Tenho vinte e três anos, me considero um cara bem gostoso. Tenho bastante sucesso com as mulheres, mas a verdade é que não preciso sair pra pegar ninguém, estou bem servido porque minha mãe cuida pra que eu esteja sempre bem fodido. Estou tão satisfeito que raramente precisei procurar sexo por aí, e quando precisei, sempre busquei mulheres que me lembrassem minha mãe. Gosto de foder com mulheres gordas, e nesse aspecto minha mãe atende todas as minhas expectativas. Se vocês nunca foderam uma gorda, perderam um dos maiores prazeres da vida e quando experimentarem uma nunca mais vão querer outra coisa, garanto.
Essa história começou há alguns meses, quando me mudei da casa dos meus pais pro meu próprio apartamento. Minha mãe estava triste porque seu pintinho estava abandonando o ninho e resistia a isso. Ela ficava me visitando o dia todo em casa. Me trazia comida, vinha lavar minhas roupas, ajudar na limpeza e o que fosse preciso. Eu tinha saído de casa pra ter independência e privacidade e não estava conseguindo, então num domingo de manhã que minha mãe apareceu com uma travessa de comida, decidi que já era hora de conversar com ela e deixar as coisas claras.
– Olha mãe, isso não pode continuar assim, eu preciso de privacidade, não digo que você não possa me visitar de vez em quando, mas acho que você está exagerando.
– Eu sei, meu filho, seu pai também fala isso, mas é que sinto sua falta. Você sabe o quanto te amo e é muito difícil pra mim não ter você em casa.
– Eu também te amo, mãe, mas você precisa me deixar viver minha vida. Imagina se eu quiser trazer uma mina pra cá e você aparece aqui no meio do serviço, não seria muito legal.
– Então o que te incomoda é que eu possa te pegar comendo alguma puta.
O tom dela tinha ficado muito áspero. Não entendia – minha mãe e eu sempre tivemos muita intimidade pra tratar de assuntos de sexo. Eu tinha contado minhas primeiras experiências e ela tinha resolvido todas minhas dúvidas. - O que tá acontecendo, mãe? Parece que você tá brava. - Desculpa, mas acho que tô com um pouco de ciúmes. Até agora eu era a mulher mais importante da sua vida, e agora com certeza você vai conhecer outras que vão te dar o que te faltou comigo. - Não sei do que você tá falando, você sempre me deu tudo que eu precisei. Você é uma mãe totalmente carinhosa e te amo muito. - Sim, meu amor, mas agora você cresceu, virou homem e tem outras necessidades, precisa de sexo de verdade e de forma regular.
Aquela conversa estava tomando um rumo muito estranho e eu não imaginava como ia terminar. Talvez se tivesse seguido por outro lado não teria acontecido o que aconteceu, e a verdade é que fico feliz que tenha acontecido.
- Claro que preciso de sexo, mas não sei o que você tem a ver com isso. Por acaso você quer me dar também? - Disse aquilo sem nenhuma má intenção, sério, até então nunca tinha pensado na minha mãe como mulher. Acho que inconscientemente, se eu me atraía por mulheres gordinhas, era porque sempre procurava alguém como ela, mas nunca tinha pensado nisso. A resposta dela me deixou alucinado:
- Se você me pedisse, sabe que eu nunca pude negar nada a você, meu amor. - Mãe, o que você tá dizendo? Você seria capaz de transar comigo, com seu próprio filho? Me parece nojento. - Não permito que você diga que seria nojento, seria o ato de amor mais sublime. O que há mais precioso que o amor entre um filho e sua mãe, e a maior demonstração de amor seria me entregar completamente a você. Agora posso entender que você não seja capaz, que não me ame o suficiente ou que eu te repugne sexualmente.
Não sabia o que dizer. Meu cérebro tentava aceitar toda aquela informação e organizá-la, eu estava paralisado. Então comecei a refletir. Tentei ver minha mãe apenas como uma mulher. Meio baixinha, aproximadamente 1,65m, rosto redondo com olhos grandes e brilhantes, cor de mel, o nariz um pouco proeminente dava personalidade aos seus traços, e uma pinta entre ele e a boca apetitosa de lábios carnudos e vermelhos como... O sangue a tornava uma mulher muito gostosa. Seu cabelo loiro e ondulado caía sobre seus ombros. Tinha um decote lindo. Seus seios, de bom tamanho sem serem exagerados, se juntavam formando um canal extremamente sensual e, embora nunca os tivesse visto nus, deixavam adivinhar mamilos grandes, bem femininos.
