Me cogi a la madrastra de un amigo (relato real)

Olá, poringers! Essa é minha primeira história 100% real, desculpem os erros de ortografia.

Isso aconteceu em dezembro. Tenho um amigo que conheço há anos, somos muito próximos. Sempre vou na casa dele, tipo umas duas ou três vezes por dia, hehehe, por causa do trabalho. Foi lá que conheci a madrasta dele, uma mulher não muito bonita, de 1,60m, meio gordinha, não gorda (cheinha), típica hondurenha morena, cabelo cacheado, peitos pequenos, com uma bunda aceitável mas não tão apetitosa, de uns 27 anos.

Bom, fomos apresentados, ela é bem simpática, prestativa e um pouco "aindiada" (os hondurenhos sabem do que tô falando).

Desde que fomos apresentados, ela sempre foi muito legal comigo e respeitosa, sem maldade. Isso já faz vários anos. Umas dois anos atrás, o marido, pai do meu amigo, largou ela. Ela continuou morando na casa do meu amigo, já que ele não mora mais lá, e ela ficou. Desde aquela época, ela me contava sobre os problemas dela, a família, etc., coisas bem normais. Um dia, a conversa foi para o lado sexual. Ela me perguntou um monte de coisas, tipo com quantas minas eu já tinha ficado. Perguntei o mesmo, e ela respondeu que o Dom Juan, o marido muito mais velho que ela, foi o único que a desvirginou, coisa que não acreditei, claro. Bom, assim foram passando os dias e os meses, e tinha vezes que a gente ficava conversando sobre putaria. Até que um dia cheguei e não tinha ninguém. Eu tava há vários meses sem comer ninguém. Ela tava lavando roupa, vestida com uma blusa branca e um short verde. Tava de costas pra mim quando a cumprimentei. Ela se virou, e pra minha surpresa, ela não tava usando sutiã. Dava pra ver os bicos dos peitos na blusa branca molhada pela água da pia. Nessa hora, ela não percebeu que dava pra ver o peito dela inteiro, porque a blusa tava toda molhada e grudada nos peitos, destacando os biquinhos morenos bem durinhos por causa da água. Fiquei olhando fixamente pros peitos dela por uns segundos, mas não consegui disfarçar. Ela percebeu e... Miro, na hora eu tiro a blusa do peito dela e dou um sorriso bem envergonhado e falo "ah, Roberto, já viu meus peitinhos, que vergonha", aí eu respondi tentando olhar só nos olhos dela "vergonha por quê?" Ela respondeu "é que eu não tenho" e mostrando, eu respondi "ah, não se preocupe, só de olhar não acontece nada, ninguém morreu por olharem um pouco pra ela". Ela disse "é verdade" e se aproximou e falou "vale mais que só o senhor me olhou" e beliscou minha barriga quase na linha da cintura. Hummm, me surpreendeu e eu falei tocando o braço dela na altura do ombro "não se preocupe, Besy, não é a primeira vez que vejo uns peitos". Ela, sem hesitar, disse "mas são pequenos, né?" e deixou as mãos caírem pra blusa grudar de novo nos peitos. "São grandes", falei pra não deixar ela se sentir mal. Ela sorriu e disse "tudo caído, é por causa da menina". Não sabia o que dizer, uns segundos depois pensei "que se dane" e falei "não acho que estão caídos". Aí ela respondeu "sim, olha só" e, já sem nenhum vestígio de vergonha, passou a mão sobre os peitos fazendo a blusa molhada grudar, deixando ver os bicos mais claramente, coisa que eu fiz já que tinha a permissão dela pra olhar. Depois disso, me senti mais à vontade e falei "não parecem caídos, apalpar seria o único jeito de dizer 100% se estão caídos ou não". Ela rapidinho perguntou "o que é apalpar?" Fiquei em silêncio e ela sorriu e disse "Roberto, que safado que o senhor é". Eu sorri e falei "não, nada a ver, só tô falando a verdade". Aí chegou mais alguém, ela se virou e continuou com a roupa que tava no sabão. Cumprimentamos o visitante e, infelizmente, tive que ir.

