Primeiramente, queria dizer que isso aconteceu comigo, deixo uma foto minha pra vocês verem meu corpo.
Histórias reais.
Este é meu relato.
Partimos no dia 17 de dezembro para o Brasil, minha família paterna, meus 3 tios (um casado e dois solteiros) e meus avós, mas meus avós disseram que, como já conheciam a região, iam ficar em outra cidade. Meus pais não puderam ir, já que a irmã da minha mãe teve um problema de saúde e eles ficaram ajudando-a. Eu, que já tinha completado meus 18 anos, decidi ir mesmo assim. Fui com meu tio Javier e com Matias, meus 2 tios solteiros. Meus tios eram bem gostosos, mas enfim, eram meus tios, não podia fazer nada, ou pelo menos era o que eu achava...
Chegamos lá no dia 18 de dezembro por volta das 11h30, fomos para as cabanas, eram muito bonitas, ficavam a 2 quadras da praia e a uns 10 minutos do centro. Eram 2 cabanas: em uma dormiriam meu tio e minha tia, que tinham se casado há pouco, e na outra cabana, meus 2 tios e eu. No meio do terreno havia uma piscina, as casas ficavam a uns 30 metros de distância, mais ou menos.
Entramos no quarto, eu escolhi a cama do meio e meus tios as outras duas dos lados. Quando terminamos de comer e minha tia Luisina e meu tio Gustavo foram caminhar na praia, então Javier disse:
— Vamos para a piscina?
Eu respondi:
— Tá bom, vamos.
Matias disse que não, porque queria dormir, já que tinha dirigido o dia todo.
Me troquei, coloquei um biquíni bonito, a parte de cima era normal, mas a de baixo... era bem provocante. Meu tio colocou uma sunga apertada que marcava bastante o pacote dele.
Eu estava tomando sol na borda da piscina quando meu tio me jogou na água e pulou em cima de mim, apertou toda minha bunda, mas não disse nada porque ele também não ficou sem graça, então rimos um pouco e depois chamamos Matias para ir à praia. Arrumamos uma prancha de surfe para Matias e fomos para a praia. À noite voltamos, comemos e fomos dormir.
Na manhã seguinte, Matias tomou café da manhã conosco e disse para não esperarmos por ele no almoço, porque ia a Camboriú comprar uma peça para sua moto (uma Cr500), já que aqui não encontrava. Gustavo... Ele me disse que ia com a Luisi fazer as compras e dar uma volta pela cidade, voltariam às 12:30 ou 13.
De novo estávamos sozinhos com o Javi. Preparei dois sucos de laranja, chamei o Javi e nos sentamos na beirada da piscina. Enquanto tomávamos o suco, começamos a conversar. A conversa era como as outras até que ele disse: "Sobrinha, você está grande, olha esses peitões". Eu fiquei toda corada e disse entre risos: "Não foram só meus atributos que cresceram muito" e apontei para a virilha dele. Ele também ficou vermelho, acho que gostou do meu elogio diferente. Ele me pegou pela mão e nós pulamos na piscina. Quando eu estava subindo na beirada da piscina, ele ficou olhando minha bunda. Percebi isso e aproveitei, fingi que não conseguia e pedi ajuda. Ele agarrou minhas nádegas e me deu um empurrãozinho suave. Quando pulei na piscina, notei uma ereção. Ele me abraçou por trás e senti o pau dele contra minha bunda. Assim que ele me soltou, eu disse: "Vem, tio" e saí da piscina. Sem nos secar, entramos em casa. Eu abaixei a calça dele e tirei a parte de cima do biquíni, comecei a masturbá-lo com meus peitos. Quando ele estava quase gozando, ele enfiou na minha boca e gozou. Ele disse: "Engole o leite, minha love". Claro que não me opus. Quando terminamos, eu tomei banho primeiro e depois ele.
Quando ele sai do banho, me diz: "Quando os outros estiverem aqui, vamos fazer de conta que nada aconteceu, agir normalmente. Mas quando eles forem embora, você vai ser minha putinha". Eu disse: "Sim, tio, vou fazer o que você mandar". E ele diz: "É bom que faça, senão eu conto para todo mundo. Olha, já acham que você é a puta da família". Isso não me agradou muito, ele me tratou mal, mas eu tinha que aceitar. Se não fizesse, ele contava tudo, e se descobrissem, me matam!
