Amores, continuando a história... recomendo ler o conto anterior pra entender tudo... O Raul tinha me deixado sozinha na casa de fim de semana dele... a situação com a mulher dele tinha complicado tanto que ele não conseguiu vir por 2 dias. Eu tava puta da vida. Ele me obrigou primeiro a ir pra aquela casa e depois a ficar cuidando dela... eu realmente pensava por que tava fazendo aquilo... amargada e prestes a ir embora, chega o Braulio... funcionário do Raul e caseiro do lugar... ele entrou direto no quintal e já foi trabalhar... eu só apareci, cumprimentei ele e ele seguiu como se nada... parecia tranquilo, calado, meio tímido... alto, magro e atlético... mulato... não dei muita bola no começo. Depois, entediada, com a desculpa de vigiar ele, saí pra conversar... pra fazer alguma coisa, já que tava morrendo de tédio de ficar trancada dois dias... além disso, não tinha sinal de internet, nem TV, nem nada... então não tive outra opção a não ser socializar... a relação com o Braulio fluiu muito bem e comecei a olhar pra ele com carinho. Ele era super educado, a ponto de ser meigo... além disso, era muito simpático, mas discreto. A gente conversou pra caramba e eu contei que tava brava com o Raul por ter me deixado trancada o fim de semana inteiro ali... mas agradeci pela companhia dele. Me senti tão à vontade que até falei que trairia o Raul com o primeiro que aparecesse na minha frente. O Braulio não entendeu a indireta nem um pouco e só sorriu... eu me senti uma puta... mas não tem nada pior que uma mulher despeitada... eu realmente queria me vingar do Raul. Depois de um tempo, fui preparar uns mates pra dividir com o Braulio e vejo que ele tinha tirado a camiseta, trabalhando com o torso nu... o corpo dele era esculpido à mão... era um trabalhador bem fibroso... um verdadeiro macho de serviço. Eu: "Ah, fica à vontade se quiser." Brau: "Ué, desculpa, senhora... se incomoda, eu visto a camiseta de novo." Eu: "Hahaha, não, nem se desculpa... acho ótimo que você fique confortável enquanto trabalha." Brau: "É que sou muito calorento, viu, e aqui sempre trabalho assim porque suo pra caramba... Não quero faltar com respeito, dona. Seu sotaque caipira e seu corpo de trabalhadora eram excitantes demais. Eu: "Imagina, neném... aliás, eu também. Vou tirar esse avental horrível que o Raul me deu, porque tô com calor também." Braulio: "Mas é claro, dona, fique à vontade.

Embora minha roupa não fosse a mais sexy... ela marcava bem meus atributos... além de que minha saia era minúscula e, ao menor movimento, minhas nádegas apareciam. Aí o Braulio mudou de cara e ficou desconfortável. Ele se fez de sério, parou de falar comigo pra continuar trabalhando... eu tinha inibido ele... mas rapidinho ele começou a me olhar.
Eu: Que tal se eu te der uma mão, a gente termina rápido e vai pra dentro tomar um mate, que tem umas coisinhas pra fazer.
Braulio: Mas não, dona, a senhora descansa.
Eu: Vai, bobo, a gente termina rápido antes de escurecer.
Sem pedir permissão, ajudei ele e terminamos tudo rapidinho... Começou a escurecer e fomos pra dentro.
Tomamos mate, conversamos sobre tudo um pouco e depois comecei a fazer perguntas picantes. Mas ele era muito discreto. Ficava nervoso e não queria contar. A timidez dele começou a me excitar... então comecei o joguinho. E me excitou ainda mais que ele continuava sem camisa.
Eu: Ai, tô morrendo de calor e cansada.
Braulio: Sim, sim, trabalhei muito, Gaby, obrigado por me ajudar... bom, vou deixar a senhora descansar, vou pra minha casa.
Eu: Braulio, o Raul me disse pra você ficar a noite, que amanhã ele vem cedo e também disse que você ia cuidar de mim esta noite.
Braulio: Hmm, bom, dona, sim, se o patrão pede e a senhora não se incomoda, eu fico.
Eu: Não, de jeito nenhum. Pelo contrário, quero que você fique... tenho medo de ficar sozinha aqui... muitos barulhos estranhos no silêncio daqui.
Braulio: Hahaha, sim, é estranho no começo, mas depois a senhora se acostuma.
Eu: Hehe, sim, mas com você me sinto mais segura. Vamos tomar um vinho?
Braulio: Sim, dona, bora... preciso de um bom vinho hehe.
Eu: Bora, vou pegar aqui. Ó, me desculpa, mas vou tirar essa roupa suja e vestir algo mais confortável...
Braulio: Bom, Gaby, acho bem... ali tem o trocador, se precisar.
Eu: Ai, neném, estamos à vontade... não tem problema. E me troquei na frente dele.


