A luz da tela era a única testemunha do meu tédio. Eram mais ou menos 11 da noite do dia 31 de outubro, e a casa estava mergulhada num silêncio profundo. Meus pais e minha irmã mais velha, Selene, estavam fora, curtindo as festas. Meus dedos se moviam automaticamente no controle, mas minha mente já estava em outro lugar. Foi quando ouvi o barulho: a porta da frente abriu e fechou com um baque surdo, seguido por um tacão alto, firme e ritmado, subindo as escadas. Não parecia alguém cambaleando; parecia uma chegada proposital.
Minha porta se escancarou sem aviso. E ali estava Selene. Ela se apoiou no batente com uma pose ensaiada, um quadril torto, um sorriso safado e perigoso nos lábios carmim. A fantasia dela era uma mera sugestão de pano: usava um top curto de manga longa laranja brilhante, com um decote enorme que deixava parte dos peitos à mostra. Combinava com uma saia curta vermelha, de tecido leve e rodado, que valorizava a silhueta. Além disso, usava meias longas do mesmo tom laranja do top e uns óculos grandes e redondos de armação preta.
—Oi, irmãozinho —ela cumprimentou, a voz era um carinho sedoso que percorreu minha espinha—. Entediado sozinho na sua caverna?
Ela fechou a porta atrás de si com um empurrão suave e deslizou até minha cama com a graça de uma pantera. Sentou-se na borda, cruzando as pernas devagar, fazendo a seda da meia chiar. A saia subiu alguns centímetros, revelando mais coxa.
—Tive que fugir daquela festa —disse ela, me encarando enquanto os dedos brincavam com uma mecha do cabelo—. Homens demais olhando, mas nenhum com culhão pra chegar perto. É chato, Liam. Terrivelmente chato. —O sorriso dela se alargou, mostrando um lampejo de dentes perfeitos—. Então pensei… quem melhor pra julgar minha fantasia do que meu próprio irmão? Alguém que vai me dizer a verdade.
Ela se levantou com movimentos fluidos e deu uma volta lenta, me deixando ver cada ângulo, cada movimento realçado pela saia de tecido transparente. A bunda dela se moldava perfeitamente sob a renda.
—O que você acha? —perguntou, parando de frente pra mim. O olhar dela era intenso, desafiador—. Cê acha que é… suficiente? Que é gostosa o bastante pra fazer um homem perder a cabeça?
—Selene… —engoli em seco, sentindo o calor se acumular na minha virilha—. Você é… porra, irresistível.
—É? —sussurrou, se aproximando até que as coxas dela quase roçassem meus joelhos. O cheiro do perfume dela, misturado com o suor da festa, era inebriante—. Me diz melhor. Diz exatamente o que você faria com a mulher que tá usando essa fantasia. Sem medo.
O convite era claro, o fogo já tinha acendido. Me levantei, me sentindo ousado pela proximidade dela e pela atitude.
—A primeira coisa —comecei, minha voz já rouca—, seria te encurralar contra a parede. Colocaria minhas mãos aqui —falei, deslizando as palmas pelas cadeiras dela através da meia-calça— e diria que se mexer assim na frente de outros homens devia ser crime.
Um gemidinho de aprovação escapou dos lábios dela. Os olhos brilhavam de expectativa.
—Eu continuaria —segui, aproximando meus lábios do ouvido dela— dizendo que essa fantasia é a coisa mais linda e ao mesmo tempo a mais frustrante que já vi, porque só quero rasgar ela e descobrir a pele que esconde.
Ela riu, um som baixo e sensual.
—Você é mais ousado do que eu pensava, Liam. Tô gostando.
—E aí —sussurrei, minha respiração bagunçando o cabelo dela—, eu diria que sua boca parece feita pra algo muito mais divertido do que falar.
Isso quebrou ela. A mão dela se enroscou no meu cabelo e puxou minha cabeça na direção dela. A boca dela encontrou a minha não com desespero, mas com uma luxúria experiente e dominadora. A língua dela não invadiu, seduziu, dançando com a minha num ritmo molhado e sensual que prometia muito mais. Minhas mãos desceram das cadeiras dela para as coxas, acariciando a seda da meia-calça e a pele quente por baixo. Foi aí que ela, quebrando o beijo com um suspiro teatral, pegou minha mão e, com um olhar de puro desafio safado, guiou ela direto pra buceta dela.
Através do tecido da calcinha dela, senti o calor úmido e o inchaço latejante da boceta dela. Ela se arqueou contra minha mão, um suspiro de prazer escapando dos lábios.
—Tô vendo que não só —Você é atrevido com as palavras —murmurou, mordendo o lábio inferior.
De repente, se ajoelhou na minha frente com um sorriso safado e sem perder um pingo do seu domínio. Os dedos dela desabotoaram minha calça com destreza, libertando minha ereção, que pulsava com urgência.
— Agora, uma pergunta importante — disse, com a respiração quente na ponta do meu pau —. Você quer que eu pare… ou quer ver até onde essa boquinha vai? Até o fundo, irmãozinho. Até não sobrar um centímetro de você fora da minha garganta.
Olhar ela ali, de joelhos, com aquele sorriso de deusa perversa e meus olhos cheios de tesão, anulou qualquer pensamento de parar.