A cintura era dominada pela carne, formando pregas na roupa que costumavam prender suas curvas e destacavam ainda mais seus quadris largos de movimentos incendiantes. Suas coxas eram largas e duras, sem sinal de celulite apesar da gordura, e formavam uma bunda grande e espetacular, um rabão maravilhoso. Suas pernas terminavam em panturrilhas fortes e largas e pés pequenos com dedos perfeitos. O conjunto me pareceu de uma mulher absolutamente desejável, realmente minha mãe era uma mulher capaz de me deixar a mil e além disso eu a amava loucamente. Mas eu ainda não me atrevia a dar o primeiro passo. De repente sua voz me tirou do feitiço:
— Sinto muito, acho que não devia ter te dito isso, o melhor é eu ir embora.
Meus neurônios se ativaram de repente, não podia deixá-la ir, tinha que dizer o que sentia, precisava desesperadamente abraçá-la e beijá-la.
— Espera, mãe, não vai. É só que eu não esperava que você me dissesse isso e fiquei confuso. Você me parece uma mulher incrivelmente gostosa e desejável e além disso você sabe que te amo loucamente e vou te mostrar.
Avancei até ela e ternamente peguei seu rosto rechonchudo entre minhas mãos. Acariciei e, passando minha mão por seu cabelo, agarrei sua nuca e a puxei para minha boca. Beijei seus lábios e enfiei minha língua dentro de sua boca. Posso lembrar a sensação de sua saliva quente em minha boca, sua língua áspera percorrendo a minha, enquanto suas mãos percorriam meu peito de cima a baixo. Separamos nossas bocas e ficamos nos olhando nos olhos, com nossos rostos praticamente colados.
— Eu te amo, mãe. Desejo me entregar a você.
— Eu também te amo, meu filho. Desde o... momento em que te tive no meu peito logo que nasceste, acho que me apaixonei por ti. Sempre tiveste meu coração, agora quero te entregar meu corpo também. Por favor, meu filho, possua-me, faça-me sua. Faça-me sentir como uma mulher em seus braços. -Mãe, quero fazer amor com você agora mesmo, te desejo com todas as minhas forças.
Meu pau já estava duro como uma pedra. Fiquei atrás dela e enquanto acariciava seus seios, beijava seu pescoço e a empurrava devagarzinho pro meu quarto. Ouvi seus gemidos enquanto ela ia desabotoando o vestido e o deixava cair no chão.
Chegamos no meu quarto e acendi a luz, queria aproveitar aquele momento com total clareza, não queria perder nenhum detalhe daquele corpo magnífico. Realmente, seu corpo era grande. Sua pele era absolutamente branca e pude admirar totalmente - ela só usava uma calcinha branca enorme e um sutiã combinando. Ela jogou a cabeça pra trás e, levando as mãos às costas, soltou o sutiã. Seus seios caíram vencidos pelo peso, eram menores do que eu tinha imaginado, mas absolutamente lindos. Duas massas de carne dura e, como sempre imaginei, duas aréolas grandes e escuras como café, com mamilos redondos como bolinhas.
Inclinando-se pra frente, começou a baixar a calcinha. Os vincos da cintura ficaram mais visíveis e sua barriga pendia. O que vi a seguir me deixou estupefato. Minha mãe tinha a buceta totalmente depilada, e a gordura formava uma almofada em volta que a destacava ainda mais. O espetáculo era de tirar o fôlego. Senti meu pau começar a soltar as primeiras gotinhas.
-Gosta do que vê, querido? -Mãe, você está uma gostosa, me deixa terrivelmente excitado, não me faça sofrer mais, vem pra cama.
Ela veio na minha direção. Eu estava sentado na cama com as costas recostadas na cabeceira. Ela subiu na cama e sentou-se sobre mim. Seu grande peso me machucou um pouco, até encontrarmos a posição em que os dois ficamos confortáveis. Estávamos... um de frente para o outro, nus. Nossas mãos percorriam freneticamente nossos corpos e nossas línguas se uniam em um beijo interminável.
