Fala, poringa boys! Dessa vez quero contar como continuou minha história com a Lorena, a anestesista, e como, do nada, minha vida de marido exemplar virou a de um corno infiel.
Como contei no meu relato anterior, amo minha esposa, mas talvez o cansaço e a rotina tenham feito eu perder um certo tipo de satisfação sexual. Apesar disso, nunca tinha tido coragem de trair ela, mas tudo mudou quando a Lorena me pediu pra consertar o ar-condicionado.
Depois daquela aventurinha, minha vontade de transar com outras mulheres que não fossem minha esposa aumentou pra caralho. Tanto que, em pouco mais de dois meses, já peguei umas 5 minas diferentes — um recorde pessoal. E nem acho que isso seja algo bom, como já falei, amo minha esposa e sei que o que tô fazendo é errado, mas o tesão às vezes vence o amor.
Nesse tempo, tivemos encontros sem fim com a Lorena, e aí decidimos que, pra nos ver, precisávamos arrumar outro lugar que não fosse no prédio, porque se alguém descobrisse, seria um problemão pra mim. Já que, por questões de regulamento, o pessoal da segurança não podia fazer amizade, muito menos intimidade com os proprietários. Foi assim que viramos frequentadores de um hotel que não era longe do meu trampo, mas longe o bastante pra ninguém nos descobrir.
Cada trepada com a Lorena é uma lembrança inesquecível. Uma vez, a gente tava saindo do hotel e viu o carro da administradora do prédio onde a Lorena mora e onde eu trabalho estacionado. Tentamos nos esconder quando vimos o veículo, e, olhando pra todo lado pra confirmar que ninguém tinha nos visto, saímos do lugar.
Meu nervosismo era foda, porque se a administradora tivesse nos visto, eu perderia o emprego. E, sinceramente, esse nem seria o problema, porque eu com certeza arrumaria outra coisa. O problema seria como explicar pra minha mulher que fui demitido.
A Lorena tentava me acalmar, dizendo que tava tudo bem, que ninguém tinha nos visto, e se algo... Se desse a situação, ela colocaria o peito e enfrentaria o problema, já que pra ela o que a gente fizesse fora do prédio não teria por que afetar meu relacionamento profissional. Na real, até faz sentido, mas é assim que funciona o regulamento da empresa.
Os dias foram passando e nada acontecia, e minha cabeça, em vez de se perguntar se a administradora chamada Susana tinha nos visto, se perguntava o que aquela mulher tava fazendo ali, já que o lugar não era bem um hotel pra descansar. Na verdade, se alguém fosse, era acompanhado e com o único propósito de dar uma boa trepada. Sem dúvida, se a Susana me pegou, eu também peguei ela.
Num sábado à tarde, quando já não tinha ninguém da administração no prédio, a Susana me chama e pede pra eu ir até o escritório dela com a desculpa de que tinha que acertar as contas comigo por umas horas extras que estavam me devendo. Sinceramente, eu sabia que algo não tava certo; ela podia simplesmente ter esperado até segunda, pensei.
Apareci no escritório dela e, depois de fazer as contas, bater papo sobre família e outras coisas, algo aconteceu. Durante toda a conversa, dava pra notar o nervosismo da Susana nas palavras dela, e com certeza ela tinha notado o mesmo em mim. Mas aí pensei: se no fim das contas nós dois estávamos numa situação bem complicada, então parei de fingir que não sabia de nada e, ficando sério mas ao mesmo tempo nervoso, olhei pra ela e falei:
— O que você tava fazendo naquele lugar outro dia? Ela ficou surpresa e tentou agir como se não entendesse.
— Não sei do que você tá falando, não entendo, se explica. Meu coração já tava batendo a mil, e como eu já tinha aberto a boca, decidi não parar até acabar com aquela situação.
— Vamos, Susana, nós dois sabemos que a gente se viu, e no fim das contas, se você não falou nada, é porque sabe que eu também te vi. Meu nervosismo já tava passando, e eu sentia um certo tesão, não entendia por quê, mas só de imaginar a Susana no hotel dando uma boa trepada com sei lá quem... quem me subia os hormônios na cabeça.
_Ok, se eu te vi, e te garanto que os donos não vão se importar em te deixar sem emprego por transar com um proprietário. Mas relaxa, não vou falar nada. Só que você tem que fazer algo por mim.