— Não — ofeguei, minhas mãos encontrando a cabeça dela —. Não para, Selene. Por favor, não para.
O sorriso dela se alargou. E então, sem quebrar o contato visual, a boca dela se fechou no meu pau numa chupada molhada e experiente, descendo devagar, engolindo cada centímetro até eu sentir o contato dos lábios dela nos meus ovos. Um gemido longo e profundo rugiu no meu peito. Ela não hesitou; a garganta dela se abriu e relaxou, me envolvendo num calor perfeito e proibido, enquanto as mãos dela percorriam minhas coxas. O jogo tinha acabado. Só restava a rendição total ao prazer que ela tão habilmente estava administrando.
Meus quadris se empurravam pra cima num movimento instintivo e primal, meus dedos se agarravam no cabelo dela enquanto uma pressão insuportável se acumulava nas minhas bolas, tensa e elétrica.
—Selene… Cass… vou gozar… —ofeguei, minha voz era um gemido de aviso desesperado—. Vou me…!
Mas ela sabia. Bem na beira do precipício, no instante em que meu corpo se tensionou pra explodir, ela parou de repente.
Ela deslizou pra trás com um sorriso de pura maldade, deixando meu pau pulsando, encharcado e dolorosamente duro no ar frio. Sentou na beirada da cama e, com movimentos deliberadamente lentos e sensuais, levou as mãos às alças da fantasia. Primeiro uma, depois a outra, deslizaram pelos ombros dela. Depois, com um único e ousado movimento, puxou o top de renda preta até a cintura.
O ar prendeu nos meus pulmões. Os peitos dela eram enormes, redondos e perfeitos, com mamilos duros e escuros que pareciam implorar por atenção. Ela não disse uma palavra. Só me olhou com aqueles olhos cheios de tesão e levou as próprias mãos à própria carne pulsante. Os dedos beliscaram e acariciaram os mamilos dela, arqueando as costas com um gemido teatral que era pura provocação.
—Tá gostando do que vê, irmãozinho? —sussurrou, a voz carregada de uma arrogância sensual—. Ou vai ficar só olhando?
Antes que eu pudesse responder, ela se jogou de costas no meio da cama, em cima dos meus lençóis bagunçados. A saia já estava levantada, revelando a calcinha fio-dental de renda que combinava. Com um dedo enganchado na lateral, puxou pro lado num movimento casual, expondo completamente a buceta dela. Tava inchada, molhada, e os lábios carnudos se separavam levemente, brilhando sob a luz fraca. Era um convite obsceno, um espetáculo montado só pra mim.
Qualquer resquício de racionalidade se foi. Me joguei na cama, cobrindo o corpo dela com o meu. Minhas mãos, ávidas e trêmulas, encontraram imediatamente os peitos dela. Eram ainda mais macios do que eu imaginava, pesados e quentes nas minhas mãos. Me inclinei e peguei um dos mamilos dela na boca, chupando e mordendo com uma ferocidade que arrancou um grito agudo de prazer dela. O gosto era salgado, viciante.
—Sim… assim… —ela ofegou, enroscando as mãos no meu cabelo e pressionando meu rosto contra o peito dela—. Brinca com eles. São teus.
Meus dedos, trêmulos de antecipação, encontraram a buceta dela toda molhada. A pele dos lábios dela estava incrivelmente quente e inchada. Quando deslizei dois dedos pra dentro, um jorro do fluido quente dela cobriu eles. Ela estava tão apertada e molhada por dentro que cada movimento dos meus dedos fazia um som molhado e obsceno que enchia o quarto.
Selene arqueou as costas na cama, um grito abafado escapando dos lábios dela.
— Isso, aí… bem aí! — Ela ofegou, as unhas cravando nos meus braços.
O quadril dela começou a se mover em círculos, empurrando contra minha mão, guiando o ritmo. Os olhos dela, vidrados de prazer, se encontraram com os meus.
—Mas esses dedos… não são suficientes —gemeu, a voz trêmula de pura necessidade—. Preciso de mais… Preciso do teu pau, Liam. —Uma das mãos soltou meu braço e se fechou em volta do meu membro, pulsando e dolorosamente ereto. Ela guiou a ponta, encharcada no próprio desejo dela e na saliva, até a entrada da buceta. A sensação da cabeça do meu pau pressionando contra o clitóris inchado dela fez a gente gemer junto.
—Por favor… —implorou, largando toda arrogância, o rosto dela era uma máscara de pura luxúria desesperada—. Enfia. Enfia teu pauzão todo dentro de mim. Agora. Te imploro.
Esse pedido, aquele som de necessidade crua na voz dela, quebrou o último pedaço da minha resistência. Com um grunhido que saiu do fundo da minha alma, empurrei meus quadris pra frente.
Teve um momento de resistência, um instante de pressão infinita e ardente enquanto a cabeça do meu pau abria caminho pelos lábios internos dela, incrivelmente apertados. Aí, de repente, cedeu, e eu afundei nela de uma só vez, longa e profunda, até nossos ossos pélvicos se chocarem.