No dia seguinte, cheguei e ela tava na cozinha. Cumprimentei ela do jeito mais normal, como se nada tivesse acontecido. A filha dela tava na escola, ela tava sozinha, e a gente conversou sobre coisas do dia a dia. Depois de uns 5 minutos, resolvi querer sair. Ela me disse "Roberto, quer uma xícara de café? Tenho pão, ou já tomou café?" Eu respondi que não. "Então senta aí", aceitei, sentei e ela... Serviu o café e o pão, come logo que eu acompanho. Depois de uns 2 minutos, ela sentou do meu lado na mesa, mas com a cadeira virada de lado. Tava usando um vestido preto meio curto, com decote quadrado, nada muito exagerado. Tomamos o café e comemos o pão, e depois ficamos conversando. De repente, lembrei do dia anterior e pensei: "vamos ver até onde isso vai". Aí falei: "Com esse vestido, não parece que tão caídos". Ela respondeu: "Não, né?" e olhou pros próprios peitos, me encarou e tocou no meu joelho, com a mão meio sem jeito. "É que o Roberto... fico envergonhada. Por que eu respondi isso? É normal, só um comentário. A menos que você conte pro seu marido que eu fico falando essas coisas." "NÃOOO", disse a Bete, "é normal, somos adultos, não tamo fazendo nada de errado." "Claro", respondi, e na mesma hora falei de novo: "É a verdade, não tão caídos, desculpa ficar olhando tanto, mas é que não entendo por que você diz que tão caídos." Ela falou: "Se você acha que não tão..." "Não", eu disse. Aí ela levantou, pegou minha mão esquerda e colocou no peito direito dela. Eu pulei, tirei a mão sem jeito e falei: "Bete, o que cê tá fazendo?" Ela respondeu: "Não se preocupa, a menina tá na aula. Além disso, não tem nada de errado, ninguém tá olhando. Se você não falar nada, eu também não falo. Somos adultos, né?" Ela frisou. Eu já tava meio nervoso, mas excitado pelo tesão e pelo perigo da situação. Olhei nos olhos dela e falei: "A verdade é que não parecem caídos, tão bem durinhos." Ela abaixou um pouco o decote do vestido com a mão, e aproveitando a situação, já que ela tinha baixado o olhar pros peitos, coloquei minhas duas mãos nos peitos dela por cima do vestido. Uff, o tesão da situação me deixou com muito fogo, e ela só suspirou e perguntou: "Não tão caídos, tão?" "Não, não tão", respondi. Aí ela deu um passo pra trás, me dando o sinal de que era hora de tirar as mãos, e foi o que fiz. Ela pegou as xícaras e os pratos da mesa, sem parar de olhar pra minha virilha, virou de costas e foi pro tanque lavar. os pratos enquanto o Roberto me dizia: "minhas nádegas são bem murchas, né? queria que fossem mais durinhas". Naquele momento, pensei: "essa é mais que um convite". O tesão, os nervos de que a qualquer momento meu amigo chegasse e nos encontrasse ali me excitou ainda mais. Caminhei silenciosamente até ela, acariciei suas nádegas sem dizer nada nem pedir permissão e falei: "parece que não estão murchas". Ela deu um leve pulo, se virou e disse rindo: "ah, como o senhor é...". Me aproximei dela, coloquei minhas mãos nos peitos dela e dessa vez apertei um pouco, e falei sério: "não estão caídos". Depois passei minhas mãos pela cintura dela, apertei suas nádegas e disse: "não estão murchas". Me afastei um pouco. Ela sorriu safadamente e beliscou minha barriga, sem antes esbarrar na fibra da minha cinta. Sem tirar os olhos da minha virilha. Para meu azar, meu amigo chegou e saímos para fazer umas compras a tarde toda. Meu coração disparou pensando no perigoso que aquilo era, mas eu adorava.

