Sonâmbula 2 (Final)

Sonâmbula 2Final

Uma coisa que eu não esperava era que meus pais notassem minha mudança repentina de atitude com minha irmã. E é que devo admitir que desde então comecei a olhar pra ela diferente, a agir diferente e, com certeza, a me sentir diferente.

Tive que dizer pros meus pais que Karen e eu fizemos um pacto pra tentar nos dar melhor. Que já estávamos cansados de brigar e discutir o tempo todo. Que não éramos mais crianças e queríamos começar a amadurecer.

Meus pais pareceram aceitar de boa. Na verdade, nos parabenizaram pela conquista… (Se ao menos soubessem o quanto amadurecemos juntos, como minha irmã virou uma mulherzinha, tenho certeza de que não nos parabenizariam).

A sexta-feira chegou num piscar de olhos e Karen mencionou que Diana viria dormir.

— Você prometeu que ia afastar ela da sua vida… — falei, sentindo a necessidade de tirar a Diana da vida da minha irmã, por causa do ciúme que começava a sentir só de imaginar quais eram as intenções da Diana e do pai dela.

— Preciso falar com ela… não posso acabar uma relação de tanto tempo do nada, senão o pessoal vai começar a desconfiar que tem algo errado comigo e, investigando, vão acabar descobrindo a nossa… — ela fez uma pausa e, olhando nos meus olhos, disse: — Fala com ela também, quero que você converse com a Diana, Raúl…

— O quê? Você é louca?

— Não, mas acho que seria melhor se a gente se apoiasse… afinal, foi você quem começou tudo naquela noite… ou já esqueceu como comeu ela?

— E a mamãe e o papai…? Se a Diana descobrir o que fizemos com ela sonâmbula, vai dar um escândalo danado…

— Vamos esperar nossos pais dormirem… e, sobre a Diana, acho que o escândalo seria pior pra ela. Afinal, é ela quem transa com o pai, não é?

Assim, nosso plano já estava armado. Karen falaria com a Diana e diria que o motivo de não ser mais amiga dela era porque tinha descoberto a parada do pai dela. que isso tudo aconteceu porque ela tinha ido pedir rola no meu quarto inconscientemente, fazendo a gente descobrir tudo.

Enquanto esperava a noite chegar, não parava de pensar em como minha irmã e eu íamos cuidar do controle de natalidade dela pra evitar que ela engravidasse em uma das várias vezes que a gente planejava transar. Além disso, secretamente, eu esperava que surgisse a chance de comer a Diana de novo naquela mesma noite, porque com essa história de namoro da minha irmã, não sabia quando teria outra oportunidade de foder com uma mina diferente.

Mas uma coisa que não tinha me ocorrido até então era que, com a situação sexual que a Diana vivia com o pai dela atualmente e nosso último encontro, as chances de ela acabar grávida eram muito altas. Embora, talvez, se ela engravidasse, o pai dela pensasse que era dele e tivesse que lidar com o problema sozinho...

Perto da meia-noite, a Karen entrou no meu quarto acompanhada da Diana. — Meu quarto era o mais afastado do dos nossos pais, por isso escolhi ele como ponto de encontro. — Deixei a Karen começar a conversa, mas rapidamente entrei nela quando chegou na parte da Diana indo pro meu quarto sonâmbula e falando "pai, me fode"...

A Diana olhava pra gente incrédula enquanto a gente descrevia os eventos daquela noite. Ela nem conseguia articular uma palavra. Só escutava e parecia querer chorar.

Minha irmã e eu sabíamos que precisávamos fazer ela falar, então, assim que terminamos de contar tudo, começamos a fazer perguntas tipo: "Você sabia que seu pai te desvirginou?" "Você tava consciente disso?"

A Diana sempre se manteve longe dos problemas que a confissão dela poderia trazer e garantiu que ainda era virgem.

Naquele momento, minha irmã e eu nos olhamos. Sabíamos que não seria fácil arrancar a verdade da amiga dela, mas se a gente jogasse bem as cartas, logo conseguiríamos.

— Você me — Você fez alguma coisa? — Diana perguntou diretamente, me olhando nos olhos.

— Você me pediu pra te foder... quando percebi que você tava aqui, já estava debaixo dos lençóis chupando meu pau (menti)... o que mais eu podia fazer?

