(CONTINUANDO OS RELATOS ANTERIORES)1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Minha-mãe-passou-a-ser-minha-mulher-1-para-18.html
2 http://www.poringa.net/posts/relatos/2461664/Minha-mãe-passou-a-ser-minha-mulher-2-para-18.htmlDepois de saber tudo aquilo sobre minha mãe, fiquei uns dias com a cabeça a mil, tinha ouvido coisas inacreditáveis, mas também tinha coisas que ainda não sabia. Então, me dediquei a organizar um pouco as ideias. Como eu me sentia? Enfurecido, me sentia enganado, era quase de conhecimento público que minha mãe era uma puta gostosa. E eu achando que ela tinha se pervertido comigo! Mas, por outro lado, tarado, que minha amada mãezinha fosse uma vagabunda me dava muito tesão, e pensando bem, não era estranho, agora que eu olhava pra ela sem a venda do amor filial, ou seja, agora que a via como Catalina, o estranho seria que ninguém tivesse comido ela antes de mim. O jeito dela se vestir, sexy e meio provocante, a sensualidade dos movimentos, o quanto ela sempre foi safada (alguns diriam que é uma putinha),... enfim, ela é toda daquelas mulheres que dá pra ver que são soltas, sem preconceitos, que curtem uma putaria, tipo, que adoram foder e que se você pegar no momento certo, come ela com certeza, tipo, se você não for muito burro, você fode ela. Um tesão a mais além do fato de ser minha mãe. Isso me fazia sentir animado, acima do negativo, eu poderia aproveitar minha mãe muito mais do que imaginava. O resumo era:- Provavelmente, muitos dos pais dos meus amigos, e dos que não eram meus amigos mas estavam na minha turma, e até os pais de algumas garotas, já tinham comido minha mãe e também sabiam o que era um boquete da Catalina, anos atrás, sim, mas sabiam. E principalmente o pai do meu amigo Sebas, que tinha transado com ela por pelo menos um ano, a ponto de alguns filhos da puta fazerem comentários sobre a paternidade do meu irmão. Ficava pensando nesse tempo todo, crescendo com meus colegas e amigos, indo na casa deles e eles na minha, e nas reuniões de pais, e em todas essas ocasiões eles pensando em como a Catalina tinha chupado bem o pau deles ou na foda que deram nela. Uff, se eu fosse um marido ciumento, ficaria louco, mas não era marido nem ciumento e, na verdade, me peguei com o pau duro de pensar na minha mãe assim. Me dava muito tesão.
- Precisava descobrir mais, saber todos os que tinham ficado com ela, saber se meu pai soube, se houve alguma troca de casais, não achava provável, mas tinha que tentar saber.
- Precisava comer a Sara, o pai dela tinha dito que queria comer minha mãe, e tinha dito que ela era muito puta, então vamos ver quem fode primeiro, ele minha mãe ou eu a filha dele. E depois eu diria: "você comeu a puta da minha casa e eu comi a puta da sua casa". Vamos ver como ele ia gostar.
- Decidi que queria ver minha mãe transar, convencê-la de que era minha puta e que devia foder com meu amigo Sebas. Assim eu saberia como são o pai e o filho, e qual dos dois fode melhor. E ainda por cima, o Sebas ia me agradecer para sempre, do jeito que ele babava pela minha mãe. Mas precisava trabalhar mais minha mãe, deixá-la mais disposta, e isso significava comê-la e fazê-la gozar mais vezes até que ela se entregasse de vez.
- E também anotei que queria comer a mãe do Sebas, ela não era tão gostosa quanto a minha mãe, mas era muito comível, loira e magra, boas pernas e um corpo bonito. Olhos verdes, puta que pariu, não teria problema nenhum em ficar de pau duro e botar chifre no pai dela, aquele filho da puta que tinha botado chifre no meu. Não que eu não gostasse dela, longe disso, mas parecia questão de justiça. E me dava um tesão do caralho.
- Pensei também que podia fazer com que outros amigos meus comessem ela ou, pelo menos, que dessem uma mamada neles.
Parei por aí, porque pensei que depois a gente via, podia ser ainda melhor. E tudo isso sem meu pai saber e ela continuar satisfazendo ele como esposa dele, não acho ela especialmente fogosa ou apaixonada, mas as gozadas dele saem e eu ouço minha mãe gozar.
No mesmo dia da festa onde descobri tudo isso, tava super tarado e excitado, e ao voltar pra casa só pensava que não dava pra ficar sem comer ela, tava louco pra meter naquela buceta meio pública que ela tinha, e falei pra ela, num canto na cozinha:
- Mãe, preciso te comer. Preciso de você agora mesmo, tenho essa pica que você tanto gosta pra arrebentar.
- Pelo amor, filho, que seu pai e seu irmão estão aí, tem que ser discreto, de jeito nenhum - ela falou, franzindo a testa.
- Ok, mãe, te espero no meu quarto quando o pai dormir - falei, enquanto passava a mão de leve na bunda dela, claro, só coberta pelo tecido macio do vestido, sempre de fio dental, - se você der uma trepada nele, ele dorme mais rápido, e depois você vem comigo, assim você vai saber qual dos dois te come melhor.
- Mas que jeito de falar comigo é esse, filho? Por que tão sem vergonha, tão... puta - mas ela não fez nada pra tirar minha mão da bunda dela.
Apertei a mão na bunda dela, dei um tapinha suave e enfiei a outra mão no decote até achar o mamilo duro dela, agarrei e sussurrei no ouvido dela:
- Porque é o que você gosta, mãe, você mesma me disse que gosta de ser minha putinha, mãe, então você vai vir dar pra seu querido filho - coloquei a mão que tava na bunda dela na buceta por cima do vestido, acariciei de leve. buceta e a outra beliscava o mamilo dela, ela não fez nada pra tirar minhas mãos - sabe que vai gozar igual uma putinha, você adora demais - aumentei a pressão na boceta dela, ela gemeu - viu como você gosta? Tô com muita vontade de ter mulher hoje e você tá se perdendo por ser minha.
- Filho... - ela sussurrou - tá certo, não devia... mas vou.
- Boa vadia - falei e saí. Antes de sair da cozinha me virei - Ah, mãe, lembra de dar uma trepada no pai, me dá tesão saber que você acabou de ser comida. - fui embora de vez, deixando ela de olhos arregalados, sem acreditar que o filho falava assim com ela. E eu adorando.
Claro que ela veio, um pouco antes das duas da madrugada. Antes tinha ouvido eles fodendo, minha mãe era obediente, veio como uma deusa, com seu camisolinho curto e transparente e entrou rebolando. Eu tava sentado na minha cadeira lendo na mesa, me virei. Imaginei ela assim na cena da casa de convivência, provocando os cinco caras. E agora me provocando, apesar de toda a reclamação, se é que era uma mulher gostosa como nenhuma, não me admira que todo mundo comia ela, se é que ia assim, tava pedindo pica aos berros. Eu adorava minha mãe puta. Ela parou ali me olhando assim que fechou a porta do meu quarto, mãos na cintura e provocante, sem dizer nada.
