Já no banheiro, um encheu a jacuzzi e outro arrumou uma câmera. Quando vi que iam me gravar, soube que iam me chantagear ou postar na internet, o que me deixou muito nervosa.
Depois, foram tirando a roupa, e eu fiquei a única de calcinha e sutiã. Quando eles estavam pelados, se aproximaram e me cercaram. Um deles se ajoelhou e, com a boca, foi tirando minha calcinha. Com a mão, começou a puxar as bolas chinesas que estavam no meu cu. Era uma dor muito forte até que ele finalmente tirou todas. Ele se levantou e as mãos foram para meus peitos, enfiando dentro do meu sutiã e, de um puxão, tirou a peça.
O cara que estava atrás de mim pegou o pau dele e começou a passar nas minhas nádegas e no meio delas. O que estava na frente acariciava meus peitos, e os que estavam ao lado pegaram seus paus para se masturbarem. Eles pararam um momento para entrarmos na jacuzzi. A água estava quente e cheia de espuma. Todos se acomodaram de um jeito que eu ficasse no meio.
Já sentados, começaram a tocar meu corpo. Uns tocavam meus peitos, outros minhas pernas, minha buceta e minhas nádegas. Eu nem conseguia me mexer. Me levantaram e um se colocou debaixo de mim e, aos poucos, foi enfiando o pau no meu cu. Eu implorava para ele parar. Eles adoravam que eu gemesse de dor. Quando ele conseguiu enfiar tudo, outro se colocou por cima de mim para meter na minha buceta.
Era uma sensação estranha porque eu gostava, já que era a primeira vez que transava numa jacuzzi. Os outros dois, que só observavam, reclamaram que também queriam ação. Então saímos da jacuzzi e fomos para o chuveiro, onde me encostaram na parede. Os quatro se formaram, e o primeiro começou a me penetrar. Assim, todos foram trocando de vez até que cada um gozasse dentro de mim, dessa vez no meu cu. Naquele dia, acabei muito dolorida.
Os cinco dias que passei naquela casa foram de transar e não poder sair de lá. Eu era a empregada deles e uma puta ao mesmo tempo. Eles me falaram que antes de me soltarem iam fazer uma despedida pra mim.
Depois, foram tirando a roupa, e eu fiquei a única de calcinha e sutiã. Quando eles estavam pelados, se aproximaram e me cercaram. Um deles se ajoelhou e, com a boca, foi tirando minha calcinha. Com a mão, começou a puxar as bolas chinesas que estavam no meu cu. Era uma dor muito forte até que ele finalmente tirou todas. Ele se levantou e as mãos foram para meus peitos, enfiando dentro do meu sutiã e, de um puxão, tirou a peça.
O cara que estava atrás de mim pegou o pau dele e começou a passar nas minhas nádegas e no meio delas. O que estava na frente acariciava meus peitos, e os que estavam ao lado pegaram seus paus para se masturbarem. Eles pararam um momento para entrarmos na jacuzzi. A água estava quente e cheia de espuma. Todos se acomodaram de um jeito que eu ficasse no meio.
Já sentados, começaram a tocar meu corpo. Uns tocavam meus peitos, outros minhas pernas, minha buceta e minhas nádegas. Eu nem conseguia me mexer. Me levantaram e um se colocou debaixo de mim e, aos poucos, foi enfiando o pau no meu cu. Eu implorava para ele parar. Eles adoravam que eu gemesse de dor. Quando ele conseguiu enfiar tudo, outro se colocou por cima de mim para meter na minha buceta.
Era uma sensação estranha porque eu gostava, já que era a primeira vez que transava numa jacuzzi. Os outros dois, que só observavam, reclamaram que também queriam ação. Então saímos da jacuzzi e fomos para o chuveiro, onde me encostaram na parede. Os quatro se formaram, e o primeiro começou a me penetrar. Assim, todos foram trocando de vez até que cada um gozasse dentro de mim, dessa vez no meu cu. Naquele dia, acabei muito dolorida.
Os cinco dias que passei naquela casa foram de transar e não poder sair de lá. Eu era a empregada deles e uma puta ao mesmo tempo. Eles me falaram que antes de me soltarem iam fazer uma despedida pra mim.
2 comentários - Aida: sequestro parte 3
gracias
espero la siguiente parte