Beleza, hoje vou deixar isso aqui rapidinho. Por causa do trampo, não consegui postar uns contos, mas acabei de terminar esse. Ele tem várias partes. Espero que gostem, e já sabem: vale deixar pontos e comentários sobre se curtiram ou não. E como sempre digo: BONS PUNHETAS!!
Sempre desejei uma mina que mora perto do meu trampo. Toda vez que passo na casa dela e ela tá na porta, não consigo me segurar. Eu sou um cara mais velho e ela é bem novinha, então nunca tive coragem de chegar nela, mas nunca perdi a esperança de levar ela pra cama e realizar no corpo dela todas as fantasias que ela me causa. O nome dela é Jazmín.
Por outro lado, tenho uma colega de trabalho que também é mais nova que eu e me chama a atenção porque tem um corpo bem magrinho, uns peitinhos pequenos e uma bundinha empinada muito gostosa. Lizette, que é o nome dela, tá na casa dos trinta e tem uns lábios carnudos e desejáveis. Além disso, ela tem uns aparelhinhos metálicos nos dentes, com fios pra alinhar, que me fazem fantasiar ela chupando meu pau, correndo o risco de me machucar na brincadeira.
Ontem à tarde, por causa de um temporal da porra, ficamos presos ela e eu na escada que leva à saída dos depósitos de matéria-prima. Não dava pra sair, porque nenhum de nós dois tava preparado com roupa adequada pra uma tempestade daquelas, e tivemos que esperar a chuva dar uma trégua. Enquanto isso, por estarmos isolados do resto do pessoal, tive a chance de dizer que queria levar ela pra minha cama. Ela me olhou meio surpresa com a minha ousadia. Na minha idade, a gente não convida as minas pra tomar um café; vai direto ao ponto.
Olhei nos olhos dela e falei que queria que a gente passasse uma tarde gostosa; que faria de tudo pra fazer ela se sentir bem comigo e que era uma parada puramente sexual. Espera um pouco, vou pegar meu carro, falei por fim, sem dar chance pra um não. Saí correndo pelo estacionamento a passos largos. Sentei no carro e dirigi até o portão, abri a porta por dentro e convidei ela pra entrar.
No caminho pro meu apê, perguntei se ela conhecia a Jazmín, porque moram na mesma área. Primeiro disse que não conhecia, mas depois lembrou de quem era. Gosto muito dela, falei. Tenho a fantasia de ter você e ela na minha cama. Lizette disse que eu era muito ousado; mas me defendi dizendo que sim, que realmente era, mas que só tinha um jeito de realizar minha fantasia, porque enquanto elas não soubessem, isso não seria possível.
Combinamos que ela passaria a tarde comigo, só nós dois, dessa vez. Tendo ela no meu quarto, a despi. Ela estava de legging, uma calça jeans bem justa de cintura baixa, uma camiseta de algodão e tênis. Primeiro levantei a camiseta dela, deixando à mostra um sutiã que tentava segurar uns peitinhos pequenos, bem empinados e firmes. Soltei o fecho e deixei essas pequenas maravilhas à mostra. Ela se sentiu muito segura do que mostrava e eu parti pra chupá-los. Enquanto me ocupava com eles, minha mão se apressava pra soltar os botões da calça jeans. Tive que parar porque ela era tão justa que precisei das duas mãos pra liberar o resto daquele corpo fino e branco. Mandei ela se deitar na cama, desamarrei os tênis e tirei as meias, revelando um par de pezinhos lindos que levei aos meus lábios, enchendo-os de beijos e, depois de muito esforço, consegui liberar a calça justa e descobri umas pernas lindas, bem torneadas sem serem finas demais. O que chamou minha atenção foi o osso do quadril, não sei por que motivo.
Me despi completamente com certa dificuldade, mal conseguia conter a vontade de lamber a flor escondida numa pequena mata de pelos escuros. Sentei no chão e, abrindo bem as pernas dela, fui direto com minha língua na sua rachinha molhada. Ela estava escorrendo mel que aproveitei por um bom tempo. me excitando ainda mais com seus gemidos. Meu pau duro queria chegar ao seu destino, mas me segurei prolongando o jogo erótico.
