No relato anterior, eu contei que já era noite avançada e eu estava no banheiro do quintal de casa, que não tem teto nem luz elétrica, trancado com a minha mãe, inclinada de costas pra mim contra a parede, e eu estava enfiando na pussy dela, quando de repente sentimos alguém empurrar a porta. Eram meu pai e o amigo dele, já bêbados, querendo entrar pra mijar. O susto que eu e minha mãe levamos foi enorme. Meu pai empurrava a porta irritado, sem saber por que estava trancada, e perguntava se tinha alguém lá dentro. Meu medo era que eles olhassem por cima da parede do banheiro. Na hora, tirei minha camiseta e coloquei na minha mãe, que não parava de se mexer um segundo, querendo que eu não parasse de penetrar ela. Ela mesma ajeitou a camiseta de um jeito que não desse pra ver parte das costas nem a cabeça dela. Meu coração tava a mil, e meu pai querendo derrubar a porta. Não tive outra escolha senão falar que o banheiro tava ocupado. Meu pai, ainda mais irritado, me perguntou por que eu não tinha respondido antes, e eu disse que porque tava ocupado. Foi aí que aconteceu o que eu mais temia: o amigo bêbado do meu pai se inclinou por cima de uma das paredes do banheiro e me viu ali, no vai e vem com a minha própria mãe. Quase tive um troço, mas por sorte, ele tava tão bêbado e também por causa da escuridão dentro do banheiro, não conseguiu perceber que quem eu tava comendo era minha própria mãe. — Uii, compadre, se o senhor visse como esse seu filho tá ocupado! Aqui tem uma pobre moça levando porrada até não poder mais — disse o bêbado, espiando por cima da parede pro meu pai. Na hora, pedi pra ele se abaixar imediatamente, mas ele ignorou meu pedido. Minha mãe não parava de rebolar a bunda contra minha pélvis, talvez entendendo que não tinha como o bêbado descobrir que era ela. Meu pai me perguntou com quem eu tava ali. Na hora, não soube o que responder. O bêbado interrompeu de novo: — Não... Cara, não importa quem ele tá comendo, o importante é que a mulher claramente adora uma rola e muito, se você visse como ela mesma enfia sozinha, nisso meu pai também aparece por cima da parede do banheiro e me vê no maior vai-e-vem com a mamãe, mas igual ao outro bêbado, ele não consegue identificar a mulher. Peço pro pai, por favor, me deixar a sós com a minha mina que ela deve estar envergonhada, e o que o desgraçado me responde é: cuidado com o que faço porque aquela não é minha namorada, que ela é muito gostosa e carnuda pra ser a namorada magrela que ele conhece. Era inacreditável o que tava acontecendo comigo, tinha minha mãe empalada na buceta e meu pai e um amigo dele de plateia. Me veio uma ideia e soltei na hora pros dois bêbados: é uma colega de escola, pai, você não conhece. Aí ele responde: filho, mas se a sua mãe descobre, ela te mata por estar fazendo essas porcarias no banheiro de casa e com uma menina que não é sua namorada. Mamãe não parava de agitar as bundonas contra minha rola enquanto segurava firme a camiseta pra não descobrir o rosto. Nisso, o bêbado, se achando, sobe na parede e cai dentro do banheiro: filho, mas compartilha um pouquinho dessa delícia que você tá comendo aí. Empurro ele contra a parede pra evitar que chegue perto da minha mãe, tudo isso sem me desgrudar dela. Peço logo pro pai, por favor, mandar o amigo dele sair do banheiro ou vou chamar a mamãe. Aí o cara só responde: na real, eu só vim mijar e me deparei com esse espetáculo. Chama ela se quiser e resolvam o problema de vocês, eu vou pra dentro. E só desceu da parede e foi embora, deixando o companheiro de bebida enjoado dentro do banheiro. Pra ser sincero, me deu um alívio quando o pai saiu de lá, tanto que deixei o bêbado apalpar a bunda