Hola aca esta la continuacion de la historia, si quieren leer como empieza:
http://www.poringa.net/posts/relatos/2393463/Estamos-en-esto-juntos.html
Abri o chuveiro, antes de entrar fiquei me olhando no espelho, tinha a cara vermelha, a boca manchada de porra nojenta, me olhei sem me reconhecer… como pude? Meus peitos já não tão durinhos, as marcas da gravidez, esses quilinhos que não iam embora… como me animei? Como ia olhar pro Martinho de novo? Por que coloquei uma família em risco pra bancar a deusa do pornô? Entrei no chuveiro com a cabeça uma bagunça, minha buceta ainda inchada irradiava calor — pussy de slut — falei em voz alta me odiando… já conhecia esse sentimento:
— Não se toca que você vai ficar doente — dizia mamãe
— Se tocar, pega uma doença que sai sangue — uma colega do colégio de freiras… claro que me tocava do mesmo jeito e, lógico, veio a doença e a vergonha e a culpa… a mesma coisa que sentia agora.
Culpa e medo de perder o que construímos com o magro com tanto esforço, de não ser respeitada.
Festeira — essa palavra com que a gente desprezava as putinhas que roubavam namorado entre as minhas amigas… festeira sim, agora era eu que tava do outro lado…
— Com licença — sorrindo, o magro e o Lisandro estavam parados do meu lado e entraram na banheira
— Ei, para, não cabe, deixa eu terminar — protestei
— Terminar? Isso nem pensar — disse o Lisandro tentando me abraçar com a pica meia bomba, coloquei o braço pra impedir, o magro só sorria e olhava a situação
— Sério, deixa eu enxaguar o cabelo e saio.
— Não tem toalha, vou buscar — disse o magro e achei que vi uma piscadela pro Lisandro enquanto saía.
Assim que ele foi, o Lisandro chegou o rosto perto e falou:
— Não dá pra deixar as coisas pela metade depois que você começou — e começou a ensaboar minhas costas, tentei tirar a mão dele, mas de repente ele dobrou meu braço como num golpe de judô e sussurrou perto da minha orelha:
— Fica quietinha, Laurita, não quero ser bruto com você — e ensaboava minha bunda
— Me solta, babaca, ou vou gritar
— Pra gritar você já vai ter tempo — uma onda de calor, desejo e ódio me invadiu, puxando meu cabelo obriguei a me abaixar, tive que me apoiar no bidê…
– Agora você vai gritar – e encostou a rola perto da minha buceta sem meter, forcejando pra escapar, cada vez com menos convicção e mais tesão, acabei me oferecendo pra ele meter…
– Você quer ela dentro, não quer?
– Me solta, Lis, por favor, isso é errado – falei enquanto enfiava o pedaço sozinha
– Você é muito puta, eu sei como te tratar – deu umas duas bombadas, tirou e encostou no meu cu… fiquei parada, deixei ele fazer, me deixei arrombar o rabo por uma putinha festeira, Lisandro não veio com tudo, foi me negando, metendo um centímetro e tirando… acabei gritando
- Me fode, seu arrombado - enquanto eu abria minhas nádegas, o Lisandro me pegou pelos cabelos, jogando minha cabeça pra trás sem piedade e me penetrou, não, não, me perfurou, atravessou, rasgou, dilacerou, empalou, o filho da puta
- Para, arrombado, você tá machucando ela - disse o cara da porta
- Deixa ele - consegui falar entre as sacudidas - eu mereço
- Mas filha da puta, se você nunca quer! E olha pra você agora! - me deu um tapa - puta! - mais um, me davam exatamente o que eu sentia que merecia, me tratavam como o que eu era!