Naquele momento, Diana desabou em lágrimas e minha irmã a abraçou pra consolar, enquanto me olhava com cara de poucos amigos. Não foi a mentira que a deixou tão puta, mas o jeito como falei as coisas pra amiga dela. Só aí eu parei pra refletir e me senti um pouco culpado.

Esperei a Diana se acalmar um pouco e decidi voltar a atenção pro pai dela, pra me afastar do foco da culpa. Então perguntei de novo se ela suspeitava que o pai fazia coisas com ela durante a noite.

— Eu tive minhas suspeitas... — respondeu, um pouco mais calma, mas sem olhar nos meus olhos. — Mas isso é algo que não posso conversar abertamente com meu pai...

— Por quê? — perguntei.

— Porque fui eu que apareci pelada no quarto dele, sonâmbula, fui eu que me meti na cama dele e me aninhei nos braços dele... você tem certeza de que não foi com você que perdi minha virgindade? — perguntou, jogando a responsabilidade de novo pra mim.

— Totalmente. Assim que você foi embora, eu verifiquei os lençóis e não tinha nenhuma mancha de sangue...

Diana começou a chorar desconsolada de novo.

— Talvez seja melhor a gente voltar pro nosso quarto... — disse minha irmã e, pegando a amiga pela mão, saíram do meu quarto.

Fiquei ali, sozinho, sentado na beira da cama, refletindo. Com zero expectativas de foder naquela noite. Decidi ir pra cama e esquecer tudo que aconteceu, mas não era nada fácil. Devo ter rolado pela cama por umas duas horas até conseguir pegar no sono.

Só acordei quando ouvi minha porta abrir e uns passos de alguém se aproximando da minha cama. Era a Diana, completamente pelada e sonâmbula. Imediatamente meu pau reagiu, e bem quando ela ia entrar na minha cama, meu... A irmã dela chegou correndo atrás dela e segurou sua mão para impedi-la.

Karen me olhou e percebeu a enorme barraca que se formava com os lençóis da minha cama, por causa da ereção que eu tinha. Ela soltou a amiga, resignada, e Diana se ajoelhou na beira da minha cama e pediu em voz baixa:

— Me deixa chupar seu pau, papai?

Olhei pra minha irmã, e ela balançou a cabeça, concordando.

— Chupa o pau do papai, Diana... vai, vem, filha... — falei, entrando no jogo, e em questão de segundos Diana já estava com a boca grudada no meu pau, chupando deliciosamente.

Minha irmã fechou a porta do meu quarto e, sem dizer nada, se sentou ao meu lado e me beijou apaixonadamente.

— É a última vez que eu deixo isso acontecer... — sussurrou no meu ouvido.

A cabeça de Diana subia e descia no meu pau enquanto eu não parava de beijar minha irmã. Não demoraria muito, com a dupla estimulação, pra eu encher a boca da Dianinha de porra, e ela engoliu até a última gota.

Foi então que ouvimos Diana dizer:

— Posso sentar em você, papai, ou tenho que esperar você se recuperar...?

Meu pau já tinha começado a murchar, mas assim que ouvi aquilo, ele voltou a ficar duro que nem uma mola. Olhei pra Karen, e ela sussurrou no meu ouvido: "Come ela, mas acorda ela bem na hora que você estiver fazendo..."

Acho que minha irmã queria dar uma dose de verdade cruel pra amiga dela, e eu, nem um pouco preguiçoso, fiz minha parte.

Sentando na beira da cama, ordenei pra Diana:

— Sobe no colo do papai e monta de cavalinho...

Diana montou em mim e logo enfiou meu pau pra dentro.

Ela começou dando pulinhos, e depois as cadeiras dela subiam e desciam num ritmo feroz. Não conseguia entender como ela não acordava com aquilo...

Enquanto isso, eu amassava os peitos da minha irmã com uma mão por baixo da roupa de dormir dela. Era tipo um sonho se tornando realidade.

Quando Diana deixou a cabeça cair no meu peito, soube que a hora tinha chegado e, dando um beliscão forte na bunda direita dela, fiz ela acordar: Nunca vou esquecer a cara de Diana. Era Confusão total.
Minha irmã e eu ficamos imóveis sem saber o que esperar.

Diana olhou pra minha mão direita e percebeu onde ela estava: debaixo da blusa da minha irmã, pegando nas tetas dela! Depois olhou pra frente e lá estava eu, me deixando montar por ela mesma.

— Não acredito que isso realmente aconteceu… fui eu que vim no seu quarto atrás de…? Que nem da outra vez?? — perguntou apavorada.