Braulio: ah, dona, espera aí que eu vou me virar pelo menos.
Eu: ah, o que que tem?? É como se tivesse na praia... é a mesma coisa... não acho que você vá se horrorizar de ver uma bunda a essa altura do campeonato.
Braulio: eu por você, digo
Eu: ah, neném... tamo na confiança... eu sou igual você... gostosa... digo, calorenta.
Braulio riu e o rosto dele ficou safado.
Eu: me ajuda com o sutiã, por favor? E passa aquela camiseta.
Braulio: claro, Gaby.
Braulio era muito respeitoso... demais... não fez nada indevido, mesmo me vendo quase pelada.
Me viro pra pegar a camiseta e agradeço... com cara de putinha. Ele ficou besta olhando pras minhas tetas e pra minha buceta, já que eu tinha puxado a fio dental de propósito pra deixar ele excitado.

Eu: agora sim, bem à vontade. Ele me olhava com desejo, mas não tinha coragem de falar nada... era muito tímido. A gente continuou conversando e tomamos umas duas garrafas de vinho... até que o Braulio disse que queria ir dormir. Eu: ai Braulio, não te importa se eu dormir aqui na sala com você? Tô com medo de dormir sozinha lá. Braulio: claro, Gabi, sem problema. Espera que vou pegar um colchão. Ele arrumou minha cama, apagamos tudo e nos preparamos pra deitar... pra minha sorte, o calor tinha fechado e me deu a deixa pra tirar a roupa... Braulio deitou sem camisa, mas ainda de calça. Eu: ai Braulio, me desculpa, mas preciso tirar a roupa... não consigo dormir, tá muito calor aqui. Braulio: sim, fechou o calor mesmo, viu... bom, Gaby, fica à vontade, eu não vou me assustar depois do que já vi, hehe. Eu: o que você viuuu? Braulio: ué, seu corpo de calcinha e sutiã, hehe. Eu: hahaha, bom, melhor que não te incomode... é que senão não consigo dormir. Braulio: entendo. Também tô com calor. Eu: mas bobinho, não fica com vergonha de mim... dorme confortável você também. Braulio: eu tenho que dormir de cueca, mas não quero te deixar sem graça. Eu: imagina... pelo contrário... fica à vontade assim a gente já dorme.

Fiquei de fio dental na frente dele.
Fica à vontade, Brulio... Se a dona Graças... diz
Braulio fica de cueca e aí a tesão foi lá nas alturas...o pedaço de pau que ele tinha era de outro planeta. Eu: eita Braulio, que que tu tem aí??? querido. Braulio: nãooo dona, não me fala isso...que me deixa todo vermelho. Eu: nãooo kkkkk é só uma brincadeira. Eu fervia...precisava ver aquele pedaço enorme.
O pau dele era descomunal...ele era bem dotado. Na hora, eu já fui pra cima. Eu: desculpa, Braulio, mas preciso deitar pelada...tô acostumada a dormir assim.
Minha buceta escorria. Eu: desculpa, mas preciso. Braulio: nãoo, tá de boa... te entendo.. eu também costumo dormir pelado.
Eu: e tira essa roupa, bobinhooo
Braulio: nãooo, Gaby, nem louco.
Eu: mas, neném... não tem problema... olha como eu tô... a gente tá na confiança.
Braulio: tá bom, Gaby, já que você insiste.

Braulio soltou uma anaconda do caralho Eu tava fervendo Como era de esperar, nenhum dos dois conseguia dormir, aí a gente começou a bater papo... Eu: e você não tem namorada não? Braulio: trabalho o dia inteiro, não tenho tempo. Eu: mas já teve namoradas? Tive umas 2 só, mas me largaram... tenho vergonha de falar, mas não aguentavam a minha e me deixaram. Eu: também, com essa porra desse tamanho. Braulio: não fala isso, gaby kkkkk não é tão grande assim Eu: é enorme, moleque... VOCÊ DEVERIA TER um batalhão de mulher atrás de você. Brau: kkkkkk que isso, gaby... quem dera... mas não tenho essa sorte... mais preso aqui todo DIA, mas trabalho é trabalho. Eu: faz tempo que não transa? Brau: uffff uns 2 anos, mais ou menos. Eu: moleque, molequeeeee como você aguenta. Brau: kkkkk não penso em sexo e passa. Além disso, tenho dificuldade pra subir Eu: sério? Brau: sim, infelizmente. Eu: ah, que eu faço subir Brau: acho que não consegue. Eu: ah, não?? Deixa eu te mostrar


