Contei 3 relatos das minhas explorações com homens e travestis, teve vários outros naquela época, mas não acho legal contar cada experiência num relato porque são sem muito conteúdo, são curtas e sem muita enrolação. Então vou deixar alguns que foram bem quentes:
O cinema pornô
Um sábado cheguei em casa bêbado, umas 3 da manhã, era cedo pra dormir, então enquanto tomava uma cerveja que tinha na geladeira, mergulhei no mundo dos chats e redes sociais procurando ação urgente. Bati um papo rápido com uma safada que tava num ciber no microcentro, aquela galeria famosa na rua Lavalle, que tem um corredor, com 2 escadas: A que sobe pro ciber pornô, a que desce pro cinema pornô. Perdição. Falei que queria ação e ela queria o mesmo. Me disse pra ir buscar ela lá e a gente ia pro cinema, fui na hora de táxi, sem pensar duas vezes. Encontro ela, e era um homem de peruca, bem mal cuidado, mas tava de saia e me deixou com tesão do mesmo jeito. Descemos pro cinema, me passaram a perna na entrada e no que eu tinha que dar pra minha acompanhante, mas tava cego de vontade de meter, então aceitei. Claro, aí percebi, minha acompanhante não tava fazendo de graça, tinha que pagar, já tava na dança, então paguei mesmo assim.
O cinema é um antro do caralho, um corredor comprido, primeiro os banheiros, depois 2 salas com filme pornô, volume alto, cadeiras tipo de escola primária tudo bagunçado, e no fundo de cada sala umas cabines, tipo cabine telefônica com uns banquinhos. Entramos numa cabine, apertados, ela ajoelhou, desabotoou minha calça e me chupou de tudo.. Dois homens se aproximaram pra ver o show, um se masturbando sem nenhum pudor, mostrando a rola pelo zíper da calça. Minha acompanhante quis mandar eles embora, mas eu falei que não, deixa eles olharem. Coloquei uma camisinha, e encostando ela na parede, meti no cu dela, foi bem fácil, entrei socando, e o punheteiro chegou perto, tanto que não hesitei em pegar na rola dele, e bater uma pra ele do jeito que dava enquanto comia com raiva aquela travessa. Em 3-4 minutos gozei que nem um animal, e a travessa também gozou, na minha perna.
Vazei rápido como sempre, taxi pra casa, banho, uma bela punheta cheirando a calça com cheiro de porra alheia, e dormir.
Na rua
Tava com um amigo na porta de uma balada em Palermo, 5 da manhã, ele tava num estado deplorável, vomitando, eu bem bebado mas ainda de pé. Comprei uma água pra ele num quiosque e fiquei dando suporte. Até que passou na nossa frente uma travessa, com uma raba descomunal. Não pensei duas vezes e fui atrás dela, meu amigo tava inconsciente, não ia sair dali. Conversamos meia quadra e começamos a pegar fogo. Ela era bem baixinha, bem rabuda e com peitinhos hormonados, era peruana. Ela puxou minha rola ali mesmo e começou a me bater uma bronha com força. Por sorte távamos perto de uma árvore, encostados num carro, tava escuro, e não passou ninguém. Passei a mão no volume dela por fora, não dava pra notar muito, mas quando enfiei a mão, ela tinha uma rola média, começando a endurecer, fiquei apalpando assim, meio desconfortável, parece que ela ficou com muito tesão porque enfiou um dedo no meu cu bem bruscamente, doeu. Uns minutos assim: ela batendo uma pra mim e brincando com meu buraquinho, eu apalpando o volume dela. Quando eu ia gozar, ela se abaixou e enfiou na boca, e eu gozei que nem um cachorro, ela engoliu tudo e ficou uns segundos ali, com minha rola na boca. Levantou, trocamos telefone e seguiu caminho. Nunca mais ouvi falar dela.
