Naquele sábado, a gente se encontrou como tinha combinado, às 17h no apê dela.
- Martiiin!! Como cê tá? Tava te esperando - ela me cumprimentou toda animada.
- Oi, gostosa, tudo bem e você? - respondi, dando um beijo no rosto dela.
Subimos pro apartamento dela, não rolou nada de interessante, chegou a hora do jantar, ela tinha combinado com o namorado que ele também ia jantar com a gente. Nessa hora, eu já tava viajando na ideia de um ménage, ou de ver eles transando na minha frente, mas nada disso aconteceu, pelo contrário. Ela, que era tão solta comigo, na frente do namorado virava uma santinha.
Fizemos as apresentações de praxe, falamos da faculdade, da vida, jantamos, e o cara foi encontrar os amigos.
- Cê fica de sonsa na frente do teu namorado, hein... - comentei zoando.
- Vou te contar - ela sentou do meu lado e colocou a mão na minha perna esquerda - ele é um santinho, me faz gozar toda vez que me come, mas não sai do papai-e-mamãe, não curte me chupar a buceta e vai pra igreja todo domingo, querendo ou não. - ela levantou e foi pegar uma cerveja pra dividir.
- Então, cê procura em outro lugar o que ele não te dá.
- Não procuro, se rolar como outro dia com um cara, eu topo. Mas não quero trair ele, nem fodendo. - enquanto acendia um cigarro - Imagina, não posso falar "Sebastião, chupa minha buceta e engole meu gozo". Ou falar "quer que eu chupe teu pau?" Se ele não sai disso, eu também não vou fazer, não vou falar nada.
- Entendi. Então, se eu te mandar chupar meu pau, cê se ajoelha aqui - apontando pro chão - e começa a mamar?
- Não curto caras metidos a besta - ela retrucou, desafiadora.
- Sou que nem aranha, tenho muita paciência, sei que cê vai cair pedindo pra eu te comer. - falei num tom de babaca, provocando.
Entre risadas, ela foi pegar os resumos dela e sentou pra "ler".
- É estranho o que sinto por você. - ela começou do nada, enquanto tomava um gole de cerveja - A gente mal se conhece, mas tem algo que me faz sentir... Livre com você, e posso falar de qualquer coisa. Isso eu gosto.
- Pode ser. Talvez você esteja a fim de mim.
- Comentei — mas não se faça de amiga, porque eu quero mesmo é te foder. Depois de fazer tudo que seu namorado não faz, se quiser, a gente pode ser amigo.
A noite avançava e fomos pro quarto dela, onde tem o PC, pra ouvir música. A gente tava sentado na cama, que é encostada na parede. Eu contra a cabeceira, sentado onde vai o travesseiro, digamos, e ela de lado, apoiada na parede, no meio da cama. Falamos das experiências dela, com os dois namorados. Um pouco de mim também. No meio da conversa, peguei ela pelo pescoço e deitei ela sobre minhas pernas. A cabeça dela ficou na altura do meu peito.
- Você se importaria se eu roubar um ou dois beijos agora? — perguntei, meio nervoso, sabendo que tava me jogando de cabeça sem saber se tinha água ou não.
- Rouba o que quiser.
- A virgindade não dá porque já roubaram, senão faria com muito prazer — comentei entre risadas, quebrando um pouco o clima tenso e romântico que tinha se formado.
A gente começou a se beijar. E a se tocar. Aos poucos, fui tirando toda a roupa dela. Ela tava vestida "assim mesmo": uma camiseta preta de uma banda de rock, jeans, uma calcinha fio dental branca e um sutiã combinando... Deixei ela nua num instante. Ela começou a me despir e fiquei só de cueca. Eu tava de barriga pra cima na cama e ela em cima de mim. Comecei a subir ela enquanto beijava os peitos dela, a barriga, até chegar na buceta dela. Nem um pelo. Era perfeita, quase fechada, toda molhada. E comecei a chupar ela, primeiro o clitóris, devagar fui enfiando um dedo no buraquinho dela. Ela é uma mina muito apertada. Naquele momento, me senti o maior comedor do mundo — não que eu seja ruim, mas também não é pra me gabar. Mas sabia que aquela buceta ia abrir bem pra mim.
Os gemidos dela aumentavam enquanto eu passava a língua por toda a buceta dela e dava uns mordiscos leves.
- Vira e chupa minha pica. - Ordenei.
Ela na hora virou, tirou minha cueca e começou a chupar. Não vou dizer que foi o melhor boquete da minha vida, mas a inexperiência dela fez eu gostar pra caralho. Ela cabeceava do jeito que dava enquanto eu continuava fazendo meu trampo. Num momento, tirei ela de cima de mim e deitei ela na cama de barriga pra cima e voltei a beijar ela, enquanto encostava a pica nela.