— Sim, mas dessa vez você pediu pra eu deixar você chupar minha pica… depois foi que pediu pra eu te foder… minha irmã e eu te acordamos pra você perceber que estávamos falando a verdade.

— Tô tão envergonhada… — disse pra mim sem sair de cima da minha pica.

Passaram alguns segundos até eu sentir perfeitamente a Diana começando a pegar ritmo de novo, dando sentadas na minha pica.

— Vão continuar transando? — perguntou minha irmã pra amiga. — Você já não tá mais sonâmbula, por que ainda tá fazendo isso?

— HMMMM… O pau dele é tão gostoso dentro de mim… — gemeu a Diana, envergonhada, mas continuando o ritmo dos quadris, subindo e descendo devagar.

— Acho melhor a gente terminar nossa discussão em vez de continuar com isso… sai de cima do meu irmão… — ordenou minha irmã, irritada… ou será que com ciúme?

— Não dá pra gente discutir isso em 5 minutos? — perguntei, ferrando meu relacionamento amoroso com minha irmã, mas a verdade é que a Diana tava se mexendo tão gostosa que tinha bloqueado minha mente pra pensar.

— Termina logo com isso… já não me importa mais nada… aliás, esvazia o leite dentro dela… eu vou voltar pro meu quarto… — disse minha irmã, puta da vida.

Sabia que se deixasse minha irmã ir embora, ia me arrepender provavelmente pelo resto da vida, mas minha pica não me deixava pensar, então, pegando Diana pelas tetas, comecei a subir e descer ela com tudo até os dois gozarmos.

— AAAAHHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMM… — Explodimos os dois de prazer até a última gota de leite ser depositada dentro da buceta dela.

Quando minha pica ficou mole, saí de dentro dela e abracei ela. Naquele momento foi que eu tive plena consciência do quanto minha irmã ficaria brava comigo.

- Você me comeu… - Diana dizia sem parar de beijar meu pescoço e ombros. - Você me comeu, Raúl… nunca imaginei esse momento…

- Com certeza minha irmã vai estar muito puta com nós dois… - foi a primeira coisa que falei.

- Cê acha que eu devo ir falar com ela agora ou é melhor eu ficar aqui pelo resto da noite e conversar amanhã?

- Se você ficar, vai acabar sendo comida de novo e provavelmente não vai ser só mais uma vez…

Diana me beijou na boca e disse:

- Valeu por facilitar minha escolha.

Assim que a gente rolou na cama pronto pra mais uma transa, ouvimos alguém falar:

- Já terminaram? - era minha irmã, que tinha voltado do quarto dela!

- Karen, senta aqui, a gente precisa conversar. - falei nervoso, deixando Diana de lado…

Minha irmã olhou pra gente, e disse:

- Tá bom, mas tô muito puta com vocês dois… - a expressão dela deixava claro que não era só raiva, era mágoa também. - Principalmente com você, Raúl… era pra gente conversar com a minha amiga, não pra você acabar comendo ela e ter uma noite de sexo selvagem e apaixonado… sério, não te entendo… e você, Diana, quem diabos você pensa que é? Eu quis te ajudar com seu problema e agora você termina dando pro meu irmão completamente consciente?

Na hora, tentei me desculpar com minha irmã, mas não adiantou nada. Depois propus uma solução pro problema da Diana, afinal de contas, esse era o plano original…

- Vamos esconder uma câmera no quarto do pai da Diana… assim a gente descobre se ele tá se aproveitando da condição dela…

- Parece boa ideia pra mim… - disse Diana. - Mas não vai ser muito complicado e caro?

- Deixa comigo… - falei pra elas. - Um amigo meu tem uma câmera especial que a gente consegue esconder no quarto do seu pai… (esse amigo não era ninguém menos que eu mesmo, que tinha comprado aquela câmera anos atrás pra espionar minha irmã no banho e, puta merda, funcionava)

Naquele momento, faltavam só 2 Eram horas da madrugada, então decidimos que o melhor era dormir antes que nossos pais acordassem.

— Vem comigo ou vai ficar dando pro meu irmão até o amanhecer…? — perguntou Karen para Diana, que a seguiu na hora para não deixá-la mais irritada.

Na manhã seguinte, peguei minha câmera digital especial, que tinha um microfone pequeno, e entreguei para Diana junto com as instruções de como instalá-la no quarto do pai dela.