Não tive escolha a não ser ouvir a proposta dela, sem dúvida ela não ia perder o emprego mesmo se eu dissesse que a vi num hotel, e além disso nem vi com quem estava, só vi o carro dela. Então só falei ok, esperando o pedido dela que, pra minha surpresa, não era algo que eu esperava.
_Tira a roupa, não entendo como a Lorena te deu bola tendo uns caras lindos e com uma situação financeira foda que dariam tudo pra ficar com ela. Sinceramente, quero ver o que tem de tão especial em você.
Não acreditei, a safada não só me insultou, porque pra mim foi um insulto, praticamente me chamou de feio e pobre (não que eu seja modelo, mas não me acho feio), ela tava me pedindo pra ficar pelado no escritório dela, não podia acreditar no que tava rolando. Mas não tive escolha, tinha que aceitar, precisava saber até onde a vagabunda ia.
A Susana é uma mulher de uns 40 anos, e é muito gostosa, magra, bem alta, uns peitos pequenos e uma bunda boa, pra idade dela tava muito bem cuidada, sem comparação com a Lorena, mas tinha seu valor.
Fiquei de cueca e a puta ficava mordendo os lábios. Fiquei assim, esperando ela dar o próximo passo, pra ver se queria mais ou se já bastava. Ela mordia os lábios e passava a língua, me olhou e disse: “vai, gato, tira isso”, já não entendia mais o que tava rolando, a santinha que sempre foi séria com todo mundo era na verdade uma puta de marca maior.
Fiquei pelado e ela não demorou a se jogar em cima de mim, e começou a devorar minha piroca literalmente, chupava como se tivesse num concurso de boquete onde o prêmio de melhor chupada era um milhão de dólares, tenho que admitir que a safada não demorou nem 5 minutos pra me fazer gozar, que chupada de pau que ela me deu, engoliu todo meu leite. continuava chupando, quando ela tirou e disse: “agora tudo fecha em mim, que pica boa você tem, não é à toa que a Lorena tá doida por você, não é à toa que veio me pedir pra não falar nada”. Ela colocou de volta na boca e continuou chupando, meu coração deu um suspiro, não sabia o que pensar naquele momento. Por um lado, a Lorena que se arriscou pelo meu emprego, e por outro, isso me fazia pensar que ela tava começando a sentir algo por mim, e eu não queria isso. O meu negócio com a Lorena sempre foi só sexo, e eu não queria que virasse algo mais.
Enquanto eu pensava, a Susana já tinha tirado a roupa. Como eu disse, ela é bem gostosa pra idade dela, até a buceta dela tava bem depiladinha. Eu subo ela na mesa e começo a chupar os peitos dela até chegar na buceta dela, fico um tempão ali e, quando meu pau já tinha uma nova ereção, começo a esfregar ele na entrada da buceta dela, arrancando suspiros e sorrisos, até que ela não aguenta mais e fala: “vai, filho, mete logo, mete, que você tá me matando”. E se ela pede assim, o que a gente pode fazer? É minha chefe, não podia negar as ordens dela. Eu meti na buceta dela por uns 10 minutos, e ela gozou igual uma novinha no primeiro orgasmo. Ela me beijou, ficou de quatro, e quando eu ia meter de novo, ela me parou e falou: “não, filho, agora quero que você arrebente meu cu”. Me digam o que vocês fariam se sua chefe pedisse pra arrebentar o cu dela. Como eu já disse antes, as ordens têm que ser cumpridas, então chupei um pouco o buraquinho marrom, enfiei uns dedos, e de volta à carga. Custou um pouco no começo, mas depois que entrou, ela se acostumou rápido. Eu tinha que tapar a boca dela de vez em quando pra ninguém ouvir, porque o escritório é afastado dos postos, mas nunca se sabe.
Dava pra perceber que já tinham passado vários quilômetros de pica naquele cu, mas isso não me impedia de cumprir o que a Susana tinha me ordenado. Eu dei uma foda violenta nela, e terminei gozando de novo na boca dela. Não podia acreditar o quanto ela gostava de porra. gostosa. Me vesti e saí do escritório, enquanto a Susana me dizia: “Até segunda, Juan, na primeira hora te depositamos a grana das horas extras”. Que incrível, a gente nunca sabe quando vai ter uma experiência inesquecível, e comigo isso tá acontecendo direto, e eu tô aproveitando ao máximo, as horas extras já nem importam mais, o melhor pagamento quem me dá é a Lorena e a Susana.
Espero que tenham gostado, comentem aí que vou continuar contando mais das minhas experiências, e quem sabe um dia eu consigo postar uma fotinha, valeu por passar no meu post. Elmesias88.