Assim se passaram vários meses e, sempre que estávamos sozinhos, eu passava a mão nos peitos e na bunda dela. Um dia de manhã, cheguei com a esperança de encontrá-la sozinha e foi o que aconteceu, como se o carma estivesse do meu lado. Entrei silenciosamente. Ela estava na cozinha lavando pratos, usando um camisola branca meio transparente, sem sutiã. Cuidadosamente, me aproximei e peguei na cintura dela. Ela pulou e deu um gritinho baixo. Eu falei: "shiiii, sou eu, Roberto". "Ah, o senhor, que susto que me deu." "Calma, você estava viajando, né?" "É, aham..." "Em que estava pensando, sua safada?" falei rindo. "Nada..." "Bom", ela disse, "já tomou café?" "Sim, obrigado", respondi. Ela terminou de lavar os pratos e disse: "ah, que jeito que o senhor me encontrou, é que dormi, acabei de deixar a menina". "Mmmmm, que bom", falei. Ela sentou numa das cadeiras da mesa de jantar. Eu fiz o mesmo, na frente dela. Conversamos um pouco. Ela cruzou as pernas e eu pude ver a calcinha preta dela. Ela percebeu e imediatamente abaixou a perna, sorriu e disse: "ah, que vergonha". "Fica tranquila", falei, "não vi nada. Que azar o meu por estar de olho aberto. boca kkkkkkkkkkkkkk como é a senhora e tocou minha perna subiu e desceu até quase tocar meu pau nessa hora me levantei e enfiei a mão por baixo da camisola e ela tentou tirar com a mão dela ai nãooooo num tom de excitação que vergonha calma tirei minha mão e fiquei parado na frente dela meu pau ficava na altura do rosto dela ela não parava de olhar e quando resolveu me olhar na cara me abaixei um pouco e enfiei minha mão entre as pernas dela ela fechou na hora mas consegui chegar na buceta dela e com um dedo acariciei por um segundo até ela tirar minha mão com força Roberto que vergonha calma falei somos adultos a senhora quer eu também a senhora não vai contar nada nem eu relaxa ela colocou a mão na minha cintura e desceu até minha perna na altura do meu pau pensei que ia ter coragem mas não foi disse é que não seeee ah.... nãooo...... que vergonha calma falei enquanto acariciava os biquinhos dela por cima da camisola e falei vamos ver que tão sensível a senhora é Besy me afastei arrumei meu pau por cima da calça na frente dela e falei olha como me deixou mas tudo bem vamos ver falei me aproximei e falei calma não vou fazer nada de mal e com muita rapidez enfiei minha mão na camisola dela sem tocar muito nos peitos ela tentou se afastar e falei calma calma peguei um dos peitos dela e tirei pra fora da camisola ela encolheu os braços no peito e sorriu aproximei rápido minha boca no biquinho dela e comecei a beijar ai nãooooo aiiii aiiii ela falou suspirando a senhora é tão safada e colocou a mão na minha testa pra me afastar com um pouco de força consegui lamber a ponta do biquinho já duro o que fez ela parar de me empurrar pra eu me separar dela ai ai uffff ela falou uns segundos depois aqui não essa casa eu tenho que respeitar e levantou e foi pro quarto eu segui ela sentou na cama eu também tocando as pernas dela falou Besy calma a gente ia se divertir bem os dois e ninguém precisa saber ela falou é verdade um dia desses a gente vai pra algum lugar sério falei??? sim de Verdade, ok. Que dia eu perguntei? Ela disse sábado. Que merda, aquele dia era segunda, mas fazer o quê, tinha que esperar. Assim passaram os dias e quando chegou o sábado, fui ver se ela tava sozinha. Pra minha má sorte, a filha dela tava lá, o que me deu uma raiva do caralho. Falei "oi", cumprimentei as duas e fiz sinal com os olhos sobre o que a gente tinha combinado, mas ela