Oi, sou um homem de 26 anos, moreno e alto. Pelos comentários das minas do trabalho, acho que não sou feio, mas isso não importa agora. Essa história aconteceu no último Natal, e como é costume na maioria dos empregos, nessa época rolam os famosos "amigos secretos" entre os colegas. Mas pra mim nunca foi uma situação emocionante, porque sempre é muito complicado escolher um presente e geralmente acabamos ganhando algo que sinceramente não gostamos. Mas a insistência das colegas e o convívio que acompanha o amigo secreto me convenceram a participar dessa vez, além do mais, esse seria meu último ano nessa região, já que a empresa me transferiria pra uma nova zona, então seria minha última chance de ficar com os amigos do trabalho.
Pois bem, tudo tava normal, e pensei que esse ano seria melhor se eu tirasse um colega em vez de uma colega, porque aí com um cinto preto tava tudo resolvido e eu teria cumprido a burocracia do bendito amigo secreto. Dada minha má sorte nos anos anteriores nessas coisas. O sorteio foi organizado e foi aí que minha sorte natalina começou a mudar. Peguei meu papel, vi o nome de Lourdes, ou Lulú, como os amigos chamavam. Não podia acreditar! Tirei justo aquela mulher que em mais de uma ocasião provocou em mim os mais baixos impulsos. E é que, apesar de ser alguns anos mais velha que eu, ela ainda tem um corpo escultural. Deve ter uns 34 anos, pele morena clara, estatura média, magra mesmo sendo mãe de duas meninas. E acho que isso melhorou a figura dela, porque os seios são bem marcados, os quadris redondos e firmes, e tem um par de pernas de sonho, longas e torneadas, bem diferente das novinhas que entraram na empresa recentemente. Ela sim é uma digna representante da mulher madura. Tudo isso combinado com o cabelo castanho e o bom gosto pra se maquiar, realça toda a imagem dela. Pra mim... sempre foi uma fantasia, porque mesmo sendo colegas na empresa, eu só a vejo ocasionalmente. Apesar de ter um corpo tão gostoso, ela é uma mulher muito recatada, gentil, veste roupas neutras, não muito formais, mas que tentam disfarçar um pouco o quanto ela é bem cuidada. Para minha infelicidade, não é a "MILF" que eu gostaria de ter como colega à minha disposição. Os dias passaram e eu não tinha claro que tipo de presente poderia dar a essa mulher linda. Era como uma faca de dois gumes: uma grande oportunidade de impressioná-la ou de passar por idiota aos olhos dela, e eu queria jogar minhas cartas com habilidade para ter uma chance com ela. Pensei em dar algo original e não cair nos mesmos presentes bobos que abundam nessas épocas, mas ao mesmo tempo tinha que ser direto na minha mensagem. Com certo medo, comprei um conjunto bonito de calcinha e sutiã de renda vermelha de uma marca fina. Sabia que era algo muito ousado, que até poderia me causar problemas, mas como na maioria das minhas decisões, a luxúria superou a razão. Além disso, essa era minha última chance real de me aproximar dela. Como já disse, tinha que ser uma mensagem clara e direta. Também pensei que, no pior dos casos, poderia me justificar com o pretexto de que esse tipo de coisa é comum de se presentear nessas datas. Finalmente chegou o dia da troca de presentes e eu estava bastante nervoso. Só rezava para que as pessoas do escritório não pedissem para mostrar os presentes – seria a coisa mais vergonhosa que poderia acontecer comigo na empresa. Como de costume, trabalhamos só meio período naquele dia e todos começaram a organizar o convívio. Depois de alguns drinks, o ambiente foi relaxando. Eu decidi não beber mais do que duas cervejas, pois ia dirigir bastante no mesmo dia, também porque queria estar mais alerta caso surgisse alguma oportunidade. A troca foi rápida e, felizmente para mim, não pediram para abrir os presentes em público. Chegou minha vez de entregar meu presente para aquela... gata, ela se levantou e eu me aproximei enquanto admirava sua roupa linda, era toda branca, justa no corpo, algo que eu nunca esperava ver nela, de um tecido bem leve que deixava