gay tras mi rompimiento

Olá, este é meu primeiro post, é algo real que vou contar pra vocês, espero que gostem. É sobre como, depois de um término, eu virei gay. Essa é só a primeira parte de muitas coisas que aconteceram nesses últimos 6 anos, mas foi aí que tudo começou. Apto para pessoas sensíveis.

Importante: os nomes foram alterados, exceto o meu.

Isso começou quando eu tinha 12 anos, no ensino fundamental. Agora tenho 18. Naquela época, eu tinha uma namorada muito gata, com um corpo incrível, enfim. Eu saía com ela sempre que dava, toda tarde a gente ia ver um filme, tomar um sorvete, conviver com alguma das nossas famílias ou simplesmente se perder por aí. Na escola não era assim, por causa da política da escola com relação a namoros e essas coisas. Era como se fôssemos só amigos, porque nem ela nem eu queríamos "problemas" na escola, especialmente ela por causa dos pais dela.

((Vou cortar o que aconteceu com ela e começar direto, senão isso vai ficar muito longo))

Apesar de estar com ela, eu me sentia estranho perto de outro garoto, mas dizia pra mim mesmo que era porque ainda não os conhecia direito.

Na escola, formamos um grupo: minha namorada, a amiga dela (Jisel) e meus dois grandes amigos (José e Carlos). (O Carlos tá afim da Jisel, mas nunca teve coragem de chegar nela.) Em toda tarefa que a gente tinha como grupo, íamos pra minha casa porque é grande. Desde que começou o ensino fundamental, tudo começou. Quase sempre eu ia com minha namorada pro meu quarto (não é o que vocês tão pensando), mas comecei a notar que o José ultimamente ficava nos observando muito, algo que me fez sentir muito estranho. Eles três ficavam lá embaixo, e o José dava um jeito de deixá-los sozinhos. Eu achava que ele ia pra cozinha ou pra algum outro cômodo.

Chegaram as férias, minha família saiu de viagem, mas eu decidi ficar. Uma tarde, fomos na casa da minha namorada ver um filme (o grupo todo). Vimos "Freddy vs. Jason". No meio do filme, decidi ir buscar mais lanche, pipoca e refri, então fui pra cozinha. Minha namorada quis ficar vendo o filme, e o José disse:

— Te ajudo.

Eu não sabia por quê. isso me emocionava; na cozinha começamos a preparar tudo para levar com os outros e ele me perguntou:
—Por que você sai com a Jesica?
(não é o nome verdadeiro da minha namorada, na verdade ex)
—E eu falei dos atributos dela e tal, ele disse:
—Eu não vejo nada de especial nela, parece muito comum.
Algo que me incomodou, mas não entendi bem o que ele quis dizer, mas não dei importância porque ele sempre brincava. Eu disse:
—É porque você não conhece ela.
Aí ele perguntou:
—Você acha que isso dura muito?
(Notei algo estranho nesse tipo de pergunta, pois não pensei que ele se importasse, mas fiz de conta que nada) eu disse:
—É o que a gente espera, que dure para sempre.
Ele disse:
—“Eu duvido.”
Com um tom de raiva, cheguei a pensar que ele gostava da Jesica.
No resto do filme, ele olhava muito para a Jesica e, ao mesmo tempo, para mim também. Eu me sentia estranho por ele estar me observando, mas ainda mais por ele olhar para ela. Ele tinha percebido que eu também estava observando e tentou disfarçar; quando o filme terminou, a Jisel disse que tinha que ir e eu sussurrei para o Carlos:
—Acompanha ela.
—Boa ideia.
E eles foram, ficamos nós três. Aí o telefone tocou e ela atendeu (eram os pais dela), enquanto ela falava com os pais, nós começamos a limpar e lavar o que sujamos. Aí aproveitei para perguntar a ele o que ele quis dizer com duvidar que o nosso durasse para sempre. Ele respondeu:
—Ah, muitas coisas acontecem e mais as inesperadas.
—A que você se refere?
—A... nada, esquece. Eu e minhas loucuras.
Então decidi não perguntar mais. Depois, por curiosidade, perguntei:
—Você tem namorada?
—Não, acho que você já sabe disso.
Sim, eu sabia, mas queria confirmar e fiz outra pergunta:
—Quantas namoradas você já teve?
Ele me olhou como se tivesse tirado ele do sério por perguntar isso:
—Nenhuma, por quê?
É meio estranho porque ele é muito bonito, então eu realmente queria saber por quê.
—Por que não?
—Por que não.
—Por quê?
—Você faz perguntas demais.
—Desculpa, não pensei que fosse te incomodar.
—Não, o que acontece é que... por que tanto interesse?
—Só... curiosidade; acontece que perguntei:
— Percebi que ultimamente você tem nos observado muito, por que será?
— É só que não me parece que vocês combinem.