não respondeu, só pegou a cabeça da filha e deu um beijo. Entendi que ela tinha broxado, mas sem problema, pensei: é só uma fantasia, querendo ou não, vou passar a mão nela pra disfarçar minha frustração por dentro. A gente conversou um pouco e depois fui pra casa. Esqueci a ideia. Meses depois, ela conversando comigo, me fala que vai se mudar de casa, que conseguiu um emprego bom, etc. E me diz: "Que pena, não vamos mais nos ver". Falei: "É, que merda, não vamos poder nos provar". Ela disse: "Pois é, porque você sempre cagou". Falei: "Você só fala merda", respondi puto. "Nãooooo, Roberto, um dia desses antes de eu ir, a gente vai se dar esse gosto." "Ah, foi o que você disse da outra vez." "Sim, eu sei, mas dessa vez é verdade, vai ver." "Ok, ok, você diz, você diz quando, mas que seja verdade." "Sim, de verdade, Roberto, um dia desses te aviso." Passaram uns 5 dias e ela só dava risada. Por dentro, pensei: essa índia vai embora e na hora H não vou perder a chance de comer ela. Já chega de punheta. Lá pelas 3 da tarde, a filha já tinha saído da escola. Entrei na casa, cumprimentei, as duas estavam lá. A gente conversou um pouco e pela janela ouvi uma menininha chamando a filha da Besy. "Pronta?", ela fala. "Já vou", diz a menina e deu um beijinho na bochecha da mãe e saiu. "Onde vocês vão?", perguntei. "Vão pra igreja, não sei o quê." Mas isso alegrou meu dia. A gente continuou conversando e passando a mão nela. Acariciava as pernas dela por cima da calça e os peitos, bem devagar, sem pressa. Ela só curtia o amasso sem falar muito sobre isso e me contava outras coisas, que o marido tinha traído ela e tal. Não prestei muita atenção, e de Pronto, eu falei pra ela: "E aí, cê só fica na punheta?" Aí, antes de ir embora, prometi que a gente ia passar um tempo gostoso os dois. Respondi: "Pra que esperar tanto?" Nessa altura, já tava excitado. O tesão e o perigo da situação me deixavam a mil. E o fato de a Besy se deixar tocar e beijar os peitos... A gente tava no sofá, e um dos vizinhos passou na frente da porta, que tinha uma cortina curta. Ela na hora ajeitou os peitos, que eu já tinha tirado pra beijar e apalpar. Naquele momento, falei: "Olha, Besy, agora é a hora." Ela disse: "Não sei, é que se minha filha vier... Não, ela não vem." Falei: "Isso vai demorar, a igreja fica a três casas daqui." Mas mesmo assim, falei: "Isso demora." Ajeitei o pau por cima da calça e coloquei a mão dela em cima. Meio tímida, ela acariciou. Levantei, fui até a porta e fechei. Ela disse: "Passa o ferrolho." Fiz isso e caminhei até o quarto. Ela me seguiu. Tinha duas camas bem perto uma da outra, por causa do tamanho do quarto. Fui direto pro corredorzinho que as camas deixavam e me virei. Ela vinha atrás, e ficamos de frente. Dei um beijo na boca dela — era a primeira vez que beijava ela. Bom, na verdade, não conseguia beijar direito, hahahaha, mas foi assim que as coisas rolaram. Comecei a tirar a blusa dela. Ela só levantou os braços, me dando sinal verde total. Joguei a blusa preta na cama. Ela mesma tirou o sutiã, deixando ver aqueles peitos pequenos com os bicos já duros, cor marrom escuro. Beijei e chupei bem devagar. Ela suspirou e acariciava meu cabelo. Subi, dei outro beijo, coloquei minha língua na boca dela. Ela se afastou pra trás, como se nunca ninguém tivesse beijado ela de língua. Depois de alguns segundos, ela se deixou levar e começou a deixar minha língua agir. Não parei de tocar os peitos e os bicos dela. Depois de uns dois minutos, desci as mãos e desabotoei a calça branca que ela tava