Lisandro tirou bem na hora que eu ia gozar
—Melhor levar ela pra cama— o magrelo de cabelo comprido me levou pro quarto, do armário tirou uma gravata, amarrou minhas mãos pra trás bem apertado
—Para, tá doendo— não consegui falar mais porque minha boca foi ocupada rapidinho, senti o cinto na bunda, uma queimação insuportável, me contorci — para, idiota— consegui falar com o pau na boca… que ia parar, se ele tava maluco? Na quinta ou sexta cintada minha bunda ardia, minha boceta ardia, minhas pernas ficavam molhadas… aí chegou o Lisandro e meteu brutalmente… gozei igual uma louca… gozei molhando culpas, berços, bancos de igreja e amigas que olham com desprezo, gozei como uma loba festeira… me jogaram na cama, me subiram em cima do pau do magrelo e enquanto eu cavalgava desembestada, o outro filho da puta me batia na bunda, nos peitos…
—Tamo nessa juntos— sussurrou meu magrelo enquanto abria minhas nádegas pro Lisandro meter no meu cu —tamo nessa juntos— enquanto me comiam de todo lado —juntos— enquanto sentia o pau do outro entrando e saindo, enquanto me contorcia entre eles feito uma cobra jogada no fogo, enquanto gritava com uma voz digna de exorcista —arrebenta tudo, seus filhos da puta!!
— Toma, Laura — Lisandro enfiou até o talo e eu senti ele gozar. Me apressei pra manter ele bem dentro antes que broxasse e cheguei bem na hora de um orgasmo estranho… gritando rouca, feita uma pussy gigante.
Depois Lisandro saiu e o magrelo continuou me comendo docemente, me beijando, me enchendo de carícias, me acalmando… me soltaram e os dois fizeram “sana sana” em todas as marcas do cinto… quando ele avisou que ia acabar, eu desmontei e chupei ele até sentir a gozada na boca.
— Você merece — falei com os lábios cheios de porra antes de cair exausta e dormir entre os dois feito um anjinho de Deus.
O sol já entrava pela janela quando o magrelo me acordou me sacudindo.
— A campainha? — perguntei.
— Minha velha com a Martu! Vistam-se, porra! — gritou o magrelo enfiando a calça…
Passei a hora seguinte falando com minha sogra sobre como a gente se divertiu e agradecendo por ela ter levado o pequeno, com o Lisandro trancado no quarto.
— Velha, você não faz ideia do quanto te agradeço — disse o magrelo — precisava de um tempo com a Laura só pra mim!!!
http://www.poringa.net/posts/relatos/2393463/Estamos-en-esto-juntos.html
Abri o chuveiro, antes de entrar fiquei me olhando no espelho, tinha a cara vermelha, a boca manchada de porra nojenta, me olhei sem me reconhecer… como pude? Meus peitos já não tão durinhos, as marcas da gravidez, esses quilinhos que não iam embora… como me animei? Como ia olhar pro Martinho de novo? Por que coloquei uma família em risco pra bancar a deusa do pornô? Entrei no chuveiro com a cabeça uma bagunça, minha buceta ainda inchada irradiava calor — pussy de slut — falei em voz alta me odiando… já conhecia esse sentimento:— Não se toca que você vai ficar doente — dizia mamãe
— Se tocar, pega uma doença que sai sangue — uma colega do colégio de freiras… claro que me tocava do mesmo jeito e, lógico, veio a doença e a vergonha e a culpa… a mesma coisa que sentia agora.
Culpa e medo de perder o que construímos com o magro com tanto esforço, de não ser respeitada.
Festeira — essa palavra com que a gente desprezava as putinhas que roubavam namorado entre as minhas amigas… festeira sim, agora era eu que tava do outro lado…
— Com licença — sorrindo, o magro e o Lisandro estavam parados do meu lado e entraram na banheira
— Ei, para, não cabe, deixa eu terminar — protestei
— Terminar? Isso nem pensar — disse o Lisandro tentando me abraçar com a pica meia bomba, coloquei o braço pra impedir, o magro só sorria e olhava a situação
— Sério, deixa eu enxaguar o cabelo e saio.
— Não tem toalha, vou buscar — disse o magro e achei que vi uma piscadela pro Lisandro enquanto saía.
