Grávida do meu irmão

Julia acordou exausta, a última noite de sexo tinha acabado com ela completamente, Sandro tinha descarregado toda a fome de sexo acumulada que ele tinha.
Ainda sentia a porra do irmão por todo o corpo, tinha se submetido a todas as fantasias dele sem hesitar.
Devagar, ela se espreguiçou e foi tomar banho, odiava se livrar do cheiro do irmão, mas não podia ir pra escola daquele jeito.
Percebeu que os peitos tinham crescido, será que o sexo faz eles aumentarem? Passou a mão nos próprios peitos com admiração e orgulho, uns peitos que já não cabiam nos sutiãs dela, precisava comprar um tamanho maior.
Na escola, as amigas não paravam de perguntar que creme ela usava, Julia tinha ouvido que se apaixonar e transar rejuvenescia a pele e deixava os olhos mais brilhantes, mas no meio de uma aula ela passou mal e vomitou.
Levaram ela pra casa, os pais estavam fora e Sandro foi cuidar dela, quando disseram que ela tinha vomitado, os dois sacaram na hora, a sensibilidade extrema nos mamilos, as tonturas, o atraso na menstruação e ela ter confundido o cheiro de um peru com um biscoito.
Ela tava grávida.
O medo entrou no coração do casal. O que os pais iam pensar? O que todo mundo ia pensar? Como seria a vida deles quando o bebê nascesse? Marcaram hora numa clínica de aborto, ela ficaria só uma hora e tudo passaria.
Julia entrou sozinha na clínica, enquanto esperava a vez dela, começou a pensar.
Pensava na vida dela, o quanto foi triste e sozinha, mas os últimos acontecimentos foram os mais felizes da vida dela, tudo por causa de uma confusão que, pra muitos olhos, seria pecaminosa.
Mas ela via aquilo como uma bênção divina.
Colocou a mão na barriga, a mãe dela não parava de dizer que aborto era assassinato, mas ultimamente ela não tava dando muita bola pra mãe.
Mas dessa vez.
Quem era aquele bebê? Um produto do descuido dela? Ou simplesmente uma bênção? Que culpa aquele bebê tinha de se formar, se a culpa foi dela por não tomar anticoncepcional? O que aquele bebê poderia se tornar? Que vida Teria?
Atormentada por esse dilema, saiu da clínica. O irmão foi compreensivo quando ela explicou que não conseguiu fazer.
No jantar em família, ela estava inquieta. Como poderia contar aos pais que estava esperando um bebê, e ainda por cima do próprio irmão?
Não se sentia com forças, não conseguia dizer isso aos pais.
A campainha tocou e entrou a pessoa que a incentivou a transar com o irmão.
A noiva do Sandro.
— Sandro! Vim de Nova York pra você me explicar pessoalmente… Essa puta tá aqui! — disse a noiva, apontando pra Julia.
O pai se levantou, furioso:
— Como você ousa insultar minha filha?! Saia da nossa casa agora!
— Sua filha deu pra cima do meu noivo como a vadia que é! Você! Volta comigo! E você nunca mais chega perto da gente na vida! Puta! — disse a noiva, fora de si.
A noiva ia saindo, mas parou ao ver que Sandro não se mexia.
— O que eu te falei?! Vem comigo!
Sandro se levantou e disse:
— Pra quê? Pra você me humilhar? Pra interromper minhas conversas? Pra me proibir de sair com meus amigos? Pra não poder te tocar nunca? Pra me ter, como se diz? Dominado?
A noiva se surpreendeu com aquela rebeldia.
— Você é meu noivo! Juramos amor eterno!
— Amor se alimenta, mas você deixou ele morrer de fome — disse Sandro, decidido.
— Você não passa de um degenerado nojento! — disse a noiva, furiosa.
Julia não aguentou mais e se levantou:
— Não sei o que você é, mas sei o que vai ser: uma velha maluca que coleciona gatos porque não deu certo nas relações humanas, enquanto eu e o Sandro vamos cuidar do bebê que cresce na minha barriga.
Todos perderam a cor, especialmente os pais da Julia.
— Sim, tô grávida, do meu próprio irmão. Eu quis isso e não me arrependo. Ele, da minha carne e do meu sangue, é o amor da minha vida — disse Julia, corajosa.
— Não pode ser verdade — disse a mãe.
Julia olhava pra mãe. desafiante e então olhou pro Sandro e beijou ele na boca, Sandro correspondeu ao beijo.
A noiva recuou assustada e saiu gritando que eles eram doentes.
Quando terminaram o beijo, olharam pros pais e pros empregados que estavam olhando chocados.
— a gente se ama, pais, não é fantasia de adolescente, Sandro e eu nos amamos.
— p-podemos ir a uma clínica de aborto, pod… — a mãe falava, mas Julia interrompeu dizendo:
— não, não vou matar nosso filho, é a única coisa que concordo com suas ideias, mãe, vou ter meu bebê, vou cuidar dele e criar ele como uma pessoa de valor.