Um grito rasgado, uma mistura de dor aguda e prazer avassalador, explodiu dos pulmões dela. O corpo dela tremeu violentamente debaixo de mim, as unhas cravando nas minhas costas pela camisa. Lá dentro era um inferno de ternura e molhadeira, um aperto muscular que envolvia cada centímetro do meu pau com uma pressão perfeita e apertada. Eu tava dentro dela. Completamente. Tinha cruzado a linha. E o mundo não acabou; pelo contrário, só ali é que começou de verdade.
Não teve mais rodeios. Com um empurrão brutal dos meus quadris, me enterrei até o fundo nela. Um grito rasgado, metade surpresa, metade êxtase, explodiu no quarto. O interior dela era um inferno de prazer, incrivelmente apertado, quente e molhado, que se ajustava a cada centímetro do meu pau como uma luva de seda viva.
Comecei a me mover com uma força animal, cada estocada um ato de posse selvagem. A cama batia na parede num ritmo violento e constante. Selene já não era a mulher provocante e no controle; era um turbilhão de sensações cruas. Os gemidos dela viraram gritos agudos que rasgavam o silêncio da casa.
— Isso! Aí, Liam, bem aí! — ela uivava, as unhas cravando nas minhas costas através da camiseta, deixando marcas de fogo.
Olhar pra baixo e vê-la daquele jeito era a visão mais intoxicante da minha vida. O rosto dela estava contraído de prazer, o cabelo era um caos no meu travesseiro, e os olhos reviravam cada vez que minha pélvis batia no ponto mais fundo dela. As pernas dela, enroscadas na minha cintura, tremiam sem controle.
— Não para! Pelo amor de Deus, não para! — ela implorava entre ofegos desesperados.
E eu não parei. Estocava uma e outra vez, sentindo o interior dela se contrair e tremer em volta do meu pau. A sensação de umidade ficou abundante, encharcando minhas bolas e os lençóis debaixo da gente. Uma poça quente se formava debaixo da bunda dela; ela tinha gozado com tanta força que tinha molhado minha cama inteira. O cheiro de sexo, de suor e do aroma único dela era de tirar o fôlego.
A pressão na minha base já era uma agonia gloriosa, um punho de aço prestes a explodir.
— Selene… não aguento… vou gozar — ofeguei, minhas estocadas perdendo o ritmo, virando espasmos sem rumo —. Vou gozar!
Foi aí que ela, com um sorriso torto e ofegante, encontrou um último fôlego da atitude provocante e dominante dela.
— Não… não goza dentro — sussurrou com a voz ronca—. Tira essa pica dura e coloca entre meus peitos. Quero que você goze aí. Quero ver.
A ordem, tão suja e específica, me eletrizou. Me afastei da boceta pulsante dela com um som molhado e obsceno, meu pau brilhando, completamente encharcado com os fluidos dela e os meus. Me ajoelhei sobre o peito dela e, com mãos trêmulas, apertei os peitos enormes e magníficos dela, um contra o outro, criando um vale macio, quente e perfeito entre eles.
Coloquei a ponta do meu pau, inchada e dolorosamente sensível, nessa fenda carnuda. Selene não esperou. Com as próprias mãos, ela selou os peitos em volta do meu pau, apertando com força, e começou a mover os seios para cima e para baixo ao longo do meu comprimento, num movimento lento e sensual. A siririca era uma fricção celestial, macia e apertada, a visão do meu pau, vermelho e pulsante, deslizando entre os peitos da minha irmã, era surreal.
E então, ela inclinou a cabeça e, com a língua de fora, conseguiu lamber e chupar a ponta da minha glande cada vez que deslizava até os lábios dela. A combinação da pressão suave dos peitos dela, o calor da boca e a visão obscena foi demais.
Um rugido gutural escapou da minha garganta. Meu corpo se contorceu e uma descarga violenta de porra quente jorrou do meu pau, espirrando no pescoço dela, no queixo e no topo dos peitos. Jatos grossos e brancos salpicaram a pele dela, enquanto eu continuava me contorcendo, esvaziando cada última gota da minha carga no rosto da minha irmã, completamente possuído por um êxtase proibido e absoluto.
O último espasmo do meu orgasmo cedeu, deixando meu corpo como um pano molhado e pesado em cima do dela. O quarto cheirava a sexo, a suor e a um perfume caro destruído pela luxúria. O silêncio era profundo, quebrado só pelos nossos suspiros que aos poucos se acalmavam.
Selene suspirou debaixo de mim, um som de satisfação profunda. As mãos dela, que momentos antes arranhavam minhas costas, deslizaram suavemente pela minha pele suada.
— Mmm… que noite… — murmurou, a voz rouca dos gemidos e do esforço.
Com um movimento lento, quase preguiçoso, ela se desvencilhou de debaixo de mim. Rolei para o lado, exausto, e a vi sentar na beira da cama. As costas dela estavam marcadas de vermelhidão, e a fantasia era só um punhado de pano amassado na cintura. No rosto dela, nas bochechas e no canto dos lábios, brilhavam fios e gotas brancas e grossas do meu leite.
Com uma calma que me deixou sem fôlego, ela ergueu os dedos e limpou devagar uma gota que escorria da maçã do rosto. Os olhos dela, agora claros e cheios de uma safadeza cansada, se encontraram com os meus. Depois, levou esses mesmos dedos à boca e os enfiou devagar, lambendo-os com a língua num gesto obsceno e deliberado.
