Era quarta-feira, a gente tinha sido convidado junto com um grande parceiro de aventuras pro aniversário de 15 anos de uma balada. Lembro que quase não fui naquela noite porque não tinha me sentido bem o dia inteiro. Mas decidi ir por causa de todas as satisfações que tive durante o tempo que frequentei o lugar, e imaginei que sendo o aniversário, não podia ser diferente naquela noite 🙎♂️.
Chegamos um pouco depois das 22h e fiquei tomando uns drinques no balcão. Misteriosamente, com o passar das horas, não sei se foi por causa dos antibióticos, do álcool, da mística do lugar ou sei lá o quê, mas já não me sentia mal e tava em perfeitas condições pro que pudesse rolar.
Lá pelas 2h30, eu e meu amigo percebemos que a festa já tava com pouca "vida" e decidimos vazar. Começamos a descer pela Av. Corrientes quando, entre risadas, falamos: "Por que a gente não vai num puteiro?".
"Por que não?", meu amigo me perguntou. Falei que não tinha grana suficiente pra fazer esse programa naquela noite. Na hora, ele se ofereceu pra me pagar, bancando todos os gastos. Foi uma oferta que não pude recusar 😉.
Fomos pra um lugar que o Gabriel (meu amigo, vou apresentar ele!) já tinha frequentado antes. Era um apartamento bem no centro. A gente tava rodeado de prédios de escritórios, mas bem na esquina da Perón com Cerrito, quase imperceptível. Entramos num prédio meio velho que, pela localização, tentava passar despercebido. Subimos pro 5º andar, já tavam nos esperando 😬.
Quando chegamos, eu tava meio nervoso porque seria a primeira vez que "pagaria" por sexo. O Gaby tava bem tranquilo, começou a falar com a "cafetina" do lugar, perguntando sobre uma morena fatal (pelo que o Gaby me contou no caminho), como se fosse um objeto.
Mandaram a gente esperar num quarto e, na nossa cara de surpresa, se apresentaram três PUTAS GOSTOSAS. POTRAS só de calcinha fio dental. Não sei como calculam o preço de cada uma, mas pra mim aquelas mulheres valiam o que estávamos pagando. Até ver os produtos, eu tava meio desconfiado do lugar pra onde meu amigo tava me levando, achava que era um antro horrível com alguma puta sem dente 🙄. Ofereceram um serviço em grupo, mas recusei e acabamos com a Gabyo em quartos separados.
Escolhi a mais gostosa das três, o nome dela era Micaela, tinha uns 1,65, cabelo castanho claro e curto na altura do pescoço, acho que não tinha nem 25 anos. Os peitos dela não eram enormes nem grandes, digamos que tinham o tamanho certo pra ela. Tinha uma bunda linda, talvez a melhor que já vi na vida (ao vivo e a cores). Os olhos verdes combinavam com um piercing da mesma cor que ela usava na sobrancelha. (Durante aquela semana, fiquei sabendo pela Gaby que a Micaela tava entre as novidades da semana num site famoso de acompanhantes na Argentina e era a número um do ranking.)
Depois de escolher nossos respectivos produtos/serviços, a Gaby foi pra outro quarto, e eu, guiado pela mão da baixinha do piercing, atravessei um corredor até chegar a outro quarto, onde ficamos sozinhos.
Ela pediu pra eu tirar a roupa e esperar relaxado. O tempo passava devagar, eu ouvia gritos de diferentes "felinos" e barulhos altos ao longe (bem do quarto da Gaby). A Micaela chegou na ponta da cama, começou a me fazer carinho suave pelo corpo todo. Eu, aos poucos, em cada oportunidade que tinha pra tocar, pegava naqueles peitinhos lindos que ela tinha. Depois de alguns minutos, a Mica colocou uma camisinha na boca e começou a lamber meu pau inteiro. Ela fazia isso de um jeito incrível, se eu não me segurasse, e ainda por cima por causa da camisinha, teria enchido a boca dela de porra na hora. A Micaela ficava falando comigo, me excitando com a lábia dela. Quando já tava bem A petisa subiu em cima de mim, pegou no meu pau com cuidado e foi guiando enquanto olhava, até que o corpo dela fez ele desaparecer por completo, como se fosse um truque de mágica. Mica pulou vários minutos em cima de mim, começando de um jeito suave e depois pedindo aos gritos que eu metesse forte. Não sabia no que me entreter, se agarrando aquela bunda gostosa ou aqueles peitos lindos... Tava realmente excitado, acho que ajudou a bagunça do quarto, onde dava pra ouvir os gritos da menina do quarto da Gaby.