bastante transparente, mostrando claramente a calcinha e o sutiã, que como era seu costume, eram discretos, uma calcinha e um sutiã lisos e brancos que não deixavam ver nada além. Dei o presente e dei um abraço em que senti o corpo dela queimar o meu, e os nervos estavam a mil, depois do cumprimento, todos os amigos conversamos um bom tempo relembrando os eventos do ano e coisas assim, também pude bater um papo com ela um bom tempo, mas realmente o comportamento dela é recatado, por mais que eu tentasse criar intimidade na conversa, ela parecia ignorar o que eu dizia. Depois de algumas horas, todos começaram a ir embora e ela foi uma das primeiras a ir para casa, pois disse que, mesmo morando perto do trabalho, tinha que cuidar das filhas, e eu não tive escolha a não ser me despedir com outro abraço que eu queria que durasse mais. Lulú foi embora sem mais nem menos, como em qualquer outra ocasião, enfim, fiquei mais um tempo na festa para tentar a sorte com algumas das outras colegas que ainda estavam por lá e que, pelo que eu via, já estavam sob o efeito das bebidas. A noite continuou e, no final, só estavam Carlos da área de inspeção, Martha da administração (que não é nada mal) e eu, essa situação estava um pouco desconfortável porque parecia mais uma competição entre Carlos e eu para ver quem ficava com a Martha, já que ela estava bem bêbada e a cada minuto um pouco mais solta por causa do álcool, e nem Carlos nem eu cedíamos em ir embora e deixá-la assim. Finalmente, ela disse algo que fez meus olhos brilharem: "...não, não vou embora até a Lulú chegar..." pois elas eram boas amigas e ela insistia em não ir sem dar um abraço de Natal para sua melhor amiga. Não hesitei nem um minuto, procurei o número da Martha na agenda, Marquei o número dela e coloquei a Martha no telefone. Martha, no meio da sua bebedeira e com palavras quase ininteligíveis, falou alguns minutos com Lulú e, depois de explicar o estado em que se encontrava, Lulú concordou em ir vê-la. Além disso, como já mencionei antes, Lulú mora perto do trabalho. Depois de alguns minutos, Lulú chegou, conversou um pouco com Martha sobre aquelas coisas que as mulheres falam quando estão bêbadas, se abraçaram acho que mais de cinco vezes e finalmente Martha aceitou ir embora. Carlos imediatamente se ofereceu para levá-la para casa, não sem antes deixar as chaves do escritório com Lulú e nos pedir para trancarmos tudo. Finalmente estávamos só eu e Lulú naquele prédio, já eram mais de 10 da noite. Ela ainda estava com a mesma roupa branca e, por cima, um casaco longo daqueles que chegam até os joelhos. Sem perder tempo, comecei uma conversa com ela. Ela me perguntou qual tinha sido o presente que recebi. Eu disse que era um perfume. "Gostei do aroma", disse, e acrescentei: "mas não sou bom para escolher um que agrade as mulheres". Ela disse: "Bom, passa o perfume e eu te digo se é agradável". Eu concordei, passei um pouco do perfume. Ela se aproximou do meu peito e depois seguiu o aroma pelo meu pescoço bem devagar, o que me deixou muito nervoso. Ela disse: "Nada mal, na verdade acho um aroma muito ousado, bem como você". Ainda com os nervos à flor da pele e com uma ereção crescendo debaixo da minha calça, perguntei se ela tinha gostado do meu presente. Ela me disse: "...bom, foi muito arriscado me dar lingerie, sabe que isso é considerado assédio sexual aqui..." Naquele momento, achei que ia perder meu emprego, mas ela completou: "...mas não vou denunciar o assédio sexual só porque sei que você é uma boa pessoa, é bastante gentil e doce..." Só me restou agradecer o gesto dela, mas bom, já estava metido até o pescoço e decidi apostar tudo. Perguntei: "Bom, mas deixando isso de lado, pelo menos você gostou do que te dei?". Ela me... Olho sugestivamente, enquanto ela tirava o casaco, me disse: “Eu gosto, mas não sou muito boa em escolher algo que agrade aos homens”. Ela colocou o casaco sobre uma mesa próxima e pude notar através de suas roupas brancas que a lingerie que eu havia dado de presente