— O leite dos jovens… — disse, e um sorriso sensual e satisfeito se desenhou nos lábios dela — Sempre tem um gosto melhor. Fresco. Potente.
Ela se levantou. Caminhou até mim, nua e gloriosa, e se inclinou. A boca dela, que ainda tinha gosto de mim, pousou na minha num beijo suave, terno e ao mesmo tempo terrivelmente indecente. Dava pra sentir o meu próprio gosto nos lábios dela, uma mistura salgada e única que selava o que tinha acabado de rolar.
— Agora, meu valentão irmãozinho — sussurrou contra meus lábios —, vai dormir. — A mão dela acariciou minha bochecha — Os velhos vão voltar logo. E este quarto… — fez um gesto abrangendo o quarto encharcado do cheiro dos nossos fluidos —, cheira como se tivéssemos cometido todos os pecados do mundo.
Com isso, ela pegou a roupa no chão e saiu do meu quarto. sem fazer mais barulho que um sussurro, deixando a porta entreaberta.
Eu fiquei ali, estirado na bagunça dos meus lençóis, que estavam úmidos e pegajosos. Meu corpo estava exausto, cada músculo reclamava, mas minha mente zumbia com o eco do que tinha acontecido. O ar era pesado, carregado com o cheiro inconfundível de sexo suado e do perfume dela. Não tinha forças pra limpar nada, nem pra me mexer.
O cansaço me venceu como uma marreta. Minhas pálpebras se fecharam, pesadas como chumbo. Enquanto o sono me arrastava, as últimas imagens na minha mente eram dela, com meu gozo na cara dela, sorrindo e dizendo que tinha um gosto melhor. Caí num sono profundo, no meio do caos e do cheiro da nossa transgressão.
A luz da manhã entrava pelas persianas, iluminando a bagunça do meu quarto. A primeira coisa que invadiu meus sentidos foi o cheiro. Um aroma pesado, doce e úmido, que impregnava os lençóis enroscados no meu corpo e pairava no ar. Era cheiro de sexo. De suor, dos fluidos secos dela nos meus lençóis, do perfume dela misturado com meu próprio cheiro. Em vez de vergonha ou arrependimento, uma onda de excitação primitiva e possessiva percorreu meu corpo. Aquele cheiro era um testemunho, um lembrete visceral do que tinha acontecido, dos limites que a gente tinha quebrado.
Me levantei, com os músculos doloridos e um sorriso satisfeito nos lábios. Caminhei pelo corredor, sentindo o frio do chão sob meus pés, mas com um calor interno que neutralizava tudo. Ao entrar na cozinha, parei de repente, a cena na minha frente era mais surreal e erótica do que qualquer fantasia.
Lá estava ela. Selene. De pé em frente ao fogão, mexendo alguma coisa numa frigideira. Mas não estava de roupão ou pijama. Usava um conjunto de lingerie vermelho escarlate, de renda e seda, que fazia a fantasia da noite anterior parecer uma roupa conservadora. O sutiã, incrivelmente sugestivo, empurrava os peitos dela pra acima, criando um decote que parecia um convite direto. A calcinha, mínima, sumia entre as nádegas que balançavam levemente com seus movimentos. Era um espetáculo deliberado, obsceno e magnífico.
Ao ouvir meus passos, ela virou a cabeça. Um sorriso lento, confiante e cheio de cumplicidade se desenhou no rosto dela.
— Finalmente acordou, amor — disse ela, a voz era sedosa, caseira e ao mesmo tempo profundamente sensual —. O café da manhã já tá quase pronto.
Meu olhar percorreu o corpo dela de cima a baixo, incapaz de desviar os olhos da visão que era ela, aqui, na cozinha da nossa casa, vestida como a puta de fantasia de alguém.
— Selene… por que… por que você tá assim? — consegui perguntar, minha voz ainda rouca de sono, mas meu corpo já respondendo com uma dureza crescente à vista.
Ela largou a espátula e se aproximou de mim, deslizando as mãos pelo meu peito nu. O olhar dela era de uma possessão absoluta.
— Por quê? — repetiu, como se a pergunta fosse adoravelmente ingênua —. Porque agora você é meu homem. Ontem à noite não foi um acidente, foi um pacto. Você me deseja, eu te desejo. E já que você é meu homem, tem o direito de me aproveitar. De me ver assim toda manhã se quiser. De usar meu corpo quando bater a vontade.
Ela se ergueu na ponta dos pés e sussurrou contra meus lábios, o hálito cheirando a café e menta.
— E eu — acrescentou, a declaração saindo como uma confissão triunfante e perversa —, de agora em diante, sou sua putinha. Sua putinha pessoal. Seu brinquedo sexual. Então vai se acostumando.