Durante a semana, minha relação com minha irmã mudou completamente de novo. Ela ainda estava puta comigo, me evitava e nem olhava na minha cara. Tive que invadir o quarto dela várias noites, mas a única coisa que consegui foi uns beijos roubados e um abraço.

No sábado seguinte, meus pais iam sair para um casamento, então Diana avisou em casa que ia dormir com a Karen, e minha irmã fez o mesmo com nossos pais.

Assim que meus pais foram embora, faltando uma hora para a Diana chegar, abracei minha irmã de surpresa e beijei ela na boca com toda a paixão. Foi um puta alívio sentir de novo o gosto dos lábios doces dela, e logo minha irmã se deixou levar, enfiando e tirando a língua dentro da minha boca. Mas quando minhas mãos foram pegar nos peitos dela, ela me parou e eu perguntei:

— Por acaso você vai ficar de mal comigo a vida inteira? Tentei pedir desculpas todas as noites e você me rejeitou…

— Tá falando das noites em que você foi no meu quarto atrás de sexo?

— Só quero que a gente volte a ser como antes… me perdoa, por favor, Karen…

— Sei não… o tempo vai dizer, Raul… você me decepcionou…

Já cansado de implorar, o sangue subiu e eu explodi de raiva:

— Sabe de uma, foda-se… vamos voltar a ser aqueles dois irmãos idiotas que viviam brigando…

Fui pro meu quarto e me tranquei, puto da vida. O que diabos minha irmã queria que eu fizesse? Fiquei no meu notebook por uma hora e, quando ouvi a campainha, imaginei que a Diana tinha chegado. Pensei em sair, mas a última coisa que queria naquele momento era ver minha irmã. Além disso, nem minha irmã nem a Diana tinham problema em mexer num DVR ou em como conectar, então não iam precisar da minha ajuda pra nada.

Depois de umas 2 horas, minha irmã chamou no meu quarto e falou:

— Desculpa mesmo pelo que aconteceu mais cedo… A Diana me convenceu a vir pedir sua ajuda pra instalar o DVR…

Olhei fixo pra minha irmã, ela parecia realmente arrependida. Abracei ela e na hora coloquei minhas mãos nos peitos dela pra ver qual seria a reação. Instantaneamente, minha irmã, em vez de me empurrar, me beijou na boca com paixão e deixou eu acariciar o corpo todo. As coisas estavam voltando ao normal. Dava pra ter certeza com minhas mãos apertando com força a bunda e as tetas dela.

Depois de nos beijar e acariciar, fomos pro quarto dela. As meninas estavam num suspense total. Fiz todas as conexões necessárias e logo sentamos pra "aproveitar" o espetáculo.

A parte inicial foi bem chata, só mostrava o quarto do pai dela vazio ou ele se despindo ou lendo, que era tão entediante quanto ver o quarto sozinho.

Depois de várias horas, quando o pai dela tava dormindo, a porta do quarto se abriu e ele acordou na hora pra acender a luz, como se soubesse o que ia rolar.

A Diana entrou no quarto vestindo só o robe de dormir e foi se deitar ao lado do pai, que na hora começou a chamar ela pelo nome:

— Diana, Diana… — nunca teve resposta. Percebendo a situação, o pai dela, sem mais demora, tirou a pica pra fora e começou a se masturbar enquanto repetia: — Diana, vem, gostosa, chupa a pica do seu papai… eu sei que você quer…

A Diana virou de lado e, abrindo a boca, começou a chupar a pica do pai.

O pai dela bufou de prazer até que acabou gozando na boca da filha.

— Tem um gostinho tão gostoso, papai… Podemos transar agora?" – perguntou Diana inconscientemente.

– Fica de quatro na cama e levanta a bunda, filha…

Naquele momento, vi Diana toda chorosa e pausei o vídeo:

– Não pode ser… – disse Diana entre lágrimas. – Achava que era eu quem excitava ele sempre, mas agora vejo que é ele quem tira vantagem de mim sempre que pode… custava me levar de volta pra minha cama? Não!! Claro!! Em vez disso, me deixa na cama dele pra me foder à vontade e fazer eu chupar ele inconscientemente…

– Provavelmente a primeira vez não foi assim, Diana… talvez você tenha feito com ele o mesmo que fez com meu irmão na outra noite… – disse minha irmã pra amiga. – Talvez seu pai, como homem solteiro, já não consiga parar de transar desde que você o provocou e ele relaxa com você toda noite…

– Vamos continuar vendo o vídeo… – sugeri.

