Aqui está mais um relatinho pra esquentar gostoso. Saludos, irmãos da Poringa!
O link: http://www.todorelatos.com/relato/67028/
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O Jacuzzi
Bom dia, antes de começar a contar minha história, quero me apresentar e contextualizar vocês. Me chamo Juan, tenho 27 anos e moro numa cidadezinha ao norte de Madrid Capital. Sou um cara normal, tenho mais ou menos 1,75m, peso uns 75 quilos, e sem ser nada extraordinário, sou meio definido, sabe, um pouco de academia, futebol… isso faz com que pelo menos eu me mantenha em forma. Moro com meus pais, porque mesmo trabalhando há muitos anos, não dá pra pagar uma hipoteca. Tenho namorada há quase 5 anos, ela é uma garota incrível, fantástica, sexualmente muito, muito ativa, no geral a gente se dá super bem, mas enfim, ela não participa diretamente da história.
Como eu comentava, moro com meus pais. Eles estão casados há 30 anos e são muito felizes, com seus altos e baixos, mas muito felizes. Em casa moramos os 3, porque minha irmã Inma, a outra protagonista da história, mora com o namorado. Inma é 2 anos mais nova que eu, ou seja, tem 25, mas sempre foi muito precoce, e há 2 anos mora com o namorado. Diego, assim se chama meu cunhado, é um cara legal, meio malandro, mas uma ótima pessoa, e fisicamente um monstro, muitos anos de exercício e uma genética favorável…
Bom, já contextualizei vocês… peraí! Esqueci, não contei nada da Inma. Inma tem mais ou menos 1,60m, é loira (natural), olhos esverdeados. Não vou dizer que ela tem um corpo escandaloso, mas o que ela tem, ela tem muito bem colocado. Uns peitos firmes, tamanho 90, que pelo exercício que ela faz diariamente parecem estar vencendo a gravidade, e uma bunda firme, dura, talvez a bunda não seja o ponto forte dela, mas é muito boa, e apertada numa calça jeans fica bem Gostosa.
Tudo que vou contar aconteceu em agosto, um agosto realmente quente. Eu tinha saído de férias com a Sara, minha namorada, plano tranquilo, 10 dias em Mallorca. Faltando 2 dias pra voltar e conversando com a Inma, ela me conta que saiu de casa, que o Diego tá traindo ela com uma colega de trabalho e que pegou os dois juntos na casa dela. Claro que fiquei muito preocupado, a Inma é loucamente apaixonada por ele e dava pra ver que ela não tava nada bem, mas eu ainda tinha 2 dias de praia e por enquanto não podia fazer nada por ela.
Os 2 dias passaram rápido, praia, sol, álcool, sexo, bastante sexo. Já comentei que a Sara é muito fogosa e sempre que estamos de férias ela me espreme ao máximo, não que eu esteja reclamando, mas o negócio dela é algo incrível…
Quando voltei pra casa a Inma já estava meio instalada, e digo meio, porque o quarto dela agora a gente usava como sala multiuso, ou seja, uma TV, um computador, a bicicleta ergométrica, a cama da Inma, meus pesos… e pra piorar, ela tinha saído da casa dela quase sem pegar nenhuma roupa. Quando cheguei em casa e a vi corri pra abraçá-la, ela desabou a chorar nos meus braços de um jeito desconsolado. Mesmo com a diferença de idade e ela morando fora de casa há 2 anos, sempre nos demos bem. Ela tava vestida com uma camiseta velha, bem larga e com uma calça de moletom minha, o normal de ficar em casa, e mais normal ainda se tornaria naquele verão quente.
Nos sentamos na cama dela pra conversar, ela me contou o que aconteceu, quando pegou os dois em casa. Pelo visto naquela noite ela tinha saído com umas amigas, já que era a despedida de uma delas, tinham planejado passar a noite num hotel no centro, pra não ter que cada uma ir pra casa depois. A Inma contava e pelo rosto dela ainda corriam lágrimas. Me contou que elas ficaram num boys, tinham reservado uma sala privativa pra elas, pouca luz, música lenta e apareceu um bombeiro, 1,90 de músculo, 15 cm de pau, EM REPOUSO, a Inma ficou de boca aberta só de lembrar. Ela me contava que o show fugiu um pouco do controle, porque assim que o bombeiro colocou a noiva no palco e começou a dançar para ela, ela não se aguentou e enfiou o pau do cara na boca. Aquele troço começou a crescer e crescer até encher toda a boca dela de carne. Lorena, que era o nome da noiva, tentava engolir aquela barra de carne, mas era completamente impossível – tinha crescido até atingir 22 cm. Quando Inma contou sobre os 22 cm, fez um gesto com as mãos, como se estivesse pesando o que aqueles 22 cm representavam, e sorriu de um jeito lascivo.
O resto das meninas estavam entrando no clima vendo a cena. Até uma delas, María, subiu no palco para ajudar a Lorena com o pau. Quase por instinto, olhei para os mamilos da minha irmã, e caralho! Se eu vacilasse, eles arrancavam um olho – estavam eretos, enormes e desafiadores. Ela me contou que foi aí que a coisa desandou de vez. Lorena não aguentou mais, tirou a calcinha e jogou no resto das meninas. Ensopadas, soltavam um cheiro irresistível. Ela agarrou o stripper, jogou ele no chão e sentou em cima. Estava tão molhada que ele entrou de uma vez só. O resto das meninas começou a gritar de incentivo e foram se despindo para se masturbar…
Aí eu tive que parar a história e perguntar à minha irmã se ela também tinha participado. "Claro que eu também, estávamos todas no pique, mas as únicas que o bombeiro comeu foram Lorena, María e Carla…" Que foda, esse bombeiro, pensei, que resistência… "E aí, o que aconteceu depois?", perguntei. "Ah, depois foi pouco coisa. Depois que ele comeu elas e a gente terminou sozinhas" – ela fez o gesto com os dedos como se estivesse se masturbando – "a gente foi pro Buda beber a noite toda, mas eu estava com um tesão da porra e decidi ir pra casa dar uma surpresa no Diego. Mas a surpresa fui eu que levei. Quando cheguei em casa, entrei sem fazer barulho, porque vi uma luz fraca acesa. Imaginei que ele estivesse no computador, então fui tirando a roupa devagarzinho pra aparecer… Diante dele completamente nua, qual não foi minha surpresa quando encontro Diego metendo no cu da nossa amiga Tania. A guria estava de quatro e Diego enfiava com força no buraquinho apertado da Tania, e a safada não parava de gritar de prazer. Por um momento senti um leve formigamento na buceta, normal com o tesão que estava, mas logo aquele formigamento virou uma raiva enorme, só que não tive coragem de falar nada. Me vesti, peguei algumas roupas e saí sem que me vissem.
Inma começou a chorar quando terminou de me contar o que aconteceu. Eu a abracei e, de maneira instintiva, pela primeira vez prestei atenção especial no contato dos peitos dela contra meu peito. Senti eles duros, firmes e com os mamilos eretos depois de relatar tudo. Perguntei se ela tinha falado algo com ele, e ela disse que sim, por telefone, que não queria mais vê-lo na vida e que ia sair de casa. Perguntei se ela queria que eu fosse falar com ele, até ameacei ir quebrar a cara dele, sabe como é, coisas de irmão mais velho. Felizmente, Inma disse que não, que ele não merecia nem isso. Digo felizmente porque Diego é um cara bem grande e forte. Ela me contou que em 4 dias Diego iria passar uns dias na casa dos pais, para que ela pudesse aproveitar e pegar as coisas sem ter que vê-lo. Ela me perguntou se eu a acompanharia e, claro, eu disse que sim.
O primeiro dia com minha irmã foi estranho, porque eu estava preocupado com ela, mas ao mesmo tempo feliz de tê-la de volta em casa. Sempre nos demos muito bem, e de certa forma eu sentia falta dela. Além disso, tinha reparado mais nela, e não sei por que não conseguia tirar os olhos do corpo dela, e caralho! Do rosto dela. Que gata ela era, com aqueles olhos verdes, aquele sorriso permanente agora meio apagado e aquele cabelo loiro lindo. Passamos a tarde toda conversando sobre nossas coisas, na verdade naquele dia não marquei nada com a Sara, estava a fim de curtir minha irmã.
Ficamos conversando sobre tudo, até falamos de sexo, pela primeira vez, exceto quando ele me contou o que aconteceu. Era a primeira vez que falávamos de sexo tão diretamente, sem rodeios nem vergonha. Ele me perguntou como era com a Sara, como fazíamos, quantas vezes, o que gostávamos... a verdade é que não me senti nada desconfortável com a conversa, na verdade estava me excitando um pouco, e acho que a Inma também estava sentindo o mesmo, pelo tamanho que os mamilos dela estavam ficando. Contei um pouco por cima como eu e a Sara transávamos, sem entrar muito em detalhes, também não achei que interessasse nem que essa fosse a intenção dele. Agora era minha vez de perguntar.
