Essa história aconteceu comigo há mais ou menos um ano. É sobre uma coroa de uns 60 anos, amiga da minha avó, com quem sempre tive fantasias de comer desde pequeno (ela sempre teve um corpo espetacular e não aparentava ter essa idade). Mas por causa da relação que ela tinha com minha avó, nunca tive coragem, com medo de levar um fora e ela contar tudo (ia dar uma puta confusão familiar).
Foi aí que tive uma ideia: escrevi uma carta dizendo "Este jovem que escreve fantasiou em transar com você desde pequeno e teve que se masturbar, às vezes mais de uma vez por dia, só de pensar em você" e outras besteiras do tipo, e ainda esclarecendo "As únicas informações que posso dar é que você já me disse várias vezes que me acha muito gostoso e que lamenta eu ser tão novo, senão me violentaria, e que a gente não se vê com frequência". Por fim, propus que se ela tivesse gostado da minha carta e quisesse receber mais, que amarrasse uma sacola branca na porta de casa (eu moro a duas quadras da casa dela) que eu passaria nos dias seguintes pra verificar. Por sorte, a resposta foi positiva. Escrevi quatro cartas detalhando tudo que eu gostava nela, o que faria com ela, quantas vezes a comeria, etc. (tudo pra deixar ela com tesão), sabendo que ia dar certo porque ela nunca tinha casado e não tinha nenhum tipo de relação com homens naquela época (fiz minhas pesquisas). Até que na última carta propus nos encontrarmos num dia e hora marcados numa praça perto, pra depois ter uma boa noite de sexo.
Prevendo qualquer tipo de rejeição por ser o neto da melhor amiga dela, preparei um "plano B".
Fui no dia e na hora combinada. Ela se surpreendeu ao me ver chegar, mas comecei com o "plano B": "Oi, Estela, o que faz a essa hora por aqui?" – "Ehhhhhhh, saí pra tomar um ar porque tava com calor" (era pleno verão), respondeu. Nervosamente — E você? Perguntei — ia na casa de uns amigos pra tomar uma cerveja porque o calor tá insuportável — é verdade — se quiser, eu fico aqui te fazendo companhia um pouco, porque essa praça é muito perigosa nesse horário — tá bom — ela respondeu, e começamos a bater um papo sobre um monte de besteira da vida, tipo: como tá sua avó?, os estudos, ela falou de novo que eu tava cada dia mais gostoso, etc, até que ela perguntou — você tem namorada? — não, as minas da minha idade são muito histéricas e não me dão bola — quem me dera ter 30 anos a menos — ela retrucou — o que aconteceria se você tivesse 30 anos a menos? Perguntei — você não faz ideia das coisas que eu faria com você — ela respondeu — mas são as mesmas coisas que você podia fazer comigo hoje mesmo, não são? — sim, mas eu não transo com garotos, além do mais, você é neto da minha melhor amiga — então não transa com garotos... o que cê tá fazendo aqui? — já te falei, tava com calor e saí pra tomar um ar — não será que você veio por causa das cartas que eu escrevi? Quando terminei de falar isso, ela fez uma cara entre susto e espanto — foi você quem escreveu elas? — isso mesmo, e pelo visto você gostou, porque senão não estaria aqui — você é louco, imagina se sua avó descobre — e quem vai contar? Perguntei enquanto apoiava uma mão no peito dela e começava a massagear suavemente o mamilo — para! Isso é uma loucura, te conheço desde pequeno — é verdade, assim como também é verdade que desde pequeno eu queria te comer — falei enquanto, com a mão livre, comecei a acariciar a buceta dela, que tava um rio de umidade — não, por favor, não continua, imagina se alguém nos vê — não tem ninguém à vista, e se vissem, iam pensar que somos um homem e uma mulher com muita vontade de transar. Tirei a mão que tava no peito dela, peguei a mão dela e coloquei em cima do meu pau — parece que a coisa promete — ela disse — vamos pra sua casa e tirar a dúvida — tá bom — ela respondeu. Caminhamos uma quadra, entramos na casa dela, e não precisou mais dizer nada: começamos a nos beijar desesperadamente. enquanto acariciava docemente cada cantinho do seu corpo tenro, parei nos seus peitos, acariciando os mamilos até deixá-los duros. Desci minhas mãos pela cintura dela até chegar nas pernas e depois levantei a saia para me deparar com a buceta dela encharcada de sucos.