Intrigado, perguntei:
— Por quê??
— Ela parece gostar mais de caras mais tranquilos ou diferentes.
— Você gosta dela?
— Não, como é que é? É só minha opinião.
— Então se eu não sirvo pra ela, pra quem eu sirvo? — perguntei meio irritado.
— Pra uma pessoa bem diferente, que te dê valor, te aprecie ou te queira de verdade.

Ela estava se insinuando, mas o que ela disse só me fez falar:
— O que você sabe sobre ela que não tá me contando?
— Não queria te contar, mas eu vi ela com outro cara, eles estão saindo há uma semana.
— Tem certeza? — perguntei.
— Sim, se não acredita, olha essas fotos.

Ela tinha várias fotos dela com um cara, até uma deles se beijando. Fiquei paralisado e ela disse:
— Você tá bem?
— O que te faz pensar que eu tô bem?

Saí dali pra falar com ela, e ela me segurou pelo ombro e disse:
— Não fala que fui eu quem te contou, e resolve isso.
— Não disse nada, só sai de lá.

Me aproximei devagar dela e percebi que ela tinha demorado muito falando com os pais, mas quando cheguei perto, vi que estava falando romanticamente com alguém. Fui chegando cada vez mais perto e ouvi ela dizer:
— Tenho que desligar, não quero que o David descubra sobre a gente.

Eu disse:
— Descobrir o quê?

Assustada, ela desligou o telefone e falou:
— Não é nada, só um assunto com meus pais.
— Tem certeza que são seus pais? — e mostrei as fotos.
— Quem tirou essas fotos?

Não queria dizer que foi o José.
— Por quê? — perguntei com lágrimas nos olhos.
— Me desculpa, eu não queria, mas não sabia como te contar.

Típico.
— Desde quando?
— Há mais de 2 meses.
— Como você podia ficar comigo e sair com ele?
— Sinto muito, eu gosto de você, mas ele me faz sentir diferente e eu sempre gostei dele.
— Então você nunca gostou de mim? E por que aceitou ser minha namorada?
— Foi porque ele começou a sair com outra pessoa, e isso me irritou, por isso comecei a sair com você. com você
Saber disso me fez chorar e eu saí de lá, e ela só disse:
— Espero que um dia você encontre alguém que te faça esquecer isso e sinto muito
Eu simplesmente fui embora e José, ao ver que eu saí, me seguiu por um quarteirão, me alcançou e disse:
— Isso é difícil, mas você vai ficar bem
Eu só estava chorando e o abracei. Ele me fez sentir melhor, seguro, mas ao mesmo tempo estranho. Fiquei abraçado com ele por um bom tempo. Enquanto me abraçava, ele também fazia pequenas carícias, dizendo que tudo ia melhorar, e eu perguntei:
— Por quê?
— As pessoas não valorizam os outros até que algo aconteça, mas há outras pessoas que vão te valorizar e te amar de verdade
Virei para olhá-lo porque suas palavras me fizeram sentir bem — talvez tenha sido o abraço ou ele — e lentamente dei um beijo. Não disse nem fiz nada. O beijo não me fez pensar em mais nada, eu tinha gostado. Me senti tão bem que não me importei que ele fosse um cara, mas depois pensei: "O que estou fazendo?" Empurrei ele e saí correndo, porque além de me sentir confuso, eu tinha gostado.
Cheguei em casa, subi para tomar banho e, enquanto me banhava, lembrei do beijo com José e do quão estranho foi, mas só pensava em quando ele me beijou. Depois percebi que estava excitado. Só coloquei a cueca e me deitei, e nem me lembrava mais do que aconteceu com Jessica — só pensava no beijo e no porquê aquilo aconteceu.