- Uau, mãe, você tá de dar tesão até em defunto - soltei - Você é linda, que foda que vou te dar.
- Você precisa de mulher e aqui está ela, tá preparado pra foder a mamãe? - ela me olhava com um sorrisinho.
- Deixa eu te ver bem, mãe - ela foi fazendo o que eu mandava - levanta o camisolinho, me mostra a boceta - que delícia ter a mãe obedecendo assim - vira de costas, se inclina pra trás, que rabão, mãe! - Me dá um agrado, tira a roupa e vem chupar minha pica.
Vi que ela hesitou um instante, mas fez, deslizou o camisolinho pelo corpo, ficando nua na minha frente, me olhando provocante, os peitos que me amamentaram quando pequeno, agora desafiantes com os bicos duros me oferecendo outro tipo de prazer e a buceta depilada, aquela buceta que tinha engolido tanta pica e que tinha me parido, agora oferecida.
- Uma deusa, mamãe, vem chupar minha pica - ela se aproximou rebolando e se ajoelhou entre minhas pernas.
- Meu neném quer que a mamãe chupe a pica dele - eu não fazia nada, ela baixou meu shortinho, e minha pica apareceu ereta, ela, experiente, pegou e começou a lamber minhas bolas, deus, enfiava elas na boca, sabia como deixar um cara louco. As tetonas dela roçavam minhas coxas.
- Chupa ela - falei. Ela obedeceu e enfiou minha glande na boca, peguei ela pelo cabelo e fui guiando no vai e vem, tava me excitando demais - ouvi você foder com o papai, ouvi você gozar, putinha boa, mamãe. Hoje você vai dar pra dois homens. - não deixei ela levantar a cabeça - Continua chupando, mamãe, não fala. Com certeza você aguenta mais de dois, pelo menos cinco - notei que ela apertava mais minha pica - Com certeza você já comeu cinco seguidos, mamãe. - deixei ela levantar a cabeça e minha pica ficou livre.
- Você é um demônio, filho, por que fala assim comigo? - ela franziu a testa.
- Mamãe, não dá pra me repreender ajoelhada entre minhas pernas, pelada e com minha pica na mão - falei, ela sorriu largo - e falo assim porque te excita e porque você é minha putinha. E porque tá morrendo de vontade de eu te foder com essa estaca que você deixou dura de tanto chupar.
- Uff filho, você é um diabo, como consegue me excitar tanto? Me dá um beijo - nos levantamos e nos abraçamos pelados, minha pica entre as coxas dela e beijei ela com gosto. Ela esfregava a buceta na minha pica e beijava gemendo, de tesão. Parei de beijar:
- Diz que é minha putinha
- Nunca pensei que fosse dizer isso... e muito menos pro meu próprio filho - ela fez uma pausa, apertando meu pau contra a buceta dela - quero ser sua, amor, me excita tanto você me desejar e me foder, me excita ser mulher pra você, me tratar como sua putinha, hoje eu gozei com Teu pai pensando que depois ia ficar contigo e que você ia me chamar de puta, enquanto me mata de prazer com esse teu pauzão.
Eu ficava louco de tesão ouvindo isso da minha mãe, beijei ela e virei, inclinando e apoiando as mãos dela na cama:
- Oferece essa sua buceta, mãe, se sente bem puta.
- Hummm sim, sim, amor - ela abriu as pernas e empinou a buceta, bem carnuda e saliente - me pega, me fode, me come... quero ser sua puta.
- Você tá bem putinha assim, mãe, me deixa doido, que pedaço de buceta que acabou de dar pro meu pai - passei a mão na buceta molhada dela - ainda tem gozo dentro, puta.
- Hummm, sim, filho, tô com gozo do seu pai na vagina, ufffff me excita tanta sacanagem, aaaaaa que gostoo - enfiei dois dedos - AAAAAAahhh, me fode, hummm - a buceta dela tava muito quente e molhada, os dedos entravam tão fácil que resolvi enfiar três - AAAAAAahhh - ela reclamou mas entrou bem e ela continuava gemendo - uuuuuuaaa, me fode pelo amor de Deus me fode.......
- Assim que nem uma puta, mãe? - eu cutucava com os dedos e ia dilatando -
- uuuufff filho siiiim, que nem uma puta, siiiim, quero ser sua putinha, mmmmmm siiiiii - tirei os dedos e dei um tapa na bunda dela, ela também se excitou, decididamente uma puta gostosa, linda e ansiosa. Dei outro tapa - aaaahhh siiiiiim, Deeeus que prazer.....
- MINHA PUTA QUER RABO BOM e vai pedir - dei outro tapa, adorava como ela mexia a bunda e o balanço das tetonas, agarrei a teta que tava do meu lado - mmmmmm que tetas boas! - puxei de leve o bico, tava curtindo como nunca com nenhuma mina, tudo que eu fazia dava prazer e deixava ela mais puta.
- Uummmmm siiiim, me dá rabo bom, o seu, me dá teu pau, uuuuuuuu amor, enfia em mim - ela tava rendida, mas eu queria prolongar o momento, puxava o bico e esfregava a buceta - pelo amor de Deus, filho, me fode!!, come a mamãe!!
- Puta - empurrei ela pra cama, ela subiu de joelhos, e forcei o Corpo pra baixo, apoiando a cabeça e os peitos, uma postura obscena, a buceta dela exposta — que postura de foxy gostosa, mamãe — enfiei a pica na buceta dela e meti de uma vez — sua puta!
— AAAAAAAAAHHHHHgg — ela arfava de prazer, gemendo, e eu comecei a bombar ela com força
— Toma tua ração de pau, mamãe. Aposto que já te comeram pra caralho, hein — dei um tapa na bunda dela — me fala
— AAAhhhg siiiim, já fui comida por muitos — ela mordia o travesseiro pra não deixar os gemidos escaparem, eu via minha pica entrando e saindo da minha mãe — nenhum como você... deusssss filho... que obra-prima de picaaaaaa... uufff muito melhor que a do teu pai, siiiim — enfiei até o saco e comecei a girar dentro dela — AAAAAAAAh aaaa por deussss filho, como você me fode bem...
— Aposto que já deu pra vários caras ao mesmo tempo, puta promíscua — falei sem parar de meter — com quantos você já deu, vagabunda?