Mostrando a raba no metrô
Depois de ler relatos aqui no Poringa e em outros sites sobre encostadas no metrô, quis explorar isso eu mesmo. Dediquei tardes inteiras indo e voltando no Metrô B, A e D, horas no metrô, até que um dia um senhor se colocou atrás de mim no Metrô A, ficou ali 2 estações, dava pra sentir a respiração dele na nuca, criei coragem e mostrei a raba, ele roçou, e logo encostou com força, entendeu o sinal. Na estação seguinte já senti um pau duro encostando na minha racha, eu de moletom. Ele encostou com tudo desde Congresso até Praça de Maio, onde descemos e continuamos rumos diferentes. A partir disso, encontrei vários outros. Pelo menos três vezes por semana eu ficava me esfregando, ficava louco, chegava em casa e me masturbava com toda força. Queria levar alguma esfregada um pouco mais longe, e numa ocasião, na Linha D, subi no Juramento, e logo comecei a trocar olhares com um cara de terno, muito gostoso, uns 40 anos muito bem vividos. Me aproximei dele e virei de costas, bem perto, o metrô lotou e ele encostou em mim, dava pra sentir o volume na calça. Num momento, olho de lado e pisco o olho pra ele. Desci no Callao e ele atrás de mim. Quando saímos na rua, ele me pega pela mão pra me parar e fala “vamos no shopping?” e fomos. Direto pro banheiro. Os dois banheiros estavam ocupados, então fomos pros mictórios pra passar o tempo, ele puxou uma pica do demônio, ouviu a corrente, então paramos de nos olhar e saiu um cara. Assim que fechou a porta do banheiro, entrei eu e ele atrás, sentei no vaso e ele colocou na minha boca sem rodeios. Era uma pica de uns 18 cm, não cabia na minha boca, cabeça pequena, bem reta e bem vermelha, parecia que ia explodir. Chupei desesperado, como se fosse a última gozada disponível em Buenos Aires. E pareceu ser mesmo, ele gozou sem piedade na minha boca, escorreu pra todo lado, tentei segurar com as mãos pra não me sujar, mas foi impossível. O quarentão acabou, me deu um beijo na testa e foi embora. Eu fiquei uns cinco minutos no banheiro antes de ir.
O veterano
Por uma rede social famosa, conheci um homem muito bonito de 46 anos, Nahuel, careca, alto, com um corpo incrível, musculoso, era uma delícia. Rolou uma química boa e combinamos dele me buscar de carro, esperei ele na Medrano e Guardia Vieja. Ele veio me buscar, entrei e começamos a conversar, clima muito bom, demos voltas por Almagro, bem devagar. Depois de 10 minutos, num semáforo, beijei ele na boca e peguei no volume, ele tava durasso, então abaixei, tirei pra fora e chupei. Na real, era pequena, uns 12 cm, mas muito Dura e que cumpre direitinho. Ela baixou a calça pra ficar mais à vontade e chupei ela por um bom tempo. Quando a gente parava no sinal, ela passava a mão na minha bunda, enfiava os dedos na minha racha. Num outro sinal, ela abriu meu zíper e tirou minha rola pra fora. Estacionou o carro perto do Hospital Italiano, onde não tem ninguém, e ela se masturbou enquanto eu chupava ela. Ela falou "vamos gozar juntos, cara", então eu sentei direitinho e começamos a nos masturbar, enquanto nos beijávamos, eu tava explodindo, então fui me segurando. Quando comecei a gemer, ela pediu minha porra na boca, então desci e gozei na boca dela, enfiei a cabeça dela contra minha pélvis e enchi a boca dela de porra. Ela se levantou, e não engoliu nem cuspiu, fiquei surpreso, quando ela me pegou pela cabeça pra eu chupar ela, ela ia gozar também, então desci de uma vez e levei um jato na cara e outro na boca. Ela me levantou e eu não vi chegando!!! Ela cuspiu TODA a MINHA porra na minha cara e me transexualizou com tudo, eu cuspi também e me joguei em cima dela, nos apertamos pra caralho, foi uma putaria nojenta e gostosa. Ficamos nos apertando por vários minutos, escorrendo porra os dois. Ela me ofereceu uma toalha, me limpei, e me deixou em casa.