No dia seguinte, meus pais falaram comigo para saber como eu estava e, obviamente, não contei nada, só disse que estava bem.

Naquela mesma tarde, José chegou na minha casa. Abri a porta e ele quis saber o que tinha acontecido com Jessica, então eu disse:
— Ela aparentemente só estava comigo por despeito do atual "namorado" dela. Isso me destruiu e eu não sabia o que fazer ou dizer, só comecei a chorar e fui embora, pensando que pelo menos ela me impediria ou diria algo, mas a única coisa que ela disse foi: "Espero que um dia você encontre alguém que te faça esquecer isso e sinto muito". Isso me fez sentir ainda pior. Não soube o que dizer, então decidi ir embora sem falar nada. Naquele instante, quando eu... contei isso e comecei a chorar, mas de forma mais disfarçada. Disse a ele que não queria mais falar sobre aquilo (pois já nem me lembrava direito, só tinha algo na minha mente). Perguntei secamente:
— Por que você me beijou?
— Senti que devia fazer isso, e ao te ver assim foi a única coisa que pensei em fazer e fiz. E é sobre isso que também queria falar com você.
— Então fala.

— Bom, veja bem... Desde que te conheci no grupo, há um tempo, eu gostei de você, e muito. Sempre quis que você soubesse, mas como você saía com a Jessica, não disse nada. A única coisa que podia fazer era observar de longe e depois ser seu amigo para te conhecer melhor. Nesse pequeno tempo que pude te conhecer, percebi que você é um cara legal, muito especial, e isso me fez me apaixonar ainda mais por você. ((Enquanto me dizia isso, ele se aproximava cada vez mais)) Quanto mais o tempo passava, mais difícil ficava segurar isso, mas eu calava porque não sabia como expressar por você. Além disso, não queria fazer isso porque não sabia como você reagiria ou o que diria, mas já não importa mais, eu tinha que falar.

Estávamos frente a frente, nossos lábios quase se tocando. Essas palavras me fizeram me sentir especial — ou era porque o negócio da Jessica me afetou tanto que deu uma vontade de beijá-lo. Com nossos lábios quase se encontrando, eu só me aproximei mais e nos beijamos. Mas estava meio confuso, mesmo assim me deixei levar pelo momento e continuamos nos beixando. Enquanto isso, minha mente pensava se eu era gay ou bissexual, já que estava gostando. Minha cabeça estava uma bagunça. Ele percebeu e perguntou o que estava acontecendo, ao que respondi:
— Essa situação é meio complicada, porque acabou de acontecer aquilo com a Jessica e agora isso... Mas eu também gosto de você há um tempo. Quando você falava comigo ou quando a gente convivia com todo mundo, você me fazia me sentir diferente, mas pensei que não era por isso. Além do mais, eu saía com a Jessica, então não dei muita importância. Mas agora é diferente.
Ele disse:
— Você não acha que já é muita conversa?