Quando os gemidos dela aceleraram, me retirei bruscamente e me levantei, pegando-a pelos pulsos e colocando-a de pé na minha frente. "Chupa meu pau", pedi. Ela se ajoelhou e, com suas mãos finas, empunhou-o apaixonadamente e o colocou entre seus lábios. Imaginei estar enfiado num gancho de arame enquanto ela me fazia sentir muito prazer. Ela sugava com força, como se tentasse tirar o que tivesse lá dentro, e seus lábios carnudos se moviam num vai e vem habilidoso e muito prazeroso.
Peguei-a pelos cabelos e levantei-a do chão. Ela é tão magrinha que não foi difícil erguê-la pela cintura e colocá-la sobre meu pau, que entrou suavemente ao encaixá-lo na sua bucetinha, enquanto as pernas dela se enlaçavam nas minhas. Assim ficamos, balançando num ritmo gostoso que mantinha aqueles peitos pontudos e eretos na minha frente, enquanto minha mão escapava procurando a bunda, na qual enfiei um dedo. Lizette gemia cada vez mais alto, e sua respiração ofegante anunciava o clímax, no qual ela explodiu ruidosamente, e me senti exultante por conseguir que ela aproveitasse.
Coloquei-a com cuidado na minha cama e a cobri de beijos, agradecido. "Você é exatamente tão gostosa quanto eu imaginava." O olhar orgulhoso dela confirmou o que eu disse.
Sentamos frente a frente na cama, e eu contei de novo minha fantasia com a Jazmín. "Nunca fiquei com outra garota", ela disse, "e acho que não vou gostar." "Não é uma questão urgente, mas se você conseguir, te garanto que vai ser quase tão bom quanto hoje." "Quase?", ela questionou. "Bom, hoje foi muito bom, mas você sabe que no sexo nem sempre se consegue o que se quer; especialmente porque a Jazmín estaria lá. Claro que tenho certeza de que você vai motivá-la, porque eu a quero pra mim, não pra você. Quer dizer, quero meter nas duas."
Passaram-se alguns dias, e nós dois continuamos no trabalho com o mesmo tratamento formal de sempre, embora eu não conseguisse parar de imaginá-la com meu pau dentro. e essas tetinhas pequenas, de bicos escuros e pontudos, apontando pra mim.
Uma manhã, quando ela chegou pra trabalhar, passou pela minha mesa e deixou um pedaço de papel dobrado, enquanto fingia se interessar por um formulário de serviço. Ela se afastou e eu, cuidadoso, desdobrei o papel. "Jasmim diz que sim, mas só você e ela sozinhos". Embaixo, estava escrito um número de telefone.
Saí pro pátio e liguei do meu celular. Uma voz suave atendeu: "Oi, é você?" "Sim", eu disse, meio surpreso por ela estar esperando minha ligação; o tom cordial me fez sorrir. "Sim, Jasmim, sou o Ricardo; fico feliz em saber que você aceitou meu convite." "Tá bom", ela disse, um pouco reservada. "Quero conversar com você, porque a Lizette me contou o que você quer, mas eu não ia gostar." "Tudo bem", eu a tranquilizei. "Quando posso passar pra te pegar?" Combinamos os detalhes pra manhã seguinte, já que ela tem o turno da tarde no trabalho. Eu tirei a manhã de folga.
Ela estava inquieta, olhando pra todos os lados, quando apareci no carro. Abri a porta e ela subiu apressada. "Vamos", disse. Chegamos no meu apartamento em uns dois minutos e pude notar que ela tinha caprichado na roupa. Pedi que ela vestisse os shorts curtos que costuma usar em casa, uma camiseta e que não usasse nada por baixo. Entramos e ali mesmo eu a despi; um corpo esbelto, bem proporcionado. As tetas pequenas, do meu jeito, e a bunda levemente empinada, sustentada por um par de pernas longas e esteticamente formadas. Levantei ela nos braços e a levei pra cama. Me despi e, antes que ela fizesse qualquer movimento, ela pegou meu pau com as mãos e, brincando com ele, colocou na boca, enfiando até a garganta. A mão dela se movia rápido, me masturbando, enquanto os olhinhos travessos buscavam meu olhar, como se esperassem minha aprovação. "Você faz maravilhosamente, continua", eu disse, imaginando tudo que poderia ensinar a uma mulher disposta a aprender que o melhor do sexo é fazê-lo durar. Hoje paramos a história aqui e prometo contar a segunda parte. Elas duas e eu.
