Bom, hoje vou postar um relato que me chamou a atenção. É bom, mas sinto que faltou um pouquinho mais. Mas já vou deixar ele aqui pra vocês, espero que gostem.Acho que devo começar me descrevendo. Meu nome é Fabíola (é meu nome real, o nome de qualquer outro personagem será fictício por razões óbvias). Tenho 20 anos, sou da cidade de Irapuato, Guanajuato, México. Tenho 1,60m de altura, pele branca, cabelo preto até os ombros, olhos verdes, herança da minha mãe. Sou magra e minhas medidas não são de uma supermodelo, mas não reclamo. Devo dizer que nunca fui a mais bonita entre minhas amigas ou na escola, mas pelos comentários de amigos e colegas, posso dizer que fui a fantasia de mais de um.
Agora que vocês me conhecem, quero contar a experiência que tive há alguns anos, logo que completei 18 anos, com meu irmão Gustavo, que na época tinha 24. Moramos com nossos pais; nosso irmão mais velho, Beto, já morava sozinho. Gustavo, ou Tavo como chamamos carinhosamente, é magro, tem cerca de 1,80m, pele morena. Não é muito bonito, mas desde pequeno tem paixão por esportes, futebol e especialmente natação, o que lhe dá um corpo dos sonhos, sem um grama de gordura na barriga e uma bunda que faz os jeans que ele usa regularmente se destacarem.
A verdade é que não sei como tudo isso aconteceu. Bem, talvez eu saiba, mas não me arrependo de nada e sei que, mesmo sendo meu irmão, faria tudo de novo.
Apesar dos meus 20 anos, tive uma vida sexual bem ativa. Comecei aos 14 anos e me considero heterossexual, embora, graças às minhas amigas, já tenha experimentado de tudo, aproveitando e obtendo prazeres intensos com ambos os sexos.
Meus irmãos sempre souberam do meu gosto pela bagunça e festa, e, como irmãos mais velhos, sempre me deram um conselho: "Faça da sua vida o que quiser, mas até ter um namorado sério, não traga ele pra casa". Assim, evito que nossos pais tenham algum desgosto ou ideia errada. Aos olhos deles, os caras que apresentei foram sempre "amigos", e eles ainda acreditam que sou virgem.
A questão é que, pouco Antes da Semana Santa, terminei com meu último "namorado" e, sinceramente, me afetou mais do que eu imaginava. Fiquei mais apática que o normal, então, de última hora, recusei ir com nossos pais de férias. Como o Tavo tava trabalhando, não tinha problema eu ficar sozinha em casa.
Assim que nossos pais foram embora, me tranquei no meu quarto. Só queria ficar na minha, sem ninguém me encher o saco até o fim das férias. O resto do dia foi nessa vibe, acabei dormindo e perdi a noção do tempo, até que meu corpo pediu comida. Não tinha comido nada e já passava das 8. As luzes da garagem e do quintal estavam apagadas, então achei que tava sozinha. Como meus pais não estavam, certeza que não tinha nada preparado pra comer, então desci pra pedir algo pelo delivery.
Quando desci as escadas, ouvi barulhos vindo do quarto do meu irmão e a luz da TV ligada. Cheguei perto pra perguntar se ele queria algo. A porta tava entreaberta, dando pra ver a televisão e a cama dele. A surpresa que eu tive ao ver que ele não tava sozinho: ele tava com a Laura, a namorada dele, vendo um filme pornô e levando um boquete monumental. Não sei o que aconteceu comigo, não conseguia desviar o olhar do pau dele. Tinha uns 20 cm, nada fora do normal, mas a grossura era considerável, com veias saltadas que mostravam como ele tava excitado com a mamada que tava recebendo naquele momento.
A Laura mostrava que era uma verdadeira puta na arte de chupar pinto. Ela lambia da base até a ponta, colocava só a cabeça na boca, depois voltava pra base e chupava as bolas gostosas dele. Fazia meu irmão gemer sem parar. Não sei quantos minutos durou aquele show, mas terminou com uma gozada enorme na cara da Laura. Eu tava tão chocada que nem percebi que meu irmão já tinha notado minha presença. Pra evitar qualquer explicação ou desculpa, voltei pro meu quarto com uma mistura estranha de... Assombro e excitação na minha mente.
Levei quase dois dias para cruzar com meu irmão, porque evitava encontrá-lo, até que finalmente nos trombaros em casa.
— Oi Tavo, não vai sair hoje?
— Fala Faby, sobre o outro dia...