E então, como vocês se viravam, você e o Diego?, perguntei de maneira direta. Essa pergunta fez a expressão dela mudar. Bom, na verdade de um jeito bem selvagem quase sempre, respondeu com um brilho nos olhos. Os melhores gozos que a gente tinha era quando o Diego me pegava desprevenida e arrancava minha roupa, literalmente, a quantidade de calcinhas que aquele filho da puta já rasgou! Disse enquanto sorria. Ele me agarrava com força, quase com violência, me jogava na cama e, depois de arrancar minha roupa, a primeira coisa que fazia era chupar minha buceta, que habilidade com a língua aquele safado tinha! Era capaz de me deixar louca em menos de 5 minutos... quase sempre conseguia me fazer gozar. Enquanto me contava isso, o rosto dela foi ficando avermelhado e eu estava ficando com uma ereção importante debaixo da calça, que por ser um short de esporte ainda por cima não deixava muito à imaginação. Comecei a imaginar minha irmã nua, de pernas abertas e ofegante. Algo estava mudando e meu pau dava certeza disso. Depois de chupar minha buceta, continuou dizendo, ele me penetrava com força, sem contemplações, eu com a buceta encharcada e ele já molhado de líquido pré-gozo, a resistência era zero e a lubrificação máxima. Ele conseguia meter num ritmo endiabrado por 15 minutos, nos quais normalmente me tirava mais uns dois orgasmos, geralmente o último ao mesmo tempo que ele. Quando Sentia como ele gozava dentro de mim e me enchia por dentro, não conseguia segurar e gozei como uma selvagem. A verdade é que sinto mesmo falta disso, disse ela, esfregando sutilmente a virilha. Eu, naquele momento, estava com o pau que ia me explodir, encharcado de suor e a barraca que se formava debaixo da minha calça era mais que visível. Obviamente a Inma percebeu minha ereção, olhou pra ela, olhou nos meus olhos, fiquei de pedra diante do olhar dela, pegou um lenço, me deu e disse: anda, alivia isso aí que vai acabar doendo! E saiu do quarto como se nada tivesse acontecido. Obviamente fiz uma punheta tremenda em sua homenagem, imaginando que era eu quem a penetrava selvagemente, pena que a punheta foi tão curta, em menos de 2 minutos estava gozando como se nunca tivesse feito antes, o relato da Inma junto com seu físico fabuloso fizeram isso possível. Depois de limpar toda a porra, pensei no que tinha acabado de acontecer, tinha me masturbado pensando na minha irmã, e certamente ela já sabia não só que eu estava me masturbando, mas que estava pensando nela. Por um momento fiquei na dúvida se isso era certo ou errado, logo percebi que não podia ser errado, não tinha traído ninguém, e só tinha me masturbado, sim, pensando na minha irmã, mas porra! A Inma é muito gostosa, a gente tinha acabado de ter uma conversa muito quente e pra ela não pareceu importar, então eu também não dei mais importância.
Quando saí do meu quarto fui procurar a Inma pra ver se ela estava a fim de sair pra tomar alguma coisa, não a encontrei no quarto dela e imaginei que estivesse no banheiro, fantasiei que ela estivesse se masturbando, até colei o ouvido na porta e me pareceu escutar um gemido, minha mente tarada estava trabalhando a todo vapor e meu pau se levantou em armas de novo. Aproveitei pra ligar pra Sara e, torcendo que os pais dela não estivessem em casa, poder ir foder, pra ver se me acalmava um pouco.
Cheguei na casa da Sara, por sorte os pais não estavam, eu estava meio... Inquieto, muito excitado, e nem tinha passado uma hora desde que tinha gozado. Começamos a nos pegar na cama dela e lembrei do que a Inma tinha me contado há pouco, fiquei a mil, agarrei a Sara e arranquei o thong e o sutiã dela, joguei ela com força na cama e comecei a comer a buceta como ela nunca tinha curtido na vida. Comia de um jeito selvagem, na minha cabeça se misturava o que eu estava fazendo com imagens da Inma, não conseguia acreditar, estava fantasiando com minha irmã enquanto comia a buceta da minha namorada. Sara gritava como uma possessa anunciando o orgasmo, lambi e lambi com mais força, prendi o clitóris dela entre meus dentes de um jeito bem suave e Sara explodiu num orgasmo tremendo que banhou meu rosto, nunca tinha visto ela gozar daquele jeito. Sem tempo pra ela reagir, me levantei e enfiei até o fundo, pegou a Sara de surpresa, mas parece que ela não desgostou da ideia, porque logo voltou a gemer como uma puta. Eu fodia como nunca tinha fodido na vida, o ritmo era endemoniado, olhava pra cara da Sara, mas só conseguia ver a cara da Inma pedindo mais e mais. Quando Sara me disse que ia gozar, não aguentei mais e gozei dentro dela, era a primeira vez que gozava na buceta dela sem camisinha, foi maravilhoso. Sara sentiu os jatos da porra quente lá dentro e pareceu gozar de novo, porque o orgasmo dela se prolongou pra caramba. Eu estava confuso, tinha acabado de transar a melhor foda da minha vida, com a mulher que mais amo, mas não conseguia tirar minha irmã da cabeça.
Depois de nos vestirmos, me despedi da Sara dando a desculpa de que, com a volta da minha irmã, meus pais queriam que a gente jantasse todos juntos, sem dar tempo dela dizer nada, dei um beijo ardente nos lábios dela e fui embora. Durante o caminho pra casa, não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido, como era possível não conseguir tirar a Inma da cabeça, tinha que fazer alguma coisa ou ia ficar louco. Quando cheguei em casa, meus pais estavam me esperando pra jantar. A Inma chegou... sala de estar com uns shorts, bem curtos, e uma camiseta regata, sem sutiã por baixo, basicamente como sempre se veste pra ficar em casa, o problema é que essa situação agora sim estava me deixando perturbado. Mal consegui comer, não conseguia tirar os olhos da Inma, ela está radiante, sorrindo, brincando com meus pais e que buceta! Ela está gostosa pra caralho. Eu pensava no babaca do Diego, em como era possível que ele tivesse deixado escapar uma mulher daquelas.
Terminamos de jantar e fui pro meu quarto meditar o que poderia fazer com essa situação que estava saindo do controle. Dez minutos depois, Inma chegou e sentou na cama, me perguntou se tinha algo errado, que me viu muito distante durante o jantar. Não é nada, respondi, só estou um pouco cansado, e você, como está? Melhor, desde que voltei pra casa e principalmente desde que você voltou, a verdade é que me fez bem me afastar de lá e voltar pra família, respondeu minha irmã, a única coisa que sinto falta e acho que vou ficar um tempo sem provar é sexo, estou subindo pelas paredes, com o Diego eu transava quase todo dia, e já faz uns 5 dias sem foder. Entre a despedida, a pica do bombeiro e a imagem do Diego comendo o cu da Tania, que mesmo me corroendo por dentro, à noite é uma imagem que não consigo tirar da cabeça, e o pior de tudo é que me excita, ela confessou ficando toda vermelha. Eu estava esquentando de novo. Bom, sempre resta você se "consolar" sozinha, respondi quase gaguejando. Sim, isso sim, mas quando você prova uma pica boa e está acostumada com sua dose diária, uns dedinhos não saciam igual, são tipo a metadona do sexo. Enquanto minha irmã falava, não conseguia evitar fazer um escaneamento completo da anatomia dela. Os seios firmes, de bom tamanho, sem exagero mas de bom tamanho, coroados por mamilos eretos e aréolas grandes. Um ventre liso, umas coxas bem torneadas que se encontravam num montinho, puf! Eu estava ficando muito excitado e isso não podia continuar assim. Enquanto ela continuava falando, eu mal prestava atenção, até que parei de ouvir sua voz, olhei para seu rosto e vi que ela estava atenta, olhando para algo. Segui seu olhar e contemplei horrorizado que a cabeça do pau estava saindo pelo elástico da minha calça, tamanha era minha ereção que conseguiu escapar de sua prisão de tecido. Rapidamente guardei e meu rosto denotava uma vergonha que crescia a cada instante. Inma não pareceu dar muita importância e simplesmente começou a rir, comentou: "Nossa, parece que a Sara não te satisfaz o suficiente, vejo que você anda o dia todo 'doidão'..." Eu não sabia o que dizer, os segundos pareciam horas, só queria que a terra me engolisse. Foi ela que suavizou as coisas ao dizer: "Ei, gato! Não se preocupa, é normal, com esse calor que está, todo mundo de roupa leve é normal que você fique assim. Eu, sem ir muito longe, hoje já me dei três dedos, e acho que antes de dormir cai um quarto..." Sem me dar tempo para reagir, ela se levantou e saiu do meu quarto. "Vou ver um pouco de TV", e foi para a sala. Eu mal prestei atenção, estava embasbacado olhando para sua bunda linda. Assim que ela fechou a porta, eu tirei o pau para começar outra sessão de masturbação às custas da minha irmã, e assim como antes, não demorei nem três minutos para gozar. Simplesmente imaginá-la nua, se masturbando, foi tudo que precisei.
Agora sim eu estava perturbado. Estava ficando obcecado pela minha irmã e isso não podia ser bom. Até dava vergonha de vê-la, e mais ainda sabendo da punheta que acabara de bater em sua homenagem. O pior era pensar que ela sabia que eu tinha acabado de descarregar — talvez o que ela não soubesse era que tinha sido por causa dela. Fiquei no computador jogando um pouco e ficou meio tarde. Fui ao banheiro mijar antes de deitar e, como se fosse um sussurro, ouvi um barulho no quarto da Inma. Intrigado, me aproximei, encostei o ouvido na porta e consegui escutar: "Sim, Diego... Forte, me dá forte, igual como na puta da Tânia, forte que eu gozo, vamos mais rápido, pelo cu!", eu não podia acreditar, a pouca distância da minha irmã se masturbando, pensando no filho da puta que tinha enganado ela, fantasiando que era ela que estava sendo sodomizada e eu na porta do quarto dela com outra ereção de campeonato. Me masturbei de novo ouvindo ela, gozei rápido de novo, no mesmo momento que um suspiro abafado ecoou no corredor, Inma tinha gozado. Me limpei e corri pro meu quarto. Não aguentava mais, tinha gozado 4 vezes num dia e 3 tinham sido me punhetando e pensando na minha irmã, assim caí nos braços de Morfeu.
Na manhã seguinte acordei meio confuso, as histórias que a Inma tinha me contado ainda estavam dando voltas na minha cabeça, e meu pau, pra variar, ainda tava pensando nisso. Tive que dar uma trégua. Quando levantei não tinha ninguém em casa, ainda bem, podia tomar um banho relaxado e esquecer um pouco da Inma. Passei quase o dia todo fora, fiquei com a Sara, tentando limpar a mente, umas duas vezes ela deu ideia de a gente se esconder e se dar um presente, mas eu fiz de louco, não tava com corpo pra ficar ejaculando e ainda ia voltar pra minha cabeça a imagem da minha irmã. Cheguei tarde em casa, tentando evitar a Inma, e parece que consegui, quando cheguei todo mundo já tava deitado. Ia dormir, mas antes passei no banheiro pra esvaziar a bexiga, e voltando pro meu quarto ouvi de novo algo no quarto da Inma, como por instinto me aproximei e escutei ela se masturbando de novo "Vamos, Diego, seu cabrão, me fode como só você sabe, me dá com força, me fode como a puta que eu sou" e obviamente tive que me masturbar, e igual na noite anterior gozei quando ouvi ela gozar. Essa situação tava me superando e não tinha expectativa de melhora, já que amanhã a gente ia na casa do Diego buscar as coisas da Inma pra ela se instalar de novo em casa.
