mãe observa.
— Você é um homem completo, querido. Vai fazer qualquer mulher muito feliz.
A mulher foi se excitando. Colocou nesse ato todo o carinho maternal, mas não é de pedra. Ela se sente molhada. Abre um pouco mais as coxas e aperta o filho mais contra ela. Agora deseja intensamente ser aproveitada. Mexe a cintura pra frente, tentando roçar a buceta no jovem, mas isso não leva a nada.
Ela empurra ele suavemente pra frente, pra ele se afastar um pouco, e pegando a camiseta, levanta até tirar.
— Fica de pé, querido. Tira tudo.
O filho se levanta e ela abaixa a calça e a cueca dele. Ele está espetacular, o corpo atlético com seus 18 anos brilha, com o pau totalmente duro.
— Senta de novo do meu lado. Vem.
Ela senta ele de novo entre as pernas dela. Ela está com o roupão bem arregaçado e as pernas totalmente nuas. Faz ele sentar um pouco de Ao lado, em vez de virar as costas como antes.
- Tá gostoso, querido?
- Muito, mamãe. Muito.
- O que você quer agora, meu anjo?
- Não sei, mamãe... Não... Não... não sei o que dizer.
- Eu sei o que você quer, querido. Você quer a mulher, quer descobrir o que é fazer amor. Quer carinho, quer fazer amor com a mamãe, quer me ver pelada?
O filho não responde, sobrecarregado. Mas as mãos dele vão agora até o decote da mulher madura e, timidamente, desabotoam um par de botões do roupão. Os peitos grandes da mulher são bem chamativos. Com o sutiã preto que ela tá usando, eles ficam empinados, túrgidos e orgulhosos. O garoto olha, extasiado, os olhos arregalados, atraído pelos peitos femininos como se fossem um ímã. Ela, complacente, decide ajudar. Tira agora o roupão, puxando as mangas e deixando ele abotoado só na cintura. Em seguida, com um gesto meio lascivo, lento, elegante, leva as mãos às costas e solta o fecho do sutiã. Tira as alças, deixando elas deslizarem devagar pelos ombros. Remove a peça. Se cobre um pouco com os braços, com um jeito inocente e safado ao mesmo tempo. Mas logo tira eles, deixando os peitos soberbos à mostra. Grandes, levemente caídos, mas carregados de um erotismo profundo. O jovem está pálido de emoção.
- O que você acha, meu amor?
O jovem também não diz nada, é como se tivesse ficado mudo de repente.
- Vamos, tá esperando o quê... Toca eles...
As mãos dele se animam. Com medo, acaricia a pele macia, lisa dos peitos maduros. Ela pega a mão dele e aperta forte contra o seio.
- Não tenha medo, minha vida... Aperta forte, aproveita, que você merece.
A ereção do garoto agora tá mais forte. A mãe vê e sorri. Se sente desejada. Chegou a hora e ela quer ser dele. Que ele se lembre dela pra sempre, como mãe, mas ao mesmo tempo como a primeira que fez dele homem. Pensar que o menino dela vai perder a virgindade dentro dela a inunda de felicidade.
- Vem, meu anjo, levanta de novo… espera um pouco…
O garoto se levanta de novo e ela se posiciona. Se deita completamente no sofá. Tira a calcinha preta e desabotoa o roupão. Uma perna dobrada com o pé apoiado no assento, o outro pé no chão. Muito nua. Muito mulher. Muito gostosa.
O filho dela agora senta no sofá aos pés dela. Ela se abre ainda mais. Sem vergonha. Tem a buceta depilada, linda. O filho treme um pouco, mas o olhar dele está grudado com carinho naquele ponto, entre as pernas da mulher. Ele só consegue gaguejar um pouco.
- Ma…mãe… Mamãe… Agora o que… que… que eu faço…
- Quero que você me penetre, minha vida, que seja homem pela primeira vez comigo. Quer?
- Sim, sim, mamãe, sim…
Ela abre os braços, com carinho. Um gesto doce de boas-vindas, infinitamente delicado. Nada teme, filho, parece dizer. Você vai ser feliz em cima de mim, vai conhecer a alegria na pele de quem foi sua mãe por tantos anos. O que mais essa mãe adotiva pode te dar, senão ela mesma?