Mica aumentava a velocidade, aquele corpinho pequeno em cima de mim era uma delícia, uma preciosura. Tava perto de gozar... Sentei na cama, Mica se ajeitou e passou as pernas na minha cintura, larguei a postura de submisso e fiquei endiabrado. Podia meter na velocidade que quisesse, o tamanho da petisa permitia, e a cara dela mostrava que queria mais, os gritos dela ficaram em harmonia com os do quarto da Gaby... Amava aquele corpo alugado... Continuei metendo com força enquanto peguei ela pela perna com um braço só pra me ajeitar e mudar de posição... Consegui na hora, beijando os peitos dela, a deusa começou a levantar as pernas até colocar nos meus ombros e pediu, sensual, que eu aumentasse o ritmo e gozássemos juntos... Como dizer não? Como? 🤤 Agüentei mais um minuto em cima da magrinha e quase morri de taquicardia. 😛
Depois que Micaela gozou, tirou a camisinha e começou a chupar de novo com o resto de porra que tinha sobrado da primeira transa. Falava comigo, dizia que queria sentir mais uma vez, que queria que eu comesse ela de novo com tudo (argumentos típicos de scort, mas tenho que admitir que motivam pra caralho e que no geral os homens não ligam se são falsos) 🙂. Meu pau ficou enorme em minutos, Micaela, conhecendo o atributo que tem na retaguarda, ficou de quatro com intenção de levar no cu nessa posição. Ela me indicou. que a Booty ainda não tinha entregado e que naquela noite não ia ser exceção. Fiquei atrás dela, enfiei meu pau e comecei a meter, segurando os peitos dela. Adorava o jeito que ela gritava, ela mordia meus braços de leve enquanto eu metia. Nessa hora, começou a se ouvir de novo a garota da Gaby gritando no outro quarto, e foi aí que a Micaela ficou mais tesuda ainda. Ela começou a gritar pra eu comer ela do mesmo jeito que tavam comendo a amiga dela, isso me motivou e eu comecei a meter de um jeito que parecia que tava rolando uma competição entre os quartos pra ver quem gritava mais. A flexibilidade da baixinha era total, eu adorava. Ela tava na ponta da cama, de cara pra parede, se segurando nela, e mesmo assim conseguia se virar de um jeito que eu podia lamber os mamilos dela enquanto ela beijava meu pescoço sem perder a posição que a gente tava. Os gritos nos dois quartos pararam quase ao mesmo tempo, uns minutos depois...
A Micaela me cumprimentou, se vestiu e foi embora, me avisando que tinha que ir pra outro lugar porque tinham ligado pra ela. Enquanto isso, eu fiquei esperando meu parceiro aparecer.
Uns minutos depois que a Micaela foi embora, entrou no meu quarto uma mina de cabelo bem curtinho preto, com sardas, uma tatuagem de um sol no ombro, vestida de portaligas. Ela disse que a Gaby tinha pago mais uma hora pra eu poder continuar a festa junto com eles. Ela falou pra eu ficar à vontade de novo (eu já tava totalmente vestido) que ela ia voltar com a Gaby.
Em poucos segundos, eu tava pelado de novo. Chegou a Gaby com a moça da noite com quem ela tinha ido. Foi uma noite estranha, nós dois távamos destruindo a novinha. Não consigo tirar da memória os gritos que a sardenta dava e as coisas que ela falava pra gente. Eu e a Gaby mantivemos nossas posições, mesmo a sardenta pedindo pra gente fazer coisas entre nós, mas a gente recusou firmemente. Nós estávamos Pesando brabo... A festa de aniversário era em outro lugar, a sardenta tava chupando a Gaby e eu aproveitava pra meter por trás, e depois trocava de posição. A morena que nunca soube o nome teve a "cara de pau" de zoar a gente, falando coisas tipo "esse fode melhor, mas esse tem a pica maior, embora o seu seja mais grossa". Gozei mais duas vezes com essa veterana (dava pra ver de longe que ela tava acabando com a gente, e não o contrário). No último round, já não conseguia nem me mexer, mas tinha me divertido pra caralho. A Gaby tava igual ou pior (tiveram que trazer água pra ela!). Terminamos nosso turno e cada um voltou no dia seguinte pro trampo com um sorriso de orelha a orelha. E pro meu amigo Gaby, parceiro de aventuras, eu devo uma grande... (a gente repetiu "a saída" no Natal em outra situação, conto depois)! 😀
Salve 🆒
Chegamos um pouco depois das 22h e fiquei tomando uns drinques no balcão. Misteriosamente, com o passar das horas, não sei se foi por causa dos antibióticos, do álcool, da mística do lugar ou sei lá o quê, mas já não me sentia mal e tava em perfeitas condições pro que pudesse rolar.