usando. Puxei um pouco pra baixo e consegui tocar a bunda dela. Ela tava usando uma calcinha fio dental branca. O contraste da pele dela com o branco da calcinha me deixou ainda mais louco. Deslizei minha mão por... A coxa dela e cheguei na buceta por cima da calcinha, já senti a pupunha molhada na hora. Ela se afastou de mim e perguntou: "Trouxe camisinha?" Respondi que sim, tirei do bolso da calça e coloquei na cama enquanto ela virava de costas e tirava a calça, me deixando ver aquele rabo que eu tanto tinha apalpado. Ela sentou numa das camas e desabotoou minha calça. Na sequência, tirei a camisa, joguei na cama e fiquei olhando pra ela. Esperei que ela fosse chupar o pau, mas não rolou. Ela disse: "Coloca a camisinha", enquanto apoiava os pés na cama pra levantar um pouco a bunda e tirar a calcinha rapidão, jogando no chão. Ela se deitou na cama e perguntou: "Já colocou?" Eu só olhava pra ela. Abaixei a calça até os tornozelos, depois baixei a cueca, deixando o pau duro aparecer. Na hora, ela sentou na cama e disse: "Aqui nessa cama, não na outra." Levantou, deu um passo e se ajoelhou na outra cama, ficando de frente pro meu pau duro. Pegou ele com a mão e disse num tom bem suave e sensual: "Nossa, que gostoso, Roberto." Fez uns movimentos com a mão e sentou na beirada da cama, falando: "Coloca logo." Sem hesitar, coloquei a camisinha. Me inclinei, beijei ela e enfiei a mão entre as pernas dela, que estavam meio fechadas. Quando sentiu minha mão, abriu as pernas de uma vez, deixando a buceta toda depilada à minha disposição — isso me surpreendeu, sempre pensei que ela nem se depilava, mas beleza. Continuei descendo e senti que ela tava toda molhada, era incrível, parecia que nem tínhamos feito um bom aquecimento, sem brincadeira. Continuei beijando ela, deitei ela na cama e, como de costume, levei a mão direita — a que eu tava usando pra acariciar ela — até o nariz pra cheirar a buceta e ver se dava pra fazer um oral bem feito pra deixar ela apaixonada por mim. Mas o cheiro não me convenceu, então, antes que o odor invadisse minha mente de vez, tirei a mão do rosto e continuei descendo pelos peitos dela, sem parar. de beijar a boca dela, desci minha mão e comecei a meter um dedo nela, ela só suspirava e gemia bem baixinho. depois de uns minutos, enfiei o outro, comecei a fazer movimentos mais fortes por um tempinho, aí meti mais um dedo. foi fácil pelo tanto de fluido que essa mulher tava soltando, ela se contorcia na cama e de vez em quando passava a mão no meu cabelo e descia pela minha cintura pra tentar me fazer penetrar ela logo, mas eu não queria deixar ela começada. embora o tempo fosse ouro naquela hora, qualquer um podia chegar: a filha, o enteado, qualquer um. mesmo com a porta trancada, era bem arriscado. quando pensei nisso, falei: "não vou dar o couro antes de acontecer algo que me deixe mal na fita" hahaha. bom, aí fui e coloquei meu pau já duro na entrada da buceta dela, toda molhada. olhei nos olhos dela e vi a cara de safada que ela tava, era uma mulher totalmente diferente da que todo mundo conhece, uma putinha completa. com os olhos, ela pedia pra eu foder ela logoooo, e foi isso que eu fiz. comecei a empurrar meu pau na buceta extremamente molhada dela, e ela só "hssssss... ricoooo..." gemeu baixinho e suspirou falando "ai, que gostoso, Roberto". quando senti resistência zero na entrada, fui e empalei ela de uma vez só, o que fez ela pular: "AIIIII" ela gritou, "doeu". ela recuou um pouco, mas não deixei ela escapar, consegui manter o pau dentro. continuei devagar