da minha mãe enquanto agora era eu quem metia nela. Na verdade, o cara tava tão bebado que nem percebia. conta que a mulher que ele tava passando a mão na bunda era a própria comadre dele, a esposa do amigo de longa data, ele só dizia: — olha só como a sua companheira é bem desenvolvida, rapaz, olha só o bundão que ela tem. a situação me deixou super excitado, tanto que eu não media a força das minhas investidas dentro do útero da minha mãe, o impacto das minhas ondas contra as nádegas dela ficou mais forte e o barulho devia estar ouvindo até fora do banheiro. o único problema é que quando eu já ia gozar numa das investidas, não medi bem minha força e, em vez de penetrar a buceta dela, acabei acertando o cu dela, que não ofereceu resistência nenhuma pra cabeça da pica que entrou de uma vez pelo reto inteiro. senti que tinha chegado até os intestinos dela, minha mãe deu um grito forte e horrível de dor enquanto caía de joelhos no chão, ficando de quatro, e respirando fundo com a mão na boca. eu me aproximei e perguntei se ela tava bem, ela respondeu com a cabeça fazendo sinal de que não, enquanto eu tentava ver o rosto dela, o bêbado não parava de passar a mão na bunda dela, dizendo: — você passou dos limites, rapaz, meteu onde não devia, a coitada não sabe que no cu também cabe uma pica, olha só que bundão ela tem. aí eu respondi: — me diga, o senhor quer experimentar? se quiser, eu deixo, mas não demora muito, porque se minha mãe te achar aqui, vai contar pra sua esposa. minha mãe fazia sinal com a cabeça pra não deixar, o bêbado respondeu na hora: — não tô nem aí. desajeitado, ele se posicionou atrás da bunda enorme da minha mãe, que tava de quatro, e puxou a pica pra fora, que, pelo nível de álcool que ele tinha, não era lá essas coisas, não dava pra ver direito, mas com certeza não tava dura de todo. o atrapalhado tentava penetrar a buceta da minha mãe, mas parecia que não conseguia. eu fingi que tava espiando pela parede pra ver. quem estava por ali e imediatamente soltei — merda, minha mãe, senhor, minha mãe vem aí. O bêbado se assustou e arrumou a roupa, se enfiando num canto do banheiro. Continuei falando — se minha mãe nos ver aqui com minha amiga, comigo ela não vai falar nada, mas com certeza vai contar fofoca pra esposa dele. Melhor o senhor sair agora, que parece que ela entrou de novo. Na hora destravei a porta e abri, o bêbado saiu em passo rápido e eu não tirei os olhos até ele entrar em casa. Imediatamente, minha mãe tirou a camiseta por cima da cabeça, me dizendo — você é um pau no cu pelado, de verdade ia deixar aquele filho da puta meter em mim na sua frente? Respondi — calma, mãe, com certeza você ia gostar, porque enquanto ele metia na sua buceta, a gente se ajeitava e eu enfiava no seu cu. Minha mãe se aproxima e, me abraçando, começa a me beijar enquanto diz — humm, um sanduíche, faz tempo que não me fazem um. Me afasto dela, arregalando os olhos e surpreso — mãe, de verdade já meteram dois paus em você ao mesmo tempo? — sim, querido, mas isso foi há muito tempo, antes de eu casar com seu pai. Sua mãe foi uma safada quando jovem, mas casei com seu pai e finalmente me aquietei. Depois dele, o único que provou meus buraquinhos foi você, bom, e agora quase o compadre degenerado que eu tenho. O pau começou a pulsar de excitação ao ouvir que minha mãe já tinha comido dois paus ao mesmo tempo e que não foram meu pai nem eu, isso me deixou a mil. Minha mãe percebeu e, com uma risada de puta, me disse — ah, já se imaginou sua mãe sendo comida por dois homens ao mesmo tempo, você é um garoto muito pervertido. Aqui tenho o que você quer, mas vai ter que ganhar primeiro. Lembra que você acabou de me machucar