Ele se deixa cair sobre o corpo dela. Apesar do medo, a juventude dele mantém aquela virilidade forte. Ela abraça ele com força. Ele empurra com a buceta, de forma inconsciente, inexperiente. Sem problema, a mãe está ali pra tudo. E enfia a mão entre os dois corpos nus, pegando o instrumento duro que guia com cuidado até a entrada molhada dela.
- Agora, meu amor, agora… Empurra devagar, devagar… assimiiiiiiiii… Isso, muito bem, meu anjo, muito bem. Você tá indo muito bem. Mais um pouquinho, isso… sim, sim.
Acontece a junção sem problemas. Ela está bem relaxada e ele, mesmo com a inexperiência, mantém uma dureza que faz ele entrar no corpo da mulher até o fundo. Ele sente um calor novo, uma suavidade muito diferente da própria mão, que é a única coisa que ele conhecia pra se aliviar até agora.
Ela agora sobe o pé do assento até o encosto, dobra o joelho e levanta perto do peito, erguendo a bunda. -Aperta mais, isso... Mete bem... Você gosta, não é? Sei que gosta, tá com cara de felicidade.
O filho continua sem responder, só faz um gesto afirmativo, de profundo agradecimento à mulher. Agora ele tá pegando o jeito, tá se movendo um pouco, bombando a buceta doce da madura.
-Caramba, você tá pegando o jeito rápido... É muito habilidoso, me faz gozar pra caralho, minha vida. Já pode se gabar na frente dos seus amigos que comeu uma mulher, mas sem nunca contar que fui eu, claro. Me promete?
Novo gesto afirmativo. Um gemido doce do homem. Ela adivinha. E de pensar que vai arrancar uma nova gozada do garoto, ela se liquefaz e escorre docemente. Abraça ele com força, com toda a força dela. Cruza as pernas nas costas dele, totalmente levantadas.
-Aperta, aperta, amor... Não sai... não me deixa, meu céu... não abandona a mamãe agora... preciso de você... aiiiiii...
O orgasmo. Ou os orgasmos? Ela não sabe se sentiu um ou dois. Talvez dois, emendados. Que diferença faz. Felicidade completa é o que ela sente agora. O garoto tá como desabado no ombro dela. Continua mudo, não é à toa, foi muito forte e inesperado. Mas o rosto dele também reflete satisfação profunda. Ela sabe bem que agora a semente dele tá dentro. Uma ternura imensa toma conta dela. Se deixa vencer por um sono gostoso, uns minutos, não tem muito tempo. Afasta devagar o garoto de cima dela...
-Vamos, céu, temos que nos vestir, sua irmã vai chegar logo.
Eles se levantam e ela dá o último abraço e um beijo carinhoso.
-Você vai fazer a mamãe feliz mais vezes, como hoje?
-Todas as vezes que você quiser, mãe, todas que quiser, até mais de uma vez por dia, se você desejar.
Agora a voz do jovem soou finalmente firme, decidida. Como se o ato sexual tivesse dado a confiança que faltava.
-Hahahaha... querido... acho que uma vez por dia já me basta, sou um pouco mais velha. Mas bom, talvez um dia a gente se dê o luxo de repetir.
Cada um foi para um banheiro tomar banho e se vestir.
Uma nova vida começava para os dois.
Ela tem 46 anos e carrega o esplendor da maturidade, a majestade dos quarenta bem vividos que deixa algumas mulheres tão gostosas. É atraente e sabe disso. Percebe que os caras viram a cabeça quando ela passa na rua e se sente orgulhosa da sua elegância e feminilidade. Se cuidou pra caralho, e isso aparece no corpo, que ainda mantém uma figura harmoniosa.
Casou nova com um viúvo doze anos mais velho.
Quando se conheceram, ele tinha ficado sozinho com um menino de cinco anos. Ela cuidou do garoto como se fosse dela, e nunca fez diferença com a filha que depois teve com o marido. Foi uma mãe responsável e amorosa com os dois.