— uuuuuuuu siiiii... me excita... já comi cinco caras seguidos — confirmado, pensei — mmmmmm oooooooohhhh que delícia, filho
— Me excita ter uma mãe puta, vou te fazer dar pra mais de cinco, rabuda — falei — quer? e depois eu te como — dei dois tapas na bunda dela
— uuuuuffff siiiiiiii... vou dar pra todos... siiiiiiii, me bate, me dá pau, me dá mais forte aaaaaaaaaaaaahhh — não sei descrever o prazerão que era ter minha mãe assim, empalada e gostosa
— Sua puta promíscua! — os gemidos de orgasmo dela começaram, senti na pica que ela tava gozando, acelerei a pica e dei dois tapas — puta, VAGABUNDA, TOMA MEU GOZO MAMÃEEEEE
Me esvaziei inteiro, meti uma porra impressionante nela enquanto ela tremia de prazer no orgasmo dela, que se prolongava sem parar, suspirando, gemendo. De repente, ela caiu na cama, sem se segurar, respirando muito forte.
— Meu filho, que foda, que orgasmo, que maravilha — me deitei exausto ao lado dela, ela se ajeitou e pegou na minha pica, já bem mole, brilhante e ainda com Gotas de porra na ponta. Minha mãe lambeu e começou a chupar com gosto — gosto do seu leite, hein, você ficou satisfeito, pelo menos me deixou meio litro. Gozou muito?
Acariciei a cabeça dela com carinho.
— Mãe, na minha vida nunca gozei como hoje, e o melhor é o que nos espera.
— Mas temos que ter cuidado, filho, não sei se fizemos muita putaria e seu pai e seu irmão podem nos descobrir — Olhei o relógio, porra, só tinha passado pouco mais de meia hora, eu achava que tínhamos ficado mais tempo.
— Espera, mãe, vou ver — saí do quarto e a casa estava em completo silêncio, e escura, me relaxei, meu pai com certeza estava dormindo que nem um anjo e meu irmão dormia num quarto do outro lado do corredor. Voltei — sem preocupação, mãe, nem perceberam.
Ela se levantou e veio até mim, pegou a camisola e vestiu, na ponta dos pés me deu um beijo suave.
— Uffff, filho, seu leite tá escorrendo pelas minhas pernas, vou ao banheiro e pra cama, até amanhã, machão, você é o melhor comedor da minha vida — piscou o olho e foi embora. Fiquei como num sonho, não cabia em mim de prazer e satisfação, já tinha minha mãe totalmente seduzida, agora, além de foder ela, o próximo passo era conseguir que ela se entregasse ao meu amigo Sebas.
No dia seguinte levei um susto, meu irmão me disse: "Ontem te ouvi fodendo, filho da puta, quem era? Como a mina gemia" Improvisei, "Porra, mano, não conta pros pais, veio uma mina do colégio, que quer namorar comigo, e eu tô aproveitando" "Pois não ouvi ela chegar nem sair" "Porra, porque tem que ser muito discreto, idiota, imagina se a mãe ou o pai descobrem" "Que filho da puta você é, as minas vêm na sua casa e eu sem comer ninguém, me arruma uma" "Você tem que crescer um pouco, os da sua idade ainda são meio otários, já vai chegar sua vez" E reagi "Aliás, se ouvir algo outra vez, se tranca no quarto e não sai" "Sim, no cu" "Se assustar a mina, te encho de porrada, então me faz esse favor Por favor, fode ela"
"Vale, piranha, não fica assim"
"Você sabe que vou te pagar o favor, mano, na próxima vez que quiser sair à noite, convenço a mamãe". Ufa, ainda bem que tenho recursos
Não sei por que a ideia de ver minha mãe transando com o Sebas me excitava tanto, acho que por ele ser meu melhor amigo, porque ele sempre foi apaixonado pela minha mãe, sempre me disse que sonha com ela nua, só a proximidade dela já deixa ele duro, porque ele tem uma piroca bem grossa e me dá tesão ver como entra na buceta da minha mãe, porque me excita fazer minha mãe virar minha puta de verdade, uff, tudo isso aguça minha mente.
Como não me custaria nada convencer o Sebas, o importante é conseguir que minha mãe aceite, do jeito que estamos, não é nada impossível, só questão de um trabalho sutil. Dois dias depois daquela transa memorável, antes não tínhamos tido oportunidade, estávamos em casa meu irmão, minha mãe e eu. Decidi atacar, dei 10 conto pro meu irmão caso ele quisesse ir tomar alguma coisa, como irmão mais velho. Não demorou nem 10 minutos pra ele vazar. Minha mãe estava lendo no sofá, linda, uma saia branca leve até o joelho e uma blusa larga, sem sutiã. Sentei do lado dela, puxei ela sem dizer nada, e beijei ela na boca. Adorei a submissão dela, meti a língua e ela respondeu, comecei a desabotoar a blusa dela, sem nenhuma resistência, quando terminei, descobri os peitos dela, passei a mão e vi que ela gostava, e muito.
- Você tem os melhores peitos do mundo, mãe, todo mundo fala.
- Hummmm adoro quando mexem neles... todo mundo fala? - ela reagiu.
- Todo mundo no colégio, principalmente meu amigo Sebas, ele é louco por você. Fica duro só de ver seu decote e morre de vontade de pegar neles.
- Uff sim, ele me devora com o olhar. É muito lisonjeiro pra mim. Mmmmmmm como eu gosto que você me toque, filho, sou uma pervertida.
- Sim, mãe, e além disso você é minha puta - tirei um lenço de seda que tinha pegado das roupas dela - coloca as mãos pra trás, te Vou amarrar você - ela me olhou por um momento e obedeceu submissa - boa puta. Ummm, como você tá gostosa assim com os peitos de fora, queria que o Sebas te visse assim - peguei os dois peitos dela e amassei - mamãe.....
- Ummmmm me diz, mas que coisas tão taradas te vêm à cabeça - puxei de leve os dois bicos dos peitos dela - aaaaaaaaahhhhh uff - pra mim inacreditável que tudo que eu fazia excitava ela, deixei os peitos caírem, soltando os bicos, eles balançaram, que tesão me deu, puxei os bicos de novo, dessa vez mais forte - aaaaaaaaaahhhh .....pelo amor filho..... você me mata...
- Mamãe... - repeti, enquanto puxava mais os bicos - você gosta de engolir porra? Quero gozar na sua boca e você engolir meu leite.
- Meu filho, pelo amor de deusss - soltei os bicos dela - aaaaaaaaaaahh uuuffff.... já engoli porra e gosto, a sua vou gostar mais.
Fiquei de pé no sofá com ela entre minhas pernas e tirei a pica da braguilha, cheguei perto do rosto dela e dei duas roçadas de pau
- Você já engoliu muita porra, mamãe? De muitos paus?
- ufff filho você é perverso....sim, muita porra de muitos paus, sua mãe já comeu muito pau na vida - dei mais duas roçadas de pau na cara dela.
- Então mais um não vai te importar - batia com a pica no rosto dela, ela abria a boca pra eu enfiar, mas ainda não.
- UMMM importa sim, você é meu filho - respondeu - você tem o melhor de todos.
- E te deixa com tesão, me diz
- Me dá muito tesão chupar sua pica, você gozar na minha boca e saborear seu leite.
- Quando eu disse que mais um não ia te importar, tava falando da pica do Sebas.