Eu: coloca a boca aí
Brau: mas gaby
Eu: faz isso, é uma ordem
Braulio chupa minha buceta e o cu suado por uns minutos
Eu: que gostoso... olha só agora
Braulio: uau gaby... que gênia você é... fazia meses que não sentia ela assim
Eu: para que eu ainda não terminei... agora você vai meter e vai despejar toda a porra dentro de mim
Brau: mas gaby
Eu: obedece, caralho
Braulio enfiou a anaconda dele e me fez ver as estrelas

Me destruo a pussy. Nunca tinha tido uma barra de carne daquele tamanho dentro de mim. Brau: ai gabi, vou gozar, vou gozar... me deixa sair. Eu: solta tudo dentro de mim. Brau: tem certeza? Eu: é uma ordem.

Braulio gozou tipo litros de porra. O sêmen dele saiu fervendo... perfurou minha buceta. Deitei com ele e falei: "Agora entendo por que aquelas minas não aguentaram... hahaha, cê gostou?" Braulio: "Adorei, gaby... muito obrigado." Ficamos abraçados de conchinha... com a pika toda lavada encostada na minha bunda. Uma experiência nova. hahaha Espero que tenham gostado, bye.


Embora minha roupa não fosse a mais sexy... ela marcava bem meus atributos... além de que minha saia era minúscula e, ao menor movimento, minhas nádegas apareciam. Aí o Braulio mudou de cara e ficou desconfortável. Ele se fez de sério, parou de falar comigo pra continuar trabalhando... eu tinha inibido ele... mas rapidinho ele começou a me olhar.Eu: Que tal se eu te der uma mão, a gente termina rápido e vai pra dentro tomar um mate, que tem umas coisinhas pra fazer.
Braulio: Mas não, dona, a senhora descansa.
Eu: Vai, bobo, a gente termina rápido antes de escurecer.
Sem pedir permissão, ajudei ele e terminamos tudo rapidinho... Começou a escurecer e fomos pra dentro.
Tomamos mate, conversamos sobre tudo um pouco e depois comecei a fazer perguntas picantes. Mas ele era muito discreto. Ficava nervoso e não queria contar. A timidez dele começou a me excitar... então comecei o joguinho. E me excitou ainda mais que ele continuava sem camisa.
Eu: Ai, tô morrendo de calor e cansada.
Braulio: Sim, sim, trabalhei muito, Gaby, obrigado por me ajudar... bom, vou deixar a senhora descansar, vou pra minha casa.
Eu: Braulio, o Raul me disse pra você ficar a noite, que amanhã ele vem cedo e também disse que você ia cuidar de mim esta noite.
Braulio: Hmm, bom, dona, sim, se o patrão pede e a senhora não se incomoda, eu fico.
Eu: Não, de jeito nenhum. Pelo contrário, quero que você fique... tenho medo de ficar sozinha aqui... muitos barulhos estranhos no silêncio daqui.
Braulio: Hahaha, sim, é estranho no começo, mas depois a senhora se acostuma.
Eu: Hehe, sim, mas com você me sinto mais segura. Vamos tomar um vinho?
Braulio: Sim, dona, bora... preciso de um bom vinho hehe.
Eu: Bora, vou pegar aqui. Ó, me desculpa, mas vou tirar essa roupa suja e vestir algo mais confortável...
Braulio: Bom, Gaby, acho bem... ali tem o trocador, se precisar.
Eu: Ai, neném, estamos à vontade... não tem problema. E me troquei na frente dele.



Braulio: ah, dona, espera aí que eu vou me virar pelo menos. Eu: ah, o que que tem?? É como se tivesse na praia... é a mesma coisa... não acho que você vá se horrorizar de ver uma bunda a essa altura do campeonato.
Braulio: eu por você, digo
Eu: ah, neném... tamo na confiança... eu sou igual você... gostosa... digo, calorenta.
Braulio riu e o rosto dele ficou safado.
Eu: me ajuda com o sutiã, por favor? E passa aquela camiseta.
Braulio: claro, Gaby.
Braulio era muito respeitoso... demais... não fez nada indevido, mesmo me vendo quase pelada.

Me viro pra pegar a camiseta e agradeço... com cara de putinha. Ele ficou besta olhando pras minhas tetas e pra minha buceta, já que eu tinha puxado a fio dental de propósito pra deixar ele excitado.