Deitei pensando que bom, Com o tempo isso se normalizaria, eu voltaria a ver a Inma pelo que ela é, ou seja, como minha irmã, e as coisas voltariam ao normal. Que enganado eu estava...
De manhã me levantei cedo, tinha combinado com a Inma por volta das 10h para ir cedo ao apartamento pegar as coisas antes que esquentasse muito. Estávamos em um dos verões mais quentes que se tem memória, e o verão em Madrid é muito seco e muito abafado. Tínhamos que pegar muitas coisas, porque a separação era definitiva e a Inma queria todas as suas coisas. Tomamos café da manhã juntos, conversando sobre coisas sem importância, ela me perguntou como tinha sido ontem, que não me tinha visto o dia todo, se a Sara tinha me dado um pouco de pito e se eu estava mais tranquilo. Porra! De novo tocando no assunto do sexo, menti e respondi que sim, que tínhamos transado feito loucos, numa tentativa de persuadi-la e mudar de assunto, mas teve o efeito contrário, já que ela ficou curiosa sobre o tema e começou a perguntar, e aí, já está mais tranquilo? Eu, na verdade, estou cada vez pior, vou gastar os dedos, hahaha!, ela ria como se tivesse contado uma piada. Tive que dizer que continuava igual de excitado o dia todo, que tanto fazia as vezes que transássemos ou as vezes que eu me masturbasse, que continuava com tesão. Te entendo, irmãozinho, eu estou igual, mas pelo menos você tem com quem se aliviar, eu me mato com os dedos... a conversa estava ficando muito quente e eu mais excitado que a conversa. Meu pequeno short do pijama não conseguia esconder a ereção, a Inma percebeu, viu minha barraca enquanto arrumava a mesa, e o que ela me disse me deixou de pedra, "Vamos, acalma isso aí e a gente vai, que está ficando tarde, nos encontramos no carro em 15 minutos, eu vou pro meu quarto pra... bom, pra... vou pro meu quarto me amar sozinha..." e fez um gesto com 2 dedos da mão direita. Depois disso, ela saiu do quarto como se nada tivesse acontecido, obviamente eu fui me masturbar, mas em vez de ir para o meu Quarto, fui tentar escutar minha irmã. Dessa vez ela tinha deixado a porta entreaberta e dava pra ver uma frestinha. Espiei por ela, com o pau na mão. A visão era fabulosa: minha irmã deitada na cama se masturbando como uma possessa. Ela estava debaixo dos lençóis e não deu pra ver nada da sua anatomia, só intuir a silhueta, mas o simples fato de vê-la assim foi suficiente. Gozei balançando ele só duas vezes...
Depois disso, fiquei meio alheio. Fomos alugar uma van pra levar todas as coisas pra casa. Pra ser sincero, tinha muita coisa pra carregar, porque não era só roupa, tinha também o computador, a bicicleta ergométrica, alguns móveis, etc, etc. No final, entre a sessão de masturbação da manhã, o aluguel da van e a arrumação das coisas, já eram 14h00, o calor estava insuportável. Eu estava de shorts e, nesse ponto, já sem camiseta, completamente suado. Inma estava com um legging bem curto, que marcava perfeitamente a tira do fio-dental sumindo na sua bunda. Os lábios da buceta se marcavam no legging como se estivessem sorrindo. Em cima, uma regata completamente suada e colada nos peitos. A visão era muito excitante, e eu não conseguia tirar os olhos dela. Quando chegasse em casa, cairia outra punheta em sua homenagem. Eu não batia tantas punhetas assim desde os 15 anos.
Quando estávamos quase terminando, fomos ao banheiro pegar as últimas coisas. Depois de terminar, demos uma última olhada pra ver se faltava algo. Passando pelo banheiro, Inma soltou outra das suas pérolas: "Porra! Se tem uma coisa que vou sentir falta, além do pau do Diego, é do jacuzzi. Que maravilha!" Num canto do banheiro, tinham instalado um jacuzzi. O banheiro era grande e o jacuzzi combinava com ele — calculando, caberiam quatro pessoas sem muito aperto, então duas pessoas ficariam bem à vontade. E, como se estivesse lendo minha mente, Inma confessou: "A quantidade de porra que o Diego e eu já deixamos nesse jacuzzi, filho da puta...". quantas ela já terá comido também...
Estávamos saindo do apartamento, quando antes de fechar a porta, Inma deu um pulo. Que buceta! Não vou ficar com vontade de um último banho, ainda mais com esse calorão. Ela foi até o banheiro e ouvi uma torneira abrindo. Me aproximei e vi que Inma estava enchendo o Jacuzzi. Perguntei: "Vai tomar banho agora?". "Como você sabe?", ela respondeu, tirando as chinelos, "e não só vou tomar, como NÓS vamos tomar, que tá um calor do caralho". "Vamos, Inma, não seja boba, vamos pra casa, tá na hora de almoçar, além disso, não trouxe maiô", respondi o melhor que pude. "Ah, eu também não, ou você acha que eu levo maiô pra todo lado?", e depois de me dizer isso, começou a se despir. Eu fiquei parado, junto à porta, observando incrédulo o que estava prestes a presenciar. Primeiro, ela tirou as chinelos e jogou de lado, depois vieram as meias. Eu ainda a observava incrédulo, embora meu pau já estivesse começando a reagir. O que vi em seguida me deixou completamente duro: lentamente, ela foi tirando a camiseta, enrolando-a sobre o próprio corpo enquanto a tirava pela cabeça. Ela estava muito suada e teve dificuldade para tirar. Depois de tirar a camiseta, começou com a calça, foi abaixando-a aos poucos e, na posição em que estava, de costas para mim, tive uma visão perfeita da sua bunda. Meu pênis lutava para sair... finalmente, ela tirou a calça, depois veio o sutiã. Da minha posição, ainda não podia ver nada, embora visse parte dos seios pela lateral. Aos poucos, ela se agachou e tirou a calcinha. Estava completamente nua e a apenas 2 metros de mim. A mulher mais imponente que já vi na vida, a obsessão que me perseguia há alguns dias, estava nua ao meu lado. Esse processo durou apenas 2 minutos, mas para mim pareceram horas... Sem dizer nada, ela deu os poucos passos que faltavam até o jacuzzi e entrou, foi para o extremo oposto e ficou olhando para mim. Por pela primeira vez pude contemplar seus peitos lindos, desafiadores, empinados, com os mamilos eretos e nus. Era hipnótico, era uma imagem altamente atraente. E lá estava eu, parado feito um idiota, completamente de pau duro e observando uma Deusa de carne imersa na água.
Minha cara de trouxa devia estar tão evidente que a Inma me tirou dos meus sonhos com seu jeito peculiar de se expressar: "Vamos, menino, você está babando, para de me olhar assim, tira a roupa e entra no jacuzzi comigo". Sem pensar e como se não conseguisse reagir, fiz o que ela disse. Fui tirando a roupa aos poucos, mas sem parar de olhar pra ela. Quando só restavam as cuecas, hesitei um pouco, mas no fim, a ereção era mais que visível, então não tinha mais volta: me desfiz da última peça. A Inma ficou com o olhar fixo no meu pau duro. Me senti um pouco desconfortável com a sensação, mas logo meu estado mudou para orgulho quando ouvi a Inma dizer: "Nossa, que pica gostosa que meu irmão tem". Olha, não é que eu tenha uma pica como a do Nacho Vidal, porque não tenho, mas nunca recebi reclamação das mulheres que comi.
Hesitando um pouco, fui avançando até o jacuzzi e entrei. A água estava fresquinha e até meus mamilos deram prova disso. Logo agradeci a temperatura da água, já que entre o calor e a situação, eu estava suando. Sentei-me em frente à Inma, a observei detidamente e não pude evitar soltar um: "Porra, maninha, como você está gostosa!!!". Não fiquei consciente do que tinha acabado de dizer até terminar a frase, e a Inma, em vez de ficar sem graça, me respondeu: "Pois olha só o irmão que eu tenho, que corpão e que pica enorme, você deve deixar a Sara bem satisfeita". Depois disso, nós caímos na risada, e de repente a situação ficou superconfortável. Começamos a conversar como se estivéssemos sentados no sofá de casa, com a diferença de que eu não conseguia parar de olhar pros peitos dela. Era tão óbvio que a Inma acabou me dizendo: "Ei, se você gosta tanto deles, pode tocar, que não tem problema. Como se em vez de um comentário fosse uma ordem, estiquei a mão e aproximei-a de um peito. Peguei o seio esquerdo dela, um arrepio percorreu minhas costas, primeiro pesei seu tamanho, depois esfreguei um pouco o mamilo, Inma soltou um suspiro, "hummmm, quanto tempo que não sentia uma mão que não fosse a minha" sussurrou, entendendo isso como um convite estiquei a outra mão e esfreguei o outro peito, seus mamilos tinham crescido e ficado enormes, os peitos estavam um pouco mais duros que no início. Inma já não me olhava, tinha os olhos fechados e a boca entreaberta, dava para ver que estava gostando das minhas carícias, e eu estava no paraíso. A verdade é que já não questionava nada, só queria aproveitar o momento.
