Pra seguir, quero que os leitores mais ou menos da nossa idade se situem na época e na situação. Essa parada de entregar a própria mulher não passava pela cabeça de ninguém, e muito menos do Fernando, que até dava em cima da Laura no trabalho, mas era mais na zoeira do que sério. Se não tinha sinal contrário, o respeito por mulher casada era grande. Agora, ele tava na nossa cama com ela, quase chupando a pica dele, que já tava saindo do slip, e eu tirando o short dela. Era essa a cena.
A gente se enroscou em abraços e carícias, sem jeito, com desespero. Laura começou a chupar a pica dele, eu arranquei a calcinha dela e meti a língua na pussy dela. Fernando tava alucinando, meio sentado contra a cabeceira da cama, quase sem acreditar no que tava rolando. Ele tirou o slip e a gente viu a pica dele em todo o esplendor — um pedaço de carne impressionante. Com razão ele fazia tanto sucesso com as gostosas, o filho da puta era bem dotado. A Laura tinha virado a chave, não era mais ela mesma, tinha se transformado de novo. Queria tudo, chupava com devoção, subiu e começou a beijar ele. Adorava a pegação, a pussy peluda e molhada dela se esfregando no pauzão. Já queria ele, meteu de uma vez. Ver aquela buceta tão aberta e esticada era um espetáculo à parte. Ela abriu bem as pernas e cavalgava sem controle, sem conseguir enfiar tudo. Na loucura, minha língua roçava a pussy com a pica dentro. Não foram mais que cinco minutos de luxúria e paixão. Com certeza foi a situação, mas o Fernando não aguentou muito. Tirou a pica de repente e gozou litros de porra nas costas da Laura. Algumas gotas me pegaram também, e eu gozei sem nem ter metido.
Os três deitados na cama, agora sim todos pelados. A Laura tava só começando, queria mais. Descansamos uns minutos, sem nem nos limpar. Ela se abaixou, colocou a bunda pra cima e começou a chupar minha pica meio dura, ainda molhada de porra. Não Demoro muito pra deixar ela dura de novo. Ele se levantou, puxou ela pra cima, tirou da cama e começaram um show de carícias e chupões. Pareciam dois apaixonados desesperados. Eu, deitado na cama, comecei uma nova punheta, com aquele mesmo sentimento de ódio- tesão. Eles se beijando, se esfregando, de repente ele virou ela. Laura se apoiou na cama, e ele meteu por trás. De novo os olhinhos virados que eu já conhecia. Ela delirou e gritou, ele tava metendo fundo, fazendo ela sentir tudo. Nunca tinha sentido algo daquele tamanho, ficava doidinha, e me falava baixinho:
— Tô ficando louca
— Cê gosta, meu amor?
— Dói, mas eu gosto, ahhhh, que pica grande
— Pois é, tem o dobro da minha, mas cê gosta, né?
— Sim, siiiiiiiiiiiim, ahhhhhhhhhh
Era um show de gritos, suspiros, a gente tava gozando como nunca. O que rolou com Carlos tinha sido diferente, quase algo entre eles, que eu nem participei direito. Isso aqui era dos dois. A partir daquele momento, eu e Laura viramos cúmplices de verdade.
Ele comeu ela de todas as formas possíveis. Essa foda ele fez durar, mais de meia hora metendo. Gozou de novo, mas dessa vez encheu a buceta dela de porra. Eu meti só um pouquinho e gozei igual um cavalo. Ficamos largados, tudo misturado, pernas e mãos se cruzando. Laura foi tomar banho, depois Fernando, e depois eu. Quando voltei, já estavam dormindo abraçados. Deitei de lado, tentando não acordar eles, e dormi.
Acordei de madrugada, estiquei a mão e não estavam. Saí e ouvi eles no quarto ao lado. Fernando por cima, com as pernas lindas da Laura nos ombros, metendo a pica fundo, mas não entrava toda. Ela suspirando com os olhinhos virados. Não perceberam que eu tava batendo uma na porta. Gozei e eles continuavam. O sono tava me vencendo, deixei ela aproveitar e voltei pra cama. Acordei de novo já de dia, olhei o relógio: 9 da manhã. Eu tinha dormido. Eu entrava às 10, eles às 11h45. Continuei sozinho na cama, fui até o quarto e encontrei os dois transando como se fosse a primeira vez naquela noite. Deixei eles, fui lavar o rosto, me troquei rapidinho, voltei, cumprimentei, dei um beijinho na Laura, claro. Dava pra ver na cara dela que quase não tinha dormido a noite inteira.