se destacava muito. Ela a havia colocado e, pela cor vermelha, dava para distinguir completamente a renda do sutiã por baixo daquela blusa branca, que parecia ficar transparente diante dos meus olhos. Ela se virou e pude ver a calcinha fio-dental afundando entre aquelas bundas deliciosas. A ereção na minha calça estava no máximo. Me aproximei dela para segurá-la pela cintura, antes que minhas mãos sequer pudessem tocá-la, sem dizer nada, ela me deu um beijo quente e suave, que para mim se estendeu por uma eternidade. Eu estava completamente absorto, por um minuto não soube o que fazer, tinha aquele espécime excelente de mulher em minhas mãos sem conseguir acreditar ainda. Seus beijos eram tão intensos que era difícil tentar me concentrar em tocar seu corpo, sua experiência se fazia notar, ela sabia como fazer de uma maneira única que nunca havia experimentado antes. Minhas mãos envolveram seu quadril, aproximando ainda mais nossos corpos, pude sentir seus seios pronunciados junto ao meu peito e meu pênis totalmente ereto se posicionou sobre seu ventre. Minhas mãos percorriam todo seu corpo, agora não podia perder tempo e fui direto para suas nádegas, estavam divinas, firmes, redondas e grandes, as apertei e as acariciei desde a parte mais baixa pelos lados até encontrar o fio da calcinha, o qual segui novamente com minhas mãos até a zona onde se afundava entre aquelas belas nádegas para mais uma vez chegar à base e voltar a subir. Seus seios, ao se pressionarem contra meu corpo, pareciam que iam estourar os botões de sua blusa, e minha boca continuava grudada na dela, tudo era incrível, mas o melhor sempre eram seus beijos, intensos demais, diria eu. Minhas mãos continuavam massageando suas costas e suas nádegas, puxando-as para mim a tal ponto que, em alguns momentos, seus pés descolavam do chão. devido à força com que eu agarrava sua bunda em minhas mãos, um dos meus dedos seguiu a linha da calcinha fio dental no meio de suas nádegas, passou por cima da sua bunda que se apertou ao sentir meu toque e continuou até sua bocetinha, enfiei um pouco fazendo a calcinha entrar nela, sua respiração ficou ofegante naquele momento e meu dedo percebeu um calor intenso que emanava de sua boceta. Ela estava pendurada no meu pescoço e de jeito nenhum parecia ser aquela mulher recatada que eu sempre vi, olhava com muita ansiedade meu pacote e ela mesma desabotoou minha calção, eu respondi soltando os botões de sua blusa para libertar aqueles seios suculentos, tirei a camisa para poder senti-los bem, acho que a taça do sutiã que escolhi era pequena porque apesar de ser 32 C, seus seios pareciam muito apertados acho que ela tinha uma taça D e claramente dava para ver, mas para mim melhor ainda porque destacavam lindamente. Lentamente fui beijando suas orelhas e desci pelo seu pescoço entre pequenas mordidas, ela arqueou o corpo para trás, eu a levantei agarrando-a pelas nádegas e a coloquei em cima de uma escrivaninha enquanto minha boca alcançava aqueles deliciosos seios, sem tirar o sutiã eu os liberei do cativeiro, o que fazia seus peitos parecerem fenomenais, ela tinha uns mamilos lindos e aréolas grandes, o que me excitou ainda mais, sua mão brincava muito gostoso com meu pau, ela sabia dar umas punhetas muito boas. Tendo-a sobre a escrivaninha, abaixei suas calças até tirá-las completamente e finalmente pude vê-la em todo seu esplendor, usando a lingerie que eu mesmo escolhi, ela mesma subiu as pernas na escrivaninha e abriu as pernas, pude ver a calcinha enfiada na sua boceta, completamente encharcada por seus fluidos. Minha boca foi direto nela, afastei sua calcinha e lambi toda a extensão de sua boceta, ela gemida e me agarrava pela cabeça para me direcionar para onde lhe causava mais prazer, repentinamente senti sua boceta inundar de fluidos deliciosos e quentes enquanto suas pernas tremiam em um orgasmo magnífico, mas ela não se ela segurava, me pedia para enfiar, sem pensar apontei meu pau na entrada da sua buceta e enfiei tudo. ela me puxou pelos