Notei movimento na jacuzzi, a água me indicou que algo se movia, mas não era capaz de adivinhar o que era. Eu com certeza não estava produzindo porque minhas mãos estavam fora da água, sobre os peitos da Inma, olhei para ela, bom, já estava olhando para ela, mas olhei para outro lugar que não fossem seus peitos e vi que um de seus braços se movia debaixo d'água, logo entendi que ela estava se masturbando. Por um momento hesitei e parei minhas carícias em seus seios, Inma percebeu na hora e implorou, quase suplicou, "por favor, não para, agora não. Estou quase lá" Isso me excitou e aproximei minha boca de um peito começando a lambê-lo, coloquei um mamilo na boca, era grande e duro, Inma voltou a se masturbar, desta vez o movimento do braço era frenético, ela começou a gritar "Não para, não para, não para pelo amor de Deus, vou gozar, estou quase lá, continua assim, assim, assim…" eu mal a ouvia, toda minha concentração estava em dar a ela o máximo prazer que pudesse. Logo começaram os espasmos e os gritos, ela estava gozando, "Vamos irmãozinho, já estou chegando, mais um pouco, assim, assim, não para, vou gozar, vou gozar, vou gozaaaaaar" o orgasmo foi intenso e longo. Parei de lamber seus peitos, olhei para seu rosto, tinha uma expressão de felicidade incrível. O movimento do braço já tinha parado e ela ainda estava se recuperando do orgasmo intenso. Ela se aproximou, me deu um beijo suave nos lábios e disse "obrigada, irmãozinho, era exatamente disso que eu precisava" e esticou a mão para pegar no meu pau. Eu tinha esquecido do meu próprio prazer, só queria que ela aproveitasse, mas agora sentia o tesão percorrendo meu corpo. Primeiro ela avaliou o tamanho, e mesmo com a água estando fresca, o pau estava num tamanho que eu não lembrava de ter visto antes. Aos poucos, sua mão deslizou pelo tronco até agarrar minhas bolas, brincou com elas como se fossem bolas chinesas, subiu novamente pelo tronco até alcançar a cabeça do pau, a acariciou suavemente com a mão — um arrepio percorreu toda minha coluna e quase gozei naquele exato momento. Ela baixou um pouco a mão, pegou o tronco do pau e começou a me masturbar. O movimento era bem lento, a sensação era maravilhosa. Eu estava de olhos fechados, aproveitando com todos os sentidos o momento mais excitante da minha vida. Quando abri os olhos, vi Inma, radiante, linda, curtindo a masturbação que estava fazendo em mim, parecia até estar gostando mais do que eu. Ela me fez levantar um pouco para me sentar na borda do jacuzzi. Eu não entendia o que ela queria, mas obviamente não ia começar a discutir. Quando me sentei na beirada, uma ideia passou pela minha cabeça — e eu não estava errado. Agora meu pau estava completamente fora d'água. Inma se aproximou dele, primeiro deu um beijo suave na ponta, depois foi dando beijinhos aos poucos por todo o tronco, chegando até as bolas, e até colocou uma na boca. Era a primeira vez que alguém fazia algo assim comigo, e a sensação era muito gratificante. Pouco depois, ela fez o mesmo percurso, mas no sentido contrário. Quando chegou na cabeça, a introduziu na boca, aos poucos foi descendo e descendo até engolir tudo. Era incrível a capacidade de chupada da minha irmã. A situação estava me dominando, eu não aguentava mais e deixei isso claro para ela. Inha, Nena, não aguento mais, vou gozar. Isso pareceu esquentá-la ainda mais e acelerar o ritmo, meu orgasmo está muito próximo e nada poderia evitá-lo. O ritmo da Inha era tão intenso que, em vez de me chupar, ela estava me masturbando pra caralho e com a língua lambia a cabeça do meu pau, eu encarei a cena e explodi num orgasmo como nunca. O primeiro jato entrou até a garganta, os seguintes foram ficando na boca até simplesmente ficarem sobre a cabeça. Inha novamente enfiou na boca e chupou até deixar bem limpinha. Depois disso, ela se levantou, por alguns segundos a vi completamente nua, a 30 cm do meu rosto, molhada e úmida, ela se agachou sobre mim, seus peitos balançavam diante do meu olhar atento. Ela se aproximou do meu rosto e me deu um beijo, eu a esperava de boca aberta, queria sentir a língua dela, precisava sentir a língua dela, o que eu não esperava era que a Inha ainda tivesse minha porra na boca, que na hora se movia de uma boca para a outra. A sensação foi muito estranha, estava beijando minha irmã e compartilhando minha própria porra com ela, mas naquele momento eu não ligava. Nos separamos e um filete de sêmen ficou pendurado de uma boca à outra. Inha foi incrível, eu disse, mas ainda não terminamos, minha buceta está encharcada e até eu ficar satisfeita você não vai sair daqui, ela respondeu com uma cara de viciada que nunca vi em nenhuma mulher. Nos enganchamos de novo e unimos nossas línguas novamente, começamos a percorrer nossos corpos.
Ela massageava meu pau, ainda mole, eu tocava seus peitos, a buceta, curtia sua bunda, procurei nela até chegar ao ânus e pouco a pouco fui acariciando, roçando, sempre com movimentos sutis e muito suaves. Logo meu pau voltou a ganhar tamanho. Vamos, irmãozinho, me mostra do que você é capaz, disse Inha num tom desafiador. Peguei sua mão, a tirei da jacuzzi e indiquei que se sentasse na pia, me inclinei um pouco e comecei a lamber sua buceta, que maravilha, cheirava como o melhor dos manjares, o clitóris estava perfeitamente visível, desafiador e fora do seu esconderijo. Os lábios estavam enormes, inchados e rosadinhos. Eu realmente estava curtindo a chupada de buceta que estava dando na minha irmã, e pelos gemidos, ela também estava adorando. Meu pau já estava no auge, parei de lamber, Inma reclamou, mas ao ver minhas intenções, sorriu. Vai foder sua irmã? Vai ser tão filho da puta a ponto de comer sua irmãzinha? As palavras dela me deixaram ainda mais excitado. Aproximei a cabeça do pau da entrada da sua buceta, estava quente, molhada e apetitosa. Pouco a pouco fui penetrando. Isso, seu cabraço, assim! Come sua irmãzinha, ela não parava de repetir frases desse tipo, é isso que você gosta? Que seu irmão te coma, que putinha safada você é! Respondi. Meu comentário agradou e a animou, vai lá, seu cabraço, fode rápido, sem enrolação, mostra pra putinha da sua irmã como você fode, vai lá, filho da puta, me come com força.
Dito e feito, como naquela posição não conseguia me mover muito rápido, obriguei-a a mudar de posição, tirei o pau, fiz ela descer da pia, virei-a e a penetrei por trás. Nessa posição sim dava pra foder rápido, e logo comecei com um ritmo frenético. Enquanto eu a comia por trás, Inma começou a esfregar o clitóris, ao ver isso só pude dizer: "Caralho, essa garota, não basta estar sendo comida, ainda tem que se masturbar ao mesmo tempo, pois você vai ver…" Ela não dizia nada, não conseguia, apenas gemida. Tirei as mãos dos seus quadris, com uma mão abri as nádegas e com um dedo da outra fui introduzindo devagar no cu, no início mal entrava, tive que cuspir algumas vezes ali e, fazendo um pouco de força, consegui meter meio dedo. Comecei a mexer devagar, quando já entrava com facilidade, meti dois dedos e repeti o processo. Inma implorava que não parasse de foder, que estava quase gozando, isso me motivou e enfiei um terceiro dedo no cu. Inma, ao sentir isso, começou a gozar de novo, os espasmos eram exagerados, e os gritos deviam estar sendo ouvidos por todo o prédio. Eu ainda não tinha gozado, na verdade ainda estava com tesão, então continuei fodendo no mesmo ritmo. Inma implorou que eu parasse, que agora ela estava muito sensível e que se continuasse ia acabar mijando, a ideia me seduziu, mas tirei os dedos do seu cu e isso me seduziu ainda mais. Sem perguntar, tirei meu pau da sua buceta e de uma só vez enfiei no seu cu. Peguei ela de surpresa, "não, não no cu, seu cabrão!", ela disse ao sentir seu ânus cheio, eu não dei bola, estava no céu. Seu cu era muito mais apertado que sua buceta, as paredes apertavam meu pau, a sensação era indescritível. A essa altura eu nem a escutava mais, só via um objetivo: encher os intestinos dela de porra.
Pouco depois de estar fodendo ela pelo cu, Inma começou a gemer de novo, tinha enfiado dois dedos na buceta e com a outra mão esfregava o clitóris. "Vai, cabrão! Arrebenta o cu da sua irmã gostosa, goza dentro dele. Enche meu cu como antes encheu minha boca." As palavras dela estavam fazendo meu orgasmo se aproximar, eu queria atrasar, queria que isso nunca acabasse, mas não era possível. Dei mais três bombadas e comecei a gozar dentro do seu cu. Apertei o máximo que pude até que minhas bolas estavam coladas, gozei o mais fundo que consegui. E Inma, ao notar os jatos de porra inundando seus intestinos, gozou de novo, as pernas fraquejaram, tive que segurá-la para que não caísse, mas assim era complicado, não tive outra escolha senão tirar meu pau do seu cu para conseguir segurá-la melhor. Quando já a tinha bem agarrada, olhei para seu ânus: minha porra começava a escorrer do seu cu e, misturada com ela, um pouco de sangue...
Ela me olhou nos olhos e disse: "Obrigada, irmãozinho, com essa você me deixou tranquila pelo menos uma semana, então foda-se, semana que vem a gente repete." Nos fundimos em outro beijo tórrido. Depois disso, nos limpamos, nos Nos vestimos e voltamos pra casa. Eram 16h e a gente tinha passado 2 horas fodendo que nem loucos. Comemos, tiramos um cochilo e a vida voltou ao normal. Para o bem ou para o mal, 3 dias depois o Diego implorou outra chance pra Inma e ela não soube recusar. No dia seguinte ela foi embora de casa de novo. Nunca mais transamos, mas sempre que posso bato uma punheta em homenagem a ela, lembrando daquela manhã.
Espero que você tenha gostado e ficado excitado tanto quanto eu gostei e fiquei excitado escrevendo. Aguardo seus comentários e até a próxima.
Quem comenta e não deixa pontos tá fudido.