— Você não precisa me dar explicações, só espero que a Laura não tenha ficado puta.
— Não, na verdade...
— Sério Tavo, de boa. Você já jantou?
Diante disso, decidimos tentar esquecer o que rolou, ou melhor, fingir que nunca aconteceu. A noite passou numa boa, vimos TV, jogamos Play Station e fomos dormir. Naquela noite, como nas duas anteriores, mal consegui pegar no sono. Meu irmão era um gostoso que qualquer mina morreria pra dar pra ele e provar daquele pau saboroso que podia fazer qualquer um gozar, até mesmo... a própria irmã? E de repente comecei a fantasiar com meu irmão, que era eu, e não a namorada dele, quem dava aquela mamada gostosa, e que ele me pegava pelada no banho, se despia e tomava banho comigo, me beijava... e roçava minha pele com aquele pau grosso e gostoso. Como eu podia fantasiar com meu irmão? De repente percebi que tinha parado de ver meu irmão como tal e comecei a vê-lo como homem. Tentava arrumar alguma desculpa pra explicar o que sentia na minha entreperna e me convencia de que talvez fosse por causa do tesão que aquela cena me deu, que por mais que eu tentasse, não conseguia tirar da cabeça. Então entendi que pra esquecer, tinha que saciar minha tarada e aliviar esse tesão que tava me matando. Por isso, precisava ver ele pelado de novo e contemplar de perto o pau grosso do meu irmão.
Então no dia seguinte comecei a botar em prática um plano que fui improvisando. Andava de lingerie pela casa, não trancava a porta do banheiro quando tava lá, ia pro quarto dele com qualquer desculpa quase nua, me jogava em cima dele pra brigar de brincadeira como sempre fazíamos, mas com a intenção de... poder tocar ele ou roçar em mim… se eu ia dormir, ligava o aquecedor no máximo e ficava totalmente nua com a porta do meu quarto aberta, me tocando e me esfregando, esperando que ele me ouvisse e viesse até meu quarto.
Nunca vi o Tavo com uma namorada séria, a Laura era só uma "amiga com benefícios", sei que, assim como eu, ele começou cedo na vida sexual e eu morria de vontade de ser uma daquelas garotas que ele beijou, percorreu o corpo todo com a língua e o olhar, uma daquelas garotas que, como a Laura, sentiram o pau quente do meu irmão dentro delas, só de pensar minha buceta pulsava e ficava molhada como nunca, tendo que gozar me masturbando.
Mas foi só uns dois dias depois que meu plano deu os resultados tão esperados e minha fantasia se tornou realidade, assim que ouvi o Tavo chegar do trabalho, entrei no chuveiro, poucos minutos depois chamei ele aos gritos, quando ele chegou no banheiro, pedi pra ele pegar uma toalha, que a água estava saindo fria e eu tinha sabão nos olhos, na mesma hora puxei a cortina e apareci totalmente nua na frente dele. Meu irmão, com a voz trêmula, me estendeu a toalha, eu vi que ele não tirava os olhos do meu corpo, e ele disse que ia ver se o aquecedor tinha desligado, poucos segundos depois voltou ao banheiro pra me dizer que não tinha nada de errado com o aquecedor, e eu ainda estava lá, de pé, nua.
- Ah, desculpa, Faby.
- Não, Tavo, não vai embora.
- O que, o que você quer, Faby? (coitado, ele tava passando muito mal, porque começou a gaguejar de novo).
- Ei, não desvia o olhar, não tem problema, somos irmãos, não precisa ter vergonha, não tá gostando do que vê? (Eu tava tão puta que nem uma cadela no cio e sabia a armadilha que minha pergunta tinha).
- Não, quero dizer, sim, bem…
- Ei, já que você me viu nua, posso te ver nu também, seria justo, né?
- O quê?
- Vai, não vou contar pra ninguém, tô com vontade de te ver pelado.
- Faby, você não sabe o que tá dizendo, com certeza você bebeu ou fumando um baseado.
—Vamo, Tavo, vem tomar banho comigo.
—Não, Faby, cê sabe que isso não é certo.
—Tá bom, então só ensaboa minhas costas e te deixo em paz.
Naquela hora, me virei e me abaixei. Meu irmão pareceu hesitar, mas aceitou.
O coitado, pra aliviar o clima, começou a me perguntar um monte de coisa besta. Eu, claro, puxava tudo pro lado sexual, na esperança de que a "cock" do meu irmão furasse a braguilha da calça dele e me deixasse saborear ela em todo seu esplendor.