- Você quer ela dentro? - perguntei num tom baixinho, que mal dava pra ouvir porque eu tava com a boca mordendo o pescoço ou a bochecha dela.
- Sim - respondeu entre suspiros - vou te falar - disse com um sorriso. - Me come. - Eu sorri enquanto colocava a camisinha.
Comecei a meter devagar e aos poucos porque ela realmente tem a buceta muito apertada. Nunca tinha encontrado uma gostosa assim. Quando já tava tudo dentro, depois de uns segundos, também não demorei pra meter tudo. Ela gemia e pedia devagar, porque... - eu tenho muito pequenininha e você tem muito grossa - na hora senti que ia explodir de tesão, mas me segurei e não bati mais forte, pelo contrário. Obedeci ela e comecei a comer devagar.
- Vamos trocar de posição - falei num tom irônico sem querer mencionar o namorado, que lembrei depois de ter ficado 30 minutos fodendo assim. Coloquei ela de quatro e a primeira coisa que ela falou foi - por trás não - e eu respondi - ainda não.
Continuei metendo, puxando ela pelo cabelo, acariciando a raba e o clitóris, tentando enfiar um dedo no cu dela. A mina gozou, me molhou toda e pediu pra eu tirar porque tava doendo e pra gozar nos peitos dela. Obedeci o que ela falou e ela começou a bater uma pra mim.
- Tô com vergonha, mas será que goza na minha cara? - disse olhando pra baixo.
- Na boca - falei. Ela abriu a boca e começou a chupar, e logo comecei a gozar, a porra escorria pra todo lado. Pedi pra ela engolir o que tinha e ela obedeceu.
Ficamos largados na cama, acendemos um cigarro e eu falei... - Podemos ser amantes. - com voz cúmplice.
- Não, amantes não. Não. Vamos ser amigos e quando eu tiver vontade de ser bem comida, ou você quiser tirar a vontade, a gente fode. — com um ar de superioridade.
— ok, adorei sua proposta. Combinado assim.
A conversa seguiu por outro lado, ela me dizia o que mais tinha gostado e quais eram as fantasias que eu tinha que realizar pra ela. Algumas a gente já realizou, mas faltam várias... aos poucos vou contando mais...
- Martiiin!! Como cê tá? Tava te esperando - ela me cumprimentou toda animada.
- Oi, gostosa, tudo bem e você? - respondi, dando um beijo no rosto dela.
Subimos pro apartamento dela, não rolou nada de interessante, chegou a hora do jantar, ela tinha combinado com o namorado que ele também ia jantar com a gente. Nessa hora, eu já tava viajando na ideia de um ménage, ou de ver eles transando na minha frente, mas nada disso aconteceu, pelo contrário. Ela, que era tão solta comigo, na frente do namorado virava uma santinha.
Fizemos as apresentações de praxe, falamos da faculdade, da vida, jantamos, e o cara foi encontrar os amigos.
- Cê fica de sonsa na frente do teu namorado, hein... - comentei zoando.
- Vou te contar - ela sentou do meu lado e colocou a mão na minha perna esquerda - ele é um santinho, me faz gozar toda vez que me come, mas não sai do papai-e-mamãe, não curte me chupar a buceta e vai pra igreja todo domingo, querendo ou não. - ela levantou e foi pegar uma cerveja pra dividir.
- Então, cê procura em outro lugar o que ele não te dá.
- Não procuro, se rolar como outro dia com um cara, eu topo. Mas não quero trair ele, nem fodendo. - enquanto acendia um cigarro - Imagina, não posso falar "Sebastião, chupa minha buceta e engole meu gozo". Ou falar "quer que eu chupe teu pau?" Se ele não sai disso, eu também não vou fazer, não vou falar nada.
- Entendi. Então, se eu te mandar chupar meu pau, cê se ajoelha aqui - apontando pro chão - e começa a mamar?
- Não curto caras metidos a besta - ela retrucou, desafiadora.
- Sou que nem aranha, tenho muita paciência, sei que cê vai cair pedindo pra eu te comer. - falei num tom de babaca, provocando.
Entre risadas, ela foi pegar os resumos dela e sentou pra "ler".
- É estranho o que sinto por você. - ela começou do nada, enquanto tomava um gole de cerveja - A gente mal se conhece, mas tem algo que me faz sentir... Livre com você, e posso falar de qualquer coisa. Isso eu gosto.
- Pode ser. Talvez você esteja a fim de mim.