Espero que vocês gostem! Comentem, opinem, compartilhem!!!!
O cinema pornô
Um sábado cheguei em casa bêbado, umas 3 da manhã, era cedo pra dormir, então enquanto tomava uma cerveja que tinha na geladeira, mergulhei no mundo dos chats e redes sociais procurando ação urgente. Bati um papo rápido com uma safada que tava num ciber no microcentro, aquela galeria famosa na rua Lavalle, que tem um corredor, com 2 escadas: A que sobe pro ciber pornô, a que desce pro cinema pornô. Perdição. Falei que queria ação e ela queria o mesmo. Me disse pra ir buscar ela lá e a gente ia pro cinema, fui na hora de táxi, sem pensar duas vezes. Encontro ela, e era um homem de peruca, bem mal cuidado, mas tava de saia e me deixou com tesão do mesmo jeito. Descemos pro cinema, me passaram a perna na entrada e no que eu tinha que dar pra minha acompanhante, mas tava cego de vontade de meter, então aceitei. Claro, aí percebi, minha acompanhante não tava fazendo de graça, tinha que pagar, já tava na dança, então paguei mesmo assim.
O cinema é um antro do caralho, um corredor comprido, primeiro os banheiros, depois 2 salas com filme pornô, volume alto, cadeiras tipo de escola primária tudo bagunçado, e no fundo de cada sala umas cabines, tipo cabine telefônica com uns banquinhos. Entramos numa cabine, apertados, ela ajoelhou, desabotoou minha calça e me chupou de tudo.. Dois homens se aproximaram pra ver o show, um se masturbando sem nenhum pudor, mostrando a rola pelo zíper da calça. Minha acompanhante quis mandar eles embora, mas eu falei que não, deixa eles olharem. Coloquei uma camisinha, e encostando ela na parede, meti no cu dela, foi bem fácil, entrei socando, e o punheteiro chegou perto, tanto que não hesitei em pegar na rola dele, e bater uma pra ele do jeito que dava enquanto comia com raiva aquela travessa. Em 3-4 minutos gozei que nem um animal, e a travessa também gozou, na minha perna.
Vazei rápido como sempre, taxi pra casa, banho, uma bela punheta cheirando a calça com cheiro de porra alheia, e dormir.
Na rua
Tava com um amigo na porta de uma balada em Palermo, 5 da manhã, ele tava num estado deplorável, vomitando, eu bem bebado mas ainda de pé. Comprei uma água pra ele num quiosque e fiquei dando suporte. Até que passou na nossa frente uma travessa, com uma raba descomunal. Não pensei duas vezes e fui atrás dela, meu amigo tava inconsciente, não ia sair dali. Conversamos meia quadra e começamos a pegar fogo. Ela era bem baixinha, bem rabuda e com peitinhos hormonados, era peruana. Ela puxou minha rola ali mesmo e começou a me bater uma bronha com força. Por sorte távamos perto de uma árvore, encostados num carro, tava escuro, e não passou ninguém. Passei a mão no volume dela por fora, não dava pra notar muito, mas quando enfiei a mão, ela tinha uma rola média, começando a endurecer, fiquei apalpando assim, meio desconfortável, parece que ela ficou com muito tesão porque enfiou um dedo no meu cu bem bruscamente, doeu. Uns minutos assim: ela batendo uma pra mim e brincando com meu buraquinho, eu apalpando o volume dela. Quando eu ia gozar, ela se abaixou e enfiou na boca, e eu gozei que nem um cachorro, ela engoliu tudo e ficou uns segundos ali, com minha rola na boca. Levantou, trocamos telefone e seguiu caminho. Nunca mais ouvi falar dela.