Tavo pegou o sabonete líquido na mão e começou a acariciar meu corpo. Primeiro minhas costas, macias e brilhantes. Ensaboou meu cabelo, enfiando os dedos nos meus fios sedosos. Acariciou minha cintura, meus braços, minha bunda. Pelo visto, meu irmão tava se empolgando... Ele enfiou a mão entre meus glúteos e chegou até meu cuzinho. Não consegui me segurar e soltei um gemido.
Me virei. Meu irmão parecia em outro mundo. Ensaboou meus ombros, meus braços, meu quadril. E de repente, caprichou na massagem nos meus peitos, se deliciando nos meus mamilos duros que nem pedra — coisa que agradou nós dois, porque ele não fechava os olhos, assim como eu, que apoiava a mão no ombro dele. Ele desceu pelas minhas coxas, primeiro por fora, e depois foi subindo devagar, bem devagar, dos tornozelos, acariciando a parte de dentro das coxas, roçando minha virilha. A mão dele acariciou meus pelos pubianos e aí enfiou um dedo na minha rachinha, percorrendo ela toda.
Eu tava de olhos fechados, comecei a ofegar e respirar pesado. Peguei minha mão e ajudei a dele a dar prazer pra minha bucetinha.
Não sei quanto tempo passou, mas eu gozei. Tive um orgasmo brutal — e tinha sido meu irmão que me deu. Quando abri os olhos, vi a barraca armada que meu irmão tinha na calça. Decidi atacar e puxei ela pra baixo, sem ele oferecer resistência nenhuma.
Ali estava ela, do jeito que eu tinha planejado, a poucos centímetros da minha pele. E mesmo que não passasse de uns 20 cm, era gordinha. destacando nela veias enormes que a deixavam deliciosa, pra mim o tamanho nunca importou desde que saibam usar, mas o melhor é que ela era toda minha, meu irmão tirou a parte de cima e me mostrou aquele abdômen gostoso e peitoral que ele tem graças ao exercício que faz nas horas vagas. Ele acabou se despindo e entrou comigo no banho.
Não trocamos uma palavra, enchi minhas mãos de novo com gel e passei nos ombros dele, no peito, no umbigo, nos braços... Me abaixei pra lavar as coxas e as pernas dele e subi até os ovos, acariciei com cuidado, ele tava com a respiração ofegante. O pau dele pulsava e eu sentia um tesão enorme no corpo todo. Peguei ele com a mão, quando fiz isso ele teve que se segurar nas torneiras porque aquilo fez ele cambalear, puxei a pele pra trás e com a outra mão ensaboei devagar a cabeça. Eu amava e queria acreditar que ele tava mais duro que o normal, obviamente não sabia quando meu irmão podia gozar, então me abaixei e quando ele menos esperava, meus lábios carnudos tinham contornado a ponta do pau dele e eu tava chupando, beijando e mordendo, e minha mão acariciava os ovos dele. Comecei a descer meus lábios por todo o comprimento do membro dele, me esforcei pra melhorar o que a Laura tinha feito e dar um boquete que ele nunca fosse esquecer. Meus lábios apertavam contra o pau dele ereto e os olhos dele me olhavam com carinho. Era o primeiro boquete que eu dava no meu irmão e juro por Deus que queria que não fosse o último.
Sem dizer uma palavra, com o olhar meu irmão queria meter em mim e me foder ali mesmo, não sei de onde tirei sangue frio suficiente pra resistir, porque aparentemente ainda uma parte da minha mente lembrava que eu era irmã dele e se recusava a ceder, só consegui falar "isso é ir longe demais", ele não pareceu ficar bravo nem nada, me pedindo pra continuar o boquete, meu irmão falou entre suspiros que ele ia gozar e tentou tirar o pau da minha boca, mas eu recusei, queria aquele leitinho quentinho todo pra mim, apertei a bunda dele puxando contra minha cara, ele não demorou pra soltar uns jatos de porra que encheram minha boca, a cara dele era um poema, eu esfregava meus peitos. Meu irmão sentou exausto na borda da banheira e eu aproveitei pra dar um beijo na boca dele, durante todo o tempo que passamos na banheira a gente não tinha se beijado nem uma vez.
Saí do banheiro e deixei ele lá exausto, mergulhado nos pensamentos dele, eu não me arrependia de nada, na verdade queria mais, sabia que o que fiz foi planejado, não sei se ele podia se arrepender do que aconteceu, eu...? de jeito nenhum.