— Machuca ter sua gordinha da mamãe por cima, filho? — Não, me dá muito prazer ter você assim, minha gorda. Minha pica, totalmente ereta, batia contra sua barriga. Desci um pouco até apontar minha cabecinha contra a entrada de sua buceta molhada e, olhando em seus olhos, enfiei com força. Minha pica entrou com tudo até o fundo.
Mamãe fechou os olhos e, mordendo os lábios, soltou um gritinho misto de dor e prazer. Minha pélvis se movia suavemente enquanto minha mãe se balançava enfiada na minha pica. Seus gemidos ficaram mais profundos, o suor brotava por seus poros. Mamãe cruzou as mãos atrás da nuca, seus peitos subiram úmidos de suor, voltei a chupá-los com frenesi. Seu corpo cheirava a suor e fluidos vaginais. Estávamos ficando loucos de prazer e mamãe trocou seus gemidos por palavras:
— Assim, assim, meu amor, com doçura, gosto quando você me faz amor, assim, meu filho, me faz sentir tão mulher. Ahhh, você está queimando minha buceta, que prazer você me dá, filho meu.
Pouco a pouco, a tesão foi tomando conta dela e a luxúria superou o amor, mamãe virou uma putinha.
— Ahhh, não aguento mais, você vai rasgar minha buceta, me sinto como uma vadia com tesão. Vamos, nenê, goza dentro da sua mamãe. Anda, meu macho, se esporra dentro da sua puta, da sua escrava, faz tremer as carnes dessa mulher gorda.
Isso me excitou ainda mais, ouvir minha mãe falar todas essas safadezas, e meus ovos, totalmente cheios, precisavam aliviar.
— Mamãe, você me deixa muito excitado quando fala essas coisas. Adoro que você queira ser minha puta, você tem uma buceta tão quente… Você é um pedaço de mulher. Vou gozar para minha puta, minha gorda. Vou encher a buceta da minha mãe. — Sim, filho, sou sua puta, goza nas minhas entranhas, me enche com seu sêmen.
A gozada foi tão intensa que soltei um grito de prazer, sentia a porra saindo sem parar da minha pica… a buceta da mamãe… ela estava transbordando. Eu realmente tinha enchido ela.
Quando minha mãe sentiu minha primeira contração, ela também gritou, suas unhas cravaram nas minhas costas e ela mordeu meu ombro com força, tentando abafar o seu gemido de prazer. Doía, mas o prazer era tão intenso, sentir o corpo enorme da minha mãe abraçado ao meu, sentir ela se contorcendo no orgasmo, como eu, seu filho, estava fazendo ela gozar, que a dor se transformou numa sensação alucinante.
Ficamos exaustos, abraçados na cama enquanto nossos corações recuperavam o ritmo normal. Nos acariciávamos com ternura sem dizer nada, apenas nos beijando de vez em quando e acariciando nossos corpos nus, aproveitando o momento e refletindo.
Eu não tinha o menor traço de culpa, aliás naquele momento percebi que tinha me apaixonado pela minha mãe. Antes eu a amava, mas agora eu sentia amor por ela, a desejava, a precisava. Eu a queria só para mim.
— Mãe, foi maravilhoso, até agora eu não tinha noção de quanto eu realmente te amo. Eu preciso de você, quero que você seja só minha, quero te aproveitar de mil maneiras diferentes.
— Sou sua, meu menino. Esse corpo só pertence a você. Depois de gozar como hoje, não vou deixar ninguém mais aproveitar dele, nem seu pai vai me tocar de novo, se você pedir. Só quero fazer amor com você, foder com você, que só você me possua, quero ser sua mãe e sua mulher ao mesmo tempo. Satisfazer todos os seus desejos. Serei a mulher mais recatada e a puta mais promíscua para você.
— Não quero que o papai toque em você nunca mais, a partir de agora só eu vou ser seu amante, só eu vou aproveitar seu corpo. Vou te dar tudo o que você pedir e vou te dar todo o prazer que esse corpaço enorme e quente precisa. A partir de agora você é minha mulher e eu sou seu homem, mãe.
Naquela tarde, aproveitamos nossos corpos várias vezes. À noite, minha mãe disse ao meu pai que não queria mais fazer amor com ele, que tinha perdido o interesse no sexo. Eu entendia que ele procurasse outras mulheres e que, a partir de então, dormiriam em quartos separados. Meu pai teve que aceitar, pois me pediu conselho e eu disse que ele devia respeitar os desejos da mamãe.
