No trabalho, fodida e confusa.

Esta é minha segunda história. Sou a Gaby, de Mar del Plata. Tenho trinta e poucos anos, sou casada, dois filhos.

Uns anos atrás, eu tinha 24, já casada, mas só com a minha primeira filha de dois anos, voltei a trabalhar numa padaria, numa área perto da praia, durante a temporada. Quando era solteira, tinha trabalhado vários verões lá.
Depois de casar, não voltei a trabalhar até então. Éramos, dependendo do horário, duas ou três garotas atendendo e um encarregado que recebia. Nesse caso, o encarregado era o "Edu", um dos netos dos donos. Eu já tinha visto ele algumas vezes em anos anteriores, mas nunca tinha lidado com ele nem trabalhado junto.

O cara se vestia muito bem, era educado, meio desenrolado (família com muita grana), mas no geral era gente boa, sem fazer você sentir que era o chefe nem nada. Tinha trinta e cinco anos, separado com filhos. Fisicamente, era alto, grande — não era gordo, mas tinha uns pneuzinhos nas laterais. E de rosto, nada demais, nem bonito nem feio.

Nas primeiras semanas, tudo normal, mas aos poucos, quando ele passava ou a gente se cruzava no negócio, tinha algum roçado, ou uma mão na cintura, quando passava por trás. Nunca um comentário de duplo sentido nem uma investida verbal. Observando, vi que numa colega de passagem, mais que um roçado, ele tocou a bunda dela. Mas nada, ela não reagiu e eu não me meti.

Os dias foram passando, e numa passada por trás, mais que um roçado, ele tocou a minha bunda, ou seja, com a palma da mão deu um tapa na minha nádega. Eu tenho personalidade, mas no começo me senti envergonhada, depois pensei em mandar ele tomar no cu..., pedir demissão ou fazer um escândalo. No fim das contas, tinha começado a trabalhar pra juntar uma grana extra, mas estava numa situação financeira boa no geral, ou seja, não precisava aturar nada.

Mas fiquei e continuei trabalhando. Poucos dias depois, de novo, uma passada de mão na bunda de passagem e um roçado ao passar entre o balcão e a parede. De novo, me dava raiva, mas alguma coisa me impedia de fazer algo. Toquei no assunto com a colega que vi que ele tinha tocado, mas nada, não levava a sério "é meio mão solta, disse, mas inofensivo, pra mim pode até pegar na minha bunda de vez em quando, desde que me deixe sair mais cedo e tá feito".
Numa quinta-feira perto do meio-dia, fui repor as bandejas de pão do balcão, pra isso tinha que ir lá atrás e pegar uns cestos maiores que ficavam no depósito, atrás do salão de vendas. Pra fazer isso, você tinha que deixar as bandejas numa bancada, se abaixar e escolher os pães do cesto que tava no chão. Fazendo isso, ou seja, tava agachada passando o pão do cesto pra bandeja, senti a mão do Edu, não como um roçar, mas me agarrando por inteiro por trás bem entre as pernas, apertando minha buceta. Por causa do calor, a gente usava um avental abotoado na frente por cima do uniforme, e só calcinha por baixo. Então a mão dele tocava direto na minha calcinha, e pra piorar, com o movimento e o suor natural do trabalho, a calcinha entrava na racha e deixava os lábios de fora, que ele tava tocando naquele instante. Parado do meu lado, com a mão ali, com naturalidade me falou alguma coisa sobre qual pão colocar na bandeja. Eu, atônita, terminei de encher a bandeja e fui pro salão repor. Não conseguia respirar, minha pressão caiu, acho, tava quase desmaiando, o coração a mil. O toque deve ter durado segundos, no máximo meio minuto. Não conseguia pensar, entrou gente e comecei a trabalhar no piloto automático, atendia, de canto de olho olhava ele e ele como se nada tivesse acontecido, cobrava e conversava com os clientes...
O que eu faço, pensei, vou embora agora. Aviso meu marido ou meu pai pra darem uma surra nele. Denuncio. Também duvidei, como ele me tocou antes e eu não falei nada, ele achou que podia continuar, e o que meu marido vai dizer se na confusão souber que ele me tocava antes e eu não falei nada. Confusão total. Da raiva, passava pro medo, duvidava. Vou embora sem fazer barraco e não volto mais, e se eu ficar, até onde vai chegar. Pensei que cínico, ele falou dos pães e Ele tinha a mão na minha buceta, assim, cru, mas real.
Chegou meio-dia, hora de fechar. Minha colega foi embora antes, como combinado: um dia cada uma, uma saía e a outra preparava os pedidos da tarde, enquanto Edu fechava o caixa, já com o negócio trancado.
Pronto, pensei, enquanto terminava a lista de pedidos. Vou embora e não volto sem fazer um escândalo. Procuro outro trampo ou passo o resto do verão na praia e vejo depois.
Ele terminou o caixa, eu terminei a lista e deixei pregada no quadro de pedidos, mas fiquei mais uns instantes. Já podia ter ido me trocar e vazar, mas me demorei aqueles segundos. Por quê?
O suficiente pra gente se encontrar de novo nos fundos, no depósito que ligava a loja com os banheiros e vestiários. Antes de eu entrar no vestiário, ele falou naturalmente: "Tudo bem, Gaby?"
Parei, mas não consegui me virar. Senti a mão dele no meu ombro. "Tem certeza?", ele perguntou de novo.
"Sim, sim, tudo bem", falei com a voz fraca. Me senti tonta, um nó no estômago. Não era medo, mas parecia aquela sensação de adolescente indo pela primeira vez.
Me segurando pelo ombro, ele me moveu uns passos e fiquei de frente pra uma bancada. Ele atrás de mim, disse algo, mas não entendi. Tentei responder ou dizer não, quando a mão dele desceu do ombro, percorreu minhas costas e se enfiou, desviando do avental, de novo entre minhas pernas.
Com os pés dele, ele afastou um pouco os meus. Ele falava alguma coisa, eu não entendia ou não ouvia, e também não conseguia falar. A mão abriu caminho e, de lado, roçava entre os lábios. Ele foi me inclinando sobre a bancada, fiquei de pé, com os cotovelos apoiados, de costas pra ele.
Senti quando ele tirou minha calcinha, levantando meu tornozelo pra puxar de uma perna por baixo. Continuou tocando, enfiando um dedo ou talvez dois.
Não sei se ele ainda falava, mas senti quando começou a me penetrar. Não estava molhada, então ele empurrou umas duas vezes e, como não entrou, parou um momento, procurou alguma coisa (depois eu soube que foi...). margarina) senti que passava algo frio em mim e quando tentei de novo, sim, o pau dele entrou, senti minha buceta esticar, encher e uma dor no fundo do canal quando ele bateu no fundo. Ele foi constante, eu imóvel, ele me segurou pelos quadris, depois pelos ombros, bombava e bombava. O avental tinha voado, eu só estava de chinelinho e sutiã, que ele desabotoou e pegou nos meus peitos, ainda grandes, mesmo tendo parado de amamentar fazia pouco. Nesse ponto, eu me excitei um pouco, meus músculos tensaram ao sentir a pressão nos peitos e os bicos endureceram naturalmente, mas não pra chegar a um orgasmo, nem perto. Ele me montou por um bom tempo, não menos de 20 minutos, a única reação da minha parte foi quando ele parou, tirou a pica e apontou pra meter por trás. Não, não por aí não, por favor, falei, segurando a mão dele que tava no meu peito, ele aceitou e continuou no que tava fazendo. Seguiu até gozar, quando fez isso, aumentou a força e o ritmo, e eu senti o calor do gozo dele dentro de mim e também a dor e a rigidez da estocada final. Fui pro vestiário, o sêmen começou a escorrer pelas minhas pernas, tomei banho, comecei a me secar e não caía a ficha. Eu tinha tido namorados, mas nunca tinha sido comida assim, tão forte, e agora caía que também nunca tinha traído meu marido, nem de namorado nem de casada. Isso conta como? Ele me abusou, me estuprou, eu sabia o que ia rolar inconscientemente e deixei acontecer? O que vocês acham? Na segunda parte, quando eu contar como a história continuou, vocês vão tirar suas conclusões. Um beijo, Gaby.