– Não, adianta pro final, Raul… por favor… não quero ver tamanha atrocidade… – me disse Diana, e adiantei o vídeo uns 10 minutos. Dei play e a imagem seguinte foi ver o pai dela fodendo ela selvagemente de quatro na cama.

– AAAAHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMMM Que buceta gostosa você tem, filha!!! Gostosa e apertada!! HMMM… – bufava o pai dela em êxtase.

– AAAHHH SIIII Me come, papai… HMMM… – respondia Diana inconscientemente.

Quando a sessão de sexo intenso entre pai e filha terminou, o pai da Diana sussurrou no ouvido dela:

– Você precisa parar de ir tanto na casa da sua amiga Karen e é melhor convidar ela pra vir dormir com a gente… talvez sua amiga também se deixe comer igual você, filha… afinal, ela tem uns peitos e uma bunda ideais pra um bom menage…

– Talvez eu convide ela logo, papai… – respondeu Diana, e naquele momento minha irmã protestou de verdade:

– Não acredito que você quer que seu pai me coma, Diana!!!

– Lembra que eu tô falando dormindo, Karen…

Senti que um baita problema tava nascendo entre as duas e parei o vídeo. Na hora, Diana se levantou e disse que ia pra casa dela, virou as costas e saiu. quarto.
— Você não vai atrás dela? — perguntei pra minha irmã.
— Não, é uma puta traidora. Imagina querer me jogar pro pai dela… Que nojo que me dá…!
— Mas ela tava dormindo, não tenho certeza se falou com intenção de te machucar…
— Mesmo assim, não falaria se não quisesse. No inconsciente, deve desejar isso… além disso, tenho minhas dúvidas se ela tá mesmo sempre dormindo… e se for tudo um truque pra esconder o quão vagabunda ela é…
— Então o que a gente faz agora? — perguntei.
— Quero continuar vendo o resto do vídeo antes de decidir…

Teve mais uns 10 minutos de silêncio no vídeo até a Diana começar a chupar o pai dela de novo. E dessa vez o pai começou a murmurar algo que fez a gente aumentar o volume pra ouvir melhor:
— AAAAHHHH Isso, Karen… chupa minha pica igual minha filha faz… HMMMM…
— Maldito tarado… — disse minha irmã ao ouvir. — Mas se a Diana não reage quando ele me chama pelo nome… então com certeza ela não tá consciente de nada… vou atrás dela…!

Minha irmã saiu correndo de casa atrás da amiga enquanto eu continuava vendo o vídeo. A cena mostrava o pai da Diana empalando ela com força enquanto dizia que queria engravidar ela pra ter outra filha pra levar pra cama. Achei doentio e nojento, mas ao mesmo tempo me excitou tanto que, sem jeito, acabei me masturbando até ouvi-las voltar pra casa.

Pelo visto já tinham resolvido os problemas e não tinham mais interesse em ver o vídeo.
— Quer pensar no que fazer ou esquecer o problema por agora, Diana? — perguntou minha irmã.
— Queria poder esquecer tudo… — disse a Diana, e minha irmã abraçou ela pra consolar.

Mais tarde, enquanto eu pensava em como armar uma cilada pro pai da Diana pra prender ele na cadeia, me perguntaram:
— O que cê tá fazendo?
— Pensando num plano pra vingar a Diana…
— Como assim me vingar? — perguntou a Diana. —Seu pai merece estar na prisão. Praticamente ele vem te estuprando esse tempo todo, sendo seu próprio pai… Além disso, queria que você visse, ou melhor, ouvisse uma coisa que peguei no vídeo…

—Não quero ver aquele vídeo nunca mais, Raúl…

—Mas você precisa ouvir… com isso vai entender o que estou te dizendo…

Depois de aceitar minha proposta, coloquei o vídeo na parte onde o pai dela dizia que queria engravidá-la e esperei pela reação da Diana.

—Diz qual é o seu plano, precisamos colocar aquele filho da puta na cadeia… — disse minha irmã, e a amiga dela apoiou.

—Você tem razão, Karen, não vou mais conseguir chamar de pai aquele monstro…

—Olha, a qualidade do vídeo e do áudio não vão servir como prova definitiva num tribunal… precisamos de um equipamento melhor que mostre os rostos com clareza e deixe bem claro quem são… senão seu pai vai negar tudo e dizer que são pessoas parecidas com vocês. Obviamente, a instalação vai ter que ser feita quando seu pai não estiver em casa… leva menos de duas horas, então você precisa escolher o melhor momento, Diana…

—Meu pai me prometeu me levar ao cinema outro dia… talvez eu consiga entreter ele por mais de duas horas.

