Normalizem foder entre família

Olá, amigos, queria confessar uma coisa que, naturalmente, não posso contar pra quem me conhece... Aos 16, morava na casa do meu pai, uma mansão onde viviam ele, meu tio, minha tia e meus dois primos da minha idade. Só tinha um banheiro grande principal com uma banheira. Em algum momento, acho que por causa da idade, ao ver meus primos saindo do chuveiro, comecei a fantasiar com eles. Eu já tinha namorado, mas não tinha confiança pra pedir sexo, e foi por isso que comecei a fantasiar com meus primos. Comecei a espiá-los e até tirei fotos deles enquanto se masturbavam no chuveiro. Os dois são grandes e fortes, com um pau de dar água na boca que, honestamente, queria chupar os dois ao mesmo tempo. Uma noite, tava sozinha no meu quarto e resolvi dar uma espiada quando ouvi gemidos à noite no quarto do mais velho. Ele tava se masturbando vendo um vídeo pra namorada, e dava pra ver tudo. Comecei a fazer o que acho que é normal: ali no corredor, comecei a me masturbar enquanto via o show. O problema é que, quando virei pra trás depois de uns minutos, percebi... Meu tio tinha visto tudo. Sem saber o que fazer, corri pro meu quarto e me escondi. Foi totalmente excitante, decidi terminar de me masturbar antes de dormir, mas sentia que alguém me observava enquanto fazia isso. Me apressei pra terminar enquanto via as fotos que tinha juntado deles pelados durante meses. Minha buceta jorrou, algo que no ano inteiro com meu namorado eu não tinha sentido, por mais que o pau dele seja gostoso e ele bonito. Algo me acordou cedo, normalmente eu ia pra escola às 7h, mas o relógio marcava 4h41. Lembro exatamente da hora porque ali minha vida mudou... Senti um líquido pegajoso na minha bochecha e, quando virei, era meu tio que tava se masturbando no meu rosto (durmo de calcinha fio dental e sutiã). Minha calcinha tava agora nos joelhos, dava pra ver que ele tava me observando há um tempão. Antes que eu pudesse dizer algo, ele começou a me chantagear pra eu ficar quieta e não contar pro pai o que eu fazia vendo meus primos. Primos, embora a chantagem me incomodasse, no fundo não me incomodava nem me sentia obrigada. Sentia que fingia estar brava. O trato era claro: eu não diria nada do que vi, e ele também não... Mas algo começou a ficar quente dentro de mim. Ele foi pro quarto dele, mas eu não conseguia mais dormir. Não por medo — eu não parava de pensar na pica dele e no gostinho de porra que ele deixou na minha bochecha. Assim que ele saiu, tirei com o dedo e levei à boca pra provar, enquanto me tocava de novo.

Fui pra aula assim, depois de espionar meu primo e depois de fantasiar pelo menos uma hora com o que meu tio tinha feito. O dia foi normal. Saí com meu namorado, que estudava na minha sala, mas durante todas as aulas minha mente estava em outro lugar. Eu ainda estava naquele momento tão impactante e aterrorizante, mas delicioso.

Tinha planos de sair naquele dia com meu namorado e os amigos dele, mas algo dentro de mim queria ir pra casa. Sabia que ele estaria lá e que não teria ninguém até a noite, como de costume.

Cheguei em casa. Silêncio. Mas sabia que ele estava lá, no quarto dele. Coloquei uma lingerie preta de renda e fui me encontrar com o desejo e o destino.

Ele é meio baixinho, com uma barriga evidente, moreno, careca, e nunca tinha casado com ninguém aos seus então 54 anos. Era até mais velho que meu pai. Não é o tipo de homem que as mulheres correm atrás... Mas aquela pica suja, tão grossa, curta mas grossa como um mastro de navio, cheia de veias saltadas e pelo, era tão suja que fazia meus bicos dos peitos ficarem duros só de imaginar.

Assim que entrei no quarto dele, ele entendeu tudo. Dava pra ver um volume se formando na calça dele. Não sabia o que dizer ou fazer. Queria transar com ele. Ele só disse: "Vem, eu entendo. Sua idade e os hormônios te deixam uma putinha, tudo bem, é normal." Ele se levantou da poltrona, me pegou pela cintura e me jogou na cama dele...

