Oi, quanto tempo, espero que estejam todos bem. Lembram que eu comecei a trabalhar? Então, decidi sair. Fui tentar a sorte num lar de idosos. Pensei que o trampo ia ser mais tranquilo, mas às vezes as coisas que parecem calmas não são bem assim. No meu serviço, entro das 6 às 14 ou das 22 às 6 da manhã. Aqui tem de tudo: velhinhos que estão perdidos e outros que não estão. Ultimamente, tem uns bem atrevidos que só querem passar a mão em você por todo lado.
Uma noite, turno das 22h às 6h da manhã, geralmente um turno bem tranquilo. Antônio, não sei por que caralhos ainda não tinham dado banho nele. Bom, reclamei, mas aceitei dar o banho. Tamara, minha colega, me perguntou se eu podia fazer isso sozinha. Falei que sim, e disse pra ela cuidar de outra coisa. Antônio, um velhinho de 68 anos, estava lá no asilo só porque não tinha família. "Bom, Antônio, vamos te dar um banho. Por que você não tomou banho mais cedo, quando podia?", falei. "Não tomei porque estava com um pouco de frio." "Tá, mas agora quem tem que te dar banho sou eu, e nem era minha vez.
Bem, Antônio, entra no chuveiro, não tira a cueca, vou te lavar, mas não tira ela. Passei xampu na cabeça dele, ajustei a água quente e comecei a lavar o cabelo dele. Passei sabão no corpo inteiro, esfreguei as costas dele. Parece que tanta mãozada provocou alguma coisa nele, porque quando ele se virou, não pude acreditar. O pau dele era enorme, só olhei e engoli seco. Continuei lavando as pernas dele enquanto ele, de propósito, aproximava o pau da minha boca. Várias vezes falei pra ele parar, mas numa dessas vezes que ele se aproximou, a cabeça do pau dele roçou nos lábios da minha boca.
Em outra das tentativas dele, não sei como ele fez, mas quando me dei conta já tava com o pau dele na minha boca, toda molhada e podia sentir o sangue do corpo dele passando pelo pau, porque não parava de pulsar na minha boca. Eu chupava igual uma louca, batia uma pra ele de cima pra baixo e aquele pau ficava mais duro a cada segundo. Daqui a pouco ele tava com as mãos na minha nuca, não me deixando recuar, enquanto eu me engasgava com as bolas dele. Com uma das mãos, ele apertava meus peitos por cima do sutiã, até que não aguentou e meteu a mão dentro do meu sutiã, começando a beliscar meus bicos. Que prazer, eu não conseguia parar de gemer, tava tão excitada.
Começou a beijar meu pescoço devagar, e a chupar minhas orelhas, já não aguentava mais. Me ajoelhei e comecei a chupar ele de novo, e a lamber as bolas dele. As pernas dele tremiam cada vez que minha língua passava pelas bolas, e ele tentava me afastar delas. Pra mim, não aguentava o prazer.
Saímos do chuveiro e fomos pra cama. Ele me colocou de quatro e começou a chupar meu cu, e usou a buceta por um tempo, a língua dele entrando e saindo do meu cu, assim como na minha buceta. Eu não aguentava mais de vontade de ser penetrada. Queria sentir o pau dele dentro de mim. Ele virou de barriga pra cima e me fez sentar no pau dele, grande e cheio de veias. Eu subia e descia igual uma louca enquanto ele dava tapas na minha bunda. "Você é muito obediente, gostosa", ele disse. "Nunca pensei que a gente fosse acabar assim. Te insisti tantas vezes e você nunca me deu bola, e hoje consegui.
Enquanto a gente transava, ela me fez uma pergunta que me deixou surpresa, ninguém nunca tinha me perguntado aquilo. "Como você quer que eu te trate? Como uma putinha?" Respondi. A partir daquele momento, tudo mudou, eu senti. Ela segurou minhas duas mãos com a mão esquerda e, com a direita, colocou um dos dedos na boca dela e, sem dizer nada, enfiou um dedo no meu cu. Deus, eu gritei e joguei minha bunda pra trás pra sentir o dedo entrar ainda mais fundo. Lindo, sentir aquele dedo entrando e saindo. Enquanto isso, com a boca, ela chupava e mordia meus peitos.
Sem me avisar nada nem dar um aviso, me jogou de bruços e quando me dei conta, a cabeça da pica dele já tava enfiada no meu cu, entrando centímetro por centímetro.
Não podia acreditar que uma pessoa já na idade dela pudesse me dar tanto prazer. Sentia como o pau dela entrava e saía, me dava tapas na bunda e um ou dois tapa na cara. "Que puta que você é", ela me disse, "eu adoro você", e continuava comendo meu cu com o pau dela. Por Deus, que prazer, e ela começou a tirar do meu cu e colocar na minha buceta. Ficamos um bom tempo assim, eu não parava de gemer até que ela gozou dentro do meu cu. Foi impressionante. Fui ao banheiro, tomei banho e coloquei o uniforme de novo. Antes de ir, ela se aproximou e beijou minha testa. Me disse: "Que puta linda que você é.