E com essas palavras, seladas com um beijo rápido mas cheio de promessa, o novo e proibido capítulo das nossas vidas começou oficialmente. O mundo lá fora, as regras, tudo se desvaneceu. Nesta casa, éramos só nós, ela e eu (contanto que nossos pais não descobrissem)
FIMMuito obrigado por chegar até aqui, esse é um novo formato de histórias mais curtas, mas igualmente excitantes. Se vocês preferirem mais as histórias curtas, comentem e não hesitem em mandar ideias para as próximas histórias. Valeu pelos comentários e pontos, espero que tenham curtido :D
Minha porta se escancarou sem aviso. E ali estava Selene. Ela se apoiou no batente com uma pose ensaiada, um quadril torto, um sorriso safado e perigoso nos lábios carmim. A fantasia dela era uma mera sugestão de pano: usava um top curto de manga longa laranja brilhante, com um decote enorme que deixava parte dos peitos à mostra. Combinava com uma saia curta vermelha, de tecido leve e rodado, que valorizava a silhueta. Além disso, usava meias longas do mesmo tom laranja do top e uns óculos grandes e redondos de armação preta.

—Oi, irmãozinho —ela cumprimentou, a voz era um carinho sedoso que percorreu minha espinha—. Entediado sozinho na sua caverna?Ela fechou a porta atrás de si com um empurrão suave e deslizou até minha cama com a graça de uma pantera. Sentou-se na borda, cruzando as pernas devagar, fazendo a seda da meia chiar. A saia subiu alguns centímetros, revelando mais coxa.
—Tive que fugir daquela festa —disse ela, me encarando enquanto os dedos brincavam com uma mecha do cabelo—. Homens demais olhando, mas nenhum com culhão pra chegar perto. É chato, Liam. Terrivelmente chato. —O sorriso dela se alargou, mostrando um lampejo de dentes perfeitos—. Então pensei… quem melhor pra julgar minha fantasia do que meu próprio irmão? Alguém que vai me dizer a verdade.
Ela se levantou com movimentos fluidos e deu uma volta lenta, me deixando ver cada ângulo, cada movimento realçado pela saia de tecido transparente. A bunda dela se moldava perfeitamente sob a renda.
—O que você acha? —perguntou, parando de frente pra mim. O olhar dela era intenso, desafiador—. Cê acha que é… suficiente? Que é gostosa o bastante pra fazer um homem perder a cabeça?
—Selene… —engoli em seco, sentindo o calor se acumular na minha virilha—. Você é… porra, irresistível. —É? —sussurrou, se aproximando até que as coxas dela quase roçassem meus joelhos. O cheiro do perfume dela, misturado com o suor da festa, era inebriante—. Me diz melhor. Diz exatamente o que você faria com a mulher que tá usando essa fantasia. Sem medo.
O convite era claro, o fogo já tinha acendido. Me levantei, me sentindo ousado pela proximidade dela e pela atitude.
—A primeira coisa —comecei, minha voz já rouca—, seria te encurralar contra a parede. Colocaria minhas mãos aqui —falei, deslizando as palmas pelas cadeiras dela através da meia-calça— e diria que se mexer assim na frente de outros homens devia ser crime.
Um gemidinho de aprovação escapou dos lábios dela. Os olhos brilhavam de expectativa.
—Eu continuaria —segui, aproximando meus lábios do ouvido dela— dizendo que essa fantasia é a coisa mais linda e ao mesmo tempo a mais frustrante que já vi, porque só quero rasgar ela e descobrir a pele que esconde.
Ela riu, um som baixo e sensual.
—Você é mais ousado do que eu pensava, Liam. Tô gostando.
—E aí —sussurrei, minha respiração bagunçando o cabelo dela—, eu diria que sua boca parece feita pra algo muito mais divertido do que falar.
Isso quebrou ela. A mão dela se enroscou no meu cabelo e puxou minha cabeça na direção dela. A boca dela encontrou a minha não com desespero, mas com uma luxúria experiente e dominadora. A língua dela não invadiu, seduziu, dançando com a minha num ritmo molhado e sensual que prometia muito mais. Minhas mãos desceram das cadeiras dela para as coxas, acariciando a seda da meia-calça e a pele quente por baixo. Foi aí que ela, quebrando o beijo com um suspiro teatral, pegou minha mão e, com um olhar de puro desafio safado, guiou ela direto pra buceta dela.
Através do tecido da calcinha dela, senti o calor úmido e o inchaço latejante da boceta dela. Ela se arqueou contra minha mão, um suspiro de prazer escapando dos lábios.
—Tô vendo que não só —Você é atrevido com as palavras —murmurou, mordendo o lábio inferior.
De repente, se ajoelhou na minha frente com um sorriso safado e sem perder um pingo do seu domínio. Os dedos dela desabotoaram minha calça com destreza, libertando minha ereção, que pulsava com urgência.
— Agora, uma pergunta importante — disse, com a respiração quente na ponta do meu pau —. Você quer que eu pare… ou quer ver até onde essa boquinha vai? Até o fundo, irmãozinho. Até não sobrar um centímetro de você fora da minha garganta.
Olhar ela ali, de joelhos, com aquele sorriso de deusa perversa e meus olhos cheios de tesão, anulou qualquer pensamento de parar.
— Não — ofeguei, minhas mãos encontrando a cabeça dela —. Não para, Selene. Por favor, não para.
