O lugar de comer uma amiga!

Éramos um grupo de minas e caras, ninguém tinha mais de 18 anos, alguns já tinham experiência sexual, outros não. A gente se juntava na casa de algum membro da galera, sábado à tarde, pra jogar loteria e tomar mate. Dessas tardes de sábado, a que eu mais lembro foi quando transei com a Ana, uma morena de olhos pretos, pernas bem torneadas, cintura de pilão, peitos bem definidos e uma bunda que era o centro das atenções dos caras do grupo. Ela era um ano mais velha, já que tinha 18 e eu 17, mesma altura (1,70 m), e quase sempre sentávamos juntos. Lembro que naquele sábado, enquanto tomávamos mate e jogávamos, senti o contato de uma das pernas dela na minha, e foi como um toque de atenção pro meu pau. Eu mexi a perna pra roçar de novo na dela e, surpreso, senti mais pressão contra a minha. Nessa altura, já pensei que depois da reunião ia acompanhar ela até a casa, que ficava umas quatro quadras de distância. Fiz isso e no caminho peguei ela pelo ombro, e ela me pegou pela cintura. Até que chegamos na casa dela e ela se despediu com um beijo na bochecha. Longe das minhas intenções, que eram de comer ela naquela mesma noite. Mas não. Na semana seguinte, fui esperar ela na saída do trabalho e acompanhei até a casa dela; no caminho, a gente conversou sobre nossas amizades e a nossa em particular. Aproveitei pra dizer o quanto ela me atraía, se eu podia convidar ela pra sair uma noite, e ela respondeu que, desde que fosse numa boa de amizade, tava disposta quando eu quisesse. Naquele sábado, a gente se juntou na minha casa, aproveitando que meus pais estavam viajando e só voltariam domingo à noite; ela sempre do meu lado, e quando o resto da galera foi embora, quase dez da noite, ela começou a arrumar as cadeiras e lavar os utensílios, coisa que aproveitei pra chegar por trás, pegar ela pela cintura, encostar o pau e dizer que o perfume dela tava me excitando. Ela se virou e... Quando pensei que vinha o tapa, ela disse: "combinamos que era coisa de amigos". Não deixei ela terminar e dei um beijo na boca dela que, a princípio, resistiu, mas depois relaxou e, abrindo os lábios, deixou minha língua brincar com a dela e minhas mãos com o corpo dela.
Ficamos uns minutos assim até que levantei a saia dela e comecei a acariciar a bunda dela, desabotoei a blusa e beijei os peitos dela, apertei os mamilos dela com meus lábios e levei a mão dela pro meu pau, que já tava a mil. Uma vara de 20 cm de comprimento e 5 de diâmetro que tava prestes a soltar um torrente de porra.
Sem dar muitas explicações, levei ela pro meu quarto, deitei ela na cama e, tirando o pau, comecei a passar ele por cima da calcinha dela, fazendo com que ela fechasse as pernas pra eu me masturbar entre elas. Continuei lambendo e beijando os peitos dela, quando ela começou a gemer, sinal de que tava gostando. Comecei a despir ela: a blusa, o sutiã e a saia, e descendo com minha língua até a altura da barriga dela, tirei a calcinha e passei a língua pela buceta encaracolada dela até conseguir enfiar, até que ela soltou um grito e, fechando as pernas, gozou num orgasmo interminável com minha cabeça apertada entre as coxas dela, que quase me quebrou o pescoço.
Na sequência, me apressei em tirar minha roupa e coloquei o pau na altura da boca dela. No começo, ela não queria saber de nada, até que comecei a passar ele pelo rosto, pelos peitos e pela boca dela; então, ela beijou a cabeça e depois o tronco até que enfiou ele entre os lábios dela e me deu uma chupada que fez eu tirar ele e gozar entre os peitos dela.
Depois disso, e como ela continuava gemendo, abri as pernas dela e apoiei a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela, que já tava lubrificada pelos sucos dela, e, empurrando devagar, comecei a penetração até que um grito e as unhas cravadas nas minhas costas me disseram que ela tinha perdido a virgindade. Continuei entrando até que ela engoliu a vara inteira; só então comecei a entrar e sair até que eu... Pediu pra eu não tirar e começou a se mexer. Eu bombando até não aguentar mais e um jato de porra caiu na cara e nos peitos dela, incluindo umas gotas de sangue da primeira vez. Minha amiga tava tão excitada que, quando eu tirei, ela subiu em cima da pica e, enfiando até o saco, começou a cavalgar, e nessa posição gozou mais duas vezes que deixaram ela exausta.

A coisa não parou por aí, porque eu queria comer aquele cu. Virei ela, coloquei de quatro e comecei a chupar até conseguir enfiar um dedo. Já com o buraco bem lubrificado, tentei enfiar a cabeça da minha pica — uma, duas, três vezes — até que entrou. Ela deu um grito que ouviram até no quartel dos bombeiros (a duas quadras). Tampei a boca dela, tirei, lubrifiquei com a porra dela e um pouco de saliva, e entrei de novo, empurrando devagar até colocar a metade. Ela tava mordendo minha mão, mas eu continuei até começar a meter e tirar pra dar ritmo na bombada.

Ela pediu pra eu tirar a mão da boca. Fiz ela prometer que não gritaria, mas não deu pra evitar os xingamentos… filho da puta, você tá me matando… dói até na alma… tá me destruindo… mas ela continuava dando e engolindo mais pica até que, no final, minhas bolas batiam na bunda dela. Que jeito de comer cu. Gozei duas vezes sem tirar, e minha amiga outras tantas. Tirei a pica, que já tava mais mole que dura, nos lavamos e deitamos. Depois de um tempo, fizemos um 69 e terminamos transando sentados pra gozar mais uma vez cada um. Nos vestimos, levei ela até a casa dela e combinamos de repetir a jogada no próximo fim de semana… depois conto mais…

3 comentários - O lugar de comer uma amiga!

buena onda yo tuve sexo con mas de una amiga por suerte hoy sigue todo mas q bien con las tres