Mostrando a raba no metrô
Depois de ler relatos aqui no Poringa e em outros sites sobre encostadas no metrô, quis explorar isso eu mesmo. Dediquei tardes inteiras indo e voltando no Metrô B, A e D, horas no metrô, até que um dia um senhor se colocou atrás de mim no Metrô A, ficou ali 2 estações, dava pra sentir a respiração dele na nuca, criei coragem e mostrei a raba, ele roçou, e logo encostou com força, entendeu o sinal. Na estação seguinte já senti um pau duro encostando na minha racha, eu de moletom. Ele encostou com tudo desde Congresso até Praça de Maio, onde descemos e continuamos rumos diferentes. A partir disso, encontrei vários outros. Pelo menos três vezes por semana eu ficava me esfregando, ficava louco, chegava em casa e me masturbava com toda força. Queria levar alguma esfregada um pouco mais longe, e numa ocasião, na Linha D, subi no Juramento, e logo comecei a trocar olhares com um cara de terno, muito gostoso, uns 40 anos muito bem vividos. Me aproximei dele e virei de costas, bem perto, o metrô lotou e ele encostou em mim, dava pra sentir o volume na calça. Num momento, olho de lado e pisco o olho pra ele. Desci no Callao e ele atrás de mim. Quando saímos na rua, ele me pega pela mão pra me parar e fala “vamos no shopping?” e fomos. Direto pro banheiro. Os dois banheiros estavam ocupados, então fomos pros mictórios pra passar o tempo, ele puxou uma pica do demônio, ouviu a corrente, então paramos de nos olhar e saiu um cara. Assim que fechou a porta do banheiro, entrei eu e ele atrás, sentei no vaso e ele colocou na minha boca sem rodeios. Era uma pica de uns 18 cm, não cabia na minha boca, cabeça pequena, bem reta e bem vermelha, parecia que ia explodir. Chupei desesperado, como se fosse a última gozada disponível em Buenos Aires. E pareceu ser mesmo, ele gozou sem piedade na minha boca, escorreu pra todo lado, tentei segurar com as mãos pra não me sujar, mas foi impossível. O quarentão acabou, me deu um beijo na testa e foi embora. Eu fiquei uns cinco minutos no banheiro antes de ir.
O veterano
Por uma rede social famosa, conheci um homem muito bonito de 46 anos, Nahuel, careca, alto, com um corpo incrível, musculoso, era uma delícia. Rolou uma química boa e combinamos dele me buscar de carro, esperei ele na Medrano e Guardia Vieja. Ele veio me buscar, entrei e começamos a conversar, clima muito bom, demos voltas por Almagro, bem devagar. Depois de 10 minutos, num semáforo, beijei ele na boca e peguei no volume, ele tava durasso, então abaixei, tirei pra fora e chupei. Na real, era pequena, uns 12 cm, mas muito Dura e que cumpre direitinho. Ela baixou a calça pra ficar mais à vontade e chupei ela por um bom tempo. Quando a gente parava no sinal, ela passava a mão na minha bunda, enfiava os dedos na minha racha. Num outro sinal, ela abriu meu zíper e tirou minha rola pra fora. Estacionou o carro perto do Hospital Italiano, onde não tem ninguém, e ela se masturbou enquanto eu chupava ela. Ela falou "vamos gozar juntos, cara", então eu sentei direitinho e começamos a nos masturbar, enquanto nos beijávamos, eu tava explodindo, então fui me segurando. Quando comecei a gemer, ela pediu minha porra na boca, então desci e gozei na boca dela, enfiei a cabeça dela contra minha pélvis e enchi a boca dela de porra. Ela se levantou, e não engoliu nem cuspiu, fiquei surpreso, quando ela me pegou pela cabeça pra eu chupar ela, ela ia gozar também, então desci de uma vez e levei um jato na cara e outro na boca. Ela me levantou e eu não vi chegando!!! Ela cuspiu TODA a MINHA porra na minha cara e me transexualizou com tudo, eu cuspi também e me joguei em cima dela, nos apertamos pra caralho, foi uma putaria nojenta e gostosa. Ficamos nos apertando por vários minutos, escorrendo porra os dois. Ela me ofereceu uma toalha, me limpei, e me deixou em casa.
Espero que vocês gostem! Comentem, opinem, compartilhem!!!!
10 comentários - Cada dia mais viado
Muy bueno !!!
La mejor forma de agradecer es comentando a quien te comenta.