Comecei a acariciá-la, roçando levemente por cima da calcinha dela, enquanto ia descendo o vestido, fazendo-o deslizar pelo corpo lindo dela até cair no chão. Caminhamos alguns passos sem parar de nos tocar até chegar na cama dela. Desabotoei o sutiã dela e comecei a beijar os peitos doces e lindos dela, primeiro um, depois o outro, várias vezes. Fui descendo pelas pernas dela, que beijei desesperado até chegar nos pés, comecei a subir seguindo o caminho quase até chegar na buceta molhada dela, mas nesse instante voltei para a boca dela para nos fundirmos num beijo doce enquanto nossas línguas se entrelaçavam. Novamente iniciei o caminho até as pernas dela para depois poder me encontrar com a buceta dela, que lambi suavemente para absorver o néctar quente enquanto ela gemia como uma puta no cio. – Como pude deixar passar tanto tempo se sempre tive vontade de te comer, cara? – Tive medo de que você não gostasse e passar vergonha. – Como não vou gostar se tem um rabo do caralho? Falei, mas quase todo o bairro quer te comer. Consegui dar três orgasmos nela quando ela disse – Bom, bebê, agora é minha vez de te retribuir o favor. Ela me fez deitar de barriga pra cima na cama, começou a me beijar na boca, descendo pelo meu pescoço, mamilos, umbigo até chegar no meu pau. Ela pegou ele pela base, me olhou nos olhos e disse – Cara, que pau lindo você tem, vou deixar ele seco. Enquanto passava a língua pelo tronco e pela glande, arrancando gritos de prazer de mim até engolir ele todo enquanto puxava minhas bolas. Quando eu estava prestes a gozar, falei – Não importa, goza na minha boca que eu quero engolir todo o seu leite. Antes de terminar de gozar... Dizer isso já estava cuspindo
porra na garganta dela, ela continuou chupando até deixar limpinho.
Depois que me encheu de prazer, montei em cima dela e
comecei a penetrar doce mas firmemente até sentir minhas bolas
batendo na bunda dela, comecei um movimento de vai e vem até que nós dois chegamos
a um novo orgasmo e explodimos de prazer, descansamos uns segundos quando de
repente ela sai de baixo de mim e corre pro banheiro e volta com um pote de creme para
mãos e me disse – agora você vai meter em mim, vai meter no meu cu, ela voltou
a chupar minha pica até deixar no ponto, abriu o pote e começou a besuntar
minha vara enquanto me fazia uma punheta, ficou de quatro e disse –
agora passa sua linguinha no meu cu, não precisei esperar, me abaixei e comecei
a chupar a bunda rosadinha dela arrancando gritos de prazer, depois de alguns minutos
desse tratamento comecei a enfiar um dedo no cu dela, depois dois e até quatro
quando ia meter no cu ela disse – amor, por favor vai devagar que sou
virgem por lá, não podia acreditar, tava comendo a putinha gostosa que
tinha dedicado várias noites de punheta e ainda me entregava o cu virgem
(meter no cu é maravilhoso, recomendo) fiquei louco, encostei a cabeça
no buraco e pressionei, a cabeça entrou rápido, ela deu um grito metade dor
metade prazer – paro ou continuo? perguntei – continua por favor, você tá me matando mas
eu adoro, não para, enfiei até as bolas de uma vez, comecei um vai e
vem suave pra ela se acostumar a ter ela dentro, quando percebi que ela começava
a gozar comecei a comer desesperadamente enquanto dizia – obrigado por esse
cuzinho virgem – é todo seu quando quiser amor – vou ser sua puta
e de mais ninguém até morrer – de agora em diante você vai transar comigo e mais ninguém –
sim amor, pra que quero outro se você me come como ninguém, terminou de dizer isso e
eu já tava enchendo o cu dela de porra, nos espalhamos na cama. cama, ela
ia tirar quando disse – deixa dentro que eu gosto da sensação e assim
fiz até que saiu sozinha.
Descansamos um pouco conversando sobre como estávamos
nos divertindo quando ela começou a brincar com meu pau até que endureceu de novo, ela
começou a chupar de novo e disse – bebê, você nunca cansa, é um garanhão – isso
é só o começo, tenho energia pra caramba.
Bom, é isso minha gente, espero que tenham gostado e de brinde vou deixar uma piadinha. 😉
Chega um Circo na cidade e o espetáculo incluía o Domador de Crocodilos.
Começa o Domador seu espetáculo... X_X
Tira o pinto e coloca na boca do Crocodilo....
-Bravo, Bravo, Bravo... Aplaude o público!
Nisso o domador pergunta:
- Tem alguém na plateia que se atreva a fazer o mesmo????
E grita um viado:
- Eu, eu, eu!!! Ai Deus, licença!!! licença!!!