Assim que ele foi, o Lisandro chegou o rosto perto e falou:
— Não dá pra deixar as coisas pela metade depois que você começou — e começou a ensaboar minhas costas, tentei tirar a mão dele, mas de repente ele dobrou meu braço como num golpe de judô e sussurrou perto da minha orelha:
— Fica quietinha, Laurita, não quero ser bruto com você — e ensaboava minha bunda
— Me solta, babaca, ou vou gritar
— Pra gritar você já vai ter tempo — uma onda de calor, desejo e ódio me invadiu, puxando meu cabelo obriguei a me abaixar, tive que me apoiar no bidê…
– Agora você vai gritar – e encostou a rola perto da minha buceta sem meter, forcejando pra escapar, cada vez com menos convicção e mais tesão, acabei me oferecendo pra ele meter…
– Você quer ela dentro, não quer?
– Me solta, Lis, por favor, isso é errado – falei enquanto enfiava o pedaço sozinha
– Você é muito puta, eu sei como te tratar – deu umas duas bombadas, tirou e encostou no meu cu… fiquei parada, deixei ele fazer, me deixei arrombar o rabo por uma putinha festeira, Lisandro não veio com tudo, foi me negando, metendo um centímetro e tirando… acabei gritando
- Me fode, seu arrombado - enquanto eu abria minhas nádegas, o Lisandro me pegou pelos cabelos, jogando minha cabeça pra trás sem piedade e me penetrou, não, não, me perfurou, atravessou, rasgou, dilacerou, empalou, o filho da puta - Para, arrombado, você tá machucando ela - disse o cara da porta
- Deixa ele - consegui falar entre as sacudidas - eu mereço
- Mas filha da puta, se você nunca quer! E olha pra você agora! - me deu um tapa - puta! - mais um, me davam exatamente o que eu sentia que merecia, me tratavam como o que eu era!
Lisandro tirou bem na hora que eu ia gozar —Melhor levar ela pra cama— o magrelo de cabelo comprido me levou pro quarto, do armário tirou uma gravata, amarrou minhas mãos pra trás bem apertado
—Para, tá doendo— não consegui falar mais porque minha boca foi ocupada rapidinho, senti o cinto na bunda, uma queimação insuportável, me contorci — para, idiota— consegui falar com o pau na boca… que ia parar, se ele tava maluco? Na quinta ou sexta cintada minha bunda ardia, minha boceta ardia, minhas pernas ficavam molhadas… aí chegou o Lisandro e meteu brutalmente… gozei igual uma louca… gozei molhando culpas, berços, bancos de igreja e amigas que olham com desprezo, gozei como uma loba festeira… me jogaram na cama, me subiram em cima do pau do magrelo e enquanto eu cavalgava desembestada, o outro filho da puta me batia na bunda, nos peitos…
—Tamo nessa juntos— sussurrou meu magrelo enquanto abria minhas nádegas pro Lisandro meter no meu cu —tamo nessa juntos— enquanto me comiam de todo lado —juntos— enquanto sentia o pau do outro entrando e saindo, enquanto me contorcia entre eles feito uma cobra jogada no fogo, enquanto gritava com uma voz digna de exorcista —arrebenta tudo, seus filhos da puta!!
— Toma, Laura — Lisandro enfiou até o talo e eu senti ele gozar. Me apressei pra manter ele bem dentro antes que broxasse e cheguei bem na hora de um orgasmo estranho… gritando rouca, feita uma pussy gigante. Depois Lisandro saiu e o magrelo continuou me comendo docemente, me beijando, me enchendo de carícias, me acalmando… me soltaram e os dois fizeram “sana sana” em todas as marcas do cinto… quando ele avisou que ia acabar, eu desmontei e chupei ele até sentir a gozada na boca.
— Você merece — falei com os lábios cheios de porra antes de cair exausta e dormir entre os dois feito um anjinho de Deus.
O sol já entrava pela janela quando o magrelo me acordou me sacudindo. — A campainha? — perguntei.
— Minha velha com a Martu! Vistam-se, porra! — gritou o magrelo enfiando a calça…
Passei a hora seguinte falando com minha sogra sobre como a gente se divertiu e agradecendo por ela ter levado o pequeno, com o Lisandro trancado no quarto.
— Velha, você não faz ideia do quanto te agradeço — disse o magrelo — precisava de um tempo com a Laura só pra mim!!!
12 comentários - Juntos nessa porra (continuação)
besos