- O quê? você quer que eu chupe o pau do seu amigo? - Ela me olhou de olhos arregalados, aproveitei e enfiei a pica na boca dela, segurei no cabelo e encaixei até tocar a campainha.
- Chupa pica, mamãe, não fala, tô com vontade de uma mulher engolir meu leite, e quem melhor que minha puta? Quem melhor que minha mãe? - balançava a cabeça dela enfiando e tirando minha pica - porra, mamãe, como você chupa bem chupas... meu amigo Sebas vai ficar encantado.... minha puta vai comer a cock dele.... você vai gostar, mamãe, ele tem uma cock bem grossa, até você ia querer foder ele, com certeza, ummmmmm mamãe e pra você vai ser só mais uma cock, você vai ser uma boa puta e vai fazer isso.....ummmm - deixei ela descansar e tirei ela, fui dando porradas suaves de pau na cara dela - Mas filho.... - ela fez uma pausa e me olhou - acho que não tenho escolha....você sempre consegue o que quer....- continuei batendo o pau na cara dela e vocês não imaginam como eu tava adorando. - E você vai se deixar foder, mamãe, porque você mesma disse que é minha puta.....e quero que ele aproveite você, mamãe, você é a melhor. - Ufff filho, você não tem limite..... - Não mamãe, nem você, abre a boca - ela obedeceu e eu meti o pau, louco de tesão com a ideia, ela ia metendo e tirando e engolia tudo - come cock, mamãe, ummm que gostoso....mmmmm lá vai meu cum, mamãe - olhava nos olhos dela enquanto gozava na boca dela, uffff mais uma gozada violenta, porra que prazer que eu sentia, minha amada mamãe recebendo meu sêmen na boca, com os peitos de fora e as mãos amarradas - uffff mamãe que gozada, abre a boca que quero ver meu cum - ela abriu, não dá pra descrever a sensação de ver minha mãe com a boca cheia do meu cum, deus que tesão, uma porrada de leite branco e a língua delicada dela saboreando - Engole, mamãe - ela fechou a boca, saboreou e engoliu. - Seu cum tem um gosto bom, filho, uff como você me excita.... Sem dizer mais nada, levantei do sofá e me ajoelhei entre as coxas dela, e levantei a saia até a cintura. A calcinha dela tava molhada. - Que gostosa você tá, mamãe!, eu te amo, cê gosta que eu falo assim, hein? Te excita eu te fazer ser a mais puta de todas as mulheres? - Sem dúvida tava excitando ela, a expressão no rosto dela e o brilho nos olhos entregavam - vamos brincar muito, até tirar toda a safadeza que você tem guardada, mamãe. Vamos ver essa buceta - puxei a calcinha dela pra baixo e tirei - abre as pernas, rabuda, se abre toda - ela fez - mais, abre bem as pernas. Ummmmm, que buceta raspada gostosa - me afastei e olhei pra ela, com a blusa aberta e os peitos de fora, a saia levantada até a cintura, as mãos pra trás e de pernas abertas - Caralho, que puta cara você tem assim, mamãe! Não tem vergonha?
- Ummmmmmm, sim, sim, muita vergonha filho, mas nunca senti tanta excitação, tanto desejo... safado.
- Vontade de pica, mamãe, seu filho vai te levar aonde ninguém mais foi - me agachei entre as coxas dela - vou comer essa boceta que me pariu. - comecei a lamber a boceta toda com lambidas longas, ela começou a gemer de prazer - que gostoso! - coloquei a boca e comecei a meter a língua, mexendo, os gemidos dela aumentaram, lambi o clitóris, ele tava grosso, inchado. Parei - continuo, mamãe?
- Siiiiiii, continua, continua, amor, sou uma puta e meu filho tá comendo minha boceta.
- Sua bocetona de puta
- MINHA BOCETONA DE PUTA, SIIIIIII, MEU FILHO TÁ COMENDO MINHA BOCETONA DE PUTA..... - ela se mexia pra se apertar mais contra minha boca - UUuauuu que prazer você me dá filho.....continua siiiim
- Que sorte ter uma mãe tão puta. - eu trabalhava o clitóris dela com a língua e metia na buceta, ela se contorcia de prazer - vou te entregar pro meu amigo Sebas. Quero ver ele te foder - eu metia a língua o máximo que podia e mexia - você vai gostar, ele tem uma pica bem grossa, as meninas reclamam que dói e não deixam meter - continuei dando, agora no clitóris - mas em você ele vai meter inteira, precisa de uma mulher de verdade e quem melhor que minha mãe.... minha puta - ela continuava gemendo alto de olhos fechados, concentrada na minha comida. Parei um momento.
- AAAAAAAA, filho, continua, continua....chupa meu clitóris....amor----
- Você vai dar pro Sebas pra mim, mamãe, vai ser minha puta?
- SSIIII, vou dar pro Sebas, siiii, pra você, vou ser uma boa puta......... - já tinha ela. Me apliquei e chupei o clitóris dela, brincando com a língua - AAAAAA porra filho siiiiiiiiiiiiiiiiiiii, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHgggg - ela colocou as coxas em volta de mim por cima dos meus ombros e me apertou contra ela, teve um orgasmo que sacudiu o corpo inteiro dela, enchendo minha cara e boca com aquele fluxo delicioso.
Ficou derrotada, exausta, mole, de pernas abertas. Eu tava com o pau duro mas decidi não foder ela, consegui o que queria e preferi que ela aproveitasse o momento. Desatei as mãos dela, acariciei devagar os peitos e o rosto, e dei um beijo na boca dela, a gente tinha gosto de porra e de fluxo.
- Você é a melhor mãe do mundo. Vou falar com o Sebas pra ver que dia ele vem te comer. Me dá muito tesão ele pegar minha mãe.
- Você é um demônio... me mata. Tem certeza sobre o Sebas? Olha que pode ser que eu goste...
- Vou adorar ver você gozar com ele, mãe. E depois eu te fodo, quero encontrar a porra dele na sua buceta.
Ela se levantou e foi pro banheiro, entrou na banheira pra tomar um banho relaxante e eu entrei também. Lavei meu rosto enquanto ela ficava esticada na banheira.
- Como sua buceta tem um gosto bom, mãe.
- E o seu pau, filho, adoro sua porra.
- Você gosta mais do que a do... "seu marido".
- Jeje, filho, como você é safado. Sim, você me dá mais prazer do que "meu marido".
- Como eu adoro ter uma mãe puta!
- Então, sabe o que você é? - a gente se olhou sorrindo.
- UM FILHO DA PUTA! - falamos quase ao mesmo tempo, rindo.
Saí de casa todo feliz. Definitivamente, minha mãe já era minha puta. Tomar umas cervejas com a galera, ia ter que começar a falar com o Sebas...Como sempre, espero que tenham gostado do conto, porque demoro pra escrever, mas é pra vocês, poringa girls e poringa boys. Espero que curtam e continuem essa história. Vai aí: CONTINUA!!!