Apesar da diferença de idade, o marido a amou e ainda ama. Em todos os sentidos, mesmo que fisicamente agora ele já sofra um pouco mais. Ela foi e continua sendo muito mulher. Às vezes não consegue evitar a fantasia, a vontade de conhecer algo diferente, de cair naquelas propostas que de vez em quando algum amigo insinua. Mas continua fiel ao marido.
A filha do casal tem 12 anos. O filho — porque sempre foi filho dela e ela nunca se sentiu mãe substituta — tem 18 agora e ainda estuda. O moleque, mesmo sendo tão criança na época, foi consciente da morte da mãe biológica, mas amou ela como se fosse a própria mãe. É um garoto excelente, trabalhador, educado e bonito, mas muito tímido. Sofre por causa disso e os pais tentam ajudá-lo. Essa falta de confiança nele mesmo o torna introvertido, com dificuldade de se relacionar com as minas da idade dele.
Agora, com o pai trabalhando muitas horas fora de casa nos negócios e a irmã cheia de atividades escolares à tarde, eles passam muito tempo sozinhos. Têm uma boa relação de convivência, cada um no seu canto, se respeitam e colaboram.
Esta tarde de fim de verão está sendo meio... tediosa. Ela sentada no sofá, lê com uma cara meio entediada, enquanto olha pra televisão. O garoto no quarto dele, cuidando das coisas dele e tentando estudar um pouco.
São cinco da tarde e o jovem aparece na sala. Veste um calção esportivo leve e uma camiseta.
- Mãe... o que cê tá fazendo?
- Nada, filho, só passando o tempo. Tava pensando em sair pra fazer umas compras, mas vou deixar pra amanhã, não tô a fim de me trocar. E você, o que fez, estudou?
- Não.
- Não? E isso, tá acontecendo alguma coisa?
- Não, mãe. Tô bem... Bom, sei lá, não tenho certeza...
Ela larga o livro de lado e presta mais atenção nele.
- Vem, querido, senta aqui do meu lado. Me conta, o que que tá rolando.
- Olha, mãe. Cê sabe o que acontece comigo, né. Quero dizer, eu tenho dificuldade de ficar com garotas. E meus amigos têm as namoradas deles, ou comentam que tão com mulheres. Eu, nada disso, e me sinto estranho. Às vezes não consigo me concentrar, não estudo direito, fico meio nervoso.
Ela dá um sorriso carinhoso e complacente pra ele. Tá sentada num canto do sofá. Tem uma perna dobrada, apoiada no assento e por baixo da outra, numa postura bem jovem. Tá de roupão leve de ficar em casa.
- Eu entendo bem o que cê tá passando, querido. Vou te explicar. Vem, senta aqui, perto de mim.
Ela estica agora a perna que tava dobrada, deixando ela no assento. Faz ele sentar entre as pernas dela. Ele apoia as costas nela e a cabeça no ombro dela. Se sente mimado, a mãe adotiva sempre deu o maior carinho pra ele. Com ela, ele se sente seguro e os medos vão embora. Quando coloca o garoto sentado entre as pernas dela, o roupão abre meio que à força e as coxas da mulher ficam à mostra, lindas, bronzeadas pelo sol da praia, bem lisas e brilhantes.
- Olha, amor... – ela continua. – Cê virou homem sem perceber. E quando se chega na sua idade, tem umas necessidades, tão importantes quanto comer.
- Sim, mãe. Continua, tô gostando. me explica direito.
Ela segura ele pelo peito com um braço e aperta ele contra ela. Os dois continuam olhando a TV distraídos. Com a outra mão, acaricia o cabelo do garoto.
— Olha, querido. Na sua idade, é normal sentir uma grande atração por mulheres. A sexualidade é importante, é um chamado da natureza que a gente não pode evitar. E é gostoso viver e aproveitar isso.
— Sim, mãe, mas as garotas não dão muita bola pra mim, você sabe.
— Bom, você é um garoto tímido, mas vai superar isso, não se preocupa.
— É, é... mas meus amigos e colegas, acho que já perderam a virgindade...