braços e implorava por mais, comecei a bombear lentamente sobre a mesa, mas com os movimentos dos quadris ela acelerou o ritmo, e eu respondi metendo com mais força. ela sorria enquanto eu continuava socando mais forte, seus peitos balançavam - eram enormes e totalmente tensos de excitação. agarrei eles com minhas mãos e massageei sem piedade. nem cinco minutos se passaram quando notei seu corpo ficando tenso e seu rosto avermelhando, era um segundo orgasmo. sua buceta se contraía bruscamente com tanta força, não sei como conseguiu mas senti que arrancaria meu pau com essas palpitações. sua experiência era inegável. diminui o ritmo para não gozar imediatamente e deixá-la descansar um pouco, mas Lulú, entre gemidos e suspiros, me disse com uma voz extremamente tesuda: "não para, papi, já me deixou no limite, me castiga com orgasmos múltiplos, não me dá trégua", "continua, por favor", "quero bem fundo". quem diria que essa pessoa quieta e amável era uma verdadeira fera selvagem no sexo. essas palavras tiveram um efeito explosivo em mim. virei ela, ficando de barriga para baixo sobre a mesa, com os pés no chão e eu em pé atrás dela. a tinha de quatro e em nenhum momento tirei meu pau da sua buquinha. agarrei seus braços e puxei para trás, Lulú respondeu empinando a bunda de um jeito delicioso. ela a tinha muito empinada, em forma de coração e com o cuzinho dilatado. continuei bombando com grande intensidade, minhas bolas batiam contra sua vulva e seu clitóris encharcados, fazendo um barulho bem característico. meti com tanta força que as coisas sobre a mesa começaram a cair, mas eu não ligava, só queria continuar dando prazer exatamente como ela pedia. dei o mais rápido e fundo que pude, sentindo claramente o fundo da sua vagina, ela entre gemidos e gritos de prazer me pedia mais e mais a cada Enquanto ela me avisava que estava prestes a gozar mais uma vez, eu estava extremamente excitado, mas não conseguia gozar. Minha excitação era tanta que minha porra se recusava a sair, o que aproveitei para cumprir uma tarefa inesquecível. Finalmente, seu corpo estremeceu novamente enquanto ela gemeu: "... tô gozando, papai, tô gozando, me maltrata, por favor, papai..." Essa última frase me deixou a mil e, sem aviso, enfiei um dos meus dedos no seu cu, que estava bem dilatado. Exatamente naquele momento, ela teve seu último orgasmo, mais intenso e violento que os anteriores. Ela movia a bunda como se tentasse escapar da minha pica, mas suas palavras eram contrárias e ela dizia: "Não tira, mete o mais fundo que puder". Afastei suas nádegas com a mão que estava livre e enfiei tudo, até seus pés se desgrudaram do chão. Dava pra ver que ela estava curtindo com muita intensidade, e assim ficamos um tempinho até que ela foi se soltando lentamente. Tirei meu dedo que ainda estava no seu cu, minha pica ainda estava dura e começava a perder a rigidez depois de tanto trabalho duro. Ela percebeu isso, ajoelhou-se na minha frente e começou a me chupar deliciosamente. Sua boca parecia emanar fogo, me deixou duro de novo. Ela era uma expert em chupar e me mostrou isso, suas mamadas me deixaram no ponto de gozar. Ela tirou da boca e disse: "Não, papai, quero sua porra na minha coisinha". Ela se apoiou novamente sobre a escrivaninha, pegou minha pica e colocou direto na sua entrada. Eu a enfiei lentamente e ela abriu as pernas para me permitir entrar, e sem mais delongas comecei a meter, mas dessa vez pensando apenas no meu prazer. Ela pedia minha porra com muita ansiedade e eu estava exausto. Senti que a porra ia sair com muita força, ela percebeu isso e com grande maestria cruzou as pernas ainda comigo dentro dela, apertou as coxas, aumentando a intensidade das sensações. Ela me tinha preso na sua buceta e com todas as minhas forças continuei metendo até que finalmente minha porra jorrou. Ela continuou o movimento até... que não deixo nem uma gota sem espremer, ela me apertou deliciosamente, como se fosse a buceta virgem de uma colegial ou muito provavelmente mais que isso, com certeza uma das melhores gozadas da minha vida. Ficamos sentados nos acariciando por um bom tempo, até que percebemos a hora, já estava muito tarde, levei ela até em casa e fui para a minha, e por enquanto estou esperando uma nova chance de tê-la como naquela noite. (Esse relato foi baixado do site marqueze.net, não é de nossa autoria)
