confesiones: mi amiga

Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.http://www.youtube.com/watch?v=jMJwzFXwn30Acredito profundamente na amizade entre homem e mulher, mas não confio no instinto, que faz você sentir e não colocar limites nos seus desejos sexuais. Conheci ela no primeiro ano do ensino médio, lá por 96, mas só começamos a ser grandes amigos no segundo ano, quando, por capricho do destino, nos colocaram no mesmo grupo de trabalho e desde então não nos separamos mais.

Começou uma amizade onde compartilhávamos tudo: passeios, saídas noturnas, almoços em família e cafés da manhã. Sim! Cafés da manhã. Era tão pura nossa amizade que os pais nunca tiveram medo de dois adolescentes de 14 a 15 anos dividirem um quarto como irmãos. No entanto, e como eu disse antes, o destino é caprichoso, senão não poderia se chamar destino.

Passamos para o terceiro ano e, numa noite de sábado de inverno, decidimos ficar na casa dela vendo filmes e preparando umas comidas gostosas pra comer a noite toda. Como de costume, trancados no quarto dela, assistíamos TV na cama beliche de baixo, abraçados puramente. Mas naquela noite, por causa do frio, estávamos cobertos e abraçados mais que o normal. Eu estava usando uma calça jeans apertada (sim, eu era punk, e daí?) que troquei por uma de moletom que ela me emprestou pra eu ficar mais confortável. E, obviamente, num vacilo da minha mente, meu amiguinho lá embaixo começou a acordar. Eu lutei pra manter ele no lugar (não era a primeira vez que acontecia) e venci. No entanto, dessa vez ela quebrou o silêncio com uma gargalhada e disse:

— Quietoooo!!! hahaha
— Eu, vermelho de vergonha, calei a boca feito um idiota...
— Fala sério, mano, cê acha que é de ferro? Já sei que sou um objeto sexual irresistível, hahaha...
— Ah, tava pensando na atriz...
— Hihi, otário!!! Olha, pra você ficar tranquilo, vou te contar uma coisa... sempre que você fala no meu ouvido ou perto de mim quando a gente tá abraçado, eu me seguro pra não te dar um puta beijo, e não só isso, quando me Você fala muito, mas muito fofo, me molho...
-Como assim? (coloquei minha melhor voz sexy que um garoto daquela idade podia ter)
-Já chega, idiota
-Ai, nena, como eu gosto que você vibre, meu amor!!!
-Para com isso!! Já deu, é assim!!!
-Como?? Assim, assim, assim

E de repente um beijo fechou minha bocona e nos deixou pasmos pelo resto do jantar, com o que nossa noite de filmes tinha ido pro saco. No entanto, um fato engraçado aconteceu enquanto comíamos a sobremesa, nos fez rir de novo e nos contentamos pedindo desculpas, segurando as mãos com força.

Depois subimos pro quarto dela e nos metemos de novo na cama dela, e ela dormiu. Eu, nem curto nem preguiçoso, me aninhei do lado dela e dormi junto.

Lá pela madrugada, acordo e me vejo com a mão segurando a cintura dela por baixo da camiseta, e ela se segurando no travesseiro, em pleno êxtase, esfregava a bundinha dela (na época era bundinha, não chegava aos 90) contra meu pau.

Com uma mão, puxei a calça dela pra baixo e tirei meu pau, e com a outra, aproximei o rosto dela e comecei a beijá-la: boca, bochechas, pescoço e costas. Ficamos de frente, de joelhos, e ela começou ternamente a me masturbar, enquanto eu segurava a nuca dela e a puxava pra perto, sentindo os mamilos dela roçando na minha pele. Acariciei a buceta dela por cima da calcinha e, quando ia meter a mão dentro da peça, gozei, tendo como resultado a mão suja e um tesão que caiu de repente, quando ela disse:

-Que nojo!!! e começou a rir descontroladamente...