— Kkkkkkk. Bom, filho, não liga muito pra isso, também é bem normal entre os garotos da sua idade se gabar e contar umas mentiras. Não acredita em tudo. Mas entendo que você já queira ter um relacionamento com uma garota. Você já é maior de idade e, como eu disse, a força da natureza tá chamando.
Agora ela desce a mão até o estômago do jovem e procura a cintura dele por baixo da camiseta. Encontra a pele dele e sobe a mão até o peito, acariciando. Ele se apoia mais nela e se deixa beijar nos cabelos, enquanto a mãe, já mais do que falar, sussurra devagar no ouvido dele.
— Mas você me vê normal, mãe...?
— Eu te vejo muito homem, meu amor. Eu sinto.
— Sente como?
— Bom, na verdade eu vejo, vejo agora...
A mãe faz um gesto leve com a mão na direção da cintura do garoto. Por baixo da calça leve do moletom, o volume potente da ereção do jovem é bem visível.
— Mãe, ufffffffffff, que vergonha...! Desculpa... — o filho se protege com as mãos, tentando esconder.
— Fica tranquilo, querido. — Ela afasta com cuidado as mãos do garoto e coloca uma em cada coxa dela. — Melhor assim, não precisa ter vergonha. Você deve se orgulhar da sua virilidade, não esconde. Além disso, adoro te ver.
Ela sente as mãos quentes do garoto nas pernas dela. De início, as mãos não se mexem, mas depois começam Um passeio suave pelas coxas.
—Mãe, você tem uma pele muito macia e umas pernas muito gostosas.
—Obrigada, querido. Fico feliz que você goste de mim como mulher.
A mão da mãe continua percorrendo o peito do filho, por baixo da camiseta. Ela continua beijando ele ternamente, no cabelo, agora nas orelhas.
—Acho que tenho que aliviar essa tensão que você está sentindo, querido. A mamãe vai te ajudar, você precisa disso, com essa tensão não consegue se concentrar.
—E como você vai fazer, mãe?
—Agora você vai ver, amor. Relaxa, não se preocupa com nada.
A mão da mulher desce agora do peito até a barriga dele. E continua descendo mais, até se enfiar por baixo da cintura elástica do calção esportivo.
—Queridooooooo... Caralho, que instrumentoooo...! E com essa arma você fica com complexo com as minas?
Ela pega delicadamente o membro, que está no máximo da ereção. O corpo do jovem se tensiona. Ela agora abaixa a cintura elástica e a cueca dele, deixando a piroca grossa no ar.
—Mãe, mãe... —a voz do garoto é um gemido meio angustiado—. Mãe, nunca fizeram isso comigo...
—Calma, amor. Você precisa disso, está muito tenso. Se deixa levar pela mamãe.
A mão da madrasta continua acariciando o pau do filho. Ela faz bem, com maestria, é uma mulher experiente. Sobe e desce, esticando a pele delicadamente pra cima e pra baixo, acariciando a cabeça com os dedos. O garoto afunda um pouco mais no assento, fecha os olhos, aperta agora as coxas da mãe, geme, meio com medo do que vai acontecer.
—Mãe... se você continuar assim, vou gozar... tô com vergonha...
—Não tem problema, meu amor. Quero ver você gozar.
Ela acelera o ritmo, apertando um pouco mais o pau. Sente na mão as contrações do jovem. Direciona a ponta do instrumento potente pra barriga do garoto e com a outra mão levanta a camiseta até o peito pra não sujar. E acerta, porque naquele momento um jorro forte de esperma escapa, e logo em seguida outro bem generoso, que vai longe. Pronto. Um terceiro espasmo e um novo jato, já mais fraco, encerra a gozada violenta.
O filho agora se sente perturbado. A punheta que a mãe deu nele o deixou confuso.
— Mãe, vou pegar algo pra limpar a gente, você sujou a mão.
— Não, querido, fica aqui. Casei com seu pai há muitos anos, céus, não vou ficar assustada com seu esperma agora. Quero ver ele aí, na sua barriga, adoro. Agora é quando mais sinto você como um homem de verdade.