e pensei: "melhor ir com calma". e assim fiz, comecei a bombar ela uma, outra e outra vez. depois de uns minutos, ela falou: "já vai gozar?" (é normal em algumas mulheres hondurenhas, é comum isso, tipo as gerações acostumaram elas com gozada de galo, montam duas, três enfiadas e acabam). isso me quebrou, mas caí na real: é uma índia que você tá comendo. e continuei bombando ela, mergulhando meu pau na buceta molhada dela que pulsava a cada bombada que eu dava até o fundo. ela só suspirou e deu um gemidinho: "aiii, que gostoso, aiii uffff... mmmmmm, dói, Roberto, aii... aiiii..." continuei assim, penetrando ela até o fundo por uns minutos, aí tentei... Colocar ela de quatro, mas ela disse "nãooooo, goza logo, vão nos encontrar ou ela vai ter que ficar assim". Melhor gozar, continuamos outro dia. Vou mandar minha filha pra casa da vizinha e ela vem passar a noite inteira. Uffff que delíciaaaa mmmm mmmm mmmm mmmm mmm sim gostosoo, eu dizia. Eu tava com raiva naquele momento, pensei: se eu não gozar agora, vou ficar carregado com uma dor de saco. Melhor me concentrar e comecei a bombar ela bem rápido e comecei a fantasiar com a vizinha do outro lado, que é uma gostosa peituda, mas gostosa mesmo. E de vez em quando dava uma penetrada funda, o que fazia ela pular e gemer alto, dizendo "aíiiii" no final de cada estocada. Depois de uns minutos, consegui me concentrar o suficiente na delícia da vizinha da frente e comecei a sentir que meu pau já queria explodir. E de fato, deixei rolar. Penetrei ela até o fundo, ela pulou "aíiiiiiiii". Fiquei parado HAAAAAAA:........ HHHaAAAAA.............. "ai que gostoso", ela disse e tentou tirar o pau da pussy o mais rápido que pôde. Levantei, limpei a mão no lençol da cama, já que tinha enfiado os dedos na buceta dela e tava com medo de tocar no pau com aqueles fluidos duvidosos. Fiz isso enquanto ela rapidamente vestia a roupa. Amarrei a camisinha e coloquei na beirada da cama, subi a cueca e a calça bem rápido, vesti a camisa. Nenhum dos dois dizia nada. Ela terminou de se trocar, igual eu. Perguntei se ela tinha papel pra descartar o preservativo. Ela disse que não. Tive que sair pro banheiro lá fora, onde encontrei papel. Enrolei a camisinha e joguei no lixo. Fui me despedir, ela tava sentada no sofá, já com a cara de sempre hahahaha, como se nada tivesse acontecido. Cheguei e falei: "Temos que ficar a sós pra terminar isso direito". "Sim", ela disse, tocando no meu pau meio duro. Tirei um dos peitos dela da blusa, chupei bem forte e falei: "Me avisa, já tenho que ir". Saí bem tranquilo, acendi um cigarro e fumei de boa pra tentar desvanecer meu rosto de luxúria.

Assim foi minha primeira vez com a madrasta do meu amigo.
Espero que tenham gostado, tenho mais experiências com ela. Aguardo seus comentários e pontos.
Os nomes foram trocados pra proteger minha integridade.

Em breve vou postar mais relatos das minhas experiências. Viva Honduras!
Temos que deixar os tabus hondurenhos de lado, bora ficar espertos.

att. yavas20

7 comentários - Me cogi a la madrastra de un amigo (relato real)

mapeo87 +1
hay que corregir esos errores de ortografía, mejor redacción para no perdernos por las letras que estan bastante seguidas y sin comas o signos de puntuación. Muy buen relato te dejo +5
Imposible de leer eso...pero lo importante es que la cojiste jajajaja
jxse29
Uno de los mejores relatos que leí en años, muy bueno, realista y con lenguaje catracho jejej le pones un poco mas de redaccion y cheque papa, saludos....
pero falto las fotos de la madrasta viejo