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O Jacuzzi
Bom dia, antes de começar a contar minha história, quero me apresentar e contextualizar vocês. Me chamo Juan, tenho 27 anos e moro numa cidadezinha ao norte de Madrid Capital. Sou um cara normal, tenho mais ou menos 1,75m, peso uns 75 quilos, e sem ser nada extraordinário, sou meio definido, sabe, um pouco de academia, futebol… isso faz com que pelo menos eu me mantenha em forma. Moro com meus pais, porque mesmo trabalhando há muitos anos, não dá pra pagar uma hipoteca. Tenho namorada há quase 5 anos, ela é uma garota incrível, fantástica, sexualmente muito, muito ativa, no geral a gente se dá super bem, mas enfim, ela não participa diretamente da história.
Como eu comentava, moro com meus pais. Eles estão casados há 30 anos e são muito felizes, com seus altos e baixos, mas muito felizes. Em casa moramos os 3, porque minha irmã Inma, a outra protagonista da história, mora com o namorado. Inma é 2 anos mais nova que eu, ou seja, tem 25, mas sempre foi muito precoce, e há 2 anos mora com o namorado. Diego, assim se chama meu cunhado, é um cara legal, meio malandro, mas uma ótima pessoa, e fisicamente um monstro, muitos anos de exercício e uma genética favorável…
Bom, já contextualizei vocês… peraí! Esqueci, não contei nada da Inma. Inma tem mais ou menos 1,60m, é loira (natural), olhos esverdeados. Não vou dizer que ela tem um corpo escandaloso, mas o que ela tem, ela tem muito bem colocado. Uns peitos firmes, tamanho 90, que pelo exercício que ela faz diariamente parecem estar vencendo a gravidade, e uma bunda firme, dura, talvez a bunda não seja o ponto forte dela, mas é muito boa, e apertada numa calça jeans fica bem Gostosa.
Tudo que vou contar aconteceu em agosto, um agosto realmente quente. Eu tinha saído de férias com a Sara, minha namorada, plano tranquilo, 10 dias em Mallorca. Faltando 2 dias pra voltar e conversando com a Inma, ela me conta que saiu de casa, que o Diego tá traindo ela com uma colega de trabalho e que pegou os dois juntos na casa dela. Claro que fiquei muito preocupado, a Inma é loucamente apaixonada por ele e dava pra ver que ela não tava nada bem, mas eu ainda tinha 2 dias de praia e por enquanto não podia fazer nada por ela.
Os 2 dias passaram rápido, praia, sol, álcool, sexo, bastante sexo. Já comentei que a Sara é muito fogosa e sempre que estamos de férias ela me espreme ao máximo, não que eu esteja reclamando, mas o negócio dela é algo incrível…
Quando voltei pra casa a Inma já estava meio instalada, e digo meio, porque o quarto dela agora a gente usava como sala multiuso, ou seja, uma TV, um computador, a bicicleta ergométrica, a cama da Inma, meus pesos… e pra piorar, ela tinha saído da casa dela quase sem pegar nenhuma roupa. Quando cheguei em casa e a vi corri pra abraçá-la, ela desabou a chorar nos meus braços de um jeito desconsolado. Mesmo com a diferença de idade e ela morando fora de casa há 2 anos, sempre nos demos bem. Ela tava vestida com uma camiseta velha, bem larga e com uma calça de moletom minha, o normal de ficar em casa, e mais normal ainda se tornaria naquele verão quente.
Nos sentamos na cama dela pra conversar, ela me contou o que aconteceu, quando pegou os dois em casa. Pelo visto naquela noite ela tinha saído com umas amigas, já que era a despedida de uma delas, tinham planejado passar a noite num hotel no centro, pra não ter que cada uma ir pra casa depois. A Inma contava e pelo rosto dela ainda corriam lágrimas. Me contou que elas ficaram num boys, tinham reservado uma sala privativa pra elas, pouca luz, música lenta e apareceu um bombeiro, 1,90 de músculo, 15 cm de pau, EM REPOUSO, a Inma ficou de boca aberta só de lembrar. Ela me contava que o show fugiu um pouco do controle, porque assim que o bombeiro colocou a noiva no palco e começou a dançar para ela, ela não se aguentou e enfiou o pau do cara na boca. Aquele troço começou a crescer e crescer até encher toda a boca dela de carne. Lorena, que era o nome da noiva, tentava engolir aquela barra de carne, mas era completamente impossível – tinha crescido até atingir 22 cm. Quando Inma contou sobre os 22 cm, fez um gesto com as mãos, como se estivesse pesando o que aqueles 22 cm representavam, e sorriu de um jeito lascivo.
O resto das meninas estavam entrando no clima vendo a cena. Até uma delas, María, subiu no palco para ajudar a Lorena com o pau. Quase por instinto, olhei para os mamilos da minha irmã, e caralho! Se eu vacilasse, eles arrancavam um olho – estavam eretos, enormes e desafiadores. Ela me contou que foi aí que a coisa desandou de vez. Lorena não aguentou mais, tirou a calcinha e jogou no resto das meninas. Ensopadas, soltavam um cheiro irresistível. Ela agarrou o stripper, jogou ele no chão e sentou em cima. Estava tão molhada que ele entrou de uma vez só. O resto das meninas começou a gritar de incentivo e foram se despindo para se masturbar…
Aí eu tive que parar a história e perguntar à minha irmã se ela também tinha participado. "Claro que eu também, estávamos todas no pique, mas as únicas que o bombeiro comeu foram Lorena, María e Carla…" Que foda, esse bombeiro, pensei, que resistência… "E aí, o que aconteceu depois?", perguntei. "Ah, depois foi pouco coisa. Depois que ele comeu elas e a gente terminou sozinhas" – ela fez o gesto com os dedos como se estivesse se masturbando – "a gente foi pro Buda beber a noite toda, mas eu estava com um tesão da porra e decidi ir pra casa dar uma surpresa no Diego. Mas a surpresa fui eu que levei. Quando cheguei em casa, entrei sem fazer barulho, porque vi uma luz fraca acesa. Imaginei que ele estivesse no computador, então fui tirando a roupa devagarzinho pra aparecer… Diante dele completamente nua, qual não foi minha surpresa quando encontro Diego metendo no cu da nossa amiga Tania. A guria estava de quatro e Diego enfiava com força no buraquinho apertado da Tania, e a safada não parava de gritar de prazer. Por um momento senti um leve formigamento na buceta, normal com o tesão que estava, mas logo aquele formigamento virou uma raiva enorme, só que não tive coragem de falar nada. Me vesti, peguei algumas roupas e saí sem que me vissem.
Inma começou a chorar quando terminou de me contar o que aconteceu. Eu a abracei e, de maneira instintiva, pela primeira vez prestei atenção especial no contato dos peitos dela contra meu peito. Senti eles duros, firmes e com os mamilos eretos depois de relatar tudo. Perguntei se ela tinha falado algo com ele, e ela disse que sim, por telefone, que não queria mais vê-lo na vida e que ia sair de casa. Perguntei se ela queria que eu fosse falar com ele, até ameacei ir quebrar a cara dele, sabe como é, coisas de irmão mais velho. Felizmente, Inma disse que não, que ele não merecia nem isso. Digo felizmente porque Diego é um cara bem grande e forte. Ela me contou que em 4 dias Diego iria passar uns dias na casa dos pais, para que ela pudesse aproveitar e pegar as coisas sem ter que vê-lo. Ela me perguntou se eu a acompanharia e, claro, eu disse que sim.
O primeiro dia com minha irmã foi estranho, porque eu estava preocupado com ela, mas ao mesmo tempo feliz de tê-la de volta em casa. Sempre nos demos muito bem, e de certa forma eu sentia falta dela. Além disso, tinha reparado mais nela, e não sei por que não conseguia tirar os olhos do corpo dela, e caralho! Do rosto dela. Que gata ela era, com aqueles olhos verdes, aquele sorriso permanente agora meio apagado e aquele cabelo loiro lindo. Passamos a tarde toda conversando sobre nossas coisas, na verdade naquele dia não marquei nada com a Sara, estava a fim de curtir minha irmã.
Ficamos conversando sobre tudo, até falamos de sexo, pela primeira vez, exceto quando ele me contou o que aconteceu. Era a primeira vez que falávamos de sexo tão diretamente, sem rodeios nem vergonha. Ele me perguntou como era com a Sara, como fazíamos, quantas vezes, o que gostávamos... a verdade é que não me senti nada desconfortável com a conversa, na verdade estava me excitando um pouco, e acho que a Inma também estava sentindo o mesmo, pelo tamanho que os mamilos dela estavam ficando. Contei um pouco por cima como eu e a Sara transávamos, sem entrar muito em detalhes, também não achei que interessasse nem que essa fosse a intenção dele. Agora era minha vez de perguntar.
E então, como vocês se viravam, você e o Diego?, perguntei de maneira direta. Essa pergunta fez a expressão dela mudar. Bom, na verdade de um jeito bem selvagem quase sempre, respondeu com um brilho nos olhos. Os melhores gozos que a gente tinha era quando o Diego me pegava desprevenida e arrancava minha roupa, literalmente, a quantidade de calcinhas que aquele filho da puta já rasgou! Disse enquanto sorria. Ele me agarrava com força, quase com violência, me jogava na cama e, depois de arrancar minha roupa, a primeira coisa que fazia era chupar minha buceta, que habilidade com a língua aquele safado tinha! Era capaz de me deixar louca em menos de 5 minutos... quase sempre conseguia me fazer gozar. Enquanto me contava isso, o rosto dela foi ficando avermelhado e eu estava ficando com uma ereção importante debaixo da calça, que por ser um short de esporte ainda por cima não deixava muito à imaginação. Comecei a imaginar minha irmã nua, de pernas abertas e ofegante. Algo estava mudando e meu pau dava certeza disso. Depois de chupar minha buceta, continuou dizendo, ele me penetrava com força, sem contemplações, eu com a buceta encharcada e ele já molhado de líquido pré-gozo, a resistência era zero e a lubrificação máxima. Ele conseguia meter num ritmo endiabrado por 15 minutos, nos quais normalmente me tirava mais uns dois orgasmos, geralmente o último ao mesmo tempo que ele. Quando Sentia como ele gozava dentro de mim e me enchia por dentro, não conseguia segurar e gozei como uma selvagem. A verdade é que sinto mesmo falta disso, disse ela, esfregando sutilmente a virilha. Eu, naquele momento, estava com o pau que ia me explodir, encharcado de suor e a barraca que se formava debaixo da minha calça era mais que visível. Obviamente a Inma percebeu minha ereção, olhou pra ela, olhou nos meus olhos, fiquei de pedra diante do olhar dela, pegou um lenço, me deu e disse: anda, alivia isso aí que vai acabar doendo! E saiu do quarto como se nada tivesse acontecido. Obviamente fiz uma punheta tremenda em sua homenagem, imaginando que era eu quem a penetrava selvagemente, pena que a punheta foi tão curta, em menos de 2 minutos estava gozando como se nunca tivesse feito antes, o relato da Inma junto com seu físico fabuloso fizeram isso possível. Depois de limpar toda a porra, pensei no que tinha acabado de acontecer, tinha me masturbado pensando na minha irmã, e certamente ela já sabia não só que eu estava me masturbando, mas que estava pensando nela. Por um momento fiquei na dúvida se isso era certo ou errado, logo percebi que não podia ser errado, não tinha traído ninguém, e só tinha me masturbado, sim, pensando na minha irmã, mas porra! A Inma é muito gostosa, a gente tinha acabado de ter uma conversa muito quente e pra ela não pareceu importar, então eu também não dei mais importância.