O dia passou normal e com a chegada dos nossos pais tudo voltou ao mesmo rumo, a atitude dele comigo não mudou nada, não sei o que passava pela cabeça dele, mas agora pela minha só passa uma coisa: comer ele.Bom, essa foi a história. Espero que tenham gostado, comentem, recomendem outras histórias e, se quiserem, deixem pontos.
Agora que vocês me conhecem, quero contar a experiência que tive há alguns anos, logo que completei 18 anos, com meu irmão Gustavo, que na época tinha 24. Moramos com nossos pais; nosso irmão mais velho, Beto, já morava sozinho. Gustavo, ou Tavo como chamamos carinhosamente, é magro, tem cerca de 1,80m, pele morena. Não é muito bonito, mas desde pequeno tem paixão por esportes, futebol e especialmente natação, o que lhe dá um corpo dos sonhos, sem um grama de gordura na barriga e uma bunda que faz os jeans que ele usa regularmente se destacarem.
A verdade é que não sei como tudo isso aconteceu. Bem, talvez eu saiba, mas não me arrependo de nada e sei que, mesmo sendo meu irmão, faria tudo de novo.
Apesar dos meus 20 anos, tive uma vida sexual bem ativa. Comecei aos 14 anos e me considero heterossexual, embora, graças às minhas amigas, já tenha experimentado de tudo, aproveitando e obtendo prazeres intensos com ambos os sexos.
Meus irmãos sempre souberam do meu gosto pela bagunça e festa, e, como irmãos mais velhos, sempre me deram um conselho: "Faça da sua vida o que quiser, mas até ter um namorado sério, não traga ele pra casa". Assim, evito que nossos pais tenham algum desgosto ou ideia errada. Aos olhos deles, os caras que apresentei foram sempre "amigos", e eles ainda acreditam que sou virgem.
A questão é que, pouco Antes da Semana Santa, terminei com meu último "namorado" e, sinceramente, me afetou mais do que eu imaginava. Fiquei mais apática que o normal, então, de última hora, recusei ir com nossos pais de férias. Como o Tavo tava trabalhando, não tinha problema eu ficar sozinha em casa.
Assim que nossos pais foram embora, me tranquei no meu quarto. Só queria ficar na minha, sem ninguém me encher o saco até o fim das férias. O resto do dia foi nessa vibe, acabei dormindo e perdi a noção do tempo, até que meu corpo pediu comida. Não tinha comido nada e já passava das 8. As luzes da garagem e do quintal estavam apagadas, então achei que tava sozinha. Como meus pais não estavam, certeza que não tinha nada preparado pra comer, então desci pra pedir algo pelo delivery.
Quando desci as escadas, ouvi barulhos vindo do quarto do meu irmão e a luz da TV ligada. Cheguei perto pra perguntar se ele queria algo. A porta tava entreaberta, dando pra ver a televisão e a cama dele. A surpresa que eu tive ao ver que ele não tava sozinho: ele tava com a Laura, a namorada dele, vendo um filme pornô e levando um boquete monumental. Não sei o que aconteceu comigo, não conseguia desviar o olhar do pau dele. Tinha uns 20 cm, nada fora do normal, mas a grossura era considerável, com veias saltadas que mostravam como ele tava excitado com a mamada que tava recebendo naquele momento.
A Laura mostrava que era uma verdadeira puta na arte de chupar pinto. Ela lambia da base até a ponta, colocava só a cabeça na boca, depois voltava pra base e chupava as bolas gostosas dele. Fazia meu irmão gemer sem parar. Não sei quantos minutos durou aquele show, mas terminou com uma gozada enorme na cara da Laura. Eu tava tão chocada que nem percebi que meu irmão já tinha notado minha presença. Pra evitar qualquer explicação ou desculpa, voltei pro meu quarto com uma mistura estranha de... Assombro e excitação na minha mente.
Levei quase dois dias para cruzar com meu irmão, porque evitava encontrá-lo, até que finalmente nos trombaros em casa.
— Oi Tavo, não vai sair hoje?
— Fala Faby, sobre o outro dia...
— Você não precisa me dar explicações, só espero que a Laura não tenha ficado puta.
— Não, na verdade...
— Sério Tavo, de boa. Você já jantou?