E diz:
- Mas eu não sei se consigo abrir a boca igual o crocodilo
Foi aí que tive uma ideia: escrevi uma carta dizendo "Este jovem que escreve fantasiou em transar com você desde pequeno e teve que se masturbar, às vezes mais de uma vez por dia, só de pensar em você" e outras besteiras do tipo, e ainda esclarecendo "As únicas informações que posso dar é que você já me disse várias vezes que me acha muito gostoso e que lamenta eu ser tão novo, senão me violentaria, e que a gente não se vê com frequência". Por fim, propus que se ela tivesse gostado da minha carta e quisesse receber mais, que amarrasse uma sacola branca na porta de casa (eu moro a duas quadras da casa dela) que eu passaria nos dias seguintes pra verificar. Por sorte, a resposta foi positiva. Escrevi quatro cartas detalhando tudo que eu gostava nela, o que faria com ela, quantas vezes a comeria, etc. (tudo pra deixar ela com tesão), sabendo que ia dar certo porque ela nunca tinha casado e não tinha nenhum tipo de relação com homens naquela época (fiz minhas pesquisas). Até que na última carta propus nos encontrarmos num dia e hora marcados numa praça perto, pra depois ter uma boa noite de sexo.
Prevendo qualquer tipo de rejeição por ser o neto da melhor amiga dela, preparei um "plano B".
Fui no dia e na hora combinada. Ela se surpreendeu ao me ver chegar, mas comecei com o "plano B": "Oi, Estela, o que faz a essa hora por aqui?" – "Ehhhhhhh, saí pra tomar um ar porque tava com calor" (era pleno verão), respondeu. Nervosamente — E você? Perguntei — ia na casa de uns amigos pra tomar uma cerveja porque o calor tá insuportável — é verdade — se quiser, eu fico aqui te fazendo companhia um pouco, porque essa praça é muito perigosa nesse horário — tá bom — ela respondeu, e começamos a bater um papo sobre um monte de besteira da vida, tipo: como tá sua avó?, os estudos, ela falou de novo que eu tava cada dia mais gostoso, etc, até que ela perguntou — você tem namorada? — não, as minas da minha idade são muito histéricas e não me dão bola — quem me dera ter 30 anos a menos — ela retrucou — o que aconteceria se você tivesse 30 anos a menos? Perguntei — você não faz ideia das coisas que eu faria com você — ela respondeu — mas são as mesmas coisas que você podia fazer comigo hoje mesmo, não são? — sim, mas eu não transo com garotos, além do mais, você é neto da minha melhor amiga — então não transa com garotos... o que cê tá fazendo aqui? — já te falei, tava com calor e saí pra tomar um ar — não será que você veio por causa das cartas que eu escrevi? Quando terminei de falar isso, ela fez uma cara entre susto e espanto — foi você quem escreveu elas? — isso mesmo, e pelo visto você gostou, porque senão não estaria aqui — você é louco, imagina se sua avó descobre — e quem vai contar? Perguntei enquanto apoiava uma mão no peito dela e começava a massagear suavemente o mamilo — para! Isso é uma loucura, te conheço desde pequeno — é verdade, assim como também é verdade que desde pequeno eu queria te comer — falei enquanto, com a mão livre, comecei a acariciar a buceta dela, que tava um rio de umidade — não, por favor, não continua, imagina se alguém nos vê — não tem ninguém à vista, e se vissem, iam pensar que somos um homem e uma mulher com muita vontade de transar. Tirei a mão que tava no peito dela, peguei a mão dela e coloquei em cima do meu pau — parece que a coisa promete — ela disse — vamos pra sua casa e tirar a dúvida — tá bom — ela respondeu. Caminhamos uma quadra, entramos na casa dela, e não precisou mais dizer nada: começamos a nos beijar desesperadamente. enquanto acariciava docemente cada cantinho do seu corpo tenro, parei nos seus peitos, acariciando os mamilos até deixá-los duros. Desci minhas mãos pela cintura dela até chegar nas pernas e depois levantei a saia para me deparar com a buceta dela encharcada de sucos.