O sorriso dela se alargou. E então, sem quebrar o contato visual, a boca dela se fechou no meu pau numa chupada molhada e experiente, descendo devagar, engolindo cada centímetro até eu sentir o contato dos lábios dela nos meus ovos. Um gemido longo e profundo rugiu no meu peito. Ela não hesitou; a garganta dela se abriu e relaxou, me envolvendo num calor perfeito e proibido, enquanto as mãos dela percorriam minhas coxas. O jogo tinha acabado. Só restava a rendição total ao prazer que ela tão habilmente estava administrando.
Meus quadris se empurravam pra cima num movimento instintivo e primal, meus dedos se agarravam no cabelo dela enquanto uma pressão insuportável se acumulava nas minhas bolas, tensa e elétrica.—Selene… Cass… vou gozar… —ofeguei, minha voz era um gemido de aviso desesperado—. Vou me…!
Mas ela sabia. Bem na beira do precipício, no instante em que meu corpo se tensionou pra explodir, ela parou de repente.
Ela deslizou pra trás com um sorriso de pura maldade, deixando meu pau pulsando, encharcado e dolorosamente duro no ar frio. Sentou na beirada da cama e, com movimentos deliberadamente lentos e sensuais, levou as mãos às alças da fantasia. Primeiro uma, depois a outra, deslizaram pelos ombros dela. Depois, com um único e ousado movimento, puxou o top de renda preta até a cintura.
O ar prendeu nos meus pulmões. Os peitos dela eram enormes, redondos e perfeitos, com mamilos duros e escuros que pareciam implorar por atenção. Ela não disse uma palavra. Só me olhou com aqueles olhos cheios de tesão e levou as próprias mãos à própria carne pulsante. Os dedos beliscaram e acariciaram os mamilos dela, arqueando as costas com um gemido teatral que era pura provocação.
—Tá gostando do que vê, irmãozinho? —sussurrou, a voz carregada de uma arrogância sensual—. Ou vai ficar só olhando?
Antes que eu pudesse responder, ela se jogou de costas no meio da cama, em cima dos meus lençóis bagunçados. A saia já estava levantada, revelando a calcinha fio-dental de renda que combinava. Com um dedo enganchado na lateral, puxou pro lado num movimento casual, expondo completamente a buceta dela. Tava inchada, molhada, e os lábios carnudos se separavam levemente, brilhando sob a luz fraca. Era um convite obsceno, um espetáculo montado só pra mim.
Qualquer resquício de racionalidade se foi. Me joguei na cama, cobrindo o corpo dela com o meu. Minhas mãos, ávidas e trêmulas, encontraram imediatamente os peitos dela. Eram ainda mais macios do que eu imaginava, pesados e quentes nas minhas mãos. Me inclinei e peguei um dos mamilos dela na boca, chupando e mordendo com uma ferocidade que arrancou um grito agudo de prazer dela. O gosto era salgado, viciante.
—Sim… assim… —ela ofegou, enroscando as mãos no meu cabelo e pressionando meu rosto contra o peito dela—. Brinca com eles. São teus.
Meus dedos, trêmulos de antecipação, encontraram a buceta dela toda molhada. A pele dos lábios dela estava incrivelmente quente e inchada. Quando deslizei dois dedos pra dentro, um jorro do fluido quente dela cobriu eles. Ela estava tão apertada e molhada por dentro que cada movimento dos meus dedos fazia um som molhado e obsceno que enchia o quarto.Selene arqueou as costas na cama, um grito abafado escapando dos lábios dela.
— Isso, aí… bem aí! — Ela ofegou, as unhas cravando nos meus braços.
O quadril dela começou a se mover em círculos, empurrando contra minha mão, guiando o ritmo. Os olhos dela, vidrados de prazer, se encontraram com os meus.
—Mas esses dedos… não são suficientes —gemeu, a voz trêmula de pura necessidade—. Preciso de mais… Preciso do teu pau, Liam. —Uma das mãos soltou meu braço e se fechou em volta do meu membro, pulsando e dolorosamente ereto. Ela guiou a ponta, encharcada no próprio desejo dela e na saliva, até a entrada da buceta. A sensação da cabeça do meu pau pressionando contra o clitóris inchado dela fez a gente gemer junto.—Por favor… —implorou, largando toda arrogância, o rosto dela era uma máscara de pura luxúria desesperada—. Enfia. Enfia teu pauzão todo dentro de mim. Agora. Te imploro.
Esse pedido, aquele som de necessidade crua na voz dela, quebrou o último pedaço da minha resistência. Com um grunhido que saiu do fundo da minha alma, empurrei meus quadris pra frente.
Teve um momento de resistência, um instante de pressão infinita e ardente enquanto a cabeça do meu pau abria caminho pelos lábios internos dela, incrivelmente apertados. Aí, de repente, cedeu, e eu afundei nela de uma só vez, longa e profunda, até nossos ossos pélvicos se chocarem.
Um grito rasgado, uma mistura de dor aguda e prazer avassalador, explodiu dos pulmões dela. O corpo dela tremeu violentamente debaixo de mim, as unhas cravando nas minhas costas pela camisa. Lá dentro era um inferno de ternura e molhadeira, um aperto muscular que envolvia cada centímetro do meu pau com uma pressão perfeita e apertada. Eu tava dentro dela. Completamente. Tinha cruzado a linha. E o mundo não acabou; pelo contrário, só ali é que começou de verdade.