Diante disso, decidimos tentar esquecer o que rolou, ou melhor, fingir que nunca aconteceu. A noite passou numa boa, vimos TV, jogamos Play Station e fomos dormir. Naquela noite, como nas duas anteriores, mal consegui pegar no sono. Meu irmão era um gostoso que qualquer mina morreria pra dar pra ele e provar daquele pau saboroso que podia fazer qualquer um gozar, até mesmo... a própria irmã? E de repente comecei a fantasiar com meu irmão, que era eu, e não a namorada dele, quem dava aquela mamada gostosa, e que ele me pegava pelada no banho, se despia e tomava banho comigo, me beijava... e roçava minha pele com aquele pau grosso e gostoso. Como eu podia fantasiar com meu irmão? De repente percebi que tinha parado de ver meu irmão como tal e comecei a vê-lo como homem. Tentava arrumar alguma desculpa pra explicar o que sentia na minha entreperna e me convencia de que talvez fosse por causa do tesão que aquela cena me deu, que por mais que eu tentasse, não conseguia tirar da cabeça. Então entendi que pra esquecer, tinha que saciar minha tarada e aliviar esse tesão que tava me matando. Por isso, precisava ver ele pelado de novo e contemplar de perto o pau grosso do meu irmão.
Então no dia seguinte comecei a botar em prática um plano que fui improvisando. Andava de lingerie pela casa, não trancava a porta do banheiro quando tava lá, ia pro quarto dele com qualquer desculpa quase nua, me jogava em cima dele pra brigar de brincadeira como sempre fazíamos, mas com a intenção de... poder tocar ele ou roçar em mim… se eu ia dormir, ligava o aquecedor no máximo e ficava totalmente nua com a porta do meu quarto aberta, me tocando e me esfregando, esperando que ele me ouvisse e viesse até meu quarto.
Nunca vi o Tavo com uma namorada séria, a Laura era só uma "amiga com benefícios", sei que, assim como eu, ele começou cedo na vida sexual e eu morria de vontade de ser uma daquelas garotas que ele beijou, percorreu o corpo todo com a língua e o olhar, uma daquelas garotas que, como a Laura, sentiram o pau quente do meu irmão dentro delas, só de pensar minha buceta pulsava e ficava molhada como nunca, tendo que gozar me masturbando.
Mas foi só uns dois dias depois que meu plano deu os resultados tão esperados e minha fantasia se tornou realidade, assim que ouvi o Tavo chegar do trabalho, entrei no chuveiro, poucos minutos depois chamei ele aos gritos, quando ele chegou no banheiro, pedi pra ele pegar uma toalha, que a água estava saindo fria e eu tinha sabão nos olhos, na mesma hora puxei a cortina e apareci totalmente nua na frente dele. Meu irmão, com a voz trêmula, me estendeu a toalha, eu vi que ele não tirava os olhos do meu corpo, e ele disse que ia ver se o aquecedor tinha desligado, poucos segundos depois voltou ao banheiro pra me dizer que não tinha nada de errado com o aquecedor, e eu ainda estava lá, de pé, nua.
- Ah, desculpa, Faby.
- Não, Tavo, não vai embora.
- O que, o que você quer, Faby? (coitado, ele tava passando muito mal, porque começou a gaguejar de novo).
- Ei, não desvia o olhar, não tem problema, somos irmãos, não precisa ter vergonha, não tá gostando do que vê? (Eu tava tão puta que nem uma cadela no cio e sabia a armadilha que minha pergunta tinha).
- Não, quero dizer, sim, bem…
- Ei, já que você me viu nua, posso te ver nu também, seria justo, né?
- O quê?
- Vai, não vou contar pra ninguém, tô com vontade de te ver pelado.
- Faby, você não sabe o que tá dizendo, com certeza você bebeu ou fumando um baseado.
—Vamo, Tavo, vem tomar banho comigo.
—Não, Faby, cê sabe que isso não é certo.
—Tá bom, então só ensaboa minhas costas e te deixo em paz.
Naquela hora, me virei e me abaixei. Meu irmão pareceu hesitar, mas aceitou.
O coitado, pra aliviar o clima, começou a me perguntar um monte de coisa besta. Eu, claro, puxava tudo pro lado sexual, na esperança de que a "cock" do meu irmão furasse a braguilha da calça dele e me deixasse saborear ela em todo seu esplendor.
Tavo pegou o sabonete líquido na mão e começou a acariciar meu corpo. Primeiro minhas costas, macias e brilhantes. Ensaboou meu cabelo, enfiando os dedos nos meus fios sedosos. Acariciou minha cintura, meus braços, minha bunda. Pelo visto, meu irmão tava se empolgando... Ele enfiou a mão entre meus glúteos e chegou até meu cuzinho. Não consegui me segurar e soltei um gemido.