Quando saí do meu quarto fui procurar a Inma pra ver se ela estava a fim de sair pra tomar alguma coisa, não a encontrei no quarto dela e imaginei que estivesse no banheiro, fantasiei que ela estivesse se masturbando, até colei o ouvido na porta e me pareceu escutar um gemido, minha mente tarada estava trabalhando a todo vapor e meu pau se levantou em armas de novo. Aproveitei pra ligar pra Sara e, torcendo que os pais dela não estivessem em casa, poder ir foder, pra ver se me acalmava um pouco.
Cheguei na casa da Sara, por sorte os pais não estavam, eu estava meio... Inquieto, muito excitado, e nem tinha passado uma hora desde que tinha gozado. Começamos a nos pegar na cama dela e lembrei do que a Inma tinha me contado há pouco, fiquei a mil, agarrei a Sara e arranquei o thong e o sutiã dela, joguei ela com força na cama e comecei a comer a buceta como ela nunca tinha curtido na vida. Comia de um jeito selvagem, na minha cabeça se misturava o que eu estava fazendo com imagens da Inma, não conseguia acreditar, estava fantasiando com minha irmã enquanto comia a buceta da minha namorada. Sara gritava como uma possessa anunciando o orgasmo, lambi e lambi com mais força, prendi o clitóris dela entre meus dentes de um jeito bem suave e Sara explodiu num orgasmo tremendo que banhou meu rosto, nunca tinha visto ela gozar daquele jeito. Sem tempo pra ela reagir, me levantei e enfiei até o fundo, pegou a Sara de surpresa, mas parece que ela não desgostou da ideia, porque logo voltou a gemer como uma puta. Eu fodia como nunca tinha fodido na vida, o ritmo era endemoniado, olhava pra cara da Sara, mas só conseguia ver a cara da Inma pedindo mais e mais. Quando Sara me disse que ia gozar, não aguentei mais e gozei dentro dela, era a primeira vez que gozava na buceta dela sem camisinha, foi maravilhoso. Sara sentiu os jatos da porra quente lá dentro e pareceu gozar de novo, porque o orgasmo dela se prolongou pra caramba. Eu estava confuso, tinha acabado de transar a melhor foda da minha vida, com a mulher que mais amo, mas não conseguia tirar minha irmã da cabeça.
Depois de nos vestirmos, me despedi da Sara dando a desculpa de que, com a volta da minha irmã, meus pais queriam que a gente jantasse todos juntos, sem dar tempo dela dizer nada, dei um beijo ardente nos lábios dela e fui embora. Durante o caminho pra casa, não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido, como era possível não conseguir tirar a Inma da cabeça, tinha que fazer alguma coisa ou ia ficar louco. Quando cheguei em casa, meus pais estavam me esperando pra jantar. A Inma chegou... sala de estar com uns shorts, bem curtos, e uma camiseta regata, sem sutiã por baixo, basicamente como sempre se veste pra ficar em casa, o problema é que essa situação agora sim estava me deixando perturbado. Mal consegui comer, não conseguia tirar os olhos da Inma, ela está radiante, sorrindo, brincando com meus pais e que buceta! Ela está gostosa pra caralho. Eu pensava no babaca do Diego, em como era possível que ele tivesse deixado escapar uma mulher daquelas.
Terminamos de jantar e fui pro meu quarto meditar o que poderia fazer com essa situação que estava saindo do controle. Dez minutos depois, Inma chegou e sentou na cama, me perguntou se tinha algo errado, que me viu muito distante durante o jantar. Não é nada, respondi, só estou um pouco cansado, e você, como está? Melhor, desde que voltei pra casa e principalmente desde que você voltou, a verdade é que me fez bem me afastar de lá e voltar pra família, respondeu minha irmã, a única coisa que sinto falta e acho que vou ficar um tempo sem provar é sexo, estou subindo pelas paredes, com o Diego eu transava quase todo dia, e já faz uns 5 dias sem foder. Entre a despedida, a pica do bombeiro e a imagem do Diego comendo o cu da Tania, que mesmo me corroendo por dentro, à noite é uma imagem que não consigo tirar da cabeça, e o pior de tudo é que me excita, ela confessou ficando toda vermelha. Eu estava esquentando de novo. Bom, sempre resta você se "consolar" sozinha, respondi quase gaguejando. Sim, isso sim, mas quando você prova uma pica boa e está acostumada com sua dose diária, uns dedinhos não saciam igual, são tipo a metadona do sexo. Enquanto minha irmã falava, não conseguia evitar fazer um escaneamento completo da anatomia dela. Os seios firmes, de bom tamanho, sem exagero mas de bom tamanho, coroados por mamilos eretos e aréolas grandes. Um ventre liso, umas coxas bem torneadas que se encontravam num montinho, puf! Eu estava ficando muito excitado e isso não podia continuar assim. Enquanto ela continuava falando, eu mal prestava atenção, até que parei de ouvir sua voz, olhei para seu rosto e vi que ela estava atenta, olhando para algo. Segui seu olhar e contemplei horrorizado que a cabeça do pau estava saindo pelo elástico da minha calça, tamanha era minha ereção que conseguiu escapar de sua prisão de tecido. Rapidamente guardei e meu rosto denotava uma vergonha que crescia a cada instante. Inma não pareceu dar muita importância e simplesmente começou a rir, comentou: "Nossa, parece que a Sara não te satisfaz o suficiente, vejo que você anda o dia todo 'doidão'..." Eu não sabia o que dizer, os segundos pareciam horas, só queria que a terra me engolisse. Foi ela que suavizou as coisas ao dizer: "Ei, gato! Não se preocupa, é normal, com esse calor que está, todo mundo de roupa leve é normal que você fique assim. Eu, sem ir muito longe, hoje já me dei três dedos, e acho que antes de dormir cai um quarto..." Sem me dar tempo para reagir, ela se levantou e saiu do meu quarto. "Vou ver um pouco de TV", e foi para a sala. Eu mal prestei atenção, estava embasbacado olhando para sua bunda linda. Assim que ela fechou a porta, eu tirei o pau para começar outra sessão de masturbação às custas da minha irmã, e assim como antes, não demorei nem três minutos para gozar. Simplesmente imaginá-la nua, se masturbando, foi tudo que precisei.
Agora sim eu estava perturbado. Estava ficando obcecado pela minha irmã e isso não podia ser bom. Até dava vergonha de vê-la, e mais ainda sabendo da punheta que acabara de bater em sua homenagem. O pior era pensar que ela sabia que eu tinha acabado de descarregar — talvez o que ela não soubesse era que tinha sido por causa dela. Fiquei no computador jogando um pouco e ficou meio tarde. Fui ao banheiro mijar antes de deitar e, como se fosse um sussurro, ouvi um barulho no quarto da Inma. Intrigado, me aproximei, encostei o ouvido na porta e consegui escutar: "Sim, Diego... Forte, me dá forte, igual como na puta da Tânia, forte que eu gozo, vamos mais rápido, pelo cu!", eu não podia acreditar, a pouca distância da minha irmã se masturbando, pensando no filho da puta que tinha enganado ela, fantasiando que era ela que estava sendo sodomizada e eu na porta do quarto dela com outra ereção de campeonato. Me masturbei de novo ouvindo ela, gozei rápido de novo, no mesmo momento que um suspiro abafado ecoou no corredor, Inma tinha gozado. Me limpei e corri pro meu quarto. Não aguentava mais, tinha gozado 4 vezes num dia e 3 tinham sido me punhetando e pensando na minha irmã, assim caí nos braços de Morfeu.
Na manhã seguinte acordei meio confuso, as histórias que a Inma tinha me contado ainda estavam dando voltas na minha cabeça, e meu pau, pra variar, ainda tava pensando nisso. Tive que dar uma trégua. Quando levantei não tinha ninguém em casa, ainda bem, podia tomar um banho relaxado e esquecer um pouco da Inma. Passei quase o dia todo fora, fiquei com a Sara, tentando limpar a mente, umas duas vezes ela deu ideia de a gente se esconder e se dar um presente, mas eu fiz de louco, não tava com corpo pra ficar ejaculando e ainda ia voltar pra minha cabeça a imagem da minha irmã. Cheguei tarde em casa, tentando evitar a Inma, e parece que consegui, quando cheguei todo mundo já tava deitado. Ia dormir, mas antes passei no banheiro pra esvaziar a bexiga, e voltando pro meu quarto ouvi de novo algo no quarto da Inma, como por instinto me aproximei e escutei ela se masturbando de novo "Vamos, Diego, seu cabrão, me fode como só você sabe, me dá com força, me fode como a puta que eu sou" e obviamente tive que me masturbar, e igual na noite anterior gozei quando ouvi ela gozar. Essa situação tava me superando e não tinha expectativa de melhora, já que amanhã a gente ia na casa do Diego buscar as coisas da Inma pra ela se instalar de novo em casa.