Lá pelas 2h30, eu e meu amigo percebemos que a festa já tava com pouca "vida" e decidimos vazar. Começamos a descer pela Av. Corrientes quando, entre risadas, falamos: "Por que a gente não vai num puteiro?".
"Por que não?", meu amigo me perguntou. Falei que não tinha grana suficiente pra fazer esse programa naquela noite. Na hora, ele se ofereceu pra me pagar, bancando todos os gastos. Foi uma oferta que não pude recusar 😉.
Fomos pra um lugar que o Gabriel (meu amigo, vou apresentar ele!) já tinha frequentado antes. Era um apartamento bem no centro. A gente tava rodeado de prédios de escritórios, mas bem na esquina da Perón com Cerrito, quase imperceptível. Entramos num prédio meio velho que, pela localização, tentava passar despercebido. Subimos pro 5º andar, já tavam nos esperando 😬.
Quando chegamos, eu tava meio nervoso porque seria a primeira vez que "pagaria" por sexo. O Gaby tava bem tranquilo, começou a falar com a "cafetina" do lugar, perguntando sobre uma morena fatal (pelo que o Gaby me contou no caminho), como se fosse um objeto.
Mandaram a gente esperar num quarto e, na nossa cara de surpresa, se apresentaram três PUTAS GOSTOSAS. POTRAS só de calcinha fio dental. Não sei como calculam o preço de cada uma, mas pra mim aquelas mulheres valiam o que estávamos pagando. Até ver os produtos, eu tava meio desconfiado do lugar pra onde meu amigo tava me levando, achava que era um antro horrível com alguma puta sem dente 🙄. Ofereceram um serviço em grupo, mas recusei e acabamos com a Gabyo em quartos separados.
Escolhi a mais gostosa das três, o nome dela era Micaela, tinha uns 1,65, cabelo castanho claro e curto na altura do pescoço, acho que não tinha nem 25 anos. Os peitos dela não eram enormes nem grandes, digamos que tinham o tamanho certo pra ela. Tinha uma bunda linda, talvez a melhor que já vi na vida (ao vivo e a cores). Os olhos verdes combinavam com um piercing da mesma cor que ela usava na sobrancelha. (Durante aquela semana, fiquei sabendo pela Gaby que a Micaela tava entre as novidades da semana num site famoso de acompanhantes na Argentina e era a número um do ranking.)
Depois de escolher nossos respectivos produtos/serviços, a Gaby foi pra outro quarto, e eu, guiado pela mão da baixinha do piercing, atravessei um corredor até chegar a outro quarto, onde ficamos sozinhos.
Ela pediu pra eu tirar a roupa e esperar relaxado. O tempo passava devagar, eu ouvia gritos de diferentes "felinos" e barulhos altos ao longe (bem do quarto da Gaby). A Micaela chegou na ponta da cama, começou a me fazer carinho suave pelo corpo todo. Eu, aos poucos, em cada oportunidade que tinha pra tocar, pegava naqueles peitinhos lindos que ela tinha. Depois de alguns minutos, a Mica colocou uma camisinha na boca e começou a lamber meu pau inteiro. Ela fazia isso de um jeito incrível, se eu não me segurasse, e ainda por cima por causa da camisinha, teria enchido a boca dela de porra na hora. A Micaela ficava falando comigo, me excitando com a lábia dela. Quando já tava bem A petisa subiu em cima de mim, pegou no meu pau com cuidado e foi guiando enquanto olhava, até que o corpo dela fez ele desaparecer por completo, como se fosse um truque de mágica. Mica pulou vários minutos em cima de mim, começando de um jeito suave e depois pedindo aos gritos que eu metesse forte. Não sabia no que me entreter, se agarrando aquela bunda gostosa ou aqueles peitos lindos... Tava realmente excitado, acho que ajudou a bagunça do quarto, onde dava pra ouvir os gritos da menina do quarto da Gaby.