Como contei no meu relato anterior, amo minha esposa, mas talvez o cansaço e a rotina tenham feito eu perder um certo tipo de satisfação sexual. Apesar disso, nunca tinha tido coragem de trair ela, mas tudo mudou quando a Lorena me pediu pra consertar o ar-condicionado.
Depois daquela aventurinha, minha vontade de transar com outras mulheres que não fossem minha esposa aumentou pra caralho. Tanto que, em pouco mais de dois meses, já peguei umas 5 minas diferentes — um recorde pessoal. E nem acho que isso seja algo bom, como já falei, amo minha esposa e sei que o que tô fazendo é errado, mas o tesão às vezes vence o amor.
Nesse tempo, tivemos encontros sem fim com a Lorena, e aí decidimos que, pra nos ver, precisávamos arrumar outro lugar que não fosse no prédio, porque se alguém descobrisse, seria um problemão pra mim. Já que, por questões de regulamento, o pessoal da segurança não podia fazer amizade, muito menos intimidade com os proprietários. Foi assim que viramos frequentadores de um hotel que não era longe do meu trampo, mas longe o bastante pra ninguém nos descobrir.
Cada trepada com a Lorena é uma lembrança inesquecível. Uma vez, a gente tava saindo do hotel e viu o carro da administradora do prédio onde a Lorena mora e onde eu trabalho estacionado. Tentamos nos esconder quando vimos o veículo, e, olhando pra todo lado pra confirmar que ninguém tinha nos visto, saímos do lugar.
Meu nervosismo era foda, porque se a administradora tivesse nos visto, eu perderia o emprego. E, sinceramente, esse nem seria o problema, porque eu com certeza arrumaria outra coisa. O problema seria como explicar pra minha mulher que fui demitido.
A Lorena tentava me acalmar, dizendo que tava tudo bem, que ninguém tinha nos visto, e se algo... Se desse a situação, ela colocaria o peito e enfrentaria o problema, já que pra ela o que a gente fizesse fora do prédio não teria por que afetar meu relacionamento profissional. Na real, até faz sentido, mas é assim que funciona o regulamento da empresa.
Os dias foram passando e nada acontecia, e minha cabeça, em vez de se perguntar se a administradora chamada Susana tinha nos visto, se perguntava o que aquela mulher tava fazendo ali, já que o lugar não era bem um hotel pra descansar. Na verdade, se alguém fosse, era acompanhado e com o único propósito de dar uma boa trepada. Sem dúvida, se a Susana me pegou, eu também peguei ela.
Num sábado à tarde, quando já não tinha ninguém da administração no prédio, a Susana me chama e pede pra eu ir até o escritório dela com a desculpa de que tinha que acertar as contas comigo por umas horas extras que estavam me devendo. Sinceramente, eu sabia que algo não tava certo; ela podia simplesmente ter esperado até segunda, pensei.
Apareci no escritório dela e, depois de fazer as contas, bater papo sobre família e outras coisas, algo aconteceu. Durante toda a conversa, dava pra notar o nervosismo da Susana nas palavras dela, e com certeza ela tinha notado o mesmo em mim. Mas aí pensei: se no fim das contas nós dois estávamos numa situação bem complicada, então parei de fingir que não sabia de nada e, ficando sério mas ao mesmo tempo nervoso, olhei pra ela e falei:
— O que você tava fazendo naquele lugar outro dia? Ela ficou surpresa e tentou agir como se não entendesse.
— Não sei do que você tá falando, não entendo, se explica. Meu coração já tava batendo a mil, e como eu já tinha aberto a boca, decidi não parar até acabar com aquela situação.
— Vamos, Susana, nós dois sabemos que a gente se viu, e no fim das contas, se você não falou nada, é porque sabe que eu também te vi. Meu nervosismo já tava passando, e eu sentia um certo tesão, não entendia por quê, mas só de imaginar a Susana no hotel dando uma boa trepada com sei lá quem... quem me subia os hormônios na cabeça.
_Ok, se eu te vi, e te garanto que os donos não vão se importar em te deixar sem emprego por transar com um proprietário. Mas relaxa, não vou falar nada. Só que você tem que fazer algo por mim.
Não tive escolha a não ser ouvir a proposta dela, sem dúvida ela não ia perder o emprego mesmo se eu dissesse que a vi num hotel, e além disso nem vi com quem estava, só vi o carro dela. Então só falei ok, esperando o pedido dela que, pra minha surpresa, não era algo que eu esperava.