Deitei pensando que bom, Com o tempo isso se normalizaria, eu voltaria a ver a Inma pelo que ela é, ou seja, como minha irmã, e as coisas voltariam ao normal. Que enganado eu estava...
De manhã me levantei cedo, tinha combinado com a Inma por volta das 10h para ir cedo ao apartamento pegar as coisas antes que esquentasse muito. Estávamos em um dos verões mais quentes que se tem memória, e o verão em Madrid é muito seco e muito abafado. Tínhamos que pegar muitas coisas, porque a separação era definitiva e a Inma queria todas as suas coisas. Tomamos café da manhã juntos, conversando sobre coisas sem importância, ela me perguntou como tinha sido ontem, que não me tinha visto o dia todo, se a Sara tinha me dado um pouco de pito e se eu estava mais tranquilo. Porra! De novo tocando no assunto do sexo, menti e respondi que sim, que tínhamos transado feito loucos, numa tentativa de persuadi-la e mudar de assunto, mas teve o efeito contrário, já que ela ficou curiosa sobre o tema e começou a perguntar, e aí, já está mais tranquilo? Eu, na verdade, estou cada vez pior, vou gastar os dedos, hahaha!, ela ria como se tivesse contado uma piada. Tive que dizer que continuava igual de excitado o dia todo, que tanto fazia as vezes que transássemos ou as vezes que eu me masturbasse, que continuava com tesão. Te entendo, irmãozinho, eu estou igual, mas pelo menos você tem com quem se aliviar, eu me mato com os dedos... a conversa estava ficando muito quente e eu mais excitado que a conversa. Meu pequeno short do pijama não conseguia esconder a ereção, a Inma percebeu, viu minha barraca enquanto arrumava a mesa, e o que ela me disse me deixou de pedra, "Vamos, acalma isso aí e a gente vai, que está ficando tarde, nos encontramos no carro em 15 minutos, eu vou pro meu quarto pra... bom, pra... vou pro meu quarto me amar sozinha..." e fez um gesto com 2 dedos da mão direita. Depois disso, ela saiu do quarto como se nada tivesse acontecido, obviamente eu fui me masturbar, mas em vez de ir para o meu Quarto, fui tentar escutar minha irmã. Dessa vez ela tinha deixado a porta entreaberta e dava pra ver uma frestinha. Espiei por ela, com o pau na mão. A visão era fabulosa: minha irmã deitada na cama se masturbando como uma possessa. Ela estava debaixo dos lençóis e não deu pra ver nada da sua anatomia, só intuir a silhueta, mas o simples fato de vê-la assim foi suficiente. Gozei balançando ele só duas vezes...
Depois disso, fiquei meio alheio. Fomos alugar uma van pra levar todas as coisas pra casa. Pra ser sincero, tinha muita coisa pra carregar, porque não era só roupa, tinha também o computador, a bicicleta ergométrica, alguns móveis, etc, etc. No final, entre a sessão de masturbação da manhã, o aluguel da van e a arrumação das coisas, já eram 14h00, o calor estava insuportável. Eu estava de shorts e, nesse ponto, já sem camiseta, completamente suado. Inma estava com um legging bem curto, que marcava perfeitamente a tira do fio-dental sumindo na sua bunda. Os lábios da buceta se marcavam no legging como se estivessem sorrindo. Em cima, uma regata completamente suada e colada nos peitos. A visão era muito excitante, e eu não conseguia tirar os olhos dela. Quando chegasse em casa, cairia outra punheta em sua homenagem. Eu não batia tantas punhetas assim desde os 15 anos.
Quando estávamos quase terminando, fomos ao banheiro pegar as últimas coisas. Depois de terminar, demos uma última olhada pra ver se faltava algo. Passando pelo banheiro, Inma soltou outra das suas pérolas: "Porra! Se tem uma coisa que vou sentir falta, além do pau do Diego, é do jacuzzi. Que maravilha!" Num canto do banheiro, tinham instalado um jacuzzi. O banheiro era grande e o jacuzzi combinava com ele — calculando, caberiam quatro pessoas sem muito aperto, então duas pessoas ficariam bem à vontade. E, como se estivesse lendo minha mente, Inma confessou: "A quantidade de porra que o Diego e eu já deixamos nesse jacuzzi, filho da puta...". quantas ela já terá comido também...
Estávamos saindo do apartamento, quando antes de fechar a porta, Inma deu um pulo. Que buceta! Não vou ficar com vontade de um último banho, ainda mais com esse calorão. Ela foi até o banheiro e ouvi uma torneira abrindo. Me aproximei e vi que Inma estava enchendo o Jacuzzi. Perguntei: "Vai tomar banho agora?". "Como você sabe?", ela respondeu, tirando as chinelos, "e não só vou tomar, como NÓS vamos tomar, que tá um calor do caralho". "Vamos, Inma, não seja boba, vamos pra casa, tá na hora de almoçar, além disso, não trouxe maiô", respondi o melhor que pude. "Ah, eu também não, ou você acha que eu levo maiô pra todo lado?", e depois de me dizer isso, começou a se despir. Eu fiquei parado, junto à porta, observando incrédulo o que estava prestes a presenciar. Primeiro, ela tirou as chinelos e jogou de lado, depois vieram as meias. Eu ainda a observava incrédulo, embora meu pau já estivesse começando a reagir. O que vi em seguida me deixou completamente duro: lentamente, ela foi tirando a camiseta, enrolando-a sobre o próprio corpo enquanto a tirava pela cabeça. Ela estava muito suada e teve dificuldade para tirar. Depois de tirar a camiseta, começou com a calça, foi abaixando-a aos poucos e, na posição em que estava, de costas para mim, tive uma visão perfeita da sua bunda. Meu pênis lutava para sair... finalmente, ela tirou a calça, depois veio o sutiã. Da minha posição, ainda não podia ver nada, embora visse parte dos seios pela lateral. Aos poucos, ela se agachou e tirou a calcinha. Estava completamente nua e a apenas 2 metros de mim. A mulher mais imponente que já vi na vida, a obsessão que me perseguia há alguns dias, estava nua ao meu lado. Esse processo durou apenas 2 minutos, mas para mim pareceram horas... Sem dizer nada, ela deu os poucos passos que faltavam até o jacuzzi e entrou, foi para o extremo oposto e ficou olhando para mim. Por pela primeira vez pude contemplar seus peitos lindos, desafiadores, empinados, com os mamilos eretos e nus. Era hipnótico, era uma imagem altamente atraente. E lá estava eu, parado feito um idiota, completamente de pau duro e observando uma Deusa de carne imersa na água.
Minha cara de trouxa devia estar tão evidente que a Inma me tirou dos meus sonhos com seu jeito peculiar de se expressar: "Vamos, menino, você está babando, para de me olhar assim, tira a roupa e entra no jacuzzi comigo". Sem pensar e como se não conseguisse reagir, fiz o que ela disse. Fui tirando a roupa aos poucos, mas sem parar de olhar pra ela. Quando só restavam as cuecas, hesitei um pouco, mas no fim, a ereção era mais que visível, então não tinha mais volta: me desfiz da última peça. A Inma ficou com o olhar fixo no meu pau duro. Me senti um pouco desconfortável com a sensação, mas logo meu estado mudou para orgulho quando ouvi a Inma dizer: "Nossa, que pica gostosa que meu irmão tem". Olha, não é que eu tenha uma pica como a do Nacho Vidal, porque não tenho, mas nunca recebi reclamação das mulheres que comi.
Hesitando um pouco, fui avançando até o jacuzzi e entrei. A água estava fresquinha e até meus mamilos deram prova disso. Logo agradeci a temperatura da água, já que entre o calor e a situação, eu estava suando. Sentei-me em frente à Inma, a observei detidamente e não pude evitar soltar um: "Porra, maninha, como você está gostosa!!!". Não fiquei consciente do que tinha acabado de dizer até terminar a frase, e a Inma, em vez de ficar sem graça, me respondeu: "Pois olha só o irmão que eu tenho, que corpão e que pica enorme, você deve deixar a Sara bem satisfeita". Depois disso, nós caímos na risada, e de repente a situação ficou superconfortável. Começamos a conversar como se estivéssemos sentados no sofá de casa, com a diferença de que eu não conseguia parar de olhar pros peitos dela. Era tão óbvio que a Inma acabou me dizendo: "Ei, se você gosta tanto deles, pode tocar, que não tem problema. Como se em vez de um comentário fosse uma ordem, estiquei a mão e aproximei-a de um peito. Peguei o seio esquerdo dela, um arrepio percorreu minhas costas, primeiro pesei seu tamanho, depois esfreguei um pouco o mamilo, Inma soltou um suspiro, "hummmm, quanto tempo que não sentia uma mão que não fosse a minha" sussurrou, entendendo isso como um convite estiquei a outra mão e esfreguei o outro peito, seus mamilos tinham crescido e ficado enormes, os peitos estavam um pouco mais duros que no início. Inma já não me olhava, tinha os olhos fechados e a boca entreaberta, dava para ver que estava gostando das minhas carícias, e eu estava no paraíso. A verdade é que já não questionava nada, só queria aproveitar o momento.