Os pais começaram a discutir fervorosamente com Julia, ela fez o mesmo, mas longe de ficar brava, Julia sentia:
Alegria.
E estranheza, ela tinha que estar grávida do próprio irmão pra os pais perceberem que ela existia.

Julia não parou de ir pra escola nos meses seguintes, todo mundo se surpreendeu com a gravidez de Julia, que pensava que sua barriga de grávida era uma lente.
Uma lente que mostrava como as pessoas eram.
A maioria das colegas de escola e professoras se afastavam dela, achavam que ela era uma putinha.
Mas suas amigas de verdade, Carolina, Fátima, sua primeira amante e a filha dela, e muitas outras pessoas a apoiaram, ela descobriu quem não viraria as costas pra ela, não importa o quão estranhas as coisas fossem.

— você ainda transa com ele? — perguntou Carolina.
— não, meu bebê pode se machucar — Julia falou segurando a barriga de grávida com medo.
— que nada! ouvi dizer que é super saudável! e que faz bem pra gravidez — Carolina disse com confiança.

Naquela noite, ela conferiu na internet o que Carolina disse e pensou que aquele ato de amor tinha que ser alimentado com mais amor, já fazia três meses que não transava com Sandro, mas antes precisava fazer uma coisa.

Julia foi ao bordel, tocou a campainha, deixou um bilhete e foi embora, um bilhete que dizia:
"obrigada por enriquecer minha vida"