Pois bem, tudo tava normal, e pensei que esse ano seria melhor se eu tirasse um colega em vez de uma colega, porque aí com um cinto preto tava tudo resolvido e eu teria cumprido a burocracia do bendito amigo secreto. Dada minha má sorte nos anos anteriores nessas coisas. O sorteio foi organizado e foi aí que minha sorte natalina começou a mudar. Peguei meu papel, vi o nome de Lourdes, ou Lulú, como os amigos chamavam. Não podia acreditar! Tirei justo aquela mulher que em mais de uma ocasião provocou em mim os mais baixos impulsos. E é que, apesar de ser alguns anos mais velha que eu, ela ainda tem um corpo escultural. Deve ter uns 34 anos, pele morena clara, estatura média, magra mesmo sendo mãe de duas meninas. E acho que isso melhorou a figura dela, porque os seios são bem marcados, os quadris redondos e firmes, e tem um par de pernas de sonho, longas e torneadas, bem diferente das novinhas que entraram na empresa recentemente. Ela sim é uma digna representante da mulher madura. Tudo isso combinado com o cabelo castanho e o bom gosto pra se maquiar, realça toda a imagem dela. Pra mim... sempre foi uma fantasia, porque mesmo sendo colegas na empresa, eu só a vejo ocasionalmente. Apesar de ter um corpo tão gostoso, ela é uma mulher muito recatada, gentil, veste roupas neutras, não muito formais, mas que tentam disfarçar um pouco o quanto ela é bem cuidada. Para minha infelicidade, não é a "MILF" que eu gostaria de ter como colega à minha disposição. Os dias passaram e eu não tinha claro que tipo de presente poderia dar a essa mulher linda. Era como uma faca de dois gumes: uma grande oportunidade de impressioná-la ou de passar por idiota aos olhos dela, e eu queria jogar minhas cartas com habilidade para ter uma chance com ela. Pensei em dar algo original e não cair nos mesmos presentes bobos que abundam nessas épocas, mas ao mesmo tempo tinha que ser direto na minha mensagem. Com certo medo, comprei um conjunto bonito de calcinha e sutiã de renda vermelha de uma marca fina. Sabia que era algo muito ousado, que até poderia me causar problemas, mas como na maioria das minhas decisões, a luxúria superou a razão. Além disso, essa era minha última chance real de me aproximar dela. Como já disse, tinha que ser uma mensagem clara e direta. Também pensei que, no pior dos casos, poderia me justificar com o pretexto de que esse tipo de coisa é comum de se presentear nessas datas. Finalmente chegou o dia da troca de presentes e eu estava bastante nervoso. Só rezava para que as pessoas do escritório não pedissem para mostrar os presentes – seria a coisa mais vergonhosa que poderia acontecer comigo na empresa. Como de costume, trabalhamos só meio período naquele dia e todos começaram a organizar o convívio. Depois de alguns drinks, o ambiente foi relaxando. Eu decidi não beber mais do que duas cervejas, pois ia dirigir bastante no mesmo dia, também porque queria estar mais alerta caso surgisse alguma oportunidade. A troca foi rápida e, felizmente para mim, não pediram para abrir os presentes em público. Chegou minha vez de entregar meu presente para aquela... gata, ela se levantou e eu me aproximei enquanto admirava sua roupa linda, era toda branca, justa no corpo, algo que eu nunca esperava ver nela, de um tecido bem leve que deixava bastante transparente, mostrando claramente a calcinha e o sutiã, que como era seu costume, eram discretos, uma calcinha e um sutiã lisos e brancos que não deixavam ver nada além. Dei o presente e dei um abraço em que senti o corpo dela queimar o meu, e os nervos estavam a mil, depois do cumprimento, todos os amigos conversamos um bom tempo relembrando os eventos do ano e coisas assim, também