Minha mãe continuou vindo regularmente à minha casa, e alguns finais de semana ficava para dormir.
Continuamos aproveitando nossos contatos dessa maneira por um tempo.
Essa história começou há alguns meses, quando me mudei da casa dos meus pais pro meu próprio apartamento. Minha mãe estava triste porque seu pintinho estava abandonando o ninho e resistia a isso. Ela ficava me visitando o dia todo em casa. Me trazia comida, vinha lavar minhas roupas, ajudar na limpeza e o que fosse preciso. Eu tinha saído de casa pra ter independência e privacidade e não estava conseguindo, então num domingo de manhã que minha mãe apareceu com uma travessa de comida, decidi que já era hora de conversar com ela e deixar as coisas claras.
– Olha mãe, isso não pode continuar assim, eu preciso de privacidade, não digo que você não possa me visitar de vez em quando, mas acho que você está exagerando.
– Eu sei, meu filho, seu pai também fala isso, mas é que sinto sua falta. Você sabe o quanto te amo e é muito difícil pra mim não ter você em casa.
– Eu também te amo, mãe, mas você precisa me deixar viver minha vida. Imagina se eu quiser trazer uma mina pra cá e você aparece aqui no meio do serviço, não seria muito legal.
– Então o que te incomoda é que eu possa te pegar comendo alguma puta.
O tom dela tinha ficado muito áspero. Não entendia – minha mãe e eu sempre tivemos muita intimidade pra tratar de assuntos de sexo. Eu tinha contado minhas primeiras experiências e ela tinha resolvido todas minhas dúvidas. - O que tá acontecendo, mãe? Parece que você tá brava. - Desculpa, mas acho que tô com um pouco de ciúmes. Até agora eu era a mulher mais importante da sua vida, e agora com certeza você vai conhecer outras que vão te dar o que te faltou comigo. - Não sei do que você tá falando, você sempre me deu tudo que eu precisei. Você é uma mãe totalmente carinhosa e te amo muito. - Sim, meu amor, mas agora você cresceu, virou homem e tem outras necessidades, precisa de sexo de verdade e de forma regular.
Aquela conversa estava tomando um rumo muito estranho e eu não imaginava como ia terminar. Talvez se tivesse seguido por outro lado não teria acontecido o que aconteceu, e a verdade é que fico feliz que tenha acontecido.
- Claro que preciso de sexo, mas não sei o que você tem a ver com isso. Por acaso você quer me dar também? - Disse aquilo sem nenhuma má intenção, sério, até então nunca tinha pensado na minha mãe como mulher. Acho que inconscientemente, se eu me atraía por mulheres gordinhas, era porque sempre procurava alguém como ela, mas nunca tinha pensado nisso. A resposta dela me deixou alucinado:
- Se você me pedisse, sabe que eu nunca pude negar nada a você, meu amor. - Mãe, o que você tá dizendo? Você seria capaz de transar comigo, com seu próprio filho? Me parece nojento. - Não permito que você diga que seria nojento, seria o ato de amor mais sublime. O que há mais precioso que o amor entre um filho e sua mãe, e a maior demonstração de amor seria me entregar completamente a você. Agora posso entender que você não seja capaz, que não me ame o suficiente ou que eu te repugne sexualmente.
Não sabia o que dizer. Meu cérebro tentava aceitar toda aquela informação e organizá-la, eu estava paralisado. Então comecei a refletir. Tentei ver minha mãe apenas como uma mulher. Meio baixinha, aproximadamente 1,65m, rosto redondo com olhos grandes e brilhantes, cor de mel, o nariz um pouco proeminente dava personalidade aos seus traços, e uma pinta entre ele e a boca apetitosa de lábios carnudos e vermelhos como... O sangue a tornava uma mulher muito gostosa. Seu cabelo loiro e ondulado caía sobre seus ombros. Tinha um decote lindo. Seus seios, de bom tamanho sem serem exagerados, se juntavam formando um canal extremamente sensual e, embora nunca os tivesse visto nus, deixavam adivinhar mamilos grandes, bem femininos.