A mãe agora brinca com o esperma. Com os dedos, vai espalhando pela barriga do garoto, como se fosse um creme. Quando termina, um restinho que fica nos dedos, ela leva à boca e lambe de leve…
— Mãããããe… Como você faz isso? Não te dá nojo?
— Não, querido… Você vai aprender com o tempo. Isso é sexo, sexo doce entre você e eu, e não tem nada que deva ser rejeitado. Descansa um pouco agora.
Passa um tempão. Ninguém diz nada, mas continuam abraçados. O garoto está calmo, relaxado, mas a juventude dele faz com que mantenha a ereção apesar da gozada intensa. A mãe observa.
— Você é um homem completo, querido. Vai fazer qualquer mulher muito feliz.
A mulher foi se excitando. Colocou nesse ato todo o carinho maternal, mas não é de pedra. Ela se sente molhada. Abre um pouco mais as coxas e aperta o filho mais contra ela. Agora deseja intensamente ser aproveitada. Mexe a cintura pra frente, tentando roçar a buceta no jovem, mas isso não leva a nada.
Ela empurra ele suavemente pra frente, pra ele se afastar um pouco, e pegando a camiseta, levanta até tirar.
— Fica de pé, querido. Tira tudo.
O filho se levanta e ela abaixa a calça e a cueca dele. Ele está espetacular, o corpo atlético com seus 18 anos brilha, com o pau totalmente duro.
— Senta de novo do meu lado. Vem.
Ela senta ele de novo entre as pernas dela. Ela está com o roupão bem arregaçado e as pernas totalmente nuas. Faz ele sentar um pouco de Ao lado, em vez de virar as costas como antes.
- Tá gostoso, querido?
- Muito, mamãe. Muito.
- O que você quer agora, meu anjo?
- Não sei, mamãe... Não... Não... não sei o que dizer.
- Eu sei o que você quer, querido. Você quer a mulher, quer descobrir o que é fazer amor. Quer carinho, quer fazer amor com a mamãe, quer me ver pelada?
O filho não responde, sobrecarregado. Mas as mãos dele vão agora até o decote da mulher madura e, timidamente, desabotoam um par de botões do roupão. Os peitos grandes da mulher são bem chamativos. Com o sutiã preto que ela tá usando, eles ficam empinados, túrgidos e orgulhosos. O garoto olha, extasiado, os olhos arregalados, atraído pelos peitos femininos como se fossem um ímã. Ela, complacente, decide ajudar. Tira agora o roupão, puxando as mangas e deixando ele abotoado só na cintura. Em seguida, com um gesto meio lascivo, lento, elegante, leva as mãos às costas e solta o fecho do sutiã. Tira as alças, deixando elas deslizarem devagar pelos ombros. Remove a peça. Se cobre um pouco com os braços, com um jeito inocente e safado ao mesmo tempo. Mas logo tira eles, deixando os peitos soberbos à mostra. Grandes, levemente caídos, mas carregados de um erotismo profundo. O jovem está pálido de emoção.
- O que você acha, meu amor?
O jovem também não diz nada, é como se tivesse ficado mudo de repente.
- Vamos, tá esperando o quê... Toca eles...
As mãos dele se animam. Com medo, acaricia a pele macia, lisa dos peitos maduros. Ela pega a mão dele e aperta forte contra o seio.
- Não tenha medo, minha vida... Aperta forte, aproveita, que você merece.
A ereção do garoto agora tá mais forte. A mãe vê e sorri. Se sente desejada. Chegou a hora e ela quer ser dele. Que ele se lembre dela pra sempre, como mãe, mas ao mesmo tempo como a primeira que fez dele homem. Pensar que o menino dela vai perder a virgindade dentro dela a inunda de felicidade.
- Vem, meu anjo, levanta de novo… espera um pouco…
O garoto se levanta de novo e ela se posiciona. Se deita completamente no sofá. Tira a calcinha preta e desabotoa o roupão. Uma perna dobrada com o pé apoiado no assento, o outro pé no chão. Muito nua. Muito mulher. Muito gostosa.