Gustavo e a mulher dele chegaram e nos chamaram para comer. À tarde fomos à praia e quando voltamos com o Javi para nosso chalé, o Matias estava dormindo pelado, para meu deleite, com o pau duro. O Javi sussurrou para mim: "Que puta que você é, sweet girl". O Javi foi e acordou o Matias, que me viu de biquíni, já que eu vinha da... A praia. Ele ficou ainda mais duro, mas ficou vermelho pra caralho, mas o Javi tirou a calça, me agarrou pelo quadril e enfiou até o fundo. O Mati não tava entendendo nada, mas eu falei: "Vem cá, cabem mais vários aqui". Ele me agarrou pelos peitos, me puxou pra perto dele e disse: "Chupa, Ceci". Obedeci e comecei a chupar ele como uma louca, enquanto isso o Javi continuava me enfiando na buceta. Parei de chupar o Matias e me joguei pra frente, e o Javi me deu um tapa forte na bunda e falou: "Quem disse que podia parar?" Eu respondi: "Ninguém, mas eu quero que os dois me enfiem ao mesmo tempo na buceta." O Mati entrou e disse: "Como quiser, Ceci." Os dois começaram a me enfiar na buceta, nunca tinham feito isso comigo, mas me senti no céu. Falei pra eles: "Por favor, não gozem dentro, gozem na minha cara." E eles fizeram.
À noite, dormi sem sutiã, afinal já conheciam meus peitos melhor que eu e tava muito calor. Lá pelas 3:00 da manhã, acordei e saí. Pela janela, vi meus tios transando e fiquei com tesão que nem uma puta no cio. Tirei o fio dental e voltei a dormir. Depois de uma hora, hora e meia, ouvi barulhos e acordei. Quando abri os olhos, vi o Matu com o pau duro! Mas fiquei deitadinha, só levantei um pouco a bunda. Senti ele tocando meus peitos, apoiou o pau na minha nádega direita, senti ele seco e pensei: "Esse filho da puta não vai querer me enfiar seco." Mas sim, senti ele pegar embalo e enfiar no meu cu, seco. Ai, não tem ideia de como doeu. Me levantei e falei: "O que você tá fazendo, seu filho da puta!!!" Meu tio, que tava acordado, ouviu e veio pra nossa cabana. Entrou e nos encontrou pelados. Ele só tava de roupão. Vi o olhar dele focando nos meus peitos, ele disse: "Cecília, vem cá" e fomos pra fora. Ele se aproximou como pra me contar um segredo e apalpou minha bunda. Eu fiquei quieta, não reagi. Ele tirou o roupão e falou: "Se não quer que seu pai descubra, faz o que eu quero." Olhei pra ele e disse... -O que você quiser- Ele agarra meu rosto e coloca na frente do seu pau para eu chupar bem, e quando já estava bem molhado, ele tira da minha boca, me agarra pelos peitos e me levanta, morde meus mamilos, me vira, me coloca de quatro e começa a me comer de um jeito maravilhoso. Nisso, chegam meus outros dois tios e um enfia na minha boca enquanto o outro se ajoelha e me apalpa os peitos. -Esperem, vamos para as camas, são mais confortáveis- eu digo, e todos concordam. Quando entramos na cabana, me empurram contra uma cama e me dão uma chupadinha na buceta, seguida por uma terrível tripla metida! Pedi que, se pudessem, gozassem na minha bunda, dava para sentir a porra bem quentinha, é lindo. Quando os três gozam, se colocam ao meu redor e dizem: agora vem mais alguém. Para minha surpresa, apareceu minha tia e disse: -Orgia e incesto de uma vez só, hay hay hay.- Ela tocou meus peitos, a buceta, e enfiou três dedos na minha bunda e disse: -Estão bons, a buceta está bem depilada e a bunda é um luxo.- Meus tios ficaram loucos! Transavam com a cunhada e com a sobrina ao mesmo tempo, era uma loucura. Dormimos ali, havíamos juntado as três camas e estávamos todos juntos. Javi dormiu com os dedos na minha buceta e me abraçando.
Se você gostou, me deixe alguns pontos e comente se quer a continuação.