Notei movimento na jacuzzi, a água me indicou que algo se movia, mas não era capaz de adivinhar o que era. Eu com certeza não estava produzindo porque minhas mãos estavam fora da água, sobre os peitos da Inma, olhei para ela, bom, já estava olhando para ela, mas olhei para outro lugar que não fossem seus peitos e vi que um de seus braços se movia debaixo d'água, logo entendi que ela estava se masturbando. Por um momento hesitei e parei minhas carícias em seus seios, Inma percebeu na hora e implorou, quase suplicou, "por favor, não para, agora não. Estou quase lá" Isso me excitou e aproximei minha boca de um peito começando a lambê-lo, coloquei um mamilo na boca, era grande e duro, Inma voltou a se masturbar, desta vez o movimento do braço era frenético, ela começou a gritar "Não para, não para, não para pelo amor de Deus, vou gozar, estou quase lá, continua assim, assim, assim…" eu mal a ouvia, toda minha concentração estava em dar a ela o máximo prazer que pudesse. Logo começaram os espasmos e os gritos, ela estava gozando, "Vamos irmãozinho, já estou chegando, mais um pouco, assim, assim, não para, vou gozar, vou gozar, vou gozaaaaaar" o orgasmo foi intenso e longo. Parei de lamber seus peitos, olhei para seu rosto, tinha uma expressão de felicidade incrível. O movimento do braço já tinha parado e ela ainda estava se recuperando do orgasmo intenso. Ela se aproximou, me deu um beijo suave nos lábios e disse "obrigada, irmãozinho, era exatamente disso que eu precisava" e esticou a mão para pegar no meu pau. Eu tinha esquecido do meu próprio prazer, só queria que ela aproveitasse, mas agora sentia o tesão percorrendo meu corpo. Primeiro ela avaliou o tamanho, e mesmo com a água estando fresca, o pau estava num tamanho que eu não lembrava de ter visto antes. Aos poucos, sua mão deslizou pelo tronco até agarrar minhas bolas, brincou com elas como se fossem bolas chinesas, subiu novamente pelo tronco até alcançar a cabeça do pau, a acariciou suavemente com a mão — um arrepio percorreu toda minha coluna e quase gozei naquele exato momento. Ela baixou um pouco a mão, pegou o tronco do pau e começou a me masturbar. O movimento era bem lento, a sensação era maravilhosa. Eu estava de olhos fechados, aproveitando com todos os sentidos o momento mais excitante da minha vida. Quando abri os olhos, vi Inma, radiante, linda, curtindo a masturbação que estava fazendo em mim, parecia até estar gostando mais do que eu. Ela me fez levantar um pouco para me sentar na borda do jacuzzi. Eu não entendia o que ela queria, mas obviamente não ia começar a discutir. Quando me sentei na beirada, uma ideia passou pela minha cabeça — e eu não estava errado. Agora meu pau estava completamente fora d'água. Inma se aproximou dele, primeiro deu um beijo suave na ponta, depois foi dando beijinhos aos poucos por todo o tronco, chegando até as bolas, e até colocou uma na boca. Era a primeira vez que alguém fazia algo assim comigo, e a sensação era muito gratificante. Pouco depois, ela fez o mesmo percurso, mas no sentido contrário. Quando chegou na cabeça, a introduziu na boca, aos poucos foi descendo e descendo até engolir tudo. Era incrível a capacidade de chupada da minha irmã. A situação estava me dominando, eu não aguentava mais e deixei isso claro para ela. Inha, Nena, não aguento mais, vou gozar. Isso pareceu esquentá-la ainda mais e acelerar o ritmo, meu orgasmo está muito próximo e nada poderia evitá-lo. O ritmo da Inha era tão intenso que, em vez de me chupar, ela estava me masturbando pra caralho e com a língua lambia a cabeça do meu pau, eu encarei a cena e explodi num orgasmo como nunca. O primeiro jato entrou até a garganta, os seguintes foram ficando na boca até simplesmente ficarem sobre a cabeça. Inha novamente enfiou na boca e chupou até deixar bem limpinha. Depois disso, ela se levantou, por alguns segundos a vi completamente nua, a 30 cm do meu rosto, molhada e úmida, ela se agachou sobre mim, seus peitos balançavam diante do meu olhar atento. Ela se aproximou do meu rosto e me deu um beijo, eu a esperava de boca aberta, queria sentir a língua dela, precisava sentir a língua dela, o que eu não esperava era que a Inha ainda tivesse minha porra na boca, que na hora se movia de uma boca para a outra. A sensação foi muito estranha, estava beijando minha irmã e compartilhando minha própria porra com ela, mas naquele momento eu não ligava. Nos separamos e um filete de sêmen ficou pendurado de uma boca à outra. Inha foi incrível, eu disse, mas ainda não terminamos, minha buceta está encharcada e até eu ficar satisfeita você não vai sair daqui, ela respondeu com uma cara de viciada que nunca vi em nenhuma mulher. Nos enganchamos de novo e unimos nossas línguas novamente, começamos a percorrer nossos corpos.
Ela massageava meu pau, ainda mole, eu tocava seus peitos, a buceta, curtia sua bunda, procurei nela até chegar ao ânus e pouco a pouco fui acariciando, roçando, sempre com movimentos sutis e muito suaves. Logo meu pau voltou a ganhar tamanho. Vamos, irmãozinho, me mostra do que você é capaz, disse Inha num tom desafiador. Peguei sua mão, a tirei da jacuzzi e indiquei que se sentasse na pia, me inclinei um pouco e comecei a lamber sua buceta, que maravilha, cheirava como o melhor dos manjares, o clitóris estava perfeitamente visível, desafiador e fora do seu esconderijo. Os lábios estavam enormes, inchados e rosadinhos. Eu realmente estava curtindo a chupada de buceta que estava dando na minha irmã, e pelos gemidos, ela também estava adorando. Meu pau já estava no auge, parei de lamber, Inma reclamou, mas ao ver minhas intenções, sorriu. Vai foder sua irmã? Vai ser tão filho da puta a ponto de comer sua irmãzinha? As palavras dela me deixaram ainda mais excitado. Aproximei a cabeça do pau da entrada da sua buceta, estava quente, molhada e apetitosa. Pouco a pouco fui penetrando. Isso, seu cabraço, assim! Come sua irmãzinha, ela não parava de repetir frases desse tipo, é isso que você gosta? Que seu irmão te coma, que putinha safada você é! Respondi. Meu comentário agradou e a animou, vai lá, seu cabraço, fode rápido, sem enrolação, mostra pra putinha da sua irmã como você fode, vai lá, filho da puta, me come com força.
Dito e feito, como naquela posição não conseguia me mover muito rápido, obriguei-a a mudar de posição, tirei o pau, fiz ela descer da pia, virei-a e a penetrei por trás. Nessa posição sim dava pra foder rápido, e logo comecei com um ritmo frenético. Enquanto eu a comia por trás, Inma começou a esfregar o clitóris, ao ver isso só pude dizer: "Caralho, essa garota, não basta estar sendo comida, ainda tem que se masturbar ao mesmo tempo, pois você vai ver…" Ela não dizia nada, não conseguia, apenas gemida. Tirei as mãos dos seus quadris, com uma mão abri as nádegas e com um dedo da outra fui introduzindo devagar no cu, no início mal entrava, tive que cuspir algumas vezes ali e, fazendo um pouco de força, consegui meter meio dedo. Comecei a mexer devagar, quando já entrava com facilidade, meti dois dedos e repeti o processo. Inma implorava que não parasse de foder, que estava quase gozando, isso me motivou e enfiei um terceiro dedo no cu. Inma, ao sentir isso, começou a gozar de novo, os espasmos eram exagerados, e os gritos deviam estar sendo ouvidos por todo o prédio. Eu ainda não tinha gozado, na verdade ainda estava com tesão, então continuei fodendo no mesmo ritmo. Inma implorou que eu parasse, que agora ela estava muito sensível e que se continuasse ia acabar mijando, a ideia me seduziu, mas tirei os dedos do seu cu e isso me seduziu ainda mais. Sem perguntar, tirei meu pau da sua buceta e de uma só vez enfiei no seu cu. Peguei ela de surpresa, "não, não no cu, seu cabrão!", ela disse ao sentir seu ânus cheio, eu não dei bola, estava no céu. Seu cu era muito mais apertado que sua buceta, as paredes apertavam meu pau, a sensação era indescritível. A essa altura eu nem a escutava mais, só via um objetivo: encher os intestinos dela de porra.
Pouco depois de estar fodendo ela pelo cu, Inma começou a gemer de novo, tinha enfiado dois dedos na buceta e com a outra mão esfregava o clitóris. "Vai, cabrão! Arrebenta o cu da sua irmã gostosa, goza dentro dele. Enche meu cu como antes encheu minha boca." As palavras dela estavam fazendo meu orgasmo se aproximar, eu queria atrasar, queria que isso nunca acabasse, mas não era possível. Dei mais três bombadas e comecei a gozar dentro do seu cu. Apertei o máximo que pude até que minhas bolas estavam coladas, gozei o mais fundo que consegui. E Inma, ao notar os jatos de porra inundando seus intestinos, gozou de novo, as pernas fraquejaram, tive que segurá-la para que não caísse, mas assim era complicado, não tive outra escolha senão tirar meu pau do seu cu para conseguir segurá-la melhor. Quando já a tinha bem agarrada, olhei para seu ânus: minha porra começava a escorrer do seu cu e, misturada com ela, um pouco de sangue...
Ela me olhou nos olhos e disse: "Obrigada, irmãozinho, com essa você me deixou tranquila pelo menos uma semana, então foda-se, semana que vem a gente repete." Nos fundimos em outro beijo tórrido. Depois disso, nos limpamos, nos Nos vestimos e voltamos pra casa. Eram 16h e a gente tinha passado 2 horas fodendo que nem loucos. Comemos, tiramos um cochilo e a vida voltou ao normal. Para o bem ou para o mal, 3 dias depois o Diego implorou outra chance pra Inma e ela não soube recusar. No dia seguinte ela foi embora de casa de novo. Nunca mais transamos, mas sempre que posso bato uma punheta em homenagem a ela, lembrando daquela manhã.
Espero que você tenha gostado e ficado excitado tanto quanto eu gostei e fiquei excitado escrevendo. Aguardo seus comentários e até a próxima.
Quem comenta e não deixa pontos tá fudido.
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32 comentários - Comendo minha irmã rejeitada
que buen relato
Me Puso al PALO!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Buenisimo!!!!!!!!!!!!
Hagamos esta comunidad mas grande cada dia!!!!! 🤘 🤘 🤘 🤘
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(comentar es agradecer)
me has dejado bn erecto con el relato
si comentar es agradecer... ¿por qué sos tan pésimo comentarista?
te dejo +10 y bienvenido a la nueva categoria