Relatos eróticos - Minha prima grávida
Naquele dia cheguei da escola e me deparei com a surpresa da minha prima Letícia em casa. Ela tinha pedido abrigo pros meus pais, porque os pais dela tinham botado ela pra fora de casa, já que ela não conseguiu mais esconder a barriga de quase 6 meses de gravidez. Aos 18 anos, ela tinha se entregado pro namorado, que largou ela sozinha com o pacotão. Ela tava sentada no sofá, chorando sem parar. Meus pais me contaram o problema e pediram pra eu deixar eles a sós por um momento. Fiz isso, mas me escondi perto pra ouvir o que diziam. Falaram que iam ajudar ela até o bebê nascer, enquanto conversariam com meu tio, que na verdade era o problema. Também ouvi a Leti dizer que a mãe dela tinha apoiado ela.
Depois de um tempo, minha mãe instalou ela num quarto do lado do meu. Durante uns dias, tudo foi normal, mas foi num sábado que meus pais tinham saído que a Leti me chamou. Ela disse: "Mario, vem me ajudar, por favor." Perguntei o que foi, e ela falou: "Sabe, é que minhas costas tão doendo um pouco. Você podia dar uma massagenzinha?" Ela sentou na beira da cama, eu me ajoelhei atrás dela e comecei a massagear os ombros. Ela pediu: "Massageia a parte de baixo das costas, por favor." Fiz isso, mas tava meio desconfortável. Percebendo isso, ela se levantou e mandou eu sentar na cama. Sem nenhum pudor, tirou a camiseta que tava usando e comecei a massagear as costas dela. Fiquei nisso por um tempo, até que num impulso, puxei um pouco a calça e a calcinha dela, deixando à mostra um pedaço da rachadura da bunda dela. Ela não disse nada. Eu já não tava só massageando as costas, mas também parte da bunda dela. Me atrevi a mais e enfiei um dedo na fenda dela. Ela estremeceu e perguntou: "O que você tá fazendo?" Virou e me empurrou. Envergonhado, pedi desculpas e saí do quarto dela.
No jantar, só pensava no que ia falar pros meus pais, além de como podia uma garota naquele estado me excitar. Ela só ficava me olhando e começou: "Sabe, tia, o que aconteceu comigo à tarde..." Eu queria que a terra me engolisse, filha da puta. Levantei e pedi licença pra sair. "Espera... Ela disse: "Quero contar pra eles o que você fez à tarde." Eu já tava morrendo de medo. Minha mãe me encarou e perguntou: "O que você fez, filho?" "Nada", respondi. "Claro que sim", disse Letícia. "Meu primo, tão bonzinho, me deu uma massagem porque eu tava com uma dor nas costas que não aguentava. Que lindo, meu filho." Eu respirei aliviado. Quando tava arrumando a mesa, ela chegou por trás e falou: "Sabe, antes de dormir, você vai no meu quarto me dar outra massagem, que minhas costas ainda tão doendo, sim, primo."
Lá pelas 11, bati na porta dela. "Entra", ouvi. Entrei bem devagar. Ela disse: "Sabe, o que você fez hoje não foi certo, mas não quis dar um desgosto pros seus pais, pelo bem que eles sempre me fizeram." Pedi desculpa e prometi que não faria de novo. "Não", ela respondeu. "Uma coisa é não contar pros meus tios, outra bem diferente é o que você vai fazer daqui pra frente pra eles não descobrirem." Quem não entendeu fui eu. "Olha", ela disse, apontando pra barriga já crescida, "por que você acha que isso aconteceu comigo?" "Sei lá", falei. "Por tar tarada." E a verdade é que desde a tarde, depois daquilo, fiquei super tarado. E como foi você quem fez, quero que você tire isso de mim. Eu disse: "Pensei que mulher no seu estado não gostasse de sexo." "Pra você ver que sempre se aprende algo novo", respondeu. "Só quero que você chupe minha buceta. E se fizer bem feito, posso pagar com o mesmo favor. Claro, além de continuar calando nosso segredo."