Sempre desejei uma mina que mora perto do meu trampo. Toda vez que passo na casa dela e ela tá na porta, não consigo me segurar. Eu sou um cara mais velho e ela é bem novinha, então nunca tive coragem de chegar nela, mas nunca perdi a esperança de levar ela pra cama e realizar no corpo dela todas as fantasias que ela me causa. O nome dela é Jazmín.
Por outro lado, tenho uma colega de trabalho que também é mais nova que eu e me chama a atenção porque tem um corpo bem magrinho, uns peitinhos pequenos e uma bundinha empinada muito gostosa. Lizette, que é o nome dela, tá na casa dos trinta e tem uns lábios carnudos e desejáveis. Além disso, ela tem uns aparelhinhos metálicos nos dentes, com fios pra alinhar, que me fazem fantasiar ela chupando meu pau, correndo o risco de me machucar na brincadeira.
Ontem à tarde, por causa de um temporal da porra, ficamos presos ela e eu na escada que leva à saída dos depósitos de matéria-prima. Não dava pra sair, porque nenhum de nós dois tava preparado com roupa adequada pra uma tempestade daquelas, e tivemos que esperar a chuva dar uma trégua. Enquanto isso, por estarmos isolados do resto do pessoal, tive a chance de dizer que queria levar ela pra minha cama. Ela me olhou meio surpresa com a minha ousadia. Na minha idade, a gente não convida as minas pra tomar um café; vai direto ao ponto.
Olhei nos olhos dela e falei que queria que a gente passasse uma tarde gostosa; que faria de tudo pra fazer ela se sentir bem comigo e que era uma parada puramente sexual. Espera um pouco, vou pegar meu carro, falei por fim, sem dar chance pra um não. Saí correndo pelo estacionamento a passos largos. Sentei no carro e dirigi até o portão, abri a porta por dentro e convidei ela pra entrar.
No caminho pro meu apê, perguntei se ela conhecia a Jazmín, porque moram na mesma área. Primeiro disse que não conhecia, mas depois lembrou de quem era. Gosto muito dela, falei. Tenho a fantasia de ter você e ela na minha cama. Lizette disse que eu era muito ousado; mas me defendi dizendo que sim, que realmente era, mas que só tinha um jeito de realizar minha fantasia, porque enquanto elas não soubessem, isso não seria possível.
Combinamos que ela passaria a tarde comigo, só nós dois, dessa vez. Tendo ela no meu quarto, a despi. Ela estava de legging, uma calça jeans bem justa de cintura baixa, uma camiseta de algodão e tênis. Primeiro levantei a camiseta dela, deixando à mostra um sutiã que tentava segurar uns peitinhos pequenos, bem empinados e firmes. Soltei o fecho e deixei essas pequenas maravilhas à mostra. Ela se sentiu muito segura do que mostrava e eu parti pra chupá-los. Enquanto me ocupava com eles, minha mão se apressava pra soltar os botões da calça jeans. Tive que parar porque ela era tão justa que precisei das duas mãos pra liberar o resto daquele corpo fino e branco. Mandei ela se deitar na cama, desamarrei os tênis e tirei as meias, revelando um par de pezinhos lindos que levei aos meus lábios, enchendo-os de beijos e, depois de muito esforço, consegui liberar a calça justa e descobri umas pernas lindas, bem torneadas sem serem finas demais. O que chamou minha atenção foi o osso do quadril, não sei por que motivo.
Me despi completamente com certa dificuldade, mal conseguia conter a vontade de lamber a flor escondida numa pequena mata de pelos escuros. Sentei no chão e, abrindo bem as pernas dela, fui direto com minha língua na sua rachinha molhada. Ela estava escorrendo mel que aproveitei por um bom tempo. me excitando ainda mais com seus gemidos. Meu pau duro queria chegar ao seu destino, mas me segurei prolongando o jogo erótico.