E começamos a nos beijar. Foi algo muito gostoso, diferente, mas ao mesmo tempo estranho, porque para mim era uma... experiência totalmente diferente; subimos pro meu quarto (aproveitando que não tinha ninguém) ele começou a tirar minha camisa e eu a dele, e quando percebi ele tava tirando minha calça (não sei porque o plural) aí parei ele e falei:
--não tô certo disso, acho que não é certo
--tem coisa pior (ele disse)
Quando percebi a gente já tava de cueca na minha cama, ele lentamente foi tirando a minha e com sua boquinha linda começou a me chupar, era tão bom sentir a língua dele roçando, foi tão gostoso que acho que ele já tinha feito isso antes, agora toda vez que lembro fico excitado, aí ele disse
--quer experimentar?
No começo achei meio nojento, mas aí ele colocou na minha boca (ele é grande) devagarzinho fui colocando na boca, meio nojento, e falei que depois eu tentava isso, aí ele virou de costas e quis que eu enfiasse, então lentamente comecei a meter no cuzinho apertado dele, foi tão fácil que me fez pensar que já tinham afrouxado antes (porque eu não sou pequeno), devagar e muito excitante, o gemido dele me excitava ainda mais, aí ele falou:
--quero que você goze na minha cara
Isso me deixou confuso, mas aceitei, depois de um tempo metendo por trás, virei ele e ele começou a chupar de novo, tão gostoso que logo gozei na boca dele, ele só me olhava e sorria; depois de tanta excitação também senti um pouco de vergonha, aí ele levantou e me deu um beijo com um pouco de sêmen nos lábios, não senti mais nojo, pelo contrário, me excitou ainda mais, acho que era porque era algo totalmente novo e o fato de eu gostar dele.
Enquanto beijava, comecei a descer devagar, passando pelo pescoço, peito e abdômen bem definido (ele tem um corpão) e lentamente até chegar no pau grande e ereto dele, depois do beijo, colocar na boca já foi diferente, sentir na minha boca todo venoso e quente me fez chupar mais e mais forte, depois de um tempo ele disse
--a gente não quer terminar aqui, né? (ele falou)
--não sei (respondi)
Fomos pro banho tomar banho, enquanto a gente... A gente se beijava e se acariciava, ele me virou e nas minhas bundinhas eu senti ele grande e fiquei com um pouco de medo, porque nunca tinha feito (na verdade era virgem). Ele começou a meter por trás devagar, mas doía ao mesmo tempo. Pedi pra ele tirar porque estava doendo muito, mas ele não tirou, só parou. Virou meu corpo pela metade e me beijou. Ficar naquela posição e se beijar enquanto a água caía foi algo tão incrível que, depois, ele tentou meter de novo devagar. Eu só sentia muita dor, mas com o beijo nem percebi que ele já tinha enfiado tudo. A dor foi sumindo devagar e comecei a sentir um prazer enorme, combinado com o beijo e a água, que fez eu ficar dura de novo. Aí ele ainda botou a mão pra me masturbar. O prazer era tanto que a gente gemeu junto, e isso me excitou ainda mais. Depois, senti ele me encher por dentro enquanto eu gozava na mão dele. Depois disso, tomamos um bom banho e trocamos beijos. Aí ele foi pra casa porque não deixaram ele dormir na minha (isso teria sido bom). Na despedida, ele me deu mais um beijo e disse:
— Isso é só o começo.
— Espero que sim.

Dias depois, a gente se viu de novo, mas não aconteceu nada porque meus pais já tinham voltado. Ficamos só no meu quarto jogando Xbox e nos beijando, porque meus pais estavam por perto.

Voltei pra escola e encontrei a Jessica. Ela me perguntou como eu estava e eu disse:
— Já encontrei aquela pessoa que me faz feliz (e muito mais) e, mais que tudo, me ama.
— Quem é?
— Um dia espero que todos saibam.
— Por quê?
— Desculpa, é parte do meu segredo.

Ficamos como “amigos”, mas não gostei do namorado dela. Ele era arrogante e meio grosso (mas na verdade…). Isso fica pra próxima história. Espero que tenham gostado. Se gostaram, vou contar o que eu fazia com o José na escola ou quando ninguém via, e o que aconteceu depois.

11 comentários - gay tras mi rompimiento

MOXO 😃 😃 😃 😃 😃 😉 ME HISISTE EXITARME Y ALEGRARME
Gaybb
Estuvo de 10 tu historia
quiero ver las fotos del cole '' que hicieron ahi picarones 🤤 ''
muy muy buena historia 🙂 esta como para hacer un corto. de echo no es mala idea conosco a un grupo de actores y si estarin muy interesados te gustaria que se hiciera ?? te dejo mi correo nicovi_8@hotmail.com