A cintura era dominada pela carne, formando pregas na roupa que costumavam prender suas curvas e destacavam ainda mais seus quadris largos de movimentos incendiantes. Suas coxas eram largas e duras, sem sinal de celulite apesar da gordura, e formavam uma bunda grande e espetacular, um rabão maravilhoso. Suas pernas terminavam em panturrilhas fortes e largas e pés pequenos com dedos perfeitos. O conjunto me pareceu de uma mulher absolutamente desejável, realmente minha mãe era uma mulher capaz de me deixar a mil e além disso eu a amava loucamente. Mas eu ainda não me atrevia a dar o primeiro passo. De repente sua voz me tirou do feitiço:
— Sinto muito, acho que não devia ter te dito isso, o melhor é eu ir embora.
Meus neurônios se ativaram de repente, não podia deixá-la ir, tinha que dizer o que sentia, precisava desesperadamente abraçá-la e beijá-la.
— Espera, mãe, não vai. É só que eu não esperava que você me dissesse isso e fiquei confuso. Você me parece uma mulher incrivelmente gostosa e desejável e além disso você sabe que te amo loucamente e vou te mostrar.
Avancei até ela e ternamente peguei seu rosto rechonchudo entre minhas mãos. Acariciei e, passando minha mão por seu cabelo, agarrei sua nuca e a puxei para minha boca. Beijei seus lábios e enfiei minha língua dentro de sua boca. Posso lembrar a sensação de sua saliva quente em minha boca, sua língua áspera percorrendo a minha, enquanto suas mãos percorriam meu peito de cima a baixo. Separamos nossas bocas e ficamos nos olhando nos olhos, com nossos rostos praticamente colados.
— Eu te amo, mãe. Desejo me entregar a você.
— Eu também te amo, meu filho. Desde o... momento em que te tive no meu peito logo que nasceste, acho que me apaixonei por ti. Sempre tiveste meu coração, agora quero te entregar meu corpo também. Por favor, meu filho, possua-me, faça-me sua. Faça-me sentir como uma mulher em seus braços. -Mãe, quero fazer amor com você agora mesmo, te desejo com todas as minhas forças.
Meu pau já estava duro como uma pedra. Fiquei atrás dela e enquanto acariciava seus seios, beijava seu pescoço e a empurrava devagarzinho pro meu quarto. Ouvi seus gemidos enquanto ela ia desabotoando o vestido e o deixava cair no chão.
Chegamos no meu quarto e acendi a luz, queria aproveitar aquele momento com total clareza, não queria perder nenhum detalhe daquele corpo magnífico. Realmente, seu corpo era grande. Sua pele era absolutamente branca e pude admirar totalmente - ela só usava uma calcinha branca enorme e um sutiã combinando. Ela jogou a cabeça pra trás e, levando as mãos às costas, soltou o sutiã. Seus seios caíram vencidos pelo peso, eram menores do que eu tinha imaginado, mas absolutamente lindos. Duas massas de carne dura e, como sempre imaginei, duas aréolas grandes e escuras como café, com mamilos redondos como bolinhas.
Inclinando-se pra frente, começou a baixar a calcinha. Os vincos da cintura ficaram mais visíveis e sua barriga pendia. O que vi a seguir me deixou estupefato. Minha mãe tinha a buceta totalmente depilada, e a gordura formava uma almofada em volta que a destacava ainda mais. O espetáculo era de tirar o fôlego. Senti meu pau começar a soltar as primeiras gotinhas.
-Gosta do que vê, querido? -Mãe, você está uma gostosa, me deixa terrivelmente excitado, não me faça sofrer mais, vem pra cama.
Ela veio na minha direção. Eu estava sentado na cama com as costas recostadas na cabeceira. Ela subiu na cama e sentou-se sobre mim. Seu grande peso me machucou um pouco, até encontrarmos a posição em que os dois ficamos confortáveis. Estávamos... um de frente para o outro, nus. Nossas mãos percorriam freneticamente nossos corpos e nossas línguas se uniam em um beijo interminável.
— Machuca ter sua gordinha da mamãe por cima, filho? — Não, me dá muito prazer ter você assim, minha gorda. Minha pica, totalmente ereta, batia contra sua barriga. Desci um pouco até apontar minha cabecinha contra a entrada de sua buceta molhada e, olhando em seus olhos, enfiei com força. Minha pica entrou com tudo até o fundo.