Não teve mais rodeios. Com um empurrão brutal dos meus quadris, me enterrei até o fundo nela. Um grito rasgado, metade surpresa, metade êxtase, explodiu no quarto. O interior dela era um inferno de prazer, incrivelmente apertado, quente e molhado, que se ajustava a cada centímetro do meu pau como uma luva de seda viva.Comecei a me mover com uma força animal, cada estocada um ato de posse selvagem. A cama batia na parede num ritmo violento e constante. Selene já não era a mulher provocante e no controle; era um turbilhão de sensações cruas. Os gemidos dela viraram gritos agudos que rasgavam o silêncio da casa.
— Isso! Aí, Liam, bem aí! — ela uivava, as unhas cravando nas minhas costas através da camiseta, deixando marcas de fogo.
Olhar pra baixo e vê-la daquele jeito era a visão mais intoxicante da minha vida. O rosto dela estava contraído de prazer, o cabelo era um caos no meu travesseiro, e os olhos reviravam cada vez que minha pélvis batia no ponto mais fundo dela. As pernas dela, enroscadas na minha cintura, tremiam sem controle.
— Não para! Pelo amor de Deus, não para! — ela implorava entre ofegos desesperados.
E eu não parei. Estocava uma e outra vez, sentindo o interior dela se contrair e tremer em volta do meu pau. A sensação de umidade ficou abundante, encharcando minhas bolas e os lençóis debaixo da gente. Uma poça quente se formava debaixo da bunda dela; ela tinha gozado com tanta força que tinha molhado minha cama inteira. O cheiro de sexo, de suor e do aroma único dela era de tirar o fôlego.
A pressão na minha base já era uma agonia gloriosa, um punho de aço prestes a explodir.
— Selene… não aguento… vou gozar — ofeguei, minhas estocadas perdendo o ritmo, virando espasmos sem rumo —. Vou gozar!
Foi aí que ela, com um sorriso torto e ofegante, encontrou um último fôlego da atitude provocante e dominante dela.
— Não… não goza dentro — sussurrou com a voz ronca—. Tira essa pica dura e coloca entre meus peitos. Quero que você goze aí. Quero ver.
A ordem, tão suja e específica, me eletrizou. Me afastei da boceta pulsante dela com um som molhado e obsceno, meu pau brilhando, completamente encharcado com os fluidos dela e os meus. Me ajoelhei sobre o peito dela e, com mãos trêmulas, apertei os peitos enormes e magníficos dela, um contra o outro, criando um vale macio, quente e perfeito entre eles.
Coloquei a ponta do meu pau, inchada e dolorosamente sensível, nessa fenda carnuda. Selene não esperou. Com as próprias mãos, ela selou os peitos em volta do meu pau, apertando com força, e começou a mover os seios para cima e para baixo ao longo do meu comprimento, num movimento lento e sensual. A siririca era uma fricção celestial, macia e apertada, a visão do meu pau, vermelho e pulsante, deslizando entre os peitos da minha irmã, era surreal.
E então, ela inclinou a cabeça e, com a língua de fora, conseguiu lamber e chupar a ponta da minha glande cada vez que deslizava até os lábios dela. A combinação da pressão suave dos peitos dela, o calor da boca e a visão obscena foi demais.Um rugido gutural escapou da minha garganta. Meu corpo se contorceu e uma descarga violenta de porra quente jorrou do meu pau, espirrando no pescoço dela, no queixo e no topo dos peitos. Jatos grossos e brancos salpicaram a pele dela, enquanto eu continuava me contorcendo, esvaziando cada última gota da minha carga no rosto da minha irmã, completamente possuído por um êxtase proibido e absoluto.
O último espasmo do meu orgasmo cedeu, deixando meu corpo como um pano molhado e pesado em cima do dela. O quarto cheirava a sexo, a suor e a um perfume caro destruído pela luxúria. O silêncio era profundo, quebrado só pelos nossos suspiros que aos poucos se acalmavam.Selene suspirou debaixo de mim, um som de satisfação profunda. As mãos dela, que momentos antes arranhavam minhas costas, deslizaram suavemente pela minha pele suada.
— Mmm… que noite… — murmurou, a voz rouca dos gemidos e do esforço.
Com um movimento lento, quase preguiçoso, ela se desvencilhou de debaixo de mim. Rolei para o lado, exausto, e a vi sentar na beira da cama. As costas dela estavam marcadas de vermelhidão, e a fantasia era só um punhado de pano amassado na cintura. No rosto dela, nas bochechas e no canto dos lábios, brilhavam fios e gotas brancas e grossas do meu leite.
Com uma calma que me deixou sem fôlego, ela ergueu os dedos e limpou devagar uma gota que escorria da maçã do rosto. Os olhos dela, agora claros e cheios de uma safadeza cansada, se encontraram com os meus. Depois, levou esses mesmos dedos à boca e os enfiou devagar, lambendo-os com a língua num gesto obsceno e deliberado.
— O leite dos jovens… — disse, e um sorriso sensual e satisfeito se desenhou nos lábios dela — Sempre tem um gosto melhor. Fresco. Potente.