(CONTINUA...)
2 http://www.poringa.net/posts/relatos/2461664/Minha-mãe-passou-a-ser-minha-mulher-2-para-18.htmlDepois de saber tudo aquilo sobre minha mãe, fiquei uns dias com a cabeça a mil, tinha ouvido coisas inacreditáveis, mas também tinha coisas que ainda não sabia. Então, me dediquei a organizar um pouco as ideias. Como eu me sentia? Enfurecido, me sentia enganado, era quase de conhecimento público que minha mãe era uma puta gostosa. E eu achando que ela tinha se pervertido comigo! Mas, por outro lado, tarado, que minha amada mãezinha fosse uma vagabunda me dava muito tesão, e pensando bem, não era estranho, agora que eu olhava pra ela sem a venda do amor filial, ou seja, agora que a via como Catalina, o estranho seria que ninguém tivesse comido ela antes de mim. O jeito dela se vestir, sexy e meio provocante, a sensualidade dos movimentos, o quanto ela sempre foi safada (alguns diriam que é uma putinha),... enfim, ela é toda daquelas mulheres que dá pra ver que são soltas, sem preconceitos, que curtem uma putaria, tipo, que adoram foder e que se você pegar no momento certo, come ela com certeza, tipo, se você não for muito burro, você fode ela. Um tesão a mais além do fato de ser minha mãe. Isso me fazia sentir animado, acima do negativo, eu poderia aproveitar minha mãe muito mais do que imaginava. O resumo era:- Provavelmente, muitos dos pais dos meus amigos, e dos que não eram meus amigos mas estavam na minha turma, e até os pais de algumas garotas, já tinham comido minha mãe e também sabiam o que era um boquete da Catalina, anos atrás, sim, mas sabiam. E principalmente o pai do meu amigo Sebas, que tinha transado com ela por pelo menos um ano, a ponto de alguns filhos da puta fazerem comentários sobre a paternidade do meu irmão. Ficava pensando nesse tempo todo, crescendo com meus colegas e amigos, indo na casa deles e eles na minha, e nas reuniões de pais, e em todas essas ocasiões eles pensando em como a Catalina tinha chupado bem o pau deles ou na foda que deram nela. Uff, se eu fosse um marido ciumento, ficaria louco, mas não era marido nem ciumento e, na verdade, me peguei com o pau duro de pensar na minha mãe assim. Me dava muito tesão.
- Precisava descobrir mais, saber todos os que tinham ficado com ela, saber se meu pai soube, se houve alguma troca de casais, não achava provável, mas tinha que tentar saber.
- Precisava comer a Sara, o pai dela tinha dito que queria comer minha mãe, e tinha dito que ela era muito puta, então vamos ver quem fode primeiro, ele minha mãe ou eu a filha dele. E depois eu diria: "você comeu a puta da minha casa e eu comi a puta da sua casa". Vamos ver como ele ia gostar.
- Decidi que queria ver minha mãe transar, convencê-la de que era minha puta e que devia foder com meu amigo Sebas. Assim eu saberia como são o pai e o filho, e qual dos dois fode melhor. E ainda por cima, o Sebas ia me agradecer para sempre, do jeito que ele babava pela minha mãe. Mas precisava trabalhar mais minha mãe, deixá-la mais disposta, e isso significava comê-la e fazê-la gozar mais vezes até que ela se entregasse de vez.
- E também anotei que queria comer a mãe do Sebas, ela não era tão gostosa quanto a minha mãe, mas era muito comível, loira e magra, boas pernas e um corpo bonito. Olhos verdes, puta que pariu, não teria problema nenhum em ficar de pau duro e botar chifre no pai dela, aquele filho da puta que tinha botado chifre no meu. Não que eu não gostasse dela, longe disso, mas parecia questão de justiça. E me dava um tesão do caralho.
- Pensei também que podia fazer com que outros amigos meus comessem ela ou, pelo menos, que dessem uma mamada neles.
Parei por aí, porque pensei que depois a gente via, podia ser ainda melhor. E tudo isso sem meu pai saber e ela continuar satisfazendo ele como esposa dele, não acho ela especialmente fogosa ou apaixonada, mas as gozadas dele saem e eu ouço minha mãe gozar.
No mesmo dia da festa onde descobri tudo isso, tava super tarado e excitado, e ao voltar pra casa só pensava que não dava pra ficar sem comer ela, tava louco pra meter naquela buceta meio pública que ela tinha, e falei pra ela, num canto na cozinha:
- Mãe, preciso te comer. Preciso de você agora mesmo, tenho essa pica que você tanto gosta pra arrebentar.
- Pelo amor, filho, que seu pai e seu irmão estão aí, tem que ser discreto, de jeito nenhum - ela falou, franzindo a testa.
- Ok, mãe, te espero no meu quarto quando o pai dormir - falei, enquanto passava a mão de leve na bunda dela, claro, só coberta pelo tecido macio do vestido, sempre de fio dental, - se você der uma trepada nele, ele dorme mais rápido, e depois você vem comigo, assim você vai saber qual dos dois te come melhor.
- Mas que jeito de falar comigo é esse, filho? Por que tão sem vergonha, tão... puta - mas ela não fez nada pra tirar minha mão da bunda dela.
Apertei a mão na bunda dela, dei um tapinha suave e enfiei a outra mão no decote até achar o mamilo duro dela, agarrei e sussurrei no ouvido dela:
- Porque é o que você gosta, mãe, você mesma me disse que gosta de ser minha putinha, mãe, então você vai vir dar pra seu querido filho - coloquei a mão que tava na bunda dela na buceta por cima do vestido, acariciei de leve. buceta e a outra beliscava o mamilo dela, ela não fez nada pra tirar minhas mãos - sabe que vai gozar igual uma putinha, você adora demais - aumentei a pressão na boceta dela, ela gemeu - viu como você gosta? Tô com muita vontade de ter mulher hoje e você tá se perdendo por ser minha.
- Filho... - ela sussurrou - tá certo, não devia... mas vou.
- Boa vadia - falei e saí. Antes de sair da cozinha me virei - Ah, mãe, lembra de dar uma trepada no pai, me dá tesão saber que você acabou de ser comida. - fui embora de vez, deixando ela de olhos arregalados, sem acreditar que o filho falava assim com ela. E eu adorando.
Claro que ela veio, um pouco antes das duas da madrugada. Antes tinha ouvido eles fodendo, minha mãe era obediente, veio como uma deusa, com seu camisolinho curto e transparente e entrou rebolando. Eu tava sentado na minha cadeira lendo na mesa, me virei. Imaginei ela assim na cena da casa de convivência, provocando os cinco caras. E agora me provocando, apesar de toda a reclamação, se é que era uma mulher gostosa como nenhuma, não me admira que todo mundo comia ela, se é que ia assim, tava pedindo pica aos berros. Eu adorava minha mãe puta. Ela parou ali me olhando assim que fechou a porta do meu quarto, mãos na cintura e provocante, sem dizer nada.