15 comentários - No trabalho, fodida e confusa.

esta bueno el relato. Contesto tu pregunta, vos que sentiste? te gusto ???
Buen relato, muy bien escrito... ni largo ni corto.. exacto.
Si vos no quewrías, te ibas y chau!!!! Siempre corres el riesgo de que los tipos te digan que antes te había tocado. Es su palabra contra la tuya.
Si te gustó, y no jodes a nadie........ADELANTE!!!!!!!! la vida es una sola y hay que vivrla lo mejor posible...
Un besito y mandame MP para avisarme de la 2º parte, ya que soy muy colgada.....
Si tenes tantas dudas, tantas preguntas, tanto quilombo mental y no lo disfrutaste; NO le busques la vuelta; te violó. Denuncialo y punto.
si llegas tan lejos es que te gusta intimamente ,lo dejastes avanzar siempre ,a llorar a la iglesia bombon.
Buen relato...yo creo que si la pasaste bien valio la pena! El resto es historia! A gozar el sexo!
Sos muy putita en contar algo que te paso cuando tenias 24 y ya tenes treinta y pico.. Y de decir que no sabes que fue lo que paso.. Lo que pasó es que por algo te quedaste, por algo no dijiste nada al principio cuando te tocó la primera vez.. Por algo no pusiste barreras en que te saque la bombacha y te penetre hermosa... Porque le pusiste los cuernos a tu marido con tu jefe que encima te lleno la conchita de leche.. Muy buen relato.. Recomiendo y espero leer más.

No te olvides de comentar mis posts, yo comenté el tuyo!
goc25 +1
bonita.... estas muy caliente con él, es solo una fantasía que te violo.... Deseabas esa pija y esa aventura de ser sexy para otro tipo que no sea tu marido. Quizás hasta te aburre tener que coger siempre con él y este te enseño algo nuevo que te voló la cabeza. Disfruta y seguí.
Ahhh, buena historia, la leí más de una vez. Paja en tu honor
Que jueguito tan raro... entre que no querias por el pudor y el placer de que te la de un nene nuevo... una pija desconocida... una pseudoviolacion......una fantasia que estaba dentro tuyo y te encanto... y seguro quisiste mas pero siempre con esa distancia de lo desconocido... me encanto....no te olvides de seguir...
juan73m +1
🤤 🤤 Me encanto y me calento bastante, espero mas y mas relatos tuyos, y de ser posible alguna fotito de esa cola me imagino hermosa.
Saludos.
Sabías lo que iba a pasar y en algún punto la situación te excitaba. Muy buen relato, deberías seguir escribiendo. Van puntos.
tal ves como nos pasa a todos tenemos eso adentro y habeces no nos animamos en tu caso aguantaste y se dio en tu hinconciente estaba y te llevo a hacerlo te felicito y me gusto tu historia , ahora te voy a seguir porque me necantan la s historias van 10