Eu: agora sim, bem à vontade. Ele me olhava com desejo, mas não tinha coragem de falar nada... era muito tímido. A gente continuou conversando e tomamos umas duas garrafas de vinho... até que o Braulio disse que queria ir dormir. Eu: ai Braulio, não te importa se eu dormir aqui na sala com você? Tô com medo de dormir sozinha lá. Braulio: claro, Gabi, sem problema. Espera que vou pegar um colchão. Ele arrumou minha cama, apagamos tudo e nos preparamos pra deitar... pra minha sorte, o calor tinha fechado e me deu a deixa pra tirar a roupa... Braulio deitou sem camisa, mas ainda de calça. Eu: ai Braulio, me desculpa, mas preciso tirar a roupa... não consigo dormir, tá muito calor aqui. Braulio: sim, fechou o calor mesmo, viu... bom, Gaby, fica à vontade, eu não vou me assustar depois do que já vi, hehe. Eu: o que você viuuu? Braulio: ué, seu corpo de calcinha e sutiã, hehe. Eu: hahaha, bom, melhor que não te incomode... é que senão não consigo dormir. Braulio: entendo. Também tô com calor. Eu: mas bobinho, não fica com vergonha de mim... dorme confortável você também. Braulio: eu tenho que dormir de cueca, mas não quero te deixar sem graça. Eu: imagina... pelo contrário... fica à vontade assim a gente já dorme.

Fiquei de fio dental na frente dele.
Fica à vontade, Brulio... Se a dona Graças... diz
Braulio fica de cueca e aí a tesão foi lá nas alturas...o pedaço de pau que ele tinha era de outro planeta. Eu: eita Braulio, que que tu tem aí??? querido. Braulio: nãooo dona, não me fala isso...que me deixa todo vermelho. Eu: nãooo kkkkk é só uma brincadeira. Eu fervia...precisava ver aquele pedaço enorme.
O pau dele era descomunal...ele era bem dotado. Na hora, eu já fui pra cima. Eu: desculpa, Braulio, mas preciso deitar pelada...tô acostumada a dormir assim.
Minha buceta escorria. Eu: desculpa, mas preciso. Braulio: nãoo, tá de boa... te entendo.. eu também costumo dormir pelado.
Eu: e tira essa roupa, bobinhooo Braulio: nãooo, Gaby, nem louco.
Eu: mas, neném... não tem problema... olha como eu tô... a gente tá na confiança.
Braulio: tá bom, Gaby, já que você insiste.


Braulio soltou uma anaconda do caralho Eu tava fervendo Como era de esperar, nenhum dos dois conseguia dormir, aí a gente começou a bater papo... Eu: e você não tem namorada não? Braulio: trabalho o dia inteiro, não tenho tempo. Eu: mas já teve namoradas? Tive umas 2 só, mas me largaram... tenho vergonha de falar, mas não aguentavam a minha e me deixaram. Eu: também, com essa porra desse tamanho. Braulio: não fala isso, gaby kkkkk não é tão grande assim Eu: é enorme, moleque... VOCÊ DEVERIA TER um batalhão de mulher atrás de você. Brau: kkkkkk que isso, gaby... quem dera... mas não tenho essa sorte... mais preso aqui todo DIA, mas trabalho é trabalho. Eu: faz tempo que não transa? Brau: uffff uns 2 anos, mais ou menos. Eu: moleque, molequeeeee como você aguenta. Brau: kkkkk não penso em sexo e passa. Além disso, tenho dificuldade pra subir Eu: sério? Brau: sim, infelizmente. Eu: ah, que eu faço subir Brau: acho que não consegue. Eu: ah, não?? Deixa eu te mostrar


Eu: coloca a boca aí Brau: mas gaby
Eu: faz isso, é uma ordem
Braulio chupa minha buceta e o cu suado por uns minutos
Eu: que gostoso... olha só agora

Braulio: uau gaby... que gênia você é... fazia meses que não sentia ela assim Eu: para que eu ainda não terminei... agora você vai meter e vai despejar toda a porra dentro de mim
Brau: mas gaby
Eu: obedece, caralho
Braulio enfiou a anaconda dele e me fez ver as estrelas


Me destruo a pussy. Nunca tinha tido uma barra de carne daquele tamanho dentro de mim. Brau: ai gabi, vou gozar, vou gozar... me deixa sair. Eu: solta tudo dentro de mim. Brau: tem certeza? Eu: é uma ordem.

Braulio gozou tipo litros de porra. O sêmen dele saiu fervendo... perfurou minha buceta. Deitei com ele e falei: "Agora entendo por que aquelas minas não aguentaram... hahaha, cê gostou?" Braulio: "Adorei, gaby... muito obrigado." Ficamos abraçados de conchinha... com a pika toda lavada encostada na minha bunda. Uma experiência nova. hahaha Espero que tenham gostado, bye.
1 comentários - Agora vou foder o funcionário do armazém