Ao chegar em casa, não conseguia tirar da cabeça a imagem da pica do Ricky, aquela pica grande e rosada… com certeza ia povoar meus sonhos por muito tempo… Então decidi me render à evidência e bater uma sonora punheta, aproveitando que tava sozinho em casa…
No dia seguinte, na aula, não prestei atenção em nada, na minha cabeça ainda tava aquela pica, aquela imagem que não me deixava concentrar… e foi como se o David adivinhasse o que eu tava pensando…
David – Aconteceu alguma coisa?
Eu – Hã? Não, nada… só que tô meio cansado.
David – Esses dois te deram tanto trabalho assim? – ele ri – Relaxa, cara, isso acontece nos primeiros dias, quando você não tá acostumado. (se ele soubesse…)
Eu – Bom, a ideia é voltar hoje, depois do treino… (quero sentir aquela vara entre meus dedos de novo)
David – Pô, cara, de novo? A gente nunca mais vai se ver fora da balada, entre as aulas, o treino e a academia… se você continuar assim, vou ter que arrumar outro parceiro.
Eu – Não exagera, você já tem o Nestor. Você se diverte pra caramba com ele e não param de conversar, aliás, do que vocês falam sempre?
David – Ele me fala muito das minas que ele já comeu e como ele faz e tal…
Eu – Ele é um mentiroso, e um filho da puta, essas coisas não se contam…
David – Bom, ele quer contar e eu gosto de ouvir… então não tem problema…
Eu – O que ele te conta?
David – Como todas ficam desesperadas pela pica dele… que falam que é enorme, que é uma delícia e tal – ele ri de novo – verdade que é normal, é super grande, você reparou? – ele fala com uma cara de safado…
Eu – Como não reparar, se é quase a única coisa que se vê nele…
(sino)
Eu – Bom, eu tenho Química agora, e você?
David – Eu tenho Economia, a gente se vê no treino, né?
Então a gente saiu da sala de Inglês e cada um foi pro seu lado. Enquanto eu ia pro laboratório de Química, passei um tempinho no banheiro. Lá, enquanto tava mijando, ouvi um barulho no banheiro ao lado, então cheguei perto da parede com o ouvido colado pra tentar ouvir melhor. Mas não… Não ouvi quase nada, só gemidos e um barulho parecido com sucção, mas nenhum nome. As duas pessoas que estavam lá estavam se divertindo, com certeza. De repente, o barulho parou e a porta do banheiro se abriu. Decidi abrir um pouco a minha para ver a porta do meu. O que vi pode não ser o que realmente era, mas me pareceu ver Nestor e Alejandro saindo do banheiro (vocês já conhecem o Alejandro, o garoto de quase 1,96m de altura, loiro, que treina no clube de natação). O problema é que nem Nestor nem Alejandro estudavam na minha escola; os dois já tinham terminado, ou pelo menos era o que eu pensava. Essa imagem estranha apagou parcialmente a da pica do Ricky. Era meio estranho que Alejandro e Nestor tivessem voltado pra antiga escola pra dar uma foda no banheiro, ou será que não é tão estranho assim? Fora isso, o dia passou mais ou menos tranquilo, e então chegou o treino da tarde do clube.
David e eu chegamos ao vestiário, que naquele momento oferecia um espetáculo radiante. Parecia que todos os nadadores tinham escolhido o mesmo vestiário pra se trocar. Lá estavam, conversando pelados, Luis, Ricky e Ramiro; Victor, sentado já de sunga; e, por último, Nestor e Alejandro, separados, conversando, mas ainda vestidos. Não consegui evitar tentar ouvir o que eles falavam, mas foi impossível por causa da bagunça que faziam e porque Ricky tinha se aproximado pra falar comigo, enquanto David se aproximava pra falar com Alejandro e Nestor.
Ricky — E aí, cara… o de ontem foi bem bom, né?
Eu — É… eu nunca tinha feito isso com um garoto…
Ricky — Se quiser, a gente se vê depois do treino ou…
Eu — Vale, no mesmo lugar de ontem?
Ricky — Acho que não. O Lucas, irmão do Nestor, e os amigos dele reservaram. Mas a gente pode ir pro circuito de águas… — disse meio envergonhado — Topa?
Eu — Ok, vale. Tem que… — quis perguntar, mas naquele momento Nestor, completamente pelado e com a sunga do Alejandro na mão, saiu correndo com Alejandro (também pelado) atrás dele. Nestor — Olha que pinto pequeno que o Alejandro tem! Hehe, é o único que o sunga não aperta, haha!