muito, e quero que me compense. Eu já sabia do que se tratava, observei ela tirar toda a roupa e, com a tanga que estava usando, limpar todos os sucos revirados que tinha na virilha. Gozei na cara dela e ela virou de costas pra mim contra a parede, na posição de revista, mas apontando a bunda pra mim como se tivesse me mostrando e mexendo de um lado pro outro. Ela diz: — Come meu cu do jeito que você sabe, meu filho. Não tinha conseguido gozar e já tava precisando mesmo. Eu me ajoelhei no chão entre as pernas dela enquanto ela afastava as nádegas com as duas mãos. No escuro, mas de perto, meus olhos viam o cu dela pulsando, desejando ser cuidado pela minha língua. Não demorei e cuspi dentro do cu dela, depois comecei a passar a língua em círculos no cu dela. Ela se mexia de um lado pro outro, como se quisesse que minha língua penetrasse ela analmente, mas eu queria deixar ela louca. Continuei passando a língua por toda a fenda da bunda dela, que ela empinava ainda mais, como se quisesse se partir ao meio. — Tá gostando, mamãe? Tá gostando que seu filho come seu cu na cara do seu marido? Ofegante e sem segurar os suspiros, ela responde: — Tô sim, meu filho. Adoro como meu menino come meu cu. Come melhor que seu pai, meu filho. Como essa língua me revira de gostosa. Você me deixou tão louca que quero gritar. Mete teu pau em mim já, love, por favor, mete. Mas eu continuei me fazendo de esperado. Eu mesmo abri ainda mais o cu dela e comecei a enfiar minha língua lá dentro o mais fundo que dava. Ela começou a masturbar a buceta com uma mão e, de repente, ouvi ela gemer: — Vou gozar, já tô quase, já vou gozar, love, não para, não para que eu vou me mijar. E na hora senti escorrer pelo meu rosto uma quantidade enorme de suco vindo de dentro da buceta dela. Provei tudo enquanto lambuzava a bunda dela pra deixar pronta pra penetração, enquanto ela dizia: — Deve ser porque eu sei que você é meu filho e sei que isso não devia acontecer, mas minha tesão é tanta que eu me atrevo a dizer que de todos os homens que comeram meu cu, é com você que eu mais aproveito. Você é meu queridinho, love. Eu me levantei e beijei ela. na boca enquanto eu posicionava meu pau na entrada do cu dela, o cu dela não ofereceu resistência nenhuma à minha investida e em menos de nada meu pau sumiu no meio das nádegas dela, devo dizer que a metida e tirada não durou mais de um minuto porque gozei rápido demais, as investidas que dei foram umas dez e me esvaziei tanto que senti como se tivesse mijado dentro do cu dela, a gente se beijou um pouco e depois nos vestimos rapidamente, a calcinha fio dental que ela jogou na minha cara eu não devolvi e guardei no meu bolso enquanto ela me dizia, "você vai colecionar todas as minhas calcinhas?", e eu respondi - vou ficar só com as que eu tirar quando você deixar eu te comer de cu, - "ai filho, somos uns pervertidos, vamos direto pro inferno", e sorrindo eu respondi - lá mesmo vou continuar te comendo pelo cu, a gente riu os dois e saímos do banheiro, ela foi pra dentro de casa e eu decidi sair pra rua por um portão que fica num canto da casa, ela mesma ficou de abrir pra mim pra que o pai não desconfiasse de nada, eu ainda ouvia a música bem alta, entrei em casa 10 minutos depois, já não se ouvia mais música e meus irmãos estavam no quarto deles, minha mãe me disse que tinha mandado o compadre embora e que o pai estava esperando ela lá em cima pra contar o que viu eu fazendo no banheiro com uma colega, a gente riu enquanto ela me dava o beijo de boa noite, mas na boca, minha mãe tava mesmo me fazendo esquecer o mau momento que eu tava passando com a minha namorada, fui na cozinha pegar água e subi na hora, ao passar