pude bater um papo com ela um bom tempo, mas realmente o comportamento dela é recatado, por mais que eu tentasse criar intimidade na conversa, ela parecia ignorar o que eu dizia. Depois de algumas horas, todos começaram a ir embora e ela foi uma das primeiras a ir para casa, pois disse que, mesmo morando perto do trabalho, tinha que cuidar das filhas, e eu não tive escolha a não ser me despedir com outro abraço que eu queria que durasse mais. Lulú foi embora sem mais nem menos, como em qualquer outra ocasião, enfim, fiquei mais um tempo na festa para tentar a sorte com algumas das outras colegas que ainda estavam por lá e que, pelo que eu via, já estavam sob o efeito das bebidas. A noite continuou e, no final, só estavam Carlos da área de inspeção, Martha da administração (que não é nada mal) e eu, essa situação estava um pouco desconfortável porque parecia mais uma competição entre Carlos e eu para ver quem ficava com a Martha, já que ela estava bem bêbada e a cada minuto um pouco mais solta por causa do álcool, e nem Carlos nem eu cedíamos em ir embora e deixá-la assim. Finalmente, ela disse algo que fez meus olhos brilharem: "...não, não vou embora até a Lulú chegar..." pois elas eram boas amigas e ela insistia em não ir sem dar um abraço de Natal para sua melhor amiga. Não hesitei nem um minuto, procurei o número da Martha na agenda, Marquei o número dela e coloquei a Martha no telefone. Martha, no meio da sua bebedeira e com palavras quase ininteligíveis, falou alguns minutos com Lulú e, depois de explicar o estado em que se encontrava, Lulú concordou em ir vê-la. Além disso, como já mencionei antes, Lulú mora perto do trabalho. Depois de alguns minutos, Lulú chegou, conversou um pouco com Martha sobre aquelas coisas que as mulheres falam quando estão bêbadas, se abraçaram acho que mais de cinco vezes e finalmente Martha aceitou ir embora. Carlos imediatamente se ofereceu para levá-la para casa, não sem antes deixar as chaves do escritório com Lulú e nos pedir para trancarmos tudo. Finalmente estávamos só eu e Lulú naquele prédio, já eram mais de 10 da noite. Ela ainda estava com a mesma roupa branca e, por cima, um casaco longo daqueles que chegam até os joelhos. Sem perder tempo, comecei uma conversa com ela. Ela me perguntou qual tinha sido o presente que recebi. Eu disse que era um perfume. "Gostei do aroma", disse, e acrescentei: "mas não sou bom para escolher um que agrade as mulheres". Ela disse: "Bom, passa o perfume e eu te digo se é agradável". Eu concordei, passei um pouco do perfume. Ela se aproximou do meu peito e depois seguiu o aroma pelo meu pescoço bem devagar, o que me deixou muito nervoso. Ela disse: "Nada mal, na verdade acho um aroma muito ousado, bem como você". Ainda com os nervos à flor da pele e com uma ereção crescendo debaixo da minha calça, perguntei se ela tinha gostado do meu presente. Ela me disse: "...bom, foi muito arriscado me dar lingerie, sabe que isso é considerado assédio sexual aqui..." Naquele momento, achei que ia perder meu emprego, mas ela completou: "...mas não vou denunciar o assédio sexual só porque sei que você é uma boa pessoa, é bastante gentil e doce..." Só me restou agradecer o gesto dela, mas bom, já estava metido até o pescoço e decidi apostar tudo. Perguntei: "Bom, mas deixando isso de lado, pelo menos você gostou do que te dei?". Ela me... Olho sugestivamente, enquanto ela tirava o casaco, me disse: “Eu gosto, mas não sou muito boa em escolher algo que agrade aos homens”. Ela colocou o casaco sobre uma mesa próxima e pude notar através de suas roupas brancas que a lingerie que eu havia dado de presente se destacava muito. Ela a havia colocado e, pela cor vermelha, dava para distinguir completamente a renda do sutiã por baixo daquela blusa branca, que parecia ficar transparente diante dos meus olhos. Ela se virou e pude ver a calcinha fio-dental afundando entre aquelas bundas deliciosas. A ereção na minha calça estava no máximo. Me aproximei dela para segurá-la pela cintura, antes que