Alejandro — .- Com cara de poucos amigos — Nes… Essa manhã você não dizia o mesmo enquanto chupava minha rola, né? — (será que ele soltou isso assim, na lata, na frente de todo mundo, ou era só zoação?)
Nestor caiu na gargalhada e abriu a boca pra responder, mas naquele momento entrou no vestiário o grupo de natação de nível inferior ao nosso. No meio deles estava Lucas, o irmão do Nestor, igualzinho a ele, mas com cara mais de criança e um pouco mais magro.
Lucas — O que você tá fazendo correndo pelado, irmãozinho? — disse com um ar de superioridade — Não sabe que os pintos menores se guardam quando tem um maior por perto? — quase rindo — E além disso, não deve pegar coisas que não são suas. Anda, devolve.
Para o espanto de todos, Nestor obedeceu e foi entregar o negócio pro Alejandro.
Lucas — Seria bom que você mesmo colocasse nele, já que fez ele correr atrás.
E novamente ele fez. A cara do Alejandro também era um poema.
Lucas — Que não se repita, irmãozinho. Não esquece qual é a rola que manda. — disse tirando o sunga e mostrando a maior rola que eu já tinha visto até então, maior que a do Ricky. Apontou pra própria rola e falou — Não esquece que você deve lealdade à minha rola. Agora amadurece.
Todo mundo ficou chocado. Talvez não fosse a primeira vez que aquilo acontecia, e por isso ninguém quis tocar no assunto. O treino foi bom, fizemos alguns progressos — pra começar, o David não ficou em último — mas tudo num silêncio quase sepulcral. Eu esperava ansioso pelo fim do treino pra sair com o Ricky.
Quando estávamos voltando pro vestiário, já esperava ver o Nestor se trocando, e parecia que todo mundo também, pelos olhares que davam. Mas ficamos sem ver porque ele não tomou banho e saiu rapidão, antes de todo mundo.
Aos poucos os caras foram indo embora. Como de costume, o Ramiro foi pra academia. mas teve que voltar quando viu que os amigos e o Lucas estavam ocupando tudo.
David - Vamos embora?
Eu - Não, vou ficar um pouco na jacuzzi do clube que tá livre.
David - Vocês vão ficar? Então massa, vou ficar também.
E assim David, Ricky, Ramiro e eu fomos pro circuito de águas. Ficamos lá um tempão, deitamos nuns espreguiçadeiras de pedra submersas que tinham jatos d'água. Enquanto estávamos lá, chegaram Pau e Marta, os dois fisioterapeutas do clube.
Pau - Galera, hoje não temos ninguém, querem uma massagem?
Nós quatro olhamos animados pra ideia de ir tomar massagem, mas percebemos que só tinha dois fisioterapeutas...
Eu - Se vocês quiserem ir, Ramiro e você, David, podem ir, e aí a gente aproveita, eu e o Ricky, pra ir pra jacuzzi.
David - Pra mim tá de boa. E assim fizeram. Ricky e eu, com um sorriso de orelha a orelha, levantamos e fomos em direção à sala da jacuzzi. Passamos na frente da academia e do outro lado do vidro dava pra ver todas as máquinas ocupadas pelos colegas do Lucas, mais de um tava precisando de um favor... Seguimos pelo corredor até chegar na sala onde se abriam as 3 portas pra cada uma das jacuzzis, uma pra homens, uma pra mulheres e uma pra pessoas com deficiência. Fomos abrir a porta da dos homens quando ouvimos um gemido.
??? - Mmmm, ah sim, como você faz bem. Ricky e eu nos olhamos surpresos um pro outro. - Você sabe que eu gosto que os ovos batam no seu queixo.
Alejandro - Mas com isso na minha garganta eu posso morrer. - ouvimos, e depois algo como uma sugada. Surpresos, reconhecemos a voz do Alejandro, sabe, aquele loiro gostosão de 1,96 do time. Decidimos abrir a porta devagar, forçando o trinco com uma chave de casa. O que vimos fez nossos amiguinhos acordarem. Vimos o Nestor de costas com a sunga speedo do Alejandro na cabeça e, na frente dele, deitado com a boca no pau dele, vimos o Alejandro pelado com a bunda empinada, chupando que nem uma fera o pauzão enorme dele. Nestor. Ele chupava como se a vida dependesse daquilo, passava a língua pelo botão rosado da pica do Nestor. Tão concentrado na cena que nem vi o Ricky tirar a sunga e começar a bater uma do meu lado. Com uma mão na pica dele e outra na minha, porque eu deixava, a gente observava o Alejandro se virar e sentar em cima do Nestor, que aos poucos fazia movimentos rítmicos cada vez mais rápidos, enfiando a pica enorme no cu do Alejandro sem dificuldade nenhuma — já deviam ter feito aquilo várias vezes… E assim vieram mais posições: Alejandro de quatro, deitado de barriga pra cima, até que numa dessas eles se viraram, Alejandro de novo de quatro, olhando pra porta onde a gente estava. Rápido, a gente se escondeu pra não sermos vistos, mas acho que não nos viram, porque continuamos ouvindo os gemidos do Alejandro.