pela porta do quarto dos meus pais eu ouvi eles conversando, meu pai quase não dava pra entender o que ele falava de tão bêbado que tava, minha mãe só dizia pra ele deixar ela ir um instante no banheiro, e ele dizia que não, que queria ela logo na cama, como a porta estava entreaberta, eu me abaixei e cuidadosamente fui abrindo ela aos poucos, e pude ver minha mãe se despindo ao lado da cama enquanto meu pai deitado se masturbava olhando pra ela enquanto gozava Conto da garota que eu tava comendo no banheiro, dava pra ouvir e ver tudo direitinho porque a cama e, especificamente, a cabeceira, fica encostada do lado esquerdo de onde a porta está. Papai ficava brincando com o pau dele enquanto eu via mamãe fazendo de tudo pra limpar a entreperna dela. Deduzi na hora que ela não tinha escorrido direito a gozada que eu deixei dentro dela. Papai contava que me ver com aquela garota no banheiro tinha deixado ele muito arrepiado, e ele levantou da cama atrás de mamãe. Abraçou ela e enfiou uma das mãos na entreperna da que, até 15 minutos atrás, era minha putinha submissa, minha mãe, esposa dele. Ao sentir a umidade da buceta dela, ele fala — Uai, mocinha, mas parece que você também se arrepiou com a história. Ela, sorrindo, concordou com a cabeça e pediu pra ele fazerem rápido. Ela mesma se posicionou, ficando de quatro na beirada da cama, de costas pra mim. Obviamente, nenhum dos dois sabia que eu tava rondando por ali. Meu pai se posicionou entre as pernas dela e, com mais controle do que o compadre dele mostrou no banheiro, enfiou de uma vez na buceta da minha mãe. No meio da bombada do papai, ele começou a meter um dedo no cu dela. Parece que sentiu o líquido viscoso lá dentro e perguntou pra minha mãe do que ela tinha cheio o cu. Quase tive um infarto. Minha mãe, uma raposa veterana, respondeu bem relaxada — Ah, meu filho, é que comprei um lubrificante natural novo e queria que a gente estreasse hoje à noite. Coloquei meia hora antes, porque é o que diz as instruções, e por isso queria ir no banheiro pra tirar. Já notou como meu cu tá macio? Meu pai, convencido pela história da mamãe, sorriu e disse — Será que você é raposa, mulher, mas se você quer que eu meta no cu, no cu eu meto. E foi assim que eu vi meu pai comendo o cu da minha mãe, ajudado pelo sêmen que eu, filho dele, tinha deixado lá dentro alguns minutos antes. Não quis continuar olhando e fui dormir na hora. Às Na manhã seguinte, fui acordado pelo som do celular. Era um WhatsApp da minha namorada, mas pra ser sincero, abri porque fiquei curioso pra ver o que era — era uma imagem. Se fosse um texto, eu teria ignorado. Abri a imagem e adivinhem: era uma foto da buceta ainda virgem dela, e embaixo dizia "ainda esperando por você". Cês vão concordar comigo, me deixou pensativo — quem não ficaria? Na hora chegou outra imagem, e agora era uma foto do cu dela, já não mais virgem: "entra, já tá aberto". Muita puta, esse segundo texto me tirou do sério. Será que ela tava zoando comigo? Como podia fazer isso se eu tinha tratado ela super bem? A próxima coisa que ela mandou foi um vídeo: era ela de quatro na cama, enfiando a ponta de um pepino no cu. O vídeo durava uns trinta segundos. Fiquei de pau duro vendo aquele espetáculo que eu nem imaginava. O que me irritou no vídeo é que outra pessoa tava gravando. Na hora, suspeitei que fosse o primo dela. Olhei o relógio e vi que eram só 8h30 da manhã — como é que eles tavam transando naquela hora sem ninguém em casa descobrir? Ela me mandou uma mensagem dizendo que queria explicar tudo, que as coisas não eram como eu pensava e que ela não me trocaria por ninguém. Mandou uma nova foto com o pepino enfiado no cu dela quase até a