- Uau, mãe, você tá de dar tesão até em defunto - soltei - Você é linda, que foda que vou te dar.
- Você precisa de mulher e aqui está ela, tá preparado pra foder a mamãe? - ela me olhava com um sorrisinho.
- Deixa eu te ver bem, mãe - ela foi fazendo o que eu mandava - levanta o camisolinho, me mostra a boceta - que delícia ter a mãe obedecendo assim - vira de costas, se inclina pra trás, que rabão, mãe! - Me dá um agrado, tira a roupa e vem chupar minha pica.
Vi que ela hesitou um instante, mas fez, deslizou o camisolinho pelo corpo, ficando nua na minha frente, me olhando provocante, os peitos que me amamentaram quando pequeno, agora desafiantes com os bicos duros me oferecendo outro tipo de prazer e a buceta depilada, aquela buceta que tinha engolido tanta pica e que tinha me parido, agora oferecida.
- Uma deusa, mamãe, vem chupar minha pica - ela se aproximou rebolando e se ajoelhou entre minhas pernas.
- Meu neném quer que a mamãe chupe a pica dele - eu não fazia nada, ela baixou meu shortinho, e minha pica apareceu ereta, ela, experiente, pegou e começou a lamber minhas bolas, deus, enfiava elas na boca, sabia como deixar um cara louco. As tetonas dela roçavam minhas coxas.
- Chupa ela - falei. Ela obedeceu e enfiou minha glande na boca, peguei ela pelo cabelo e fui guiando no vai e vem, tava me excitando demais - ouvi você foder com o papai, ouvi você gozar, putinha boa, mamãe. Hoje você vai dar pra dois homens. - não deixei ela levantar a cabeça - Continua chupando, mamãe, não fala. Com certeza você aguenta mais de dois, pelo menos cinco - notei que ela apertava mais minha pica - Com certeza você já comeu cinco seguidos, mamãe. - deixei ela levantar a cabeça e minha pica ficou livre.
- Você é um demônio, filho, por que fala assim comigo? - ela franziu a testa.
- Mamãe, não dá pra me repreender ajoelhada entre minhas pernas, pelada e com minha pica na mão - falei, ela sorriu largo - e falo assim porque te excita e porque você é minha putinha. E porque tá morrendo de vontade de eu te foder com essa estaca que você deixou dura de tanto chupar.
- Uff filho, você é um diabo, como consegue me excitar tanto? Me dá um beijo - nos levantamos e nos abraçamos pelados, minha pica entre as coxas dela e beijei ela com gosto. Ela esfregava a buceta na minha pica e beijava gemendo, de tesão. Parei de beijar:
- Diz que é minha putinha
- Nunca pensei que fosse dizer isso... e muito menos pro meu próprio filho - ela fez uma pausa, apertando meu pau contra a buceta dela - quero ser sua, amor, me excita tanto você me desejar e me foder, me excita ser mulher pra você, me tratar como sua putinha, hoje eu gozei com Teu pai pensando que depois ia ficar contigo e que você ia me chamar de puta, enquanto me mata de prazer com esse teu pauzão.
Eu ficava louco de tesão ouvindo isso da minha mãe, beijei ela e virei, inclinando e apoiando as mãos dela na cama:
- Oferece essa sua buceta, mãe, se sente bem puta.
- Hummm sim, sim, amor - ela abriu as pernas e empinou a buceta, bem carnuda e saliente - me pega, me fode, me come... quero ser sua puta.
- Você tá bem putinha assim, mãe, me deixa doido, que pedaço de buceta que acabou de dar pro meu pai - passei a mão na buceta molhada dela - ainda tem gozo dentro, puta.
- Hummm, sim, filho, tô com gozo do seu pai na vagina, ufffff me excita tanta sacanagem, aaaaaa que gostoo - enfiei dois dedos - AAAAAAahhh, me fode, hummm - a buceta dela tava muito quente e molhada, os dedos entravam tão fácil que resolvi enfiar três - AAAAAAahhh - ela reclamou mas entrou bem e ela continuava gemendo - uuuuuuaaa, me fode pelo amor de Deus me fode.......
- Assim que nem uma puta, mãe? - eu cutucava com os dedos e ia dilatando -
- uuuufff filho siiiim, que nem uma puta, siiiim, quero ser sua putinha, mmmmmm siiiiii - tirei os dedos e dei um tapa na bunda dela, ela também se excitou, decididamente uma puta gostosa, linda e ansiosa. Dei outro tapa - aaaahhh siiiiiim, Deeeus que prazer.....
- MINHA PUTA QUER RABO BOM e vai pedir - dei outro tapa, adorava como ela mexia a bunda e o balanço das tetonas, agarrei a teta que tava do meu lado - mmmmmm que tetas boas! - puxei de leve o bico, tava curtindo como nunca com nenhuma mina, tudo que eu fazia dava prazer e deixava ela mais puta.
- Uummmmm siiiim, me dá rabo bom, o seu, me dá teu pau, uuuuuuuu amor, enfia em mim - ela tava rendida, mas eu queria prolongar o momento, puxava o bico e esfregava a buceta - pelo amor de Deus, filho, me fode!!, come a mamãe!!
- Puta - empurrei ela pra cama, ela subiu de joelhos, e forcei o Corpo pra baixo, apoiando a cabeça e os peitos, uma postura obscena, a buceta dela exposta — que postura de foxy gostosa, mamãe — enfiei a pica na buceta dela e meti de uma vez — sua puta!
— AAAAAAAAAHHHHHgg — ela arfava de prazer, gemendo, e eu comecei a bombar ela com força
— Toma tua ração de pau, mamãe. Aposto que já te comeram pra caralho, hein — dei um tapa na bunda dela — me fala
— AAAhhhg siiiim, já fui comida por muitos — ela mordia o travesseiro pra não deixar os gemidos escaparem, eu via minha pica entrando e saindo da minha mãe — nenhum como você... deusssss filho... que obra-prima de picaaaaaa... uufff muito melhor que a do teu pai, siiiim — enfiei até o saco e comecei a girar dentro dela — AAAAAAAAh aaaa por deussss filho, como você me fode bem...
— Aposto que já deu pra vários caras ao mesmo tempo, puta promíscua — falei sem parar de meter — com quantos você já deu, vagabunda?
— uuuuuuuu siiiii... me excita... já comi cinco caras seguidos — confirmado, pensei — mmmmmm oooooooohhhh que delícia, filho
— Me excita ter uma mãe puta, vou te fazer dar pra mais de cinco, rabuda — falei — quer? e depois eu te como — dei dois tapas na bunda dela
— uuuuuffff siiiiiiii... vou dar pra todos... siiiiiiii, me bate, me dá pau, me dá mais forte aaaaaaaaaaaaahhh — não sei descrever o prazerão que era ter minha mãe assim, empalada e gostosa
— Sua puta promíscua! — os gemidos de orgasmo dela começaram, senti na pica que ela tava gozando, acelerei a pica e dei dois tapas — puta, VAGABUNDA, TOMA MEU GOZO MAMÃEEEEE
Me esvaziei inteiro, meti uma porra impressionante nela enquanto ela tremia de prazer no orgasmo dela, que se prolongava sem parar, suspirando, gemendo. De repente, ela caiu na cama, sem se segurar, respirando muito forte.