O filho dela agora senta no sofá aos pés dela. Ela se abre ainda mais. Sem vergonha. Tem a buceta depilada, linda. O filho treme um pouco, mas o olhar dele está grudado com carinho naquele ponto, entre as pernas da mulher. Ele só consegue gaguejar um pouco.
- Ma…mãe… Mamãe… Agora o que… que… que eu faço…
- Quero que você me penetre, minha vida, que seja homem pela primeira vez comigo. Quer?
- Sim, sim, mamãe, sim…
Ela abre os braços, com carinho. Um gesto doce de boas-vindas, infinitamente delicado. Nada teme, filho, parece dizer. Você vai ser feliz em cima de mim, vai conhecer a alegria na pele de quem foi sua mãe por tantos anos. O que mais essa mãe adotiva pode te dar, senão ela mesma?
Ele se deixa cair sobre o corpo dela. Apesar do medo, a juventude dele mantém aquela virilidade forte. Ela abraça ele com força. Ele empurra com a buceta, de forma inconsciente, inexperiente. Sem problema, a mãe está ali pra tudo. E enfia a mão entre os dois corpos nus, pegando o instrumento duro que guia com cuidado até a entrada molhada dela.
- Agora, meu amor, agora… Empurra devagar, devagar… assimiiiiiiiii… Isso, muito bem, meu anjo, muito bem. Você tá indo muito bem. Mais um pouquinho, isso… sim, sim.
Acontece a junção sem problemas. Ela está bem relaxada e ele, mesmo com a inexperiência, mantém uma dureza que faz ele entrar no corpo da mulher até o fundo. Ele sente um calor novo, uma suavidade muito diferente da própria mão, que é a única coisa que ele conhecia pra se aliviar até agora.
Ela agora sobe o pé do assento até o encosto, dobra o joelho e levanta perto do peito, erguendo a bunda. -Aperta mais, isso... Mete bem... Você gosta, não é? Sei que gosta, tá com cara de felicidade.
O filho continua sem responder, só faz um gesto afirmativo, de profundo agradecimento à mulher. Agora ele tá pegando o jeito, tá se movendo um pouco, bombando a buceta doce da madura.
-Caramba, você tá pegando o jeito rápido... É muito habilidoso, me faz gozar pra caralho, minha vida. Já pode se gabar na frente dos seus amigos que comeu uma mulher, mas sem nunca contar que fui eu, claro. Me promete?
Novo gesto afirmativo. Um gemido doce do homem. Ela adivinha. E de pensar que vai arrancar uma nova gozada do garoto, ela se liquefaz e escorre docemente. Abraça ele com força, com toda a força dela. Cruza as pernas nas costas dele, totalmente levantadas.
-Aperta, aperta, amor... Não sai... não me deixa, meu céu... não abandona a mamãe agora... preciso de você... aiiiiii...
O orgasmo. Ou os orgasmos? Ela não sabe se sentiu um ou dois. Talvez dois, emendados. Que diferença faz. Felicidade completa é o que ela sente agora. O garoto tá como desabado no ombro dela. Continua mudo, não é à toa, foi muito forte e inesperado. Mas o rosto dele também reflete satisfação profunda. Ela sabe bem que agora a semente dele tá dentro. Uma ternura imensa toma conta dela. Se deixa vencer por um sono gostoso, uns minutos, não tem muito tempo. Afasta devagar o garoto de cima dela...
-Vamos, céu, temos que nos vestir, sua irmã vai chegar logo.
Eles se levantam e ela dá o último abraço e um beijo carinhoso.
-Você vai fazer a mamãe feliz mais vezes, como hoje?
-Todas as vezes que você quiser, mãe, todas que quiser, até mais de uma vez por dia, se você desejar.
Agora a voz do jovem soou finalmente firme, decidida. Como se o ato sexual tivesse dado a confiança que faltava.
-Hahahaha... querido... acho que uma vez por dia já me basta, sou um pouco mais velha. Mas bom, talvez um dia a gente se dê o luxo de repetir.
Cada um foi para um banheiro tomar banho e se vestir.
Uma nova vida começava para os dois.
8 comentários - Minha madrasta gostosa