A gente decidiu dar uma última olhada sem soltar a pica um do outro, nossas rolas pulsando e já molhadas. O Ricky espiou primeiro e me chamou com empolgação pra fazer o mesmo. Será que era real ou meus olhos estavam enganando? A cena que vi me deixou de boca aberta: lá estava o Alejandro de olhos fechados, se lambendo de prazer enquanto gemia a cada estocada de… não do Nestor, porque não era a pessoa que a gente pensava que estava lá de costas, mas sim o irmão dele, o Lucas. Ver ele de costas tinha nos enganado, porque agora ficava claro que os dois irmãos se pareciam muito, ainda mais de costas. Agora tudo fazia sentido: o Alejandro estava transando com o Lucas no banheiro da escola, e não com o Nestor. Algo lógico, se a gente parasse pra pensar, porque não fazia sentido os dois terem vindo pro colégio pra foder — na verdade, o que tinha rolado é que o Alejandro tinha ido ver o Lucas.
Essa surpresa me fez perder o que estava acontecendo, até que o Ricky me deu um tapa no ombro e fez um sinal pra eu olhar. O Lucas nos encarava fixamente com uma cara de safadeza. enquanto acelerava o ritmo da putaria monstra que tava dando no Alejandro, até que na nossa frente e depois de uns segundos, Alejandro soltou uma gozada que, mesmo estando de quatro, acertou no peito dele por causa da pica enorme e toda curvada pra cima que ele tinha. Depois disso, caiu exausto, deitado pra frente, e o Lucas tirou a pica imponente do cu dele, sentou em cima das costas do Alejandro e acabou gozando no cabelo curto e loiro dele, sem parar de olhar pra gente com tesão. Quando terminou, pareceu sussurrar sem fazer barulho.
No dia seguinte, na aula, não prestei atenção em nada, na minha cabeça ainda tava aquela pica, aquela imagem que não me deixava concentrar… e foi como se o David adivinhasse o que eu tava pensando…
David – Aconteceu alguma coisa?
Eu – Hã? Não, nada… só que tô meio cansado.
David – Esses dois te deram tanto trabalho assim? – ele ri – Relaxa, cara, isso acontece nos primeiros dias, quando você não tá acostumado. (se ele soubesse…)
Eu – Bom, a ideia é voltar hoje, depois do treino… (quero sentir aquela vara entre meus dedos de novo)
David – Pô, cara, de novo? A gente nunca mais vai se ver fora da balada, entre as aulas, o treino e a academia… se você continuar assim, vou ter que arrumar outro parceiro.
Eu – Não exagera, você já tem o Nestor. Você se diverte pra caramba com ele e não param de conversar, aliás, do que vocês falam sempre?
David – Ele me fala muito das minas que ele já comeu e como ele faz e tal…
Eu – Ele é um mentiroso, e um filho da puta, essas coisas não se contam…
David – Bom, ele quer contar e eu gosto de ouvir… então não tem problema…
Eu – O que ele te conta?
David – Como todas ficam desesperadas pela pica dele… que falam que é enorme, que é uma delícia e tal – ele ri de novo – verdade que é normal, é super grande, você reparou? – ele fala com uma cara de safado…
Eu – Como não reparar, se é quase a única coisa que se vê nele…
(sino)
Eu – Bom, eu tenho Química agora, e você?
David – Eu tenho Economia, a gente se vê no treino, né?