Mamãe fechou os olhos e, mordendo os lábios, soltou um gritinho misto de dor e prazer. Minha pélvis se movia suavemente enquanto minha mãe se balançava enfiada na minha pica. Seus gemidos ficaram mais profundos, o suor brotava por seus poros. Mamãe cruzou as mãos atrás da nuca, seus peitos subiram úmidos de suor, voltei a chupá-los com frenesi. Seu corpo cheirava a suor e fluidos vaginais. Estávamos ficando loucos de prazer e mamãe trocou seus gemidos por palavras:
— Assim, assim, meu amor, com doçura, gosto quando você me faz amor, assim, meu filho, me faz sentir tão mulher. Ahhh, você está queimando minha buceta, que prazer você me dá, filho meu.
Pouco a pouco, a tesão foi tomando conta dela e a luxúria superou o amor, mamãe virou uma putinha.
— Ahhh, não aguento mais, você vai rasgar minha buceta, me sinto como uma vadia com tesão. Vamos, nenê, goza dentro da sua mamãe. Anda, meu macho, se esporra dentro da sua puta, da sua escrava, faz tremer as carnes dessa mulher gorda.
Isso me excitou ainda mais, ouvir minha mãe falar todas essas safadezas, e meus ovos, totalmente cheios, precisavam aliviar.
— Mamãe, você me deixa muito excitado quando fala essas coisas. Adoro que você queira ser minha puta, você tem uma buceta tão quente… Você é um pedaço de mulher. Vou gozar para minha puta, minha gorda. Vou encher a buceta da minha mãe. — Sim, filho, sou sua puta, goza nas minhas entranhas, me enche com seu sêmen.
A gozada foi tão intensa que soltei um grito de prazer, sentia a porra saindo sem parar da minha pica… a buceta da mamãe… ela estava transbordando. Eu realmente tinha enchido ela.
Quando minha mãe sentiu minha primeira contração, ela também gritou, suas unhas cravaram nas minhas costas e ela mordeu meu ombro com força, tentando abafar o seu gemido de prazer. Doía, mas o prazer era tão intenso, sentir o corpo enorme da minha mãe abraçado ao meu, sentir ela se contorcendo no orgasmo, como eu, seu filho, estava fazendo ela gozar, que a dor se transformou numa sensação alucinante.
Ficamos exaustos, abraçados na cama enquanto nossos corações recuperavam o ritmo normal. Nos acariciávamos com ternura sem dizer nada, apenas nos beijando de vez em quando e acariciando nossos corpos nus, aproveitando o momento e refletindo.
Eu não tinha o menor traço de culpa, aliás naquele momento percebi que tinha me apaixonado pela minha mãe. Antes eu a amava, mas agora eu sentia amor por ela, a desejava, a precisava. Eu a queria só para mim.
— Mãe, foi maravilhoso, até agora eu não tinha noção de quanto eu realmente te amo. Eu preciso de você, quero que você seja só minha, quero te aproveitar de mil maneiras diferentes.
— Sou sua, meu menino. Esse corpo só pertence a você. Depois de gozar como hoje, não vou deixar ninguém mais aproveitar dele, nem seu pai vai me tocar de novo, se você pedir. Só quero fazer amor com você, foder com você, que só você me possua, quero ser sua mãe e sua mulher ao mesmo tempo. Satisfazer todos os seus desejos. Serei a mulher mais recatada e a puta mais promíscua para você.
— Não quero que o papai toque em você nunca mais, a partir de agora só eu vou ser seu amante, só eu vou aproveitar seu corpo. Vou te dar tudo o que você pedir e vou te dar todo o prazer que esse corpaço enorme e quente precisa. A partir de agora você é minha mulher e eu sou seu homem, mãe.
Naquela tarde, aproveitamos nossos corpos várias vezes. À noite, minha mãe disse ao meu pai que não queria mais fazer amor com ele, que tinha perdido o interesse no sexo. Eu entendia que ele procurasse outras mulheres e que, a partir de então, dormiriam em quartos separados. Meu pai teve que aceitar, pois me pediu conselho e eu disse que ele devia respeitar os desejos da mamãe.
Minha mãe continuou vindo regularmente à minha casa, e alguns finais de semana ficava para dormir.
Continuamos aproveitando nossos contatos dessa maneira por um tempo.
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