minhas mãos sequer pudessem tocá-la, sem dizer nada, ela me deu um beijo quente e suave, que para mim se estendeu por uma eternidade. Eu estava completamente absorto, por um minuto não soube o que fazer, tinha aquele espécime excelente de mulher em minhas mãos sem conseguir acreditar ainda. Seus beijos eram tão intensos que era difícil tentar me concentrar em tocar seu corpo, sua experiência se fazia notar, ela sabia como fazer de uma maneira única que nunca havia experimentado antes. Minhas mãos envolveram seu quadril, aproximando ainda mais nossos corpos, pude sentir seus seios pronunciados junto ao meu peito e meu pênis totalmente ereto se posicionou sobre seu ventre. Minhas mãos percorriam todo seu corpo, agora não podia perder tempo e fui direto para suas nádegas, estavam divinas, firmes, redondas e grandes, as apertei e as acariciei desde a parte mais baixa pelos lados até encontrar o fio da calcinha, o qual segui novamente com minhas mãos até a zona onde se afundava entre aquelas belas nádegas para mais uma vez chegar à base e voltar a subir. Seus seios, ao se pressionarem contra meu corpo, pareciam que iam estourar os botões de sua blusa, e minha boca continuava grudada na dela, tudo era incrível, mas o melhor sempre eram seus beijos, intensos demais, diria eu. Minhas mãos continuavam massageando suas costas e suas nádegas, puxando-as para mim a tal ponto que, em alguns momentos, seus pés descolavam do chão. devido à força com que eu agarrava sua bunda em minhas mãos, um dos meus dedos seguiu a linha da calcinha fio dental no meio de suas nádegas, passou por cima da sua bunda que se apertou ao sentir meu toque e continuou até sua bocetinha, enfiei um pouco fazendo a calcinha entrar nela, sua respiração ficou ofegante naquele momento e meu dedo percebeu um calor intenso que emanava de sua boceta. Ela estava pendurada no meu pescoço e de jeito nenhum parecia ser aquela mulher recatada que eu sempre vi, olhava com muita ansiedade meu pacote e ela mesma desabotoou minha calção, eu respondi soltando os botões de sua blusa para libertar aqueles seios suculentos, tirei a camisa para poder senti-los bem, acho que a taça do sutiã que escolhi era pequena porque apesar de ser 32 C, seus seios pareciam muito apertados acho que ela tinha uma taça D e claramente dava para ver, mas para mim melhor ainda porque destacavam lindamente. Lentamente fui beijando suas orelhas e desci pelo seu pescoço entre pequenas mordidas, ela arqueou o corpo para trás, eu a levantei agarrando-a pelas nádegas e a coloquei em cima de uma escrivaninha enquanto minha boca alcançava aqueles deliciosos seios, sem tirar o sutiã eu os liberei do cativeiro, o que fazia seus peitos parecerem fenomenais, ela tinha uns mamilos lindos e aréolas grandes, o que me excitou ainda mais, sua mão brincava muito gostoso com meu pau, ela sabia dar umas punhetas muito boas. Tendo-a sobre a escrivaninha, abaixei suas calças até tirá-las completamente e finalmente pude vê-la em todo seu esplendor, usando a lingerie que eu mesmo escolhi, ela mesma subiu as pernas na escrivaninha e abriu as pernas, pude ver a calcinha enfiada na sua boceta, completamente encharcada por seus fluidos. Minha boca foi direto nela, afastei sua calcinha e lambi toda a extensão de sua boceta, ela gemida e me agarrava pela cabeça para me direcionar para onde lhe causava mais prazer, repentinamente senti sua boceta inundar de fluidos deliciosos e quentes enquanto suas pernas tremiam em um orgasmo magnífico, mas ela não se ela segurava, me pedia para enfiar, sem pensar apontei meu pau na entrada da sua buceta e enfiei tudo. ela me puxou pelos braços e implorava por mais, comecei a bombear lentamente sobre a mesa, mas com os movimentos dos quadris ela acelerou o ritmo, e eu respondi metendo com mais força. ela sorria enquanto eu continuava socando mais forte, seus peitos balançavam - eram enormes e totalmente tensos de excitação. agarrei eles com minhas mãos e massageei sem piedade. nem cinco minutos se passaram quando notei seu