Comecei a acariciá-la, roçando levemente por cima da calcinha dela, enquanto ia descendo o vestido, fazendo-o deslizar pelo corpo lindo dela até cair no chão. Caminhamos alguns passos sem parar de nos tocar até chegar na cama dela. Desabotoei o sutiã dela e comecei a beijar os peitos doces e lindos dela, primeiro um, depois o outro, várias vezes. Fui descendo pelas pernas dela, que beijei desesperado até chegar nos pés, comecei a subir seguindo o caminho quase até chegar na buceta molhada dela, mas nesse instante voltei para a boca dela para nos fundirmos num beijo doce enquanto nossas línguas se entrelaçavam. Novamente iniciei o caminho até as pernas dela para depois poder me encontrar com a buceta dela, que lambi suavemente para absorver o néctar quente enquanto ela gemia como uma puta no cio. – Como pude deixar passar tanto tempo se sempre tive vontade de te comer, cara? – Tive medo de que você não gostasse e passar vergonha. – Como não vou gostar se tem um rabo do caralho? Falei, mas quase todo o bairro quer te comer. Consegui dar três orgasmos nela quando ela disse – Bom, bebê, agora é minha vez de te retribuir o favor. Ela me fez deitar de barriga pra cima na cama, começou a me beijar na boca, descendo pelo meu pescoço, mamilos, umbigo até chegar no meu pau. Ela pegou ele pela base, me olhou nos olhos e disse – Cara, que pau lindo você tem, vou deixar ele seco. Enquanto passava a língua pelo tronco e pela glande, arrancando gritos de prazer de mim até engolir ele todo enquanto puxava minhas bolas. Quando eu estava prestes a gozar, falei – Não importa, goza na minha boca que eu quero engolir todo o seu leite. Antes de terminar de gozar... Dizer isso já estava cuspindo
porra na garganta dela, ela continuou chupando até deixar limpinho.
Depois que me encheu de prazer, montei em cima dela e
comecei a penetrar doce mas firmemente até sentir minhas bolas
batendo na bunda dela, comecei um movimento de vai e vem até que nós dois chegamos
a um novo orgasmo e explodimos de prazer, descansamos uns segundos quando de
repente ela sai de baixo de mim e corre pro banheiro e volta com um pote de creme para
mãos e me disse – agora você vai meter em mim, vai meter no meu cu, ela voltou
a chupar minha pica até deixar no ponto, abriu o pote e começou a besuntar
minha vara enquanto me fazia uma punheta, ficou de quatro e disse –
agora passa sua linguinha no meu cu, não precisei esperar, me abaixei e comecei
a chupar a bunda rosadinha dela arrancando gritos de prazer, depois de alguns minutos
desse tratamento comecei a enfiar um dedo no cu dela, depois dois e até quatro
quando ia meter no cu ela disse – amor, por favor vai devagar que sou
virgem por lá, não podia acreditar, tava comendo a putinha gostosa que
tinha dedicado várias noites de punheta e ainda me entregava o cu virgem
(meter no cu é maravilhoso, recomendo) fiquei louco, encostei a cabeça
no buraco e pressionei, a cabeça entrou rápido, ela deu um grito metade dor
metade prazer – paro ou continuo? perguntei – continua por favor, você tá me matando mas
eu adoro, não para, enfiei até as bolas de uma vez, comecei um vai e
vem suave pra ela se acostumar a ter ela dentro, quando percebi que ela começava
a gozar comecei a comer desesperadamente enquanto dizia – obrigado por esse
cuzinho virgem – é todo seu quando quiser amor – vou ser sua puta
e de mais ninguém até morrer – de agora em diante você vai transar comigo e mais ninguém –
sim amor, pra que quero outro se você me come como ninguém, terminou de dizer isso e
eu já tava enchendo o cu dela de porra, nos espalhamos na cama. cama, ela
ia tirar quando disse – deixa dentro que eu gosto da sensação e assim
fiz até que saiu sozinha.
Descansamos um pouco conversando sobre como estávamos
nos divertindo quando ela começou a brincar com meu pau até que endureceu de novo, ela
começou a chupar de novo e disse – bebê, você nunca cansa, é um garanhão – isso
é só o começo, tenho energia pra caramba.
Bom, é isso minha gente, espero que tenham gostado e de brinde vou deixar uma piadinha. 😉
Chega um Circo na cidade e o espetáculo incluía o Domador de Crocodilos.
Começa o Domador seu espetáculo... X_X
Tira o pinto e coloca na boca do Crocodilo....
-Bravo, Bravo, Bravo... Aplaude o público!
Nisso o domador pergunta:
- Tem alguém na plateia que se atreva a fazer o mesmo????
E grita um viado:
- Eu, eu, eu!!! Ai Deus, licença!!! licença!!!
E diz:
- Mas eu não sei se consigo abrir a boca igual o crocodilo
3 comentários - A melhor amiga da minha avó
jajajajajajaja 😀
Muy buen relato y buen chiste!
10 para animarte a mas!
En la buena.. 😉