Então a gente saiu da sala de Inglês e cada um foi pro seu lado. Enquanto eu ia pro laboratório de Química, passei um tempinho no banheiro. Lá, enquanto tava mijando, ouvi um barulho no banheiro ao lado, então cheguei perto da parede com o ouvido colado pra tentar ouvir melhor. Mas não… Não ouvi quase nada, só gemidos e um barulho parecido com sucção, mas nenhum nome. As duas pessoas que estavam lá estavam se divertindo, com certeza. De repente, o barulho parou e a porta do banheiro se abriu. Decidi abrir um pouco a minha para ver a porta do meu. O que vi pode não ser o que realmente era, mas me pareceu ver Nestor e Alejandro saindo do banheiro (vocês já conhecem o Alejandro, o garoto de quase 1,96m de altura, loiro, que treina no clube de natação). O problema é que nem Nestor nem Alejandro estudavam na minha escola; os dois já tinham terminado, ou pelo menos era o que eu pensava. Essa imagem estranha apagou parcialmente a da pica do Ricky. Era meio estranho que Alejandro e Nestor tivessem voltado pra antiga escola pra dar uma foda no banheiro, ou será que não é tão estranho assim? Fora isso, o dia passou mais ou menos tranquilo, e então chegou o treino da tarde do clube.
David e eu chegamos ao vestiário, que naquele momento oferecia um espetáculo radiante. Parecia que todos os nadadores tinham escolhido o mesmo vestiário pra se trocar. Lá estavam, conversando pelados, Luis, Ricky e Ramiro; Victor, sentado já de sunga; e, por último, Nestor e Alejandro, separados, conversando, mas ainda vestidos. Não consegui evitar tentar ouvir o que eles falavam, mas foi impossível por causa da bagunça que faziam e porque Ricky tinha se aproximado pra falar comigo, enquanto David se aproximava pra falar com Alejandro e Nestor.
Ricky — E aí, cara… o de ontem foi bem bom, né?
Eu — É… eu nunca tinha feito isso com um garoto…
Ricky — Se quiser, a gente se vê depois do treino ou…
Eu — Vale, no mesmo lugar de ontem?
Ricky — Acho que não. O Lucas, irmão do Nestor, e os amigos dele reservaram. Mas a gente pode ir pro circuito de águas… — disse meio envergonhado — Topa?
Eu — Ok, vale. Tem que… — quis perguntar, mas naquele momento Nestor, completamente pelado e com a sunga do Alejandro na mão, saiu correndo com Alejandro (também pelado) atrás dele. Nestor — Olha que pinto pequeno que o Alejandro tem! Hehe, é o único que o sunga não aperta, haha!
Alejandro — .- Com cara de poucos amigos — Nes… Essa manhã você não dizia o mesmo enquanto chupava minha rola, né? — (será que ele soltou isso assim, na lata, na frente de todo mundo, ou era só zoação?)
Nestor caiu na gargalhada e abriu a boca pra responder, mas naquele momento entrou no vestiário o grupo de natação de nível inferior ao nosso. No meio deles estava Lucas, o irmão do Nestor, igualzinho a ele, mas com cara mais de criança e um pouco mais magro.
Lucas — O que você tá fazendo correndo pelado, irmãozinho? — disse com um ar de superioridade — Não sabe que os pintos menores se guardam quando tem um maior por perto? — quase rindo — E além disso, não deve pegar coisas que não são suas. Anda, devolve.
Para o espanto de todos, Nestor obedeceu e foi entregar o negócio pro Alejandro.
Lucas — Seria bom que você mesmo colocasse nele, já que fez ele correr atrás.
E novamente ele fez. A cara do Alejandro também era um poema.
Lucas — Que não se repita, irmãozinho. Não esquece qual é a rola que manda. — disse tirando o sunga e mostrando a maior rola que eu já tinha visto até então, maior que a do Ricky. Apontou pra própria rola e falou — Não esquece que você deve lealdade à minha rola. Agora amadurece.
Todo mundo ficou chocado. Talvez não fosse a primeira vez que aquilo acontecia, e por isso ninguém quis tocar no assunto. O treino foi bom, fizemos alguns progressos — pra começar, o David não ficou em último — mas tudo num silêncio quase sepulcral. Eu esperava ansioso pelo fim do treino pra sair com o Ricky.
Quando estávamos voltando pro vestiário, já esperava ver o Nestor se trocando, e parecia que todo mundo também, pelos olhares que davam. Mas ficamos sem ver porque ele não tomou banho e saiu rapidão, antes de todo mundo.
Aos poucos os caras foram indo embora. Como de costume, o Ramiro foi pra academia. mas teve que voltar quando viu que os amigos e o Lucas estavam ocupando tudo.
David - Vamos embora?
Eu - Não, vou ficar um pouco na jacuzzi do clube que tá livre.
David - Vocês vão ficar? Então massa, vou ficar também.
E assim David, Ricky, Ramiro e eu fomos pro circuito de águas. Ficamos lá um tempão, deitamos nuns espreguiçadeiras de pedra submersas que tinham jatos d'água. Enquanto estávamos lá, chegaram Pau e Marta, os dois fisioterapeutas do clube.