Histórias reais. Este é meu relato.
Partimos no dia 17 de dezembro para o Brasil, minha família paterna, meus 3 tios (um casado e dois solteiros) e meus avós, mas meus avós disseram que, como já conheciam a região, iam ficar em outra cidade. Meus pais não puderam ir, já que a irmã da minha mãe teve um problema de saúde e eles ficaram ajudando-a. Eu, que já tinha completado meus 18 anos, decidi ir mesmo assim. Fui com meu tio Javier e com Matias, meus 2 tios solteiros. Meus tios eram bem gostosos, mas enfim, eram meus tios, não podia fazer nada, ou pelo menos era o que eu achava...
Chegamos lá no dia 18 de dezembro por volta das 11h30, fomos para as cabanas, eram muito bonitas, ficavam a 2 quadras da praia e a uns 10 minutos do centro. Eram 2 cabanas: em uma dormiriam meu tio e minha tia, que tinham se casado há pouco, e na outra cabana, meus 2 tios e eu. No meio do terreno havia uma piscina, as casas ficavam a uns 30 metros de distância, mais ou menos.
Entramos no quarto, eu escolhi a cama do meio e meus tios as outras duas dos lados. Quando terminamos de comer e minha tia Luisina e meu tio Gustavo foram caminhar na praia, então Javier disse:
— Vamos para a piscina?
Eu respondi:
— Tá bom, vamos.
Matias disse que não, porque queria dormir, já que tinha dirigido o dia todo.
Me troquei, coloquei um biquíni bonito, a parte de cima era normal, mas a de baixo... era bem provocante. Meu tio colocou uma sunga apertada que marcava bastante o pacote dele.
Eu estava tomando sol na borda da piscina quando meu tio me jogou na água e pulou em cima de mim, apertou toda minha bunda, mas não disse nada porque ele também não ficou sem graça, então rimos um pouco e depois chamamos Matias para ir à praia. Arrumamos uma prancha de surfe para Matias e fomos para a praia. À noite voltamos, comemos e fomos dormir.
Na manhã seguinte, Matias tomou café da manhã conosco e disse para não esperarmos por ele no almoço, porque ia a Camboriú comprar uma peça para sua moto (uma Cr500), já que aqui não encontrava. Gustavo... Ele me disse que ia com a Luisi fazer as compras e dar uma volta pela cidade, voltariam às 12:30 ou 13.
De novo estávamos sozinhos com o Javi. Preparei dois sucos de laranja, chamei o Javi e nos sentamos na beirada da piscina. Enquanto tomávamos o suco, começamos a conversar. A conversa era como as outras até que ele disse: "Sobrinha, você está grande, olha esses peitões". Eu fiquei toda corada e disse entre risos: "Não foram só meus atributos que cresceram muito" e apontei para a virilha dele. Ele também ficou vermelho, acho que gostou do meu elogio diferente. Ele me pegou pela mão e nós pulamos na piscina. Quando eu estava subindo na beirada da piscina, ele ficou olhando minha bunda. Percebi isso e aproveitei, fingi que não conseguia e pedi ajuda. Ele agarrou minhas nádegas e me deu um empurrãozinho suave. Quando pulei na piscina, notei uma ereção. Ele me abraçou por trás e senti o pau dele contra minha bunda. Assim que ele me soltou, eu disse: "Vem, tio" e saí da piscina. Sem nos secar, entramos em casa. Eu abaixei a calça dele e tirei a parte de cima do biquíni, comecei a masturbá-lo com meus peitos. Quando ele estava quase gozando, ele enfiou na minha boca e gozou. Ele disse: "Engole o leite, minha love". Claro que não me opus. Quando terminamos, eu tomei banho primeiro e depois ele.
Quando ele sai do banho, me diz: "Quando os outros estiverem aqui, vamos fazer de conta que nada aconteceu, agir normalmente. Mas quando eles forem embora, você vai ser minha putinha". Eu disse: "Sim, tio, vou fazer o que você mandar". E ele diz: "É bom que faça, senão eu conto para todo mundo. Olha, já acham que você é a puta da família". Isso não me agradou muito, ele me tratou mal, mas eu tinha que aceitar. Se não fizesse, ele contava tudo, e se descobrissem, me matam!