— Tchau, meu amor, continua aproveitando, olha que já são 9h30.
Fui embora e deixei os dois transando feito dois apaixonados..............
continua.............
A gente se enroscou em abraços e carícias, sem jeito, com desespero. Laura começou a chupar a pica dele, eu arranquei a calcinha dela e meti a língua na pussy dela. Fernando tava alucinando, meio sentado contra a cabeceira da cama, quase sem acreditar no que tava rolando. Ele tirou o slip e a gente viu a pica dele em todo o esplendor — um pedaço de carne impressionante. Com razão ele fazia tanto sucesso com as gostosas, o filho da puta era bem dotado. A Laura tinha virado a chave, não era mais ela mesma, tinha se transformado de novo. Queria tudo, chupava com devoção, subiu e começou a beijar ele. Adorava a pegação, a pussy peluda e molhada dela se esfregando no pauzão. Já queria ele, meteu de uma vez. Ver aquela buceta tão aberta e esticada era um espetáculo à parte. Ela abriu bem as pernas e cavalgava sem controle, sem conseguir enfiar tudo. Na loucura, minha língua roçava a pussy com a pica dentro. Não foram mais que cinco minutos de luxúria e paixão. Com certeza foi a situação, mas o Fernando não aguentou muito. Tirou a pica de repente e gozou litros de porra nas costas da Laura. Algumas gotas me pegaram também, e eu gozei sem nem ter metido.
Os três deitados na cama, agora sim todos pelados. A Laura tava só começando, queria mais. Descansamos uns minutos, sem nem nos limpar. Ela se abaixou, colocou a bunda pra cima e começou a chupar minha pica meio dura, ainda molhada de porra. Não Demoro muito pra deixar ela dura de novo. Ele se levantou, puxou ela pra cima, tirou da cama e começaram um show de carícias e chupões. Pareciam dois apaixonados desesperados. Eu, deitado na cama, comecei uma nova punheta, com aquele mesmo sentimento de ódio- tesão. Eles se beijando, se esfregando, de repente ele virou ela. Laura se apoiou na cama, e ele meteu por trás. De novo os olhinhos virados que eu já conhecia. Ela delirou e gritou, ele tava metendo fundo, fazendo ela sentir tudo. Nunca tinha sentido algo daquele tamanho, ficava doidinha, e me falava baixinho:
— Tô ficando louca
— Cê gosta, meu amor?
— Dói, mas eu gosto, ahhhh, que pica grande
— Pois é, tem o dobro da minha, mas cê gosta, né?
— Sim, siiiiiiiiiiiim, ahhhhhhhhhh
Era um show de gritos, suspiros, a gente tava gozando como nunca. O que rolou com Carlos tinha sido diferente, quase algo entre eles, que eu nem participei direito. Isso aqui era dos dois. A partir daquele momento, eu e Laura viramos cúmplices de verdade.
Ele comeu ela de todas as formas possíveis. Essa foda ele fez durar, mais de meia hora metendo. Gozou de novo, mas dessa vez encheu a buceta dela de porra. Eu meti só um pouquinho e gozei igual um cavalo. Ficamos largados, tudo misturado, pernas e mãos se cruzando. Laura foi tomar banho, depois Fernando, e depois eu. Quando voltei, já estavam dormindo abraçados. Deitei de lado, tentando não acordar eles, e dormi.
Acordei de madrugada, estiquei a mão e não estavam. Saí e ouvi eles no quarto ao lado. Fernando por cima, com as pernas lindas da Laura nos ombros, metendo a pica fundo, mas não entrava toda. Ela suspirando com os olhinhos virados. Não perceberam que eu tava batendo uma na porta. Gozei e eles continuavam. O sono tava me vencendo, deixei ela aproveitar e voltei pra cama. Acordei de novo já de dia, olhei o relógio: 9 da manhã. Eu tinha dormido. Eu entrava às 10, eles às 11h45. Continuei sozinho na cama, fui até o quarto e encontrei os dois transando como se fosse a primeira vez naquela noite. Deixei eles, fui lavar o rosto, me troquei rapidinho, voltei, cumprimentei, dei um beijinho na Laura, claro. Dava pra ver na cara dela que quase não tinha dormido a noite inteira.
— Tchau, meu amor, continua aproveitando, olha que já são 9h30.
Fui embora e deixei os dois transando feito dois apaixonados..............
continua.............
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