—Perfeito… depois de passar o vídeo pra DVD, a gente vai ter a prova concreta pra ganhar o caso… é melhor você procurar um médico que diagnostique seu caso num papel pra polícia não achar que você está fingindo ou algo assim…

—E como a gente vai conseguir o equipamento de alta tecnologia?

—Tenho uma ideia, mas se não funcionar, a gente leva seu pai ao tribunal com o vídeo que já temos…

—Tá bom, vou no médico na segunda… e no mesmo dia vou pedir pro meu pai me levar ao cinema…

Nesse momento, minha irmã interveio pra dizer:

—No caminho de volta pra casa, Diana e eu chegamos a um acordo sobre o nosso relacionamento…

—Você contou pra ela sobre a gente? — perguntei pra minha irmã.

—Ela mesma te viu acariciando meus peitos quando acordou, Raúl… mas já que nos tornamos tão Bons amigos os três, decidimos deixar os ciúmes de lado e compartilhar…

- Compartilhar?

- Sim… - responderam as duas ao mesmo tempo, rindo ao ver como meu pau reagia debaixo da minha calça - pelo visto você já deu a resposta, irmãozinho… - disse minha irmã, toda safada, e logo se jogou pra me beijar enquanto Diana se ajeitava entre minhas pernas pra baixar minha calça e começar a chupar.

- AAAAHHHH… - Eu gemia de prazer intenso e pedi pra minha irmã fazermos um 69 pra ela se juntar à amiga no meu pau.

Foi assim que, enquanto eu chupava a buceta da minha irmã, Diana e ela me chupavam, me fazendo perder o chão.

As duas amigas brigavam pra enfiar o pau na boca, e quando uma conseguia, a outra ia atrás das minhas bolas.

- HMMMMMMMMMMMMMMM… - Gemíamos os três enquanto as chupadas daquelas gostosas ecoavam enormes no quarto.

Com minha língua, acabei levando minha irmã ao orgasmo enquanto Diana chupava meu saco e minha irmã, o pau. Depois trocamos de posição e, enquanto eu comia Diana de quatro, ela chupava a buceta da minha irmã, que estava deitada de costas na cama.

- AAAAAHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMMMMMMMM… - Nossos gemidos eram implacáveis. Se nossos pais tivessem chegado naquele momento…

- AAAAHHHH, vou gozar… - anunciei minha gozada com um gemido enorme, e na hora minha irmã disse:

- Espera!! Vamos trocar de posição… - e assim, Diana se deitou de barriga pra cima na cama pra minha irmã chupar a buceta dela enquanto eu metia o pau de quatro. - Essa é outra das nossas regras entre Diana e eu… seu leite sempre tem que ir dentro de mim… então nem pense em tirar, irmãozinho… - disse Karen e me beijou.

Não demorei nem um segundo pra começar a molhar a buceta fértil dela.

- AAAAHHHH HMMMMMMMMMMMMMMMMMM

- Me dá meia hora pra me recuperar e vou te dar o pau que você merece, irmãzinha… - falei pra ela. como desculpa por ter gozado tão rápido dentro dela.

- Sem problema, maninho… quanto mais gozo, melhor… – ela disse, piscando o olho pra mim.

Meia hora depois, exatamente como tinha prometido, fui foder as 2 de novo, dando atenção especial pra minha irmã Karen.

Nós três caímos de exaustão e dormimos no mesmo quarto, torcendo pra não sermos pegos pelos nossos pais.

Naquele momento, o sentimento de vingança contra o pai da Diana nem passava pela nossa cabeça; o plano parecia ter sido esquecido por causa da nossa puta vontade de transar. Levar ele adiante era uma possibilidade, mas deixar as coisas como estavam começava a ser outra.

10 comentários - Sonâmbula 2 (Final)

🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
+10 capo
🙌 🙌 monumental hermano, monumental 🙌 🙌 👍 🤤
woooww hermano es una historia real?? si es asi deverias compartir a tu hermanita y su amiga
Waaaaaooooooo excelente relato, gracias por compartir, claro que empece al reves jejejjejeee debí leer el1ro !!!!!