Quando voltou pra casa, pegou uma garrafa de bourbon e foi nua pro quarto de Sandro, seus pais Não estavam, tinham a casa toda só pra eles.
— Querido, toma uma taça — disse Júlia enquanto enchia o copo.
— Obrigado. Como tá o andamento da gravidez? — perguntou Sandro.
— Tudo bem — disse Júlia, se aninhando do lado de Sandro. — Você não acha que nosso bebê merece saber que os pais se amam?
— Sim, claro — respondeu Sandro com um sorriso.
Júlia pegou a mão de Sandro e a levou até os peitos dela. Isso assustou Sandro, que puxou a mão de volta, dizendo:
— Você não sabe que a gente pode machucar nosso filho? — falou Sandro, com medo.
Júlia beijou os lábios do irmão e acariciou os cabelos dele enquanto pressionava os seios contra o torso de Sandro.
— Fica tranquilo, vai dar tudo certo — disse Júlia, sorrindo.
As mãos de Júlia percorreram o torso e o abdômen de Sandro até chegar na calça dele, que ela desabotoou com habilidade, revelando o instrumento que dava prazer e vida.
Os lábios de Júlia começaram a percorrer a virilidade de Sandro.
Uns lábios que deslizavam suaves pela carne dura e quente do homem dela, roçando, beijando, dando pequenas passadas na glande com a ponta da língua.
Ela sabia que Sandro gostava, porque ele tava acariciando os cabelos dela. Olhou nos olhos do amado com inocência e seus lábios engoliram a rola quente do irmão, uma rola que enchia a boca dela até chegar no começo do esôfago.
Júlia se esforçava. Até agora, os boquetes dela não conseguiam engolir tudo. Lutava contra os engasgos, mas sentia que conseguia, por ele.
— Tá bem? — perguntou Sandro, preocupado que a irmã não se engasgasse.
Ela olhou pra ele com os olhos marejados de esforço, mas fez uma careta que parecia um sorriso.
O que Júlia agradeceu foi que Sandro tinha depilado os pelos da virilha. Da última vez que fez um boquete nele, os pelos roçaram no nariz dela, com resultados surreais.
Sentiu o amado tremer. Tirou a rola o suficiente pra língua acariciar a glande dentro da boca. Não demorou pra sentir o gozo batendo contra a língua.
Naquele momento, ela engoliu o pau do Sandro até bater nos colhões do queixo dele e, apertando os lábios, foi se soltando devagar, tirando toda a porra que tinha ficado sem sair. Um fio viscoso era a única coisa que ligava o vigor do Sandro à boca da Júlia. Ela ergueu o queixo pra ele ver o pescoço dela fazendo o movimento de engolir.
Três vezes.
Júlia se levantou na altura do amado e olhou com doçura nos olhos dele. Ele sorriu e acariciou o rosto dela, o pescoço, os peitos que, ao serem apertados, soltavam um líquido amarelo e meio pegajoso. Aquilo preocupou Júlia.
— Fica tranquila, mamãe, é colostro — disse Sandro.
Antes que ela pudesse perguntar, Sandro começou a chupar os peitos dela. Ela era especialmente sensível, mas agora mordia os lábios só com um roçar. Acariciava a cabeça do amado enquanto tentava não gozar cedo demais, mas era muito difícil. Sandro sugava o colostro com gosto, chupando, mexendo a língua. O prazer era tanto que ela apertava a cabeça do irmão contra os peitos. Não demorou pra ela chegar ao auge do tesão.
Sandro viu ela exausta, deitou ela na cama e ficou olhando. Ela era diferente com a barriga de grávida, não a favorecia, mas também não a deixava feia.
Digamos que ele via uma beleza diferente.
— Sandro, por favor, não me olha assim — disse Júlia se cobrindo. Ela podia chupar ele e beber o leite dele, podia deixar ser fodida no cu, podia ser masturbada com uma corrente, mas ainda tinha vergonha de ser olhada fixamente. Parecia uma bobagem, mas os olhares eram mais sexuais do que a própria penetração.
Sandro, sorrindo, arrancou o lençol que protegia Júlia do olhar dele. Ela se cobriu com as mãos, morrendo de vergonha, mas ele se deitou por cima dela, afastou as mãos dela e a olhou com mais atenção.
— Eu não sou gostosa.
— Por que você diz isso, irmã?
— Olha pra mim, tô gorda, não tenho aquela barriga lisa que você molhava com champanhe.
— Tem vida na sua barriga, a prova de que a gente se ama, de que a gente se desejamos.
Julia olhou nos olhos de Sandro, uns olhos cheios de sinceridade e desejo, separou devagar as pernas e disse:
— Me pega, irmão, quero você perto de mim, quero você tão perto que a gente fique praticamente grudado, que nosso bebê saiba que os pais se amam com força, que saiba que nunca vamos abandonar ele por causa das nossas brigas. Estamos nós três juntos, como uma família feliz.

Essas palavras fizeram Sandro reagir, que beijou com paixão os lábios de Julia, apontou com seu vigor a buceta da jovem e entrou devagar na sua porta da vida.

Enquanto bombava, via os peitos de Julia balançarem como pudins de gelatina, essa visão excitava Sandro, que aumentou as investidas. Julia, com medo, colocou as mãos na barriga de mãe.

Isso acalmou Sandro, que a penetrou com mais cuidado, olhando amorosamente nos olhos de Julia, que acariciava as mãos de Sandro segurando seus quadris.

— Te amo — dizia Julia com um sorriso.
— E eu te amo, Julia — dizia Sandro.

As investidas devagar aceleravam, Julia sentiu muito prazer, mas mudaram de posição.
Sandro deitou de barriga pra cima e ela se ajoelhou em cima dele, sentiu como ele a penetrava fundo.

Os seios de Julia balançavam no ritmo da penetração, cada vez mais rápido, Sandro estava chegando ao orgasmo e, em vez de tocar os peitos da irmã, acariciou a barriga de mãe dela.

Ela também chegava ao clímax e colocou as mãos na barriga, não demoraram para ambos gozarem ao mesmo tempo.

Julia, exausta, deitou ao lado de Sandro, ambos acariciavam a barriga grávida.

— Você acha que ele vai ser feliz? — perguntou Julia.
— Vai crescer com pais que se amam e amam ele, sim, vai ser muito feliz — disse Sandro acariciando a barriga da irmã.

Julia teve o menino e continuou com os estudos, chegou a ser dona de uma agência de publicidade de grande sucesso. Numa entrevista que fizeram com ela, perguntaram qual era o segredo do sucesso.
— Eu, Como muitos, eu vivia na segurança, no conforto de onde estava, mas pra ter sucesso de verdade, tem que ampliar os horizontes e se arriscar pra poder ganhar – respondeu Júlia com naturalidade.

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