Tomamos medidas, continuamos nos vendo e sendo grandes amigos, mas evitávamos aquilo de antes. Eu não falava mais no ouvido dela, e ela não me abraçava mais. Cada um seguiu sua vida amorosa e continuamos saindo, mas só à noite e nada de quarto juntos.

Estávamos no quinto ano e faltavam três meses pra ir pra Bariloche. Ela estava namorando e quase não a via. Uma tarde, quando nos encontramos pra pagar as parcelas da viagem, fomos na casa dela e ela me perguntou se aquela Noite, podíamos ir juntos pro show do Ataque 77 no Cemento, ela tinha brigado com o namorado por causa de coisas de mulher e ia me agradecer se eu topasse sem perguntar nada... óbvio que aceitei e planejei a melhor noite pra aquela mina.
Se leram direito, pra aquela mina... a menina com quem eu tinha me envolvido uns anos atrás, tinha crescido pra 1,72, ganhou uns peitos lindos de 93, uma cintura forte com carne (como tem que ser) e uma bunda que passava dos 96, e ela mostrava tudo com calça oxford na cintura e, como cereja do bolo, minha mina tinha virado STONE, então o cabelão preto e a pele pálida eram decorados pela franja linda que toda mina stone tem.

A gente se divertiu pra caralho naquela noite, cerveja, baseado, música boa e, principalmente, naquela noite a gente voltou a andar abraçado e de mãos dadas, já com a única intenção de se divertir e reconhecer cada centímetro um do outro... voltamos pro nosso bairro de trem e, quando descemos da estação, ela falou:

– Vamos tomar café da manhã em casa, compramos umas fatias na Popular e depois você vai embora
– Fechou!!! Acendo o baseado?
– Como quiser!!!

Chegamos na casa dela, ela preparou uns mates e a gente subiu pra cima, a qualquer hora os pais podiam acordar, mas a gente não tava em condições de falar com eles. Entramos no quarto dela, um mate e dois, e ela desabou no choro:

– Briguei com o Gastão, tô muito mal, não acredito que ele não me entende
– Que você não tá preparada pra transar...
– Quem dera fosse isso!!!
– Que já te comeram???? E quando pediu minha permissão!!!!!!!!!!!!
– Hahahaha, não, idiota (enxugando as lágrimas) é muito difícil te falar, não me comeram, porque falta alguma coisa.
– Falta pica????????
– Não, você...
– O quê?!
– Quero que você seja minha primeira vez
– E você falou isso pra ele??
– Óbvio...
– Mas eu... não sei nada, também nunca transei, vou te machucar e...

De novo, os lábios dela calaram a minha boca e ali mesmo nossos corpos caíram na cama, devagar as roupas foram saindo e eu percorri cada centímetro dela. Alisei com beijos de língua e, quando cheguei na buceta dela, comecei a lamber e, aos poucos, com um dedo, fui preparando o caminho para a glória. Meu pintinho queria voar, e esse foi o sinal para eu tentar com a cabeça. O rosto dela ficou ainda mais pálido, mas uma abertura de pernas, um aperto nos lençóis e um movimento para dentro foram o sinal para eu tentar entrar... Essa sensação de umidade e calor nunca mais esqueço, nem o grito que ela deu (falamos para os pais que ela tinha deixado cair a cama no pé). Sequei as lágrimas dela com beijos e continuei metendo enquanto ela me abraçava, ficando suspensa no ar, formando com nossos corpos uma figura cíclica... Nem ela nem eu sabíamos como chegar juntos, mas o final da nossa primeira vez foi em sintonia. A buceta dela recebeu toda a minha essência, e depois ficamos nos olhando, sabendo que aquele era o fim, que ali terminava tudo e que, quando acordássemos, nossos corpos nunca mais se juntariam... Por alguns anos ainda.

5 comentários - confesiones: mi amiga

muy bueno...!! recontragarchátela bien bien, que ni el noviete te supere, y la amigovia es tuya para siempre.... (las minas son como las chapas...... si no las clavas bien, se vuelan...)
JAJA, alto consejero!!!!! una morocha, así, no hay que dejarla ir por nada!