Ela se levantou. Caminhou até mim, nua e gloriosa, e se inclinou. A boca dela, que ainda tinha gosto de mim, pousou na minha num beijo suave, terno e ao mesmo tempo terrivelmente indecente. Dava pra sentir o meu próprio gosto nos lábios dela, uma mistura salgada e única que selava o que tinha acabado de rolar.
— Agora, meu valentão irmãozinho — sussurrou contra meus lábios —, vai dormir. — A mão dela acariciou minha bochecha — Os velhos vão voltar logo. E este quarto… — fez um gesto abrangendo o quarto encharcado do cheiro dos nossos fluidos —, cheira como se tivéssemos cometido todos os pecados do mundo.
Com isso, ela pegou a roupa no chão e saiu do meu quarto. sem fazer mais barulho que um sussurro, deixando a porta entreaberta.
Eu fiquei ali, estirado na bagunça dos meus lençóis, que estavam úmidos e pegajosos. Meu corpo estava exausto, cada músculo reclamava, mas minha mente zumbia com o eco do que tinha acontecido. O ar era pesado, carregado com o cheiro inconfundível de sexo suado e do perfume dela. Não tinha forças pra limpar nada, nem pra me mexer.
O cansaço me venceu como uma marreta. Minhas pálpebras se fecharam, pesadas como chumbo. Enquanto o sono me arrastava, as últimas imagens na minha mente eram dela, com meu gozo na cara dela, sorrindo e dizendo que tinha um gosto melhor. Caí num sono profundo, no meio do caos e do cheiro da nossa transgressão.
A luz da manhã entrava pelas persianas, iluminando a bagunça do meu quarto. A primeira coisa que invadiu meus sentidos foi o cheiro. Um aroma pesado, doce e úmido, que impregnava os lençóis enroscados no meu corpo e pairava no ar. Era cheiro de sexo. De suor, dos fluidos secos dela nos meus lençóis, do perfume dela misturado com meu próprio cheiro. Em vez de vergonha ou arrependimento, uma onda de excitação primitiva e possessiva percorreu meu corpo. Aquele cheiro era um testemunho, um lembrete visceral do que tinha acontecido, dos limites que a gente tinha quebrado.
Me levantei, com os músculos doloridos e um sorriso satisfeito nos lábios. Caminhei pelo corredor, sentindo o frio do chão sob meus pés, mas com um calor interno que neutralizava tudo. Ao entrar na cozinha, parei de repente, a cena na minha frente era mais surreal e erótica do que qualquer fantasia.
Lá estava ela. Selene. De pé em frente ao fogão, mexendo alguma coisa numa frigideira. Mas não estava de roupão ou pijama. Usava um conjunto de lingerie vermelho escarlate, de renda e seda, que fazia a fantasia da noite anterior parecer uma roupa conservadora. O sutiã, incrivelmente sugestivo, empurrava os peitos dela pra acima, criando um decote que parecia um convite direto. A calcinha, mínima, sumia entre as nádegas que balançavam levemente com seus movimentos. Era um espetáculo deliberado, obsceno e magnífico.
Ao ouvir meus passos, ela virou a cabeça. Um sorriso lento, confiante e cheio de cumplicidade se desenhou no rosto dela.— Finalmente acordou, amor — disse ela, a voz era sedosa, caseira e ao mesmo tempo profundamente sensual —. O café da manhã já tá quase pronto.
Meu olhar percorreu o corpo dela de cima a baixo, incapaz de desviar os olhos da visão que era ela, aqui, na cozinha da nossa casa, vestida como a puta de fantasia de alguém.
— Selene… por que… por que você tá assim? — consegui perguntar, minha voz ainda rouca de sono, mas meu corpo já respondendo com uma dureza crescente à vista.
Ela largou a espátula e se aproximou de mim, deslizando as mãos pelo meu peito nu. O olhar dela era de uma possessão absoluta.
— Por quê? — repetiu, como se a pergunta fosse adoravelmente ingênua —. Porque agora você é meu homem. Ontem à noite não foi um acidente, foi um pacto. Você me deseja, eu te desejo. E já que você é meu homem, tem o direito de me aproveitar. De me ver assim toda manhã se quiser. De usar meu corpo quando bater a vontade.
Ela se ergueu na ponta dos pés e sussurrou contra meus lábios, o hálito cheirando a café e menta.
— E eu — acrescentou, a declaração saindo como uma confissão triunfante e perversa —, de agora em diante, sou sua putinha. Sua putinha pessoal. Seu brinquedo sexual. Então vai se acostumando.
E com essas palavras, seladas com um beijo rápido mas cheio de promessa, o novo e proibido capítulo das nossas vidas começou oficialmente. O mundo lá fora, as regras, tudo se desvaneceu. Nesta casa, éramos só nós, ela e eu (contanto que nossos pais não descobrissem)
FIMMuito obrigado por chegar até aqui, esse é um novo formato de histórias mais curtas, mas igualmente excitantes. Se vocês preferirem mais as histórias curtas, comentem e não hesitem em mandar ideias para as próximas histórias. Valeu pelos comentários e pontos, espero que tenham curtido :D
1 comentários - Halloween com minha irmã gostosa
Quien es esa mujer de.lentes (Vilma)????