_Tira a roupa, não entendo como a Lorena te deu bola tendo uns caras lindos e com uma situação financeira foda que dariam tudo pra ficar com ela. Sinceramente, quero ver o que tem de tão especial em você.
Não acreditei, a safada não só me insultou, porque pra mim foi um insulto, praticamente me chamou de feio e pobre (não que eu seja modelo, mas não me acho feio), ela tava me pedindo pra ficar pelado no escritório dela, não podia acreditar no que tava rolando. Mas não tive escolha, tinha que aceitar, precisava saber até onde a vagabunda ia.
A Susana é uma mulher de uns 40 anos, e é muito gostosa, magra, bem alta, uns peitos pequenos e uma bunda boa, pra idade dela tava muito bem cuidada, sem comparação com a Lorena, mas tinha seu valor.
Fiquei de cueca e a puta ficava mordendo os lábios. Fiquei assim, esperando ela dar o próximo passo, pra ver se queria mais ou se já bastava. Ela mordia os lábios e passava a língua, me olhou e disse: “vai, gato, tira isso”, já não entendia mais o que tava rolando, a santinha que sempre foi séria com todo mundo era na verdade uma puta de marca maior.
Fiquei pelado e ela não demorou a se jogar em cima de mim, e começou a devorar minha piroca literalmente, chupava como se tivesse num concurso de boquete onde o prêmio de melhor chupada era um milhão de dólares, tenho que admitir que a safada não demorou nem 5 minutos pra me fazer gozar, que chupada de pau que ela me deu, engoliu todo meu leite. continuava chupando, quando ela tirou e disse: “agora tudo fecha em mim, que pica boa você tem, não é à toa que a Lorena tá doida por você, não é à toa que veio me pedir pra não falar nada”. Ela colocou de volta na boca e continuou chupando, meu coração deu um suspiro, não sabia o que pensar naquele momento. Por um lado, a Lorena que se arriscou pelo meu emprego, e por outro, isso me fazia pensar que ela tava começando a sentir algo por mim, e eu não queria isso. O meu negócio com a Lorena sempre foi só sexo, e eu não queria que virasse algo mais.
Enquanto eu pensava, a Susana já tinha tirado a roupa. Como eu disse, ela é bem gostosa pra idade dela, até a buceta dela tava bem depiladinha. Eu subo ela na mesa e começo a chupar os peitos dela até chegar na buceta dela, fico um tempão ali e, quando meu pau já tinha uma nova ereção, começo a esfregar ele na entrada da buceta dela, arrancando suspiros e sorrisos, até que ela não aguenta mais e fala: “vai, filho, mete logo, mete, que você tá me matando”. E se ela pede assim, o que a gente pode fazer? É minha chefe, não podia negar as ordens dela. Eu meti na buceta dela por uns 10 minutos, e ela gozou igual uma novinha no primeiro orgasmo. Ela me beijou, ficou de quatro, e quando eu ia meter de novo, ela me parou e falou: “não, filho, agora quero que você arrebente meu cu”. Me digam o que vocês fariam se sua chefe pedisse pra arrebentar o cu dela. Como eu já disse antes, as ordens têm que ser cumpridas, então chupei um pouco o buraquinho marrom, enfiei uns dedos, e de volta à carga. Custou um pouco no começo, mas depois que entrou, ela se acostumou rápido. Eu tinha que tapar a boca dela de vez em quando pra ninguém ouvir, porque o escritório é afastado dos postos, mas nunca se sabe.
Dava pra perceber que já tinham passado vários quilômetros de pica naquele cu, mas isso não me impedia de cumprir o que a Susana tinha me ordenado. Eu dei uma foda violenta nela, e terminei gozando de novo na boca dela. Não podia acreditar o quanto ela gostava de porra. gostosa. Me vesti e saí do escritório, enquanto a Susana me dizia: “Até segunda, Juan, na primeira hora te depositamos a grana das horas extras”. Que incrível, a gente nunca sabe quando vai ter uma experiência inesquecível, e comigo isso tá acontecendo direto, e eu tô aproveitando ao máximo, as horas extras já nem importam mais, o melhor pagamento quem me dá é a Lorena e a Susana.
Espero que tenham gostado, comentem aí que vou continuar contando mais das minhas experiências, e quem sabe um dia eu consigo postar uma fotinha, valeu por passar no meu post. Elmesias88.
9 comentários - Fui pego com a Lorena e acabei obedecendo ordens
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