— Meu filho, que foda, que orgasmo, que maravilha — me deitei exausto ao lado dela, ela se ajeitou e pegou na minha pica, já bem mole, brilhante e ainda com Gotas de porra na ponta. Minha mãe lambeu e começou a chupar com gosto — gosto do seu leite, hein, você ficou satisfeito, pelo menos me deixou meio litro. Gozou muito?
Acariciei a cabeça dela com carinho.
— Mãe, na minha vida nunca gozei como hoje, e o melhor é o que nos espera.
— Mas temos que ter cuidado, filho, não sei se fizemos muita putaria e seu pai e seu irmão podem nos descobrir — Olhei o relógio, porra, só tinha passado pouco mais de meia hora, eu achava que tínhamos ficado mais tempo.
— Espera, mãe, vou ver — saí do quarto e a casa estava em completo silêncio, e escura, me relaxei, meu pai com certeza estava dormindo que nem um anjo e meu irmão dormia num quarto do outro lado do corredor. Voltei — sem preocupação, mãe, nem perceberam.
Ela se levantou e veio até mim, pegou a camisola e vestiu, na ponta dos pés me deu um beijo suave.
— Uffff, filho, seu leite tá escorrendo pelas minhas pernas, vou ao banheiro e pra cama, até amanhã, machão, você é o melhor comedor da minha vida — piscou o olho e foi embora. Fiquei como num sonho, não cabia em mim de prazer e satisfação, já tinha minha mãe totalmente seduzida, agora, além de foder ela, o próximo passo era conseguir que ela se entregasse ao meu amigo Sebas.
No dia seguinte levei um susto, meu irmão me disse: "Ontem te ouvi fodendo, filho da puta, quem era? Como a mina gemia" Improvisei, "Porra, mano, não conta pros pais, veio uma mina do colégio, que quer namorar comigo, e eu tô aproveitando" "Pois não ouvi ela chegar nem sair" "Porra, porque tem que ser muito discreto, idiota, imagina se a mãe ou o pai descobrem" "Que filho da puta você é, as minas vêm na sua casa e eu sem comer ninguém, me arruma uma" "Você tem que crescer um pouco, os da sua idade ainda são meio otários, já vai chegar sua vez" E reagi "Aliás, se ouvir algo outra vez, se tranca no quarto e não sai" "Sim, no cu" "Se assustar a mina, te encho de porrada, então me faz esse favor Por favor, fode ela"
"Vale, piranha, não fica assim"
"Você sabe que vou te pagar o favor, mano, na próxima vez que quiser sair à noite, convenço a mamãe". Ufa, ainda bem que tenho recursos
Não sei por que a ideia de ver minha mãe transando com o Sebas me excitava tanto, acho que por ele ser meu melhor amigo, porque ele sempre foi apaixonado pela minha mãe, sempre me disse que sonha com ela nua, só a proximidade dela já deixa ele duro, porque ele tem uma piroca bem grossa e me dá tesão ver como entra na buceta da minha mãe, porque me excita fazer minha mãe virar minha puta de verdade, uff, tudo isso aguça minha mente.
Como não me custaria nada convencer o Sebas, o importante é conseguir que minha mãe aceite, do jeito que estamos, não é nada impossível, só questão de um trabalho sutil. Dois dias depois daquela transa memorável, antes não tínhamos tido oportunidade, estávamos em casa meu irmão, minha mãe e eu. Decidi atacar, dei 10 conto pro meu irmão caso ele quisesse ir tomar alguma coisa, como irmão mais velho. Não demorou nem 10 minutos pra ele vazar. Minha mãe estava lendo no sofá, linda, uma saia branca leve até o joelho e uma blusa larga, sem sutiã. Sentei do lado dela, puxei ela sem dizer nada, e beijei ela na boca. Adorei a submissão dela, meti a língua e ela respondeu, comecei a desabotoar a blusa dela, sem nenhuma resistência, quando terminei, descobri os peitos dela, passei a mão e vi que ela gostava, e muito.
- Você tem os melhores peitos do mundo, mãe, todo mundo fala.
- Hummmm adoro quando mexem neles... todo mundo fala? - ela reagiu.
- Todo mundo no colégio, principalmente meu amigo Sebas, ele é louco por você. Fica duro só de ver seu decote e morre de vontade de pegar neles.
- Uff sim, ele me devora com o olhar. É muito lisonjeiro pra mim. Mmmmmmm como eu gosto que você me toque, filho, sou uma pervertida.
- Sim, mãe, e além disso você é minha puta - tirei um lenço de seda que tinha pegado das roupas dela - coloca as mãos pra trás, te Vou amarrar você - ela me olhou por um momento e obedeceu submissa - boa puta. Ummm, como você tá gostosa assim com os peitos de fora, queria que o Sebas te visse assim - peguei os dois peitos dela e amassei - mamãe.....
- Ummmmm me diz, mas que coisas tão taradas te vêm à cabeça - puxei de leve os dois bicos dos peitos dela - aaaaaaaaahhhhh uff - pra mim inacreditável que tudo que eu fazia excitava ela, deixei os peitos caírem, soltando os bicos, eles balançaram, que tesão me deu, puxei os bicos de novo, dessa vez mais forte - aaaaaaaaaahhhh .....pelo amor filho..... você me mata...
- Mamãe... - repeti, enquanto puxava mais os bicos - você gosta de engolir porra? Quero gozar na sua boca e você engolir meu leite.
- Meu filho, pelo amor de deusss - soltei os bicos dela - aaaaaaaaaaahh uuuffff.... já engoli porra e gosto, a sua vou gostar mais.
Fiquei de pé no sofá com ela entre minhas pernas e tirei a pica da braguilha, cheguei perto do rosto dela e dei duas roçadas de pau
- Você já engoliu muita porra, mamãe? De muitos paus?
- ufff filho você é perverso....sim, muita porra de muitos paus, sua mãe já comeu muito pau na vida - dei mais duas roçadas de pau na cara dela.
- Então mais um não vai te importar - batia com a pica no rosto dela, ela abria a boca pra eu enfiar, mas ainda não.
- UMMM importa sim, você é meu filho - respondeu - você tem o melhor de todos.
- E te deixa com tesão, me diz
- Me dá muito tesão chupar sua pica, você gozar na minha boca e saborear seu leite.
- Quando eu disse que mais um não ia te importar, tava falando da pica do Sebas.