Me virei. Meu irmão parecia em outro mundo. Ensaboou meus ombros, meus braços, meu quadril. E de repente, caprichou na massagem nos meus peitos, se deliciando nos meus mamilos duros que nem pedra — coisa que agradou nós dois, porque ele não fechava os olhos, assim como eu, que apoiava a mão no ombro dele. Ele desceu pelas minhas coxas, primeiro por fora, e depois foi subindo devagar, bem devagar, dos tornozelos, acariciando a parte de dentro das coxas, roçando minha virilha. A mão dele acariciou meus pelos pubianos e aí enfiou um dedo na minha rachinha, percorrendo ela toda.
Eu tava de olhos fechados, comecei a ofegar e respirar pesado. Peguei minha mão e ajudei a dele a dar prazer pra minha bucetinha.
Não sei quanto tempo passou, mas eu gozei. Tive um orgasmo brutal — e tinha sido meu irmão que me deu. Quando abri os olhos, vi a barraca armada que meu irmão tinha na calça. Decidi atacar e puxei ela pra baixo, sem ele oferecer resistência nenhuma.
Ali estava ela, do jeito que eu tinha planejado, a poucos centímetros da minha pele. E mesmo que não passasse de uns 20 cm, era gordinha. destacando nela veias enormes que a deixavam deliciosa, pra mim o tamanho nunca importou desde que saibam usar, mas o melhor é que ela era toda minha, meu irmão tirou a parte de cima e me mostrou aquele abdômen gostoso e peitoral que ele tem graças ao exercício que faz nas horas vagas. Ele acabou se despindo e entrou comigo no banho.
Não trocamos uma palavra, enchi minhas mãos de novo com gel e passei nos ombros dele, no peito, no umbigo, nos braços... Me abaixei pra lavar as coxas e as pernas dele e subi até os ovos, acariciei com cuidado, ele tava com a respiração ofegante. O pau dele pulsava e eu sentia um tesão enorme no corpo todo. Peguei ele com a mão, quando fiz isso ele teve que se segurar nas torneiras porque aquilo fez ele cambalear, puxei a pele pra trás e com a outra mão ensaboei devagar a cabeça. Eu amava e queria acreditar que ele tava mais duro que o normal, obviamente não sabia quando meu irmão podia gozar, então me abaixei e quando ele menos esperava, meus lábios carnudos tinham contornado a ponta do pau dele e eu tava chupando, beijando e mordendo, e minha mão acariciava os ovos dele. Comecei a descer meus lábios por todo o comprimento do membro dele, me esforcei pra melhorar o que a Laura tinha feito e dar um boquete que ele nunca fosse esquecer. Meus lábios apertavam contra o pau dele ereto e os olhos dele me olhavam com carinho. Era o primeiro boquete que eu dava no meu irmão e juro por Deus que queria que não fosse o último.
Sem dizer uma palavra, com o olhar meu irmão queria meter em mim e me foder ali mesmo, não sei de onde tirei sangue frio suficiente pra resistir, porque aparentemente ainda uma parte da minha mente lembrava que eu era irmã dele e se recusava a ceder, só consegui falar "isso é ir longe demais", ele não pareceu ficar bravo nem nada, me pedindo pra continuar o boquete, meu irmão falou entre suspiros que ele ia gozar e tentou tirar o pau da minha boca, mas eu recusei, queria aquele leitinho quentinho todo pra mim, apertei a bunda dele puxando contra minha cara, ele não demorou pra soltar uns jatos de porra que encheram minha boca, a cara dele era um poema, eu esfregava meus peitos. Meu irmão sentou exausto na borda da banheira e eu aproveitei pra dar um beijo na boca dele, durante todo o tempo que passamos na banheira a gente não tinha se beijado nem uma vez.
Saí do banheiro e deixei ele lá exausto, mergulhado nos pensamentos dele, eu não me arrependia de nada, na verdade queria mais, sabia que o que fiz foi planejado, não sei se ele podia se arrepender do que aconteceu, eu...? de jeito nenhum.
O dia passou normal e com a chegada dos nossos pais tudo voltou ao mesmo rumo, a atitude dele comigo não mudou nada, não sei o que passava pela cabeça dele, mas agora pela minha só passa uma coisa: comer ele.Bom, essa foi a história. Espero que tenham gostado, comentem, recomendem outras histórias e, se quiserem, deixem pontos.
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