Gustavo e a mulher dele chegaram e nos chamaram para comer. À tarde fomos à praia e quando voltamos com o Javi para nosso chalé, o Matias estava dormindo pelado, para meu deleite, com o pau duro. O Javi sussurrou para mim: "Que puta que você é, sweet girl". O Javi foi e acordou o Matias, que me viu de biquíni, já que eu vinha da... A praia. Ele ficou ainda mais duro, mas ficou vermelho pra caralho, mas o Javi tirou a calça, me agarrou pelo quadril e enfiou até o fundo. O Mati não tava entendendo nada, mas eu falei: "Vem cá, cabem mais vários aqui". Ele me agarrou pelos peitos, me puxou pra perto dele e disse: "Chupa, Ceci". Obedeci e comecei a chupar ele como uma louca, enquanto isso o Javi continuava me enfiando na buceta. Parei de chupar o Matias e me joguei pra frente, e o Javi me deu um tapa forte na bunda e falou: "Quem disse que podia parar?" Eu respondi: "Ninguém, mas eu quero que os dois me enfiem ao mesmo tempo na buceta." O Mati entrou e disse: "Como quiser, Ceci." Os dois começaram a me enfiar na buceta, nunca tinham feito isso comigo, mas me senti no céu. Falei pra eles: "Por favor, não gozem dentro, gozem na minha cara." E eles fizeram.
À noite, dormi sem sutiã, afinal já conheciam meus peitos melhor que eu e tava muito calor. Lá pelas 3:00 da manhã, acordei e saí. Pela janela, vi meus tios transando e fiquei com tesão que nem uma puta no cio. Tirei o fio dental e voltei a dormir. Depois de uma hora, hora e meia, ouvi barulhos e acordei. Quando abri os olhos, vi o Matu com o pau duro! Mas fiquei deitadinha, só levantei um pouco a bunda. Senti ele tocando meus peitos, apoiou o pau na minha nádega direita, senti ele seco e pensei: "Esse filho da puta não vai querer me enfiar seco." Mas sim, senti ele pegar embalo e enfiar no meu cu, seco. Ai, não tem ideia de como doeu. Me levantei e falei: "O que você tá fazendo, seu filho da puta!!!" Meu tio, que tava acordado, ouviu e veio pra nossa cabana. Entrou e nos encontrou pelados. Ele só tava de roupão. Vi o olhar dele focando nos meus peitos, ele disse: "Cecília, vem cá" e fomos pra fora. Ele se aproximou como pra me contar um segredo e apalpou minha bunda. Eu fiquei quieta, não reagi. Ele tirou o roupão e falou: "Se não quer que seu pai descubra, faz o que eu quero." Olhei pra ele e disse... -O que você quiser- Ele agarra meu rosto e coloca na frente do seu pau para eu chupar bem, e quando já estava bem molhado, ele tira da minha boca, me agarra pelos peitos e me levanta, morde meus mamilos, me vira, me coloca de quatro e começa a me comer de um jeito maravilhoso. Nisso, chegam meus outros dois tios e um enfia na minha boca enquanto o outro se ajoelha e me apalpa os peitos. -Esperem, vamos para as camas, são mais confortáveis- eu digo, e todos concordam. Quando entramos na cabana, me empurram contra uma cama e me dão uma chupadinha na buceta, seguida por uma terrível tripla metida! Pedi que, se pudessem, gozassem na minha bunda, dava para sentir a porra bem quentinha, é lindo. Quando os três gozam, se colocam ao meu redor e dizem: agora vem mais alguém. Para minha surpresa, apareceu minha tia e disse: -Orgia e incesto de uma vez só, hay hay hay.- Ela tocou meus peitos, a buceta, e enfiou três dedos na minha bunda e disse: -Estão bons, a buceta está bem depilada e a bunda é um luxo.- Meus tios ficaram loucos! Transavam com a cunhada e com a sobrina ao mesmo tempo, era uma loucura. Dormimos ali, havíamos juntado as três camas e estávamos todos juntos. Javi dormiu com os dedos na minha buceta e me abraçando.
Se você gostou, me deixe alguns pontos e comente se quer a continuação.
30 comentários - La puta de mi familia. Incesto real.
no es mi genero
pero se agradece
gracias