- Comentei — mas não se faça de amiga, porque eu quero mesmo é te foder. Depois de fazer tudo que seu namorado não faz, se quiser, a gente pode ser amigo.
A noite avançava e fomos pro quarto dela, onde tem o PC, pra ouvir música. A gente tava sentado na cama, que é encostada na parede. Eu contra a cabeceira, sentado onde vai o travesseiro, digamos, e ela de lado, apoiada na parede, no meio da cama. Falamos das experiências dela, com os dois namorados. Um pouco de mim também. No meio da conversa, peguei ela pelo pescoço e deitei ela sobre minhas pernas. A cabeça dela ficou na altura do meu peito.
- Você se importaria se eu roubar um ou dois beijos agora? — perguntei, meio nervoso, sabendo que tava me jogando de cabeça sem saber se tinha água ou não.
- Rouba o que quiser.
- A virgindade não dá porque já roubaram, senão faria com muito prazer — comentei entre risadas, quebrando um pouco o clima tenso e romântico que tinha se formado.
A gente começou a se beijar. E a se tocar. Aos poucos, fui tirando toda a roupa dela. Ela tava vestida "assim mesmo": uma camiseta preta de uma banda de rock, jeans, uma calcinha fio dental branca e um sutiã combinando... Deixei ela nua num instante. Ela começou a me despir e fiquei só de cueca. Eu tava de barriga pra cima na cama e ela em cima de mim. Comecei a subir ela enquanto beijava os peitos dela, a barriga, até chegar na buceta dela. Nem um pelo. Era perfeita, quase fechada, toda molhada. E comecei a chupar ela, primeiro o clitóris, devagar fui enfiando um dedo no buraquinho dela. Ela é uma mina muito apertada. Naquele momento, me senti o maior comedor do mundo — não que eu seja ruim, mas também não é pra me gabar. Mas sabia que aquela buceta ia abrir bem pra mim.
Os gemidos dela aumentavam enquanto eu passava a língua por toda a buceta dela e dava uns mordiscos leves.
- Vira e chupa minha pica. - Ordenei.
Ela na hora virou, tirou minha cueca e começou a chupar. Não vou dizer que foi o melhor boquete da minha vida, mas a inexperiência dela fez eu gostar pra caralho. Ela cabeceava do jeito que dava enquanto eu continuava fazendo meu trampo. Num momento, tirei ela de cima de mim e deitei ela na cama de barriga pra cima e voltei a beijar ela, enquanto encostava a pica nela.
- Você quer ela dentro? - perguntei num tom baixinho, que mal dava pra ouvir porque eu tava com a boca mordendo o pescoço ou a bochecha dela.
- Sim - respondeu entre suspiros - vou te falar - disse com um sorriso. - Me come. - Eu sorri enquanto colocava a camisinha.
Comecei a meter devagar e aos poucos porque ela realmente tem a buceta muito apertada. Nunca tinha encontrado uma gostosa assim. Quando já tava tudo dentro, depois de uns segundos, também não demorei pra meter tudo. Ela gemia e pedia devagar, porque... - eu tenho muito pequenininha e você tem muito grossa - na hora senti que ia explodir de tesão, mas me segurei e não bati mais forte, pelo contrário. Obedeci ela e comecei a comer devagar.
- Vamos trocar de posição - falei num tom irônico sem querer mencionar o namorado, que lembrei depois de ter ficado 30 minutos fodendo assim. Coloquei ela de quatro e a primeira coisa que ela falou foi - por trás não - e eu respondi - ainda não.
Continuei metendo, puxando ela pelo cabelo, acariciando a raba e o clitóris, tentando enfiar um dedo no cu dela. A mina gozou, me molhou toda e pediu pra eu tirar porque tava doendo e pra gozar nos peitos dela. Obedeci o que ela falou e ela começou a bater uma pra mim.
- Tô com vergonha, mas será que goza na minha cara? - disse olhando pra baixo.
- Na boca - falei. Ela abriu a boca e começou a chupar, e logo comecei a gozar, a porra escorria pra todo lado. Pedi pra ela engolir o que tinha e ela obedeceu.
Ficamos largados na cama, acendemos um cigarro e eu falei... - Podemos ser amantes. - com voz cúmplice.
- Não, amantes não. Não. Vamos ser amigos e quando eu tiver vontade de ser bem comida, ou você quiser tirar a vontade, a gente fode. — com um ar de superioridade.
— ok, adorei sua proposta. Combinado assim.
A conversa seguiu por outro lado, ela me dizia o que mais tinha gostado e quais eram as fantasias que eu tinha que realizar pra ela. Algumas a gente já realizou, mas faltam várias... aos poucos vou contando mais...
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