- O quê? você quer que eu chupe o pau do seu amigo? - Ela me olhou de olhos arregalados, aproveitei e enfiei a pica na boca dela, segurei no cabelo e encaixei até tocar a campainha.
- Chupa pica, mamãe, não fala, tô com vontade de uma mulher engolir meu leite, e quem melhor que minha puta? Quem melhor que minha mãe? - balançava a cabeça dela enfiando e tirando minha pica - porra, mamãe, como você chupa bem chupas... meu amigo Sebas vai ficar encantado.... minha puta vai comer a cock dele.... você vai gostar, mamãe, ele tem uma cock bem grossa, até você ia querer foder ele, com certeza, ummmmmm mamãe e pra você vai ser só mais uma cock, você vai ser uma boa puta e vai fazer isso.....ummmm - deixei ela descansar e tirei ela, fui dando porradas suaves de pau na cara dela - Mas filho.... - ela fez uma pausa e me olhou - acho que não tenho escolha....você sempre consegue o que quer....- continuei batendo o pau na cara dela e vocês não imaginam como eu tava adorando. - E você vai se deixar foder, mamãe, porque você mesma disse que é minha puta.....e quero que ele aproveite você, mamãe, você é a melhor. - Ufff filho, você não tem limite..... - Não mamãe, nem você, abre a boca - ela obedeceu e eu meti o pau, louco de tesão com a ideia, ela ia metendo e tirando e engolia tudo - come cock, mamãe, ummm que gostoso....mmmmm lá vai meu cum, mamãe - olhava nos olhos dela enquanto gozava na boca dela, uffff mais uma gozada violenta, porra que prazer que eu sentia, minha amada mamãe recebendo meu sêmen na boca, com os peitos de fora e as mãos amarradas - uffff mamãe que gozada, abre a boca que quero ver meu cum - ela abriu, não dá pra descrever a sensação de ver minha mãe com a boca cheia do meu cum, deus que tesão, uma porrada de leite branco e a língua delicada dela saboreando - Engole, mamãe - ela fechou a boca, saboreou e engoliu. - Seu cum tem um gosto bom, filho, uff como você me excita.... Sem dizer mais nada, levantei do sofá e me ajoelhei entre as coxas dela, e levantei a saia até a cintura. A calcinha dela tava molhada. - Que gostosa você tá, mamãe!, eu te amo, cê gosta que eu falo assim, hein? Te excita eu te fazer ser a mais puta de todas as mulheres? - Sem dúvida tava excitando ela, a expressão no rosto dela e o brilho nos olhos entregavam - vamos brincar muito, até tirar toda a safadeza que você tem guardada, mamãe. Vamos ver essa buceta - puxei a calcinha dela pra baixo e tirei - abre as pernas, rabuda, se abre toda - ela fez - mais, abre bem as pernas. Ummmmm, que buceta raspada gostosa - me afastei e olhei pra ela, com a blusa aberta e os peitos de fora, a saia levantada até a cintura, as mãos pra trás e de pernas abertas - Caralho, que puta cara você tem assim, mamãe! Não tem vergonha?
- Ummmmmmm, sim, sim, muita vergonha filho, mas nunca senti tanta excitação, tanto desejo... safado.
- Vontade de pica, mamãe, seu filho vai te levar aonde ninguém mais foi - me agachei entre as coxas dela - vou comer essa boceta que me pariu. - comecei a lamber a boceta toda com lambidas longas, ela começou a gemer de prazer - que gostoso! - coloquei a boca e comecei a meter a língua, mexendo, os gemidos dela aumentaram, lambi o clitóris, ele tava grosso, inchado. Parei - continuo, mamãe?
- Siiiiiii, continua, continua, amor, sou uma puta e meu filho tá comendo minha boceta.
- Sua bocetona de puta
- MINHA BOCETONA DE PUTA, SIIIIIII, MEU FILHO TÁ COMENDO MINHA BOCETONA DE PUTA..... - ela se mexia pra se apertar mais contra minha boca - UUuauuu que prazer você me dá filho.....continua siiiim
- Que sorte ter uma mãe tão puta. - eu trabalhava o clitóris dela com a língua e metia na buceta, ela se contorcia de prazer - vou te entregar pro meu amigo Sebas. Quero ver ele te foder - eu metia a língua o máximo que podia e mexia - você vai gostar, ele tem uma pica bem grossa, as meninas reclamam que dói e não deixam meter - continuei dando, agora no clitóris - mas em você ele vai meter inteira, precisa de uma mulher de verdade e quem melhor que minha mãe.... minha puta - ela continuava gemendo alto de olhos fechados, concentrada na minha comida. Parei um momento.
- AAAAAAAA, filho, continua, continua....chupa meu clitóris....amor----
- Você vai dar pro Sebas pra mim, mamãe, vai ser minha puta?
- SSIIII, vou dar pro Sebas, siiii, pra você, vou ser uma boa puta......... - já tinha ela. Me apliquei e chupei o clitóris dela, brincando com a língua - AAAAAA porra filho siiiiiiiiiiiiiiiiiiii, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHgggg - ela colocou as coxas em volta de mim por cima dos meus ombros e me apertou contra ela, teve um orgasmo que sacudiu o corpo inteiro dela, enchendo minha cara e boca com aquele fluxo delicioso.
Ficou derrotada, exausta, mole, de pernas abertas. Eu tava com o pau duro mas decidi não foder ela, consegui o que queria e preferi que ela aproveitasse o momento. Desatei as mãos dela, acariciei devagar os peitos e o rosto, e dei um beijo na boca dela, a gente tinha gosto de porra e de fluxo.
- Você é a melhor mãe do mundo. Vou falar com o Sebas pra ver que dia ele vem te comer. Me dá muito tesão ele pegar minha mãe.
- Você é um demônio... me mata. Tem certeza sobre o Sebas? Olha que pode ser que eu goste...
- Vou adorar ver você gozar com ele, mãe. E depois eu te fodo, quero encontrar a porra dele na sua buceta.
Ela se levantou e foi pro banheiro, entrou na banheira pra tomar um banho relaxante e eu entrei também. Lavei meu rosto enquanto ela ficava esticada na banheira.
- Como sua buceta tem um gosto bom, mãe.
- E o seu pau, filho, adoro sua porra.
- Você gosta mais do que a do... "seu marido".
- Jeje, filho, como você é safado. Sim, você me dá mais prazer do que "meu marido".
- Como eu adoro ter uma mãe puta!
- Então, sabe o que você é? - a gente se olhou sorrindo.
- UM FILHO DA PUTA! - falamos quase ao mesmo tempo, rindo.
Saí de casa todo feliz. Definitivamente, minha mãe já era minha puta. Tomar umas cervejas com a galera, ia ter que começar a falar com o Sebas...Como sempre, espero que tenham gostado do conto, porque demoro pra escrever, mas é pra vocês, poringa girls e poringa boys. Espero que curtam e continuem essa história. Vai aí: CONTINUA!!!
(CONTINUA...)
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