Pau - Galera, hoje não temos ninguém, querem uma massagem?
Nós quatro olhamos animados pra ideia de ir tomar massagem, mas percebemos que só tinha dois fisioterapeutas...
Eu - Se vocês quiserem ir, Ramiro e você, David, podem ir, e aí a gente aproveita, eu e o Ricky, pra ir pra jacuzzi.
David - Pra mim tá de boa. E assim fizeram. Ricky e eu, com um sorriso de orelha a orelha, levantamos e fomos em direção à sala da jacuzzi. Passamos na frente da academia e do outro lado do vidro dava pra ver todas as máquinas ocupadas pelos colegas do Lucas, mais de um tava precisando de um favor... Seguimos pelo corredor até chegar na sala onde se abriam as 3 portas pra cada uma das jacuzzis, uma pra homens, uma pra mulheres e uma pra pessoas com deficiência. Fomos abrir a porta da dos homens quando ouvimos um gemido.
??? - Mmmm, ah sim, como você faz bem. Ricky e eu nos olhamos surpresos um pro outro. - Você sabe que eu gosto que os ovos batam no seu queixo.
Alejandro - Mas com isso na minha garganta eu posso morrer. - ouvimos, e depois algo como uma sugada. Surpresos, reconhecemos a voz do Alejandro, sabe, aquele loiro gostosão de 1,96 do time. Decidimos abrir a porta devagar, forçando o trinco com uma chave de casa. O que vimos fez nossos amiguinhos acordarem. Vimos o Nestor de costas com a sunga speedo do Alejandro na cabeça e, na frente dele, deitado com a boca no pau dele, vimos o Alejandro pelado com a bunda empinada, chupando que nem uma fera o pauzão enorme dele. Nestor. Ele chupava como se a vida dependesse daquilo, passava a língua pelo botão rosado da pica do Nestor. Tão concentrado na cena que nem vi o Ricky tirar a sunga e começar a bater uma do meu lado. Com uma mão na pica dele e outra na minha, porque eu deixava, a gente observava o Alejandro se virar e sentar em cima do Nestor, que aos poucos fazia movimentos rítmicos cada vez mais rápidos, enfiando a pica enorme no cu do Alejandro sem dificuldade nenhuma — já deviam ter feito aquilo várias vezes… E assim vieram mais posições: Alejandro de quatro, deitado de barriga pra cima, até que numa dessas eles se viraram, Alejandro de novo de quatro, olhando pra porta onde a gente estava. Rápido, a gente se escondeu pra não sermos vistos, mas acho que não nos viram, porque continuamos ouvindo os gemidos do Alejandro.
A gente decidiu dar uma última olhada sem soltar a pica um do outro, nossas rolas pulsando e já molhadas. O Ricky espiou primeiro e me chamou com empolgação pra fazer o mesmo. Será que era real ou meus olhos estavam enganando? A cena que vi me deixou de boca aberta: lá estava o Alejandro de olhos fechados, se lambendo de prazer enquanto gemia a cada estocada de… não do Nestor, porque não era a pessoa que a gente pensava que estava lá de costas, mas sim o irmão dele, o Lucas. Ver ele de costas tinha nos enganado, porque agora ficava claro que os dois irmãos se pareciam muito, ainda mais de costas. Agora tudo fazia sentido: o Alejandro estava transando com o Lucas no banheiro da escola, e não com o Nestor. Algo lógico, se a gente parasse pra pensar, porque não fazia sentido os dois terem vindo pro colégio pra foder — na verdade, o que tinha rolado é que o Alejandro tinha ido ver o Lucas.
Essa surpresa me fez perder o que estava acontecendo, até que o Ricky me deu um tapa no ombro e fez um sinal pra eu olhar. O Lucas nos encarava fixamente com uma cara de safadeza. enquanto acelerava o ritmo da putaria monstra que tava dando no Alejandro, até que na nossa frente e depois de uns segundos, Alejandro soltou uma gozada que, mesmo estando de quatro, acertou no peito dele por causa da pica enorme e toda curvada pra cima que ele tinha. Depois disso, caiu exausto, deitado pra frente, e o Lucas tirou a pica imponente do cu dele, sentou em cima das costas do Alejandro e acabou gozando no cabelo curto e loiro dele, sem parar de olhar pra gente com tesão. Quando terminou, pareceu sussurrar sem fazer barulho.
1 comentários - Historia que a mi como chica me gusta leer