corpo ficando tenso e seu rosto avermelhando, era um segundo orgasmo. sua buceta se contraía bruscamente com tanta força, não sei como conseguiu mas senti que arrancaria meu pau com essas palpitações. sua experiência era inegável. diminui o ritmo para não gozar imediatamente e deixá-la descansar um pouco, mas Lulú, entre gemidos e suspiros, me disse com uma voz extremamente tesuda: "não para, papi, já me deixou no limite, me castiga com orgasmos múltiplos, não me dá trégua", "continua, por favor", "quero bem fundo". quem diria que essa pessoa quieta e amável era uma verdadeira fera selvagem no sexo. essas palavras tiveram um efeito explosivo em mim. virei ela, ficando de barriga para baixo sobre a mesa, com os pés no chão e eu em pé atrás dela. a tinha de quatro e em nenhum momento tirei meu pau da sua buquinha. agarrei seus braços e puxei para trás, Lulú respondeu empinando a bunda de um jeito delicioso. ela a tinha muito empinada, em forma de coração e com o cuzinho dilatado. continuei bombando com grande intensidade, minhas bolas batiam contra sua vulva e seu clitóris encharcados, fazendo um barulho bem característico. meti com tanta força que as coisas sobre a mesa começaram a cair, mas eu não ligava, só queria continuar dando prazer exatamente como ela pedia. dei o mais rápido e fundo que pude, sentindo claramente o fundo da sua vagina, ela entre gemidos e gritos de prazer me pedia mais e mais a cada Enquanto ela me avisava que estava prestes a gozar mais uma vez, eu estava extremamente excitado, mas não conseguia gozar. Minha excitação era tanta que minha porra se recusava a sair, o que aproveitei para cumprir uma tarefa inesquecível. Finalmente, seu corpo estremeceu novamente enquanto ela gemeu: "... tô gozando, papai, tô gozando, me maltrata, por favor, papai..." Essa última frase me deixou a mil e, sem aviso, enfiei um dos meus dedos no seu cu, que estava bem dilatado. Exatamente naquele momento, ela teve seu último orgasmo, mais intenso e violento que os anteriores. Ela movia a bunda como se tentasse escapar da minha pica, mas suas palavras eram contrárias e ela dizia: "Não tira, mete o mais fundo que puder". Afastei suas nádegas com a mão que estava livre e enfiei tudo, até seus pés se desgrudaram do chão. Dava pra ver que ela estava curtindo com muita intensidade, e assim ficamos um tempinho até que ela foi se soltando lentamente. Tirei meu dedo que ainda estava no seu cu, minha pica ainda estava dura e começava a perder a rigidez depois de tanto trabalho duro. Ela percebeu isso, ajoelhou-se na minha frente e começou a me chupar deliciosamente. Sua boca parecia emanar fogo, me deixou duro de novo. Ela era uma expert em chupar e me mostrou isso, suas mamadas me deixaram no ponto de gozar. Ela tirou da boca e disse: "Não, papai, quero sua porra na minha coisinha". Ela se apoiou novamente sobre a escrivaninha, pegou minha pica e colocou direto na sua entrada. Eu a enfiei lentamente e ela abriu as pernas para me permitir entrar, e sem mais delongas comecei a meter, mas dessa vez pensando apenas no meu prazer. Ela pedia minha porra com muita ansiedade e eu estava exausto. Senti que a porra ia sair com muita força, ela percebeu isso e com grande maestria cruzou as pernas ainda comigo dentro dela, apertou as coxas, aumentando a intensidade das sensações. Ela me tinha preso na sua buceta e com todas as minhas forças continuei metendo até que finalmente minha porra jorrou. Ela continuou o movimento até... que não deixo nem uma gota sem espremer, ela me apertou deliciosamente, como se fosse a buceta virgem de uma colegial ou muito provavelmente mais que isso, com certeza uma das melhores gozadas da minha vida. Ficamos sentados nos acariciando por um bom tempo, até que percebemos a hora, já estava muito tarde, levei ela até em casa e fui para a minha, e por enquanto estou esperando uma nova chance de tê-la como naquela noite. (Esse relato foi baixado do site marqueze.net, não é de nossa autoria)
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