Mica aumentava a velocidade, aquele corpinho pequeno em cima de mim era uma delícia, uma preciosura. Tava perto de gozar... Sentei na cama, Mica se ajeitou e passou as pernas na minha cintura, larguei a postura de submisso e fiquei endiabrado. Podia meter na velocidade que quisesse, o tamanho da petisa permitia, e a cara dela mostrava que queria mais, os gritos dela ficaram em harmonia com os do quarto da Gaby... Amava aquele corpo alugado... Continuei metendo com força enquanto peguei ela pela perna com um braço só pra me ajeitar e mudar de posição... Consegui na hora, beijando os peitos dela, a deusa começou a levantar as pernas até colocar nos meus ombros e pediu, sensual, que eu aumentasse o ritmo e gozássemos juntos... Como dizer não? Como? 🤤 Agüentei mais um minuto em cima da magrinha e quase morri de taquicardia. 😛
Depois que Micaela gozou, tirou a camisinha e começou a chupar de novo com o resto de porra que tinha sobrado da primeira transa. Falava comigo, dizia que queria sentir mais uma vez, que queria que eu comesse ela de novo com tudo (argumentos típicos de scort, mas tenho que admitir que motivam pra caralho e que no geral os homens não ligam se são falsos) 🙂. Meu pau ficou enorme em minutos, Micaela, conhecendo o atributo que tem na retaguarda, ficou de quatro com intenção de levar no cu nessa posição. Ela me indicou. que a Booty ainda não tinha entregado e que naquela noite não ia ser exceção. Fiquei atrás dela, enfiei meu pau e comecei a meter, segurando os peitos dela. Adorava o jeito que ela gritava, ela mordia meus braços de leve enquanto eu metia. Nessa hora, começou a se ouvir de novo a garota da Gaby gritando no outro quarto, e foi aí que a Micaela ficou mais tesuda ainda. Ela começou a gritar pra eu comer ela do mesmo jeito que tavam comendo a amiga dela, isso me motivou e eu comecei a meter de um jeito que parecia que tava rolando uma competição entre os quartos pra ver quem gritava mais. A flexibilidade da baixinha era total, eu adorava. Ela tava na ponta da cama, de cara pra parede, se segurando nela, e mesmo assim conseguia se virar de um jeito que eu podia lamber os mamilos dela enquanto ela beijava meu pescoço sem perder a posição que a gente tava. Os gritos nos dois quartos pararam quase ao mesmo tempo, uns minutos depois...
A Micaela me cumprimentou, se vestiu e foi embora, me avisando que tinha que ir pra outro lugar porque tinham ligado pra ela. Enquanto isso, eu fiquei esperando meu parceiro aparecer.
Uns minutos depois que a Micaela foi embora, entrou no meu quarto uma mina de cabelo bem curtinho preto, com sardas, uma tatuagem de um sol no ombro, vestida de portaligas. Ela disse que a Gaby tinha pago mais uma hora pra eu poder continuar a festa junto com eles. Ela falou pra eu ficar à vontade de novo (eu já tava totalmente vestido) que ela ia voltar com a Gaby.
Em poucos segundos, eu tava pelado de novo. Chegou a Gaby com a moça da noite com quem ela tinha ido. Foi uma noite estranha, nós dois távamos destruindo a novinha. Não consigo tirar da memória os gritos que a sardenta dava e as coisas que ela falava pra gente. Eu e a Gaby mantivemos nossas posições, mesmo a sardenta pedindo pra gente fazer coisas entre nós, mas a gente recusou firmemente. Nós estávamos Pesando brabo... A festa de aniversário era em outro lugar, a sardenta tava chupando a Gaby e eu aproveitava pra meter por trás, e depois trocava de posição. A morena que nunca soube o nome teve a "cara de pau" de zoar a gente, falando coisas tipo "esse fode melhor, mas esse tem a pica maior, embora o seu seja mais grossa". Gozei mais duas vezes com essa veterana (dava pra ver de longe que ela tava acabando com a gente, e não o contrário). No último round, já não conseguia nem me mexer, mas tinha me divertido pra caralho. A Gaby tava igual ou pior (tiveram que trazer água pra ela!). Terminamos nosso turno e cada um voltou no dia seguinte pro trampo com um sorriso de orelha a orelha. E pro meu amigo Gaby, parceiro de aventuras, eu devo uma grande... (a gente repetiu "a saída" no Natal em outra situação, conto depois)! 😀
Salve 🆒
7 comentários - Aniversário de 15 da acompanhante