Dava pra ver o relógio marcando 3 da tarde. O espelho grande do quarto fazia eu ver tudo perfeitamente. Me sentia num vídeo pornô. Minha lingerie, meus saltos mais caros, eu. Uma inexperiente e um homem maduro prestes a fazer de tudo comigo. Primeiro ele me virou de costas, rasgou parte da meia-calça rendada e puxou minha calcinha fio dental pra baixo. Senti a língua dele, molhada e quente — era a primeira vez que alguém lambia minha bunda. Ele fazia tão perfeito que eu sentia ela se abrindo pra ele. Chupou, lambeu, fez de tudo com meu rabo, só pra finalizar me dando a melhor comida de buceta da vida. Olhar pra ele com a boca entre minhas pernas era como ver alguém perverso e depravado roubando minha inocência. Ele tava me moldando do jeito que queria, sem pedir permissão nenhuma. Perder o controle era puro êxtase. Ele tava me devorando que nem um tarado, com tanta força e paixão que negar meu corpo pra ele seria ingratidão da minha parte.

Quando finalmente jorros de buceta saíram de mim e eu pensei que tinha acabado, ele deixou bem claro que não. Baixou a calça pra tirar aquela piroca gostosa dele, me pegou pelas coxas com as mãos grandes e fortes, apalpou meus peitos e lambeu eles de um jeito cínico enquanto me olhava nos olhos. Era tão gostoso que nem percebi quando ele começou a esfregar a rola nos lábios da minha buceta... E, surpreendentemente, ficou ainda mais gostoso de sentir. Eu sentia aquela piroca grossa e cheia de veias abrindo caminho na minha buceta, sentia ela expandindo meu interior. Os pelo menos 100 quilos dele e a barriga não atrapalhavam nada — sentia todo aquele peso empurrando dentro de mim... E era glorioso.

Só podia me deixar levar e aproveitar que ele me usava do jeito que queria. Cada vez que ele metia, eu sentia que ia me rasgar; cada vez que tirava, eu queria pedir pra ele meter de novo, por favor. Senti pelo menos duas ou três vezes uma carga de porra quente inundar minha buceta. Parecia que ele tinha anos de leite guardado — escorria até minhas nádegas, e isso era tão excitante.

De repente, depois de me comer tão gostoso, só senti ele tirar a rola depressa e me puxar à força do quarto dele. Já eram quase 8 horas, e todo mundo ia chegar em casa. Me senti uma puta. Era vergonhoso — eu tava aproveitando tanto que o tempo passou voando por horas. tudo pra que ele tirasse de repente e eu corresse pro meu quarto com pressa, ele me pegou tão gostoso que só de perceber os litros de porra que deixou dentro de mim me deixou com tesão de novo, com isso bastava, masturbei um pouco minha buceta pra tirar o sêmen dele com meus dedos e então... não resisti, levei à boca, não deixei desperdiçar nem uma gota, era amargo, salgado, como de anos, eu nunca tinha deixado meu namorado ou alguém gozar dentro de mim, muito menos na minha boca, e ali estava eu, degustando o sêmen de um velho sujo tarado, o gosto era tão nojento mas excitante que até lambi o que sobrou na minha calcinha fio dental. Desde então as visitas ao meu tio foram frequentes, não posso culpá-lo por me chantagear, afinal foi a coisa mais gostosa que podia acontecer aos meus 16, uma piroca grande e suja pra poder praticar escondido, sempre disponível pra mim, como se fosse a esposa ou namorada que faltou pra ele, mas em segredo, e isso era ainda mais gostoso, o tesão do proibido. Ainda anos depois consigo lembrar do pau dele perfeitamente e toda vez que faço isso fico excitada de novo, já não posso visitá-lo porque agora estou noiva, às vezes sinto que se não fosse proibido eu ficava com o dele mesmo. Ninguém lambeu meu cu, ninguém comeu minha buceta ou meteu o pau de formas tão sujas e tão gostosas.

3 comentários - Normalizem foder entre família

Muy buen relato. Es verdad se debería de ver mucho mejor tener relaciones entre familiares