metade. Olha, era um pepino que eu calculo uns 20 cm. A foto vinha com o seguinte texto: "Esse pepininho tirou minha virgindade anal, foi a primeira coisa que enfiei". Ela continuou insistindo por mensagem: "Vamos nos ver e eu explico direitinho o que tá rolando". Não tive escolha a não ser aceitar nos encontrar, e ela escreveu que eu podia ir na casa dela na hora porque tava completamente sozinha. Saí da cama, tomei banho, me arrumei e me despedi da minha mãe na cozinha com um beijo de língua, sem falar pra onde ia. Cheguei na casa da minha namorada lá pelas 9h15 da manhã. Ela me abriu a porta de pijama inteiro, nada sexy. Me convidou pra entrar e trancou a porta. Disse que os pais dela estavam resolvendo um empréstimo. no banco e que iam demorar porque estavam procurando a grana pra pagar o semestre da faculdade dela, e que os irmãos dela tavam trabalhando, não sei por que me deu na telha de perguntar "e teu primo?" a putinha gostosa não teve trabalho nenhum pra me responder que tinha ido embora cinco minutos atrás, na hora eu me joguei nela e joguei ela de costas no sofá da sala, segurei os braços dela bem firme e levantei a camisola, ela não tava usando nada por baixo, do jeito que deu eu separei as pernas dela enquanto ela me perguntava o que eu tava fazendo, na hora enfiei um dedo no cu dela e vi que tava limpinho, veio na minha cabeça as imagens do dia anterior quando vi o semen de outro homem saindo do cu dela, e lembrei que eu tinha feito a mesma coisa com meu pai, só que ele não tinha descoberto, a sem vergonha da minha ex namorada caiu na risada na minha cara e falou - não se preocupa, não vou cometer o mesmo erro duas vezes, a verdade é que já tomei banho e sim, meu primo veio cedo e me comeu no cu, eu soltei ela e chorando que nem um corno manso perguntei por que ela tava fazendo isso comigo, se a gente se amava, se eu respeitei ela tanto, ela começou a chorar e se jogou em mim pra me abraçar, eu também te amo, ela disse e é por isso que quero te explicar o que é tudo isso, ela pegou na minha mão e me levou até o quarto dela e quando entrei vi uma escrivaninha com um notebook e uma webcam parecendo de última geração, além de uma câmera pequena com um suporte de mais ou menos um metro e meio, nunca tinha visto aquilo no quarto dela e já tinha entrado várias vezes, do que se trata tudo isso eu perguntei, ela começou a me explicar - Tudo isso que você vê aqui não é meu, é de uma prima, na verdade é da irmã mais velha do meu primo, são as ferramentas de trabalho dela, ela faz shows privados por webcam, um dia que fui na casa dos meus tios eu descobri ela sem querer, e jurei guardar segredo, ela me explicou como era o negócio e que tava indo muito bem, que com aquilo pagava a faculdade dela e se dava todos os gostos que queria. ela tem 25 anos e ninguém na família imagina que ela faz esse tipo de coisa. eu, curioso e já começando a entender onde a parada ia dar, perguntei: "e você, o que tem a ver com tudo isso?" ela continuou me explicando: "descobri que meus pais não têm grana suficiente pra pagar a faculdade de arquitetura que eu quero, e aí, conversando com minha prima, ela me meteu nesse negócio. me disse que esse site só é acessível na Europa e na Ásia, e que o pagamento era em dólar." até agora, tô me dando bem. "como assim, se dando bem?" perguntei. ela respondeu que o semestre de arquitetura custava quase seis milhões de pesos colombianos e que já tinha juntado uns oito milhões em pouco mais de um mês. me explicou que ninguém sabia que ela era menor de 18 anos, e que só de se tocar na buceta três vezes por dia na frente da webcam, depositavam uma boa grana, que ela ia buscar na casa da prima. me contou