Quando os gemidos dela aceleraram, me retirei bruscamente e me levantei, pegando-a pelos pulsos e colocando-a de pé na minha frente. "Chupa meu pau", pedi. Ela se ajoelhou e, com suas mãos finas, empunhou-o apaixonadamente e o colocou entre seus lábios. Imaginei estar enfiado num gancho de arame enquanto ela me fazia sentir muito prazer. Ela sugava com força, como se tentasse tirar o que tivesse lá dentro, e seus lábios carnudos se moviam num vai e vem habilidoso e muito prazeroso.
Peguei-a pelos cabelos e levantei-a do chão. Ela é tão magrinha que não foi difícil erguê-la pela cintura e colocá-la sobre meu pau, que entrou suavemente ao encaixá-lo na sua bucetinha, enquanto as pernas dela se enlaçavam nas minhas. Assim ficamos, balançando num ritmo gostoso que mantinha aqueles peitos pontudos e eretos na minha frente, enquanto minha mão escapava procurando a bunda, na qual enfiei um dedo. Lizette gemia cada vez mais alto, e sua respiração ofegante anunciava o clímax, no qual ela explodiu ruidosamente, e me senti exultante por conseguir que ela aproveitasse.
Coloquei-a com cuidado na minha cama e a cobri de beijos, agradecido. "Você é exatamente tão gostosa quanto eu imaginava." O olhar orgulhoso dela confirmou o que eu disse.
Sentamos frente a frente na cama, e eu contei de novo minha fantasia com a Jazmín. "Nunca fiquei com outra garota", ela disse, "e acho que não vou gostar." "Não é uma questão urgente, mas se você conseguir, te garanto que vai ser quase tão bom quanto hoje." "Quase?", ela questionou. "Bom, hoje foi muito bom, mas você sabe que no sexo nem sempre se consegue o que se quer; especialmente porque a Jazmín estaria lá. Claro que tenho certeza de que você vai motivá-la, porque eu a quero pra mim, não pra você. Quer dizer, quero meter nas duas."
Passaram-se alguns dias, e nós dois continuamos no trabalho com o mesmo tratamento formal de sempre, embora eu não conseguisse parar de imaginá-la com meu pau dentro. e essas tetinhas pequenas, de bicos escuros e pontudos, apontando pra mim.
Uma manhã, quando ela chegou pra trabalhar, passou pela minha mesa e deixou um pedaço de papel dobrado, enquanto fingia se interessar por um formulário de serviço. Ela se afastou e eu, cuidadoso, desdobrei o papel. "Jasmim diz que sim, mas só você e ela sozinhos". Embaixo, estava escrito um número de telefone.
Saí pro pátio e liguei do meu celular. Uma voz suave atendeu: "Oi, é você?" "Sim", eu disse, meio surpreso por ela estar esperando minha ligação; o tom cordial me fez sorrir. "Sim, Jasmim, sou o Ricardo; fico feliz em saber que você aceitou meu convite." "Tá bom", ela disse, um pouco reservada. "Quero conversar com você, porque a Lizette me contou o que você quer, mas eu não ia gostar." "Tudo bem", eu a tranquilizei. "Quando posso passar pra te pegar?" Combinamos os detalhes pra manhã seguinte, já que ela tem o turno da tarde no trabalho. Eu tirei a manhã de folga.
Ela estava inquieta, olhando pra todos os lados, quando apareci no carro. Abri a porta e ela subiu apressada. "Vamos", disse. Chegamos no meu apartamento em uns dois minutos e pude notar que ela tinha caprichado na roupa. Pedi que ela vestisse os shorts curtos que costuma usar em casa, uma camiseta e que não usasse nada por baixo. Entramos e ali mesmo eu a despi; um corpo esbelto, bem proporcionado. As tetas pequenas, do meu jeito, e a bunda levemente empinada, sustentada por um par de pernas longas e esteticamente formadas. Levantei ela nos braços e a levei pra cama. Me despi e, antes que ela fizesse qualquer movimento, ela pegou meu pau com as mãos e, brincando com ele, colocou na boca, enfiando até a garganta. A mão dela se movia rápido, me masturbando, enquanto os olhinhos travessos buscavam meu olhar, como se esperassem minha aprovação. "Você faz maravilhosamente, continua", eu disse, imaginando tudo que poderia ensinar a uma mulher disposta a aprender que o melhor do sexo é fazê-lo durar. Hoje paramos a história aqui e prometo contar a segunda parte. Elas duas e eu.
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