Ela sentou na cama. Até aquele momento, notei que só tava de roupão. Abriu as pernas o máximo que conseguiu. Tava incrível, deitada, com a barriguinha aparecendo. "Vem, chupa aqui", disse. Me aproximei, passei a língua pra provar o gosto. Era amargo, mas continuei. Depois de algumas lambidas, peguei o gosto. Passava a mão na barriga dela enquanto lambia a rachinha raspada. Que gostosa! Ela gemia sem parar: "Isso, continua assim." Enfiei a língua dentro dela, fazendo ela gozar gostoso. As pernas tremiam, a respiração ficava ofegante. Toquei com meu... dedo e um orgasmo ainda mais forte veio, fazendo ela mijar ali no chão. Eu não quis desperdiçar, tirei meu pau que já tava durasso, coloquei na entrada dela e, sem deixar ela descansar, meti tudo, fazendo ela gemer mais forte. Três estocadas bastaram pra provocar outra gozada nela. Depois de um tempo, ela falou: "espera". Pediu pra eu sair e deitar. Fiz isso. Ela chupou meu pau por um tempo, que sensação. Enfiava tudo na boca e, quando tirava, brincava com a língua na minha cabeça. Que gostoso. Os olhos dela fixos nos meus. Ela parou, sentou no meu pau e foi descendo devagar até ter tudo dentro. Começou a se mexer em círculos e, além disso, com a buceta dela, parecia que apertava meu pau. Que gostoso. A barriga dela não era impedimento nenhum pra transar. Eu agarrava os peitões dela, apertava os bicos grandes como tampas de Nescafé. Ficou assim até que veio mais um orgasmo descomunal nela. As contrações da buceta dela fizeram eu gozar, enchendo tudo por dentro. Agora sim, descansamos os dois. Apoiei minha cabeça na barriga dela. Ela me deixou extasiado. Ela disse: "obrigada, já tava precisando de uma boa sessão de sexo. Vê até quando dá. Quer continuar fazendo isso?" Eu falei: "Leti, isso nem se pergunta." "Tá bom, amanhã te espero no mesmo horário." Falei: "Ei, não acha que meus pais vão desconfiar?" "Olha, a gente não vai fazer com muita frequência pra não levantar suspeitas." "Ok, tá bom." Nos beijamos e eu saí do quarto dela.
Pensando que eu poderia continuar comendo minha prima mesmo depois do nascimento. Isso era o que todo garoto da minha idade sempre sonha, e eu tinha realizado. Que sorte.
Depois de um tempo, minha mãe instalou ela num quarto do lado do meu. Durante uns dias, tudo foi normal, mas foi num sábado que meus pais tinham saído que a Leti me chamou. Ela disse: "Mario, vem me ajudar, por favor." Perguntei o que foi, e ela falou: "Sabe, é que minhas costas tão doendo um pouco. Você podia dar uma massagenzinha?" Ela sentou na beira da cama, eu me ajoelhei atrás dela e comecei a massagear os ombros. Ela pediu: "Massageia a parte de baixo das costas, por favor." Fiz isso, mas tava meio desconfortável. Percebendo isso, ela se levantou e mandou eu sentar na cama. Sem nenhum pudor, tirou a camiseta que tava usando e comecei a massagear as costas dela. Fiquei nisso por um tempo, até que num impulso, puxei um pouco a calça e a calcinha dela, deixando à mostra um pedaço da rachadura da bunda dela. Ela não disse nada. Eu já não tava só massageando as costas, mas também parte da bunda dela. Me atrevi a mais e enfiei um dedo na fenda dela. Ela estremeceu e perguntou: "O que você tá fazendo?" Virou e me empurrou. Envergonhado, pedi desculpas e saí do quarto dela.
No jantar, só pensava no que ia falar pros meus pais, além de como podia uma garota naquele estado me excitar. Ela só ficava me olhando e começou: "Sabe, tia, o que aconteceu comigo à tarde..." Eu queria que a terra me engolisse, filha da puta. Levantei e pedi licença pra sair. "Espera... Ela disse: "Quero contar pra eles o que você fez à tarde." Eu já tava morrendo de medo. Minha mãe me encarou e perguntou: "O que você fez, filho?" "Nada", respondi. "Claro que sim", disse Letícia. "Meu primo, tão bonzinho, me deu uma massagem porque eu tava com uma dor nas costas que não aguentava. Que lindo, meu filho." Eu respirei aliviado. Quando tava arrumando a mesa, ela chegou por trás e falou: "Sabe, antes de dormir, você vai no meu quarto me dar outra massagem, que minhas costas ainda tão doendo, sim, primo."