também que a ideia do pepino no cu foi da prima, e que era verdade que ela perdeu a virgindade do cu num show ao vivo e que tinha faturado milhões com esse número em menos de duas semanas. perguntei há quanto tempo ela tava me traindo com o primo, e ela respondeu que fazia duas semanas. ela tava sozinha em casa, no meio de um show com o pepino, e ele a surpreendeu espiando pela janela. foi assim que ele aproveitou pra comer ela, e ela usou a situação pra pedir ajuda dele no show ao vivo, com ele comendo ela pelo cu. era disso que se tratava tudo, ela me explicou. eu não conseguia acreditar. conhecia bem o primo da minha namorada, mas não fazia ideia de quem era a irmã mais velha dele, assim como nunca imaginei que minha namorada fosse capaz de tanto. ela tirou o pijama, ficando completamente nua, me dizendo que queria que eu a perdoasse. eu tava de pé, do lado da escrivaninha com o computador. ela veio até onde eu estava e virou de costas pra mim. Pego meus braços e fez com que eu a abraçasse, dizendo que me amava. Nisso, pegou uma das minhas mãos e levou até a virilha dela:
— Isso que tenho aqui ainda está esperando por você, e quero que tome agora.
Meu pau subiu na hora e não pensei duas vezes. Tirei o pau da calça e a levei correndo para a cama, colocando-a de quatro na beirada.
— Claro que quero sua virgindade, amor, mas não posso passar um minuto sem provar seu cuzinho.
Abri as nádegas dela e cuspi dentro do ânus, e enfiei meu pau no cu dela. Era óbvio que entraria fácil — se um pepino cabia, meu pau não seria problema. Meti até o fundo e bombava enquanto dizia que nunca imaginei comendo ela pelo cu. Ela respondeu:
— Eu também, meu amor. Não curto, mas por ser você, pode comer quantas vezes quiser, quando quiser. Já estou ansiosa pra você arrebentar minha pepeca.
Essas palavras foram o estopim pra minha gozada não demorar. Me esvaziei pela primeira vez no cu da minha namorada e, pra ser sincero com vocês, era certo que eu acabaria perdoando ela. Na próxima, conto como minha mãe me encontra tirando a virgindade da buceta da minha namorada. Também conto o que acontece quando minha mãe, mexendo no meu celular, encontra as fotos e o vídeo que minha namorada tinha me mandado. Além disso, como minha namorada, pra compensar o dano que me causou, me deixou fazer um show junto com a prima dela. Espero que curtam, e continua...
— Isso que tenho aqui ainda está esperando por você, e quero que tome agora.
Meu pau subiu na hora e não pensei duas vezes. Tirei o pau da calça e a levei correndo para a cama, colocando-a de quatro na beirada.
— Claro que quero sua virgindade, amor, mas não posso passar um minuto sem provar seu cuzinho.
Abri as nádegas dela e cuspi dentro do ânus, e enfiei meu pau no cu dela. Era óbvio que entraria fácil — se um pepino cabia, meu pau não seria problema. Meti até o fundo e bombava enquanto dizia que nunca imaginei comendo ela pelo cu. Ela respondeu:
— Eu também, meu amor. Não curto, mas por ser você, pode comer quantas vezes quiser, quando quiser. Já estou ansiosa pra você arrebentar minha pepeca.
Essas palavras foram o estopim pra minha gozada não demorar. Me esvaziei pela primeira vez no cu da minha namorada e, pra ser sincero com vocês, era certo que eu acabaria perdoando ela. Na próxima, conto como minha mãe me encontra tirando a virgindade da buceta da minha namorada. Também conto o que acontece quando minha mãe, mexendo no meu celular, encontra as fotos e o vídeo que minha namorada tinha me mandado. Além disso, como minha namorada, pra compensar o dano que me causou, me deixou fazer um show junto com a prima dela. Espero que curtam, e continua...
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