Agora, de vez em quando, levo ele pra minha casa, com a desculpa de que não tem parentes. E dou um cuidado especial pra ele, acho que ele merece e eu mereço também. Vou ter que cuidar dele todo fim de semana.
Valeu por ler essas histórias, amo vocês. Vai um presentinho de capa aí.
Obrigado(a)
Uma noite, turno das 22h às 6h da manhã, geralmente um turno bem tranquilo. Antônio, não sei por que caralhos ainda não tinham dado banho nele. Bom, reclamei, mas aceitei dar o banho. Tamara, minha colega, me perguntou se eu podia fazer isso sozinha. Falei que sim, e disse pra ela cuidar de outra coisa. Antônio, um velhinho de 68 anos, estava lá no asilo só porque não tinha família. "Bom, Antônio, vamos te dar um banho. Por que você não tomou banho mais cedo, quando podia?", falei. "Não tomei porque estava com um pouco de frio." "Tá, mas agora quem tem que te dar banho sou eu, e nem era minha vez.
Bem, Antônio, entra no chuveiro, não tira a cueca, vou te lavar, mas não tira ela. Passei xampu na cabeça dele, ajustei a água quente e comecei a lavar o cabelo dele. Passei sabão no corpo inteiro, esfreguei as costas dele. Parece que tanta mãozada provocou alguma coisa nele, porque quando ele se virou, não pude acreditar. O pau dele era enorme, só olhei e engoli seco. Continuei lavando as pernas dele enquanto ele, de propósito, aproximava o pau da minha boca. Várias vezes falei pra ele parar, mas numa dessas vezes que ele se aproximou, a cabeça do pau dele roçou nos lábios da minha boca.
Em outra das tentativas dele, não sei como ele fez, mas quando me dei conta já tava com o pau dele na minha boca, toda molhada e podia sentir o sangue do corpo dele passando pelo pau, porque não parava de pulsar na minha boca. Eu chupava igual uma louca, batia uma pra ele de cima pra baixo e aquele pau ficava mais duro a cada segundo. Daqui a pouco ele tava com as mãos na minha nuca, não me deixando recuar, enquanto eu me engasgava com as bolas dele. Com uma das mãos, ele apertava meus peitos por cima do sutiã, até que não aguentou e meteu a mão dentro do meu sutiã, começando a beliscar meus bicos. Que prazer, eu não conseguia parar de gemer, tava tão excitada.
Começou a beijar meu pescoço devagar, e a chupar minhas orelhas, já não aguentava mais. Me ajoelhei e comecei a chupar ele de novo, e a lamber as bolas dele. As pernas dele tremiam cada vez que minha língua passava pelas bolas, e ele tentava me afastar delas. Pra mim, não aguentava o prazer.
Saímos do chuveiro e fomos pra cama. Ele me colocou de quatro e começou a chupar meu cu, e usou a buceta por um tempo, a língua dele entrando e saindo do meu cu, assim como na minha buceta. Eu não aguentava mais de vontade de ser penetrada. Queria sentir o pau dele dentro de mim. Ele virou de barriga pra cima e me fez sentar no pau dele, grande e cheio de veias. Eu subia e descia igual uma louca enquanto ele dava tapas na minha bunda. "Você é muito obediente, gostosa", ele disse. "Nunca pensei que a gente fosse acabar assim. Te insisti tantas vezes e você nunca me deu bola, e hoje consegui.
Enquanto a gente transava, ela me fez uma pergunta que me deixou surpresa, ninguém nunca tinha me perguntado aquilo. "Como você quer que eu te trate? Como uma putinha?" Respondi. A partir daquele momento, tudo mudou, eu senti. Ela segurou minhas duas mãos com a mão esquerda e, com a direita, colocou um dos dedos na boca dela e, sem dizer nada, enfiou um dedo no meu cu. Deus, eu gritei e joguei minha bunda pra trás pra sentir o dedo entrar ainda mais fundo. Lindo, sentir aquele dedo entrando e saindo. Enquanto isso, com a boca, ela chupava e mordia meus peitos.
Sem me avisar nada nem dar um aviso, me jogou de bruços e quando me dei conta, a cabeça da pica dele já tava enfiada no meu cu, entrando centímetro por centímetro.
Não podia acreditar que uma pessoa já na idade dela pudesse me dar tanto prazer. Sentia como o pau dela entrava e saía, me dava tapas na bunda e um ou dois tapa na cara. "Que puta que você é", ela me disse, "eu adoro você", e continuava comendo meu cu com o pau dela. Por Deus, que prazer, e ela começou a tirar do meu cu e colocar na minha buceta. Ficamos um bom tempo assim, eu não parava de gemer até que ela gozou dentro do meu cu. Foi impressionante. Fui ao banheiro, tomei banho e coloquei o uniforme de novo. Antes de ir, ela se aproximou e beijou minha testa. Me disse: "Que puta linda que você é.
Agora, de vez em quando, levo ele pra minha casa, com a desculpa de que não tem parentes. E dou um cuidado especial pra ele, acho que ele merece e eu mereço também. Vou ter que cuidar dele todo fim de semana.
Valeu por ler essas histórias, amo vocês. Vai um presentinho de capa aí.
Obrigado(a)
1 comentários - Hogar de dia gostoso