Lá pelas 11, bati na porta dela. "Entra", ouvi. Entrei bem devagar. Ela disse: "Sabe, o que você fez hoje não foi certo, mas não quis dar um desgosto pros seus pais, pelo bem que eles sempre me fizeram." Pedi desculpa e prometi que não faria de novo. "Não", ela respondeu. "Uma coisa é não contar pros meus tios, outra bem diferente é o que você vai fazer daqui pra frente pra eles não descobrirem." Quem não entendeu fui eu. "Olha", ela disse, apontando pra barriga já crescida, "por que você acha que isso aconteceu comigo?" "Sei lá", falei. "Por tar tarada." E a verdade é que desde a tarde, depois daquilo, fiquei super tarado. E como foi você quem fez, quero que você tire isso de mim. Eu disse: "Pensei que mulher no seu estado não gostasse de sexo." "Pra você ver que sempre se aprende algo novo", respondeu. "Só quero que você chupe minha buceta. E se fizer bem feito, posso pagar com o mesmo favor. Claro, além de continuar calando nosso segredo."
Ela sentou na cama. Até aquele momento, notei que só tava de roupão. Abriu as pernas o máximo que conseguiu. Tava incrível, deitada, com a barriguinha aparecendo. "Vem, chupa aqui", disse. Me aproximei, passei a língua pra provar o gosto. Era amargo, mas continuei. Depois de algumas lambidas, peguei o gosto. Passava a mão na barriga dela enquanto lambia a rachinha raspada. Que gostosa! Ela gemia sem parar: "Isso, continua assim." Enfiei a língua dentro dela, fazendo ela gozar gostoso. As pernas tremiam, a respiração ficava ofegante. Toquei com meu... dedo e um orgasmo ainda mais forte veio, fazendo ela mijar ali no chão. Eu não quis desperdiçar, tirei meu pau que já tava durasso, coloquei na entrada dela e, sem deixar ela descansar, meti tudo, fazendo ela gemer mais forte. Três estocadas bastaram pra provocar outra gozada nela. Depois de um tempo, ela falou: "espera". Pediu pra eu sair e deitar. Fiz isso. Ela chupou meu pau por um tempo, que sensação. Enfiava tudo na boca e, quando tirava, brincava com a língua na minha cabeça. Que gostoso. Os olhos dela fixos nos meus. Ela parou, sentou no meu pau e foi descendo devagar até ter tudo dentro. Começou a se mexer em círculos e, além disso, com a buceta dela, parecia que apertava meu pau. Que gostoso. A barriga dela não era impedimento nenhum pra transar. Eu agarrava os peitões dela, apertava os bicos grandes como tampas de Nescafé. Ficou assim até que veio mais um orgasmo descomunal nela. As contrações da buceta dela fizeram eu gozar, enchendo tudo por dentro. Agora sim, descansamos os dois. Apoiei minha cabeça na barriga dela. Ela me deixou extasiado. Ela disse: "obrigada, já tava precisando de uma boa sessão de sexo. Vê até quando dá. Quer continuar fazendo isso?" Eu falei: "Leti, isso nem se pergunta." "Tá bom, amanhã te espero no mesmo horário." Falei: "Ei, não acha que meus pais vão desconfiar?" "Olha, a gente não vai fazer com muita frequência pra não levantar suspeitas." "Ok, tá bom." Nos beijamos e eu saí do quarto dela.
Pensando que eu poderia continuar comendo minha prima mesmo depois do nascimento. Isso era o que todo garoto da minha idade sempre sonha, e eu tinha realizado. Que sorte.
7 comentários - Relatos eroticos - Mi prima embarazada
buen post
gravias por compartir
pasate por mis post
tengo unos relatos uffff